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    Saiba como proteger seu dinheiro da inflação em 2019

    6 de dezembro de 2018

    Saiba como proteger seu dinheiro da inflação em 2019

    Certamente você já passou pela experiência de guardar dinheiro durante um bom tempo com a finalidade de comprar algum tipo de produto e quando imaginou que tinha conseguido juntar todo o dinheiro necessário, descobriu que o preço daquele produto havia subido.

    Isso acontece com bastante frequência na economia brasileira, fazendo com que seja necessário manter seu dinheiro protegido dos efeitos da inflação.

    O que é a inflação?

    A inflação acontece quando existe uma grande quantidade de dinheiro circulando no mercado, que automaticamente faz com que os preços e grande parte das mercadorias comercializadas em todo o país tenham seus preços elevados.

    Quando a inflação está em alta, é comum que o retorno de investimentos considerados ótimos seja corroído.

    Se, por exemplo, você tem uma aplicação financeira com rendimento anual de 3%, significa que você ficou 3% mais rico no último ano. Porém, quando a inflação do período é considerada, esse rendimento tende a mudar, quase sempre para pior.

    Caso a inflação acumulada no último ano seja de 4%, e os rendimentos da sua aplicação foram de 3%, significa que você na verdade acabou ficando 1% mais pobre.

    Por isso, quando se pensa em fazer qualquer tipo de aplicação financeira é preciso levar em conta a inflação para que seja possível saber qual é o retorno real obtido.

    Investimento em ações

    Uma das melhores maneiras de proteger o seu dinheiro dos efeitos da inflação é aplicar pelo menos uma parte do montante em ações.

    As ações negociadas na bolsa de valores representam partes de uma empresa, que podem ser adquiridas por qualquer pessoa física, bastando para isso possuir uma conta em uma corretora de valores.

    Por mais que muita gente sinta arrepios só de ouvir falar em ações e bolsa de valores e os riscos que esse tipo de investimento oferece, é possível fazer bons investimentos sem correr riscos desnecessários.

    Existem várias empresas que são bastante sólidas, e suas ações são ótimas formas de proteger o seu capital da inflação, mesmo que seus preços estejam em baixa no momento da sua compra. Existe uma grande chance dessas ações se valorizarem no longo prazo, com taxas de retorno bem superiores à inflação.

    Investimento em imóveis

    Além de ser um sonho de grande parte dos brasileiros, a compra de imóveis pode ser uma boa alternativa para proteger o seu dinheiro dos efeitos corrosivos da inflação.

    Diversos motivos podem fazer com que o preço de um apartamento, por exemplo, aumente 20% mesmo antes da entrega das chaves aos moradores. Um prédio de apartamentos que anda está em construção que tem como vizinho um projeto de construção de um shopping center, por exemplo, provavelmente terá seu valor elevado.

    A aquisição de imóveis como forma de proteção do seu capital pode ser bastante interessante já que além do aumento do valor de venda da propriedade, ainda é possível fazer a sua locação, transformando-o em um gerador de renda constante.

    Com todas essas possibilidades, comprar um imóvel pode ser um processo complexo em alguns casos, e por isso a contratação de advogados para orientação e atuação na negociação pode ser necessária.

    Conclusão

    Poucas coisas na vida são tão certas quanto a morte e o poder corrosivo da inflação. Por mais que ela passe por um bom tempo sob controle, certamente os momentos onde ela irá disparar e acabar com boa parte do poder de compra das pessoas chegará.

    Por isso é preciso conhecer maneiras de deixar seu dinheiro protegido para que ele se desvalorize o mínimo possível sempre que a inflação ressurgir com força na vida dos brasileiros.

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    Ainda não aprendemos que congelar preços não funciona?

    29 de maio de 2018

    Livro – Crash!: Uma Breve História da Economia – Da Grécia Antiga ao Século XXI

    Do Egito antigo à Venezuela: ainda não aprendemos que congelar preços não funciona? Congelamento de preços não funciona há 4.000 anos

    Todos devem ter reparado que as crises na Argentina, Venezuela e Brasil dos últimos tempos são uma grande oportunidade para educar as pessoas sobre alguns princípios básicos da economia, pois no século atual não é mais possível acreditar que congelar preços, taxar lucro ou qualquer medida neste sentido que reduza a liberdade econômica possa trazer algum impacto, exceto algo negativo, falta de produtos, por exemplo. Embora o congelamento de preços há pelos menos 4000 anos tenha sido refutado na teoria e na prática, faz décadas que estas medidas ainda são aplicadas, principalmente na América do Sul, aproveitando-se da ignorância e da ilusão das pessoas que acreditam que cabe ao governo trazer prosperidade e resolver todos os problemas delas. O episódio da nossa história bem recente foi o anúncio no dia 27 de maio, do congelamento dos preços do Diesel por 60 dias e a definição de um preço mínimo para fretes. Uma barganha para o encerramento da greve dos caminhoneiros.

    No Egito antigo há milhares de anos, Venezuela ou Brasil atual, congelar preços traz sempre os mesmos resultados: escassez de produtos e caos social. Isto é como diz o ditado:
    “A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”.

    Quando existe um cenário de livre concorrência, respeito às liberdades individuais, além da propriedade privada, vemos que enriquece aquele que melhor serve a sociedade, mas privilégios e protecionismos estatais sabotam o funcionamento do mercado e permitem que empreendedores ineficientes e chupins do sistema prosperem, mesmo sem atenderem de forma adequada os seus consumidores, logo o benefício deixa de ser mutuamente geral e passa a ser de um grupo à custa de outro: corporativismo. Quando o governo determina que os recursos devem ser alocados na economia, interferindo nos preços e criando regulamentações protecionistas, ele está dizendo quais setores serão vencedores e perdedores, fato que mata a livre concorrência, porém o maior perdedor é sempre o contribuinte que paga a conta e ainda fica privado do acesso aos melhores produtos e serviços.

    Em conclusão a tudo isto pode se dizer que a recuperação do Brasil, Equador, Argentina, Venezuela entre outros “hermanos” latino-americanos será sempre uma coisa apenas que é a liberdade do mercado se ajustar às demandas dos consumidores.

    Veja também:

    Dicas de livros – parte 6

    Até mais.

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    Como achar passagens aéreas baratas com o Skyscanner

    29 de março de 2018

    Os melhores cartões para acumular milhas

    O Skyscanner é um site de buscas de passagens aéreas que permite ao usuário encontrar voos com os melhores preços no PC. Para isso, a ferramenta realiza a pesquisa no portal das principais companhias aéreas brasileiras. É possível, ainda, aplicar filtros de conexões, horário, duração do voo, linhas e aeroportos. Dessa forma, você pode localizar exatamente o que você está procurando em poucos cliques.

    Veja no passo a passo a seguir, como usar o site do Skyscanner para encontrar passagens aéreas mais baratas pelo computador.

    Aprenda a usar o Skyscanner para encontrar passagens aéreas (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

    Aprenda a usar o Skyscanner para encontrar passagens aéreas

    Passo 1.

     Acesse o site do Skyscanner e selecione se você está procurando uma passagem de ida e volta, só de ida ou para vários lugares. Logo abaixo, digite o nome da cidade de embarque e de destino. Você também pode optar por incluir aeroportos próximos e apenas voos sem conexão;<

    Preencha as informações do voo na barra na página inicial do Skyscanner (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

    Preencha as informações do voo na barra na página inicial do Skyscanner

    Passo 2.

    Nas opções ao lado, você deve selecionar a data de ida e volta, a quantidade de pessoas e a classe de voo. Após preencher os dados necessários, clique em “Buscar”;

    Escolha a data de ida e volta, quantidade de pessoas e classe (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

    Escolha a data de ida e volta, quantidade de pessoas e classe

    Passo 3.

    Em “Ordenar”, escolha a opção “Mais baratos primeiro” para ver as passagens mais em conta no início dos resultados;

    Classificando resultados pelo mais barato (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Classificando resultados pelo mais barato (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

    Classificando resultados pelo mais barato

    Passo 4.

    Na lateral esquerda da página, você pode aplicar outros filtros de horário, companhia aérea, número de conexões e aeroporto. Basta fazer os ajustes desejados que os resultados são atualizados automaticamente;

    Aplicando filtros nos resultados do Skyscanner (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Aplicando filtros nos resultados do Skyscanner (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

    Aplicando filtros nos resultados do Skyscanner

    Passo 5.

    Caso a sua viagem não seja urgente, também é possível receber alertas sobre o preço das passagens. Para isso, clique em “Receba alertas de preço” e, em seguida, preencha o seu e-mail e clique em “Criar alerta”.

    Criando alerta de preço via e-mail (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Criando alerta de preço via e-mail (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

    Pronto. Aproveite as dicas para encontrar passagens baratas no Skyscanner e economizar !
    fonte de pesquisa: techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/2018/03/como-achar-passagens-aereas-baratas-com-o-skyscanner-pelo-pc.ghtml

    Até o próximo post.

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    Procon: 6 dicas para quem gosta de comer fora de casa

    24 de outubro de 2017

    Como economizar comendo de forma saudável?

    Órgão orienta sobre os problemas mais comuns encontrados pelos consumidores, como taxas indevidas, falta de higiene e conservação do local

    A maioria das pessoas que costuma sair para comer fora sabe que muitas vezes o que deveria ser um passeio agradável e divertido pode virar uma inesperada dor de cabeça. Quem nunca foi surpreendido com uma cobrança indevida, diferença entre preços anunciados e praticados ou mesmo falta de higiene ou de cuidado com a conservação do local?
    Do outro lado, nem todos sabem que é permitido levar a própria bebida a alguns restaurantes, desde que se pague uma taxa específica para isso, a Taxa Rolha. Ou ainda, que alguns estabelecimentos cobram uma taxa de desperdício dos clientes que deixam alimentos no prato.

    Para ajudar o consumidor a conhecer seus direitos e deveres e evitar situações desagradáveis sem necessidade, o Procon-SP fez uma lista do que pode ou não ser praticado em restaurantes, bares, lanchonetes e similares. Confira a seguir:

    1) Cardápio

    Todo estabelecimento deve ter afixado o cardápio com os preços, em moeda corrente, em lugar visível junto à entrada do local.

    2) Couvert

    De acordo com a Lei 14.536/2011, é dever dos fornecedores que atuam no Estado de São Paulo informar aos clientes sobre a cobrança do couvert antes de oferecê-lo – se não o fizerem, não poderão efetuar a cobrança depois (o mesmo vale para o couvert artístico, quando houver).

    3) Taxa Rolha

    A taxa que é cobrada aos clientes que levam suas próprias bebidas a restaurantes pode ocorrer, desde que seja informada de maneira clara ao consumidor.

    4) Taxa de desperdício

    A taxa de desperdício de alimentos, cobrada por alguns restaurantes quando os clientes deixam sobras de comida no prato, é considerada abusiva e não deve ser praticada, pois o consumidor já paga pelo serviço prestado pelo local.

    5) Perda de comanda

    Cobrar pela perda da comanda também é considerado abusivo, pois é dever do fornecedor controlar os pedidos feitos. Ao consumidor cabe pagar somente o que consumir, sem penalidade de multa em caso de extravio da comanda.

    6) Onde reclamar

    Problemas com a limpeza do local e comida com cheiro ou gosto estranhos podem ser denunciados a um órgão de vigilância sanitária. Caso o consumidor seja cobrado indevidamente pela taxa de serviço ou couvert, ele pode reclamar no Procon de sua cidade. Em São Paulo, o telefone é o 151.

    Até mais.

    Convidados

    Saiba Como Poupar Dinheiro (a Melhor Forma de o “Ganhar”)

    15 de agosto de 2017

    Muitos de nós quando precisamos de mais dinheiro, quer seja por necessidade imediata ou apenas para ir acumulando fortuna e assim poder viver de forma mais despreocupada no futuro, pensamos logo em como ganhar mais dinheiro.

    No entanto ganhar mais dinheiro pode ser uma tarefa um pouco complicada e definitivamente que irá envolver mais trabalho, passando a maioria das vezes por descobrir uma outra forma de renda, quer seja através da criação de um negócio, investindo, etc…

    como-poupar-dinheiro

    O que provavelmente não pensou é que se bem feito, você pode conseguir poupar em diversas coisas de forma bem fácil que vão acabar por lhe “dar a ganhar” o mesmo dinheiro que você ia conseguir através do seu pequeno negócio, mas sem o risco e trabalho que o envolve.

    Pronto para ver algumas dessas dicas? Vamos lá então.

    Compras (de Supermercado ou Outras)

    É já um assunto muito falado (compras no supermercado) mas existe motivo para isso… Esta é a nossa maior despesa durante toda a nossa vida e que vamos ter sempre de tê-la.

    A alimentação é algo vital para as pessoas, mas muitas acabam por exagerar ou cair nas estratégias de marketing das marcas para gastarem mais do que necessitam.

    Existem diversas dicas, mas as mais valiosas e simples são:

    • Aproveite coupons, descontos, encartes, folhetos, promoções, etc… MAS apenas compre o que precisa e não por impulso apenas porque tem um bom desconto;
    • Faça uma lista e vá somando o valor das compras para ir vendo o quanto realmente esta a gastar;
    • Antes de fazer uma grande compra, investigue as alternativas e os diversos preços para assim conseguir o melhor negócio possível;

    Não Atrase nas Contas

    Outro desperdício de dinheiro que muitas pessoas acabam por fazer por diversas razões é falhar o pagamento de uma fatura qualquer e depois acabar por pagar multas e juros desnecessários.

    É por esse motivo que você deve saber sempre como consultar as suas contas online, desde a fatura da luz, conta da água, etc… Assim nunca vai correr o risco de falhar um pagamento de algo por uma greve nos Correios ou porque foi de viagem.

    Comprar em 2ª Mão

    Muitas pessoas ainda veem com desconfiança este tipo de compra, mas se for bem analisada, você pode estar a poupar muito dinheiro.

    Uma loja tem sempre que garantir lucro no produto, pagar impostos, etc… E tudo isso irá aumentar o valor do que você vai comprar.

    Se alguém esta a vender no OLX algo que está praticamente novo, comprou há uns meses e agora você tem a oportunidade de pagar apenas metade do preço de loja, porque não aproveitar?

    Não vai ser 100% das vezes que vai fazer um bom negócio, mas até coisa de loja tem vezes que se estraga bem rápido…

    Pedir Emprestado

    Aqui não estou a falar tanto de dinheiro, mas sim algo que você precise.

    Eu falei acima que você deve comprar apenas aquilo que precisa, mas se vai ser algo que só vai precisar agora e provavelmente nunca mais irá usar ou mesmo muito raramente, porque não pedir emprestado a um amigo ou vizinho?

    Não precisa de ir comprar uma escada para ir no telhado quando o seu vizinho tem uma e não vai sair prejudicado em nada por empresta-la 10 minutos… e você acabou de poupar centenas de reais numa.

    Ê então, já ficou a saber algumas dicas de como poupar dinheiro e assim “ganhar” mais algum no final de cada mês?

     

    Convidados

    Economia com TV por assinatura

    30 de maio de 2017

    Mesmo em época de orçamento mais apertado, muitas pessoas não querem abrir mão do conforto de ter os canais da TV paga e uma boa internet banda larga, serviços cada vez mais indispensáveis à nossa rotina. Então, as palavras de ordem são: pesquisar e barganhar. Sim, sem medo ou vergonha, o jeito é pesquisar o plano mais acessível, que atenda às suas necessidades e tentar fazer uma boa negociação de valores com a sua operadora.

    Se há alguns anos a TV a cabo no Brasil tinha poucas opções de empresas na área e a oferta estava nas mãos da NET, hoje em dia o consumidor tem várias opções na hora de contratar uma TV por assinatura, inclusive com pacote personalizados. E isso é ótimo! Com a indústria de TV a cabo cada vez mais competitiva, ocorre uma consequente batalha pela lealdade dos clientes, afinal as operadoras não querem perder clientes.

    Você precisa deles, mas eles também precisam de você, e isso é algo que se deve manter em mente.

    8 dicas para poupar com internet banda larga e TV a cabo

    Contratos de TV a cabo podem custar muito caro, dependendo dos serviços desejados das características do pacote escolhido. Então, veja essas dicas importantes.

    1. O que você realmente precisa?

    Atualmente, as opções de pacotes são inúmeras, mas o ideal é que, na hora de escolher o melhor plano, você busque por aquele se encaixe melhor nas suas necessidades. Ao pesquisar a melhor operadora de TV por assinatura, evite avaliar somente a quantidade de canais, pois muitos pacotes incluem dezenas de canais de áudio, além daqueles em alta definição, que são duplicados.

    1. Fique atento às limitações

    Quase ninguém presta atenção, mas algumas limitações precisam ser percebidas antes de se fechar o negócio. Por exemplo: preço promocional nos primeiros meses e uma mensalidade com preço muito superior posteriormente.

    1. De olho nos gastos extras

    Sim, eles acabam surgindo quando um plano é fechado, pois muitas informações não ficam claras, como a taxa de adesão, por exemplo. Também há os gastos a mais com pontos adicionais e com roteador de internet, portanto é muito importante ficar atento aos detalhes antes de fechar o pacote de TV por assinatura.

    1. Combos valem mesmo a pena?

    Normalmente, os combos oferecem economia, mas é interessante pesquisar pelos produtos individualmente, principalmente se você precisa muito economizar. A busca dá um pouco de trabalho, mas pode ser possível encontrar o melhor custo-benefício procurando pelos serviços de TV a cabo e internet individualmente em diferentes operadoras.

    1. Pesquise os melhores planos oferecidos na sua região

    Algumas operadoras oferecem planos diferenciados para cada região. Após um ano de contrato (ou seja, quando acaba o período de fidelização), pode ser interessante verificar o que está sendo oferecido de novo e melhor pelo mercado.

    1. Consulte sites de comparação de preço

    Existem sites que compram valores de combos e serviços das principais operadoras, indicando qual vale mais a pena. Isso é uma ótima forma de economizar dinheiro e tempo.

    1. Altere o plano contratado

    Se você não precisa de tantos benefícios, renove o contrato para um pacote ou serviço mais em conta e que atenda às suas expectativas.

    1. Negocie com a operadora

    Se você não abre mão de todos os benefícios que seu plano oferece, tente negociar com a operadora algum desconto no valor do plano. E, mesmo que você esteja alterando para um plano de menor valor, não deixe de tentar uma negociação.

    Gostou das nossas dicas? Então, coloque em prática agora mesmo e economize já no próximo mês.

    economia-tv-por-assinatura

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    Business Insider: 3 armadilhas da classe média que não permitem que você alcance a riqueza

    29 de abril de 2017

    dinner party: jantar de festas

    4 money traps the middle class falls into — and how to avoid them

    Ao portal de finanças Business Insider, o especialista Ash Toumayants, da Investopedia, deu um entrevista na qual observou que as pessoas criadoras das próprias fortunas chegaram lá porque não caíram nas armadilhas da classe média.

    A gestão de finanças pessoais é essencial para sair da classe média e atingir a riqueza. Com altos custos de vida e pressões por todos os lados, as armadilhas que impedem o enriquecimento atingem a maioria das pessoas.
    O primeiro passo, obviamente, é poupar, porém como fazer isto? Ash Toumayants separou algumas dessas armadilhas, e deu algumas ideias de como evitá-las.

    Veja a seguir:

    1 – Não contabilizar alimentação

    Gastos com alimentação podem sair do controle caso não sejam racionalizados. Planejar esse consumo pode ser benéfico à saúde, além de otimizar os ganhos e gastos ao final do mês.

    Faça orçamentos mensais, calcule os gastos com refeições em restaurante e minimize o que for desnecessário.

    2 – Deixar de analisar os gastos com moradia

    Buscar o sonho da casa própria é padrão entre a maior parte das famílias no Brasil e no mundo. O problema é fazer isso sem o planejamento necessário.

    Por um lado, dar entrada em uma casa e amarrar-se a parcelas pode ser prejudicial no médio prazo se não houver visão dos anos seguintes.

    Em outra situação, guardar dinheiro por muito tempo para colocar mais na entrada pode ser uma boa ideia, desde que não sejam deixados de lado os fundos de emergência e a poupança para aposentadoria.

    3 – Ter um estilo de vida acima do necessário

    Uma das maiores armadilhas financeiras do mundo é gastar quase todos os rendimentos para manter um estilo de vida. Conseguir dinheiro não leva ninguém à riqueza quando não há controle sobre dívidas e gastos. A meta é manter as dívidas baixas enquanto ainda é possível lidar com os pagamentos sem sufoco.

    Até o próximo post.

    Geral

    4 motivos que explicam a queda do dólar

    31 de janeiro de 2017

    Para quem acredita ou quer saber se a queda do dólar veio para ficar com o “Trumpismo” em ação lá pelas bandas dos EUA com efeito cascata pelo resto do mundo, vale a pena conferir:

    queda do dólar

    O diretor de câmbio da Wagner Investimentos, José Faria Júnior, destaca como primeiro fator para a forte queda da moeda o movimento iniciado ainda na sexta-feira com a divulgação de um PIB (Produto Interno Bruto) mais fraco que o esperado nos Estados Unidos. A maior economia do mundo cresceu 1,9% no quarto trimestre de 2016, contra expectativa de 2,2%. Com isso, começam a aumentar as chances do Federal Reserve não conseguir fazer as três altas de juros previstas para este ano.

    Dólar rumo a R$ 2,80 ?

    Mas é um segundo fator que leva o dólar a ter um movimento contrário no Brasil em relação ao resto do mundo: expectativas por captações. Na última semana, a Embraer captou US$ 750 milhões, com o volume total captado chegando a US$ 5,95 bilhões. Analistas já esperam por novas captações por parte da Braskem, Cemig, Vale e Gerdau, o que ajuda na entrada de dólares no país e derruba a cotação.

    Aliado a isso, o Banco Central deu continuidade a rolagem dos swaps que venciam em fevereiro, com o último lote de 14 mil contratos colocados para leilão nesta segunda. Com isso, a autoridade monetária rolou todos os US$ 6,4 bilhões que venciam em fevereiro. Para Faria, esta agenda de captações e os leilões do BC são dois fortes fatores que pressionam a cotação do dólar contra o real.

    Por fim, o quarto motivo é a “briga” mensal dos investidores para a formação da Ptax, que aumenta a volatilidade da moeda todo fim de mês. A Ptax será definida nesta terça-feira (31) e será a taxa usada para a liquidação de contratos de derivativos cambiais que vencem no primeiro dia de fevereiro, por conta disso, comprados e vendidos tentam levar o dólar para um patamar mais favorável para eles, o que costuma trazer volatilidade para o dólar.

    Para Faria, após o dólar romper os R$ 3,15 no fim da última semana, o mercado fica de olho no teste dos R$ 3,10. “A expectativa de recuperação do dólar por aqui na manhã de quinta-feira passada não se materializou. Recomendamos o início das vendas a partir do R$ 3,18, sendo que a chance de ver a moeda acima de R$ 3,20 agora se reduziu muito”, explica.
    infomoney.com.br/mercados/cambio/noticia/6077957/motivos-que-explicam-queda-dolar-para-mesmo-dia-negativo-bolsa

    Até mais.

    Geral, Livraria

    Dicas para economizar na compra do material escolar

    17 de janeiro de 2017

    Dicas para se planejar e ter as contas em dia

    A compra de materiais escolares costuma causar muitas preocupações para os pais. Como gastar menos e onde encontrar produtos bom boa qualidade? “Há um problema nessa hora é que a maioria dos brasileiros tem grande dificuldade em realizar boas negociações, em função da timidez e da ideia de que o preço do produto não pode ser alterado, mas se fizer as compras com planejamento e com tempo é possível economizar bastante”, explica Reinaldo Domingos, conforme explicado no artigo Como economizar na compra do material escolar.

    Fique esperto: material escolar em São Paulo tem variação de preços de até 457%, segundo uma pesquisa que o Procon-SP analisou o preço de 214 itens de material escolar.

    Para um mesmo produto, a variação chegou a ser de 457,14%. No caso, o produto é o lápis preto Natarja HB nº 02, fabricado pela CIS, que custa R$ 0,35 em dois estabelecimentos e R$ 1,95 em outro.

    A pesquisa foi realizada em dez estabelecimentos comerciais entre os dias 6 e 8 de dezembro de 2016, onde foram avaliados 214 itens de material escola em 10 papelarias diferentes de São Paulo. Todos os produtos são relacionados a determinados tipos de produtos: apontador, borracha, caderno, canetas esferográficas e hidrográficas, colas em bastão e líquidas, fita corretiva, giz de cera, lápis pretos e coloridos, lapiseira, marca texto, massa de modelar, papel sulfite, refil para fichários, régua e tesoura.

    A JB Papelaria, na zona leste da cidade, foi a que apresentou maior número de produtos com menor preço, um total de 146 itens. Por outro lado, a papelaria Universitária, no centro da cidade, apresentou somente seis de 132 itens com preço menor ou igual ao preço médio; o restante estava à venda por preços maiores.

    Em relação à mesma pesquisa realizada no ano passado, o Procon constatou um acréscimo de 12,97% no preço dos 168 produtos comuns às pesquisas. Entretanto, o IPC-SP (Índice de Preços ao Consumidor de São Paulo) referente ao período foi de somente 6,65%.

    Os valores apresentados no levantamento foram obtidos durante os dias em que a pesquisa foi realizada e, portanto, atualmente podem estar diferentes.

    Especialistas mostram como transformar essa tarefa de início de ano em um gostoso – e não tão caro – programa familiar:

    1- Faça uma caça aos materiais espalhados pela casa. Chame seus filhos para uma brincadeira, em casa mesmo, em que devem fazer uma caça a materiais que sobraram dos anos anteriores. “Vejam gavetas, armários, escrivaninhas e bolsas e procurem por itens que podem ser aproveitados,” diz Reinaldo Domingos, educador financeiro da DSOP.

    Faça deste dia uma oportunidade de começar a inserir a educação financeira em sua casa. Para animar as crianças, personalize os materiais velhos para que sejam reutilizados de uma forma que agrade à criança. “Faça um ‘caderno da família’, por exemplo, com as folhas que sobraram de vários outros. Imprima uma foto do gosto de seu filho, cole na capa e plastifique. É uma forma de ensinar a criança a não desperdiçar,” diz Domingos.

    2- Estabeleça prioridades financeiras que venham antes do material escolar. No mesmo dia, ou assim que possível, reúna toda a família e liste os sonhos que todos querem conquistar durante o ano.Juntos, vejam quanto custará realizar cada um deles e mostre para as crianças que a economia com o material escolar pode ajudar na busca pelos sonhos.

    “Se querem viajar, comprar um computador, uma bola, um Ipad, digam para a criança que uma parte será tirada do material. O ideal é que o sonho seja a prioridade delas,” afirma Domingos. Ainda que as duas dicas acima possam tomar um ou dois dias, “um dos segredos da compra bem sucedida é ter tempo,” diz.

    3- Ligue para outros pais e faça uma compra coletiva no atacado. Entre em contato, por telefone ou e-mail, com os pais de colegas se seus filhos. Se comprarem juntos, podem conseguir bons descontos. Há lojas que reduzem o valor total em 10% quando a soma passa de R$ 1 mil, por exemplo. Elejam um pai ou uma mãe com mais tempo livre – e que possa fazer isso com prazer – para ir à loja escolher os itens.

    4- Peça emprestado. Procure pais de crianças mais velhas, que possam emprestar seus livros usados ao seu filho. “Isso pode gerar uma economia brutal. Se conseguir cinco livros, de uma lista de 10, já será cerca de 50% de economia. Além disso, será uma oportunidade para você ensinar sua criança a cuidar do material do outro, no caso, o amiguinho,” diz o educador da DSOP.

    Além disso, muitas escolas fazem troca de materiais em boas condições entre pais com filhos em idade escolar diferente.

    5) Procure livros em sebos. Responsáveis pelos altos valores das listas escolares, os livros podem também ser adquiridos em sebos, a preços mais baixos.

    6- Negocie com a escola. Muitas vezes não é preciso comprar todos os itens da lista de uma só vez, já que diversos materiais serão usados ao longo do ano letivo. Caso exista essa possibilidade, verifique quais produtos deverão ser comprados primeiro.

    “Os preços dos materiais escolares tendem a cair no período pós-volta às aulas, então vale a pena considerar essa possibilidade”, afirma Odahyr dos Santos Junior, diretor interino do Procon de Jacareí (São Paulo).

    A sugestão de Domingos é de comprar apenas 50% ou um terço do que está na lista neste momento. “Ao invés de comprar o pacote de 500 folhas sulfite, compre o de 100, que já dá condições de seu filho começar a estudar.”

    7- Avalie a possibilidade de comprar pela internet. O último passo antes de ir para as lojas é avaliar sua real situação financeira. Se a família tem reservas, o melhor é comprar à vista, na loja, para tentar um desconto extra conversando com o vendedor e com o gerente.

    Se o orçamento estiver apertado, o parcelamento sem juros é a opção mais apropriada. Neste caso, pode ser mais interessante comprar pela internet, já que há empresas que vendem livros e materiais com desconto em suas lojas virtuais. Além disso, comprando online é possível economizar tempo e com estacionamento e combustível.

    8- Deixe seu filho em casa. O grande movimento das lojas pode não ser um lugar apropriado para crianças e sua presença geralmente acaba levando os pais a optarem por produtos mais caros e por vezes desnecessários.

    9- Planeje em quais lojas você irá. Pesquise na internet onde há mais de um comércio e não vá em bairros de classes muito altas. “Estabeleça pelo menos três lojas para ir e busque regiões com muitas delas. Onde tem concorrência, tem preço baixo,” diz Domingos.

    10- Verifique se a loja aproveita seu material usado. Procure saber se a loja que você escolheu tem promoções para quem levar materiais velhos, mas que não foram usados. Algumas delas dão descontos para o cliente que leva folhas em branco de cadernos usados, por exemplo.

    Na hora das compras

    11- Compare os preços dos materiais. Faça uma pesquisa nos principais comércios (bairro e região), já que as variações podem ser bem expressivas entre uma loja e outra. Dentro da loja, tenha paciência para encontrar os itens que valem a pena. “Os preços podem variar de 10% a 500% em uma mesma loja,” diz Domingos, da DSOP.

    12- Crie um relacionamento com o vendedor. Assim que entrar na loja, procure um vendedor e saiba o nome dele. Se não tiver escrito no crachá, pergunte. Seja educado e amigável. “Ao criar uma boa relação com quem está te atendendo, terá mais chance de encontrar os melhores produtos, com os melhores preços,” diz Domingos.

    Como os preços variam muito, diga ao vendedor que está em uma situação de economia e peça ajuda para encontrar os itens com melhor relação custo-benefício.

    13- Tenha em mente que marca não é tudo. Produtos de marcas desconhecidas podem ter boa qualidade e um preço mais acessível. Por isso, não compre os materiais levando em conta apenas a “grife”. Verifique a relação custo-benefício antes de tomar a decisão final.

    14- Busque a melhor forma de pagamento. Descontos podem ser obtidos nos pagamentos à vista, então negocie. A opção de pagar com cartão de crédito pode ser usada para obter uma extensão do prazo.

    15- Tome cuidado com as “falsas” promoções. Alguns estabelecimentos “mascaram” descontos e repassam o valor para outros produtos. Isso faz com que não haja benefício concreto no final.

    16- Compre apenas o necessário. Escolas não podem pedir itens de uso coletivo em suas listas, como papel higiênico, sabonete, grampos e clipes. Também não é permitido que exijam a compra de marcas e modelos de material em estabelecimentos específicos aos pais.

    17- Não peça desconto no caixa. “Ali, você já está pagando, então o funcionário do caixa provavelmente não te dará desconto,” diz Domingos, da DSOP. Pechince antes, com o vendedor e com o gerente.

    Após as compras

    18- Cuidado com o desperdício. Ao chegar em casa, mostre todo o material ao filho, mas entre os itens que ficam com ele, não dê tudo de uma só vez, caso você considere que ele não saberá administrar os materiais. Assim as chances de desperdício são menores.

    19- Faça um estoque de materiais durante o ano. Os preços costumam cair após a volta às aulas. Se possível, aproveite a temporada de promoções e compre lápis, cadernos, borrachas e outros tipos de materiais que estão sempre na lista e guarde para o ano seguinte.

    20- Poupe para comprar à vista no ano seguinte. Tente aplicar uma quantia na poupança, todos os meses, para as compras do ano seguinte. Assim, poderá conseguir descontos.

    Veja mais detalhes em:

    Vinte dicas para economizar na compra do material escolar

    Até mais.

    Geral

    Como renegociar as dívidas com o banco

    11 de janeiro de 2017

    Organizando as dívidas de maneira inteligente

    O endividado precisa se preparar antes de tentar um acordo. Conhecer seus direitos e saber qual a melhor forma de obter vantagens na conversa.

    Fim das Dívidas, Início da Liberdade Financeira

    Na renegociação de dívidas vale muito a pena pesquisar condições em outros banco. Trocar dívidas com juros maiores por juros menores.

    Todo começo de ano costuma ser um incentivo a mais para se livrar de dívidas como forma de começar o novo ciclo com o pé direito.

    Em um cenário ainda incerto sobre a recuperação da economia, especialistas recomendam a quem perdeu recentemente parte da renda familiar ou está inadimplente a buscar um acordo com os credores o quanto antes, evitando que a dívida vire uma bola de neve no futuro.

    Confira abaixo como obter uma boa negociação com o banco e conheça os seus direitos na hora de aceitar um acordo:

    Proponha um valor que você possa pagar

    De nada adianta negociar o valor da dívida, mas acabar aceitando uma proposta do banco que você não terá condições de pagar.

    O primeiro passo para fazer um bom negócio, portanto, é colocar no papel a renda mensal, já descontando os impostos e benefícios, e subtraindo desse valor os gastos essenciais, como os relacionados à casa, à alimentação e à saúde.

    Depois de fazer as contas, o consumidor deve cortar ao máximo as despesas supérfluas. O saldo que restou é o que deve ser proposto como pagamento mensal da dívida ao banco.

    Eventual renda extra, como o 13º salário, pode ser utilizada para abater o valor da dívida. Nesse caso, o consumidor pode pedir desconto por causa do pagamento antecipado das parcelas.

    Verifique se há a cobrança de taxas abusivas

    Antes de renegociar a dívida, verifique se o contrato do financiamento não contém irregularidades, como taxas de juros muito acima das praticadas pelo mercado. As taxas médias cobradas pelos bancos em cada modalidade de empréstimo podem ser consultadas no site do Banco Central.

    De acordo com Ronaldo Gotlib, advogado especializado em direito do devedor, neste caso a lei está do lado do consumidor. “Mesmo que o banco alegue que o consumidor tinha conhecimento da taxa no momento da assinatura do contrato,  ele pode alegar que não pesquisou como deveria em um momento de desespero, ou assinou o contrato sem entender qual era o valor.”

    O advogado ressalta que os juros de empréstimos mais caros, como os cobrados no cartão credito e cheque especial, que giram ao redor de 15% ao mês, podem ser sempre contestados na Justiça, ainda que estejam dentro da média do mercado. “Neste caso, o CDC protege o consumidor ao entender que estas taxas causam prejuízo considerável”.

    Caso haja alguma irregularidade, a pessoa deve denunciá-la aos órgãos de defesa do consumidor e ao Banco Central e utilizar isso como argumento na busca por um acordo com o banco. Dessa forma, será possível melhorar as condições do pagamento do débito.

    Pesquise as condições oferecidas por outros bancos

    É possível portar a dívida para outra instituição financeira que ofereça condições melhores de pagamento. Ao pesquisar taxas de juros, prazos e benefícios oferecidos por outros bancos é possível pressionar o credor para que sejam oferecidas condições semelhantes.

    Caso o acordo não avance, o consumidor deve efetivamente levar a dívida para outra instituição financeira. “A dica é ficar atento se as condições são, de fato, mais vantajosas ou se o novo banco apenas estendeu o prazo da dívida para fazê-la caber no bolso”, diz Gotlib.

    homem faz contas
    exame.abril.com.br/seu-dinheiro/como-renegociar-suas-dividas-com-o-banco

    Até mais.