Rodrigo’s Articles at Defenda Seu Dinheiro
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    Série Netflix: O Mecanismo

    29 de março de 2018

    O mecanismo: atuação de Selton Mello, que interpreta o delegado da Polícia Federal Marco Ruffo, foi avaliada de forma quase unânime como letárgica e sussurrante

    Um dos assuntos mais comentados dos últimos dias foi o lançamento da série da Netflix O Mecanismo sobre a corrupção brasileira que vem tirando dinheiro pago pelo contribuinte em impostos e drenado para os bolsos dos larápios. O seriado é produzido por José Padilha (diretor dos dois Tropa de Elite), o programa traz de forma fictícia os eventos do início da Operação Lava Jato, com Selton Mello como protagonista. No último fim de semana, a ex-presidente Dilma Rousseff criticou a série, dizendo que ela é mentirosa, principalmente por um momento em que coloca uma frase dita por Romero Jucá na boca de Lula.

    Com apenas 8 episódios de cerca de 40 minutos cada, a série é rápida de ser vista e o feriado pode ser uma grande oportunidade para aproveitar. Ignorando as polêmicas, a série em si tem muitos problemas e está longe de ser uma produção de grande qualidade, mas merece ser vista, seja para ver um pouco do momento que passamos no Brasil hoje, mas também para ficar por dentro de toda a polêmica gerada.

    Não deixe de ler a crítica completa clicando no link a seguir:

    O Mecanismo: entenda a polêmica que envolve a série da Netflix sobre a Operação Lava-Jato

    Até mais.

    Tecnologias que você precisa conhecer para ganhar mais dinheiro nos próximos anos

    15 de março de 2018

    CEO da LearnVest acredita que o patrimônio das pessoas crescerá muito mais rapidamente em 5 ou 10 anos

    Na opinião de Alexa Von Tobel, CEO da LearnVest, tecnologias que hoje são novas deverão moldar o futuro de forma a facilitar – e muito – a acumulação de patrimônio. A executiva e investidora escreveu sobre isso em texto recente publicado na Inc Magazine.
    Segundo ela, existem 5 tecnologias que deverão conduzir as finanças ao patamar previsto: em 5 ou 10 anos, será mais fácil ganhar dinheiro. Confira os destaques:

    Blockchain e moedas digitais

    Ainda em processo de criação, o universo das criptomoedas “inventará formas totalmente novas de fazer dinheiro que não podemos vislumbrar hoje”, diz a especialista. Isso porque elas são descentralizadas, permitindo a empresas e pessoas físicas arrecadar e movimentar dinheiro mais facilmente – e com menos tributos.

    Tecnologias de voz

    Assistentes pessoais por voz serão usados por 40% dos consumidores em 3 anos. Isso deverá ser utilizado por instituições financeiras para agilizar consultas e transações, facilitando toda relação com dinheiro.

    Pagamento móvel

    Alexa diz sonhar com um mundo em que todas as contas são pagas automaticamente por um dispositivo eletrônico. Isso minimiza erros, diminui custos de empresas e aumenta a segurança quando combinado a tecnologias como reconhecimento facial e biometria – o que também significa economia.

    Carteiras virtuais

    Taxas para saques em caixas eletrônicos devem ficar no passado com a possibilidade de carregar todos os instrumentos de pagamento em uma carteira digital. Todas as transações também são rastreadas, o que melhora a gestão, segurança e ajuda a economizar.

    Insurtech

    Empresas que unem tecnologia e seguros são outra grande aposta da especialista para diminuir os custos da população com produtos hoje extremamente caros. Além da possibilidade de pesquisar eletronicamente e, do outro lado, a economia das interações digitais, Alexa acredita ainda que a tecnologia de mapeamento de costumes deve baratear os custos para quem realmente vive “na linha”.

    Até o próximo post.

    Kenneth Rogoff: Bitcoin tem mais chance de cair para US$ 100 do que disparar para US$ 100 mil

    6 de março de 2018

    A decade from now, bitcoin is more likely to be $100 than $100,000, Harvard economist says

    Se você tirar a possibilidade de lavagem de dinheiro e evasão fiscal, seus usos reais como um veículo de transação são muito pequenos

    Diante de uma evolução ainda pequena em sua utilização como meio de pagamento, a expectativa para uma alta do Bitcoin não é tão grande entre alguns analistas. É o caso do professor e economista da Universidade de Harvard, Kenneth Rogoff, que vê muito mais chances da moeda digital cair do que subir nos próximos anos.
    Para ele, a probabilidade do preço do bitcoin cair para US$ 100 é maior do que a criptomoeda saltar para US$ 100 mil na próxima década. “Eu acho que o bitcoin valerá apenas uma pequena fração do que vale hoje se olharmos para daqui 10 anos … Eu veria US$ 100 como sendo muito mais provável que US$ 100.000”, disse Rogoff ao programa da CNBC Squawk Box.

    “Basicamente, se você tirar a possibilidade de lavagem de dinheiro e evasão fiscal, seus usos reais como um veículo de transação são muito pequenos”, disse o ex-economista-chefe do FMI (Fundo Monetário Internacional). Apesar destas associações, o presidente do Blockchain Intelligence Group, Shone Anstey, já afirmou que em 2016 apenas 20% das transações foram ilegais, um resultado que deve ter caído mais no ano passado.

    Rogoff disse que uma regulação do governo daria um começo na queda do preço do bitcoin, embora ele acredite que vá levar um tempo para que seja desenvolvido um quadro global de regulação. “Realmente precisa ser uma regulamentação global. Mesmo que os Estados Unidos se caíam e a China também, mas o Japão não, as pessoas ainda poderão lavar dinheiro no Japão”, disse ele.

    O Bitcoin é negociado em torno de US$ 11.100 nesta terça-feira (6), uma queda de 4% nas últimas 24 horas após esboçar uma alta mais forte nos últimos dias. Neste momento, a moeda digital acumula perdas de 16% este ano, tendo caído de um recorde de mais de US$ 20 mil em dezembro do ano passado.

    Veja também:

    Nouriel Roubini: O bitcoin e outras criptomoedas representam a mãe de todas as bolhas

    Até o próximo post.

    [BIT FRAUDE BREAKINGNEWS] Exchange japonesa perde R$ 1,7 bilhão no maior roubo de criptomoedas da história

    29 de janeiro de 2018

    Bitcoin - Em uma coletiva de imprensa, o presidente e chefe de operações da Coincheck confirmou o roubo feito com tokens da criptomoeda NEM

    Uma das maiores bolsas de criptomoedas do Japão, a Coincheck afirmou que cerca de US$ 532 milhões (pouco menos de R$ 1,7 bilhão) em tokens NEM foram perdidos depois que as moedas foram retiradas “ilicitamente” de seus sistema, assustando os investidores do país, que é considerado uma referência na regulamentação de moedas digitais.Com esta perda, este se torna o maior roubo de criptomoedas da história. Em uma coletiva de imprensa realizada na tarde desta sexta-feira (26), o presidente e chefe de operações da Coincheck confirmou o roubo feito com tokens da criptomoeda NEM.

    Os diretores afirmaram que estão vendo formas de compensar seus clientes. A quantidade de dólares roubada desta vez supera as perdas da Mt. Gox em 2014, um dos casos mais famosos da história e que abalou bastante o mercado na época. Desta vez, o impacto nos preços não foi tão grande.

    Rumores sobre o roubo haviam circulado no início desta manhã, quando a Coincheck congelou inesperadamente a maioria de seus serviços. A empresa anunciou em seu site que tinha restringido os depósitos, negociação e retirada de XEM, o token que corre no blockchain NEM.

    Menos de uma hora depois, a empresa anunciou uma suspensão mais ampla, atingindo os saques de todas as criptomoedas, assim como do iene. Logo em seguida, foi restrita a negociação de moedas digitais na plataforma, com exceção do bitcoin.

    Além disso, foi revelado que a Coincheck não estava registrada na Agência de Serviços Financeiros do Japão. Apesar da empresa não estar regulada, ela é uma das mais populares plataformas de criptomoedas do país.

    Muito cuidado com as bit fraudes. Não seja o próximo incauto a falir neste mercado!!!

    Até o próximo post.

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] BitConnect: Criptomoeda desaba 95% após fechar plataforma acusada de pirâmide financeira

    18 de janeiro de 2018

    Bitcoin: queda generalizada é lição para quem se empolgou

    A BitConnect afundou de US$ 330 para menos de US$ 10 em poucos minutos

    Enquanto todos olhavam para o bitcoin e outras grandes moedas digitais caindo mais de 20%, uma outra criptomoeda chamada BitConnect chamou atenção ao perder praticamente todo o seu valor. Isso ocorreu por conta de acusações de que o serviço que ela prestava era pirâmide financeira.

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Pirâmide financeira em João Pessoa com bitcoin

    A BitConnect desabou 95%, passando de US$ 330 para menos de US$ 10 em pouco minutos, após a empresa anunciar que fechou as portas. A plataforma prometia o pagamento de juros de 1% ao dia para quem investisse na criptomoeda BitConnect, que seria usada para obter lucros com investimentos em Bitcoin.

    Com o programa de empréstimos, os indivíduos poderiam depositar dólar ou Bitcoin em suas contas da BitConnect, onde então apostariam suas participações por juros diários por um período de tempo predeterminado. Quanto mais dinheiro o usuário bloqueia no empréstimo, maior o retorno diário e menos tempo em que o dinheiro ficaria congelado.

    No anúncio sobre o encerramento, a BitConnect explicou que todo o saldo dos usuários foi convertido em BitConnect Coin usando a cotação de US$ 363,62 por moeda. Dessa forma, quem tinha saldo em dólares agora dispõe apenas de saldo em moeda virtual.

    De acordo com a empresa, eles optaram por fechar a plataforma de empréstimo por conta das muitas acusações feitas na imprensa, além das notificações recebidas pelos estados americanos do Texas e da Carolina do Norte.

    Até o próximo bit post!!!

    Bitcoin: queda generalizada é lição para quem se empolgou

    17 de janeiro de 2018

    Bolha imobiliária: ascensão e a queda do mercado imobiliário brasileiro em 10 anos

    Pânico no Bitcoin: queda generalizada é lição para quem se empolgou, diz Fernando Ulrich

    Para especialista, cenário atual lembra que as pessoas não devem se endividar para comprar moedas, mas também pode ser bom momento para compra.

    O mercado de criptomoedas acordou em choque ontem, terça-feira (16/01/2018), com praticamente todas as moedas digitais caindo forte, levando o Bitcoin para seu menor patamar desde dezembro. A tensão segue vindo da Ásia, onde tanto China quanto Coreia do Sul estão ameaçando suspenderem a negociação nas exchanges.

    O movimento negativo veio depois de novos comentários do ministro da economia da Coreia do Sul, Kim Dong-yeon, que, em entrevista a uma estação de rádio local, afirmou que o governo já está trabalhando em medidas para conter a “irracionalidade” motivada pelas criptomoedas. Segundo ele, fechar as exchanges locais ainda é uma opção.

    Enquanto isso, segundo informações da Reuters, um integrante do banco central chinês disse que as autoridades devem proibir a negociação centralizada de moedas virtuais, bem como indivíduos e empresas que fornecem serviços relacionados, segundo um memorando interno de uma reunião do governo visto pela própria agência de notícias.

    No memorando, descrevendo os detalhes das discussões em uma reunião de reguladores da Internet e outros formuladores de políticas na semana passada, o vice-diretor do PBOC (Banco Central Chinês), Pan Gongsheng, disse que o governo continuaria a exercer pressão sobre o comércio da moeda virtual afim de evitar a acumulação de riscos nesse mercado.

    Apesar de todo este pânico no mercado, para Fernando Ulrich, especialista em criptomoedas do grupo XP Investimentos, esta “correção já era mais que esperada”. Em dezembro, o Bitcoin disparou mais de 100% em poucos dias para logo em seguida começar a cair forte e desde então não tem tido força para se recuperar.

    Ulrich lembra que não é a primeira vez que o mercado passa por isso. Entre 2012 e 2013, o preço do bitcoin subiu 85 vezes, movimento que se seguiu ainda por alguns meses daquele ano, para em 2014 afundar 72% e chegar ao patamar de US$ 320. Em 2015, a moeda digital chegou a cair para US$ 150.

    Na tarde desta terça-feira, o Bitcoin registrava queda de quase 20%, recuando para US$ 11.688, enquanto outras das maiores moedas digitais também afundavam, caso do Ethereum, com perdas de 18%, e do Ripple, desabando 25%.

    “Cá estamos em 2018 e o mercado está todo no vermelho hoje. A maior parte dos comprados em criptos jamais viu um bear market. Veremos uma reprise de 2014 neste ano? Não sei. Mas uma correção já era mais que esperada”, afirma o economista.

    Ulrich reforça que não é momento para pânico, sendo, inclusive, uma janela de oportunidade de compra para quem segue uma estratégia focada em longo prazo e de olho em preço médio.

    Além disso, esta queda generalizada também reforça a lição para quem se empolgou com o mercado: “esse é um lembrete de que criptomoedas são uma classe de ativos com muito mais risco que investimentos tradicionais. E não se deve hipotecar a casa para surfar esse mercado. Jamais”, conclui o especialista da XP.

    Veja também:

    As 10 criptomoedas que mais subiram em 2017

    Até o próximo post.

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Hackers roubam mais de US$ 60 milhões em bitcoin

    7 de dezembro de 2017

    Cricket 1: novo golpe de pirâmide financeira?

    Hackers roubam mais de US$ 60 milhões em bitcoin

    Um grupo de hackers roubou mais de US$ 60 milhões em bitcoins do serviço de mineração de criptomoedas NiceHash, aproveitando uma falha de segurança no seu sistema. Em consequência ao ataque, o NiceHash interrompeu a sua atividade por pelo menos 24 horas.

    “Nosso sistema de pagamento foi comprometido e o conteúdo da carteira NiceHash Bitcoin foi roubado. Estamos trabalhando para verificar o número preciso de bitcoins roubadas”, afirma um comunicado da NiceHash em sua página no Facebook.

    “Claramente, isso é uma questão que nos preocupa severamente, e estamos trabalhando para solucionar o problema nos próximos dias”, acrescenta o comunicado.

    “Foi um ataque profissional”, disse o diretor de marketing da NiceHash, Andrej Skraba, ao Wall Street Journal .

    O ataque ocorre no momento em que o valor do bitcoin não para de subir, tendo alcançado mais de US$ 14 mil por unidade.

    Até o próximo post.

    7 lições de investimentos

    10 de outubro de 2017

    7 lições de investimentos do estrategista do Santander

    Uma das perguntas mais comuns quando alguém começa a investir é “qual é o melhor investimento?”. A resposta é a mesma para várias questões que envolve economia: “depende”. O melhor investimento para cada investidor depende das respostas para algumas perguntas, como quais são seus objetivos e o prazo para alcançá-los.
    Em uma das transmissões ao vivo no Facebook para a Semana Mundial do Investidor, que ocorreu entre 2 e 6 de outubro, Aquiles Mosca, presidente do Comitê de Educação de Investidores da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e estrategista de investimentos pessoais do Santander, explicou o que você precisa saber antes de escolher onde colocar o seu dinheiro.

    Veja as sete dicas do especialista:

    1) Liste os objetivos para os seus investimentos

    Eles podem e devem ser múltiplos. Você pode querer trocar de carro, comprar um apartamento maior, criar uma reserva para seu filho estudar no exterior, ou se aposentar. Cada um desses objetivos terá um conjunto de investimentos para ajudá-lo a alcançar.

    2) Já sabe o que quer? É hora de escolher o “quando”

    É preciso definir o tempo que você tem para alcançar o objetivo. O carro novo pode ser para o fim do ano, o apartamento você comprará daqui a cinco anos, seu filho estudará fora só quando atingir a maioridade e ainda faltam 30 anos para a aposentadoria. Defina prazos para cada um dos objetivos.

    3) Entenda o quanto você suporta de risco

    Considere a sua tolerância a risco. Para buscar retornos maiores, é preciso trocar um pouco de segurança por algum risco. Você tem estômago para acompanhar as altas e baixas da bolsa de valores, por exemplo? O risco também se relaciona diretamente ao prazo. Se o horizonte for muito curto, não é recomendado incluir ativos de risco, com muita volatilidade, na carteira, pois eles trazem mais retorno no longo prazo.

    As respostas a essas três perguntas ajudam a definir quais são os melhores investimentos que levarão você a alcançar os objetivos traçados.

    4) Risco e retorno andam de mãos dadas

    Não dá para ter tudo. Segurança e previsibilidade estão necessariamente associados a retornos menores. Se você quiser mais rentabilidade, é preciso aprender a fazer essa troca: abrir mão de um pouquinho de previsibilidade, pelo menos para uma parte da carteira, para, no longo prazo, obter retornos melhores com opções mais arriscadas.

    5) É preciso ter disciplina e paciência com investimentos mais arriscados

    Não adianta ficar olhando todo dia a movimentação daqueles investimentos mais arriscados. Eles precisam de tempo para materializar o potencial de alta. Você pode se assustar com as baixas e ficar tentado a se desfazer da aplicação.

    Por isso, após definir os objetivos, o prazo e o apetite a risco, é importante traçar uma estratégia e se manter fiel a ela. Você pode, por exemplo, reservar uma parte do dinheiro para investimentos mais arriscados e outra parte para aplicações mais conservadoras.

    6) Se ações serão a sua escolha, dá para optar por uma corretora ou por fundos de ações

    Nessa hora, não tem certo e errado, mas sim o que é mais adequado para cada tipo de investidor. Se você não conhece o mercado de ações, os fundos de investimentos em ações podem ser uma boa opção. Neles, há um gestor profissional que toma decisões por você: quais as melhores ações, quais setores vale investir, qual o momento adequado para comprar e vender. Ele será remunerado por isso com a taxa de administração.

    Agora, se você é um investidor que quer ter as decisões de compra e venda nas mãos, as corretoras podem ser o melhor caminho. Elas disponibilizam relatórios, estudos e recomendações de compra e de venda e, com isso, exigem um grau de envolvimento maior.

    7) Investir em bitcoins é como investir em uma moeda, a exemplo de dólar ou libra

    Como toda moeda, o que define o valor dela é a demanda. No caso do bitcoin, as transações de compra e venda são pouco reguladas. Para investir, é importante entender os movimentos que estão por trás da demanda.

    Até mais.

    [BREAKING NEWS] China faz valor da bitcoin desabar

    14 de setembro de 2017

    Ebook gratuito: Bitcoin – A Moeda na Era Digital

    No dia 2/9/2017, criptomoeda chegou à máxima histórica dos 5 mil dólares; hoje, vale cerca de 3,5 mil dólares.

    FILE PHOTO:An illustration photo of Bitcoin (virtual currency) coins are seen at La Maison du Bitcoin in Paris

    Setembro não tem sido um mês fácil para os entusiastas da bitcoin. A moeda, que chegou a bater a marca dos 5 mil dólares no último dia 2, viu seu valor derreter desde então. Nesta quinta-feira, uma unidade da criptmoeda valia cerca de 3,5 mil dólares — uma queda de 30%.

    A derrocada pode ser explicada por notícias nada animadoras vindas da China. A primeira delas foi a decisão do país de tornar ilegal a prática conhecida como ICO (initial coin offerings), uma espécie de abertura de capital na bolsa, mas feita com criptomoedas. A novidade derrubou os preços da moeda Ether, mais usada nessas transações, mas também da bitcoin.

    Depois, surgiram rumores de que o governo chinês iria proibir o comércio de moedas virtuais em bolsas domésticas. Inicialmente, a publicação financeira chinesa Caixin informou que a China estaria planejando fechar as bolsas. No começo desta semana, Bloomberg e Wall Street Journal publicaram notícias semelhantes, dizendo que o país estaria elaborando um plano para proibir a comercialização de todas as moedas virtuais.

    Hoje, uma das plataformas de trocas de moedas mais antigas do mercado chinês informou que encerrará suas operações no final deste mês, dando sinais de que o fechamento das bolsas deve ocorrer em breve.

    Fora tudo isso, o presidente executivo do JPMorgan, Jamie Dimon, disse na última terça-feira que a bitcoin “é uma fraude” que entrará em colapso, afetando o humor dos investidores norte-americanos.

    “Vocês não podem ter um negócio em que as pessoas podem inventar uma moeda a partir do nada e achar que as pessoa que a estão comprando são realmente inteligentes”, afirmou Dimon em conferência com investidores.
    fonte de consulta: exame.abril.com.br/mercados/ameaca-chinesa-faz-valor-da-bitcoin-desabar

    Ebook gratuito: Bitcoin – A Moeda na Era Digital

    22 de agosto de 2017

    The Ascent of Money – A Financial History of the World (“A ascensão do dinheiro – Uma história financeira do mundo”, numa tradução livre)

    bitcoin-a-moeda-na-era-digital

    O bitcoin é uma moeda com a mesma utilidade do real ou do dólar, mas com algumas diferenças importantes:

    1. É uma moeda puramente digital;
    2. Não é emitida por nenhum governo (ainda…);
    3. Tem aceitação mais restrita.

    Seu valor é determinado livremente pela oferta e pela demanda. Mais recentemente o bitcoin ganhou notoriedade por sua incrível valorização. Desde a primeira transação com bitcoin que se tem notícia, realizada em 2010, a moeda já subiu mais de 100.000.000%.

    D9 e MinerWorld: suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira

    Se você quer saber tudo sobre bitcoin, baixe agora gratuitamente o ebook de 123 páginas “Bitcoin – A Moeda na Era Digital”, escrito por Fernando Ulrich, um dos maiores especialistas do Brasil em criptomoedas.

    E-moeda é fraude?

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    E não deixe de ler:

    Livro – Crash!: Uma Breve História da Economia – Da Grécia Antiga ao Século XXI (Alexandre Versignassi)

    Até o próximo post.