Bandidos no mercado financeiro
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Bandidos no mercado financeiro

15 de dezembro de 2016

Todo mundo sabe que o mercado financeiro está repleto de 171s e que raramente algum vai para cadeia, mas felizmente as coisas estão mudando, vide a Operação Lava Jato e suas ramificações levando muito colarinho branco pro xinlindró!
No mercado mobiliário não tem sido diferente!

Revista Exame: Crime na bolsa

É preciso tomar muito cuidado com comunidades de mercado financeiro na internet, pois ali é um antro de picaretas/m2 virtual!

Esta semana nos Estados Unidos dois traders são presos acusados de manipularem preços de mais de 2 mil ações. Órgãos reguladores e forças judiciais verificaram diversos casos de controle de preços, que ocorreram mais de 23 mil vezes e que duraram apenas poucos minutos.

E dias atrás prenderam outro aqui no Brasil também:

CVM condena Rafael Ferri por manipulação de ações da Mundial
Em novembro a Justiça Federal sentenciou Ferri em 3 anos e 9 meses de reclusão por uso de informação privilegiada e manipulação de mercado
Por Estadão Conteúdo / 8 dez 2016, 20h14 – Atualizado em 8 dez 2016, 20h59
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Muito cuidado ao encontrar e escolher as suas oportunidades de investimentos e negócios!
Os charlatões estão sempre de olho no seu rico dinheirinho.

Até mais.

5 Comments

  • Reply Vil Bro 8 de maio de 2018 at 13:58

    08 MAI, 2018 10H20 – ATUALIZADA EM 13H05
    PF investiga diretores de fundo por suposta propina para investimentos duvidosos
    Prejuízo estimado de investimentos malsucedidos entre 2009 e 2016 é de quase R$ 300 milhões

    A Polícia Federal e o Ministério Publico Federal do Rio de Janeiro deflagraram nesta terça-feira (8) a Operação Fundo Perdido, para investigar a má gestão dos recursos da Refer (Fundação Rede Ferroviária de Seguridade Social), fundo de pensão de empregados pertencentes à diversas empresas da área de transportes ferroviários.
    Foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. A operação investiga se os presos receberam propina para realizar investimentos duvidosos por meio do fundo.

    A Polícia Federal instaurou inquérito policial, no ano de 2014, e apurou que, sob o pretexto de adequar-se à nova Resolução da Comissão de Valores Mobiliários n° 3.792/2009, a política de investimentos da Refer foi alterada. Isso permitiu um afrouxamento no processo decisório da entidade, o que facilitou a realização de, ao menos, 11 investimentos malsucedidos entre 2009 e 2016, em um valor de mais de R$ 420 milhões. O prejuízo estimado é de quase R$ 300 milhões.

    Essa alteração da política de investimentos da Refer ocorreu na gestão de três diretores à época que tiveram a prisão temporária decretada pela Justiça, juntamente com o Coordenador de Investimentos do Fundo de Pensão. O Comitê Diretor de Investimentos e o Conselho Deliberativo da Refer também decidiram pelo afrouxamento das regras. A Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar do Ministério da Fazenda) e o Ministério Público Federal atuaram juntamente com a Polícia Federal na apuração dos fatos, tendo a Previc efetuado diversas autuações administrativas dentro da sua atribuição fiscalizatória.

    São investigados os crimes de gestão fraudulenta e organização criminosa, tendo a Justiça determinado o afastamento cautelar de um diretor e de um gerente da Refer. Também foi determinada a apreensão dos passaportes de diversos empregados do Fundo de Pensão, além do bloqueio de bens e do afastamento de sigilo bancário e fiscal.
    infomoney.com.br/onde-investir/fundos-de-investimento/noticia/7410337/investiga-diretores-fundo-por-suposta-propina-para-investimentos-duvidosos

  • Reply Vil Bro 30 de abril de 2018 at 15:51

    chege da quadrilha d9
    30 ABR, 2018 13H15
    Brasileiro é preso por envolvimento em pirâmide financeira que usava bitcoins
    Um caso de pirâmide famoso no Brasil é o da Telexfree e, segundo a investigação, ele também teve participação no esquema de serviços telefônicos, desarticulado em 2013

    O empresário baiano Danilo Vunjão Santana Gouveia, de 34 anos, foi preso em Dubai por seu envolvimento em um esquema de pirâmide financeira que usava bitcoins como pagamento, criptomoeda que não tem sua emissão rastreada pelo Banco Central. O golpe bancou uma vida de luxo que incluía Ferrari, viagens para Nova York, Tailândia e Oriente Médio, com direito a ostentação em fotos publicadas em redes sociais.
    D9 Clube de Empreendedores, empresa de fachada forjada por Gouveia, prometia lucro fácil e elevado em um esquema de pirâmide que pode ter rendido até R$ 200 milhões, de acordo com investigações feitas pelas polícias da Bahia e do Rio Grande do Sul.

    Segundo os Ministérios Públicos dos dois estados, as acusações contra Gouveia são de acusações de crimes contra economia popular, associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro. O golpe aplicado pela D9 Clube de Empreendedores tem as características de pirâmide financeira. Um grupo de golpistas vendia uma aplicação, com a promessa de lucro de 300% do valor investido, para outras pessoas que precisavam levar outras pessoas ao negócio. Quando esse fluxo é rompido, a base da pirâmide fica no prejuízo.

    Um caso de pirâmide famoso no Brasil é o da Telexfree e, segundo a investigação, ele também teve participação no esquema de serviços telefônicos, desarticulado em 2013.

    Além de vítimas no Brasil, investidores foram enganados pelo esquema de Gouveia na Argentina, Uruguai, Uganda, Quênia, Nigéria, China, Japão, Estados Unidos, Afeganistão, Itália, Paraguai, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo.

    O presidente da D9 Clube de Empreendedores foi preso pela Interpol ao desembarcar no aeroporto de Dubai em 13 de fevereiro. A Justiça da Bahia bloqueou cerca de R$ 25 milhões em bens de pessoas ligadas à empresa, sendo que metade do valor foi encontrada em uma conta bancária em nome de Gouveia. Apenas na casa da sogra de Gouveia foi encontrado R$ 1 milhão em notas.

    Agora, o Ministério da Justiça brasileiro tenta extraditá-lo, mas o processo pode ser demorado, já que Gouveia fez o pedido de colaboração premiada com o Ministério Público da Bahia. O empresário autorizou seu advogado a negociar com as milhares de vítimas da D9, mas não apresentou proposta de devolução de dinheiro. Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, o advogado de Gouveia está com a carteira da OAB suspensa.
    http://www.infomoney.com.br/onde-investir/noticia/7396978/brasileiro-preso-por-envolvimento-piramide-financeira-que-usava-bitcoins

  • Reply #$CHEGA DE CHARLATÕES FINANCEIROS$# 14 de setembro de 2017 at 15:21

    Prisão de Wesley Batista é a 1ª por uso de informação privilegiada no Brasil
    http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1894553-prisao-e-a-1a-por-insider-no-brasil

    .

    Em 43 processos por insider trading, total de acordos na CVM não passa de R$ 8,5 milhões
    http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/6955506/processos-por-insider-trading-total-acordos-cvm-nao-passa-milhoes

  • Reply AdmVilBro 26 de junho de 2017 at 19:21

    26 JUN, 2017 18H07
    CVM multa bilionária conselheira da Klabin por insider trading
    Graziela Lafer Galvão tem uma fortuna estimada em R$ 2,1 bilhões e negociou ações da companhia antes do anúncio do Projeto Puma

    SÃO PAULO – A empresária Graziela Lafer Galvão fez um acordo com a CVM (Comissão de Valore Mobiliários) por uma acusação contra ela de uso de informação privilegiada (insider trading) para lucrar com ações da Klabin.
    Graziela, que tem uma fortuna estimada em R$ 2,1 bilhões, negociou R$ 5,1 milhões em ações da Klabin (KLBN11) em novembro de 2013, pouco antes da companhia anunciar o Projeto Puma. Este foi o maior plano de investimentos desenvolvido pelo grupo Klabin até então, com investimento da ordem dos R$ 5,8 bilhões.

    A executiva era membro suplente do Conselho de Administração da companhia, e portanto, já sabia que o anúncio do negócio seria bem recebido pelo mercado, fazendo os papéis da empresa subirem, e não poderia ter negociado as ações antecipadamente.

    Graziela segue como conselheira suplente da empresa, além de ser diretora e acionista da GL Holdings e sócia gerente de Klabin Irmãos & Cia. – empresa holding do grupo Klabin.

    infomoney.com.br/klabinsa/noticia/6736680/cvm-multa-bilionaria-conselheira-klabin-por-insider-trading

  • Reply Vilmar 19 de junho de 2017 at 15:54

    Ex-global fatura R$40 mil vendendo cosméticos em marketing multinível, veja André Segatti, que trabalhou na “Turma do Didi”, foi convidado por Carlos Machado e agora está vendendo cosméticos, dizendo que ganha mais que na TV.

    http://br.blastingnews.com/brasil/2017/05/ex-global-fatura-r40-mil-vendendo-cosmeticos-em-marketing-multinivel-veja-001722207.html

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