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    Convidados

    Como investir em ações nos Estados Unidos sem sair do Brasil

    28 de maio de 2019

    Transferência de dinheiro

    Imagine se você pudesse se tornar acionista da Apple, do Wal Mart ou da Exxon Mobil.
    Essas três empresas lideram o ranking das 500 maiores empresas dos Estados Unidos de
    acordo com a revista Fortune. E as três têm suas ações negociadas na Nyse, a Bolsa de
    Valores de Nova York. Com a ajuda da Remessa Online, um investidor brasileiro pode
    facilmente adquirir ações de qualquer uma dessas empresas, ou de qualquer outra que seja
    negociada no mercado norte-americano.

    A grande vantagem de operar no mercado norte-americano é que ele é mais estável e
    previsível que o brasileiro. Além disso, há muito mais empresas para se investir do que
    aqui, e as grandes, como as ranqueadas pela Fortune, operam no mundo todo. Por tudo
    isso, há mais possibilidades de ganhos com mais segurança para o investidor.
    Considerando seus valores em reais, as ações da Apple se valorizaram 18% desde o
    primeiro dia de 2019, as do Wal Mart 15,% e as da Exxon 12%, enquanto o Ibovespa, que
    mede o mercado brasileiro de ações, acumuila alta de 2% no mesmo período.

    Neste artigo vamos explicar o passo a passo para um investidor brasileiro operar no
    mercado internacional de forma simples e segura, dentro das regras do Banco Central do
    Brasil para investimentos internacionais.

    1. Abra uma conta em uma corretora de valores internacional
    2. A primeira coisa que você precisa fazer é abrir uma conta em uma corretora de valores que
      opere no mercado norte-americano. Há várias corretoras que permitem que sua conta seja
      aberta pela internet. É o caso de instituições como a Drivewealth, Interactive Brokers, Charles Schwab ou a TD Ameritrade, entre outros.Por meio delas, é possível operar um home broker com ativos negociados nos Estados Unidos.

      É importante prestar muita atenção na documentação exigida para abertura da conta.
      Tenha disponível pelo menos o seu passaporte, e um comprovante de residência. Outros
      documentos podem ser solicitados pela corretora. Por exigência da legislação norte-americana, você pode ter que preencher um formulário com informações para mapear o seu perfil de investidor ou outros dados. Eles são necessários para garantir que você não representa risco para a instituição.

      Uma vez aberta a conta, guarde o contrato de abertura ou o e-mail enviado pela corretora
      informando que a conta foi aberta. Esse documento é fundamental para realizar a remessa
      de dinheiro posteriormente.

    3. Faça uma transferência para sua conta na corretora
    4. Por meio da Remessa Online, você pode enviar o valor mínimo exigido pela corretora para
      começar a operar. Os valores variam de acordo com a instituição. A Interactive Brokers, por exemplo, exige um depósito mínimo de US$ 10 mil durante os primeiros oito meses de operação de um cliente na plataforma deles. A partir do nono mês este valor cai para US$ 2 mil. Já a Drivewealth não exige um depósito mínimo para começar a operar.

      Para realizar o envio, você precisa dos dados da sua conta, como o código identificador emitido pela corretora, os códigos de IBAN e SWIFT/BIC ou do ABA Routing Number da sua conta na corretora. Esses dados são disponibilizados quando você faz a opção, na sua própria conta, de aplicar por meio de Wire Transfer – o nome que se dá para transferências internacionais de dinheiro.

      Na plataforma da Remessa Online, acesse sua área de cliente e clique em “Novo Envio”.
      Na tela seguinte, escolha “Enviar para Corretora Internacional”. Nesta tela já haverá a indicação de algumas corretoras mais utilizadas pelos nossos clientes, mas se sua conta for de outra instituição é só clicar em “Outra corretora”. A partir desta etapa basta inserir os dados da sua conta e encaminhar o documento que comprova a abertura da conta – o contrato ou o e-mail de confirmação.

      Pronto, o sistema vai avaliar a documentação. Uma vez autorizada a transferência, basta você realizar uma TED para a Remessa Online e encaminhar o comprovante, que o dinheiro será transferido em até um dia útil.

    Lembre-se: você só pode transferir para o exterior no máximo 40% do seu patrimônio declarado no Imposto de Renda.

    Quando a sua corretora confirmar o recebimento, é só começar a operar. Você terá acabado de se tornar um investidor global, com acesso às ações das maiores empresas do maior mercado de capitais do mundo.

    E você, o que pensa a respeito?
    Deixe a sua opinião.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Cresce número de ciberataques para mineração de criptomoedas

    10 de maio de 2019
    Sucesso das criptomoedas faz com que elas sejam alvo de pessoas mal-intencionadas
    Sucesso das criptomoedas faz com que elas sejam alvo de pessoas mal-intencionadas

    2009 foi um ano especial para a economia, não por crises financeiras, mas sim pela criação do Bitcoin, primeira criptomoeda da história. A iniciativa fez sucesso e, desde então, pelo menos 4.000 outras foram criadas. Hoje, estima-se que pelo menos 1.600 estejam em atividade.

    Como elas passaram a movimentar cifras consideráveis no mercado, era de se imaginar que pudesse haver interceptações e crimes envolvendo as criptomoedas, o que infelizmente se confirmou em 2011, ano em que se encontra o primeiro registro de roubo de Bitcoins.

    A situação foi se tornando cada vez mais crítica, e os ciberataques passaram a se tornar comuns e resultar em sérios prejuízos: em 2018, ataques que visaram a mineração de criptomoedas cresceram 237% em relação ao ano de 2017!

    Vamos entender melhor como essa história se iniciou, há 8 anos, e como a situação evoluiu muito desde então.

    Quando os ciberataques de criptomoedas se iniciaram?

    Embora não se possa afirmar com certeza de que esse foi o primeiro ataque, ele é um dos primeiros de que se tem notícia e aconteceu em junho de 2011. Na época, a comunidade de Bitcoin era composta por pessoas que encontravam nele um hobby, já que seu sucesso ainda não era tão grande nos dias de hoje.

    Além disso, a mineração (nome dado ao processo que resulta na obtenção da criptomoeda) podia ser feita por qualquer pessoa que se interessasse, com o uso de um computador doméstico convencional, diferente do que ocorre hoje em dia, em que há a necessidade de investir em supermáquinas para sua realização.

    O usuário “allinvain”, que participava de um fórum de Bitcoins, havia relatado que conseguiu minerar 25.000 Bitcoins. Cada moeda valia poucos centavos em 2010, mas no início de junho de 2011, atingiu o valor de US$ 20, o que aumentou sua “ciberfortuna” para algo em torno de US$ 500.000.

    Então, no dia 13 de junho, o usuário tomou ciência do crime. Assim que ele verificou o extrato de sua conta de Bitcoins, viu que uma parte tinha sumido sem explicação. allinvain acredita que alguém acessou seu computador e roubou as criptomoedas do disco rígido, tendo-as transferido para uma conta controlada pelos hackers.

    US$ 500.000 já é um belo dinheiro, mas se as moedas não tivessem sido roubadas, equivaleriam a aproximadamente US$ 132,90 milhões pela cotação de 1º de maio de 2019, quando a criptomoeda estava avaliada em R$ 20.838,42 (ou algo em torno de US$ 5.315).

    Infelizmente, a prática começou a crescer e resultou em outros ataques consideráveis aos Bitcoins, como os seguintes, com seus respectivos valores estimados em reais, pela cotação de 1º de maio de 2019:

    • Março de 2012:703 Bitcoins (R$ 973,755 milhões) foram roubados de usuários do servidor na web Linode. Ainda no mesmo mês, a Bitcoinica sofreu um segundo ataque cibernético de 18.000 Bitcoins (R$ 375,3 milhões).
    • Setembro de 2012: a Bitcoin exchange (plataforma digital que facilita a aquisição e venda das criptomoedas) Bitfloor sofreu um ataque que envolveu 24.000 Bitcoins (R$ 500,4 milhões).
    • Fevereiro de 2014: a Mt. Gox era a maior exchange da época, até sofrer um ciberataque e ter o prejuízo de 850.000 Bitcoins (R$ 17,72 bilhões).
    • Janeiro de 2015: a exchange Bitstamp afirmou perder 19.000 Bitcoins (R$ 396,15 milhões).
    • Agosto de 2016: a exchange Bitfinex anunciou que hackers roubaram US$ 77 milhões em Bitcoins, o que trouxe um grande prejuízo à empresa.

    Apenas nos ciberataques citados acima, foram interceptados mais de 1,089 milhão de Bitcoins, valor correspondente a R$ 22,727 bilhões de acordo com a cotação de 1º de maio de 2019, número que infelizmente ainda pode crescer muito.

    Ciberataques de mineração de criptomoedas crescem 237%

    De acordo com o estudo Round Up, feito pela Trend Micro, os ataques foram 237% maiores em 2018 do que em 2017. Além disso, as técnicas e práticas utilizadas estão se diversificando, o que torna mais difícil se proteger contra elas.

    Outros números chamam a atenção. De acordo com a CypherTrace, empresa especializada em cibersegurança, as perdas causadas pelo roubo de criptomoedas em exchanges e atividades similares atingiram US$ 1,2 bilhão apenas nos 4 primeiros meses de 2019, valor correspondente a 70% do prejuízo de todo o ano de 2018, que foi de US$ 1,7 bilhão.

    E se você acredita que o Bitcoin é o preferido dos hackers, está coberto de razão. De acordo com Jonathan Levin, co-fundador e diretor-chefe da Chainalysis, 95% de todos os ciberataques a criptomoedas envolvem Bitcoins.

    A iniciativa que levou à criação do Bitcoin, de ter uma moeda com sistemas de controle descentralizados, que não precisavam de sistemas bancários e das regulações presentes nas moedas físicas, é até interessante, mas isso também faz com que os ciberataques sejam ainda mais prejudiciais.

    Como é difícil responsabilizar alguém quando isso ocorre, o que muitas vezes não se aplica nem às exchanges que são hackeadas, os usuários estão passíveis a prejuízos sérios, que podem levar embora suas fortunas virtuais em um curto período de tempo.

    Se você investe em Bitcoins, é bom tomar o máximo de cuidado para não ser vítima de ataques virtuais. Assim como acontece em tudo que envolve segurança, da contratação de uma consultoria em telecom até a venda de um automóvel, é melhor prevenir do que remediar, ainda mais quando nem sempre é possível encontrar um remédio.

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    Como começar a juntar dinheiro hoje?

    7 de maio de 2019

    Como começar a juntar dinheiro hoje?

    Em tempos de crise, altas taxas de juros e redução do poder de compra qualquer ganho financeiro pode ser significativo. E para isso, nem sempre é necessário se sacrificar ou abrir mão dos seus hábitos radicalmente para juntar dinheiro. O segredo está em se organizar para conquistar esse objetivo.

    Então, se você quer saber como juntar dinheiro rápido, mesmo ganhando pouco, aproveite para seguir essas dicas e comece hoje mesmo!

    5 dicas para começar a juntar dinheiro de forma fácil

    Quem nunca quis ou precisou juntar dinheiro na vida? E ao contrário do que muitas pessoas ainda pensam, guardar dinheiro, quando possível, pode ser apenas uma questão de disciplina. Confira!

    1 – Economize dinheiro

    Uma das formas mais fáceis de fazer seu dinheiro render mais é, sem dúvida, economizando. Vai fazer uma compra? Pesquise antes. Vai viajar? Compre as passagens antecipadamente. Tem dinheiro disponível? Prefira pagar à vista.

    Embora não pareça, pequenas atitudes como essas, podem tornar suas finanças mais organizadas no dia a dia. Com isso, juntar dinheiro pode deixar de ser vista também como uma tarefa complicada e para poucos.

    Cuidados necessários: fique atento para o “barato não sair caro”. Sempre confira as informações sobre produtos de validade, prazo de entrega, política de reembolso e devolução do dinheiro.

    2 – Evite os gastos invisíveis

    Além das contas convencionais e rotineiras (como aluguel, telefone, internet, compras do mês, por exemplo), também existem aqueles chamados “gastos invisíveis”. Sabe aquele cafezinho na padaria antes de ir trabalhar? Ou então aquela sobremesa após o almoço todos os dias?

    Parece pouco, mas quando essas despesas são somadas no fim do mês, podem fazer diferença no seu orçamento. A ideia aqui não é deixar de viver com qualidade, mas sim ter critérios para utilizar o seu dinheiro. Saber o que é essencial e o que pode ser deixado para um segundo momento.

    Com esse simples exercício, você certamente ficará mais atento ao QUE e COMO gasta, podendo juntar dinheiro mais rápido.

    Cuidados necessários: não confunda usar o seu dinheiro de maneira inteligente com racionar seus recursos. Defina as prioridades e poderá tomar decisões mais acertadas.

    3 – Reserve um valor todo mês

    Economizar e poupar são sinônimos, mas na prática nem tanto. Muitas vezes, até é possível economizar, mas o dinheiro é gasto de outra forma. Então, no fim das contas, é como se você não tivesse economizado.

    Portanto, a recomendação dos especialistas financeiros é reservar todo dinheiro que você conseguir economizar. Sobrou dinheiro no fim do mês? Então reserve também! Com o tempo, você pode estabelecer uma meta mensal, mas saiba que, independente do valor que conseguiu juntar, é preciso dar o primeiro passo.

    Cuidados necessários: reservar determinado valor pode significar muitas vezes tirá-lo da sua vista ou ainda dificultar o seu acesso. Quer um exemplo clássico disso? Quantas vezes você se sentiu tentado a quebrar seu cofrinho na primeira necessidade que surgiu?

    4 – Invista o valor poupado

    Um bom exercício para quem quer juntar dinheiro é investir o dinheiro reservado. Se o “velho porquinho” não ajuda mais, aplicar esse montante em uma poupança ou até mesmo fazer um investimento, pode contribuir com a missão de multiplicar o seu patrimônio.

    Hoje, com todas as opções disponíveis no mercado, também é possível começar a investir com muito pouco. O retorno será proporcional ao valor investido, mas de qualquer forma pode ajudar no objetivo de juntar mais dinheiro.

    Cuidados necessários: avalie o seu perfil para investimentos e calcule os taxas e impostos cobrados em cada um deles.

    5 –  Reinvista o rendimento ganho

    Se você não tem um uso definido para o dinheiro, é melhor deixá-lo aplicado e rendendo por mais tempo. Outra dica é reinvestir o rendimento que ganhou em outra linha, diversificando também sua carteira de investimentos.

    Saque ou transfira o dinheiro para sua conta apenas quando for usar. Dinheiro disponível pode fazer com que você gaste sem necessidade e sem critério.

    Cuidados necessários: lembre-se de ter sempre uma reserva de valor adicional para as emergências financeiras. Assim, não precisará recorrer ao que juntou.

    Então, que tal começar a juntar dinheiro agora? Aproveite para ler também os Segredos de dinheiro que pessoas ricas e bem sucedidas sabem. Não perca mais tempo e nem dinheiro!

    Por Danielle Vieira | Apaixonada por marketing, descobriu os números e finanças ao longo do caminho e, decidiu ajudar as pessoas através da educação

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    3 dicas básicas para evitar as dívidas mais caras

    1 de abril de 2019

    3 DICAS PARA FUGIR DAS DÍVIDAS MAIS CARAS

    Acredite: uma estratégia que não falha para fazer o seu dinheiro render também, é fugir das dívidas mais caras. Ou seja, você pode fazer escolhas financeiras mais inteligentes e com isso gastar menos ou até começar a poupar dinheiro.

    Descubra agora como fazer melhores escolhas quando precisar de dinheiro extra ou pagamento facilitado.

    Para evitar as dívidas mais caras, vale entender o que é preciso avaliar, além das taxas de juros.

    Um ponto que a maioria das pessoas se esquece, por exemplo, é que o que acaba encarecendo uma dívida é o conjunto de todos os seus custos. Ou seja, o Custo Efetivo Total, ou CET, é o principal fator de comparação. Assim, antes de fechar qualquer negócio, compare o CET.  Um crédito pessoal de mesmo valor pode ser mais barato ou caro, em função do seu CET.

    Na prática isso quer dizer que a velha e boa pesquisa é essencial, principalmente se você não quer entrar no vermelho.

    Confira outras dicas e cuidados necessários para não se endividar.

    1 – Use o cartão de crédito com critério

    Ter acesso fácil a crédito é sempre uma “mão na roda”, não é mesmo? Depende. Se não for bem planejado, o uso do crédito pode levar a uma dívida sem necessidade. E pior, a uma das dívidas mais caras, em função das altas taxas de juros.

    Isso significa então que você não pode utilizá-lo? Pelo contrário, você pode e deve utilizar o cartão de crédito quando precisar de dinheiro adicional ou ainda de pagamento parcelado. O cuidado está em não gastar mais do que deve (o que é, aliás, uma dica básica de qualquer planejamento financeiro).

    Portanto, crie alguns critérios para usar o cartão de crédito. Assim, você conseguirá ter mais visibilidade sobre o que está gastando e do quanto ainda tem de limite disponível, para quando precisar novamente.

    2 – Tenha cuidado com o cheque especial

    Falando em dívidas mais caras chegamos ao cheque especial, vilão do orçamento de muitas pessoas.

    Você sabia, por exemplo, que o cheque especial é dos dos maiores responsáveis, junto ao cartão de crédito, pelo alto índice de endividamento dos brasileiros? Os juros dessas duas modalidades de crédito pessoal tiveram aumento neste ano.

    Se tiver que utilizar o cheque especial, se atente ao prazo máximo para repor o dinheiro na conta-corrente. Esse prazo varia de banco a banco, no entanto, se você quer evitar dívidas mais caras, cubra novamente o seu saldo bancário dentro do prazo, para não pagar uma das taxas de juros mais altas do mercado.

    3 – Busque créditos alternativos

    Vai comprar algum eletrodoméstico? Consulte a loja sobre a opção de crediário próprio. Está pensando em financiar um veículo? Avalie outras opções de crédito que oferecem taxas de juros menores. Existem linhas de empréstimo com CET mais barato e que podem ajudar a pagar parte do valor, à vista.

    Pesquisando e comparando as opções disponíveis, você certamente irá encontrar o melhor tipo de crédito para determinado tipo de necessidade.

    Agora, se você não conseguiu fugir das dívidas mais caras e quer ajuda para regularizá-las aproveite para ler essas outras dicas.

    Como se livrar das dívidas e sair do vermelho?

    Para não entrar no superendividamento, é preciso administrar as suas dívidas. Isso quer dizer, controlar o que está em aberto, calcular os valores devidos e avaliar formas para quitá-las.

    Veja também, outras dicas que podem ajudar a se livrar das dívidas e do vermelho, mais rápido.

    1 – Troque as dívidas mais caras por uma mais barata

    Uma boa dica para economizar dinheiro, mesmo depois de já ter contratado qualquer linha de crédito, é migrar a dívida para um banco mais barato. Saiba mais sobre a Portabilidade de crédito e descubra como poupar dinheiro com seu empréstimo atual.

    Quando o banco compra a sua dívida, quita o saldo devedor na instituição anterior. Dessa forma, você pode trocar uma ou mais dívidas que são mais caras, por um novo empréstimo mais barato.

    Para ser uma opção vantajosa, no entanto, vale a pena comparar o CET do contrato atual e da nova proposta.

    2 – Renegocie suas dívidas

    Para o credor, é sempre melhor receber qualquer quantia do valor devido, do que nada. Essa é também uma boa oportunidade de conseguir condições especiais para quitação das dívidas mais caras.

    Renegociações ou até mesmo acordos podem ajudar a quitar as dívidas mais rápido. Mas antes de entrar em contato com os bancos ou instituições financeiras, priorize suas dívidas. É isso mesmo! As dívidas mais caras devem ser pagas antes.

    Lembre-se daquelas dívidas que também podem interromper o fornecimento de um serviço essencial, como energia elétrica ou água, por exemplo. Feito isso, avalie também quanto pode disponibilizar e faça sua proposta ao credor.

    3 – Crie uma reserva de emergência

    Ter uma reserva de emergência, pode evitar que você faça novas dívidas e recorra a créditos mais caros. Poupar não é fácil, mas é possível começar com pouco

    Como o próprio nome sugere, esse dinheiro extra deve ser utilizado em caso de uma emergência ou imprevistos financeiros.

    Outra recomendação é fazer a aplicação deste valor. Assim, seu dinheiro continuará rendendo até que você precise dele. Essa é uma boa tática também para que você não gaste, sem necessidade.

    Fugir das dívidas mais caras certamente irá ajudar a garantir o seu controle financeiro. Mas, se não teve como e você precisou recorrer a uma dessas opções, tente renegociá-las o quanto antes. Aprenda a defender seu dinheiro!

    Por Danielle Vieira | Apaixonada por marketing, descobriu os números e finanças ao longo do caminho e, decidiu ajudar as pessoas através da educação financeira. Hoje faz isso atuando no marketing da bxblue, fintech acelerada pela Y Combinator e escrevendo em alguns portais.

    Convidados

    Principais detalhes sobre a restituição Imposto de Renda em 2019

    27 de março de 2019

    Principais detalhes sobre a restituição Imposto de Renda em 2019

    A declaração do Imposto de Renda serve para que o contribuinte consiga prestar contas para a Receita Federal. Por sua vez, a Receita usa essas informações para analisar a situação tributária e o pagamento de tributos de cada cidadão, e assim fazer que cada pessoa pague apenas o que é devido, de acordo com a sua renda.

    O processo utilizado para acertar as contas entre contribuinte e cofres públicos é a restituição do Imposto de Renda. Diferentemente do que muita gente pensa, esse processo acontece tanto partindo da receita, quanto do cidadão.

    Quando é verificado que o cidadão não pagou ou teve retido na fonte o montante devido de tributos, ele precisa quitar essa diferença e pagar o que ficou faltando. Isso acontece logo após o preenchimento da declaração do Imposto de Renda.

    Se ficar constatado que o contribuinte ainda precisa pagar algum valor referente ao tributo sobre sua renda, é emitido um documento conhecido como DARF, que é a sigla para Documento de Arrecadação de Receitas Federais.

    No entanto, se o contribuinte apresentar todos os documentos que comprovam que ele pagou mais impostos é a Receita que deve restituir esse cidadão. Esse pagamento é realizado de acordo com o calendário definido pelo governo e o dinheiro é repassado para a conta corrente do contribuinte, cadastrada no momento da declaração do Imposto de Renda.

    O calendário de pagamento da restituição do Imposto de Renda em 2019 foi definido pelo governo logo no começo do ano. De acordo com as datas, o primeiro pagamento, que é destinado às pessoas classificadas como prioritárias (idosos, por exemplo) acontece em junho.

    Já o último lote, será liberado em dezembro. A ordem de pagamento segue a mesma ordem de recebimento das declarações, assim, os contribuintes são colocados nos lotes de acordo com a data que enviam a declaração para a Receita.

    O cronograma completo de pagamento da restituição do Imposto de Renda em 2019 é o seguinte:

    1º lote — data de liberação é 17/06/2019

    2º lote — data de liberação é 15/07/2019

    3º lote — data de liberação é 15/08/2019

    4º lote — data de liberação é 16/09/2019

    5º lote — data de liberação é 15/10/2019

    6º lote — data de liberação é 18/11/2019

    7º lote — data de liberação é 16/12/2019

    Antecipação da restituição do Imposto de Renda

    Mesmo com o pagamento marcado apenas para o segundo semestre de 2019, a restituição do Imposto de Renda já movimenta o mercado financeiro no Brasil.

    Isso porque muitas instituições financeiras já começaram a oferecer oportunidade para os contribuintes anteciparem o recebimento do dinheiro da restituição.

    Em 2019, o extrato do Imposto de Renda pode ser acessado em 24 horas após o envio da declaração. Com isso, os contribuintes têm acesso ao resultado do envio das suas informações, bem como já sabem se podem cair na malha fina e também o valor que devem receber como restituição.

    Para as instituições financeiras, é uma boa oportunidade de oferecer os serviços com uma certeza sobre o recebimento do que foi emprestado. Como esses empréstimos estão sendo realizados com a garantia do recebimento da restituição, as instituições financeiras sabem que os contribuintes terão uma fonte para quitar a dívida.

    Por outro lado, para os cidadãos é uma oportunidade de conseguir empréstimos com taxas de juros menores do que as são cobradas normalmente no mercado tradicional. Essa oportunidade pode ser interessante para contribuintes que precisam quitar dívidas ou mesmo para quem precisa utilizar esse dinheiro agora e sabe que não pode comprometer outros rendimentos.

    Porém é preciso sempre ter cuidado com os termos do contrato. Além de evitar armadilhas de empréstimos com valores abusivos, é preciso certificar de fechar o contrato apenas após o recebimento do extrato do IR. Esse documento proporciona a certeza do direito à restituição do Imposto de Renda e sem entraves com a malha fina, que podem atrasar esse recebimento.

    Convidados

    Como declarar as operações na Bolsa de Valores no Imposto de Renda?

    26 de março de 2019

    Como declarar as operações na Bolsa de Valores no Imposto de Renda?

    Na hora de realizar a declaração do Imposto de Renda, muitos contribuintes encontram dificuldades no momento em que é preciso informar os rendimentos obtidos na Bolsa de Valores.

    Essas dificuldades aparecem, sobretudo, pela tributação de cada operação ser diferente e por ser necessário seguir um caminho diferente para declarar o Imposto de Renda sobre ações ou sobre os outros ativos comercializados na Bolsa.

    É importante destacar que o pagamento do tributo referente ao Imposto de Renda das transações de Bolsa deve ser realizado mensalmente. O investidor deve pagar a porcentagem referente à tributação da transação no mês subsequente ao que ela foi realizada.

    Portanto, a declaração anual do Imposto de Renda serve apenas para informar ao governo que o contribuinte já pagou parte dos tributos e fornecer as informações para que seja feita a conferência de renda de cada pessoa.

    Dito isso, com o objetivo de evitar que os investidores tenham dores de cabeça para acertar suas contas com a Receita Federal, preparamos um passo a passo para declarar esses rendimentos e esses bens.

    Declarar ações em carteira

    A Receita Federal entende que os contribuintes devem declarar os rendimentos e também a posse de ações. Os investidores devem declarar a posse dessas ações, ou seja, se elas estão em sua carteira, na aba “Bens e Direitos” no aplicativo oficial da Receita.

    Ao encontrar essa seção, será preciso preencher os campos e inserir os seguintes dados:

    • Em “Código”, é preciso selecionar o item 31, “Ações (Inclusive as provenientes de linha telefônica)”.
    • Em “Localização”, manter o padrão “105 – Brasil”.
    • Em “CNPJ”, informar o CNPJ da empresa que você comprou a ação.
    • Em “Discriminação”, descrever a posição, citando a quantidade de ações e o preço médio.

    Após o preenchimento desses campos, o contribuinte deve informar qual a situação em reais ao longo do ano. Para encontrar essa informação, o investidor deve levar em consideração o preço médio da posição, e não a cotação atual da ação.

    Declarar operações de curto prazo

    Antes de saber como declarar o Imposto de Renda 2019 de ações, o contribuinte deve saber que, caso o valor de venda de ações em um mês não supere R$20.000,00, os lucros recebem a  isenção de Imposto de Renda.

    Esse conhecimento é importante porque altera a forma que deve ser apresentado na declaração anual do Imposto de Renda.

    Rendimentos não tributáveis

    Se os rendimentos ficarem abaixo desse valor, o contribuinte deve procurar a seção “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” e selecionar a opção “Ganhos líquidos em operações no mercado à vista de ações negociadas em Bolsas de Valores nas alienações realizadas até R$20.000,00 em cada mês, para o conjunto de ações”.

    Depois de realizar a soma do lucros, o investidor deve inserir no campo “Valor” e salvar as informações.

    Rendimentos tributáveis

    Quando o valor ultrapassa R$20.000,00, é preciso fazer outro processo. Afinal, esse rendimento agora será tributado pela Receita Federal.

    Para ter sucesso neste processo, é preciso procurar a seção “Operações Comuns / Day-Trade” em “Renda Variável”. Ao entrar nessa seção, o contribuinte consegue declarar os resultados de cada mês.

    Neste momento, é importante sinalizar se os rendimentos vierem de Day-Trade ou de outras transações, chamadas aqui de “Operações comuns”.

    O investidor deve informar como foi o desempenho de seus investimentos ao longo do ano. Aqui vale lembrar que é preciso informar inclusive quando obteve um resultado ruim, de prejuízo.

    O campo “Consolidação do mês” deve ser preenchido com os dados referentes ao Imposto de Renda retido na fonte. O contribuinte encontra essa informação nas notas de corretagem ou no informe de rendimentos enviado pela corretora de valores. Neste documento, estão apresentados os impostos que foram pagos ao longo do ano, com as apurações mensais através das DARFs.

    Tributação das operações na Bolsa de Valores

    A alíquota do tributo do Imposto de Renda é diferente para cada tipo de transação. Como foi dito, a Receita Federal separa as operações em “operações comuns”  e “Day-Trade” e impõe tributação diferente para cada uma delas.

    • Operações normais – operações que duram mais de um dia: 15% de alíquota (Fonte: 0,005% sobre o valor de alienação).
    • Day trade – operações que começam e terminam no mesmo dia: 20% de alíquota (Fonte: 1% sobre os rendimentos).

    Para o contribuinte, saber sobre essa alíquota é importante para que ele consiga entender o desconto que é aplicado sobre os seus rendimentos mensalmente. Dessa forma, ele consegue ter mais informações e evita o envio de dados errados para a Receita Federal.

    E você, o que pensa a respeito?
    Deixe a sua opinião.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Mineração de Bitcoin: o que é e como funciona

    19 de março de 2019

    Domine o assunto de Bitcoins!

    Entenda tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

    Antigamente, quando se falava sobre moedas, era comum pensar em reais, dólares, euros, libras, pesos e ienes, entre outras, todas físicas. Porém, com o massivo desenvolvimento da tecnologia que impacta o mundo inteiro, era difícil duvidar que isso chegaria ao mercado financeiro um dia.

    Foi isso o que aconteceu em 2009, quando um desenvolvedor criou a primeira criptomoeda descentralizada, o Bitcoin, que desde então já apareceu em manchetes de jornais, posts nas redes sociais e até mesmo nos grandes telejornais.

    Um dos termos mais citados quando se trata do assunto é a mineração, indispensável para o funcionamento dos Bitcoins, mas você sabe do que ele se trata? Aliás, você entende exatamente o que é Bitcoin?

    Se você não conseguiu responder, fique tranquilo, pois nós separamos um guia com cada informação que você precisa saber sobre essa moeda digital. Depois de ler o artigo, você já entenderá sobre o assunto e saberá como é possível garimpar Bitcoins!

    O que é Bitcoin?

    A primeira criptomoeda (ativo digital que atua como meio de troca) já desenvolvida. Ao invés de recorrer a uma autoridade central, o Bitcoin (BTC) faz uso de um forte esquema de criptografia para trazer segurança às transações financeiras, controlar a criação de unidades adicionais e verificar a transferência de ativos.

    Seu desenvolvimento é atribuído ao pseudônimo Satoshi Nakamoto, que retirou muitas das ideias do projeto da comunidade cypherpunk, grupo informal de pessoas interessadas em criptografia, para tornar o projeto da criptomoeda em realidade.

    O domínio “Bitcoin.org” foi registrado em 18 de agosto de 2008, e no dia 31 de outubro do mesmo ano, o link para um documento chamado “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System” (Bitcoin: um sistema de dinheiro eletrônico peer-to-peer) foi compartilhado com uma lista de discussão sobre criptografia.

    Então, em 3 de janeiro de 2009, a rede da criptomoeda passou a existir oficialmente através da mineração do “bloco de gênese de Bitcoin”, bloco de número 0, que gerou 50 Bitcoins como recompensa.

    O primeiro cliente de Bitcoin de código aberto foi lançado em 9 de janeiro de 2009, e três dias depois ocorreu sua primeira transação, com o programador Hal Finney, que recebeu 10 Bitcoins de Nakamoto.

    É importante ressaltar que o Bitcoin é uma moeda “limitada”, cujo montante não ultrapassará os 21 milhões. Por isso, conforme ela se tornar mais escassa, a tendência é de que também tenha seu valor aumentado.

    O que é a mineração de Bitcoins?

    É o processo de adicionar registros de transações de Bitcoins ao seu livro de registros disponibilizado publicamente, o qual também leva o nome de blockchain, já que representa uma “corrente de blocos”.

    Essa confirmação se dá através do funcionamento de programas especiais que solucionam problemas matemáticos e recebem um certo número de Bitcoins em troca, como pagamento. Esse é um método inteligente de “emissão” da moeda virtual, além de incentivar outras pessoas a procederem com a mineração.

    Isso se faz necessário devido à ausência de um governo central para regular a moeda, como ocorre com o dinheiro físico tradicional, onde há um órgão que decide quando o dinheiro deve ser impresso e para quem será distribuído.

    A mineração de Bitcoins ajuda a manter a rede segura graças à aprovação das transações, que é feita através da solução dos cálculos matemáticos que vimos anteriormente. Com isso, a moeda se mantém estável e protegida.

    O blockchain, onde as transações são registradas cronológica e linearmente, além de assinadas digitalmente, permite que as movimentações da criptomoeda sejam legítimas e, assim, impede tentativas de gastar uma certa quantia de Bitcoins que já foi gasta anteriormente, de modo que seja possível combater fraudes.

    Portanto, há dois objetivos para a mineração de bitcoins, que são os seguintes:

    1. Confirmar transações através de uma maneira confiável, desde que haja poder computacional (esforço) suficiente a ser dedicado ao bloco;
    2. Criar novos Bitcoins em cada bloco.

    Resumidamente, a mineração consiste de cinco passos:

    1. Verificação da validade das transações;
    2. Agrupamento de transações em um bloco;
    3. Seleção da parte superior do bloco mais recente, seguida de sua inserção em um novo bloco, o qual deve ser compatível com a sua “digital” (chamada de hash);
    4. Solução do problema matemático;
    5. Quando a solução é encontrada, o novo bloco é adicionado ao blockchain local e, então, propagado à rede.

    Quem pode minerar Bitcoins?

    Quem possui um computador com alta capacidade de processamento, o que é indispensável para o funcionamento da rede.

    Hoje em dia, já não é mais possível utilizar computadores convencionais para a realização desses cálculos matemáticos, já que eles não possuem poder de processamento suficiente para trazer a agilidade necessária.

    O objetivo desses cálculos é encontrar uma sequência que torne um bloco de transações de Bitcoins compatível com o bloco anterior. Para que isso seja possível, é necessário fazer milhares de cálculos por segundo, até que se consiga encontrar aquela combinação perfeita.

    Quando isso acontece, o minerador é recompensado com bitcoins, o que foi estabelecido para que mais pessoas se interessem por emprestar (ou melhor, vender) o poder de processamento de seus computadores para que a blockchain não pare de funcionar.

    A competição por essa recompensa de bitcoins é percorrida por milhares de mineradores. Ainda que um novo bloco de transações seja formado a cada 10 minutos, a competitividade é muito grande.

    O poder computacional necessário para os cálculos é tão grande que é possível encontrar empresas que vendem contratos de mineração, os quais são adquiridos por um determinado valor e, posteriormente, revertem rendimentos a quem o adquiriu.

    É possível encontrar computadores desenvolvidos especialmente para a mineração de Bitcoins, com valores que podem chegar a até US$ 3.000, mas é preciso também levar em conta os custos com energia elétrica, a qual é necessária para manter o equipamento em funcionamento.

    Também há opções de mineradores de bitcoins que funcionam via USB, os quais são mais baratos e partem de até US$ 19,99, mas seu poder de processamento é inferior, o que significa que as chances de conseguir encontrar a combinação ideal também são menores.

    Domine o assunto de Bitcoins!

    O funcionamento é complexo, é verdade, mas não há dúvidas de que o Bitcoin é uma realidade – bem valiosa, por sinal. Em 1º de março de 2019, 1 Bitcoin valia R$ 14.367,91.

    Curiosamente, no início das transações, quando o valor era negociado pelas partes envolvidas, duas pizzas entregues pela franquia Papa John’s, nos Estados Unidos foram adquiridas por 10.000 BTC, o que equivaleria a R$ 143,679 milhões de reais na cotação de 01/03/2019, embora, na época, não se conhecesse o verdadeiro potencial da criptomoeda.

    Assim como existe a consultoria em telecom para quem precisa de ajuda sobre o assunto, hoje também existem empresas que prestam consultoria em Bitcoins. Agora      que você já percebeu seu valor e complexidade, não é de se espantar a existência de tais empresas, já que o número de pessoas que deseja aprender sobre mineração e todos os demais aspectos da criptomoeda só tem a crescer.

    Convidados

    Portabilidade de crédito: descubra como poupar dinheiro com seu empréstimo atual

    12 de março de 2019

    Quem toma um empréstimo muitas vezes é porque necessita de dinheiro
    imediato ou tem alguma emergência.
    Diante dessa situação, nem sempre há tempo suficiente para pesquisar por
    todas as modalidades disponíveis ou de pesquisar em mais de uma instituição
    financeira, a fim de obter a melhor proposta de crédito.

    Geralmente, os consumidores procuram os bancos em que já tem
    relacionamento. Mas é preciso ficar atento, porque mesmo com condições
    exclusivas para quem é correntista, outro banco pode ter uma oferta mais
    vantajosa.

    Mas a boa notícia é que, mesmo com um empréstimo em andamento, ou
    seja, um contrato assinado com determinado banco, ainda é possível
    economizar dinheiro com o empréstimo atual.

    E mais do que isso: em alguns casos, ainda é possível ter dinheiro, sem a
    necessidade de fazer um novo empréstimo.
    Mas como? Trocando uma dívida mais cara, por uma mais barata.
    E como isso funciona na prática?

    O que é portabilidade de crédito?

    Através da portabilidade de crédito, os consumidores podem levar a dívida
    de um banco para o outro.
    Uma das vantagens, é claro, é pagar mais barato, economizando dinheiro ao
    pagar taxas de juros mais baratas.
    De forma simplificada, com taxas de juros menores, o Custo Efetivo Total (CET),
    que é o valor total pago por um empréstimo, por exemplo, é reduzido.
    Em outras palavras, isso significa que o tomador da dívida deixará de pagar ou
    de desembolsar a mais.

    Com a portabilidade, o banco compra a dívida atual e a quita antecipadamente
    junto ao banco emissor.
    A partir dessa quitação, o banco atual emite novo contrato para o titular da
    dívida. Nessa operação, ainda é possível refinanciar a dívida, ou seja, voltar o
    contrato para o seu prazo original e ainda obter um troco como crédito.

    Quais dívidas podem ser compradas pelos bancos?

    A portabilidade de crédito se aplica a toda linha de crédito pessoal.
    Exemplos: crédito imobiliário, empréstimo consignado, financiamentos de veículos.

    A exceção é para os contratos de leasing (em que o período de permanência no
    banco original é maior, em função do bem financiado ser tido como garantia no
    caso de inadimplência).

    Outro ponto importante é que, para fazer a portabilidade da dívida, é preciso
    ter, em média, de 20% a 30% do contrato atual pago.
    Para avaliar todas as condições disponíveis, é recomendado consultar o banco
    para o qual pretende transferir a dívida.

    A política de crédito de uma instituição para outra pode variar bastante. Isso
    inclui dizer que a taxa de juros assim como o CET também. Portanto, vale a pena
    pesquisar antes de fechar qualquer negócio ou de vender sua dívida para
    qualquer banco.

    Então, se você tem um contrato de empréstimo, independente do valor e do
    prazo para quitação e quer poupar dinheiro, a portabilidade de crédito pode ser
    uma alternativa.

    Deixe de pagar taxas de juros mais caras. Troque sua dívida mais cara por uma
    com juros mais baixos. Faça escolhas financeiras que podem ajudar a garantir o
    seu futuro!

    Por Danielle Vieira | Apaixonada por marketing, descobriu os números e finanças ao longo do caminho e, decidiu ajudar as pessoas através da educação financeira. Hoje faz isso atuando no marketing da bxblue, fintech acelerada pela Y Combinator e escrevendo em alguns portais.

    bxblue

    Convidados

    Saiba tudo o que você precisa saber para emigrar para o Brasil

    19 de fevereiro de 2019

    Diante da pior crise humana da história da Venezuela, uma percentagem considerada da população decidiu emigrar para outros países, em busca de uma melhor qualidade de vida.

    Um dos destinos escolhidos por alguns é o vizinho do Sul, Brasil.

    O maior país da América do Sul, cuja língua oficial é o português, é uma das opções para emigrar. Talvez por causa da sua proximidade e apesar do facto de falarem outra língua.

    Em seguida, veremos aspetos positivos da emigração para o país amazônico.

    Mas se você precisar de mais ajuda a este respeito para ficar legal no país, nada como falar com a JD Immigration. Eles podem ajudar em todo o processo.

    Diante da pior crise humana da história da Venezuela, uma percentagem considerada da população decidiu emigrar para outros países, em busca de uma melhor qualidade de vida. Um dos destinos escolhidos por alguns é o vizinho do Sul, Brasil. O maior país da América do Sul, cuja língua oficial é o português, é uma das opções para emigrar. Talvez por causa da sua proximidade e apesar do facto de falarem outra língua. Em seguida, veremos aspetos positivos da emigração para o país amazônico. Mas se você precisar de mais ajuda a este respeito para ficar legal no país, nada como falar com a JD Immigration. Eles podem ajudar em todo o processo.

    Porque é que emigrar para o Brasil é uma boa opção?

    Cada vez mais pessoas resolvem emigrar para o Brasil de forma a conseguirem ter uma vida um pouco melhor.

    E, o processo nem é assim tão complicado como poderíamos pensar, por isso, deixamos-lhe de seguida alguns motivos que explicam porque é que emigrar para o Brasil é uma boa opção.

    1 – Você não precisa de passaporte para entrar

    Se você entrar por terra, você não precisa apenas da carteira de identidade venezuelana para entrar, com ela você pode solicitar um visto de turista que dura de 60 a 90 dias.

    2 – Níveis muito baixos de xenofobia

    Por praticarem um idioma diferente do espanhol, poucos venezuelanos migram para este país, em comparação com outros onde falam espanhol, razão pela qual o boom venezuelano é baixo, mantendo baixos os níveis de xenofobia.

    3 – Poder de compra

    No Brasil não é muito complicado viver ganhando um salário mínimo e muitas empresas pagam salários mais altos.

    Contudo, é importante ter em mente que não são só vantagens associadas à emigração para o Brasil. Na verdade, existem também alguns pontos negativos. Os mesmos são:

    1 – Outro idioma

    Para viver no Brasil tem que saber falar português como um requisito indispensável.

    2 – Conseguir um emprego

    O desemprego no Brasil cresceu consideravelmente no momento, e esta taxa triplicou em menos de 3 anos (cerca de 13 milhões de habitantes).

    Embora isto represente apenas 6,25% da população, trata-se de um crescimento considerável, que pode dificultar a obtenção de emprego.

    3 – País caro

    Viver no Brasil pode ser muito caro, o país está passando por uma crise que gera preços muito altos em coisas básicas, como hospedagem, alimentação, serviços públicos, entre outros.

    Ficar legal no Brasil: o que deve considerar

    Já conhecendo alguns aspetos positivos e negativos de começar uma nova vida no Brasil, vamos ver os passos a seguir para ficar como cidadão legal na nação vizinha.

    1 – Ter poupanças em moeda estrangeira

    A moeda oficial do Brasil é o real, que vale cerca de 26 centavos sobre o dólar, ou seja, aproximadamente 4 reais são trocados por cada 1 dólar.

    Levar alguns dólares para trocar ajuda a sobreviver enquanto você se estabelece.

    2 – Segurança

    Os níveis de insegurança são consideráveis no Brasil, principalmente devido à presença de carteiristas em cidades como o Rio de Janeiro, a mais insegura do país.

    Em locais onde há uma elevada presença de turistas, as forças policiais podem ser vistas em maior número, mas as pessoas não podem negligenciar os seus pertences.

    3 – Documentação

    Uma vez findo o tempo concedido para permanecer como turista no país, é necessário solicitar a residência temporária para ser legal no Brasil.

    Convidados

    Tudo que você precisa saber sobre investimento em moeda estrangeira

    28 de janeiro de 2019

    Descubra por onde começar se quiser ganhar dinheiro com a flutuação cambial

    Todos os dias você sai para trabalhar de manhã e volta após escurecer mas, ainda assim, você sente que o seu dinheiro não está rendendo como deveria? Ou já se viu cancelando planos de viagens e adiando a compra do carro dos seus sonhos por medo de ter que se privar de alguns luxos durante o pagamento?

    Aqui vai uma boa notícia: ao final deste artigo há boas chances de você se tornar um investidor do mercado de moedas estrangeiras. Existe muita gente ganhando altas quantias de dinheiro com isso e você vai entender como. Para isso, continue lendo.

    Investimento em moeda estrangeira: como funciona?

    Antes de mais nada, é importante que você entenda exatamente porque o câmbio oscila todos os dias. Basicamente quanto maior a inflação no país, mais desvalorizada será a moeda.

    Atualmente, o dólar está alto para nós, brasileiros, pois a inflação por aqui está mais alta em comparação ao mesmo índice americano. De acordo com dados de novembro de 2018, enquanto aqui a marca alcança 4,046%, nos Estados Unidos não passa de 2,5%.

    No momento em que o dólar e o euro passam a valer mais em comparação ao real, enquanto os brasileiros em geral sofrem prejuízo, aqueles que investem em moeda estrangeira ficam mais ricos.

    Por onde começar?

    Antes de mais nada é preciso definir qual é o seu perfil investidor. A partir daí será mais fácil para você decidir qual é o investimento ideal e trabalhar em cima disso. Atualmente, existem 3 definições:

    • Perfil Conservador: quem tem o perfil conservador busca, sobretudo, segurança em seus investimentos. Por isso, esse perfil dá preferência para investimentos de baixo risco, ainda que isso implique uma menor rentabilidade.
    • Perfil Moderado: assim como o perfil conservador, aqueles que são moderados buscam segurança e, na maioria dos casos, investimentos mais “pé no chão”. No entanto, esse tipo de investidor também gosta de se expor, aos poucos, para obter maior rentabilidade.

    Por isso, quem é moderado tende a ter uma postura de diversificar na hora de investir em vez de “colocar todos os ovos em uma única cesta”.

    • Perfil Arrojado: já o grupo que se identifica com o perfil arrojado busca primeiro os investimentos de alto risco pois sabe da alta rentabilidade que eles podem gerar.

    Quais são os investimentos em moeda estrangeira?

    Agora que você já sabe o que provoca oscilação do câmbio e pôde identificar o seu perfil investidor, é hora de conhecer alguns dos principais investimentos em moeda estrangeira.

    • Papel moeda: a compra de papel moeda é o mais tradicional dos investimentos em moeda estrangeira. A ideia aqui é comprar euro ou outra moeda em uma das distribuidoras autorizadas pelo Banco Central e vender quando houver alta no câmbio.
    • Fundos cambiais: indicado para investidores de perfil moderado e arrojado, nesse tipo de investimento o objetivo é preservar o investidor da alta do câmbio, o que o torna indicado também para quem quer evitar prejuízos em uma eventual viagem internacional.

    Por isso, ao menos 80% dos ativos está relacionado a moedas estrangeiras como o dólar e o euro. Os 20% restantes em renda fixa prefixada ou indexada à SELIC ou CDI, o que o torna um pouco mais seguro.

    • Fundo multimercado: apesar de estar listado aqui, esse tipo de investimento não é exclusivamente em moedas estrangeiras, pois no fundo multimercado o gestor tem total liberdade trabalhar diferentes ativos: papéis de renda fixa, ações de empresas, moedas (como dólar), derivativos e investimentos no exterior.
    • Derivativos: nesse tipo de investimento a rentabilidade está diretamente atrelada à cotação da moeda. Quanto mais o dólar subir, maior será o retorno sobre o valor investido.

    É fundamental estudar todos os tipos de investimento

    Investir com sabedoria exige conhecimento. O investimento em moedas estrangeiras é considerado de alto risco e, portanto, não é recomendado para pessoas inexperientes.

    Pesquise as opções disponíveis, crie uma conta em uma corretora de investimentos e tire todas as suas dúvidas antes de começar.

    No mercado de investimentos, cada título ou produto disponível possui vantagens e desvantagens: valor mínimo, liquidez, aportes mensais, imposto de renda na retirada etc. O que torna determinado investimento melhor ou pior é o alinhamento com as suas possibilidades e objetivos.

    Tenha os seus limites e metas bem definidos

    De forma alguma você deve investir todos os seus ativos, sobretudo em investimentos de alto risco como as moedas estrangeiras. Por isso, depois de entender o seu perfil investidor e estudar a respeito desse mercado, defina certos limites para todas as suas transações.

    É importante que o valor não saia de uma reserva de emergência e nem comprometa outros compromissos financeiros que você já tem. Na opinião de alguns especialistas, o número de ativos investidos em câmbio não pode ultrapassar 10%.

    Outro limite que deve ser definido é o de perdas. É comum que o câmbio, depois de uma sequência de altas, acabe caindo. Como já foi dito, há tendências mas não há certezas quando o assunto é a flutuação cambial.

    Portanto, caso você esteja perdendo mais do que 9 ou 10%, talvez seja hora de vender os seus ativos de moeda estrangeira. Tendo uma margem nesse sentido evita prejuízos irreversíveis em seu patrimônio.

    Agora que você já sabe de tudo isso, que tal começar a traçar um novo rumo para a sua situação financeira daqui para frente? Aproveite o início do ano e o clima de resoluções para enriquecer as suas reservas. Comprar euro pode ser um bom começo.

    Referências:

    https://verios.com.br/blog/fundo-multimercado-o-que-e/

    https://blog.genialinvestimentos.com.br/fundos-cambiais/

    https://www.euqueroinvestir.com/como-saber-meu-perfil-de-investidor/

    http://g1.globo.com/economia/inflacao-causas/platb

    https://www.infomoney.com.br/onde-investir/fundos-de-investimento/noticia/7463178/brasil-modo-panico-veja-fundos-cambiais-para-aproveitar-dolar

    cambio-dolar-real