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    Saiba como proteger seu dinheiro da inflação em 2019

    6 de dezembro de 2018

    Saiba como proteger seu dinheiro da inflação em 2019

    Certamente você já passou pela experiência de guardar dinheiro durante um bom tempo com a finalidade de comprar algum tipo de produto e quando imaginou que tinha conseguido juntar todo o dinheiro necessário, descobriu que o preço daquele produto havia subido.

    Isso acontece com bastante frequência na economia brasileira, fazendo com que seja necessário manter seu dinheiro protegido dos efeitos da inflação.

    O que é a inflação?

    A inflação acontece quando existe uma grande quantidade de dinheiro circulando no mercado, que automaticamente faz com que os preços e grande parte das mercadorias comercializadas em todo o país tenham seus preços elevados.

    Quando a inflação está em alta, é comum que o retorno de investimentos considerados ótimos seja corroído.

    Se, por exemplo, você tem uma aplicação financeira com rendimento anual de 3%, significa que você ficou 3% mais rico no último ano. Porém, quando a inflação do período é considerada, esse rendimento tende a mudar, quase sempre para pior.

    Caso a inflação acumulada no último ano seja de 4%, e os rendimentos da sua aplicação foram de 3%, significa que você na verdade acabou ficando 1% mais pobre.

    Por isso, quando se pensa em fazer qualquer tipo de aplicação financeira é preciso levar em conta a inflação para que seja possível saber qual é o retorno real obtido.

    Investimento em ações

    Uma das melhores maneiras de proteger o seu dinheiro dos efeitos da inflação é aplicar pelo menos uma parte do montante em ações.

    As ações negociadas na bolsa de valores representam partes de uma empresa, que podem ser adquiridas por qualquer pessoa física, bastando para isso possuir uma conta em uma corretora de valores.

    Por mais que muita gente sinta arrepios só de ouvir falar em ações e bolsa de valores e os riscos que esse tipo de investimento oferece, é possível fazer bons investimentos sem correr riscos desnecessários.

    Existem várias empresas que são bastante sólidas, e suas ações são ótimas formas de proteger o seu capital da inflação, mesmo que seus preços estejam em baixa no momento da sua compra. Existe uma grande chance dessas ações se valorizarem no longo prazo, com taxas de retorno bem superiores à inflação.

    Investimento em imóveis

    Além de ser um sonho de grande parte dos brasileiros, a compra de imóveis pode ser uma boa alternativa para proteger o seu dinheiro dos efeitos corrosivos da inflação.

    Diversos motivos podem fazer com que o preço de um apartamento, por exemplo, aumente 20% mesmo antes da entrega das chaves aos moradores. Um prédio de apartamentos que anda está em construção que tem como vizinho um projeto de construção de um shopping center, por exemplo, provavelmente terá seu valor elevado.

    A aquisição de imóveis como forma de proteção do seu capital pode ser bastante interessante já que além do aumento do valor de venda da propriedade, ainda é possível fazer a sua locação, transformando-o em um gerador de renda constante.

    Com todas essas possibilidades, comprar um imóvel pode ser um processo complexo em alguns casos, e por isso a contratação de advogados para orientação e atuação na negociação pode ser necessária.

    Conclusão

    Poucas coisas na vida são tão certas quanto a morte e o poder corrosivo da inflação. Por mais que ela passe por um bom tempo sob controle, certamente os momentos onde ela irá disparar e acabar com boa parte do poder de compra das pessoas chegará.

    Por isso é preciso conhecer maneiras de deixar seu dinheiro protegido para que ele se desvalorize o mínimo possível sempre que a inflação ressurgir com força na vida dos brasileiros.

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    5 dicas para organizar as contas no fim de ano

    3 de dezembro de 2018

    5 dicas para organizar as contas no fim de ano

    Para algumas pessoas pode não parecer interessante ter que economizar dinheiro no fim do ano, quando o que se quer é comprar presentes para os mais próximos e se presentear, porém o fim do ano pode ser uma grande oportunidade de equilibrar as contas e iniciar o planejamento financeiro, não com a finalidade de deixar o dinheiro poupado, mas guardar para investir na realização de um objetivo maior, seja ele de curto, médio ou longo prazo. Que finalmente fazer aquela viagem tão desejada, cursar uma faculdade, iniciar uma pós- graduação, trocar de carro ou até mesmo tirar um ano sabático?

    As pessoas tem um grau de dificuldade para organizar as contas vai depender do quanto seus recursos estão comprometidos com dívidas, mas isso não quer dizer que você não possa começar. A seguir estão algumas formas que vão te ajudar a economizar para aproveitar a vida como você sempre desejou:

    1. Livre-se das dívidas
    2. Dívidas muitas vezes são sinônimos de juros, por isso quitá-las é fundamental para manter o equilíbrio das contas. Uma planilha financeira pode auxiliar nessa organização. Se não for possível pagar todas as contas à vista, utilize este recurso para saber quanto pode disponibilizar para isso.

    3. Estabeleça objetivos e crie prazos para alcançá-los
    4. Antes de começar a organização das contas é importante pensar na relação que estabelecemos com o dinheiro. Por isso, pensar em um objetivo que se pretende alcançar e estabelecer um prazo para realizá-lo, pode ajudar a dar mais ânimo para as próximas etapas do planejamento. Não se pode correr o risco de achar que tem dinheiro sobrando na conta e gastar desnecessariamente.

    5. Evite compras por impulso
    6. Fim de ano é tempo de festas, presentes e muitos gastos. É bem comum encontrar promoções ao passear pelos centros de comércio, mas resistir a elas não é tarefa fácil. Por isso, uma boa dica é gastar com presentes apenas aos mais próximos e buscar economizar ao máximo nessas lembranças.

    7. Aproveite mais os pequenos prazeres da vida
    8. Esse período de férias e descontração não precisa envolver grandes gastos. Aproveite o período de descanso para conhecer os pontos turísticos de sua cidade, dar uma volta ou mesmo visitar os amigos. É barato e faz bem.

    9. Procure opções de investimento seguros e rentáveis
    10. Na hora de pensar em investir é inevitável não pensar na Poupança, já que ela ainda é o investimento mais popular, mas existem no mercado investimentos tão seguros quanto ela e bem mais rentáveis, tais como o Recebido de Depósito Bancário (RDB) e a Letra de Câmbio (LC). Ambos são investimentos de renda fixa nos quais os investidores emprestam seu dinheiro à financeiras, recebendo o valor aplicado corrigido no final do contrato da aplicação.

      Nesta fase seu sonho começa a tomar forma, por isso é preciso focar nas dicas anteriores para chegar, o quanto antes, a esta etapa. Aqui seu dinheiro economizado começa a render.

    E você, o que pensa a respeito deste tema? Deixa a sua opinião.

    Até mais.

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    Como investir o 13° salário: 5 opções rentáveis para aplicar seu dinheiro

    30 de novembro de 2018

    Como investir o 13° salário: 5 opções rentáveis para aplicar seu dinheiro

    Novembro e dezembro são os meses em que, normalmente, trabalhadores, aposentados e pensionistas recebem o décimo terceiro. Nesse momento, apesar de muitas pessoas esperarem esse dinheiro para quitar contas atrasadas, há quem planeja aplicar a quantia. Por isso, saber como investir o 13° salário corretamente é fundamental para ter bons resultados.

    Durante muito tempo, a poupança foi a principal escolha dos brasileiros que queriam poupar dinheiro. Entretanto, atualmente, o cenário não é favorável à caderneta, pois seu rendimento mensal por vezes não consegue acompanhar a inflação

    Além de não conseguir acompanhar a inflação, outro fator que colabora para a perda de popularidade da poupança é a acessibilidade a outros tipos de investimentos. O desenvolvimento de formas mais simples de investir em títulos de renda fixa ou variável fez com que fosse possível encontrar opções mais rentáveis para aplicar dinheiro.

    Veja 5 opções para investir o 13° salário:

    1. Tesouro Direto

    O Tesouro Direto é um programa do Governo Federal criado em 2002, com o objetivo de facilitar a compra e venda de títulos públicos pela internet e por pessoas físicas. De uma maneira bem simples, é possível dizer que este investimento é uma forma de emprestar dinheiro para o governo realizar obras de infraestrutura e depois receber a quantia no prazo combinado somada aos juros.

    Investir no Tesouro Direto é uma alternativa que atrai muitas pessoas interessadas em boa rentabilidade e segurança. Em outubro deste ano, as vendas do Tesouro Direto atingiram R$2.084,8 milhões, maior número desde março de 2017.

    A segurança deste tipo de investimento é um dos seus diferenciais, segundo dados do governo, estes títulos representam menos de 1% da dívida pública. Assim, não é preciso se preocupar em não receber o dinheiro ao final do período determinado.

    2. Certificado de Depósito Bancário

    O CDB tem a mesma característica do Tesouro Direto: também pode ser entendido como um tipo de empréstimo, entretanto é destinado a bancos. As instituições financeiras usam esses títulos para financiar suas atividades e, após o período determinado, pagam aos investidores o valor acrescido dos juros.

    A garantia deste investimento fica por conta do FGC, o Fundo Garantidor de Créditos. Essa entidade garante o ressarcimento aos investidores, segundo alguns critérios, caso a empresa que emitiu o título declare falência, por exemplo

    3. Letra de Crédito Imobiliário

    Letra de Crédito Imobiliário, ou simplesmente LCI, é um tipo de título emitido por instituições financeiras com a intenção de financiar empreendimentos imobiliários. Assim como o Tesouro Direto e o CDB, a LCI é um tipo de investimento de renda fixa, ou seja, seu funcionamento acontece de forma muito parecida:

    Uma instituição financeira emite os títulos para que investidores possam comprá-los, após o período estabelecido no momento da compra, a instituição devolve o dinheiro junto com os juros acordados.

    Um dos principais diferenciais deste tipo de investimento é o incentivo do governo, que acredita que a venda destes títulos é importante para a economia do país. Dessa forma, pessoas físicas que investem em LCI são isentas do pagamento do Imposto de Renda.

    4. Letra de Crédito do Agronegócio

    Este investimento, que é conhecido como LCA, funciona de forma idêntica à LCI. A única diferença é a finalidade dos títulos, já que neste caso eles são usados para financiar atividades agropecuárias.

    Vale a pena destacar que tanto os investimentos em LCA, quanto em LCI, também são assegurados pelo FGC. Sendo assim, mesmo que aconteça algum problema com a instituição que emitiu os títulos, os investidores conseguem receber o dinheiro que foi investido.

    5. Bolsa de Valores

    Investir na Bolsa de Valores pode representar a oportunidade de buscar rendimentos melhores, comprando ou vendendo ações de empresas mundialmente conhecidas ou mesmo negociando contratos futuros de commodities.

    Como estamos falando sobre investir o 13° salário, é bom saber que esta época do ano pode ser uma boa hora para começar a investir na Bolsa. Este ano, o número de pessoas que fizeram investimentos nessa modalidade ultrapassou todos recordes, chegando à marca de 730 mil pessoas, segundo dados da própria B3.

    Antigamente, muitas pessoas tinham medo desses investimentos devido ao risco e à oscilação do mercado. Entretanto, hoje em dia há ferramentas que suavizam os riscos, apresentando as chances de perda e ganho em cada transação realizada. Além disso, é importante entender cada papel que é negociado, avaliando todas as possibilidades e variações que podem acontecer.

    Para as 5 opções apresentadas é possível investir com praticidade, por meio de plataformas online. Portanto, na hora de definir como investir o 13° salário, não é preciso mais se prender a opções que podem não ser tão rentáveis.

    Convidados

    Nada vai segurar o boom imobiliário??

    29 de novembro de 2018

    O fundador e presidente do conselho de administração da Cyrela, Elie Horn, acredita que o setor vai viver uma virada de mesa a partir do ano que vem.

    Elie Horn da Cyrela: Nada vai segurar o boom imobiliário

    Após a fase mais dura da crise imobiliária que culminou no estouro da bolha imobiliária e derrubou a construção civil, um dos empresários mais emblemáticos do setor, Elie Horn da Cyrela, vê a aproximação de um “novo boom imobiliário” no País. “Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado”, ele diz. O mesmo acredita que, com a retomada da economia e com uma solução para a devolução de imóveis, que está em fase final de tramitação no Congresso, o setor vai viver uma virada de mesa a partir do ano que vem.

    A companhia já sente os efeitos da recuperação do País e acumula em torno de R$ 800 milhões em vendas de outubro a novembro de 2018. “Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos”, diz o empresário de 74 anos.

    A incorporadora lançou neste ano uma nova marca, a Vivaz, com foco em empreendimentos populares, dentro do programa federal de habitação Minha Casa Minha Vida, que deve responder por 30% dos novos projetos nos próximos cinco anos.

    O otimismo de Horn com o setor se estende ao futuro governo, cuja equipe econômica ele classifica como “sensacional”. O empresário é próximo do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, com quem chegou a fazer negócios.

    Os dois investiram juntos, há cerca de dois anos, na criação da Hospital Care, empresa voltada para a compra e administração de hospitais no País. Os aportes foram feitos pelo fundo Abaporu, da família Horn, e pela gestora Bozano Investimentos, da qual Guedes era sócio e de onde agora está se desligando para assumir o cargo público a partir de janeiro. Embora ele continue indo diariamente à Cyrela, Horn se afastou das tarefas executivas do dia a dia e passou o bastão da presidência para os filhos Raphael e Efraim.

    Ele está fazendo um tratamento contra o Mal de Parkinson, doença que o acomete há quase seis anos. Mas a maior parte do seu tempo está voltada para a prática do judaísmo, da filantropia e para reuniões com outros empresários em busca de doações para causas sociais.

    Em parceria com Rubens Menin, controlador da MRV, Horn lançou neste mês a ONG Bem Maior, que atuará na conscientização e na mobilização da sociedade civil para fomentar ações sociais.

    A meta do movimento é dobrar a participação das doações empresariais em relação ao PIB brasileiro nos próximos dez anos, passando de 0,2% para 0,4%.

    O próprio empresário está puxando a fila, e já anunciou o compromisso de doar em vida 60% de sua fortuna estimada em R$ 3 bilhões para caridade. No link ao lado pode ser lido outros destaques da entrevista.

    Até mais.

    Geral

    Como Solicitar Segunda Via de Conta Embasa Online

    20 de novembro de 2018

    Os serviços de água e esgoto são essenciais para qualquer pessoa, por isso pagar em dia é importante para manter esses serviços ativos. Mas é comum que alguns imprevistos aconteçam e ela não chegue até você ou até mesmo que você esqueça de pagar no dia. Por causa disso, tirar a 2º via Embasa pode ser a opção para que você evite multas e juros por causa do não pagamento da sua conta.

    Para saber como retirar de maneira fácil, continue lendo que vamos ensinar.

    Leia Também: 2 VIA EMBASA Consulta Pelo CPF Fácil e Rápido.

    Como cadastrar no site da Embasa

    O site da Embasa possui diversos serviços aos clientes, por meio dele é possível mudar endereço, trocar a titularidade, consultar segunda via de outras contas e até mesmo avisar quando existe um problema referente a vazamentos ou falta de abastecimento.

    Mas para ter acesso a esses serviços você precisa ter cadastro no site e caso você nunca tenha usado pode se cadastrar na hora rapidamente. Tudo o que você precisa ter é o número do CPF do titular da conta da Embasa, o número do cliente e o endereço com o número da residência.

    • Acesse embasa.ba.gov.br
    • Selecione a opção de serviços e clique em cadastrar usuário.
    • Preencha o cadastro com as informações solicitadas
    • Cadastre uma senha e pronto.

    Agora você já pode acessar todas os serviços oferecidos pelo site, inclusive pegar a 2ª via Embasa de maneira muito rápida.

    Como emitir 2 via Embasa

    A emissão da 2 via Embasa pode ser feita pelo site da empresa ou pelo aplicativo para celular. As duas maneira são muito simples e rápidas e tudo o que você precisa é de saber a sua senha cadastrada e o número do cliente.

    Para solicitar a segunda via da conta Embasa pelo site acesse www.embasa.ba.gov.br, clique em acessar área de clientes e informe o número do cliente e a senha cadastrada no site.

    Depois de logar clique em 2 via de conta e depois clique em emitir. Você pode imprimir a guia ou copiar o código de barras para pagamento. Assim você pode pagar pela internet e de maneira ainda mais rápida. A nova guia emitida já estará atualizada, inclusive com juros e multas decorrente de possíveis atrasos no vencimento.

    Emitir a guia pelo aplicativo

    O aplicativo da Embasa é uma maneira ainda mais rápida de ter uma nova guia da conta para realizar o pagamento. Além dos outros serviços que são oferecidos, tudo na palma da sua mão para ser acessado rapidamente.

    Esse app está disponível para IOS e Android e é totalmente de graça. Então você só precisa de baixar ele no seu celular e começar a usar.

    Com o aplicativo instalado faça o login e clique na opção de serviços, onde você pode acessar a todas as contas de meses anteriores e em caso de conta vencida, pode emitir a 2 via Embasa atualizada para fazer o pagamento.

    Benefícios da segunda via da conta

    Ao pegar a segunda via da conta de água e esgota da Embasa você tem muitos benefícios, pois assim consegue pegar a via atualizada e já sabe quais são os juros e multas que irá pagar depois do vencimento.

    Além disso, caso você não tenha recebido a sua conta a tempo em sua residência, pode pegar a 2 via no site e assim conseguir pagar antes do vencimento, para pode evitar multas e juros.

    Outro benefício é que pagando a sua conta da Embasa e não deixando acumular evita que seja cortado o fornecimento dos serviços. Por isso, não deixe de pagar a sua conta, mesmo que tenha esquecido alguns dias pague o mais rápido possível.

    Onde pagar segunda via

    O pagamento da segunda via da Embasa pode ser pago em qualquer instituição bancária conveniada, pelo internet banking ou app do seu banco. Você pode pagar utilizando a guia da conta ou apenas o código de barras.

    Mas é preciso ficar atento a data de vencimento para não perde-la, pois dessa maneira não é possível realizar o pagamento online, sendo necessário emitir uma outra via da conta para realizar o pagamento.

    Também é possível pagar a conta diretamente em uma agência da Empresa de Água e Esgoto da Bahia. Basta ir até a agência com a sua conta e realizar o pagamento. Caso não tenha uma nova via pode ser emitida na hora, mas lembre-se de levar o número do cliente e o número do CPF para que seja realizada a consulta dos débitos.

    Aprendeu a retirar a segunda via de conta de água da Bahia por meio da Embasa? Ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário deixando a sua opinião!

    Como Solicitar Segunda Via de Conta Embasa Online

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    Como fechar o ano no caixa azul

    9 de novembro de 2018

    Como fechar o ano de 2018 no caixa azul

    Saiba o que sua empresa deve fazer para que as contas fiquem positivas no final do ano!

    A gestão financeira está entre os principais desafios de uma empresa. De acordo com um estudo do Serasa, feito no final de 2017, ⅓ das aproximadamente 17 milhões de empresas ativas no Brasil possuem problemas financeiros, o que equivale a aproximadamente 5,66 milhões de negócios.

    Devido às dificuldades que são encaradas em sua trajetória, um dos maiores desafios é fechar o ano com saldo positivo, depois de ter encarado o mercado por 12 meses, com eventuais problemas financeiros e várias outras situações.

    Gerenciar uma empresa não é tarefa fácil, mas se você tiver as dicas certas, poderá fazer parte do grupo que superou os problemas financeiros e encerrou o ano com as contas no azul. Conheça algumas sugestões que podem lhe ajudar a alcançar esse objetivo!

    Dicas para fechar o caixa da empresa no positivo

    Siga essas sugestões práticas e veja como os lucros poderão ser maiores do que prejuízos, neste que é o cenário ideal!

    Acompanhe de perto as entradas e saídas

    Para conseguir gerenciar o caixa da sua empresa, é fundamental saber quanto dinheiro entra e quanto sai. Caso contrário, a gestão será feita no escuro, sem entender muito bem o que está acontecendo.

    Por isso, o primeiro passo é acompanhar com muita atenção e cautela a parte financeira. Deve-se saber exatamente qual é o valor que foi recebido dos clientes e qual valor será destinado às despesas corporativas.

    Esse acompanhamento pode ser feito através de programas e aplicativos de gestão financeira, essenciais para empresas de pequeno, médio e grande porte. Há várias opções no mercado, e o custo-benefício é excelente, já que a organização ficará muito mais fácil, além de reduzir a ocorrência de falhas humanas no processo.

    Então, com todos os dados disponíveis, será possível analisar a atual situação financeira da empresa e, a partir daí, planejar os próximos passos.

    Antecipe os recebíveis

    Se todas as empresas recebessem imediatamente por seus produtos ou serviços, quase não haveria problemas de fluxo de caixa. Porém, não é assim que as coisas funcionam no mercado, e a verdade é que o valor dos pagamentos pode demorar um bom tempo para ser recebido.

    O resultado é uma reação em cadeia: como a empresa ainda não recebeu o pagamento de seus clientes, ela tem que cobrir esses custos, muitas vezes com a ajuda de financiamentos e empréstimos, cujos juros resultam em despesas ainda mais altas.

    Mesmo que não seja possível antecipar todos os pagamentos, isso pode ser feito em certos casos. Algumas estratégias são as seguintes:

    • Ofereça uma porcentagem de desconto para pagamentos antecipados;
    • Livre-se do estoque de todos os produtos antigos e desatualizados, o que evita prejuízos e, de quebra, injeta no caixa um valor que não era esperado;
    • Disponibilize novas formas de pagamento, como cartão de crédito. Vale a pena perder uma porcentagem do valor com as taxas, mas ter a certeza de que aquele valor será recebido.

    Trabalhe com capital de giro

    De acordo com a pesquisa “Demografia das Empresas”, divulgada no final de 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 60% das empresas brasileiras encerram suas atividades depois de 5 anos. Boa parte delas e enquadra nesta situação devido à falta do capital de giro.

    Em outras palavras, capital de giro é o dinheiro que a empresa precisa ter para quitar todas as suas despesas e se manter em funcionamento até que receba seu pagamento, como nas vendas e prestações de serviço a prazo, por exemplo.

    Como vimos na dica anterior, antecipar os recebíveis nem sempre é possível, mas a empresa deve estar preparada para arcar com suas despesas. Assim, caso aconteça algum inconveniente, ela ainda consegue manter as atividades.

    Além dos recebíveis, quando a empresa precisa de matéria-prima e produtos para abastecer seu estoque, eles podem ser considerados como prejuízo até o momento em que forem vendidos, e é preciso ter dinheiro para fazer essa compra.

    É imprescindível ter um planejamento financeiro bem equilibrado para que o capital de giro esteja disponível quando necessário. Assim, não será preciso recorrer sempre aos bancos e financeiras, o que já alivia bastante as contas.

    Construa cenários positivos e negativos para o futuro

    É impossível saber exatamente como serão os próximos meses da sua empresa. Assim como eles podem ser um sucesso estrondoso, também podem guardar um forte prejuízo, e o melhor a se fazer é estar preparado para as duas situações.

    Isso se chama construção de cenários e é uma das etapas do plano de negócios, que deve existir em todas as empresas, seja qual for seu porte ou segmento. Nele, deve-se planejar como será feita a gestão em caso de grandes lucros ou de grandes prejuízos.

    Ainda que seja algo hipotético, essa etapa é importante para pensar o que deve ser feito caso aquilo efetivamente aconteça. No cenário negativo, deve-se planejar de onde o dinheiro pode ser retirado, quais custos podem ser cortados e quais iniciativas podem ser adotadas.

    Por outro lado, no cenário positivo, pode-se pensar o que será feito com aquele dinheiro inesperado, como investimentos em novos colaboradores e equipamentos ou a separação de fundos para estar preparado para possíveis prejuízos futuros.

    O bom de construir esses cenários é a possibilidade de pensar com mais racionalidade. Afinal de contas, seja em situações muito positivas ou muito negativas, a emoção estará presente e pode levar à tomada de uma decisão que não seja a melhor.

    Comece o novo ano com o faturamento positivo!

    Cada uma dessas dicas pode ajudar a manter o caixa no azul e, assim, permitir que o desenvolvimento econômico da empresa ocorra de forma natural e gradativa. Os resultados tendem a ser benéficos já a curto prazo e ainda mais a médio e longo prazo.

    É importante ressaltar que nunca é tarde demais para melhorar a gestão da sua empresa. Seja uma startup ou uma companhia já estabelecida no mercado, sempre há espaço para melhorias e implementações.

    Siga cada uma dessas dicas e acompanhe os resultados da sua empresa. Com capital de giro, construção de cenários, antecipação de recebíveis e gestão de contas, o ano se iniciará com máxima organização e uma saúde financeira de ferro!

    Convidados

    Entenda o poder dos ETFs

    27 de outubro de 2018

    Entenda o poder dos ETFs

    Sobrou aquele dinheiro no final do mês e não sabe no que investir? Entenda o que são as ETFs e como elas podem trazer ótimas rentabilidades a longo prazo, associadas a um baixo custo e um menor risco.

    Muitas pessoas tem a intenção de investir em ações, mas não tem tempo e conhecimento necessário. Dessa maneira, as ETFs podem ajudar muitos investidores a iniciarem um investimento com menor custo, mais diversificação, flexibilidade e transparência.

    ETF é a sigla em inglês para Exchange Traded Funds, fundos negociados em bolsa, traduzido para o português. Negociado de forma semelhante a uma ação, tais fundos replicam índices de ativos, como o Ibovespa Fundo de Índice (BOVA11), por exemplo. Ao passo que um o Ibovespa como índice, funciona como um termômetro do mercado acionário do Brasil e mede, por meio de um sistema de pontos baseado em reais, o desempenho médio de uma carteira teórica das ações mais representativas e negociadas em Bolsa, um ETF não será nada muito diferente. Os fundos de índices (ETFs) seguem algum índice que mede o mercado acionário, podendo ser um índice famoso como o Ibovespa e S&P 500 ou índices mais específicos, como os de empresas que pagam altos dividendos, de empresas com alto nível de governança corporativa, e de empresas com baixo valor de mercado (small caps) e vários outros.

    No Brasil, o primeiro ETF foi criado em 2004, e hoje há por volta de 15 ETFs listados em bolsa. Já nos Estados Unidos, com um mercado de capitais muito mais aquecido que o nosso, o país conta com mais de 2 mil fundos de índices listados e 2 trilhões de dólares alocados nesses fundos desde 1993. Apesar do enxuto mercado de ações no Brasil, os papéis brasileiros são cada vez mais demandados, visto que a recente queda das taxas juros, tornam investimentos em renda fixa menos atrativos do ponto de vista da rentabilidade quando comparado as ações. Entretanto, encontrar o equilíbrio entre custos, oportunidades, rentabilidade e riscos não é tarefa fácil, mas isso não significa que uma pessoa comum não possa investir em ações e ganhar dinheiro. Na realidade, ao investir em uma ETF, você está investindo em um pacote de ações que aquele fundo de índice representa. A diferença é que investindo em uma única ação, seu risco é muito maior do que em uma cesta de ações.

    Digamos que você compre ações de uma única companhia. As ações dessa companhia podem trazer ótimos resultados caso a ação suba, péssimos caso a ação caia, ou até te fazer perder tudo caso a empresa vá a falência. Entretanto, ao investir em um ETF, você não está posicionado somente em um papel, mas sim em vários, o que certamente causará um impacto menor no seu bolso caso o preço do papel dessa empresa desvalorize. Então qual seria a diferença entre comprar várias ações de diferentes companhias e um ETF? Repare que para pequenos e médios investidores, o custo de oportunidade de analisar diversas empresas e julgar quais são promissoras ou não é enorme, sem contar os custos com corretagem ao comprar e vender cada ação.

    Além das ETFs, outra forma coerente para pequenos e médios investidores diversificarem sua carteira é por meio dos fundos de investimento em ações. De fato, os fundos de ações como qualquer outro, vão possuir um gestor, que com auxílio de uma equipe, tentará buscar as melhores oportunidades sempre tentando superar determinado índice de mercado, como o Ibovespa na maioria dos casos. Ao passo oposto, um gestor de um fundo de índice atua de forma passiva, não tentando superar algum índice, mas sim seguindo a carteira a qual aquele índice representa.

    Apesar da gestão ativa de um fundo de ações parecer mais vantajoso, é valido ressaltar que muitas vezes a taxa de administração é bem mais alta do que de um ETF, onde o gestor não necessariamente necessita ter uma equipe de ponta trabalhando dia e noite para encontrar as melhores oportunidades possíveis. Em paralelo a isso, uma gestão ativa renomada pode inferir em um alto nível de investimento mínimo inicial, podendo passar de R$ 1 milhão, em que dificilmente o investidor poderá resgatar a qualquer momento e com a mesma liquidez em que se compra e vende um ETF.

    Dessa maneira, muitas pessoas se deparam com o seguinte trade-off: investir em ETFs com baixo custo e ter resultados medíocres ou em um fundo de ações com performance acima da média? Não há uma resposta exata para isso, mas estudos sugerem que em uma unidade temporal de longo prazo, o mercado ganha na maioria das vezes, e os que saem mais prejudicados são os investidores menores.

    Outra vantagem comum aos ETFs é o fato de os Dividendos serem reinvestidos automaticamente. Para quem não sabe, os dividendos nada mais são do que determinada fatia de lucro que uma empresa de capital aberto obteve, que é repassada aos seus acionistas. Desse modo, pelo fato dos ETFs reinvestirem seus dividendos de forma totalmente automática, o investidor não tem que pagar uma nova corretagem para reinvestir ou deixar aquele dinheiro parado em conta. Além disso, o auto investimento do dividendo inibe a falsa sensação que muitos investidores têm de que o preço de uma ação cai após pagamento de dividendos.

    Contudo, embora se pinte um quadro otimista dos ETFs ultimamente, nem tudo são flores. Investir em um ETF também requer um certo nível de conhecimento e esforço. Muitas pessoas investem sem nem entender como o índice de determinado ETF é montado. Compreender como são incluídas ou removidas determinadas empresas do índice não é uma tarefa muito simples, e que não deve ser deixada de lado. Em conjunto com isso, a questão da tributação também pode ser vista como uma desvantagem, dependendo do caso. No Brasil, a incidência do Imposto de Renda nas ETFs chega a 15% sobre os ganhos e quando as compras e vendas das cotas ocorrem no mesmo dia, a incidência do IR chega a 20% sobre as valorizações. A diferença reside nas vendas até R$ 20 mil no período de um mês, da qual a negociação individual de ações está liberada do pagamento e o ETF, não.

    Em suma, os ETFs trazem características muito interessantes na renda variável. Se o investidor deseja alocar seus ativos, baseando-se em uma estratégia de mais longo prazo, com ampla diversificação e baixo custo, o ETF pode ser uma boa alternativa aos fundos de ações. De forma oposta, se determinado investidor quer ousar bater o mercado, apresentar resultados esplendidos em um curto/médio prazo ou viver de dividendos, os ETFs podem não ser a melhor opção. De forma geral, não existe “o melhor” investimento quando se trata de alocar recursos, já que o mesmo varia muito em função de diferentes cenários e perfis de investidor. No final, o bom investimento é aquele em que o investidor se sente mais seguro e consegue ter uma boa noite de sono.

    Convidados

    6 pontos para entender como funciona a cotação do dólar

    26 de outubro de 2018

    Pontos para entender como funciona a cotação do dólar
    Entender as causas da oscilação da moeda é mais fácil do que você imagina

    Quem acompanha, ainda que pouco, as notícias do Brasil e do mundo, sabe que o dólar ora está com o preço lá em cima, ora com o preço lá embaixo.

    Mas, o que provoca essas oscilações da moeda? É sobre isso que trata este artigo. Se você quer entender um pouco mais sobre o assunto, continue lendo.

    1. Como funciona o mercado de câmbio

    Antes de mais nada é preciso entender o que a taxa de câmbio significa. Existe uma definição que diz “Câmbio é a referência em valor da moeda nacional com relação à moeda estrangeira”.

    Ou seja, quando a moeda estrangeira utilizada como referência, no caso o dólar, sobe, significa que a moeda nacional, o real, perdeu valor em relação ao dólar. E na situação inversa é a mesma coisa, quando a taxa do dólar cai, significa que o real ganhou valor em relação ao dólar.

    A taxa de câmbio é alterada diariamente de acordo com várias questões, incluindo a situação econômica de cada país. Exemplo disso é o período eleitoral. Aqui no Brasil é de praxe que durante as eleições o real ganhe e perca valor do dia para noite como resposta às pesquisas eleitorais.

    2. Dólar comercial

    Quando falamos em dólar é preciso primeiro explicar qual das duas cotações está sendo mencionada. São elas: dólar comercial e dólar turismo, classificadas de acordo com a natureza da operação em que estão envolvidas.

    O dólar comercial representa a cotação utilizada exclusivamente em operações na Bolsa de Valores e transações feitas no exterior entre empresas e pelo governo. Aqui a taxa tende a ser mais barata devido ao alto da valor das operações nas quais está envolvido.

    3. Dólar turismo

    É a cotação que rege as transações feitas em viagens no exterior, e também no pagamento da fatura do cartão de crédito utilizado para as comprinhas fora do país.

    Geralmente você pode escolher entre pagar com a cotação do dia da compra ou de acordo com a taxa de câmbio vigente na data de fechamento da fatura, basta verificar a possibilidade na operadora do seu cartão.

    Não pense que ao ver na TV que a cotação do dólar caiu e que por isso você vai economizar enquanto estiver tirando férias em Orlando. A cotação anunciada nos veículos de comunicação diz respeito ao dólar comercial, na maioria das vezes.

    Fique de olho antes de tirar conclusões precipitadas!

    4. O que provoca a queda do dólar?

    Em linhas gerais, quanto maior a disponibilidade do dólar no Brasil, ou seja, quanto maior a sua oferta por aqui, menor será a sua cotação. Para ilustrar isso, pense em uma loja de roupas.

    No inverno, a busca por biquínis e roupas de verão cai, certo? O estoque da loja fica com muita peça em estoque devido a baixa demanda. Ou seja, há muita disponibilidade e pouca procura, o que leva a queda no preço desses produtos.

    Com o dólar funciona basicamente da mesma forma. Quanto mais o Brasil exporta seus produtos para países estrangeiros, maior a entrada de dólares em território nacional, o que provoca a queda na demanda e na cotação da moeda em relação ao real.

    5. O que provoca o aumento do dólar?

    Em contrapartida, quando a circulação do dólar diminui no país, maior a demanda pela moeda. Quanto maior a demanda, maior será a sua taxa cambial em relação à moeda brasileira que, nesse caso, perde o seu valor.

    Ainda usando o exemplo da loja de roupas, a busca por casacos e blusas de frio aumenta no inverno, certo? Portanto, o estoque da loja tende a sofrer redução, diminuindo a disponibilidade. Ou seja, a oferta de casacos e blusas de frio na loja também cai, o que leva ao aumento de preço.

    Quanto maior o número de importações feitas pelo Brasil, maior também a demanda de dólares para pagar essas transações. Isso é chamado de déficit comercial e é uma das causas de aumento do dólar em relação ao real.

    6. Risco país

    Como o próprio termo sugere, o Risco País é um índice que classifica a estabilidade econômica das nações. Quanto mais instável um país está, maior o risco que esse Estado oferece a aqueles que investem dinheiro por lá. Isso, é claro, afasta investidores.

    O contrário funciona da mesma forma, quanto maior a estabilidade e solidez oferecida por determinado país, mais ele atrai investidores.

    Essas duas situações também são causa de aumento e diminuição do dólar. Pois, como dito, a oscilação da moeda acontece de acordo com a relação oferta e demanda. Portanto, quanto mais investidores apostando no país, maior a disponibilidade da moeda em território nacional.

    Do contrário, quanto maior o risco oferecido pelo país, menos dólar circulando no país e, com isso, mais alta a taxa de câmbio da moeda em relação ao real.

    A dica para você que tem interesse no assunto é: não deixe de comprar dólar durante a baixa, ainda que de forma fracionada. Gente que fica sempre a espera da cotação perfeita acaba perdendo boas oportunidades de fazer o dinheiro render.

    Convidados

    Maneiras de ganhar dinheiro extra na internet

    26 de outubro de 2018

    Saiba quais as oportunidades de ganhar dinheiro que a internet oferece nas suas horas vagas
    Aplicativos para ganhar um dinheiro extra

    A internet não é mais apenas uma ferramenta para conectar as pessoas, levar informação ou entretenimento, pois hoje em dia existe nela um grande leque de maneiras de se ganhar um dinheiro extra.
    Com a demanda por diferentes serviços e produtos crescendo cada vez mais forte e firme, as oportunidades de fazer uma renda extra através dela também aumentam. Abaixo seguem algumas das possibilidades mais comuns de se ganhar dinheiro na internet:

    Monte sua empresa online

    Muitas empresas reconhecidas começaram como startups, com baixos investimentos e que tiveram rápido crescimento. E muitas delas na internet. As empresas que se iniciam online começam como startups e, se sua ideia for inovadora, a chance de faturar milhões é grande.

    Para fazer seu negócio dar certo, você pode usar softwares que gerenciam as vendas, ou até mesmo ter uma equipe para isso, caso seja uma empresa de comércio virtual. Invista sempre em publicidade, principalmente nas redes sociais, e tenha certeza de que seu negócio possui um diferencial que vai atrair potenciais clientes. A tendência é de que a procura por serviços e produtos se concentre na internet cada vez mais, aumentando as chances de seu negócio dar certo.

    Google Adsense

    Um dos sistemas da gigante, o Google Adsense disponibiliza alguns links patrocinados no layout de seu site, geralmente nas laterais e no topo. O dinheiro é calculado a partir do número de cliques que os visitantes de seu blog dão nos anúncios do Google.

    Para utilizar o Adsense, é preciso fazer o cadastro no site e então adicionar os blocos de anúncio em seu site. O valor recebido por cada clique pode variar de centavos até alguns reais. Mas fique esperto: a única maneira de passar a ganhar dinheiro com o Adsense é tendo alguns visitantes fixos em seu site. Caso contrário, os anúncios apenas ocupam espaço em seu layout.

    Crie um vlog no Youtube

    É uma maneira um pouco mais versátil do que um blog: da mesma maneira, você pode falar sobre o assunto que quiser, as diferenças são que o faz forma de vídeo e os assuntos podem ser mais variados.

    Ainda assim, é importante manter um estilo em seus vídeos ou algum fator que faça com que os visitantes continuem voltando para seu canal – e é nessa hora que entra a sua criatividade.

    O YouTube também disponibiliza anúncios para os seus usuários que possuam mais de uma média de 30 mil visualizações em seus vídeos, que funcionará de maneira similar ao Google Adsense (a diferença é que neste caso os anúncios são do próprio YouTube).

    Se você já tem um blog, é interessante manter um canal de vídeos no YouTube como extensão do mesmo. Além dos anúncios do Adsense, você pode lucrar com os dos vídeos. Também é uma maneira de mostrar maior comprometimento e seriedade com o blog.

    Alguns canais do site acabam ficando tão conhecidos que os donos passam a fazer publicidade de certas marcas em seus vídeos e passam a ganhar ainda mais credibilidade – além de dinheiro, claro.

    Criando um blog

    O conteúdo de um blog é seu componente mais importante – e o mais divertido. Você pode escrever sobre o assunto que quiser, seja sobre um hobby seu, sobre entretenimento ou até sobre sua vida pessoal, contanto que ele cative o público.

    É o número de visitantes que vai atrair anunciantes, os principais responsáveis por tornar seu blog uma fonte de renda. Um cuidado importante é para não perder o foco do seu blog e mantê-lo no propósito inicial. Ou seja: trate apenas de um nicho específico. Não deixe de pensar em um layout atrativo e que também corresponda ao assunto do blog, além de atualiza-lo constantemente e ter textos bem escritos.

    Conforme seu blog for crescendo e conseguir estabelecer uma média de visitantes, ele está pronto para outra ferramenta da internet que é rentável, os anúncios.

    Seja freelancer de criação de conteúdo de web

    Conteúdo de redes sociais é uma ferramenta importante de relacionamento com o cliente e divulgação para as marcas e empresas, que na maioria das vezes preferem contratar um freelancer para fazer este trabalho.

    Levando jeito para escrita e sabendo o que os clientes ou consumidores querem ver na página da marca são algumas das aptidões necessárias para as funções, que podem ser feitas até mesmo de casa.

    Montar uma loja virtual

    A internet é uma das maneiras favoritas de se fazer compras atualmente. Muitas empresas, inclusive, lucram mais com sua loja online do que com as físicas.

    Montar uma loja online é mais fácil do que parece; ela demanda apenas um estoque de produtos, um site e saber administrá-la. Caso contrário, a loja pode acabar te trazendo mais prejuízos do que lucro.

    Escolha o modo de pagamento mais conveniente para você (e para os consumidores), uma forma de entrega e invista em uma divulgação pesada de sua loja, seja nas redes sociais, criando parcerias com blogs e sites, fazendo promoções, etc. É uma das maneiras mais bem sucedidas de se ganhar dinheiro na internet.

    Venda em sites de compra e venda

    eBay, OLX e MercadoLivre são sites que possuem grande procura de produtos; eles permitem que você venda todos os tipos de produtos, desde imóveis até roupas, e a melhor parte é que não cobram grande parte do seu lucro pelos seus anúncios.

    A tática para vender nesses sites é apostar em algum produto que seja difícil de encontrar em qualquer loja e que você possa vender por um preço maior do que é vendido, para, assim, sair no lucro. Ou então, vender algum produto que está à venda em diversas lojas e lugares e vendê-lo por um preço menor e em grandes quantidades.

    Compre itens com desconto e venda mais caro

    Geralmente, o preço de produtos a venda na internet é menor – e é isso que motiva muitas pessoas a procurar e compra-los. Há várias formas de comprar e vender produtos com desconto: sites de leilão, importação de produtos do exterior, etc…

    Se você comprou algum produto com desconto, uma boa ideia é revendê-lo por um preço um pouco maior, mas ainda menor do que o geralmente encontrado. Seja vendendo em sua própria loja online ou anunciando nos sites do item anterior, investir nessa ideia em grande quantidade e em longo prazo pode trazer um lucro maior do que você imagina.

    Vendendo fotos

    Se você leva jeito para fotografia e gosta de fazê-lo, pode vender suas fotos para sites como Fotolia, Dreamstime e iStockPhoto.

    Eles possuem programas de parceria que pagam pelas fotos de sua autoria uma porcentagem do valor total da fotografia. O iStockPhoto paga comissões entre 15% e 45%, enquanto o Fotolia paga entre 20% e 65%, dependendo de alguns critérios e requisitos.

    Ter uma boa câmera para fotografar pode ser um investimento mais caro, mas que pode ter um retorno maior com a venda das fotos.

    Aposte no sistema de afiliados

    O programa de afiliados funciona quando o afiliado indica um visitante para o site de um comerciante e, se o visitante realiza a compra, o afiliado recebe uma comissão em sua conta como pagamento pela indicação (que deu certo). Através de um software instalado no carrinho de compras é feito o rastreamento que calcula a comissão a ser recebida e gera relatórios da compra.

    As de participar do programa é que você ter mais de um parceiro comercial, além de precisar apenas de um site – novamente, com boas visitas – para divulgar o link que redireciona para o site do comerciante. Gigantes do e-commerce como Amazon, Booking, Americanas.com e centenas de outras empresas (de dezenas de segmentos) já trabalham assim.

    Você pode escolher parceiros comerciais que tenham a ver com o assunto de seu blog e aumentar ainda mais as chances das compras serem feitas.

    Até o próximo post

    Convidados

    Como diminuir os custos do condomínio

    22 de outubro de 2018

    Em tempos de crise é difícil encontrar quem não esteja interessado em economizar dinheiro. Mensalmente, você provavelmente paga contas de água, luz, telefone, aluguel e condomínio. Esse último é um investimento para manter e melhorar as dependências do empreendimento a fim de não desvalorizá-lo. Contudo, é possível diminuir o quanto você paga de taxa condominial com ações simples e que não vão fazer com que o imóvel perca o seu valor.

    Antes de lhe explicar como diminuir os gastos do condomínio, é preciso compreender para onde vai o dinheiro arrecadado mensalmente. De modo geral, ele é dividido da seguinte maneira:

    • 45% com despesas de folha de pagamento, como salários e encargos;
    • 30% com consumo de água, luz, gás e telefone;
    • 15% em contratos de manutenção, elevadores, bombas e seguros;
    • 10% em despesas administrativas, bancárias, fundos de reserva e pequenos reparos.

    O primeiro passo para reduzir os custos, é conhecer e compreender quais são os itens em que mais se gasta dinheiro. Caso o condomínio esteja com um gasto muito alto em determinado item, verifique se não há alguma irregularidade, como vazamento ou cobrança indevida. Mesmo com as cobranças feitas de modo correto, é possível fazer reduções no orçamento, ajustando recursos humanos, consumo de energia elétrica, reduzindo o gasto de água, realizando manutenções preventivas.

    Redução de água e energia elétrica

    Antes de qualquer coisa, o síndico deve educar os moradores a consumirem água e luz de maneira consciente. Ele pode disseminar dicas com boas práticas de utilização de água e energia elétrica. Com isso, há economia de dinheiro e ainda ajuda o planeta.

    Além disso, no caso de energia elétrica, opte por lâmpadas de led. Elas reduzem em até 80% o consumo. E instale sensores de presença nos corredores e elevadores. Dessa forma as lâmpadas só acendem quando for necessário.

    Em relação ao consumo de água, escolha os hidrômetros individuais. Muitos moradores só passam a economizar de fato quando isso reflete diretamente no seu bolso.

    Cobrança de inadimplentes

    Inadimplência é um dos principais problemas da gestão de condomínios. O síndico deve evitá-la ao máximo, mas quando ela se tornar inevitável, agilize as cobranças. Lembre-se de que os prazos para a quitação das dívidas foram reduzidos com o novo CPC. E esteja sempre alerta para que o condomínio não sofra com a chamada inadimplência crônica e acabe prejudicando muito os demais moradores.

    Recursos humanos

    Como mostramos anteriormente, os funcionários são a maior fonte de custos do condomínio. Por isso, esteja sempre atento aos gastos relativo aos recursos humanos para que não haja gastos desnecessários. Fique alerta também às horas extras que você está pagando. Em muitos casos é possível, e até mesmo necessário, uma nova contratação.

    Manutenções preventivas

    Faz parte das tarefas do síndico a realização de manutenções preventivas. Ou seja, revisar estruturas e sistemas do condomínio a fim de evitar panes e obras emergenciais. Sim, manutenções programadas custam dinheiro. Ao primeiro olhar parecem um gasto desnecessário. Porém, esse custo será muito maior caso o sistema estrague e seja necessário uma manutenção emergencial.

    Uma dica é fazer um checklist com todos os itens que necessitam de manutenção preventiva.

    Gestão participativa

    Organizar as contas, planejar os gastos e avaliar os seus processos administrativos podem ajudar e muito! Assim, você tem conhecimento sobre tudo o que está acontecendo e consegue fazer ajustes o mais rápido possível sempre que necessário. Outra dica é convidar os moradores a participarem mais ativamente das decisões do condomínio. Além de eles perceberem a importância do assunto, é possível que surja alguma ideia que você não havia pensado em relação a gestão financeira do condomínio, como algo para diminuir os custos ou então para gerar receita.

    Para que o síndico consiga estar atento a estes pontos apresentados e, principalmente, consiga ouvir e atender às demandas dos moradores, ele pode apostar em um sistema para gestão de condomínios, como o TownSq. Utilizando o TownSq, ele divulga avisos e informativos sobre os gastos do condomínio de modo mais simples e rápido. Os moradores podem acessar os documentos do condomínio e abrir chamados para a administração de onde e quando quiserem, utilizando um smartphone. Uma vez que ele facilita os processos de gestão do condomínio, o TownSq acaba por reduzir os custos investidos na resolução de problemas e atividades do dia a dia do síndico.

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