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    Como é a profissão de corretor da Bolsa de Valores

    22 de outubro de 2021

    Como é a profissão de corretor da Bolsa de Valores
    Com demanda em alta, saiba como é a atuação desse profissional.

    O mercado de trabalho vive profundas transformações em meio à pandemia da Covid-19. Novas demandas surgiram e, para atendê-las, empresas e profissionais precisaram adaptar-se. Conhecer essas mudanças pode ser uma oportunidade para quem busca colocação ou reinvenção profissional.

    O corretor da Bolsa de Valores é uma das profissões que está em alta no país. As contratações com carteira assinada aumentaram 45,5% em agosto de 2021, na comparação com o ano anterior, segundo o levantamento realizado pelo portal Salário. O estudo considera o cruzamento de dados entre o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o e-Social e o Empregador Web.

    Ainda de acordo com o levantamento, a média salarial para o cargo no país é de R$ R$ 3.908,01, podendo chegar a até R$ 11.313,12. A cidade de São Paulo é o local que apresenta o maior número de vagas. Em seguida estão os municípios de Rio de Janeiro (RJ), Cajamar (SP), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG), nesta ordem.

    O crescimento da demanda por este profissional ocorre paralelamente ao aumento do interesse dos brasileiros por investir em produtos de ativos variáveis. De acordo com a B3, o número de investidores pessoa física aumentou 43% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2020. Em números, o total de cadastrados na Bolsa de Valores chegou a 3,8 milhões.

    Formação e atuação

    O corretor da Bolsa de Valores deve ter um amplo conhecimento sobre o mercado financeiro. Por isso, nesta área, costumam atuar profissionais graduados e pós-graduados em Economia, Ciências Contábeis, Administração, Ciências Atuariais e áreas afins.

    O papel do corretor é auxiliar investidores – tanto pessoas físicas, quanto empresas – a realizarem as operações mais compatíveis com seus objetivos, buscando o maior retorno financeiro e criando estratégias para minimizar os riscos.

    Além da formação superior, esta profissão requer habilidades como boa comunicação, domínio da língua inglesa, análise estratégica e aptidão para vendas. Também é preciso manter-se atualizado com as informações dos cenários político e econômico nacional e internacional, pois há diversos fatores que interferem diretamente no mercado financeiro.

    As oportunidades de emprego podem ser em corretoras de investimentos, bancos, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, agências de viagem, consultorias para empresas, dentre outros estabelecimentos. A Casa do Trader, por exemplo, reúne profissionais para orientar de forma específica os investidores que querem atuar com o day trade.

    O trabalho de um corretor envolve todo o suporte estratégico necessário ao investidor. Cabe a ele indicar o produto mais atrativo, conforme o perfil do cliente, o propósito com o qual é feito o investimento, em quanto tempo pretende-se realizar o resgate do dinheiro e como é composta a carteira desse investidor.

    Essa orientação profissional contribui para escolhas mais assertivas e minimizam o risco existente em todo tipo de investimento. No caso do day trade, ela mostra-se ainda mais essencial, tendo em vista que essa é a modalidade mais ágil da Bolsa de Valores e, também, uma das mais atrativas e arriscadas.

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    Renda extra: veja como a economia compartilhada pode te ajuda

    13 de outubro de 2021

    Renda extra: veja como a economia compartilhada pode te ajuda

    A economia compartilhada pode ser o melhor meio para você gerar renda extra

    Você se lembra da locadora de filmes? Inicialmente o comércio locava fitas e depois passou a locar DVDs, acompanhando a evolução da tecnologia. Com o tempo acabou se tornando obsoleto pela pirataria e, futuramente, plataformas de streaming. Mas não pense que esse tipo de negócio acabou! Ele segue firme em suas várias alternativas. 

    Uma pesquisa feita em 2018 pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) mostrou que 87% dos consumidores afirmam que a economia compartilhada é positiva para a vida das pessoas.

    No texto de hoje você entenderá melhor como a economia compartilhada – também chamada colaborativa – pode ser uma boa alternativa de renda extra para você.

    O que é a economia compartilhada 

    A ideia da economia compartilhada surge a partir da conscientização do consumo e de que não devemos buscar lucro a todo custo sem nos preocupar com o impacto social que esse comportamento causa. 

    A economia compartilhada é simples: em vez de fazer a aquisição do produto ou serviço, você pode emprestar, alugar ou comprar de outra pessoa.

    Uma pesquisa da consultoria PwC estima que, até 2025, a economia compartilhada deverá gerar mais de US$300 bilhões em novos negócios. 

    Quais os benefícios da economia compartilhada 

    A economia compartilhada tem inúmeros benefícios! Veja-as abaixo:

    Inclusão financeira: a economia compartilhada gera oportunidades às classes mais pobres, que antes precisava priorizar produtos ou serviços – ou nem tinha acesso a quase nada; 

    Crowdsourcing: a contribuição coletiva para solucionar problemas, especialmente da baixa renda, certamente é uma das maiores vantagens da economia compartilhada;

    Movimentação na economia familiar: aqueles apetrechos que não usa mais em casa poderão se tornar renda extra e até ajudar a sair das dívidas! Você poderá investir esse dinheiro ou doar para uma instituição de caridade, por exemplo.

    Cadeia de atendimento: exemplos disso são os bancos 24h, escritórios de coworking e aplicativos de entrega;

    Reduzir impactos negativos no meio ambiente: você começará a alugar uma bicicleta ou um patinete, por exemplo, deixando o carro apenas para os fins de semana;

    Incentivo ao consumo sustentável: isso envolve o tópico acima, mas também o consumo físico. Aqui podemos acrescentar os produtos usados, tanto na venda como na compra. Isso também vale para as plataformas de streaming, que ajudaram na queda da produção de plástico, por exemplo;

    Fortalecimento de comunidades: como na captação de serviços entre freelancers, por exemplo; 

    Melhora de produtos e serviços: a competitividade aumenta, fazendo com que as empresas precisem melhorar os seus produtos e serviços;  

    Experiência de consumo de ponta a ponta: considerando a opção anterior, como as empresas estão competindo entre si, você terá a oportunidade de escolher a melhor de acordo com suas prioridades;

    Serviços baratos e acessíveis: a ideia principal da economia compartilhada é exatamente essa! Trazer um serviço que antes era bem mais seletivo e abrange agora muito mais classes sociais; 

    Trabalho profissional qualificado: com a melhora dos serviços e a competitividade, o trabalho profissional acabou ficando mais qualificado, o que, para os consumidores é excelente.

    Como ela pode te ajudar a ter renda extra 

    A economia compartilhada funciona baseada em benefícios mútuos. Separamos algumas opções famosas mundialmente:

    Transportes e viagens 

    Pesquisa do Guia Bolso mostrou que apps de transporte consomem até 10% do orçamento dos brasileiros! Ou seja, a economia compartilhada por meio dos aplicativos de transporte pode ser um excelente negócio para você.

    Nos exemplos famosos de transporte temos a Uber e a 99 como alternativas ao táxi, mas também o BlaBlaCar para distâncias mais longas. 

    O CNDL também mostrou que 65% dos brasileiros preferem solicitar corridas com um app ao invés de ter um carro próprio – dentre os motivos estão os altos custos com combustível, estacionamento e manutenção.

    Outro meio para quem não dirige é a economia compartilhada para viagens, como Airbnb e Couchsurfing. O primeiro é o aluguel do imóvel todo (ou apenas o quarto, por exemplo), o segundo acaba sendo algo bem mais simples, mas gratuito! 

    Serviços colaborativos 

    Se você não dirige e nem tem um imóvel ou cômodo para alugar, pode tentar outros meios para conseguir uma renda extra, dentre eles está a DogHero. Nessa plataforma você se conectará com donos de pets que precisam deixar seus bichinhos com alguém de confiança, ou seja, você será um cuidador.    

    Venda de produtos que você não usa mais 

    Parece óbvio, mas não é. Sabe aquela esteira que você comprou prometendo a si mesmo que usaria diariamente? Pois bem! Está sendo usada como cabide há anos! Mas não seja por isso, se ela estiver funcionando normalmente, poderá se transformar em dinheiro para você. Como? Há muitos lugares para isso! Vamos aos mais famosos: OLX, Enjoei, Elo7, Mercado Livre, Marketplace e Shoppe.

    Aluguel de produtos 

    Se você não quer se desfazer de produtos que utiliza, pode então alugá-los! Dá para se fazer bastante renda extra com itens que usamos de vez em quando. Como o que? Vamos a alguns exemplos:

    • Câmera GoPro
    • Drone
    • Mala de viagem
    • Vestido de festa
    • Decoração de festa
    • Ferramentas 
    • Jogos de videogame
    • Carros diferenciados, como Fusca ou Chrysler – para casamento. 

    Criatividade nas finanças 

    Estamos passando pelo momento pós-pandemia, então muita coisa tem sido novidade às pessoas, especialmente no Brasil. Nos encontramos em meio a uma grande crise, então é preciso criatividade nas finanças pessoais. A começar pelo planejamento financeiro. Por ele você vai basear todos os seus gastos: o que entra e o que sai, e isso é de extrema importância.  

    Baseado em tudo o que dissemos anteriormente, comece trocando as viagens de carro pelos transportes de app, assim economizará com IPVA, estacionamento, manutenção, entre outros. Vai fazer uma grande viagem? Alugue o carro.

    Deixe as hospedagens caras em hotéis para trás e opte pelo Airbnb. 

    Não tem com quem deixar seu pet? O hotelzinho pode pesar no bolso, então o DogHero pode te salvar.

    Considerações finais 

    Vimos que a economia compartilhada surgiu há décadas e veio para ficar! Sendo aprimorada a cada ano, ela está se ampliando e incluindo mais pessoas, o que é incrível. Você já consome algum serviço desse meio? Qual o seu favorito? Deixe nos comentários!

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    Poupança tem garantia do Fundo Garantidor de Crédito

    12 de outubro de 2021

    Porquinho da poupança

    Antes de fazer qualquer tipo de investimento, muitos se perguntam sobre as garantias que uma determinada aplicação pode oferecer. O que é uma prática correta, afinal, todo conhecimento deve ser considerado anteriormente a alocação do capital.

    No caso da caderneta de poupança, existe a proteção do Fundo Garantidor de Créditos, conhecido pela sigla FGC. Além da poupança, essa mesma instituição também protege o dinheiro de quem investe em outras aplicações, como as Letras de Câmbio, CDBs, LCAs e LCIs.

    Ao contrário do que alguns poderiam pensar, a proteção da poupança não parte do governo. A seguir, você confere mais detalhes sobre o Fundo Garantidor de Créditos.

    O que é e como funciona o FGC?

    Pelo que falamos inicialmente, já dá para ter uma ideia, mesmo que superficial, do objetivo principal do FGC. Mas, a sua definição pode não ficar muito clara. Então, vamos lá! 

    O Fundo Garantidor de Créditos é uma associação privada e que não possui fins lucrativos. De modo geral, o Fundo é uma forma de administrar um montante que sirva de proteção para os investidores e correntistas. Ou seja, em casos extremos e conturbados, como a falência ou o fechamento de uma instituição financeira que esteja vinculada a ele, o FGC se compromete em arcar com até R$250 mil em depósitos ou créditos.

    Mas, como o FGC tem dinheiro para isso? Essa é uma dúvida super relevante e que explicaremos mais a frente. 

    Resumindo o processo, caso um banco venha a decretar falência, os investidores que têm o capital aplicado na instituição, consequentemente, ficam com o seu patrimônio comprometido. Afinal, se a organização faliu, não há dinheiro para devolver a ninguém. É aí, que o FGC entra em cena.

    Quando as instituições associadas ao Fundo Garantidor de Créditos se veem em circunstâncias como a anterior, podem destinar aos seus investidores a garantia de até R$250 mil por CPF. Isso mesmo, este é um benefício destinado apenas para investidores Pessoa Física. 

    Então, se o indivíduo aplicou menos ou exatamente o limite de reembolso do FGC, ele recebe o valor total. Caso contrário, ele recupera apenas os R$250 mil do que foi investido no título de Renda Fixa. 

    Vantagens oferecidas pelo FGC

    Claro que uma garantia como essa possui vantagens e a primeira delas é o fato de promover uma segurança maior ao investidor. Ou seja, ele aplica o seu capital com mais confiança, calma e evita agir por impulso em alguma situação adversa. 

    Um movimento como este também é propício para as instituições financeiras. Afinal, a probabilidade de existir mais dinheiro à disposição dela é maior e, como resultado, os bancos conseguem ter mais liquidez e capital disponível para realizar empréstimos.

    Outro ponto positivo da garantia proporcionada pelo FGC é a interrupção de sucessivas quebras ou falências de instituições financeiras. Em outras palavras, por proteger os investidores de casos extremos, o Fundo consegue controlar que eventos como esse venham a impactar a economia de famílias ou empresas.

    Nesse sentido, a presença do FGC oferece uma espécie de estabilidade e solidez bastante significativa para o sistema financeiro e para a economia do Brasil.

    Quais são as instituições associadas ao FGC?

    Existe um número satisfatório de intuições brasileiras que, atualmente, estão associadas ao Fundo Garantidor de Créditos. Veja, a seguir, cada uma delas:

     

     

    Como o FGC consegue pagar os investidores?

    Para que o Fundo Garantidor de Créditos consiga arcar com a garantia proposta, ele conta com instituições associadas que repassam, mensalmente, uma parte das suas contas para a manutenção do Fundo. Sendo assim, elas depositam os valores equivalentes ao volume de depósitos e aplicações que tiveram.

    Como acontece em qualquer Fundo, no momento em que é alcançado o patamar correspondente a 2% do total de aportes, as contribuições perdem o caráter obrigatório. O que é o caso do Fundo Garantidor de Créditos. Sendo assim, a partir de 2006, a contribuição exigida pelo FGC mudou de 0,3% para 0,15% ao ano do volume de depósitos de cada instituição associada.

    Considerações finais

    Como vimos até aqui, o Fundo Garantidor de Créditos é um benefício restrito a alguns investimentos e apenas para investidores Pessoa Física. Além disso, pode ter um papel fundamental em cenários de crise de instituições financeiras associadas a ele.

    Ah! E não pense que o FGC é algo presente apenas no Brasil. Na realidade, uma instituição como essa marca presença na grande maioria dos países mundo a fora. Vale ressaltar que também não é um privilégio de economias desenvolvidas, afinal, algumas nações que ainda caminham para alcançar o progresso, já contam com associações como o FGC.

    Este post foi escrito especialmente para o Defenda seu dinheiro e é uma iniciativa para desmitificar o financês e o economês. Saiba mais em: https://www.dificio.com.br.

    Convidados

    Quais são os principais motivos para solicitar um empréstimo

    3 de setembro de 2021

    Existem algumas situações nas quais sem você esperar, pode surgir a necessidade de ter em mãos uma quantia de dinheiro muito acima da sua realidade. 

    Por conta de ultrapassar os limites do orçamento e ser algo emergencial, a única solução será a solicitação de um empréstimo pessoal. 

    O receio de grande parte das pessoas é que ao recorrer a um empréstimo online, a situação poderia ser contornada de outra forma. Porque pegar um crédito necessita de um bom planejamento financeiro, além de cautela e conhecimento.

    Infelizmente, em casos emergenciais e inesperados são difíceis de serem previstos e a forma viável de resolver a questão é solicitar o empréstimo pessoal. Contudo, quando de fato é preciso recorrer a um empréstimo? Como saber quais finalidades se fazem necessárias?  

    É exatamente pensando nisso que criamos esse artigo para você saber de antemão quais situações são necessárias para recorrer a um empréstimo online. Afinal, sem uma finalidade certa o empréstimo pessoal poderá virar uma dor de cabeça.  Que tal continuar conosco?

    Pegar um empréstimo vale a pena?

    Sim, pegar um empréstimo pessoal vale a pena. Mas é necessário refletir sobre o real objetivo ao solicitar esse dinheiro.

    Então, antes de tomar qualquer atitude, faça um planejamento financeiro considerando todas as suas despesas e receitas. Depois com essa planilha, reflita sobre todas as opções viáveis antes de sair buscando um crédito.

    Lembre-se que solicitar um dinheiro para gastar com coisas supérfluas pode piorar a sua situação financeira. Mas não se preocupe, vamos te ajudar a separar o joio do trigo! 

    Veja principais motivos para solicitar um empréstimo

    Os principais motivos para solicitação um empréstimo online são:

    • Dívidas impossíveis de serem quitadas;
    • Você não está conseguindo pagar as contas do mês;
    • Situações emergenciais;
    • Investir no seu conhecimento;
    • Iniciar seu próprio negócio.

    Quitar dívidas com juros altos

    Se você tiver dívidas, uma boa opção é fazer uma troca de uma dívida cara por uma mais barata. Ou seja, solicitar um empréstimo online com taxas de juros bem mais acessíveis e baixas. 

    Antes de bater o martelo, pesquise e compare as diversas modalidades de crédito, além das instituições financeiras existentes. E, claro, não se esqueça que seu planejamento financeiro é muito importante para essa tomada de decisão.

    Quando está com o orçamento comprometido

    Sabemos que para muitas pessoas a pandemia foi devastadora no setor econômico. Ainda que você tenha uma reserva emergencial, se você está desempregado, certas contas básicas como alimentação, energia, água e aluguel já não conseguem ser mais supridas por aquele dinheiro guardado.

    Nesse momento, solicitar um empréstimo pessoal pode ser a única solução para você ter um fôlego e conseguir, inclusive, ter um pouco da sua saúde mental restabelecida para conseguir recolocação no mercado de trabalho.

    Arcar com gastos inesperados

    Alguém da sua família precisa fazer uma cirurgia de emergência e você não tem dinheiro guardado. Surgiu um imprevisto com a sua residência e você precisará fazer um reparo. 

    Situações como estas podem ocorrer e se os custos forem altos, provavelmente você não terá como arcar. Pedir um empréstimo pessoal é uma ótima opção para resolvê-las.

    Para os estudos

    Quando o assunto é investir na sua carreira profissional, solicitar um empréstimo online deve ser visto como algo positivo e não simplesmente como uma despesa desnecessária. 

    Pode ser que no começo seja mais uma dívida para quitar. Porém, pense que a longo prazo essa “dívida” renderá frutos, inclusive, no seu poderio econômico. 

    Para empreender

    Caso você tenha uma meta definida e um plano de negócios bem sedimentado, solicitar um empréstimo online pode ser a solução para iniciar a sua empresa ou fazer ela crescer.

     Assim como investir nos seus estudos não tem “preço”, o mesmo lema pode ser usado pensando no seu empreendimento. 

    De olho nas taxas

    Nem todas as taxas de juros são iguais. Por isso, é importante que você faça uma simulação de empréstimo em várias organizações financeiras antes de assinar um contrato. Dessa maneira, será possível comparar as modalidades existentes, as taxas, a condições para pagamento e o custo efetivo total. 

    Depois que você tiver em mãos todas essas informações, será mais fácil saber qual empréstimo pessoal tem mais a ver com o seu perfil e defini-lo.

    Cuidados a serem tomados

    Nem tudo é um mar de rosas. Lembre-se que apesar de todos os motivos listados acima para solicitar um empréstimo pessoal, são necessários alguns cuidados antes de fechar um contrato! 

    • Primeiro, tenha certeza de que a instituição financeira tem cadastro ativado no Banco Central. Basta acessar o site do Bacen e com o CNPJ da financeira em mãos, você consegue saber a quão idônea é a empresa;
    • Se você for fazer o empréstimo online, confirme se o site da fintech possui certificado de segurança (aparecerá uma mensagem de alerta, além de um cadeado na parte inferior da página);
    • Análise o que os clientes estão falando nas redes sociais da instituição financeira que você está pensando em escolher. Procure pesquisar também em sites como Reclame Aqui;
    • Não pague parcela alguma antes de ter recebido o dinheiro em sua conta.

    Não se esqueça do planejamento

    Existem muitos motivos importantes a se considerar antes de fazer a solicitação de um empréstimo pessoal. Mas não se esqueça que sem planejamento financeiro e foco, o seu tiro pode sair pela culatra. Faça todo o processo seguindo as nossas dicas e tenha cuidado.

    E aí, conta para gente o que você considera mais desafiador para bater o martelo de um empréstimo? Deixe nos comentários abaixo para sabermos mais!

    Sobre o Juros Baixos

    Há mais de 5 anos no mercado, o Juros Baixos é uma fintech que atua oferecendo soluções financeiras através de um marketplace de crédito e plataforma de bem-estar financeiro.

    Se quer ter acesso a mais conteúdos sobre educação financeira, não deixe de conferir o blog Juros Baixos e nosso canal no Youtube.

    Convidados

    Por onde começar a poupar

    6 de agosto de 2021

    Por onde começar a poupar

    Poupar pode trazer não apenas mais tranquilidade financeira, como resultados para a sua saúde.

    Para fazer um planejamento financeiro pessoal, você precisa seguir algumas estratégias simples. Mas, por meio delas, pode se tornar bem mais simples poupar.

    Mas, além desse planejamento, é preciso ter disciplina. Lidar com dinheiro significa resistir o tempo todo a “tentações de compra”.

    Então, é essencial definir metas e se esforçar para alcançá-las, seguindo o plano estabelecido. Confira tudo que abordamos sobre o assunto ao longo deste conteúdo.

    Finanças pessoais e importância do planejamento

    Cuidar das finanças pessoais vai bem além do dinheiro. Se analisar de perto, você vai perceber que sua saúde financeira afeta diretamente seu bem-estar e saúde mental.

    Você já perdeu o sono por causa de uma dívida? Se sentiu mal no fim do mês, quando as contas não fecharam?

    Isso tudo mostra como é importante ter atenção ao orçamento. Não só para garantir que você consiga comprar, mas para que sua saúde não seja prejudicada.

    Por isso também é tão importante fazer o planejamento das finanças. Com um plano cuidadoso, fica mais simples ter controle do seu dinheiro e evitar dores de cabeça.

    Inclusive quando o assunto é poupar. Se você planeja o quanto economizar por mês, por exemplo, terá mais facilidade de atingir sua meta do que se economizar “apenas o que sobrar”.

    Como organizar seu orçamento pessoal

    Para planejar seu orçamento, é preciso definir prioridades. Podem ser prioridades o pagamento de dívidas, ou então a compra de um bem mais caro.

    A partir daí, fica mais simples entender o que será preciso fazer para alcançar esses objetivos. Pode ser cortar gastos, ter uma nova renda, mudar formas de investimento e por aí vai.

    Inclusive, há casos em que pode ser interessante obter um empréstimo e pagar todas as dívidas em aberto. Assim, você terá apenas um débito, o empréstimo, e o controle do orçamento será facilitado.

    Planejamento, metas e objetivos

    Como contamos, planejar as finanças inclui definir metas e objetivos para o seu dinheiro. Dessa forma, torna-se possível pensar estratégias para fazer o melhor com suas finanças.

    As metas e objetivos também são importantes para personalizar o que você precisa. Isso porque, não é porque uma estratégia deu certo com um indivíduo, que ela é a perfeita para você.

    Existem várias formas de cuidar das finanças. Então, entender o que você precisa delas descomplica fazer isso.

    Como começar a poupar

    Na hora de economizar e fazer uma poupança, basta seguir um passo a passo simples. São cuidados que vão facilitar seu planejamento e execução para guardar dinheiro. Veja abaixo.

    Entenda seus gastos

    A primeira coisa a se fazer para poupar é entender seu orçamento hoje, incluindo renda e gastos.

    Ou seja, saiba o quanto você tem de renda líquida. Depois, anote seus gastos mensais, aqueles rotineiros. Como a conta de energia elétrica, de água, de telefone, aluguel e outros.

    É importante anotar esses gastos fazendo uma média. Por exemplo: muito provavelmente sua conta de luz varia bem entre os meses. Faça uma média dos últimos três meses e estabeleça esse valor no seu planejamento.

    Com esse entendimento do quanto você recebe e normalmente gasta, será hora de estipular os gastos esporádicos. Como aquela saída com os amigos, uma compra extra no supermercado, o gasto na padaria e mais.

    Entenda que, novamente, você deve fazer uma média do que gastou nos últimos meses. Esse primeiro levantamento é apenas para entender como andam suas finanças hoje.

    Anote possíveis modos de economia

    Depois de entender sua vida financeira, será hora de planejar economias. Com tudo anotado, você terá mais facilidade em compreender onde gasta mais do que precisa e quais são seus gastos supérfluos.

    Imagine que você tem um pacote completo de TV a cabo, com 300 canais. Mas você realmente liga a TV apenas aos finais de semana, e são raras as vezes em que encontra algo que quer assistir. O gasto com a TV a cabo é mesmo necessário? Provavelmente não, certo?

    E não precisa ser algo tão extremo assim. Talvez você possa economizar com o delivery de comida e começar a fazer suas próprias refeições. 

    Cozinhar é um hobby prazeroso para muita gente, e se você não sabe como preparar nada, basta acessar tutoriais na internet. Vários canais no YouTube ensinam o passo a passo de receitas deliciosas.

    Você também pode economizar no que é supérfluo, como dissemos antes. Você precisa mesmo tomar café na padaria todos os dias? Tem mesmo que levar seu pet no pet shop mais caro do seu bairro? Precisa de verdade comprar determinada marca de massa de tomate, sendo que outra tem a mesmíssima qualidade e é mais barata?

    São perguntas que você pode resistir em responder “não”, mas é necessário. Muitas vezes gastamos com coisas pensando “eu trabalhei para isso, eu mereço”. Claro que merece, mas fazer uma boa poupança vai trazer frutos, que podem ser bem melhores do que esses gastos “bobos”.

    Procure renda extra

    Outra dica para poupar é fazer uma renda extra. Porque, se você tiver mais dinheiro, vai poder manter seu padrão de gastos com sua renda rotineira, e então acumular esses novos valores.

    Claro, o ideal é unir renda extra e as economias que dissemos para você fazer no tópico anterior. Mas se isso não for possível, o dinheiro a mais pode ser suficiente.

    Você pode começar a vender produtos de beleza, por exemplo. Pode fazer bombons, doces ou salgados, e vender para as pessoas. 

    A sugestão é parar para avaliar no que você é bom e o que pessoas que você conhece podem querer comprar. Isso vai facilitar o início do processo de vendas.

    Você ainda pode vender itens que tem em casa e não usa de forma alguma. Ou pode ainda conseguir um trabalho freelancer, os famosos “bicos” para complementar a renda.

    Considerações finais

    Agora você já sabe: poupar requer planejamento, organização e disciplina. Definindo metas e cumprindo suas estratégias, fica mais simples guardar dinheiro.

    E estes dinheiro poderá servir para diferentes objetivos. Como para a compra de um bem “maior”, mais caro, como um imóvel; até para emergências. 

    Assim, se um imprevisto acontecer, em vez de precisar obter um empréstimo, você terá uma reserva para utilizar. É algo que traz tranquilidade financeira e maior bem-estar, pois você diminui suas preocupações com o orçamento.

    Convidados

    Tecnologias que facilitam a organização financeira

    5 de julho de 2021

    Tecnologias que facilitam a organização financeira
    A tecnologia pode ser uma grande aliada da sua organização financeira. Confira algumas ferramentas que visam facilitar a gestão do seu orçamento.

    Organizar as finanças é um passo importante para quem deseja alcançar grandes realizações. Para muitos consumidores, no entanto, trata-se de uma tarefa complicada, que demanda tempo e paciência, cada vez mais raros. E é aí que a tecnologia pode ajudar. 

    Neste artigo apresentaremos diferentes ferramentas tecnológicas capazes de tornar a gestão financeira muito mais simples e rápida. Confira a seguir.

    Por que usar a tecnologia na organização financeira?

    O principal motivo é que as nossas vidas estão se tornando cada vez mais complexas, com novos produtos e serviços surgindo a todo momento. Quem antes pagava três ou quatro contas regulares, como água, luz e fatura de cartão, agora se vê diante de uma variedade maior de boletos e faturas todo mês.

    É muito comum, por exemplo, que os consumidores atuais possuam mais de uma conta bancária e mais de um cartão de crédito. Se por um lado isso significa acesso a mais bens e serviços, por outro, significa mais trabalho para quem deseja organizar a vida financeira.

    E nessa tarefa a tecnologia pode ser de grande ajuda. Falaremos a seguir de ferramentas tecnológicas recentes, ou nem tão recentes assim, que podem facilitar a gestão do seu dinheiro, a sua forma de consumir e a compreensão de como funciona o seu orçamento. 

    Lembrando que a organização financeira é de suma importância para quem deseja sair das dívidas e poupar dinheiro, de modo a adquirir um patrimônio muito desejado ou fazer investimentos.

    Ferramentas que podem te ajudar

    Contas e carteiras digital

    As contas digitais representam muito menos burocracia e muito mais conforto para os consumidores. Através de um smartphone ou outro dispositivo eletrônico com acesso à internet, o consumidor pode, com alguns cliques, realizar operações que antes só podiam ser feitas numa agência bancária. É possível conferir saldo e extrato, fazer transferências, pagar boletos, fazer investimentos, contratar crédito, etc.

    As carteiras digitais funcionam de forma semelhante, mas servem principalmente para fazer compras e pagamentos de forma rápida e segura. Também conhecidas como e-wallets, elas já fazem bastante sucesso entre os brasileiros.

    Essas carteiras são usadas para pagar os mais diversos produtos e serviços, como compras online, serviços de aplicativo, contas de água, luz e telefone, etc. Elas são integradas às contas bancárias ou aos cartões dos consumidores, que podem usá-las para fazer pagamentos apenas com o smartphone.

    Contas e carteiras digitais são ferramentas seguras, que usam tecnologias avançadas de segurança, como criptografia, biometria e comando de voz. Os seus usuários devem apenas tomar os cuidados normais para qualquer serviço eletrônico. Os principais são:

    • Escolher senhas únicas e difíceis de serem descobertas
    • Não compartilhar as informações da conta
    • Não deixar a conta aberta em qualquer lugar
    • E ter um bom antivírus.

    Planilhas e aplicativos financeiros

    Manter um documento com todas as suas informações orçamentárias é importante para entender o funcionamento das finanças pessoais e, assim, eleger prioridades de gasto, poupar dinheiro e não se perder em dívidas.

    Antigamente, isso era feito de forma manual, num caderno ou agenda, o que acabava deixando o planejamento confuso. Felizmente, hoje já existem diversas tecnologias que podem ser usadas para organizar o orçamento. 

    A mais básica são as planilhas eletrônicas, como o Excel, que já ajuda muito a classificar diferentes tipos de gastos e despesas, e também a fazer as contas.

    Além disso, também existem aplicativos mais específicos. Esses apps de organização financeira disponibilizam ferramentas muito interessantes, como avisos de gastos excessivos, atualização automática das despesas, uso de hashtags, etc. Como são usados no smartphone, os consumidores já não podem dizer que falta tempo para organizar as finanças.

    Plataformas online de comparação

    O crédito é uma parte importante da nossa vida financeira. Independente do tamanho da sua renda, serviços como empréstimos, financiamentos e capital de giro são úteis para adquirir bens de grande valor e aumentar o seu patrimônio.

    Antigamente, era mais complicado ter acesso a esses serviços de crédito, devido à burocracia das instituições de crédito convencionais. Felizmente, já existem diversas fintechs (empresas inovadoras do setor financeiro) que disponibilizam ferramentas avançadas de simulação, comparação e análise de crédito.

    A simulação online de empréstimo ajuda o consumidor a entender as condições do crédito, como valor das parcelas e Custo Efetivo Total (CET). As plataformas de comparação possibilitam ao consumidor comparar diferentes opções de crédito e encontrar a mais adequada para cada situação financeira.

    O empréstimo online, quando é oferecido por empresas confiáveis, é muito mais rápido e fácil de ser contratado que os empréstimos convencionais, além de ser um serviço seguro.

    Importância do planejamento financeiro

    O planejamento financeiro não é importante apenas para empresas ou pessoas ricas. Ele é uma ferramenta que todo consumidor pode usar para ter controle sobre seu dinheiro e para realizar sonhos, em vez de sofrer com pesadelos. 

    Embora pareça complicado, planejar as finanças pessoais traz grandes resultados, como se livrar e negociar dívidas altas que colocam o consumidor na situação de negativado. 

    Além disso, é possível começar uma poupança, mesmo reservando uma quantia pequena do orçamento mensal. Por fim, um grande benefício do planejamento financeiro é ter uma base sólida para começar a investir, seja na aquisição de um imóvel, em títulos de renda fixa ou até no mercado de ações.

    Educação financeira constante

    Conteúdos como esse que você acabou de ler são importantes para expandir o conhecimento sobre temas financeiros. A boa notícia é que no blog do Juros Baixos, você pode encontrar muitos outros conteúdos semelhantes, tratando de questões como crédito, planejamento financeiro, economia, novidades financeiras, bancos, fintechs, etc.

    Além disso, também postamos vídeos regularmente no nosso canal do YouTube. Eles são uma forma didática e divertida de colocar a educação financeira em dia.

    Convidados

    90% dos brasileiros nunca tiveram acesso a educação financeira

    21 de junho de 2021

    90% dos brasileiros nunca tiveram acesso a educação financeira

    A importância da educação financeira e a introdução de crianças em finanças pessoais

    A educação financeira é um tema que não chega a ser recorrente na própria cultura brasileira.

    Ausente nas grades curriculares das instituições de ensino, também não está presente com frequência necessária no âmbito doméstico.

    De acordo com pesquisa da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, 42% da população brasileira tem alguma aplicação financeira.

    Portanto, quando se trata sobre finanças, o Brasil ainda tem muito o que aprender e evoluir.

    Uma pesquisa realizada pelo Instituto Axxus em capitais do Brasil contou com cerca de 700 responsáveis analisando as reações de crianças que recebiam educação financeira e as que não tinham sequer contato com o assunto.

    Uma média de 90% dos adultos entrevistados nunca aprendeu a administrar o próprio dinheiro, nem em casa e nem na escola.

    Além disso, 43% das crianças que não têm acesso à educação financeira reagem mal quando os pais negam alguma coisa. Por esses e outros motivos, a pesquisa reforça a importância da educação financeira no Brasil.

    BRASIL X MUNDO

    Alguns países têm o ensino de educação financeira como prioridade em suas nações desde a educação infantil. Como é o caso da Finlândia, que passou por uma das maiores revoluções no ensino público em todo o mundo.

    Segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a ONU, o sistema de educação Finlandesa ocupa o primeiro lugar.

    O sistema educacional na Finlândia é completamente gratuito. Ademais, a carreira da magistratura é uma das mais valorizadas e prestigiadas no país, por que a educação para os finlandeses faz parte da cultura.

    A Finlândia, assim como outros países melhor desenvolvidos como a Noruega, Dinamarca, Suécia, Israel e Canadá são os que mais investem em educação financeira infantil.

    De acordo com a OCDE, a alfabetização financeira deveria ser obrigatória no currículo escolar das crianças. Já que faz parte das noções básicas de desenvolvimento para uma sociedade justa e igualitária.

    Afinal, a importância da educação financeira na base educacional vai muito além do individual. O impacto da alfabetização financeira ainda na infância é responsável por mudanças no desenvolvimento do indivíduo e, a longo prazo, da sociedade.

    A CRIANÇA PODE TER MESADA?

    A melhor maneira de começar a ensinar crianças a lidar com dinheiro é a prática. Por isso, quantias dadas mensal, semanal ou diariamente ajudam na hora da criança lidar com dinheiro e ter noções básicas de custo e economia.

    Elas também devem aprender que o dinheiro precisa ser merecido. O primeiro passo é definir um valor para dispor do orçamento. Nesse caso, o valor deve estar de acordo com a capacidade financeira de cada grupo familiar.

    A prática leva a perfeição

    Depois que definir o valor inicial, é importante que as crianças entendam sobre objetivos e metas. Com o que ela quer gastar? Com o que vai gastar? Como gastar? É tudo questão de planejamento.

    Esse momento é imprescindível para que a criança tenha senso de responsabilidade com o próprio dinheiro.

    Também é importante ensinar sobre os custos, como poupar dinheiro e como eles podem adquirir o que quiserem a partir de uma boa economia. Saiba mais detalhes sobre como ensinar na prática aqui.

    Atenção às responsabilidades

    É importante que a criança use o valor da mesada para comprar o que gosta, sem esquecer de fazer uma economia.

    Por isso, a depender da renda familiar, o filho pode ser educado com hábitos e um estilo de vida condizente de crianças com as mesmas condições financeiras.

    Ajudar a delimitar o que será comprado com a mesada e o que você pode pagar são importantes para que ela compreenda sobre responsabilidades.

    Combine regras específicas

    Se funcionar no seu ambiente familiar, vale atrelar a mesada a regras e tarefas da casa. Faltar a escola, esquecer de lavar a louça, responder de forma grosseira, etc, são atos falhos.

    Cada vez que a criança fizer um desses, ou outros atos, será um real a menos – ou o valor que você preferir estabelecer em casa.

    É importante deixar claro que a finalidade, nesse modelo, é ensinar que o dinheiro só pode ser recebido a partir de uma rotina e da responsabilidade com os compromissos.

    CARTÃO DE DÉBITO PARA CRIANÇAS

    Agora que você já sabe um pouco sobre educação financeira para os pequenos e seus benefícios, é válido estar atento à possibilidade de ter um cartão exclusivo.

    Para quem não quer lidar com dinheiro em espécie na hora de cuidar da mesada das crianças, o Banco Bari tem uma solução.

    O grande diferencial é a junção de tecnologia e educação financeira, por isso, surgiu a Multiconta Digital Banco Bari.

    Nela, você tem acesso a Conta Controle que é uma ferramenta exclusiva para te ajudar a separar recursos para gastos específicos, como uma mesada.

    É o jeito perfeito de organizar e controlar gastos. Você pode gerenciar suas despesas com até 2 cartões de débito adicionais exclusivos e personalizados. Ou seja, seu filho pode ter o próprio cartão de débito.

    BENEFÍCIOS DA CONTA CONTROLE

    Tudo começa com o controle de gastos. Você define exatamente o gasto recorrente e o valor destinado ao seu cartão. Você também pode ter um cartão personalizado para sua conta controle.

    É só definir uma categoria e partir para o abraço.

    Com os cartões exclusivos e personalizados que a Conta Controle permite, você pode nomear como quiser. Já pensou no seu filho tendo um cartão com o nome dele? Ele vai adorar!

    Você pode escolher nome, cor e emojis que vão te ajudar a identificar mais facilmente na hora do extrato. Tudo isso feito dentro do aplicativo do Banco Bari. Além do mais, você que é pai, pode acompanhar os gastos do seu filho.

    Na Conta Controle também é possível programar transferências em um dia do mês ou da semana, ou transferir com apenas alguns cliques o valor de sua escolha.

    Agora ficou muito mais fácil entender sobre mesada e o fato de que seu filho pode sim ter um cartão de débito para chamar de seu! Se você quer continuar por dentro dos nossos conteúdos educativos, fique ligado no site do Banco Bari que sempre tem muita novidade preparada especialmente para você!

    Convidados

    Tudo sobre empréstimo para negativado

    16 de junho de 2021

    Tudo sobre empréstimo para negativado

    Linhas de créditos disponíveis para este público têm juros maiores, mas podem ajudar o indivíduo a reorganizar as finanças

    Obter crédito após entrar em inadimplência é um verdadeiro desafio. Segundo o Serasa, 61,4 milhões de brasileiros que encerraram o ano passado endividados vão sentir na pele essa complexidade ao pedir um empréstimo.

    Em 2020, as transações em aberto mais representativas dos brasileiros, de acordo com o Serasa, foram feitas em Utilities (luz, água e gás), Telecom, Varejo e Bancos & Cartões.

    Alguns inadimplentes foram beneficiados por setores que ampliaram os prazos de quitação, como as financeiras, e com a proibição de corte de serviços prestados pelas fornecedoras de utilities. Outros até conseguiram usar o Auxílio Emergencial para quitar as dívidas, o que fez com que 2020 registrasse, pela primeira vez em quatro anos, uma queda no total de inadimplentes.

    Apesar disso, o cenário não é favorável para os que continuam inadimplentes: quanto mais eles demoram para pagar uma dívida, mais ela aumenta e, em contrapartida, o crédito diminui, tornando mais longínqua a chance de sair do cadastro de devedores.

    Felizmente, nem tudo está perdido. Alguns players se arriscam no mercado de empréstimo para negativado, ajudando os brasileiros a sair do buraco.

    Como funciona o empréstimo para negativado?

    Mesmo que você esteja com o nome negativado, ainda é possível conseguir um empréstimo pessoal. Alguns bancos e operadoras oferecem possibilidades para ofertar o dinheiro com uma garantia de que o pagamento acontecerá.

    As mais comuns destinadas a quem está com o nome sujo são:

    • Empréstimo consignado

    • Empréstimo com garantia (imóvel ou veículo)

    • Empréstimo para autônomo negativado

    • Empréstimo com cheque

    • Empréstimo sem comprovação de renda

    Para qualquer uma das linhas de crédito, o cliente passará por uma análise que verificará o tipo de dívida pendente, o histórico de inadimplência e uma análise de crédito.

    Alguns tipos de dívidas (como Utilities e Varejo) são mais facilmente aceitos. Se tratar da primeira dívida do cliente, as chances aumentam. E se houver potencial de pagamento, é muito mais provável conseguir um empréstimo, mesmo com o nome sujo.

    A desvantagem é que, na lógica das financeiras, clientes negativados apresentam maior risco de calote, e, portanto, devem pagar juros mais altos. A contratação de crédito com garantia pode ajudar a amenizar as taxas, mas com certeza elas não serão tão atrativas quanto para clientes com um score alto.

    Como solicitar empréstimo para negativado?

    Graças à tecnologia, é possível entrar com um pedido de empréstimo sem sair de casa, realizando com segurança a operação via Internet.

    Independentemente da instituição financeira com a qual você pretende negociar, os documentos exigidos são os de praxe, como RG, CPF, comprovante de residência, comprovante de rendimentos, CLT e, no caso de autônomos e empresários, extrato bancário.

    É preciso fazer um cadastro dos dados pessoais do usuário no site escolhido para solicitar o empréstimo, juntamente com os documentos, e informar a quantia desejada, além de responder algumas perguntas.

    Atualmente, é possível receber um retorno sobre as linhas de crédito disponíveis para o indivíduo em menos de dois minutos. Caso a oferta seja interessante, o aceite é feito on-line e o dinheiro cai na conta no prazo estipulado.

    Como não cair em roubadas?

    Como os empréstimos para negativados contam com altas taxas de juros, é preciso avaliar se essa é a melhor saída para conseguir dinheiro e organizar as finanças. Caso contrário, o cliente pode se endividar ainda mais e complicar a sua situação.

    Além disso, o público que busca esse tipo de empréstimo tende a estar mais vulnerável a fraudes.

    Só o golpe que oferece falsos empréstimos pelo WhatsApp cresceu 198% entre 2017 e 2019, apontam dados do site Reclame Aqui. Com a popularização das chamadas fintechs, é possível que este número seja ainda mais expressivo nos últimos anos.

    Quem vai contratar uma linha de crédito deve buscar bancos, financeiras e seus representantes oficiais que sejam autorizadas pelo Banco Central do Brasil para tal. Também é preciso conferir a segurança do site, a reputação da instituição e jamais realizar pagamentos antecipados.

    O ideal é que, após quitar as dívidas e sair do cadastro de inadimplentes, o consumidor consiga se reorganizar financeiramente e evitar novos endividamentos.

    Convidados

    Saiba como funciona a anuidade do cartão de crédito

    10 de junho de 2021

    Saiba como funciona a anuidade do cartão de crédito

    Sabia que existe cartão de crédito sem anuidade e que você pode negociar esta taxa com seu banco? Então leia este texto para descobrir como!

    Se você tem um cartão de crédito ou está pensando em solicitar um, provavelmente já ouviu falar da anuidade. Essa taxa costuma ser cobrada mensalmente e pode representar um significativo valor anual.

    Por isso, fizemos este texto para explicar a você o que é a anuidade do cartão de crédito, como ela funciona e quais maneiras você tem de conseguir anuidade grátis.

    Além disso, você também pode solicitar um cartão de crédito sem anuidade, porque já existem diversas opções no mercado.

    Então leia este artigo até o final para obter todo o conhecimento sobre este tema.

    O que é anuidade?

    A anuidade é uma taxa cobrada pela sua instituição financeira para que você use o cartão de crédito e aproveite o seu benefício.

    Geralmente, esta taxa é cobrada mensalmente e no mesmo dia, além de ser automática. Porém, há bancos que fazem a cobrança de três em três meses ou até anualmente.

    Muitos bancos, principalmente os mais modernos, oferecem anuidade grátis para isso ser mais um benefício do cartão de crédito. Porque o valor, apesar de parecer pequeno, faz bastante diferença quando você analisa o quanto foi gasto ao final do ano.

    Por que ela é cobrada?

    Esse valor é cobrado para compensar os custos envolvidos em oferecer um cartão de crédito. Além dos gastos de produção e envio do cartão, os bancos também costumam disponibilizar diversos benefícios aos seus clientes, como programa de pontos, descontos em lojas parceiras e cashback.

    Essas vantagens também têm custos relacionados, mais um fator que justifica a anuidade do cartão de crédito.

    Como negociar

    Primeiramente, já comentamos que existem várias opções de cartão de crédito sem anuidade. Mas, além disso, muitos cartões oferecem grandes descontos ou até deixam de cobrar essa taxa a partir de um certo gasto mensal na fatura.

    Assim, verifique o seu contrato com o banco para não perder oportunidades pagando um valor desnecessário.

    Além disso, você também pode negociar com o seu banco porque tem um valioso poder de barganha. Você pode alegar que outros bancos não cobram anuidade e que quer esse benefício para continuar usando o cartão.

    Outra estratégia é mostrar que você é um cliente antigo, paga corretamente as suas faturas e ainda tem gastos altos, merecendo, assim, anuidade grátis.

    Pode ser que o banco te ofereça um desconto na parcela. Mas, vale a pena você insistir na isenção de anuidade. Se a sua instituição financeira não concordar, recomendamos que você avalie se deve continuar com ele ou migrar para um outro banco.

    Melhores cartões sem anuidade

    Diante dessa realidade, vamos mostrar para você quais são os três melhores cartões de crédito com anuidade grátis. São muitas opções. Por isso, reunimos os cartões com mais benefícios, além de serem seguros e consolidados no mercado.

    Cartão de crédito Nubank

    O Nubank é um dos maiores bancos digitais do Brasil. Ele oferece cartão de crédito com anuidade grátis e muitos outros benefícios.

    Primeiramente, o seu dinheiro na conta Nubank rende 100% do CDI, o que é mais do que a poupança. Além disso, caso queira, você pode participar do programa de pontos Nubank para trocar pontos por viagens e produtos, mas esse é um programa pago.

    O Nubank também oferece um aplicativo de celular bastante completo em que você consegue fazer pagamentos, fazer transferências, gerar boletos, solicitar aumento de limite do cartão, fazer investimentos e até simular empréstimo.

    O banco tem a premissa de desburocratizar procedimentos e atender bem o cliente, o que também se aplica à anuidade grátis do cartão.

    Cartão de crédito Banco Pan

    O Pan é mais um banco que busca simplificar procedimentos para oferecer o melhor serviço ao cliente.

    Ele conta com o cartão básico que não cobra anuidade. Para solicitar este modelo, basta comprovar renda de pelo menos um salário mínimo. Assim, você poderá aproveitar todas as vantagens do banco, como os descontos em lojas parceiras e o dinheiro em conta rendendo 111% do DI.

    Porém, com esta modalidade mais simples do cartão Pan, você não tem acesso ao programa de pontos do banco.

    De qualquer forma, mesmo que você analise e opte por um cartão mais premium, pode obter desconto de até 100% na mensalidade através do programa Pague Menos.

    Cartão de crédito C6 Bank

    O C6 Bank é mais um banco digital que oferece cartão de crédito sem anuidade. Ele também tem outras vantagens interessantes.

    Você pode personalizar o seu cartão escolhendo a cor e o nome que será escrito nele. Além disso, ele proporciona pagamento por aproximação e conta com cartão virtual.

    O C6 Bank também oferece o programa de pontos Átomos. Nele, você acumula pontos e os troca por passagens aéreas, produtos ou até dinheiro na conta.

    Além de tudo isso, o cartão é internacional e também funciona na modalidade débito.

    Onde comparar online?

    Apesar de termos feito um resumo dos melhores cartões de crédito com anuidade grátis, há dezenas de opções disponíveis e vale a pena você fazer uma comparação entre elas para checar o melhor cartão em seu caso.

    Por isso, preparamos para você um material explicando sobre os diferentes cartões de crédito e possibilitando o comparativo entre eles.

    Considerações finais

    Este artigo teve o objetivo de explicar o que é a anuidade do cartão e como ela funciona. Porém, também demos dicas de como negociar este valor para obter anuidade grátis. Mesmo que isso pareça difícil, lembre-se que você tem um grande poder de barganha com o seu banco, principalmente se for um cliente antigo e pagar as suas contas sem atrasos.

    Além disso, também te mostramos as melhores opções de cartão de crédito sem anuidade explicando os principais benefícios que cada banco oferece.

    Assim, esperamos que você tenha tirado todas as suas dúvidas sobre este assunto e possa tomar decisões mais conscientes sobre o seu cartão de crédito.

    Convidados

    11 milhões de MEIs, brasileiros veem alternativa para burlar a crise

    17 de maio de 2021

    11 milhões de MEIs, brasileiros veem alternativa para burlar a crise

    Os microempresários por necessidade recorrem ao crédito como forma de complementar o capital de giro do negócio em um cenário de crise

    O número de novos microempreendedores no país cresceu. Foram 2,6 milhões de solicitações para a abertura de MEI (microempreendedor individual) em 2020, de acordo com o Sebrae. É a maior adesão em cinco anos, totalizando mais de 11 milhões de CNPJs ativos que se enquadram na categoria.

    Os novos MEIs são 20% a mais do que o registrado no fim de 2019, e há algumas explicações para o seu crescimento.

    Em períodos críticos, é comum que os brasileiros recorram ao empreendedorismo por necessidade. O fenômeno já foi visto em 2015, quando a taxa de empreendedorismo no país foi de 39,3%, o maior índice em comparação com os 14 anos anteriores. Portanto, em um ano que ficou marcado pelos desafios enfrentados pela economia e saúde em meio à pandemia, o novo recorde não é surpreendente.

    No ano passado, o número de desempregados no Brasil também bateu recorde desde o início da série histórica: 13,4 milhões de pessoas estão fora do mercado de trabalho. Outros 5,5 milhões de indivíduos já desistiram de procurar emprego – são os desalentados, conforme a classificação do IBGE. Para os especialistas, as oportunidades só irão melhorar conforme a vacinação avançar no Brasil.

    Em meio a este cenário, para sobreviver, a alternativa é começar a pensar a montar uma pequena empresa, e os pequenos negócios são fortes no Brasil. Hoje, o MEI representa 56,7% dos negócios ativos no país e 79,3% de todas as empresas abertas no ano de 2020.

    Segundo dados do Mapa das Empresas, do Ministério da Economia, todos os estados apresentaram crescimento no registros de MEI quando comparados a 2019. O estado com maior crescimento nos registros de MEI foi o Amazonas (+29,7% em relação ao ano anterior), enquanto o Tocantins teve a menor alta (+1,9% em relação ao ano anterior), com apenas 15.206 novos microempresários cadastrados.

    De repente MEI

    Não é por acaso que a abertura de MEI atrai tantos adeptos.

    O MEI é uma modalidade empresarial individual com processo simplificado para abertura de empresas e regime especial de tributação. Ao se cadastrar, o microempresário passa a possuir um CNPJ, que assegura facilidades com a abertura de conta bancária, pedidos de crédito e emissão de nota fiscal, ao mesmo tempo em que ganha obrigações e direitos de uma pessoa jurídica.

    O faturamento do MEI é de até R$ 81 mil por ano (ou R$ 6.750,00 por mês). É um valor significativo, especialmente quando observamos que é quase cinco vezes superior ao rendimento médio mensal real domiciliar per capita do brasileiro, que, segundo o IBGE, é de R$ 1.406,00.

    Para se enquadrar, não é permitido ser sócio ou titular de outra empresa, o que não é problema para o interessado, que, na maioria das vezes, está entrando pela primeira vez no empreendedorismo.

    Além disso, o MEI pode ter até um funcionário CLT que receba um salário mínimo ou o piso da categoria em questão.

    Acesso ao crédito para microempreendedores

    Dada a pandemia que agravou as dificuldades enfrentadas pelos pequenos negócios, várias esferas do governo se mobilizaram para apoiar quem vive do microempreendedorismo.

    O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE) é um destes. Criado pelo governo federal durante a pandemia, ele destinará, em 2021, até R$ 5 bilhões para que microempresas e empresas de pequeno porte utilizem o recurso contratado para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento.

    Em São Paulo, o governo estadual anunciou pacote emergencial de estímulo para empreendedores dos setores mais impactados pela pandemia, com taxa de juros de 0,35% ao mês, limite de crédito de até R$ 21 mil e prazo para pagamento de até 24 meses. Há carência de até 60 dias para capital de giro.

    O microempreendedor que enfrenta obstáculos ou que não tem tempo para aguardar a liberação dos empréstimos do governo também opta pelo crédito de instituições privadas.

    No Bom pra Crédito, plataforma digital que reúne credores e tomadores de crédito, as solicitações de pessoas que declararam como motivação um negócio próprio cresceram 41% no comparativo entre 2019 e 2020. Estes pedidos praticamente dobraram quando observado apenas o primeiro trimestre – antes e no início da pandemia: a alta foi de 91,7%.

    A plataforma também registrou aumento nos pedidos de crédito por usuários que se declararam empresários. No comparativo 2019 x 2020, a alta foi de 37,5%. Já em relação ao primeiro trimestre de 2019 x 2020, o crescimento nos pedidos de empréstimos feitos por empresários foi de 140%.

    A demanda por crédito pessoal nos pequenos negócios brasileiros dobrou em 2020, conforme aponta o Sebrae, e os dados revelam que as variações acompanharam esta necessidade das empresas. Os recursos foram usados principalmente para capital de giro, que impactou não só os negócios, mas também o poder aquisitivo do indivíduo.