‘GOLPE’ Articles at Defenda Seu Dinheiro, Page 2

Browsing Tag: GOLPE

    Golpes em nome da Receita Federal para você fugir

    16 de julho de 2018

    Corretora de câmbio é alvo de investigação de lavagem de dinheiro e crimes financeiros

    Susto: Golpistas querem obter dados cadastrais e financeiros dos contribuintes

    Constantemente a RF, Receita Federal, faz alertas sobre golpes aplicados em seu nome para obter dados cadastrais e financeiros. Com a marca oficial da Receita, os e-mails ou cartas podem parecer convincentes. Com base nisto, vale ressaltar que o fisco não manda e-mails sem sua autorização, nem envia cartas pelos Correios pedindo que você acesse sites ou deposite dinheiro. Para se proteger, conheça a seguir alguns dos principais golpes aplicados em nome da Receita Federal:

    Cartas para regularizar dados cadastrais

    A Receita Federal alerta para um golpe de regularização de dados cadastrais por correspondência.

    O contribuinte recebe em casa uma carta com a marca da Receita, que contém um site para acessar e atualizar os dados bancários. Ao acessar esse site, o contribuinte está sujeito a vírus e códigos maliciosos que podem roubar seus dados pessoais, bancários e fiscais.

    Se você receber essa correspondência, a Receita orienta destruir a carta e jamais acessar o site indicado. O único site da Receita para fazer consultas, baixar programas ou alterar informações junto ao fisco é o idg.receita.fazenda.gov.br.

    Além disso, você só deve informar seus dados bancários na declaração do Imposto de Renda ou alterá-los por meio do extrato da Dirpf no portal e-CAC.

    Cartas que cobram IOF de tomadores de empréstimos

    Outro golpe aplicado em nome da Receita é uma carta falsa enviada a quem tomou ou está negociando um empréstimo. A correspondência exige o pagamento de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para desbloquear o valor emprestado.

    Na carta, atribuída ao auditor-fiscal da Receita, há dados bancários para depósito, além de uma assinatura falsa.

    A Receita informa que não fornece dados bancários para recolher tributos federais via depósito ou transferência. A cobrança e o recolhimento do IOF são efetuados pela instituição que conceder o crédito.

    Para identificar que a correspondência é falsa, o fisco recomenda ficar atento a erros de português, informações confusas ou incorretas e orientações desencontradas.

    E-mails falsos – inclusive para avisar sobre erros no Imposto de Renda

    A Receita Federal alerta para e-mails falsos em nome da instituição, com mensagens que tentam obter ilegalmente informações cadastrais e financeiras. Algumas avisam sobre possíveis erros na declaração do Imposto de Renda ou cobram débitos que não existem.

    Com timbres oficiais da Receita, os e-mails misturam instruções verdadeiras e falsas e contêm links que são a porta de entrada para vírus e códigos maliciosos no computador.

    A Receita esclarece que não envia mensagens via e-mail sem a autorização do contribuinte, nem autoriza terceiros a enviarem mensagens em seu nome. Sua única forma de comunicação eletrônica é por meio do portal e-CAC.

    Se você receber uma dessas mensagens, a Receita aconselha não abrir arquivos anexados, normalmente programas que podem causar danos ao computador ou capturar informações confidenciais. O fisco também recomenda não clicar em links e excluir imediatamente a mensagem.

    Até mais.

    Multimoney: Corretora de câmbio é alvo de investigação de lavagem de dinheiro e crimes financeiros

    28 de junho de 2018

    Justiça brasileira bloqueia R$ 300 milhões de envolvidos em esquema de pirâmide Minerworld
    Multimoney: A corretora atuava no Sistema Financeiro Nacional como uma organização criminosa de natureza empresarial

    A PF (Polícia Federal) deflagrou nesta quinta-feira (28) a Operação Line Up, com o objetivo de investigar uma corretora de câmbio estabelecida para a prática de crimes financeiros e lavagem de dinheiro. Conforme a Polícia Federal, a corretora atuava no Sistema Financeiro Nacional (SFN) como uma organização criminosa de natureza empresarial.

    Como mudar de corretora?

    Foram cumpridos, por 60 policiais federais, 14 mandados de busca e apreensão, sendo cinco em São Paulo (SP) e nove entre as cidades de Itajaí, Balneário Camboriú e Blumenau, todas em Santa Catarina, além de dois mandados de prisão preventiva em desfavor dos diretores da instituição financeira, todos expedidos pela 1ª Vara Federal de Florianópolis/SC.

    Os nomes das pessoas e empresas envolvidas não foram divulgados, porém um jornal da região de Blumenau divulgou que policiais federais foram à casa de câmbio Multimoney nesta manhã.
    https://omunicipioblumenau.com.br/casa-de-cambio-e-pagamentos-djs-internacionais-sao-alvos-da-policia-federal-em-sc/

    A investigação teve início em 2013, quando a Polícia Federal investigava possível evasão de divisas realizada através de pagamentos a DJs de renome internacional que vinham atuar em Santa Catarina, com contratos subfaturados.

    A partir daí, a investigação chegou a uma corretora de câmbio que fazia parte do mesmo grupo econômico da empresa de eventos, sendo possível identificar indícios de gestão fraudulenta de instituição financeira nas seguintes ações:

    – Burlar os limites da posição cambial;
    – Movimentar moeda estrangeira de forma paralela e, após apreensão de valores, maquiar as operações;
    – Fracionar operações de câmbio para burlar os limites de valores a serem negociados;
    – Registrar operações sem a documentação suporte, fraudando a fiscalização;
    – Transferir moeda entre unidades sem identificar corretamente o destinatário;
    – Atuar no mercado paralelo de câmbio, fraudando as autorizações impostas pelo Banco Central;
    – Deixar de analisar e/ou identificar os clientes para fraudar os controles de prevenção à lavagem de dinheiro;
    – Usar documentos ideologicamente falsos para recuperar valores apreendidos;
    – Receber e realizar depósitos em espécie, vedado para operações de câmbio.

    A Polícia Federal descobriu também que foram realizadas 155 operações de câmbio com utilização dos nomes de 111 pessoas que já estavam mortas no momento do negócio, bem como pagamentos de terceiros no exterior que não eram os reais exportadores das mercadorias, inclusive mediante contratações feitas por empresas investigadas na Operação Lava Jato e ligadas a doleiro já condenado na referida operação.

    As atividades foram identificadas e registradas pelo COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) em sete relatórios, em que foi apontado um total de mais de R$ 2 bilhões em movimentações atípicas.

    Também há fortes indícios de que representantes da corretora de câmbio tentaram obstruir as investigações mediante contato com um servidor público, a fim de serem instruídos sobre como reaver os valores apreendidos na investigação.

    As condutas criminais apuradas até o momento são gestão fraudulenta de instituição financeira, fraude contábil em instituição financeira, fraude cambial, lavagem de dinheiro, formação de organização criminosa e obstrução de investigação contra o crime organizado.
    fonte de consulta: Casa de câmbio e pagamentos a DJs internacionais são alvos da Polícia Federal em SC

    Leia também:

    Twitter tenta resolver fraude com moedas virtuais

    Até mais.

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Justiça brasileira bloqueia R$ 300 milhões de envolvidos em esquema de pirâmide Minerworld

    11 de maio de 2018

    Twitter tenta resolver fraude com moedas virtuais

    Não existe café grátis no mercado, mas milhares de incautos gananciosos ainda pensam que existe, desta forma após a deflagração de Operação Lucro Fácil no mês passado, agora o juiz David Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, mandou bloquear R$ 300 milhões em bens de 11 pessoas envolvidas em um suposto esquema de pirâmide financeira usando bitcoins, operado pela empresa Minerworld.

    Bitcoin é fraude, criptomoeda é fraude puracriptomoedas Minerworld. Este caso já teria impactado mais de 50 mil pessoas em todo o país”>

    Segundo o jornal Correio do Estado, a suspeita é de que os investigados atuassem como laranjas, por meio da abertura de contas, aquisição de imóveis e veículos. Em abril, a Justiça já havia bloqueado quantias semelhantes das empresas Bit Pago e Bit Ofertas, além da própria Minerworld, assim como de outras sete pessoas, incluindo Cícero Saad, considerado um dos chefes da organização.

    “[Os suspeitos teriam participado] fosse atuando como fiadores, fosse atuando como sócios de fato (laranjas) da Minerworld, fosse atuando como sócio formal da empresa Bit Pago, fosse atuando como mentores do negócio, ou fosse organizando redes significativas de participantes no alegado esquema de pirâmide que deram um impulso ao projeto lesivo ao consumidor, auferindo, com isto, grandes lucros por estarem no topo da pirâmide de investidores”, diz o texto da decisão.

    O bloqueio se dá diante da hipótese de que os prejuízos causados aos consumidores, que passam de 50 mil pessoas, dificilmente serão ressarcidos caso não haja rápidas medidas de indisponibilidade de bens dos envolvidos.

    A Minerworld é acusada desde o ano passado de dar calotes em seus clientes. Em outubro, a companhia alegou hackers roubaram 851 bitcoins após uma suposta invasão à exchange Poloniex, em que a empresa depositava os bitcoins de seus usuários. Não houve, porém, nenhuma prova deste caso apresentado pela companhia.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/7414750/justica-brasileira-bloqueia-300-milhoes-envolvidos-esquema-piramide-com-criptomoedas

    Veja também:

    Kenneth Rogoff: Bitcoin tem mais chance de cair para US$ 100 do que disparar para US$ 100 mil

    Até mais.

    Twitter tenta resolver fraude com moedas virtuais

    7 de março de 2018

    Kenneth Rogoff: Bitcoin tem mais chance de cair para US$ 100 do que disparar para US$ 100 mil

    Twitter promete resolver fraude com moedas virtuais
    Os golpes parecem estar fora de controle!

    O Twitter está numa luta constante por frear o número elevado de fraudes relacionadas com bitcoins e outras criptomoedas. A plataforma está removendo contas de usuários que tentam enganar utilizadores da rede social.

    De uns tempos para cá, diversos vigaristas têm-se feito passar por celebridades, informa o jornal O Público. Um caso recente foi o de uma conta fingindo ser o empresário Elon Musk, que pedia às pessoas para doar uma pequena quantia da moeda virtual ether, e ele daria em troca um valor ainda maior. “Só durante o dia de hoje, decidi doar 3000 ETH [cerca de 1,9 milhões de euros] aos meus fãs. Basta enviarem entre 0,5 a 4,0 ETH para a minha conta e devolvo entre 5-40 ETH”, lê-se na mensagem.

    “Estes golpes estão ficando fora de controle”, queixou-se no Twitter Emin Gün Sirer, um professor da Universidade de Cornell, nos EUA. “Se falham em detectar burlas assim tão óbvias, qual é o futuro da vossa plataforma?”, disse o estudioso que se foca em tecnologia de blockchain.

    Leia mais clicando aqui.

    Até o próximo post.

    CVM: Alerta para oferta irregular de investimento em bitcoin

    2 de março de 2018

    Segundo a CVM, nem a empresa e nem o empresário podem exercer quaisquer atividades no mercado de valores mobiliários

    A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) divulgou hoje alerta ao mercado e ao público em geral que a empresa L. Janiszevski – Hashbrasil – ME e Leonardo Janiszevski não estão autorizados a oferecer investimentos em mineração de Bitcoins, a moeda digital. Segundo a CVM, nem a empresa e nem o empresário podem exercer quaisquer atividades no mercado de valores mobiliários, tendo em vista tratar-se de pessoa não registrada como emissora de valores mobiliários, e de oferta pública sem registro (ou dispensa deste) na CVM. Eles estão sujeitos a multa diária de R$ 5 mil se continuarem com a oferta.

    Esta é a segunda empresa do tipo que é alvo de alerta da CVM. Em 19 de dezembro, a Hashcoin Brasil também recebeu alerta para parar a oferta de investimentos em mineração de Bitcoin.

    A CVM diz que identificou que a empresa e o empresário estão oferecendo publicamente, em redes sociais e no site oportunidade de investimento relacionada a cotas em grupo de investimento em mineração de Bitcoin (“HashBrasil”), “utilizando-se de apelo ao público para celebração de contratos que podem ser enquadrados no conceito legal de valor mobiliário”.

    Por esse motivo, a CVM determinou, via Deliberação CVM 790, a imediata suspensão de qualquer oferta de títulos ou contratos de investimento coletivos relacionados ao referido empreendimento.

    Além da multa diária e individual, haverá responsabilidade pelas infrações já cometidas antes da publicação desta Deliberação, com a imposição da penalidade cabível, nos termos do art. 11 da Lei 6.385/76, após o regular processo administrativo sancionador.

    Leia também:

    CVM barrou Astroinvest!!!

    [BIT FRAUDE BREAKINGNEWS] Esquema de pirâmide com Bitcoin rouba US$ 115 milhões de mais de 10 mil investidores

    16 de fevereiro de 2018

    Crime ocorreu na Áustria e, segundo as autoridades, envolveu cerca de 12 mil bitcoins

    A polícia da Áustria está investigando um caso de pirâmide financeira envolvendo bitcoins na plataforma Optioment, que supostamente tem sede na Costa Rica. A empresa oferecia uma rentabilidade de até 4% por semana, mas de repente sumiu com todo o dinheiro, causando perdas a mais de 10 mil pessoas.
    A imprensa local afirma que este esquema foi responsável pelo roubo de cerca de 12 mil bitcoins (que na cotação atual vale cerca de US$ 115 milhões).

    A empresa dizia em seu site ser um “produto de investimento global de bitcoins de primeira qualidade” originado de um “fundo de bitcoins localizado na Costa Rica”. Além disso, eles diziam ter uma plataforma de “investimento” financiada por ativos avaliados em mais de 35 mil bitcoins. Além da rentabilidade semanal prometida, os investidores também seriam recompensados por atraírem novos usuários para a plataforma.

    Nas últimas semanas, a Optioment realizou um grande evento em Viena e teve a participação de mais de 700 pessoas. Além da Áustria, investidores na Polônia e Romênia também foram afetados pelo golpe. Dois dos três responsáveis pelo esquema, um da Letônia e um da Dinamarca, teriam sido identificados, segundo a imprensa local. Porém, autoridades disseram à Bloomberg que ninguém foi detido até o momento.

    Até o próximo post.

    Rei da Polca – filme 2017

    20 de janeiro de 2018

    Mais um filme chegando no Netflix sobre golpista. Em tempos de várias pirâmide financeiras pipocando, maioria com bitcoin, entre outras criptomoedas.

    The Polka King

    SINOPSE E DETALHES

    Um grande dançarino de Polca arrasta uma legião de fãs para onde quer que vá. Quandos suspeitas sobre a sua conduta começam a acontecer e ele, posteriormente, é acusado de seduzir fãs para um esquema de prostituição – fazendo com que sua vida vire de cabeça para baixo.
    Baseado em fatos reais.

    Até o próximo post.

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] BitConnect: Criptomoeda desaba 95% após fechar plataforma acusada de pirâmide financeira

    18 de janeiro de 2018

    Bitcoin: queda generalizada é lição para quem se empolgou

    A BitConnect afundou de US$ 330 para menos de US$ 10 em poucos minutos

    Enquanto todos olhavam para o bitcoin e outras grandes moedas digitais caindo mais de 20%, uma outra criptomoeda chamada BitConnect chamou atenção ao perder praticamente todo o seu valor. Isso ocorreu por conta de acusações de que o serviço que ela prestava era pirâmide financeira.

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Pirâmide financeira em João Pessoa com bitcoin

    A BitConnect desabou 95%, passando de US$ 330 para menos de US$ 10 em pouco minutos, após a empresa anunciar que fechou as portas. A plataforma prometia o pagamento de juros de 1% ao dia para quem investisse na criptomoeda BitConnect, que seria usada para obter lucros com investimentos em Bitcoin.

    Com o programa de empréstimos, os indivíduos poderiam depositar dólar ou Bitcoin em suas contas da BitConnect, onde então apostariam suas participações por juros diários por um período de tempo predeterminado. Quanto mais dinheiro o usuário bloqueia no empréstimo, maior o retorno diário e menos tempo em que o dinheiro ficaria congelado.

    No anúncio sobre o encerramento, a BitConnect explicou que todo o saldo dos usuários foi convertido em BitConnect Coin usando a cotação de US$ 363,62 por moeda. Dessa forma, quem tinha saldo em dólares agora dispõe apenas de saldo em moeda virtual.

    De acordo com a empresa, eles optaram por fechar a plataforma de empréstimo por conta das muitas acusações feitas na imprensa, além das notificações recebidas pelos estados americanos do Texas e da Carolina do Norte.

    Até o próximo bit post!!!

    Adsply: Golpe de pirâmide financeira pode chegar meio bilhão de reais

    4 de dezembro de 2017

    adsply-piramide-financeira-pernambuco-brasil

    A Polícia Civil de Pernambuco investiga um suposto novo esquema de pirâmide financeira no Estado. Uma empresa, com sede em Uberlândia, Minas Gerais, teria criado uma moeda virtual para atrair investidores, se apresentando como uma rede de associados em 90 países. A polícia suspeita que o dono da empresa fugiu com cerca de meio bilhão de reais dos investidores.

    A empresa que prometia o retorno financeiro alto e em pouco tempo tinha cerca de 20 mil pessoas cadastradas no aplicativo, só no estado de Pernambuco. Para participar do esquema investigado pela PCPE, os usuários que precisavam adicionar mais pessoas ao grupo para conseguir o cadastro, e em troca, quem convidou recebia percentuais de 10 a 25% para cada novo integrante que fosse cadastrado. Além de realizar um depósito inicial, comprando moedas virtuais, as chamadas “criptomoedas”.

    Restituição

    No site da Adsply, foi feito um comunicado para os associados prometendo restituir, conforme um cronograma. A empresa vincula o fechamento ao banimento de contas da companhia na BITTREX, empresa de moeda digital. De acordo com o comunicado as denuncias foram feitas de forma injustificada e arbitrária. No Brasil a devolução do dinheiro investido será feita em março do ano que vem.
    fonte de consulta: tvjornal.ne10.uol.com.br/noticia/ultimas/2017/11/14/golpe-de-piramide-financeira-pode-chegar-meio-bilhao-de-reais-35569.php

    Até o próximo post.

    Procon-SP: Os 6 maiores problemas da Black Friday no Brasil

    22 de novembro de 2017

    Em 2016, a principal reclamação foi de cancelamentos sem justificativas

    Comprar na Black Friday pode ser muito vantajoso com relação a outras épocas do ano – mas a dor de cabeça também pode ser bem mais intensa. Neste ano, a data caiu no dia 24 de novembro, a sexta-feira desta semana.
    Por ser um período mais turbulento e com grandes quantidades de pedidos, nem sempre a Black Friday é organizada o suficiente para que todos os compradores saiam satisfeitos das lojas.

    No ano passado, de acordo com o Procon-SP, o maior motivo de reclamação dos compradores foram cancelamentos de compras sem justificativa. Isso pode ocorrer porque o site da varejista não retirou do ar um produto já esgotado, por exemplo.

    Confira, abaixo, os 6 maiores motivos de reclamação da última edição do evento:

    1 – Pedido cancelado sem justificativa;

    2 – Produto ou serviço anunciado apareceu como indisponível;

    3 – Mudança de preço no momento de finalizar a compra;

    4 – Maquiagem do desconto (no preço do produto ou no valor do frete);

    5 – Site intermitente, congestionado ou bloqueado;

    6 – Site não permite pagamento via boleto bancário ou débito.

    Caso o consumidor se depare com alguma das situações descritas e não conseguir resolver o problema pelo atendimento da empresa pode entrar em contato com o próprio Procon, que montará um mutirão de atendimento a partir desta quinta-feira (23) ou queixar-se em sites como o ReclameAqui.

    É importante sempre guardar todos os comprovantes da compra, se possível, com imagens da tela do computador em cada passo e documentos bancários. Isso pode ajudar como prova caso o problema não seja resolvido diretamente pela varejista.

    Até mais.