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    Nada vai segurar o boom imobiliário??

    29 de novembro de 2018

    O fundador e presidente do conselho de administração da Cyrela, Elie Horn, acredita que o setor vai viver uma virada de mesa a partir do ano que vem.

    Elie Horn da Cyrela: Nada vai segurar o boom imobiliário

    Após a fase mais dura da crise imobiliária que culminou no estouro da bolha imobiliária e derrubou a construção civil, um dos empresários mais emblemáticos do setor, Elie Horn da Cyrela, vê a aproximação de um “novo boom imobiliário” no País. “Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado”, ele diz. O mesmo acredita que, com a retomada da economia e com uma solução para a devolução de imóveis, que está em fase final de tramitação no Congresso, o setor vai viver uma virada de mesa a partir do ano que vem.

    A companhia já sente os efeitos da recuperação do País e acumula em torno de R$ 800 milhões em vendas de outubro a novembro de 2018. “Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos”, diz o empresário de 74 anos.

    A incorporadora lançou neste ano uma nova marca, a Vivaz, com foco em empreendimentos populares, dentro do programa federal de habitação Minha Casa Minha Vida, que deve responder por 30% dos novos projetos nos próximos cinco anos.

    O otimismo de Horn com o setor se estende ao futuro governo, cuja equipe econômica ele classifica como “sensacional”. O empresário é próximo do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, com quem chegou a fazer negócios.

    Os dois investiram juntos, há cerca de dois anos, na criação da Hospital Care, empresa voltada para a compra e administração de hospitais no País. Os aportes foram feitos pelo fundo Abaporu, da família Horn, e pela gestora Bozano Investimentos, da qual Guedes era sócio e de onde agora está se desligando para assumir o cargo público a partir de janeiro. Embora ele continue indo diariamente à Cyrela, Horn se afastou das tarefas executivas do dia a dia e passou o bastão da presidência para os filhos Raphael e Efraim.

    Ele está fazendo um tratamento contra o Mal de Parkinson, doença que o acomete há quase seis anos. Mas a maior parte do seu tempo está voltada para a prática do judaísmo, da filantropia e para reuniões com outros empresários em busca de doações para causas sociais.

    Em parceria com Rubens Menin, controlador da MRV, Horn lançou neste mês a ONG Bem Maior, que atuará na conscientização e na mobilização da sociedade civil para fomentar ações sociais.

    A meta do movimento é dobrar a participação das doações empresariais em relação ao PIB brasileiro nos próximos dez anos, passando de 0,2% para 0,4%.

    O próprio empresário está puxando a fila, e já anunciou o compromisso de doar em vida 60% de sua fortuna estimada em R$ 3 bilhões para caridade. No link ao lado pode ser lido outros destaques da entrevista.

    Até mais.

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    Renda no aluguel de imoveis é um bom negócio?

    9 de agosto de 2018

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    Renda no aluguel de imoveis é um bom negócio?

    Você com certeza já deve ter ouvido alguem próximo ou até mesmo da sua família dizer sobre aluguel de imóveis, mas sera que esse é um bom investimento atualmente?

    O ativo imobiliário é considerado pela sua solidez no mercado, mas de uns anos para cá, de acordo com a grande variação de preço, modificou-se um pouco a visão do mercado sobre ele.

    Primeiramente pelo fato de que ele não tem liquidez imediata, caso você precise vender seu imóvel rapidamente terá que adequar ao valor de mercado, que muitas vezez significa vender abaixo do valor normal.

    Isso é comum, e vemos muito disto em carros quando as pessoas estão endividadas e tem que “queimar” seu bem para obter dinheiro e muitas concessionárias se beneficiam desta forma.

    Há uns anos atrás a rentabilidade dos alugueis giravam em torno de 1%, 1.1%, 1,2%  que eram um excelente negócio. Considerando esta variação de ganho mensal, valia bastante o investimento no imóvel para obter renda com ele. A demanda estava controlada e os valores dentro do mercado.

    Porém, com o mercado muito aquecido em meados de 2011 os preços subiram descontroladamente e a demanda não acompanhou a oferta. Desta forma, vemos que nos últimos anos muitas pessoas estão vendendo ou alugando imóveis e, como tem uma oferta alta, naturalmente os valores cai e a rentabilidade também.

    Hoje em dia a media recebida de rendimento pelos proprietaries de aluguel é de 0.5%, e isto é até menor que o rendimento da poupança.

    Por este motive o mercado imobiliário esteve desacelerado estes últimos anos, mas a tendência é que o ritmo de lançamentos volte a crescer ainda neste ano de 2018 e o mercado recupere a sua estabilidade e rentabilidade natural.

    Marlon Moro é diretor da Etic Imóveis, imobiliária sediada na Mooca e acha que o mercado deve tomar um novo rumo após as eleições: “Este ano passa por um ritmo lento devido à diversos feriados, copa do mundo e eleições. Isto acabou atrapalhando os fatores econômicos. À partir do momento que forem definidas as diretrizes econômicas do país, a economia deve voltar a crescer e, com isto definido, volta o poder de compra e investimento da população”

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    Bolha imobiliária: ascensão e a queda do mercado imobiliário brasileiro em 10 anos

    12 de janeiro de 2018

    Desenhando a bolha imobiliária brasileira

    Imóvel na planta - O que explica as oscilações do mercado imobiliário em 10 anos de monitoramento nos preços não tem nada a ver com bolha

    Entre 2008 e 2012, período cujo início é paralelo ao colapso das hipotecas subprime nos Estados Unidos, o mercado imobiliário brasileiro pareceu imune à crise do país norte-americano e viu um ciclo impressionante de valorização em seus preços de venda. Uma pessoa que adquiriu imóvel no final de 2007 o acompanhou valorizar ao menos 79,4% nos 4 anos até 2012. Quem esperou até o fim de 2014 para vender provavelmente conseguiu prêmio de 112,86% no valor, com base em dados do Índice Fipezap.

    Impulsionada por fatores como o acesso facilitado ao crédito imobiliário, aumento da renda, redução nas taxas de juros e otimismo causado pela boa fase na economia em geral, essa valorização marcou um período virtuoso, mas chegou a um limite. A partir de 2015, a crise econômica fincou pé nesse mercado, que acabou sendo um dos mais atingidos pela recessão. Naquele ano, a valorização dos preços de imóveis foi de apenas 1,32% em termos nominais – o que significou queda real de 8,48% (descontada a inflação do período). Os dois anos seguintes, ainda na crise, apresentaram variação de 0,57%, e 2017 representou o primeiro ano na série histórica que o indicador apresentou queda nominal, caindo 0,53% na comparação com 2016. Isso foi reflexo de fatores como alto desemprego, aumento da inflação e queda no PIB (Produto Interno Bruto).

    Houve bolha?

    Para especialistas, apesar da mudança acentuada de rumo, não é possível afirmar que houve uma bolha imobiliária no Brasil. Caio Bianchi, Diretor de Inteligência de Mercado do Zap, acredita que é “especulação da internet” usar esse termo em referência à reação do mercado à crise econômica brasileira. Diferentemente de uma euforia sem embasamento, o início do círculo virtuoso brasileiro poderia ser previsto e se deu partir do momento que as pessoas passaram a ter mais acesso a crédito.

    Isso ocorreu, explica Bianchi, principalmente como resultado da regulamentação da alienação fiduciária, que incentivou um financiamento a longo prazo com juros baixos. A lei que regulamenta essa questão data de 20 de novembro de 1997, mas uma alteração de 2004 permitiu que “operações de comercialização de imóveis, com pagamento parcelado, de arrendamento mercantil de imóveis e de financiamento imobiliário em geral” pudessem “ser pactuadas nas mesmas condições permitidas para as entidades autorizadas a operar no SFI”. Na prática, as instituições ganharam a opção de usar o próprio imóvel como garantia em caso de inadimplência do tomador de empréstimo – naturalmente, ficou mais seguro oferecê-lo.

    Com o acesso ao crédito, uma altíssima demanda reprimida no mercado deu as caras – o que se traduziu em liquidez e aumento nos preços. Contribuiu para isso o lançamento do Minha Casa Minha vida, que, em 2009, inaugurou um movimento de procura até então inédito. Nessa época, as empreiteiras construíam sem parar praticamente só para atender a uma população aparentemente insaciável por novos imóveis.

    Uma consequência foi a “empolgação” das grandes empresas da indústria imobiliária. Entre 2006 e 2011, a bolsa de valores registrou 20 IPOs e 16 Follow-ons de empresas do setor de Construção Civil, reflexo do otimismo desse mercado.

    O problema é que na vida real não existe demanda eterna, e o aumento da oferta se chocou com uma redução íngreme da procura durante o que viria a ser a maior recessão da história do Brasil até então. “Mas tanto não era bolha que, mesmo neste cenário, observamos queda bastante comportada nos preços. As variações se mantiveram nominalmente positivas até 2016”, ressalta o Diretor do Zap. “O que vimos nos anos anteriores à crise não era uma bolha, e sim efeito da melhora na economia”, resume.

    Aluguel

    Durante a mesma crise, a contração nos preços dos alugueis foi consideravelmente maior que a de venda. Isso ocorreu, segundo a análise do Zap, porque a correção nessa frente ocorreu nos próprios preços, diferentemente da venda, que viu a demanda como principal atingida.

    “Como o financiamento facilita a compra, o momento de prosperidade econômica se refletiu muito na venda de imóveis. Existem também fatores não totalmente racionais para a aquisição, o chamado sonho da casa própria”, explica Bianchi. Por essa mesma razão, ele acredita que os valores de aluguéis são, comparativamente, mais líquidos. Isso potencialmente explica a variação grande na valorização dos preços em 2009, justamente o ano inicial do Minha Casa Minha Vida.

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    E 2018?

    Ainda existe “excesso” nas construções que não foram ocupadas durante a crise, mas essa oferta não deve significar que o movimento decadente continuará para o ano que acaba de começar. Quase unanimemente, o mercado espera retomada relativamente fraca nos preços e estabilidade para os próximos meses, tanto em aluguel quanto em compra.

    Segundo estimativas da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o financiamento imobiliário com recursos originados nas cadernetas de poupança deve crescer 15% em 2018, avanço que deverá se concentrar nos empréstimos destinados à compra de moradias, enquanto o crédito para a construção de novos empreendimentos tende a continuar lento.

    Concomitantemente, a queda na taxa básica de juros (Selic), que fechou 2017 em 7% ao ano, deve ser, aos poucos, repassada ao consumidor que toma crédito imobiliário, o que também incentiva a compra. A somatória desses dois fatores é o suficiente para iniciar o equilíbrio no mercado, mas não para revolucionar a movimentação dos preços.

    Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o terceiro trimestre de 2017 contou com o lançamento de 15.593 unidades residenciais verticais. Uma queda de 12,2% com relação ao segundo trimestre de 2017, mas um aumento de 4,1% com relação ao terceiro trimestre de 2016, considerando o total geral. As vendas no terceiro trimestre totalizaram 21.074 unidades residenciais, uma queda aproximada de 7,4% em relação ao trimestre anterior.

    Considerando esses dados, nota-se que a queda em lançamentos acompanhou redução das vendas. “No entanto, o cenário é de recuperação do mercado, pois tanto os lançamentos quanto as vendas cresceram em relação ao mesmo período do ano anterior”, escreveu a entidade em relatório.

    Para Bianchi, uma quebra nesse fluxo de equilíbrio ocorreria apenas caso houvesse “movimentos abruptos na economia como um todo”. Referenciando as eleições de outubro, o executivo confia que, independentemente do candidato vencedor, a política econômica provavelmente não será radicalmente modificada: “a maioria dos economistas aposta que será mantida a política atual”, pondera.

    Até o próximo post.

    Filmes

    Fome de Poder – filme 2017

    5 de agosto de 2017

    Ótimo filme sobre empreendedorismo.

    Fome de poder

    Sinopse

    The Founder
    2016 ‧ Drama/Ficção histórica ‧ 1h 55m

    A história da ascensão do McDonald’s. Após receber uma demanda sem precedentes e notar uma movimentação de consumidores fora do normal, o vendedor de Illinois Ray Kroc adquire uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard e Maurice Mac McDonald no sul da Califórnia e, pouco a pouco eliminando os dois da rede, transforma a marca em um gigantesco império alimentício.

    Data de lançamento: 10 de março de 2017 (Brasil)

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    Comprar imóvel à vista ou financiar e deixar o dinheiro render?

    7 de março de 2017

    Compensa comprar imóvel à vista ou financiar e deixar o dinheiro render?

    Comprar imóvel em tempos de bolha imobiliária???

    Especialistas apontam que financiar para locar não vale a pena, mas qual a forma mais vantajosa de adquirir um imóvel?

    Comprar um imóvel à vista, com desconto, é sempre uma vantagem em relação ao financiamento? Depende da rentabilidade de seus investimentos. No momento atual, provavelmente o desconto para a compra à vista é a melhor opção.
    Para conseguir que os rendimentos de uma aplicação compensem as taxas de financiamento de um imóvel, é preciso cuidado e precisão nos cálculos realizados.

    “Se estivermos pensando em comprar um imóvel de 500 mil à vista, levando em consideração a taxa de desconto do mercado imobiliário atualmente, o ideal seria conseguir um desconto de 20% a 30% do valor do imóvel”, explica o entrevistado. Isso para garantir que sobrasse dinheiro para pagar as taxas, iniciar a decoração inicial e realizar algum investimento para reservas futuras.
    Considerando um mercado imobiliário que veio de um período de recessão e começa a se recuperar só agora, esse desconto é provável ao menos durante este semestre.

    No caso de um financiamento, dependendo da renda familiar dos compradores, a Caixa Econômica Federal está trabalhando com taxas Balcão de 8,85% ao ano mais Taxa Referencial (TR), conforme simulado pela tarifa Balcão Pró-Cotista.

    Dentro do exemplo do imóvel de R$ 500 mil, a entrada seria de 100 mil e o financiamento de 400 mil, com parcelas iniciais em torno de R$ 4000 mensais.

    “Sabemos que ao final do financiamento pagaríamos o dobro do valor do imóvel. Logo, teríamos que encontrar aplicações financeiras que rendessem bem mais que o valor da taxa de financiamento”, explica o Agente de Investimentos.

    Ele tomou como exemplo produtos financeiros que sigam o CDI, hoje com rendimento em torno de 13% ao ano, mas passando por movimento de queda – a estimativa é de 10% ao ano no fim de 2017. “Numa aplicação que seguisse 100% CDI e com liquidez, conseguiríamos por ano, uma rentabilidade média de 40 mil reais por ano. Não pagaria na totalidade nosso financiamento anual”, alerta.

    Um investimento conservador, portanto, “já não conseguiria ser tão mais vantajoso e renderia bem próximo ao valor das taxas de financiamento”.

    A alternativa ideal seria um retorno do CDI (aplicação conservadora) entre 5% a 7% a mais que o valor da taxa de financiamento, pois “com o rendimento adquirido anualmente, as parcelas seriam pagas e o comprador ganharia com a valorização do imóvel e do seu capital investido no longo prazo”.

    Portanto, a conclusão de Brown é que no momento atual o ideal para um perfil conservador de investidor seria realmente comprar um imóvel à vista com desconto considerável. “Com a eminente queda dos juros e da inflação, preferiria, caso conseguisse um excelente desconto no pagamento à vista, adquirir um imóvel à vista”, explica.

    “Senão, outra alternativa é ser mais arrojado na sua carteira de investimentos, em virtude da mudança de cenário que se desenha, e junto com seu assessor de investimentos possa fazer com que o capital investido consiga, através de seu rendimento, pagar as parcelas do financiamento adquirido”, acrescenta.

    Locação

    Tudo isso é considerado para uma compra com intenção de ocupar o imóvel. Adquirir uma unidade imobiliária com a intenção de receber renda de aluguel, Brown crava, não vale a pena. “Temos essa certeza”, diz, isso “em virtude do baixo yield dos aluguéis residenciais (0,4% ao mês em média) e do alto custo do financiamento” – apontado no item financiamento (8,85% ao ano + TR).
    infomoney.com.br/onde-investir/noticia/6148226/compensa-comprar-imovel-vista-financiar-deixar-dinheiro-render

    Até mais.

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    É hora de financiar imóvel com mudança no Minha Casa Minha Vida?

    14 de fevereiro de 2017

    O governo deu uma mãozinha para quem pretende comprar imóvel pelo programa MCMV (Minha Casa Minha Vida), o qual no jargão popular é conhecido como Minha Casa Minha Dívida.

    Após as novas mudanças no programa, quem tem renda mensal familiar de até 9 mil reais vai poder financiar imóvel, mas apesar dos juros baixos, especialistas recomendam cautela.

    Casas e calculadora representando custos do financiamento de imóveis

    Bolha Imobiliária: Aumenta desemprego na construção civil

    Antigamente só quem tinha renda familiar de até R$ 6,5 mil podia participar do programa.

    O especialista em crédito imobiliário Marcelo Prata, fundador dos sites Canal do Crédito e Resale.com.br, alerta para que o consumidor controle a empolgação! Com as mudanças, financiar imóvel pelo programa pode valer a pena para quem já tinha tomado a decisão da compra antes. Se esse não for o seu caso, segure a onda e avalie com cautela se você pode investir na casa própria agora.

    Se faz necessário segurar a euforia, pois o desemprego ainda assusta para tomar decisões que vão comprometer sua renda no longo prazo, além do mais, com a medida, as construtoras podem se sentir mais confortáveis para negociar menos e dar descontos menores, segundo o especialista. Devido a estes fatores isso, mais do que nunca, não dá para fechar negócio sem pesquisar e barganhar preços.

    O governo também elevou o teto do valor dos imóveis que podem ser adquiridos dentro do Minha Casa Minha Vida. No Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro, o valor passará de R$ 225 mil para R$ 240 mil. Desta forma, pode ser uma boa estratégia diminuir o padrão do imóvel desejado para que você possa financiá-lo pelo programa.
    “A vantagem de descer um degrau é ter mais liquidez para vender o imóvel depois”, explica Marcelo Prata.

    Mesmo com juros mais baixos do Minha Casa Minha Vida, se lembre de pesquisar o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento em mais de um banco. Além dos juros, ele inclui o custo do seguro do financiamento, entre outras taxas, o que pode encarecer o crédito.

    Segundo o governo, o Minha Casa Minha Vida financia imóveis por uma taxa de juros de 8,16% ao ano, enquanto o mercado cobra juros entre 10% e 14% ao ano.

    Confira agora como ficou o teto de renda mensal com as mudanças no programa:

    – Faixa 1,5:
    Sobe de R$ 2.350,00 para R$ 2.600,00.

    – Faixa 2:
    Sobe de R$ 3.600,00 para R$ 4.000,00

    Faixa 3
    Sobe de R$ 6.500,00 para R$ 9.000,00

    Como gastar menos do que se ganha?

    Até mais.

    Geral

    Quanto custa morar perto do metrô ou da CPTM em São Paulo?

    31 de janeiro de 2017

    Afinal de contas, qual é o valor para morar perto do metrô ou do trem em SP? O site de imóveis Properati fez um levantamento com base nos 20 mil anúncios de imóveis próximos às estações cadastrados no portal, avaliando o preço médio na região de cada estação das linhas tanto para venda quanto para aluguel e você pode conferir valores de cada estação e linha.

    Quanto o seu carro te custa por ano?

    Um dos jeitos de se locomover por São Paulo é fazendo o uso do transporte público, ou seja, ônibus, metrô, trem, táxi ou Uber (e concorrentes). Devido a isso existe uma maior procura por imóveis mais próximos às estações, o que faz o preço dos imóveis serem normalmente mais caros do que a média. Com base nisso que o site Properati realizou um levantamento com base nos 20 mil anúncios de imóveis próximos às estações cadastrados no portal, avaliando o preço médio na região de cada estação das linhas tanto para venda quanto para aluguel. Foram avaliados imóveis com até dois dormitórios.

    metro-homem-celular

    “O estudo foi idealizado para apontarmos aos usuários quanto custa viver próximo à malha férrea da Grande SP. Hoje, as pessoas se preocupam muito com esse tipo de informação e buscam ter melhor qualidade de vida, morando próximo aos melhores acessos de mobilidade, como trens e metrô”, explica Renato Orfaly, Country Manager do Properati no Brasil.

    No caso dos valores para aluguel, o valor médio é maior na extensão da linha Esmeralda da CPTM, que apresenta um preço médio de R$ 2.032. Em seguida, a linha Rubi, que se estende da estação Luz até Jundiaí e tem seu maior preço médio na Estação Água Branca, de R$ 1.956, e o menor em Franco da Rocha (R$ 1.058). O aluguel mais barato está na linha Safira, também da CPTM, cujo valor médio de aluguel é R$ 1.108.

    Já no caso dos imóveis à venda, a linha que possui o maior preço médio por metro quadrado é a linha Verde do metrô, cujo preço médio é de R$ 10.416 por m²; dessa linha, a que teve maior preço é a Sumaré, cujo metro quadrado corresponde a R$ 14.877. Por outro lado, a linha Diamante da CPTM apresenta o menor preço médio para compra, com uma média de R$ 5.753 por m²; a estação mais barata é a Sagrado Coração (R$ 2.952).

    Preço por estação

    A estação que apresenta o menor preço médio de aluguel, em comparação ao preço médio da região de todas as outras, é a da Luz, cujo aluguel é de em média R$ 814. A mais cara, por outro lado, é a estação Faria Lima, da linha Amarela, com um aluguel de R$ 3.303.

    Transporte público é barato?

    Olhe a seguir qual é o preço médio para aluguel da região de cada estação do metrô ou trem de São Paulo:

    Empresa responsável Estação Linha Preço médio do aluguel
    VIAQUATRO FARIA LIMA AMARELA R$ 3303
    VIAQUATRO PINHEIROS AMARELA R$ 3068
    METRO SANTUARIO NOSSA SENHORA DE FATIMA – SUMARE VERDE R$ 2949
    METRO CLINICAS VERDE R$ 2794
    METRO BRIGADEIRO VERDE R$ 2589
    VIAQUATRO PAULISTA AMARELA R$ 2580
    METRO PARAISO VERDE R$ 2524
    VIAQUATRO FRADIQUE COUTINHO AMARELA R$ 2500
    METRO PARAISO AZUL R$ 2483
    METRO CONSOLACAO VERDE R$ 2427
    METRO TRIANON – MASP VERDE R$ 2281
    METRO VILA MARIANA AZUL R$ 2207
    METRO VILA MADALENA VERDE R$ 2195
    METRO ANHANGABAU VERMELHA R$ 2190
    METRO VILA PRUDENTE VERDE R$ 2189
    METRO SAO JOAQUIM AZUL R$ 2158
    METRO SAO BENTO AZUL R$ 2146
    METRO SANTOS – IMIGRANTES VERDE R$ 2136
    METRO VILA PRUDENTE PRATA R$ 2136
    METRO CHACARA KLABIN VERDE R$ 2092
    METRO ANA ROSA AZUL R$ 1991
    METRO ANA ROSA VERDE R$ 1989
    METRO VERGUEIRO AZUL R$ 1933
    METRO SE AZUL R$ 1920
    METRO SE VERMELHA R$ 1920
    METRO SANTA CRUZ AZUL R$ 1901
    METRO ARMENIA AZUL R$ 1875
    METRO LIBERDADE AZUL R$ 1868
    METRO ADOLFO PINHEIRO LILAS R$ 1855
    METRO PEDRO II VERMELHA R$ 1815
    METRO SANTA CECILIA VERMELHA R$ 1806
    VIAQUATRO REPUBLICA AMARELA R$ 1802
    METRO REPUBLICA VERMELHA R$ 1798
    METRO CORINTHIANS – ITAQUERA VERMELHA R$ 1787
    METRO SANTO AMARO LILAS R$ 1750
    METRO PALMEIRAS – BARRA FUNDA VERMELHA R$ 1701
    METRO VILA MATILDE VERMELHA R$ 1696
    METRO SACOMA VERDE R$ 1683
    METRO GIOVANNI GRONCHI LILAS R$ 1661
    METRO SAUDE AZUL R$ 1656
    METRO BELEM VERMELHA R$ 1642
    METRO TAMANDUATEI VERDE R$ 1611
    METRO MARECHAL DEODORO VERMELHA R$ 1608
    METRO CARRAO VERMELHA R$ 1551
    METRO PRACA DA ARVORE AZUL R$ 1549
    METRO SAO JUDAS AZUL R$ 1548
    METRO PENHA VERMELHA R$ 1493
    METRO TATUAPE VERMELHA R$ 1446
    METRO BRESSER – MOOCA VERMELHA R$ 1441
    METRO BRAS VERMELHA R$ 1351
    METRO CONCEICAO AZUL R$ 1331
    METRO JABAQUARA AZUL R$ 1301
    METRO ALTO DO IPIRANGA VERDE R$ 1257
    METRO PARADA INGLESA AZUL R$ 1222
    METRO ORATORIO PRATA R$ 1188
    METRO TUCURUVI AZUL R$ 1159
    METRO LARGO TREZE LILAS R$ 1156
    VIAQUATRO BUTANTA AMARELA R$ 1102
    METRO PORTUGUESA – TIETE AZUL R$ 1100
    METRO AYRTON SENNA – JARDIM SAO PAULO AZUL R$ 1095
    METRO SANTANA AZUL R$ 1060
    METRO PATRIARCA VERMELHA R$ 1050
    METRO CARANDIRU AZUL R$ 1011
    METRO TIRADENTES AZUL R$ 998
    METRO ARTUR ALVIM VERMELHA R$ 985
    METRO VILA DAS BELEZAS LILAS R$ 960
    METRO LUZ AZUL R$ 935
    METRO GUILHERMINA – ESPERANCA VERMELHA R$ 900
    METRO CAPAO REDONDO LILAS R$ 890
    METRO CAMPO LIMPO LILAS R$ 880
    VIAQUATRO LUZ AMARELA R$ 814

    Até mais.

    Filmes

    Aquarius – Filme 2016

    23 de janeiro de 2017

    Ótimo filme sobre especulação imobiliária em um dos seus níveis mais torpe: passar por cima de quem for preciso para atingir os objetivos das construtoras. O filme tem todo um caráter econômico, social e político.

    Cinema de alta qualidade. Não deixe de assistir!

    aquarius-filme-2016

    Sinopse:

    A trama segue Clara (Sônia Braga), jornalista e crítica de música, viúva, última moradora do Aquarius, edifício antigo na valorizada orla da praia da Boa Viagem, Recife. Personificada no engenheiro Diego (Humberto Carrão), que quer derrubar o Aquarius, a especulação imobiliária é o pesadelo que assombra os dias e as solitárias noites de Clara. Clara tem 65 anos, jornalista aposentada, viúva e mãe de 3 adultos. Ela mora em um apartamento localizado na Av. Boa Viagem, Recife, onde criou seus filhos e viveu boa parte de sua vida. Interessada em construir um novo prédio neste local, os responsáveis por uma construtora conseguiram adquirir quase todos os apartamentos do prédio, menos o de Clara. Por mais que tenha deixado bem claro que não pretende vendê-lo, ela sofre todo tipo de assédio e ameaça para que mude de ideia.
    omelete.uol.com.br/filmes/criticas/aquarius-1

    Até mais.

    Geral

    Os bairros de São Paulo onde o preço dos imóveis mais aumentou em 2016

    16 de janeiro de 2017

    Em tempo de bolha imobiliária já bem murchinha, tivemos em 2016 vários bairros com valorização, embora em alguns tenha ainda ocorrido queda de preços.

    O portal de imóveis Imovelweb fez um levantamento recentemente sobre o mercado imobiliário paulistano, o qual desmonstra os bairros onde os preços dos imóveis para venda tiveram as maiores valorizações e quedas ao longo de 2016.

    “De uma forma geral o mercado imobiliário apresenta estabilidade, o que pode oferecer boas oportunidades para o consumidor”, informou Mateo Cuadras, CEO do Imovelweb. O estudo conta com mais de 450 mil anúncios mensais do portal para base de comparação.

    Entre os bairros mais valorizados, dois estão na região nordeste da capital paulista Tucuruvi e Lauzane Paulista. Na outra ponta da lista, os bairros com as maiores quedas estão nas regiões noroeste e leste.

    desinflando-a-bolha-imobiliaria

    Confira onde o valor do metro quadrado aumentou ou caiu em 2016:

    Maiores desvalorizações e valorizações 
    Quedas
    Bairro Região % de valorização  Valor do m2
    Vila Moraes Sudeste – 4,3% R$ 5.619,00
    Vila Aricanduva Leste – 4,0% R$ 5.445,00
    Jaraguá Noroeste – 2,9% R$ 4.831,00
    Pirituba Noroeste – 1,8% R$ 5.888,00
    Jardim Aricanduva Leste – 1,6% R$ 5.216,00
    Altas
    Bairro Região  % de valorização Valor do m2
    Tucuruvi Nordeste 6,8% R$ 6.582,00
    Piqueri Noroeste 5,8% R$ 6.403,00
    Lauzane Paulista Nordeste 5,7% R$ 6.684,00
    Bela Vista Centro 5,3% R$ 8.569,00
    Vila Madalena Oeste 3,8% R$ 10.932,00

    Até mais.

    Geral

    Sobre comprar imóveis para alugar

    17 de novembro de 2016

    Existem diversas razões pelas quais as pessoas compram imóveis, embora para alguns não faça sentido algum. Um destes motivos é comprar imóvel como um investimento ativo, ou seja, colocá-lo para ser um fonte de renda via aluguel. Muitas destas pessoas nem sabem que podem ter um imóvel alugado por FII (Fundos de Investimentos Imobiliários), fato que reduz o risco e aumenta a liquidez caso precise se desfazer do ativo. Além mais, neste tipo de fundo, o valor alocado é bem menor do que num imóvel.

    Para planejadora financeira, Annalisa Blando dal Zotto, as pessoas precisam diversificar mais seus investimentos do que focar somente em comprar imóveis. O brasileiro adora comprar um imóvel para ter rendimentos com aluguel, claro, é um dos investimentos preferidos de muitos brasileiros que contam com uma boa quantia de dinheiro parada. No entanto, para Annalisa esse é um tipo de aplicação que na maioria dos casos não faz sentido:
    – Esse foco que o brasileiro tem em imóveis vem muito do histórico do nosso país, que já passou por crises de hiperinflação e confisco de aplicações financeiras, além do fato de que muitas soluções financeiras oferecidas pelo banco não são soluções, mas sim problemas. O principal problema é a falta de educação financeira das pessoas.

    Um dos principais motivos que fazem com que imóveis para alugar sejam uma má opção, segundo a planejadora financeira, é o fato de que os gastos são muito subestimados na hora de fazer a aplicação. “A rentabilidade é baixa demais e existem gastos com manutenção, com condomínio quando há vacância, com impostos e com a corretora imobiliária que acabam com o rendimento”, atesta.

    “O que era para ser um investimento lucrativo se torna um verdadeiro pepino. Caso o inquilino não consiga pagar o aluguel, isso pode acabar acarretando em uma longa briga na justiça também”, pontua. Outro ponto criticado por Annalisa é o fato de que a liquidez do mercado imobiliário é muito baixa. “Em uma emergência, esse dinheiro não estará disponível rapidamente, ou será necessário vender por um preço muito menor”, diz.

    O que fazer com o dinheiro, então?
    Em um momento que o país está com a taxa básica de juros em 14% ao ano, acaba fazendo muito mais sentido investir em títulos pós-fixados de renda fixa. “O risco é menor, a liquidez é maior e a rentabilidade nem se compara: mais de 1% ao mês nominal sem nenhuma dor de cabeça. O custo de oportunidade no país é elevado demais”, relata a especialista.

    Mesmo assim, o investidor deve sempre procurar fazer uma boa diversificação em seus investimentos, de modo a garantir que não esteja com todo seu patrimônio imobilizado em uma única categoria de ativos. Para quem gosta do mercado imobiliário, uma opção mais interessante podem ser os fundos imobiliários, que contam com seus rendimentos isentos de imposto de renda e um valor muito mais acessível do que o preço para comprar uma propriedade sozinho.

    Também é importante buscar instituições financeiras independentes, que, geralmente, contam com taxas muito mais baixas e costumam oferecer produtos mais rentáveis do que os grandes bancos de varejo.

    Quando faz sentido?
    Ela explica que a compra de um imóvel para alugar faz mais sentido para pessoas próximas a se aposentarem que precisam de uma fonte de renda mensal. Mesmo assim, ela sugere a aplicação em imóveis comerciais e recomenda um estudo realista dos gastos e rentabilidade que será possível obter com o investimento, de modo a não ter muitas dores de cabeça no futuro.

    chave-imovel-alugado
    infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/5844334/pepino-diz-especialista-sobre-comprar-imoveis-para-alugar

    Até mais.