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    Cricket 1: novo golpe de pirâmide financeira?

    6 de dezembro de 2017

    Saiba detalhes de como funciona o negócio da Cricket e quais são os indícios que apontam a suposta pirâmide financeira.

    Muitos brasileiros já estão “surrados” de tanto caírem em golpes de pirâmides financeiras. A cada dia que passa surgem mais e mais supostas empresas que dizem praticar o marketing multinível, mas na maioria das vezes, tudo não passa de um golpe para arrancar dinheiro de pessoas que acreditaram nas propostas fantasiosas que os chamados “líderes de equipe” apresentam.
    Uma nova “empresa” está surgindo no momento e levantando dúvidas em muitas pessoas, se trata da Cricket 1. Ao pesquisar este nome no YouTube já é possível encontrar uma meia dúzia de vídeos com a apresentação de como funciona todo o negócio.

    Atividade da empresa

    No vídeo que assistimos, o recrutador já inicia dizendo que as informações que serão repassadas “vão mexer profundamente com você“. Primeiramente é informado que a tal empresa possui sua sede em Dubai, nos Emirados Árabes. A atividade primária da empresa seria a atuação no mercado de compra e venda de atletas, convidado assim aos interessados em também ter uma participação societária nesse tipo de negócio. A outra atividade da empresa seria uma mineradora das criptomoedas Ethereum e o Bitcoin. No vídeo, é bem frisado a valorização que as duas moedas tiveram nos últimos 12 meses.

    Como funciona a principal atividade

    Agora entra a parte suspeita de todo o negócio: a chamada “peneira virtual” – que funciona como uma espécie de vitrine onde os associados postarão vídeos de jogadores amadores, que estarão disponíveis para grandes técnicos, clubes e empresários do Brasil e do mundo – e é através dela que o jogador terá a oportunidade de ir ao centro de treinamento da Cricket, no estado de São Paulo, e então, após um prazo, caso esteja entre os melhores, embarcará para jogar em um clube em Gibraltar, no sul da Europa. Se este jogador for negociado para o futebol europeu, o associado que o indicou terá direito a 20% do valor da negociação. Mas para que o associado apresente os seus vídeos com jogadores amadores, ele terá que pagar US$ 30 dólares, ou seja, não é de graça!

    Custos para se tornar um associado

    Para fazer parte como associado, além de pagar por cada vídeo da “vitrine”, você terá que adquirir um dos planos disponíveis, que variam de US$ 100 a US$ 5 mil. O plano mais básico, de US$ 100, é chamado de “Série D” e o mais alto, de US$ 5 mil, “Copa do Mundo”. E assim, como em todo esquema de pirâmide financeira, o associado recebe 10% do valor do pacote que cada indicado direto adquirir, e mais 5% até o 8º nível de indicação.

    Se não bastasse apenas as comissões com os indicados, a “empresa” ainda promete um plano de carreira aos associados, com prêmios em dinheiro, viagens à Dubai, cruzeiro com acompanhante, carros de US$ 25 mil a US$ 50 mil, imóveis de até US$ 200 mil e pasmem, até helicóptero no valor de US$ 1 milhão.

    Primeiro indício de pirâmide financeira

    Fizemos uma consulta do domínio thecricket1.com.br no site do órgão registrador. O mesmo não pertence a nenhuma empresa, os dados são de Alisson Alves da Silva, uma pessoa física. Em seguida, fizemos um cadastro de teste no sistema para investigarmos mais profundamente, e nos deparamos com um formulário sem nenhuma espécie de validador, nem mesmo do endereço com o cep informado. O termo de uso é o mesmo utilizado em vários outros websites, ou seja, não há um termo de uso exclusivo para o usuário do sistema.

    Vínculo com outras empresas

    Optamos por pagar o nosso plano de entrada por meio de depósito identificado. Ao finalizar o cadastro, é fornecido um número de conta no Banco do Brasil, em nome de Bidu Importação & Exportação, empresa que pertence a Pedro Marcos Franco Soeiro Da Silva. Fizemos uma pesquisa com o CPNJ vinculado e há ligação com uma outra empresa, o Banco Neman, que supostamente presta serviços financeiros de saques e depósitos utilizando carro forte da empresa “Protege”. Entramos em contato com a assessoria de imprensa da “Protege” e até o fechamento dessa matéria não obtivemos respostas se existe ou não a parceria. Outra divergência é o registro do domínio banconeman.com.br. Na consulta pública no órgão registrador, está em nome de Rocha Azevedo Intermediações & Participações LTDA, que seria de Vera Lucia de Lima, que possui também outras 85 empresas e de Helio Azevedo Da Costa Lima, sócio apenas no Banco Neman.

    Quem controla a operação do Banco Neman, de acordo com informações do próprio site do banco, é a Bidu Importação & Exportação, mas o registro do domínio está em nome de de Rocha Azevedo Intermediações & Participações LTDA. Ou seja, o site da Cricket está registrado em nome de uma pessoa física que não faz parte de nenhuma das empresas acima citadas, a conta para depósito está em nome de uma outra empresa que aparentemente gerencia o Banco Neman que também está com o registro do domínio em nome de outra empresa.

    CEO da Cricket 1 não é dono de nenhuma das empresas citadas

    Quem se apresenta como CEO da Cricket é o ex-jogador Alex Oliveira, que já teve passagem pela Ponte Preta, Vasco da Gama, Palmeiras, Portuguesa e outros clubes internacionais. Também foram apresentados como membros da direção da Cricket os ex-jogadores Muller, Ronaldão, Vampeta, Luizão e Pavão.

    Não se pode medir a idoneidade de algum negócio só pelo fato de ter famosos envolvidos. Quem não se lembra da Telexfree, o maior golpe de pirâmide financeira do século? O ator Sandro Rocha, do filme Tropa de Elite era um dos principais líderes de recrutamento para a empresa.

    Conclusão

    Não podemos afirmar que a Cricket se trata de uma pirâmide financeira, apesar de ter todos os indícios que seja. O modelo de negócio, sem produto físico e com recrutamento de pessoas, não tem históricos bons. Mesmo as que supostamente tinham produtos físicos, como o caso da BBOM, os famosos rastreadores que ninguém nunca viu, foram consideradas pirâmides e milhares de pessoas amargaram o prejuízo. É preciso ficar atento quanto às promessas de ganhos fáceis, sem trabalho ou venda, e aparentemente, na Cricket, isso é possível, já que você investe e poderá trabalhar apenas com indicação ou com rendimento de 1% ao dia.
    fonte de consulta: www.1news.com.br/noticia/476165/noticias/cricket-novo-golpe-de-piramide-financeira-16112017

    Até o próximo post e fujam do golpe!!!!

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    Bitcoin pode levar as crianças a atividades ilegais, adverte o primeiro-ministro sul-coreano

    30 de novembro de 2017

    lee-nak-yeon-primeiro-ministro-da-coreia-do-sul

    Como evitar cair no golpe da moeda virtual

    O primeiro ministro da Coréia do Sul (Lee Nak-yeon) está preocupado que o crescente interesse em criptomoedas como o Bitcoin, o que poderia levar a juventude do país á se envolver com o tráfico de drogas e esquemas de pirâmide.

    O primeiro ministro sul-coreano Lee Nak-Yon, discutiu o crescente interesse das criptomoedas pelas gerações mais jovens em uma reunião no ministério nesta ultima terça-feira. O mercado de criptomoedas “raging”, de acordo com o político, está provando ser uma atração fácil para os estudantes que estão buscando uma oportunidade de fazer ganhos com alguns que traçam um caminho ilegal.

    Uma declaração publicada após a reunião do ministério, revela que o primeiro ministro pede que as agências governamentais examinem essas preocupações.

    De acordo com a CNBC, o líder sul-coreano disse:

    “Há casos em que os jovens coreanos, incluindo estudantes, estão buscando ganhar dinheiro rápido e as moedas virtuais são usadas em atividades ilegais como o tráfico de drogas ou o marketing multinível para fraudes”.

    Dramaticamente, ele acrescentou:

    “Se deixarmos as coisas continuarem, eu sinto que alguns fenômenos patológicos sérios podem ocorrer”.

    A Coréia do Sul surgiu entre os principais mercados de bitcoins do mundo este ano e um apetite insaciável por criptomoedas entre os investidores. Ontem, o preço do bitcoin superou a marca de US $ 12.000 nas bolsas coreanas.
    fonte de consulta: Bitcoin could lead kids into illegal activities like drug dealing, South Korean prime minister warns

    Até o próximo post.

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    Como evitar cair no golpe da moeda virtual

    6 de outubro de 2017

    golpe-do-bitcoin

    O grande aumento de moedas virtuais criou um novo buraco negro no mercado de investimentos. Poucas pessoas entendem exatamente o que são essas criptomoedas, que já chegam a quase mil versões além da mais conhecida, o bitcoin, de onde vêm e quanto valem, incerteza que é amplificada pela escala global de negociação desses ativos e sua falta de regulamentação, já que não há um governo ou instituição que se responsabilize por sua emissão ou circulação. A negociação descentralizada e sem fiscalização, por meio de sites que viram bolsas de moedas ao portador e a falta de identificação dos negociantes também abrem espaço para seu uso em mercados ilegais, justamente no momento em que as autoridades, especialmente as americanas, apertam o certo à lavagem de dinheiro no mercado formal, o que empurra parte dos criminosos para o mercado virtual.

    Esses riscos não eliminam algumas vantagens para o uso das moedas virtuais, como facilitar pagamentos online ou servir de opção de moeda de troca em qualquer país ou até permitir ganhos especulativos. Só é preciso ter cuidado.

    Pirâmides florescem no juro baixo

    Mas um dos maiores riscos desse novo mercado são as pirâmides financeiras, que florescem quando os juros e os rendimentos das aplicações tradicionais caem, como está ocorrendo agora no Brasil. Como o mercado não é padronizado, é descentralizado e sem fiscalização, aumentam as chances de surgimento de esquemas fraudulentos que enganam os investidores, prometendo ganhos exagerados, forjando resultados e desviando recursos.

    No Brasil, já ocorreram alguns problemas com sites de moedas virtuais, como Gladiacoin, que prometia retornos de 200% em 90 dias e, primeiro, parou de pagar os rendimentos, depois criou uma taxa de 15% sobre os depósitos até suspender os resgates de vez em junho deste ano. Outras, como JetCoin, Royal Dragon Traders e Cointherum, funcionavam da mesma forma, prometendo ganhos de 2% ao dia ou 200% em três meses, segundo o site Behind MLM. Há ainda os que oferecem doações desde que a pessoa doe também, o AjudaBitcoin. A pessoa doa e depois passa a receber doações de outros, sistema muito antigo de corrente que usava cartas no passado. Como se vê, nada se cria…

    Boi, avestruz e bitcoin

    Mas, se o mercado de criptomoedas ou moedas virtuais é novo, os esquemas de pirâmides são velhos conhecidos dos brasileiros, que já viram passar bois (Fazendas Reunidas Boi Gordo), avestruzes (Avestruz Master) e créditos telefônicos (Telexfree). Todos tinham em comum um bom argumento para explicar altas rentabilidade em mercados que pouca gente entende como funcionam. Troca-se apenas o bicho então pelo bitcoin para que a pirâmide funcione.

    Efeito cunhado

    O grande apelo das pirâmides é a ganância do investidor, atiçada pela promessa de ganhos elevados e a publicidade desses ganhos por pessoas conhecidas, normalmente parentes ou amigos, que estão nos níveis mais altos da pirâmide e, portanto, ainda conseguem sacar parte dos recursos. Em geral, todos reaplicam os valores sacados pois já “checaram” que o “sistema é sério”, sem perceber que em algum momento a pirâmide vai desabar.

    Marketing multinível e pirâmides

    Outro argumento usado para justificar as pirâmides é o marketing multinível, que é usado por empresas como Avon, AmWay, Natura e outras, e que inclui a indicação de novos vendedores. Os esquemas de pirâmide usam o mesmo sistema, incentivando os investidores a trazerem parceiros para aumentar os ganhos e receber participação. A diferença é que o foco do negócio nas pirâmides não é a venda de um produto, mas o crescimento da base de investidores.

    O mercado de bitcoins e outras moedas, porém, não é em si irregular ou ilegal. Mas sua popularização abre espaço para essas pirâmides. Por isso, é fundamental saber identificar as fraudes. A coisa fica mais complicada porque os esquemas evoluíram desde o início do século XX, quando o imigrante italiano Charles Ponzi enganou Wall Street usando selos. E fica difícil diferenciar uma fraude de um sistema multinível.

    Walter Salmeri, gerente de desenvolvimento de negócios da BitInka, que atua como bolsa (exchanger) de Bitcoins na América Latina, explica um pouco o funcionamento das pirâmides, o risco desses golpes e as formas para o usuário se defender. Criada em 2013, a BitInka atua em nove países: Colômbia, Espanha e Estados Unidos e com equipes locais no Chile, Peru, Argentina, Venezuela, Bolívia e mais recentemente no Brasil.

    Características de uma Pirâmide

    As pirâmides financeiras, ao contrário do esquema de ponzi, não possuem uma administração centralizada. Essa é uma característica que faz esse modelo de negócio ruir rapidamente. As interações entre as pessoas envolvidas no esquema de pirâmide se limitam apenas à pessoas em cargo diretamente superior ou inferior, não existindo qualquer contato com uma organização central. Uma forma fácil de identificar uma empresa que opera como esquema de pirâmide é analisando o comportamento de seus participantes. Geralmente os ganhos financeiros dos vendedores ou participantes são muito mais divulgados do que o próprio produto ou serviço prestado pela empresa.

    Regra dos 70%

    Nos Estados Unidos existe a famosa regra dos 70% que explica que para uma empresa de marketing multinível ser legítima pelo menos 70% do retorno financeiro deve ser sobre a venda do produto. Caso a maior parte do valor venha do ingresso de novos participantes, o usuário deve ficar atento a legitimidade do negócio. Geralmente, pirâmides financeiras aplicam uma grande quantidade da verba em marketing, e a menor parte no produto anunciado. Outra prática que diferencia as empresas de marketing multinível de pirâmides financeiras é a prática da recompra de estoques dos participantes, para evitar acúmulo, algo que não é feito nos esquemas de pirâmide.

    Bitcoins não são pirâmide

    Bitcoins são apenas escolhidos como uma forma de pagamento de diversos esquemas de pirâmides atuais devido a sua valorização, explica Salmeri. O funcionamento do bitcoin é como qualquer uma das criptomoedas que funciona de forma similar a qualquer outra moeda tradicional, como real ou dólar. Além de funcionar como as moedas tradicionais, o bitcoin tem vantagens em relação as moedas físicas, como a facilidade para transferências, legalidade e segurança, diz.

    Ele lembra que esquemas de pirâmide e outros golpes financeiros existem desde a 1920, sempre usando as moedas tradicionais para atingir seus objetivos. “Considerar os bitcoins como um responsável pelo esquema de pirâmide é a mesma coisa que considerar as moedas tradicionais como culpadas pelos golpes financeiros”, afirma.

    Muito além do bitcoin: mais de 900 moedas virtuais

    Entretanto, Salmeri alerta que os usuários devem ficar atentos as moedas alternativas, conhecidas por “altcoins”. Embora existam quase mil alternativas reais, muitas pessoas negociam moedas falsas dizendo ser um ótimo investimento. Caso o usuário deseje operar com altcoins, é recomendado que ele confira o site Coin Market Cap, que lista todas as moedas verificadas, seu valor no mercado e seu histórico.

    5 dicas para identificar um golpe

    Seguindo alguns passos para verificar a validade das diferentes plataformas que podem ser usadas para comprar e vender bitcoins e outras criptomoedas, o usuário não irá ter nenhum problema com as transações e seu dinheiro estará sempre seguro, afirma Salmeri. Esses são os pontos que o usuário deve ficar atento ao negociar bitcoins e outras criptomoedas com alguém.

    1- Ninguém irá te dar nada de graça. Se você receber mensagens online e propostas oferecendo dinheiro de “graça”, renda garantida ou multiplicar seus bitcoins, apenas ignore. Geralmente esses pedidos também são acompanhados de um pequeno depósito de entrada.

    2- Se uma empresa oferece para você um alto lucro em curtíssimos períodos de tempo ou um retorno vitalício, certamente você será enganado.

    3- Sistemas de indicações são a base do funcionamento de uma pirâmide. Se uma plataforma exige que você convide outras pessoas e que os convidados paguem para se cadastrar fique atento, elas certamente são uma pirâmide. Nunca confie em empresas que oferecem comissões sobre os valores dos participantes que entrarem com sua referência. Se você for abordado por alguém oferecendo condições similares, denuncie para o órgão responsável assim que possível!

    4- Se uma empresa foca divulgar mais os lucros por indicação do que a venda do produto em si, certamente o produto não é o foco principal de vendas. Pense nisso: Se uma empresa não vende seu produto, de onde vem o lucro dela? O lucro que sustenta o topo da cadeia vem dos novos usuários entrando na base e isso se configura como um esquema de pirâmide.

    5- Fique alerta com plataformas de financiamento coletivo e doações, afinal essa é uma forma comum de se justificar um golpe. Uma forma de identificar uma plataforma para golpes é se além do valor depositado a plataforma chame você e seus amigos para fazer o mesmo. Existem diversas plataformas de financiamento coletivo legítimas onde você pode contribuir com projetos de maneira segura.

    Como o usuário pode se defender?

    Inicialmente o usuário pode investigar o possível golpe e encontrar informações válidas em seu website. “Por exemplo na página inicial da BitInka, na parte inferior da página no canto direito você encontra o logo da BitGo, os certificados PCI 3.1 e da TrustWave,” afirma Salmeri.

    Há ainda sites especializados em identificar fraudes com moedas digitais, como o BadBitcoin, que tem uma lista negra de sites irregulares. O Guia do Bitcoin também tem uma lista com sites irregulares e divulga análises de alguns portais. E, no Facebook, há o Desmascarando Pirâmides Financeiras, que também pode ajudar.

    A suspeita pode começar se o site não tem endereço ou localização ou nome dos responsáveis. Não informar quem são parceiros, como bancos ou corretoras, também pode ser um sinal de alerta. Outra forma interessante para o usuário confirmar a veracidade de um negócio é questionar o possível golpista sobre o produto vendido pela empresa. Se ele não der uma resposta concreta como “cadeiras” ou ter uma descrição detalhada do funcionamento de um software ou serviço, certamente é um golpe.

    Esmola demais

    O usuário nunca deve acreditar em alguém que diz que pode multiplicar seu dinheiro por duas, três ou quatro vezes, seja em bitcoins ou em moedas tradicionais, afirma Salmeri. Esses resultados são impossíveis até em longo prazo e a empresa ou pessoa que está oferecendo esse serviço é uma armadilha para os participantes.

    A melhor forma que um novo usuário pode se iniciar na operação com bitcoins é por meio de empresas seguras e verificadas. Para isso ele deve principalmente se informar sobre o tema, tanto por pesquisas quanto em comunidades sobre bitcoins, aconselha Salmeri.

    Cuidado com os “faraós”

    Outra forma de negociar bitcoins seguramente e se defender das pirâmides financeiras é ficar atento às pessoas que fazem propostas de negócio, afirma Salmeri. Os “faraós”, apelido dado aos que tentam vender os esquemas de pirâmide, tendem a conversar apenas por mensagens privadas, evitando que o esquema seja desmascarado mais rapidamente. Por fim, antes de concluir uma negociação o usuário sempre deve perguntar publicamente sobre o negócio. Assim recebendo comentários positivos ou negativos sobre o negociante, ajudando na conclusão do negócio, afinal como diz o velho dito popular “quem não deve, não teme.”
    fonte de consulta: arenadopavini.com.br/arenas-das-empresas/34155

    Leia também:

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Pirâmide financeira em João Pessoa com bitcoin

    Até mais pessoal!

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    Seu Dinheiro: Saiba reconhecer o golpe da pirâmide financeira

    16 de agosto de 2017

    Pirâmide financeira baiana: D9 Clube

    Aprenda a reconhecer o golpe da pirâmide financeira. Várias estão disfarçadas de marketing multinível (MMN).

    >Empresas fictícias prometem ganho de dinheiro fácil e rápido com a venda de produtos e serviços. Veja como não cair nesse golpe” width=”864″ height=”400″ class=”alignnone size-full wp-image-7233″ /></p>
<p><a href=Apostando no zero – documentário 2016

    A promessa é sempre a mesma: ganhar dinheiro fácil e rápido com a venda de um produto ou serviço. Quanto mais pessoas você levar ao grupo, mais dinheiro ganhará – mas, para isso, deve pagar uma taxa de adesão e uma mensalidade.

    Cuidado com pirâmide financeira Revolutyon TagPoint

    Foi o que ouviu um consultor de seguros de São Paulo quando recebeu uma proposta de amigos para vender rastreadores de veículos. “A rede fazia saltar os olhos. Via todos eles ganhando dinheiro e até carro. Entrei e levei dez amigos comigo”, conta.

    Cuidado com pirâmide financeira Mandala da Prosperidade

    Na esperança de ganhar uma renda extra sem muito esforço, o consultor investiu 3 mil reais, até que o Ministério Público interrompeu a operação da empresa fictícia por crimes de estelionato e fraude – e ele saiu sem nem sequer reaver o valor investido. “Não adianta se iludir. Não existe dinheiro fácil”, diz.

    Golpe antigo, as pirâmides financeiras são falsas empresas que nem sempre vendem produtos ou prestam serviços. O que movimenta seus negócios é a adesão de participantes a um grupo, cuja única finalidade é arrecadar dinheiro para seus líderes.

    Esse tipo de operação é ilegal e pode fazer você ficar no prejuízo, mas ainda é comum e faz brilhar os olhos de muita gente em tempos de desemprego alto.

    Sistema de ajuda mútua é golpe?

    “É muito difícil combater essas pirâmides, porque elas se reinventam a todo momento. Durante a crise, é ainda mais fácil acreditar na falsa promessa de ter uma renda extra informal de um jeito fácil e rápido”, explica o pesquisador Renato Araújo, da associação de consumidores Proteste.

    Como funciona

    Tudo começa com um convite para fazer parte de uma rede que vende produtos ou serviços, para ganhar uma remuneração alta. Muitas vezes, a apresentação desse grupo acontece por meio do boca a boca, em eventos fechados, onde os líderes da rede captam novos integrantes de forma insistente.

    MMN Speed Dólar é golpe?

    Para fazer parte do grupo, você deve pagar uma taxa de adesão e uma mensalidade. Quanto mais pessoas levar, mais dinheiro receberá em troca. Você recebe por cada integrante que que conseguir captar e pelos convidados dele, daí o conceito de pirâmide. Quem está na parte de baixo trabalha para aumentar os ganhos de quem está no topo.

    MMN Aliança Online é golpe?

    “As pirâmides envolvem produtos ou serviços de baixo valor e de difícil entendimento, sem regras claras de remuneração, e exigem que você invista dinheiro antecipadamente. Elas não se sustentam a longo prazo, porque, para isso, precisariam envolver todas as pessoas do planeta”, explica a economista Ione Amorim, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

    Pirâmides financeiras X Marketing multinível

    Muitas pirâmides financeiras ilegais se apresentam como empresas de marketing multinível. No entanto, esses grupos reais e legalizados vendem produtos com grande demanda no mercado e efetivamente úteis. Os vendedores são remunerados, sobretudo com base nas vendas, embora também possam receber uma comissão sobre a entrada de novos integrantes.

    Questão para reflexão: Hinode é pirâmide financeira?

    Já as pirâmides garantem rendimentos rápidos e acima da média para vendedores de produtos baratos ou serviços de pouca utilidade. Além disso, cobram taxa de adesão e mensalidade para fazer parte da rede.

    MMN Timol é pirâmide financeira?

    Por isso, desconfie de negócios tentadores, mas que exigem algum pagamento antecipado. Suspeite da insistência exagerada para fazer parte de uma “equipe” e de encontros de empresas que não têm uma atividade muito clara. Vale também fazer uma busca na internet para conferir se a empresa tem Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

    Questão para reflexão: Akmos é uma pirâmide financeira?

    “Desconfie de tudo que oferece um ganho muito vantajoso além dos ativos do mercado tradicional”, orienta Ione. É muito difícil recuperar o dinheiro que você pagou para o grupo, pois a Justiça pode considerar você cúmplice do negócio.

    Bandidos no mercado financeiro

    Até o próximo post.

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    Exame: A pirâmide do marketing em rede

    3 de agosto de 2017

    Pirâmide do marketing em rede

    Questão para reflexão: Hinode é pirâmide financeira?

    Em épocas de desemprego em massa os vendedores de cursos mirabolantes para ficar rico da noite para o dia pipocam na internet! A vida ensina a aprender mesmo com quem não se tenha simpatia. A eles se dá assim alguma utilidade para terem cruzado o seu caminho. E foi de um destes que ouve-se a frase: “o problema do mundo de hoje é que está começando a faltar bobo pra tanto malandro”. No que diz respeito ao tão falado “marketing de rede”, mais uma das milhares roupagens dadas à tradicional “pirâmide”, a frase é perfeita.

    Cuidado com pirâmide financeira Mandala da Prosperidade

    Basta abrir seu facebook e as propagandas começarão: “Descubra como eu ganhei milhões sem sair de casa trabalhando somente duas horas por dia”, “Conquiste milhões de seguidores e potencialize o seu negócio”, “Os segredos do marketing de rede revelados como nunca antes”, e por ai vai. Todos se propondo a mostrar algo diferente, revelador, bombástico, que irá tornar sua jornada até os milhões rápida e certa. Na prática, todos absolutamente iguais, uma repetição de uma formuleta criada em cima dos princípios de psicologia social tão bem descritos nos livros de Robert Cialdini.

    Depois de fazer os cursos, gastarem milhares de reais, e darem com os burros n’água, as pessoas percebem que só existe uma opção para recuperar o dinheiro que perderam nos tais cursos. Reforçar sua crença em seus gurus-carrascos-charlatões de estimação e tornarem-se também vendedores de fórmulas milagrosas (este também um fenômeno muito bem explicado por outro gênio da psicologia social, Elliot Aronson). Da noite pro dia viram “coaches”, “mentores” ou professores de “marketing de rede”. E a brincadeira toda vira ser dar um curso para bobos que vão se tornar professores de bobos que por sua vez ensinarão a fórmula milagrosa a outros… bobos.

    Nesta altura do campeonato, alguns dos “malandros” de plantão que leem o artigo estão se coçando na cadeira prontos para rebater: “Ele fala sem saber! Não conhece o meu caso! Eu consegui realmente ganhar dinheiro com o marketing em rede!”. É verdade, existem os casos dos que ganham dinheiro fazendo isso lá do topo da pirâmide, e alguns raríssimos que ganham aplicando em seus negócios. Como existem os que melhoram seus negócios mudando uma letra do nome da empresa, fazendo estudos energéticos do escritório com parapsicólogos ou colorindo as paredes das salas utilizando a cromoterapia. A verdade é que mesmo sem fazer nada um percentual das coisas que vão mal passa a ir bem e isto se chama estatística. Mérito dos malandros do marketing em rede que sabem se utilizar dela para convencer seus bobos-alunos.

    As pessoas estão começando a acordar. O dinheiro livre para cursos está cada vez mais escasso e as informações sobre seus resultados mais disseminadas, fazendo com que cada vez menos estejam caindo no conto do vigário de enriquecer rapidamente ou multiplicar os negócios de suas empresas em semanas através de formulas e cursos milagrosos. Ainda sobrarão malandros, é claro, mas serão menos em quantidade. Afinal, foi Einstein que dizia que só existem duas coisas infinitas: o universo e a estupidez humana. Einstein, porém, fazia sempre uma ressalva que em relação à primeira não tinha certeza…

    Querem fazer um curso para mudar suas vidas? Busquem algo que aplicarão em vocês mesmo e não algo que ensinarão aos outros. Algo como uma reeducação alimentar, um maior conhecimento técnico de sua profissão ou mesmo um curso que te ensine uma profissão nova. Desde que a profissão não seja a de “enganador de bobos”.
    fonte de consulta: exame.abril.com.br/blog/eduardo-moreira/a-piramide-do-marketing-em-rede

    D9 e MinerWorld: suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira

    Até o próximo post.

    Filmes

    Netflix: Apostando no zero – documentário 2016

    19 de junho de 2017

    Cuidado com pirâmide financeira Mandala da Prosperidade

    Bill Alckman: aposta contra sucesso da Herbalife. Foto: Netflix/Divulgação

    A garantia de enriquecimento rápido e seguro, as promessas de ascensão social a partir do próprio trabalho e a sensação de pertencimento a um clube de empreendedores bem-sucedidos são ideias vendidas pela Herbalife e rapidamente fulminadas no documentário Betting on zero (em português, Apostando no zero, de 2016), dirigido por Ted Braun (Darfur agora).

    O longa disponibilizado na Netflix desmonta os princípios da multinacional de produtos de nutrição e retrata a empresa como um esquema de pirâmide financeira montado para beneficiar os executivos em detrimento dos funcionários – em especial, os da base, flagrados em situação de vulnerabilidade social.

    O recorte na forma de atuação da empresa permite perceber o ideal de prosperidade vigente na arena financeira de Wall Street, onde a ausência de regulação e a busca por lucro podem extorquir o trabalhador e privilegiar os especuladores do mercado de ações. O panorama é apresentado sob a ótica mercadológica da atuação de um investidor, mas desliza, com boa dose de sinceridade, para as implicações sociais do funcionamento nocivo da Herbalife.

    O bilionário Bill Ackman é o fio condutor do filme. Ele gerencia um fundo de investimentos (Pershing Square Capital) especializado em apostar na falência de empresas em situação duvidosa, prática conhecida como betting on zero, e decide investir contra a multinacional alimentícia. A cruzada para convencer executivos inclui sessões de perguntas e estudos ao lado de uma jornalista com quem escreveu um livro.

    O material de pesquisa sobre a Herbalife constitui o principal ativo do filme. Bill detalha, com base em gráficos, entrevistas, vídeos institucionais e de treinamentos, como a empresa concentra o lucro no recrutamento de supervisores e na transferência direta de dinheiro para os superiores em vez de obter recursos com a venda dos produtos – até três vezes mais caros na comparação com similares do mercado. Os shakes e vitaminas são apresentados como meros instrumentos para viabilizar o repasse, e o modelo se repete entre novos funcionários até se mostrar insustentável.

    Leia mais clicando aqui.

    Questão para reflexão: Hinode é pirâmide financeira?

    Até o próximo post.

    Geral

    Riscos de se cair no golpe da pirâmide financeira

    18 de abril de 2017

    O Procon ALMG alerta para os riscos de se cair no golpe da pirâmide financeira. O órgão de defesa do consumidor ressalta que é preciso desconfiar quando se trata de dinheiro fácil!

    Mandala vira febre em Lagoa da Prata e jovens caem em golpe de pirâmide financeira

    O Procon alerta que é preciso ter cuidado ao ser convidado a participar de um desses grupos: pirâmides, mandalas e clubes de ajuda mútua. Você pode ser vítima de um golpe e perder muito dinheiro. Estima-se que, atualmente, há pelo menos 33 “empresas” praticando fraudes desse tipo em todo o Brasil.

    Fuja da pirâmide financeira

    Dois tipos de pessoas são as “presas” mais vulneráveis desse tipo de golpe: 1) quem está em dificuldade financeira, na ânsia de resolver a situação e acaba iludido pelas promessas fantasiosas; 2) aqueles oportunistas que, mesmo em situação econômica confortável, querem lucrar sem fazer esforço. Em ambos os casos, o resultado é prejuízo praticamente garantido!

    O problema é que, ao buscar ajuda dos órgãos de defesa do consumidor, para tentar reaver o valor pago, as vítimas sequer recebem resposta das empresas, que raramente são localizadas. A solução é recorrer ao judiciário e torcer para encontrar os responsáveis pelo golpe.

    Vale dizer que as empresas de vendas diretas, que atuam no sistema chamado “marketing multinível”, muitas vezes, são confundidas com “pirâmides financeiras”. Porém, trata-se de uma atividade legal, com efetiva comercialização de produtos. Além disso, os consumidores não necessariamente precisam se associar como cotistas.

    Saiba como reconhecer uma pirâmide financeira, conforme o Procon da ALMG:

    • Promessa de altos ganhos em pouco tempo: esse é um dos principais atrativos para as vítimas do golpe. Quando a pessoa está em dificuldade financeira ou quer se dar bem sem esforço, ela acaba se deixando levar pela “conversa mole” do “vendedor de sonhos”. Tenha o pé no chão e lembre-se que a forma mais segura de se ganhar dinheiro é trabalhando honestamente
    • Promessa de recompensa por novos membros: você paga sua cota e recruta um número determinado de pessoas, das quais será o líder. Essas pessoas subordinadas a você também têm a tarefa de recrutar outras e assim por diante, de forma que você, em pouco tempo, segundo a promessa, receberá bônus de todos os que estiverem hierarquicamente abaixo. O problema é que só os que estão no topo da pirâmide realmente ganham dinheiro. A grande maioria não consegue subir de nível e fica no prejuízo
    • Negociação totalmente informal: os investidores (vítimas) são atraídos por promessas de ganhos rápidos, incomuns no mercado formal. Não há assinatura de contratos, recibos de pagamento ou qualquer outra forma de se identificar uma negociação comercial. Até mesmo as cotas de participação são disfarçadas de “presentes” oferecidos pelos níveis inferiores aos superiores
    • Não existe um produto à venda: os ganhos viriam do seu desempenho na tarefa de recrutar pessoas, compartilhar mensagens, assistir vídeos promocionais ou simplesmente “curtir” postagens nas redes sociais
    • Ausência de informações básicas da empresa: a pessoa que recruta não conhece quem está por trás do esquema, mas vai tentar te convencer de que se trata de um grande grupo internacional com muitos anos de mercado, solidez financeira, pois foi isso que ela ouviu de quem a recrutou. Neste caso, não existe endereço físico, nome dos proprietários, CNPJ etc.

    fonte: http://www.revistaencontro.com.br/app/noticia/atualidades/2017/04/07/noticia_atualidades,158929/procon-alerta-para-os-riscos-de-se-cair-num-golpe-da-piramide-finance.shtml

    Até o próximo post.

    Geral

    Cuidado com pirâmide financeira Revolutyon TagPoint

    2 de março de 2017

    A Polícia apreendeu material usado em esquema de pirâmide em Porto Alegre onde tal esquema de pirâmide financeira recrutou 12 mil pessoas e algumas gastaram R$ 18 mil. Vitor Loreto alega só importar aparelho; já Maikon Santos negou ganho fácil.

    Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2017/02/policia-aprende-material-usado-em-esquema-de-piramide-em-porto-alegre.html
    Material foi apreendido em duas casas em Porto Alegre

    Leia também o artigo do site Tenho Dívidas, o qual tem reportado diversos esquemas fraudulentos Brasil afora, principalmente aqueles que são pirâmides financeiras disfarçadas de MMN(Marketing Multi Nível):

    POLÍCIA NO BRASIL EXPÕE ESQUEMA EM PIRÂMIDE REVOLUTYON TAGPOINT
    Esquema em Pirâmide REVOLUTYON TAGPOINT

    Até mais.

    Geral

    Cuidado com pirâmide financeira Mandala da Prosperidade

    19 de dezembro de 2016

    Como não cair em uma pirâmide financeira

    Tomem muito cuidado, o esquema de pirâmide financeira de nome “Mandala da Prosperidade” está a cada dia ganhando mais adeptos, principalmente no estado do Rio Grande do Norte. O esquema está chamando a atenção das autoridades que já começaram a investigar através do Ministério Público potiguar.

    O promotor Leonardo Cartaxo confirmou na última quarta-feira (14) o encaminhamento das apurações ao MP, o que deverá ocorrer também nos outros estados do país. Na opinião de Leonardo o esquema é sim uma pirâmide financeira. “Pelo que se tem informação, é pirâmide e é crime contra a ordem econômica”, resumiu o promotor.
    http://www.1news.com.br/noticia/2263/nellysson-silva/noticias/mandala-da-prosperidade-envolvidos-poderao-ser-punidos-entenda

    Para quem não sabe, o esquema Mandala da Prosperidade é um sistema que funciona em grupos do WhatsApp, que promete ganhos de até R$800,00 com investimento de apenas R$100,00.
    http://www.1news.com.br/noticia/2033/nellysson-silva/noticias/conheca-mandala-a-piramide-financeira-que-virou-febre-na-internet
    Cuidado com golpe Mandala da Prosperidade

    Fujam do golpe!!!

    Geral

    Bandidos no mercado financeiro

    15 de dezembro de 2016

    Todo mundo sabe que o mercado financeiro está repleto de 171s e que raramente algum vai para cadeia, mas felizmente as coisas estão mudando, vide a Operação Lava Jato e suas ramificações levando muito colarinho branco pro xinlindró!
    No mercado mobiliário não tem sido diferente!

    Revista Exame: Crime na bolsa

    É preciso tomar muito cuidado com comunidades de mercado financeiro na internet, pois ali é um antro de picaretas/m2 virtual!

    Esta semana nos Estados Unidos dois traders são presos acusados de manipularem preços de mais de 2 mil ações. Órgãos reguladores e forças judiciais verificaram diversos casos de controle de preços, que ocorreram mais de 23 mil vezes e que duraram apenas poucos minutos.

    E dias atrás prenderam outro aqui no Brasil também:

    CVM condena Rafael Ferri por manipulação de ações da Mundial
    Em novembro a Justiça Federal sentenciou Ferri em 3 anos e 9 meses de reclusão por uso de informação privilegiada e manipulação de mercado
    Por Estadão Conteúdo / 8 dez 2016, 20h14 – Atualizado em 8 dez 2016, 20h59
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    Muito cuidado ao encontrar e escolher as suas oportunidades de investimentos e negócios!
    Os charlatões estão sempre de olho no seu rico dinheirinho.

    Até mais.