[BITFRAUDE BREAKINGNEWS] BitConnect: Criptomoeda desaba 95% após fechar plataforma acusada de pirâmide financeira
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[BITFRAUDE BREAKINGNEWS] BitConnect: Criptomoeda desaba 95% após fechar plataforma acusada de pirâmide financeira

18 de Janeiro de 2018

Bitcoin: queda generalizada é lição para quem se empolgou

A BitConnect afundou de US$ 330 para menos de US$ 10 em poucos minutos

Enquanto todos olhavam para o bitcoin e outras grandes moedas digitais caindo mais de 20%, uma outra criptomoeda chamada BitConnect chamou atenção ao perder praticamente todo o seu valor. Isso ocorreu por conta de acusações de que o serviço que ela prestava era pirâmide financeira.

[BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Pirâmide financeira em João Pessoa com bitcoin

A BitConnect desabou 95%, passando de US$ 330 para menos de US$ 10 em pouco minutos, após a empresa anunciar que fechou as portas. A plataforma prometia o pagamento de juros de 1% ao dia para quem investisse na criptomoeda BitConnect, que seria usada para obter lucros com investimentos em Bitcoin.

Com o programa de empréstimos, os indivíduos poderiam depositar dólar ou Bitcoin em suas contas da BitConnect, onde então apostariam suas participações por juros diários por um período de tempo predeterminado. Quanto mais dinheiro o usuário bloqueia no empréstimo, maior o retorno diário e menos tempo em que o dinheiro ficaria congelado.

No anúncio sobre o encerramento, a BitConnect explicou que todo o saldo dos usuários foi convertido em BitConnect Coin usando a cotação de US$ 363,62 por moeda. Dessa forma, quem tinha saldo em dólares agora dispõe apenas de saldo em moeda virtual.

De acordo com a empresa, eles optaram por fechar a plataforma de empréstimo por conta das muitas acusações feitas na imprensa, além das notificações recebidas pelos estados americanos do Texas e da Carolina do Norte.

Até o próximo bit post!!!

4 Comments

  • Reply Marco Aurélio 23 de Janeiro de 2018 at 13:26

    Boa tarde,

    Espero que leiam o quanto antes este post e leve ele à sério… Está em andamento no momento um MEGA roubo de btc na plataforme Foxbit, acredito que tenha o envolvimento por parte da empresa. Parte das provas estou enviando as provas por e-mail, faça uma publicação sobre isso o quanto antes!!! Basta tentar acessar a plataforma que vão entender. Os btc estão sendo sacados da exchange e muitos já foram lesados, eles estão fazendo devagar para não chamar a atenção e manter o preço.

    POR FAVOR, emita um alerta a comunidade. Isso é muito SÉRIO!!!
    Não sei o quê pode ser feito, pois mesmo com o 2FA ativo eles estão conseguindo sacar.

    Att,
    Marco Pinto

    • Reply Vil Bro 13 de Março de 2018 at 13:31

      12 MAR, 2018 17H41
      FoxBit fora do ar: maior corretora de bitcoins do Brasil tenta explicar falha de R$ 1 milhão
      FoxBit emitiu comunicado e fez uma live no YouTube para explicar o que está acontecendo e quando eles voltarão

      Após soltar uma nota na manhã desta segunda-feira (12), os fundadores da FoxBit, uma das maiores exchanges do Brasil, realizaram um evento ao vivo para responder dúvidas de seus usuários sobre o que fez o sistema da empresa ficar fora do ar desde sexta-feira (9).
      Segundo o CEO da FoxBit, João Canhada, e o COO, Guto Schiavon, o problema teve início quando foram percebidos saques em duplicidade no sistema da exchange. Rumores apontam que isso começou a ocorrer na quinta-feira (8). A dupla informou mais cedo que o sistema deve permanecer fora do ar pelo menos até quarta-feira (14).

      Durante a “live”, os dois confirmaram que ocorreram cerca de 130 saques em duplicidade, totalizando algo em torno de 30 bitcoins perdidos. No valor atual, em R$ 31 mil cada moeda, seriam R$ 930 mil retirados de forma errada da plataforma da companhia. Na semana passada o valor do bitcoin chegou a R$ 35 mil, o que representaria mais de R$ 1 milhão.

      Segundo Schiavon, alguns investidores já se mostraram dispostos a devolver o dinheiro, mas, de qualquer forma, a FoxBit teria caixa proprietário para cobrir as perdas. “Este valor representa uma porcentagem ínfima do que temos”, ressaltou Canhada.

      Os dois explicaram que, constatada a falha, eles tiveram que realizar uma manutenção emergencial no sistema. Porém, ao fazer isso ocorreu um erro com o banco de dados da FoxBit. Em nota mais cedo, a empresa disse que esta falha corrompeu os índices do banco de dados da Blinktrade, a provedora de serviços deles. A exchange deixou claro que não foi um caso de ataque hacker.

      Sobre as ordens feitas em meio à falha, os dois fundadores disseram que assim que o sistema voltar a funcionar, antes de ser efetivamente colocar de volta no ar será feita uma análise de preços. Usando como base o índice do site BitValor, todas as ordens que estiverem 5% acima ou 5% abaixo do preço do índice serão canceladas.

      Usuários têm feito diversas reclamações sobre a falha, principalmente por conta da justificativa. É comum empresas terem um backup de seus sistemas para quando ocorrerem casos como este. Ou seja, se surgir uma falha, será rodada uma versão anterior salva do sistema, restaurando rapidamente a situação para o normal. No total, a expectativa é que a FoxBit fique fora do ar por 5 dias.
      infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/7327034/foxbit-fora-maior-corretora-bitcoins-brasil-tenta-explicar-falha-milhao

  • Reply bit fraude coin rumo ao pó 22 de Janeiro de 2018 at 11:20

    Bancos fecham contas de corretoras de criptomoedas
    20/01/2018 02h00

    A maior corretora de criptomoedas do país, a Mercado Bitcoin, entrou com uma ação para manter sua conta no Santander. É o terceiro banco privado a fechar as portas para a empresa, um movimento que pode inviabilizar seu modelo de negócios e de outras que atuam no mercado.

    Em 2015, o Itaú decidiu encerrar unilateralmente sua relação com a Mercado Bitcoin, que hoje tem mais de 1 milhão de clientes —o caso chegou ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), que deu razão ao banco. O Bradesco se recusou a abrir conta para a empresa.

    No fim de dezembro de 2017, o Mercado Bitcoin foi ao Tribunal de Justiça de São Paulo para reverter a decisão do Santander de fechar sua conta, onde recebe dinheiro dos clientes que compram bitcoins e outras moedas digitais.

    Procurada, empresa diz que não comenta “casos judiciais que estão em andamento”. No processo, porém, argumenta que se trata de “retaliação a um novo mercado que surge”, “pelo fato de que a comercialização de bitcoins pode diminuir consideravelmente” a margem de lucro do banco.

    Em 4 de dezembro, o Santander avisou que a conta seria fechada em 30 dias. Decisão liminar do TJ-SP ampliou o prazo para 90 dias. O banco ainda não respondeu à ação.

    Para advogados especializados no tema, a disputa é um sinal da profunda transformação que o mercado financeiro atravessa. Luciana França Zylberberg, do escritório CNSLZ Advogados, avalia que se os bancos fecharem as portas para as casas de criptomoedas, podem asfixiar essas empresas.

    “Há o risco de inviabilizar a negociação do bitcoin no Brasil. Elas utilizam o banco como meio de operação. O banco é o instrumento que permitiu o ganho de escala. Sem eles, a operação pode morrer”, diz. Ela vê um “lobby fortíssimo” contra o negócio de criptomoedas.

    JUSTIFICATIVA

    Para a Mercado Bitcoin, o Santander alegou “desinteresse comercial” quando justificou o encerramento da conta. A Folha apurou que o banco receia que parte do dinheiro tenha origem ilícita.

    De acordo com resolução do Conselho Monetário Nacional, bancos podem fechar contas desde que informem o motivo e avisem com antecedência, para que os recursos possam ser transferidos.

    “O banco tem autonomia para fechar a conta, já que precisa zelar pela origem do dinheiro, e tem o dever de encerrar a relação caso encontre indícios de uso fraudulento”, diz o advogado Fábio Braga, sócio do Demarest.

    Segundo Braga, a instituição pode ser responsabilizada criminalmente caso seja verificada movimentação escusa em contas de clientes. Mas se o fim do contrato for considerado injustificado, o banco teria que indenizar os prejuízos causados.

    “O banco não está dizendo que houve lavagem de dinheiro, é um indício, mas já é motivo para fechar a conta”, diz Leonardo Cotta Pereira, do Siqueira Castro Advogados.

    OUTRAS CORRETORAS

    A Mercado Bitcoin não foi a única com problemas. A CoinBR, com 120 mil clientes, já teve contas fechadas em Bradesco, Sicredi, Itaú e Santander.

    “Temos contas em vários bancos para que o cliente não precise pagar uma taxa para transferir o dinheiro”, diz Rocelo Lopes, fundador da CoinBR. “O fechamento de contas atrapalha a vida do cliente. Já tivemos casos de pessoas que perderam dinheiro e tivemos que ressarcir.”

    A CoinBR entrou com processos na Justiça contra o Itaú e contra o Bradesco. Uma decisão do TJ-SP de julho de 2016 determinou que o Itaú mantivesse a conta da corretora aberta.

    Segundo Lopes, dezenas de pessoas que negociam bitcoins tiveram as contas fechadas em bancos. “Estamos começando a operar com boleto bancário para resolver.”

    A Foxbit, que tem 400 mil clientes, foi notificada em agosto de 2017 pelo Banco do Brasil de que teria sua conta e a de seus sócios encerrada. Em setembro, entrou com ação contra o banco.

    Procurada, a Foxbit informou que não comentaria.

    O Banco do Brasil, em comunicado, diz que atua no “combate de qualquer tipo de ilícito.” “Quando identificadas eventuais incompatibilidades entre as informações prestadas pelo cliente (…) e as características em sua movimentação, o BB inicia reavaliação da manutenção do relacionamento negocial.”

    Procurados, Bradesco, Itaú e a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) não se pronunciaram sobre o assunto.

    OPERAÇÕES SUSPEITAS

    Tanto bancos como corretoras de criptomoedas têm a obrigação de denunciar ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras, do Ministério da Fazenda) qualquer operação suspeita que indique lavagem de dinheiro.

    Em uma circular de 2012, o Banco Central descreve 106 exemplos do que é considerado suspeito, incluindo “movimentação de recursos de alto valor, de forma contumaz, em benefício de terceiros”.

    O Mercado Bitcoin movimentou R$ 2,5 bilhões em 2017, e a Foxbit, R$ 1 bilhão no mesmo período.

    “Não sabemos por que estão fechando a conta [da Mercado Bitcoin], mas é possível que a corretora não dê o conforto do controle que o banco precisa para operar esse nível de recursos”, diz José Augusto Martins, sócio do Trench Rossi Watanabe.

    “Caso o banco seja punido, a penalidade é proporcional ao volume das operações. Então a multa pode ser muito superior ao retorno que o banco tem em manter esse clientes”, diz o advogado.

    O Banco Central afirma que “os bancos têm o dever de comunicar ao Coaf, que, por sua vez, elabora relatórios (…) e os encaminha para os órgãos responsáveis pela investigação”.

    http://m.folha.uol.com.br/mercado/2018/01/1951951-bancos-fecham-contas-de-corretoras-de-criptomoedas.shtml

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