Vale a pena investir em Fundos de Investimento Imobiliário (FII)?
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Vale a pena investir em Fundos de Investimento Imobiliário (FII)?

13 de março de 2013

Com o mercado de ações brasileiro está em momento ruim há alguns anos houve uma corrida para outros tipos de investimentos, entre eles o FII.
A maioria dos IPO(Initial Public Offer, Oferta Inicial de Ação) nos últimos anos tem sido neste mercado de FII, tamanho foi o interesse do mercado na busca deste tipo de investimento.
O que vem a ser este mercado? Ainda compensa investir no mesmo? Quais os riscos? Paga-se imposto? Paga-se taxas? Tem liquidez?
prédio de fundo de investimento imobiliário
Estes fundos FII são formados como se fossem “condomínios fechados” e divididos em cotas que, uma vez adquiridas, não podem ser resgatadas.
O patrimônio de um fundo imobiliário pode ter em sua composição imóveis comerciais, rurais ou urbanos, residenciais, construídos ou em construção, para posterior alienação, locação ou arrendamento.

Para quem compra um FII e recebe proventos por isto não terá incidência de imposto de renda. Agora se houver ganho de capital na venda do FII haverá incidência de imposto de 20% para qualquer valor. Não existe isenção de imposto de renda neste mercado.

Para comprar um título neste mercado será necessário ter conta numa corretora de valores ou banco que permita a compra.
Após o registro da Oferta autorizada pela CVM, as cotas de FII são ofertadas por instituições intermediárias, possuindo Contrato de Distribuição e Prospecto.
A subscrição das cotas (reserva para a compra) normalmente é feita através dos termos do Pedido de Reserva ou do Boletim de Subscrição , onde deverão estar especificadas as condições da subscrição e integralização (efetivo pagamento das cotas) da operação.
É imprescindível que o investidor consulte o Regulamento para conhecer exatamente quais as taxas que serão cobradas pelo Fundo, como por exemplo, a taxa de administração.
Após a oferta inicial, as cotas dos Fundos podem ser compradas no mercado secundário, será cobrada taxa de corretagem e a liquidação será em D+3 (dial atual + 3 dias a frente).

O risco é que a taxa de vacância de um condomínio alugado seja alta e o fundo não consiga entregar a rentabilidade proposta por um tempo. E claro, um fundo de investimento imobiliário também pode vir a falência.

Hoje em dia devido a maior procura por FII, maior número de IPOs, chegada dos especuladores com o aumento da popularidade, a liquidez neste mercado tem sido bem maior.

Enfim, é apenas um resumo para quem quiser iniciar os estudos neste mercado. E para se chegar à conclusão se ainda vale ou não a pena investir neste mercado você deverá fazer uma análise profunda do mercado, dos FII em específico que deseja investir, montar sua estratégia e controle de risco, e só então decidir por fazer a alocação neste investimento.

Recomenda-se ler também:

Até o próximo post.

26 Comments

  • Reply Vilmar 12 de abril de 2016 at 12:05

    FIIS
    5 fundos imobiliários para investir em abril, segundo a Inva

    http://www.infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/4855057/fundos-imobiliarios-para-investir-abril

  • Reply Vilmar 5 de junho de 2015 at 16:48

    @bussoladoinves
    Há 31 minutos
    Imposto de Renda em Fundos Imobiliários
    http://is.gd/HqiyVf

  • Reply Vilmar 24 de março de 2015 at 18:43

    INVESTIMENTOS
    Aplicações ligadas ao setor imobiliário crescem 46% em fevereiro
    http://www.infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/3939121/aplicacoes-ligadas-setor-imobiliario-crescem-fevereiro

  • Reply Vilmar 24 de fevereiro de 2015 at 19:25

    Artigo bacana que saiu no valor hoje, segue:


    24/02/2015 às 05h00
    A mão mais pesada dos inquilinos

    Pedro Junqueira, sócio da consultoria Uqbar: nesses momentos, é importante procurar fundos com gestão ativa

    Os tempos são outros para os fundos imobiliários. Ainda que o segmento, na média, esteja conseguindo manter os rendimentos distribuídos aos cotistas ao longo dos últimos meses, alguns administradores estão tendo que trabalhar mais para manter os fluxos de pagamentos em dia e, em alguns casos, fazer concessões. O novo cenário macroeconômico, de desaceleração, inflação e juros em alta, levou a um aumento do poder de barganha por parte dos locatários, principalmente de escritórios comerciais, que têm sofrido com vacância e inadimplência. Essa realidade tem sido retratada inclusive por grandes fundos e pode impor novas premissas para um mercado ainda concentrado no segmento corporativo, especialmente nas regiões de São Paulo e Rio de Janeiro.

    Neste mês, o BTG Pactual, administrador dos fundos imobiliários Prime Portfólio e Torre Almirante, informou que renovou com a Petrobras um contrato de locação do edifício Torre Almirante, sede da empresa no Rio de Janeiro, por um valor aproximadamente 13% inferior ao atual. As carteiras em conjunto são donas de 100% do imóvel, sendo 40% do Torre Almirante e 60% do Prime Portfólio, este último detido integralmente pelo BC Fund, maior fundo imobiliário listado na bolsa.

    O contrato com a Petrobras representava, em dezembro, 17,9% da receita contratada de locação e 8,3% da área bruta locável do BC Fund. Ainda em relação a esse mesmo fundo, o BTG fechou um contrato de locação em janeiro de mais um andar no edifício Eldorado, em São Paulo, com a Linkedin, mas recebeu notificação da Lenovo solicitando uma rescisão antecipada. “Nos três meses seguintes, 25,6% da carteira de contratos será reajustada pela inflação, enquanto 22% expirarão e poderão passar por processo de renovação (sendo que 17,9 p. p. correspondem ao contrato de locação da Petrobras na Torre Almirante)”, afirmou o BTG, no informativo do BC Fund de janeiro.

    Responsável pelo fundo The One, a Rio Bravo Investimentos também revelou que a Multiplus, locatária de dez conjuntos no edifício de mesmo nome da carteira, devolveu dois deles, que respondiam por aproximadamente 10,6% da receita atual do fundo.

    Já a Coinvalores, administradora do fundo imobiliário Industrial do Brasil, informou há cerca de um mês que o rendimento distribuído seria reduzido, de R$ 2,30 para R$ 1,50. A decisão ocorreu em meio a um saldo acumulado de inadimplência de R$ 2,016 milhões ao fim de janeiro. Apenas no mês passado, o total não pago correspondeu a 33,48% da receita esperada. No mesmo período, ainda houve um “desencaixe” de R$ 368,3 mil referentes ao pagamento antecipado (com desconto) do IPTU, valor que será recebido em parcelas das locatárias.

    “Temos sentido o pessoal tentando fazer renegociação, o que já vem de meados de 2013. Nesse caso do Industrial, o inquilino é grande e não chegou a pedir redução do valor do contrato, mas um desconto temporário para ser pago posteriormente com juro e correção”, conta o diretor de fundos imobiliários da Coinvalores, Fernando Telles, que ressalta que não teve tempo de concluir a negociação e o inquilino já deixou de pagar. Até o momento, o fundo não tinha registrado uma inadimplência de tal volume, mas pesou o fato de o inquilino ser grande. “A representatividade da área preocupa.”

    Apesar dos anúncios e da maior pressão por conta do contexto econômico, o diretor da Coinvalores afirma não haver uma saída violenta de inquilinos dos ativos dos quatro fundos administrados pela casa, dos quais três listados em bolsa. “No Industrial, estamos só com 4% de vacância”, aponta.

    A carteira mais afetada dentre as administradas pela Coinvalores é a do Memorial Office, conta Telles, diante da saída de um grande locatário, o que tem levado a um trabalho para recomposição dos aluguéis. Em janeiro, o edifício que compõe o fundo apresentava 79% de ocupação.

    Ainda que a saída do inquilino traga dificuldades para a gestão, o diretor da Coinvalores aponta que, no longo prazo, a situação propicia uma diminuição de risco, por levar o imóvel a contar com uma base mais pulverizada de locatários. Essa diversificação também favorece a negociação, diz, já que, num ativo com um único inquilino, o administrador tem menor poder nos contratos.

    Pedro Junqueira, sócio da consultoria Uqbar, considera o reajuste do contrato com a Petrobras no BC Fund um paradigma pelo menos para o mercado de escritórios no Rio de Janeiro, numa negociação que poderá balizar outros acordos no Estado. Como investidor, diz Junqueira, é importante procurar nesses momentos fundos com uma gestão mais ativa, que consigam se antecipar a quadros mais delicados do mercado, vendendo, por exemplo, parte dos ativos negociados acima do valor patrimonial. A estratégia, contudo, esbarra na baixa liquidez do mercado imobiliário brasileiro.

    Mas a primeira análise, lembra, deve ser dirigida à visão sobre qual vai ser o comportamento da política de juros do país, em função da correlação com essa indústria. “A partir do momento que se tem um nível de conforto, é possível antecipar ou retardar o investimento em cotas de fundos imobiliários”, diz Junqueira, sempre ressaltando que o foco deve estar no longo prazo.

    O sócio e gestor de fundos imobiliários do Brasil Plural, Rafael Zlot, lembra que, em meio ao quadro atual, de juros em alta e de uma oferta muito elevada de carteiras de escritórios em São Paulo, os rendimentos de qualquer investidor exposto ao mercado de fundos imobiliários foram afetados de alguma maneira no último ano, situação que continua em 2015.

    A boa notícia é que, mesmo em um contexto ainda desafiador, grande parte dos efeitos já está incorporada nos preços no mercado secundário. “Os fundos podem até corrigir mais, mas, daqui para frente, a tendência é haver um movimento melhor”, diz.

    Para investidores preocupados com riscos, taxas de vacância e diminuição de preços em bolsa, Zlot recomenda deter fundos com mais de um ativo em carteira ou com um perfil mais defensivo, atento à certificação e à localização do imóvel, evitando áreas de grande concentração.

    Para a pessoa física focada em renda e não em movimento de curto prazo, o gestor do Brasil Plural assinala que um retorno com dividendos de 1% ao mês ainda chama atenção, diante da isenção tributária. Conforme os dados da Quantum, provedora de informações financeiras, se considerada apenas a distribuição dos dividendos, o rendimento percentual das carteiras imobiliárias ficou em 0,86% em janeiro, abaixo do 0,97% de dezembro, maior nível dos últimos 12 meses. Somente no segmento de escritórios comerciais – o principal da indústria -, o “dividend yield” correspondeu a 0,94% no mês passado, ante a taxa de 1% de dezembro.

    “Qualquer investidor de imóvel tem que saber que seu investimento é de longo prazo e que, nesse sentido, ele vai estar sujeito a soluços para baixo ou para cima, que são naturais”, destaca o advogado Alexandre Assolini, sócio do escritório PMKA Advogados.

    A diferença dos fundos imobiliários, lembra, está na marcação a mercado. Por isso o advogado ressalta a importância de o investidor conhecer bem o ativo em questão, ou seja, saber se confia na qualidade do imóvel e da região onde está localizado para entender se a carteira vai recuperar ou até ultrapassar o valor da cota no mercado secundário, ou se é melhor liquidar a posição.

    Assolini defende que esse é o momento de comprar, não de vender as cotas dos fundos imobiliários, por avaliar que as cotações não estão refletindo adequadamente o valor dos ativos.

    Conforme a Citi Corretora, as cotas das carteiras imobiliárias estão sendo negociadas com um desconto médio de 23% em relação ao valor patrimonial.

    E esse desconto ainda pode aumentar com as revisionais de contratos. A cada aniversário de três anos, tanto o locatário quando o locador têm direito a revisionais dos termos acordados, explica o advogado, que pode ser negociada ou judicial. O momento atual está sendo naturalmente mais favorável aos inquilinos.

    O fato é que as pessoas precisam entender o tipo de risco ao qual estão expostas nesses produtos, opina Rodrigo Machado, especialista do mercado de fundos imobiliários. “Quando foram amplamente distribuídos, esses fundos foram muitas vezes colocados com uma visão muito concentrada na renda fixa, como se o investidor comprasse e tivesse quase uma certeza de rendimento para a vida toda”, observa.

    Machado afirma que o risco vivido pelo cotista hoje não indica que seus ativos deixaram de ter qualidade, ainda que a tendência agora seja da queda dos rendimentos. “Não acho que o risco seja sistêmico, mas deve servir de alerta para que o investidor fique mais atento ao que o fundo tem.”

    valor.com.br/financas/3921582/mao-mais-pesada-dos-inquilinos

  • Reply Vilmar 18 de fevereiro de 2015 at 15:53

    Fundos imobiliários eram um grande mico, afinal?
    Depois de passarem por um período de badalação, os fundos imobiliários hoje amargam perdas
    Julia Wiltgen, de EXAME.COM
    3.324 views

    http://exame.abril.com.br/videos/seu-dinheiro-na-tv/fundos-imobiliarios-eram-um-grande-mico-afinal/

  • Reply Vilmar 28 de novembro de 2014 at 18:07

    Os perigos da renda garantida nos fundos imobiliários
    Em alguns casos, a renda garantida “maquia” o retorno real do fundo e, quando acaba, o cotista ganha muito menos

    SÃO PAULO – Alguns fundos imobiliários recém-lançados oferecem a chamada renda mínima garantida, que consiste em pagar ao investidor um rendimento mensal, por um período predeterminado. Essa renda existe porque, dependendo do fundo, pode demorar algum tempo até que o imóvel comece a gerar rendimentos por meio do aluguel e esta “garantia” faz com que os investidores tenham mais interesse em aplicar durante a fase pré-opercacional do fundo.

    O problema é que, em alguns casos, a renda garantida “maquia” o retorno real e quando ela acaba, a rentabilidade mensal pode despencar. Foi isso que aconteceu no ano passado com o fundo do Shopping West Plaza (WPLZ11B). Com a renda garantida, os cotistas recebiam mensalmente R$ 0,83 por cota. Quando ela terminou, os investidores passaram a receber em torno de R$ 0,33 por cota, referente às receitas de aluguel do shopping. “É importante que as pessoas saibam como funciona e entendam que essa receita é artificial, podendo ou não ser atingida pela renda operacional (real) no futuro”, aponta o advogado e especialista em fundos imobiliários Arthur Vieira de Moraes.

    Outro fundo que possui renda garantida e que deve distribuir menos rendimentos para os cotistas depois do seu término é o Floripa Shopping (FLRP11B). A renda de R$ 8,80 por cota será distribuída até o mês de outubro. Depois disso, o fundo passará a distribuir apenas a renda das receitas, que, em dezembro de 2012, foi de R$ 2,50 por cota. Nos meses de outubro e novembro de 2012, as receitas líquidas foram de R$ 4 e R$ 3,90 por cota, respectivamente.

    Mas não é sempre que os fundos imobiliários com renda garantida pagam menos para o investidor depois do final do seu período de vigência. Fundos como o Shopping Pátio Higienópolis e o CSHG JHSF Prime Offices (HGJH11) utilizaram este recurso no início e depois continuaram oferecendo bons retornos para os cotistas. Outro fundo que conta com a renda garantida, mas cujas receitas já são suficientes para pagar rentabilidade maior é o Shopping Dom Pedro (PQDP11). A renda garantida deste fundo é de R$ 0,83 por cota, mas a distribuição de rendimentos já é maior por conta das receitas.

    A renda é garantida mesmo?
    É importante lembrar que nenhum fundo pode prometer rentabilidade para os cotistas. Por isso, a renda garantida é oferecida por um terceiro, normalmente pela construtora ou pela administradora do imóvel e, mesmo que não seja comum, pode haver problemas no seu pagamento.

    Isso já aconteceu com dois fundos imobiliários: o FII Projeto Água Branca (FPAB11) e o FII Memorial Office. Na emissão inicial, a construtora Ricci ofereceu a renda garantida aos fundos, que não foi paga. No caso do fundo Projeto Água Branca, 6 investidores institucionais que participaram da emissão inicial foram afetados e no Memorial Office (FMOF11) o calote da construtora impactou 11 investidores, também instiucionais, que compraram as cotas na primeira emissão.

    Fernando Silva Telles, diretor da Coinvalores, gestora responsável pelos dois fundos, explica que isso não afetou os investidores que compraram as cotas no mercado secundário. “O investidor atual, que adquiriu as cotas na bolsa, não sofreu nenhum tipo de perda”, diz.

    No último relatório de administração dos dois fundos, a Coin mostra que as cobranças contra a construtora Ricci estão em andamento na justiça. Em caso de ressarcimento, os valores serão devolvidos aos investidores institucionais que entraram na emissão inicial de cotas e levaram prejuízo – os cotistas atuais não sofreram perdas e também não têm direito a este pagamento.

    Dinheiro do investidor
    Para Arthur Vieira de Moraes, a renda garantida é uma alternativa para os fundos conseguirem investidores que apoiem projetos de longo prazo. “O investidor brasileiro ainda não tem cultura de longo prazo, assim, convence-lo a participar de um projeto sabendo que ele precisará esperar um ou dois anos para começar a ter retorno é algo difícil. A renda garantida, por um lado, atende a essa demanda de curto prazo e, por outro, permite que os FII financiem grandes empreendimentos imobiliários”, afirma Moraes, ressaltando que esta renda não deve ser utilizada como argumento de venda do fundo.

    O advogado lembra que os recursos utilizados para pagar a renda garantida são do próprio investidor e isso deve ficar claro para quem aplica. Funciona de seguinte maneira: Se um fundo precisasse construir um imóvel e, para isso, o valor de cada cota devesse custar R$ 88, o gestor pode emitir as cotas a um preço mais caro – R$ 100, por exemplo. Desta forma, com estes R$ 12 de diferença, ele pode distribuir R$ 1 por mês, durante um ano, como rentabilidade garantida ao cotista.

    Como em qualquer mercado, Telles lembra que existe risco nos fundos imobiliários, mesmo aqueles que oferecem a renda garantida. “Onde quer que você pretenda investir, deve sempre estudar o mercado e saber o que está comprando. Precisa saber de quem é o empreendimento, se o imóvel está pronto, os inquilinos. Tudo deve ser muito bem analisado”, ressalta.
    m.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/2737850/perigos-renda-garantida-nos-fundos-imobiliarios

  • Reply Vilmar 3 de novembro de 2014 at 13:17

    Ranking dos Fundos Imobiliários
    Ranking completo e atualizado dos fundos imobiliários, que lista código, nome, setor, cotação, valor patrimonial por cota, preço/vp, rendimento anual, rendimento médio mensal, rendimento atual, yield anual, yield médio mensal, yield atual e observações pertinentes ao FII.

    O ranking está classificado originalmente pelo yield médio mensal. É possível definir uma nova classificação clicando no título da coluna pela qual se deseja classificar.

    http://investidorderisco.blogspot.com.br/2014/07/ranking-dos-fiis.html

  • Reply Vilmar 20 de setembro de 2014 at 22:11

    Dica, para quem interessar por este mercado:


    E aí pessoal, fiz uma atualização do site desmistificandofii.

    Agora a tabela que compara os valores das cotas com o seu valor patrimonial, e a tabela que traz o último yeld dos Fundos Imobiliários, atualizam os valores das cotas automaticamente, com um delay de apenas 20min.

    Assim, a qualquer hora do dia agora é possível verificar qual é o yeld de um Fundo, ou seu comparativo com o valor patrimonial, com o valor de sua cota imediata.

    E é grátis, hehehe.

    O link abaixo explica bem como usar.

    http://desmistificandofii.com/novidades-no-desmistificandofii/

    Abraço,

    Rodrigo

  • Reply Vilmar 23 de agosto de 2014 at 12:08

    Foco na nova “LCI” do “manteiga”:

    Letra Imobiliária Garantida

    http://forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=12&t=15028&p=2193778#p2193778

  • Reply Vilmar 6 de agosto de 2014 at 01:04


    Queridos amigos, muitas notícias ruins temos lido sobre a economia e muitas pessoas têm me perguntado se continuo com a estratégia de ficar 100% em FII. Bem, decidir rever, estudar e refletir sobre o assuntos nos últimos 10 dias e digo que sim.
    Fiz o texto que segue no link, o qual compartilho com vocês e peço para que opinem, a opinião de todos é muito importante. Peço também para compartilharem, pois quanto mais pessoas participarem do debate, mais rico ele ficará.
    Abraços,
    desmistificandofii.com/se-a-economia-vai-ficar-ruim-o-que-fazer-com-os-meus-investimentos

  • Reply Vilmar 4 de julho de 2014 at 15:53

    Menor que há um ano, liquidez de secundário de fundos imobiliários é estável em 2014
    infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3442184/menor-que-ano-liquidez-secundario-fundos-imobiliarios-estavel-2014

  • Reply Vilmar 1 de junho de 2014 at 13:19

    O barateamento diferenciado entre os diferentes segmentos de fundos imobiliários
    A Razão entre Valor de Mercado e Valor Patrimonial dos Fundos Imobiliários caiu de 1,075 para 0,822
    30-05-2014 | 13H06
    infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3376486/barateamento-diferenciado-entre-diferentes-segmentos-fundos-imobiliarios

  • Reply vilmar 30 de abril de 2014 at 18:17

    10h19- Arthur Ordones
    O problema é que o brasileiro investe errado em fundos imobiliários, diz especialista

    Segundo Arthur Vieira de Moraes, os brasileiros precificam os fundos apenas pela lógica da renda fixa, o que gera distorções em relação ao patrimônio dos fundos

    SÃO PAULO – Arthur Vieira de Moraes, especialista em fundos imobiliários, afirmou que os brasileiros investem errado em FIIs, porque precificam os fundos apenas pela lógica da renda fixa, o que gera distorções em relação ao patrimônio dos fundos, tanto para cima, quanto para baixo.

    Acompanhe a cotação de todos os fundos imobiliários negociados na BM&FBovespa

    De acordo com o especialista, um fim do ciclo de aperto monetário, que já levou a Selic de 7,25% para os atuais 11% ao ano, irá indicar que é hora de voltar para os FIIs, afinal, com isso a curva de juros futuros irá inclinar para baixo, o que prejudica a rentabilidade dos títulos de renda fixa, mas não deveria ser assim, pois esse não pode ser o único referencial.

    Quer saber mais sobre os termos usados no mercado financeiro? Acesse o glossário InfoMoney

    “FII não é renda fixa e, portanto, a Selic é apenas um dos referenciais”, explicou. Para ele, o mercado continua olhando apenas para rendimento e rentabilidade e essa não deve ser a única nem a principal premissa. “Investimentos são escolhidos e precificados de acordo com Risco x Retorno. A prática de olhar apenas o retorno é míope”, completou.

    Além disso, o especialista alertou os investidores que, mesmo assim, talvez ainda não seja a hora de voltar para os fundos de investimento imobiliário, afinal, por conta da inflação em alta, na opinião dele, talvez o ciclo de alta da taxa básica de juros não tenha chegado ao fim. “Sobre se é ou não hora, tenho minhas dúvidas quanto ao fim do aperto, já que a inflação degringolou de vez. Mas, está claro que o valor de mercado dos fundos está bem descontado em relação ao patrimônio (P/VPA), o que mostra uma boa oportunidade para quem tem objetivos de longo prazo”, finalizou.
    m.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3304732/problema-que-brasileiro-investe-errado-fundos-imobiliarios-diz-especialista

  • Reply Vilmar 28 de fevereiro de 2014 at 08:59

    Fundos imobiliários sobem com expectativa de fim da alta da Selic; Tesouro Direto paga menos – InfoMoney

    http://www.infomoney.com.br/onde-investir/fundos-imobiliarios/noticia/3214452/fundos-imobiliarios-sobem-com-expectativa-fim-alta-selic-tesouro-direto

  • Reply Vilmar 5 de fevereiro de 2014 at 09:43

    12:47, 04 de Fevereiro de 2014
    Mercado Secundário
    Número de negócios com cotas de FII bate recorde em janeiro

    A liquidez do mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados na BM&FBOVESPA, medida através dos critérios de valores consolidados de montante negociado e, principalmente, de número de negócios, deu mostras de vigor em janeiro de 2014. Enquanto o montante negociado no mês, de R$ 523,0 milhões, permaneceu próximo do patamar registrado nos últimos sete meses, o número de negócios em janeiro estabeleceu novo recorde histórico para o setor. No último mês ocorreram 93.368 negócios. Um aumento do número de negócios pode vir a sinalizar a formação de um nível de suporte mais relevante.
    tlon2.uqbar.com.br/?utm_source=infomoney&utm_medium=site+infomoney&utm_content=voce+ja+leu+o+tlon+hoje&utm_campaign=tlon/artigos

    Tem a matéria full aqui:

    http://forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=12&t=15266&p=2125854#p2125854

  • Reply Vilmar 31 de janeiro de 2014 at 14:37

    Saiba tudo sobre os FIIs nas publicações do Blog:

    Tetzner | O NOSSO Blog!
    http://tetzner.wordpress.com

    Vale muito a pena favoritar este blog, espetacular, muito bom mesmo e tem tudo sobre FII e mais um pouco!
    #FicaDica

  • Reply vilmar 20 de novembro de 2013 at 17:08

    9/11/13 – 00h03
    Até quando vai a fase ruim?

    Como a taxa de vacância afeta os preços de locação e os FII

    Considerando que a maior parte dos fundos imobiliários negociados na BM&FBovespa exploram a renda de locação dos seus imóveis, o risco de vacância, ou seja, de imóveis ficarem vagos, ronda boa parte da indústria.

    Imóvel vago é sempre uma situação incômoda pois o fundo fica sem a receita de aluguel e ainda assume os custos condominiais e de manutenção enquanto não conseguir alugá-lo novamente. Além disso, se a oferta no mercado for grande, o valor do aluguel dos imóveis ocupados pode diminuir nas revisionais ou renovações dos contratos.

    Vacância em alta faz com que os preços de locação caiam, pois se o locatário tiver muitas opções de imóveis numa região terá maior poder de barganha na hora de negociar os valores. Quando a vacância é baixa o efeito é contrário, há mais pessoas e empresas precisando de espaços para alugar do que imóveis disponíveis. Nesse cenário os preços sobem.

    Os níveis de vacância de escritórios de alto padrão e de condomínios logísticos são acompanhados de perto pelas consultorias imobiliárias, que divulgam relatórios a cada trimestre. Os números não andam animadores. Uma combinação de crescimento da oferta, gerada pela entrega de vários prédios que estavam em construção, combinada com a diminuição da demanda, ocasionada pela desaceleração do ritmo da economia do país, elevou consideravelmente os níveis de vacância, principalmente para os escritórios de alto padrão nas cidades de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Os efeitos já são sentidos pelos investidores, não são poucos os fundos que estão com uma parte (ainda pequena) dos imóveis desocupados.

    Mas antes que alguns leitores fiquem alarmados, aviso que são assim mesmo os ciclos de mercado. Não é a primeira vez que a taxa de vacância fica elevada e nem será a última. Bem como há períodos em que os níveis de vacância ficam muito baixos.

    Vejamos um histórico recente dos escritórios de alto padrão em São Paulo. Em 2004 a vacância chegou a superar os 20%, foi o pico de um período de recessão iniciado desde os atentados terroristas de setembro de 2001. O ciclo seguinte foi de recuperação e aquecimento do mercado, que culminou com níveis incrivelmente baixos de vacância. Notícia veiculada no jornal O Globo em outubro de 2011 (veja aqui) dava conta que São Paulo havia registrado o menor nível de imóveis vagos do mundo, chegando próximo de zero. Já nos dias de hoje, conforme relatório do 3° trimestre de 2013 elaborado pela Cushmam & Wakefield, a taxa de vacância está em 16%.

    Assim seguem os ciclos de alta e de baixa. De aproximadamente 20% em 2001 para quase 0% em 2011 e atuais 16% em 2013. A vacância pode ainda crescer nos próximos anos, já que muitos prédios estão em fase de construção e serão entregues ao longo de 2014 e 2015, mas é de se esperar que os números atuais desencorajem o início de novas construções. Assim a oferta começa a diminuir com o tempo e, cedo ou tarde, a economia reaquece, a procura supera a oferta de novos imóveis, a vacância diminui e os preços sobem. Então muitos incorporadores começam a construir novos imóveis, com o passar dos anos a oferta aumenta, imóveis ficam vagos, os preços caem, até que… começa tudo de novo!

    Como diz o ditado popular, não há mal que sempre dure nem bem que nunca acabe. A questão agora é procurar entender se a vacância ainda tende a subir e quando a economia voltará a melhorar.

    Fique de olho no calendário de revisionais e vencimentos dos contratos de locação dos seus fundos imobiliários, procure essa informação no relatório gerencial ou pergunte ao administrador.
    m.infomoney.com.br/blogs/blog-dos-fundos-imobiliarios/post/3063656/ate-quando-vai-fase-ruim

  • Reply vilmar 15 de novembro de 2013 at 22:04


    Investimento em valor se faz com ações. Quando se compra ações de uma empresa torna-se sócio dela. Comprar FII’s não significa que virou dono do imóvel. É como comprar cotas de um fundo de ações, você têm cotas do fundo, mas não é sócio da empresa, mesmo que todos o capital do fundo esteja investido numa única empresa. Se quer comprar parte de um imóvel, existem incorporadoras que criaram essa modalidade, especialmente em hotéis. Para quem aplica em FIIs a única coisa que interessa é o provento. Imagina ser cotista de FII de shopping e esse possui uma alta vacância. Mesmo que o imóvel esteja num local altamente valorizado, que tenha um altíssimo valor, o valor da cota vai refletir os proventos.

    forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=12&t=15171&p=2083280#p2083280
    Faz todo o sentido, ótima colocação!

  • Reply Vilmar 14 de outubro de 2013 at 17:02

    Investidor ainda foge de fundo imobiliário
    Número volta a cair em setembro e volume negociado recua 8%; para analista, pior já passou
    14/10/2013 07:55:12

    Lastro em tijolo sugeria a investidores que perda em FIIs era muito pouco provável
    Os fundos imobiliários (FIIs) continuam a perder clientes, apesar de o setor dar sinais de recuperação. Em setembro, o número de investidores nesse tipo de aplicação, que crescera quase ininterruptamente até junho, recuou novamente, pra 101.710 mil, o menor número desde fevereiro deste ano.

    A fuga decorre do desempenho cambaleante que os FIIs têm tido ao longo de 2013. De janeiro a setembro, o Ifix – indicador que reflete o desempenho dos fundos imobiliários negociados em bolsa – caiu 11%, de acordo com dados da BM&FBovespa. Desde junho, o valor de mercado dos FIIs negociados em bolsa tem sido reiteradamente menor do que o patrimônio que eles têm nas carteiras – em agosto, ficou 11% menor.

    E, como apontam analistas, as perdas têm sido generalizadas, o que dificulta a vida do investidor. De acordo com dados da Economática, entre os cinco FIIs com as piores quedas nos retornos neste ano estão um fundos que investem em outros fundos e títulos imobiliários (BTG Fundo de Fundos, -29,95% e Maxi Renda, -26,7%), em escritórios (BB Votorantim JHSF Cidade Jardim Continental Tower, -27,16%; Memorial Office, -26,33%) e shoppings (Floripa Shopping, -26,33%).

    Fuga de fundo

    Número de investidores de fundos imobiliários continua em trajetória de queda
    economia.ig.com.br/mercados/2013-10-14/investidor-ainda-foge-de-fundo-imobiliario.html

  • Reply Vilmar 9 de outubro de 2013 at 10:24

    FII Castelo fica “ex” a partir desta sessão; confira mais proventos
    Fundo imobiliário pagará rendimento de R$ 0,3322 por cota em 15 de outubro
    9h50 | 09-10-2013

    SÃO PAULO – A partir do pregão desta quarta-feira (9), o FII Castelo passa a operar na forma “ex”. O fundo pagará rendimento de R$ 0,332283 por cota em 15 de outubro. O provento foi aprovado em 8 de outubro e refere-se ao exercício de 2013.
    Confira os demais proventos dos emissores cotados na forma “ex” neste pregão:
    EMPRESA: BRAZILIAN SC
    Fundo imobiliário fica ”ex-rendimento” nesta sessão (Getty Images)
    Fundo imobiliário fica ”ex-rendimento” nesta sessão (Getty Images)
    ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
    BRBSCSCRI4D5 BSCS-C4D C4D AMORTIZACAO RF APROVADO: 08/10/2013
    VLR PROV: 7.420,41000000000
    PREV PAG: 09/10/2013
    EXERCICIO DE 2013
    JUROS RF APROVADO: 08/10/2013
    VLR PROV: 2.190,16000000000
    PREV PAG: 09/10/2013
    EXERCICIO DE 2013

    EMPRESA: FII CASTELO

    ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
    BRFCASCTF005 FCAS11 CI RENDIMENTO APROVADO: 08/10/2013
    VLR PROV: 0,33228332000
    PREV PAG: 15/10/2013
    EXERCICIO DE 2013

    EMPRESA: GAIA SECURIT – (MB)

    ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
    BRGAIACRI022 GAIA-C21 C21 JUROS RF APROVADO: 08/10/2013
    VLR PROV: 270,33000000000
    PREV PAG: 09/10/2013
    EXERCICIO DE 2013
    AMORTIZACAO RF APROVADO: 08/10/2013
    VLR PROV: 3.539,95000000000
    PREV PAG: 09/10/2013
    EXERCICIO DE 2013

    EMPRESA: IMIGRANTES

    ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
    BRIMIGCRI012 IMIG-C21 C21 AMORTIZACAO RF APROVADO: 08/10/2013
    VLR PROV: 66.778,76787690320
    PREV PAG: 09/10/2013
    EXERCICIO DE 2013
    JUROS RF APROVADO: 08/10/2013
    VLR PROV: 14.545,07036619520
    PREV PAG: 09/10/2013
    EXERCICIO DE 2013

    EMPRESA: RBCAPITALSEC – (MB)

    ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
    BRRBCSCRI2X8 RBCS-C97 C97 AMORTIZACAO RF APROVADO: 08/10/2013
    VLR PROV: 2.767,29000000000
    PREV PAG: 09/10/2013
    EXERCICIO DE 2013
    JUROS RF APROVADO: 08/10/2013
    VLR PROV: 1.360,43000000000
    PREV PAG: 09/10/2013
    EXERCICIO DE 2013
    infomoney.com.br/mercados/noticia/2997169/fii-castelo-fica-partir-desta-sessao-confira-mais-proventos?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=twmercados

  • Reply Vilmar 4 de setembro de 2013 at 11:00

    “Chegou a hora de colocar fundos imobiliários na carteira”, diz Inva – InfoMoney
    Veja mais em:
    http://www.infomoney.com.br/onde-investir/fundos-imobiliarios/noticia/2944676/chegou-hora-colocar-fundos-imobiliarios-carteira-diz-inva

  • Reply Vilmar 19 de agosto de 2013 at 09:07

    Como Escolher o Melhor Fundo Imobiliário
    Publicado em 12 de agosto de 2013 por Diego Wawrzeniak

    Muitos investidores ainda olham os fundos imobiliários (FIIs) como apenas mais um ativo na bolsa de valores, mas na realidade estes fundos são totalmente diferentes de todo o resto que estamos acostumados a comprar e vender faz algum tempo.

    Como atualmente já temos mais de 70 fundos imobiliários listados na Bovespa, resolvi juntar algumas dicas bastante valiosas que uso para encontrar qual o melhor fundo imobiliário do mercado.

    1# É um imóvel
    melhor fundo imobiliarioMuitos investidores investem nestes ativos pensando somente na renda mensal, sem nem sequer levar em consideração fatores extremamente importantes. Antes de tudo você deve sempre se lembrar de que está investindo em um imóvel de verdade!

    Diferente de ações que você compra um pedaço na sociedade de uma empresa, que é uma organização extremamente complexa, um imóvel é muito mais fácil de analisar e entender o real valor que você está recebendo ao investir nele.

    Tendo isso claro, fica muito mais fácil de compreender as próximas dicas e de coloca-las em prática.

    Obs.: Existem fundos imobiliários destinados a investir somente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ou em outros Fundos Imobiliários (FII), porém neste artigo vamos nos focar nos fundos que investem diretamente em propriedades imobiliárias.

    2# Saiba onde encontrar as informações do fundo
    Antes de saber quais informações você deve prestar atenção, é importante saber como conseguir informações deste fundo imobiliário. E para isso, você deve conhecer o site da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), onde estão disponíveis todos os documentos que um fundo deve apresentar publicamente. Esta é uma valiosa fonte de informação, porém ainda muito pouco acessada e conhecida pelos investidores pessoa física.

    Para acessar a central de informações na CVM:

    Acesse http://www.cvm.gov.br/
    No menu lateral escolha “Participantes do Mercado” > “Fundos de Investimento“
    Na nova página, no menu escolha a opção “Consulta Pública“
    Os Fundos Imobiliários são o terceiro grupo e você já verá o link para diversos documentos extremamente relevantes:
    Cadastro
    Listagem dos Patrimônios Líquidos
    Informe Mensal
    Demonstrações Financeiras Semestrais
    Documentos Eventuais (assembléias, fato relevante, prospecto distribuição, regulamento, etc)
    Explore cada uma destas áreas sempre buscando os documentos que ajudem entender o fundo que você está analisando. Um documento em particular que é muito útil para começar a entender o fundo é o “prospecto de distribuição”.

    Este documento é divulgado quando o fundo é lançado e conta bastante da história do imóvel, potenciais problemas e outras coisas que você ficaria surpreso ao saber.

    Como a quantidade de informação neste documentos é muito grande, agora vamos entender quais são os dados que você realmente deve procurar:

    3# Entenda o tipo de imóvel
    Existem diversos tipos diferentes de imóveis e cada um deles têm suas próprias particularidades. É muito comum que um determinado tipo valorize mais do que outro durante um longo período de tempo, já que estão relacionados a setores diferentes da economia.

    Os tipos de imóvel são:

    Centros de Distribuição
    Galpões Industriais
    Edifícios Corporativos
    Edifícios Residenciais
    Shopping Centers
    Terrenos
    Diversos (hospitais, faculdades, etc.)
    4# É um bom imóvel?
    Cada imóvel tem suas particularidades, mas algo fundamental é entender se o imóvel que você está comprando realmente têm algo de especial. Neste ponto, por mais diferente que o imóvel seja, existem alguns requisitos que são comuns a todos eles:

    – Localização Macro: Qual a região que o imóvel está localizado? Ela está crescendo?

    – Localização Micro: É fácil acessar este imóvel? No caso de galpões, ele está próximo a rodovias principais? No caso de edifícios, como é o transporte público na região?

    – Especificidade: O imóvel pode ser facilmente ocupado por outro inquilino? Existe alguma mudança feita no imóvel que teria de ser desfeita ou alterada?

    – Qualidade: Existem diversos padrões de edifícios comerciais, também existem diferentes padrões de galpões e centros logísticos.

    5# Entenda o mercado imobiliário
    Por mais que você não seja um conhecedor do mercado, isso não é desculpa para pesquisar e entender o que está acontecendo. E não estou me referindo as notícias do jornal, você deve ir além e isso é muito fácil de ser feito.

    Existem uma série de empresas especializadas em imóveis corporativos que divulgam gratuitamente estatísticas e dados do mercado imobiliário. Com estas informações fica muito mais fácil escolher um fundo imobiliário que tenha melhor desempenho:

    – Relatórios da CBRE

    – Relatórios da Jones Lang LaSalle

    – Relatórios da Colliers

    – Preços de Locação no Portal Buildings

    6# Estude os inquilinos
    Depois que você já chegou a conclusão de que está comprando um bom imóvel, é hora de entender que é o inquilino que está pagando os alugueis.

    Existem alguns pontos bastante importantes que devem ser vistos aqui:

    a. Crédito do Inquilino

    Imagine que alguns meses após você comprar algumas cota do fundo imobiliário, a empresa inquilina deixe de pagar a locação. Você teria perdido dinheiro…

    Para evitar que isso aconteça, entenda quem é está empresa, se ela está crescendo e se está tendo lucros. O processo para tirar um inquilino inadimplente ficou mais fácil, mas isso não quer dizer que seja rápido…

    b. Garantias

    Quais são as garantias caso o inquilino não pague os valor da locação? Existem fianças bancárias, garantias da matriz no exterior, ou até mesmo outros bens e imóveis pertencentes a empresa.

    c. Tipo de contrato e locação

    Qual o prazo do contrato de locação? Ele está no começo ou no final? O pagamento do aluguel é anual ou mensal? Existe alguma carência, desconto ou alguma especificidade? O aluguel está securitizado?

    Você deve ter a resposta para todas estas perguntas.

    7# Hora de comprar
    Se você realizar todas as etapas acima e ainda assim achar que deve investir, pode ter certeza de que estará fazendo um bom investimento.

    Não é necessário que tudo esteja perfeito, porém é importante que você saiba os riscos e desconte isso do preço que está disposto a pagar. Lembre-se que no final das contas o que estamos buscando é retorno sobre o dinheiro investido e não o fundo imobiliário que todo mundo diz “ser o melhor”.

    Realizando toda esta análise você terá sua própria opinião, não ficará sujeito aos boatos e variações no mercado e saberá exatamente quando é hora de vender, porque o fundo está custando mais do que vale.

    Conclusão
    Como em qualquer investimento, para escolher o melhor fundo imobiliário é necessário que você faça uma análise detalhada antes de tomar sua decisão. É verdade que isso toma tempo e não é algo fácil, mas com toda certeza o retorno financeiro irá compensar o esforço.

    E você já realizou algum investimento em fundos imobiliários? Como foi o processo de análise??
    blog.bussoladoinvestidor.com.br/escolher-melhor-fundo-imobiliario/

  • Reply Vilmar 16 de maio de 2013 at 14:02

    Após cair 5% em abril, BC Fund abriu oportunidade de ganhos, diz corretora
    Fundo imobiliário está sendo negociado abaixo do seu valor patrimonial e tem boa oportunidade de ganho após queda de 5,11%
    Por Gabriella D’Andréa |10h44 | 14-05-2013

    SÃO PAULO – Após apresentar queda de 5,11% em abril, a Omar Camargo Investimentos acredita que o fundo BTG Corporate Office Fund (BRCR11), mais conhecido no mercado como “Bc Fund”, abriu uma boa oportunidade de compra. “Acreditamos que a queda tenha aberto melhor oportunidade de ganhos”, disse a corretora, em relatório. Com isso, a Omar Camargo aumentou a exposição do fundo ao seu portfólio de FIIs, de 25% para 30%.
    Acompanhe a cotação de todos os fundos imobiliários negociados na BM&FBovespa
    Os analistas da corretora também ressaltam que o BRCR11 está sendo negociado abaixo do seu valor patrimonial: o P/PVA (relação Preço/ Valor Patrimonial da Ação) está em 0,86. O P/PVA é um dos indicadores que apontam se um ativo está “caro” ou “barato”. Quanto mais próximo de 1 ele estiver, mais perto do preço justo está o ativo. Outro fator atrativo para a aplicação é o seu yield projeto de 7,70%.

    Eldorado Business Tower, em SP; parte do prédio pertence ao BC Fund (Rodrigo Paiva)
    Em maio, o fundo acumula alta de 1,06% (até o fechamento da última segunda-feira, 13).
    Resultados de 2012
    Somente no ano passado, o BC Fund distribuiu rendimentos de R$ 109,9 milhões (R$10/cota), valor 46,2% superior ao de 2011. Já seu lucro líquido chegou a R$ 347,7 milhões (R$ 31,61/cota), valor que desconsiderando os efeitos da reavaliação do portfólio foi de R$ 121,9 milhões, número 61,2% superior ao do ano imediatamente anterior.
    Quer saber mais sobre os termos usados no mercado financeiro? Acesse o glossário InfoMoney
    Sobre o fundo
    Dono do maior patrimônio dentre todos os fundos negociados na BM&FBovespa, o BTG Pactual Corporate Office Fund é proprietário de importantes edifícios comerciais nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas. O fundo tem gestão ativa (compra e vende imóveis quando acha interessante) e política de distribuição de resultados direcionada a possibilitar reinvestimentos. Dentre seus imóveis, destacam-se o Eldorado Business Tower na marginal Pinheiros em São Paulo (56,5% do edifício), a Torre Almirante no Centro do Rio de Janeiro (60% do edifício) e o Brazilian Finance Center na avenida Paulista em São Paulo (60% do edifício).
    http://www.infomoney.com.br/onde-investir/fundos-imobiliarios/noticia/2761158/apos-cair-abril-fund-abriu-oportunidade-ganhos-diz-corretora

    • Reply Vilmar 16 de maio de 2013 at 15:14

      Otimismo? | 01m11s
      Existe um “oba-oba” em torno dos fundos imobiliários?
      16/05/2013 14:41

      São Paulo – De 2011 para cá, o investimento em fundos imobiliários ganhou notoriedade e o número de fundos negociados no mercado dobrou. Hoje há mais de 100 mil investidores pessoas físicas aplicando nesses produtos, o que não é muito, mas também não é desprezível, considerando o universo de investidores brasileiros. Mas será que esses fundos estão passando por um momento de “oba-oba”? Ou se trata de fato de um bom investimento? Todo fundo imobiliário é um bom investimento? O diretor técnico da Apogeo Investimentos, Paulo Bittencourt, responde no vídeo.

      http://exame.abril.com.br/videos/seu-dinheiro-na-tv/existe-um-oba-oba-em-torno-dos-fundos-imobiliarios

  • Reply Vilmar 11 de abril de 2013 at 15:18

    Bom artigo sobre investimento em Imóveis x FII(Fundos de Investimento Imobiliário).
    Segue abaixo para quem se interessar pela leitura.
    Até mais.

     

    Imóvel ou FII. O que rende mais?
    Hora de colocar a calculadora para funcionar e ver o que é mais rentável para o investidor.
    Por Arthur Vieira de Moraes |8h00 | 10-04-2013

    Já ponderamos vantagens dos FII e vantagens dos imóveis. Falta agora fazer as contas para saber qual a modalidade mais rentável.
    Faremos uma simulação do retorno sobre um investimento de R$ 300.000,00 em um imóvel para locação e num FII gerador de renda. Para tanto assumiremos as seguintes premissas:
    1. Para ambos os casos vamos considerar que os ativos vão gerar retorno bruto equivalente a 0,60% sobre o capital investido, ou seja, R$ 1.800,00 por mês.
    2. Que o investidor pessoa física que possui o imóvel locado está na faixa mais alta do imposto de renda, portanto pagará 27,5% sobre os alugueis.
    3. Vamos desconsiderar a variação do preço do ativo, já que o comportamento é imprevisível mas tende a ser parecido, isto é, se os imóveis valorizarem ao longo do tempo as cotas de FII tendem a valorizar também e vice-versa.
    Vamos aos cálculos:
    Um imóvel residencial ou comercial que tenha custado R$ 300.000,00 ao investidor pessoa física e que gere aluguel mensal de R$ 1.800,00:
    Valor do ativo R$ 300.000,00
    Renda mensal (aluguel) R$ 1.800,00 0,60%

    Imposto de renda R$ (495,00) 27,50%

    Rendimento líquido (1° mês) R$ 1.305,00 0,44%

    Ao fim de um ano (12 meses) R$ 15.660,00 5,22%

    O mesmo investimento em FII, gerando igual rendimento mensal:
    Valor do ativo R$ 300.000,00
    Renda mensal (aluguel) R$ 1.800,00 0,60%

    Imposto de renda R$ 0,00 –

    Rendimento líquido (1° mês) R$ 1.800,00 0,60%

    Ao fim de um ano (12 meses) R$ 21.600,00 7,20%

    Pelo simples fato de ser isento de IR, o investidor de FII receberia R$ 5.940,00 a mais que o investidor em imóvel. Se considerarmos um horizonte de 10 anos a diferença seria de R$ 59.400,00.
    Mas vimos que uma das vantagens do FII é a possibilidade de reinvestir os rendimentos mensais, gerando juros compostos. Caso em que o resultado ficaria assim:
    Valor do ativo R$ 300.000,00
    Renda mensal (aluguel) R$ 1.800,00 0,60%

    Imposto de renda R$ 0,00 –

    Rendimento líquido (1° mês) R$ 1.800,00 0,60%

    Ao fim de um ano (12 meses) R$ 22.327,25 7,44%

    A diferença passa a ser de R$ 6.667,25. Pode parece pouco, mas à medida que alongamos o prazo o efeito dos juros compostos é potencializado. Vejamos após dez anos a comparação imóvel x FII com reinvestimento dos rendimentos.
    (imóvel)
    Valor do ativo R$ 300.000,00
    Renda mensal (aluguel) R$ 1.800,00 0,60%

    Imposto de renda R$ (495,00) 27,50%

    Rendimento líquido (1° mês) R$ 1.305,00 0,44%

    Ao fim de dez anos (120 meses) R$ 156.600,00 52,20%

    (FII)
    Valor do ativo R$ 300.000,00
    Renda mensal (aluguel) R$ 1.800,00 0,60%

    Imposto de renda R$ 0,00 –

    Rendimento líquido (1° mês) R$ 1.800,00 0,60%

    Ao fim de dez anos (120 meses) R$ 315.005,42 105,00%

    Diferença a maior de R$ 158.405,42 pelo efeito dos juros compostos.
    Evidente que a vida real é bem diferente de uma planilha de excel. Quero dizer que essas contas não são perfeitas. O investidor de FII não compraria cotas sempre pelo mesmo preço e recebendo a mesma rentabilidade todos os meses, em alguns períodos não poderia reinvestir os valores ou não receberia rendimentos (considerando eventual inadimplência dos locatários do fundo). Por outra, o investidor do imóvel não deixaria simplesmente o dinheiro parado na conta só porque não consegue comprar pequenos pedaços de imóveis com o aluguel mensal.
    De qualquer maneira o que se quer mostrar é que claramente, do ponto de vista financeiro, o investimento em FII é mais vantajoso. Principalmente quando os rendimentos mensais são reinvestidos.
    Pontuadas vantagens, desvantagens e feitas as contas. Você chegou a uma conclusão? Em qual dos dois prefere investir?

    http://www.infomoney.com.br/blogs/blog-dos-fundos-imobiliarios/post/2726036/imovel-fii-que-rende-mais

    • Reply Vilmar 13 de setembro de 2014 at 14:58

      10 fundos imobiliários para comprar em setembro – InfoMoney
      infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/3556017/fundos-imobiliarios-para-comprar-setembro

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