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    O que fazer para quem é cliente da corretora Walpires após o BC decretar liquidação extrajudicial ?

    5 de outubro de 2018

    A liquidação da Walpires corretora foi anunciada na manhã desta sexta-feira (05/10/2018) !

    Dicas para evitar armadilhas ao investir por meio de bancos

    BC decreta liquidação extrajudicial da Walpires: o que fazer se você é cliente da corretora
    fonte de consulta: infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/7661210/bc-decreta-liquidacao-extrajudicial-da-walpires-o-que-fazer-se-voce-e-cliente-da-corretora

    Recuperação de prejuízo devido à falha de instituições financeiras

    O BC (Banco Central) decretou hoje de manhã a liquidação extrajudicial da corretora Walpires por grave situação patrimonial e de liquidez, graves violações às normas legais que disciplinam a atividade da instituição e a existência de prejuízos que sujeitam a risco anormal os seus credores.

    No site da Walpires foi escrito:

    – Informamos que, devido ao encerramento das atividades da empresa, os clientes da Walpires S.A. Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários, por transações de câmbio, custódia de valores, fundos administrados e outros serviços prestados pela mesma, deverão aguardar orientações quanto aos procedimentos a serem adotados relativamente a seus interesses, o que será notificado por intermédio do site.

    Esta corretora foi fundada em 1963 em São Paulo por Waldemar Pires, que na época atuava como preposto de corretor oficial de fundos públicos. Dois anos depois, uma nova resolução do Banco Central passou a permitir que os corretores oficiais e seus prepostos transformassem seus escritórios em Sociedades Corretoras; foi a partir daí que a Walpires começou a atuar no mercado da bolsa de valores.

    Ela não informa quanto tinha em custódia e nem o número de clientes. Se você é um deles, confira abaixo o que você deve fazer para reaver seus investimentos.

    Entre em contato com a corretora

    A B3 recomenda que, antes de tudo, o cliente entre em contato com a corretora. A Walpires informa em seu site que foram encerradas as atividades de venda de ações, operações de câmbio (compra e venda de moeda estrangeira, importação, exportação, ordem de pagamento, etc.), compra e venda de ativos, aquisição ou resgate de cotas de Fundo.
    Ela recomenda que os clientes entrem em contato pelo telefone (11) 2808-7066, pelo e-mail contato@walpires.com.br ou por correspondência endereçada para Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1309 – 9 andar, Pinheiros, São Paulo/SP – CEP 01452-002.
    Para transferência de custódia, a CVM estabelece preencha um formulário chamado STVM (Solução de Transferência de Valores Mobiliários), disponível no site das corretoras, reconhecer firma e enviar o documento digitalizado para o e-mail apontado pela Walpires. Para isso, você precisará já ter conta em uma outra corretora.

    Se tiver problemas, acione a Bolsa

    O ombudsman da B3 recebe queixas sobre os processos de negociação, custódia e liquidação das operações realizadas na Bolsa e pode atuar na mediação do problema entre o investidor e a corretora.

    Faça uma reclamação no MRP

    Se o seu problema não for resolvido de facilmente, você pode apresentar uma reclamação ao MRP (Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos), que irá analisar e julgar a situação e, em caso de procedência, ressarcir o cliente até o limite de R$ 120 mil. No entanto, o MRP tem regras específicas e, muitas vezes, o investidor não poderá contar com a cobertura.

    Uma das principais exigências para o ressarcimento do saldo da conta corrente, por exemplo, é que o valor seja proveniente de operações efetuadas na própria Bolsa, como a venda de ações ou opções. Já se o cliente fez uma TED (transferência eletrônica disponível) do seu banco para a conta da corretora e ainda não tiver utilizado o dinheiro para comprar algum papel, o mecanismo não ressarcirá o valor.

    Outra situação em que os clientes não poderão contar com a cobertura do MRP é quando o valor disponível na conta foi resultado da liquidação de aplicações como CDB (Certificado de Depósito Bancário), LCI (Letras de Crédito Imobiliário), LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) ou fundos de investimento.

    A reclamação ao MRP pode ser enviada através deste link. As reclamações devem ser apresentadas até 18 meses após a data do fato que gerou o prejuízo e deve ser feita por escrito e assinada com firma reconhecida.

    Antes, descubra se sua reclamação é válida. O MRP só faz ressarcimentos em casos de:

    – inexecução ou execução infiel de ordens;
    – uso inadequado de números e valores mobiliários ou outros ativos, inclusive em relação a operações de financiamento ou de empréstimo;
    – entrega ao investidor de valores mobiliários ou outros ativos ilegítimos ou de circulação restrita;
    – inautenticidade de endosso em valores mobiliários ou outros ativos ou ilegitimidade de procuração ou documento necessário à sua transferência;
    – encerramento das atividades.

    Inclua as seguintes informações e documentos:

    – nome da instituição, bem como de eventuais administradores, empregados ou prepostos, que tenham causado o prejuízo reclamado;
    – descrição precisa do fato que gerou o prejuízo (indicar datas, horários, ativos envolvidos, etc);
    – valor de prejuízo sofrido (limitado a R$120 mil por ocorrência);
    – opção de recebimento dos recursos: dinheiro ou ativos (não é possível pedir ambas);
    – cópia autenticada do documento de identidade;
    – cópia autenticada do CPF;
    – cópia autenticada do comprovante de endereço;
    – se for o caso, procuração com firma reconhecida.

    Para acelerar o processo de ressarcimento (quando for o caso), o MRP sugere que, no momento da apresentação da reclamação já seja incluso comprovante atualizado de titularidade de conta corrente indicada pelo investidor para depósito do valor de ressarcimento, como cópia de cheque, cabeçalho do extrato, cópia de cartão de débito ou declaração bancária assinada pelo Banco.

    Boa sorte a todos os prejudicados por esta falência!

    Até o próximo post.

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    The Catch – série 2016

    27 de julho de 2018

    The Catch serie 2016

    The Catch é uma série de suspense que acompanha a vida de Alice Martin (Mirelle Enos), uma mulher prestes a se casar – e a ser enganada. Sem saber dos planos do noivo, a moça – que investiga fraudes financeiras para viver, também não é exatamente quem diz ser. Quando os planos do golpe do noivo colidem com as mentiras que ela construiu tão perfeitamente, os dois entram em um perigoso jogo de gato e rato.

    Até mais.

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    Fundo imobiliário Mérito é suspenso pela CVM

    19 de julho de 2018

    O fundo imobiliário Mérito é suspenso pela CVM, pois tinha atuação semelhante à pirâmide financeira.

    A Comissão de Valores Mobiliários anunciou nesta quarta-feira (18/07/2018) a suspensão do Mérito Desenvolvimento Imobiliário I Fundo de Investimento Imobiliário, administrado pela Planner Corretora de Valores S.A…..Leia mais a seguir:

    Com atuação “semelhante a pirâmide”, fundo imobiliário Mérito é suspenso pela CVM
    xxxxxx

    Fujam dos investimentos suspeitos!!

    Até mais.

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    Golpes em nome da Receita Federal para você fugir

    16 de julho de 2018

    Corretora de câmbio é alvo de investigação de lavagem de dinheiro e crimes financeiros

    Susto: Golpistas querem obter dados cadastrais e financeiros dos contribuintes

    Constantemente a RF, Receita Federal, faz alertas sobre golpes aplicados em seu nome para obter dados cadastrais e financeiros. Com a marca oficial da Receita, os e-mails ou cartas podem parecer convincentes. Com base nisto, vale ressaltar que o fisco não manda e-mails sem sua autorização, nem envia cartas pelos Correios pedindo que você acesse sites ou deposite dinheiro. Para se proteger, conheça a seguir alguns dos principais golpes aplicados em nome da Receita Federal:

    Cartas para regularizar dados cadastrais

    A Receita Federal alerta para um golpe de regularização de dados cadastrais por correspondência.

    O contribuinte recebe em casa uma carta com a marca da Receita, que contém um site para acessar e atualizar os dados bancários. Ao acessar esse site, o contribuinte está sujeito a vírus e códigos maliciosos que podem roubar seus dados pessoais, bancários e fiscais.

    Se você receber essa correspondência, a Receita orienta destruir a carta e jamais acessar o site indicado. O único site da Receita para fazer consultas, baixar programas ou alterar informações junto ao fisco é o idg.receita.fazenda.gov.br.

    Além disso, você só deve informar seus dados bancários na declaração do Imposto de Renda ou alterá-los por meio do extrato da Dirpf no portal e-CAC.

    Cartas que cobram IOF de tomadores de empréstimos

    Outro golpe aplicado em nome da Receita é uma carta falsa enviada a quem tomou ou está negociando um empréstimo. A correspondência exige o pagamento de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para desbloquear o valor emprestado.

    Na carta, atribuída ao auditor-fiscal da Receita, há dados bancários para depósito, além de uma assinatura falsa.

    A Receita informa que não fornece dados bancários para recolher tributos federais via depósito ou transferência. A cobrança e o recolhimento do IOF são efetuados pela instituição que conceder o crédito.

    Para identificar que a correspondência é falsa, o fisco recomenda ficar atento a erros de português, informações confusas ou incorretas e orientações desencontradas.

    E-mails falsos – inclusive para avisar sobre erros no Imposto de Renda

    A Receita Federal alerta para e-mails falsos em nome da instituição, com mensagens que tentam obter ilegalmente informações cadastrais e financeiras. Algumas avisam sobre possíveis erros na declaração do Imposto de Renda ou cobram débitos que não existem.

    Com timbres oficiais da Receita, os e-mails misturam instruções verdadeiras e falsas e contêm links que são a porta de entrada para vírus e códigos maliciosos no computador.

    A Receita esclarece que não envia mensagens via e-mail sem a autorização do contribuinte, nem autoriza terceiros a enviarem mensagens em seu nome. Sua única forma de comunicação eletrônica é por meio do portal e-CAC.

    Se você receber uma dessas mensagens, a Receita aconselha não abrir arquivos anexados, normalmente programas que podem causar danos ao computador ou capturar informações confidenciais. O fisco também recomenda não clicar em links e excluir imediatamente a mensagem.

    Até mais.

    Geral

    Dead Coin: Mais de 800 criptomoedas estão mortas diante da queda de 70% do Bitcoin

    2 de julho de 2018

    Mais de 800 criptomoedas estão mortas diante da queda de 70% do Bitcoin em 8 meses
    Over 800 cryptocurrencies are now dead as bitcoin is 70 percent off its record high

    Em 2017 muito foi falado sobre o excesso dos ICOs (Ofertas Iniciais de Moedas), com milhares de novos ativos digitais sendo lançados nos últimos 18 meses. Uma verdadeira bolha, mas agora, em um momento de maior desânimo dos investidores neste mercado, mais de 800 criptomoedas já podem ser consideradas “mortas”, é o que aponta o site Dead Coins.
    Em face da grande euforia com as moedas digitais, em 2017 foram lançados muitos projetos em que empresas criaram seus próprios tokens. A ideia é a companhia conseguir uma forma de financiamento, enquanto investidores podem “apostar” nestes projetos, comprando barato uma nova moeda digital acreditando que pode ganhar muito com a valorização dela.

    Apenas no ano passado, foram captados US$ 3,8 bilhões por meio de ICOs, enquanto neste ano o número já chega a US$ 11,9 bilhões, segundo dados do CoinSchedule. A questão é que muitos destes projetos eram fraude ou simplesmente não deram certo e já não têm mais como se recuperarem.

    Estas moedas consideradas “mortas” chegam neste momento a 829 tokens, que segundo o Dead Coins valem menos de US$ 0,01. Parte da falha ligada a muitos destes projetos também se dá pela derrocada do Bitcoin, a maior moeda digital do mundo, que já caiu cerca de 70% desde sua máxima atingida em dezembro do ano passado. A combinação de muitos destes casos de fraude com esta forte perda de valor dos principais criptoativos tem pesado para estes projetos pequenos, mas há quem esteja entusiasmado que isso possa mudar nos próximos meses. Diante de definições regulatórias, que alguns analistas acreditam que serão positivas, um novo rali do Bitcoin poderia dar início a uma grande onda de ICOs no segundo semestre.

    Veja também:

    Corretora de câmbio é alvo de investigação de lavagem de dinheiro e crimes financeiros

    Até mais

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    Multimoney: Corretora de câmbio é alvo de investigação de lavagem de dinheiro e crimes financeiros

    28 de junho de 2018

    Justiça brasileira bloqueia R$ 300 milhões de envolvidos em esquema de pirâmide Minerworld
    Multimoney: A corretora atuava no Sistema Financeiro Nacional como uma organização criminosa de natureza empresarial

    A PF (Polícia Federal) deflagrou nesta quinta-feira (28) a Operação Line Up, com o objetivo de investigar uma corretora de câmbio estabelecida para a prática de crimes financeiros e lavagem de dinheiro. Conforme a Polícia Federal, a corretora atuava no Sistema Financeiro Nacional (SFN) como uma organização criminosa de natureza empresarial.

    Como mudar de corretora?

    Foram cumpridos, por 60 policiais federais, 14 mandados de busca e apreensão, sendo cinco em São Paulo (SP) e nove entre as cidades de Itajaí, Balneário Camboriú e Blumenau, todas em Santa Catarina, além de dois mandados de prisão preventiva em desfavor dos diretores da instituição financeira, todos expedidos pela 1ª Vara Federal de Florianópolis/SC.

    Os nomes das pessoas e empresas envolvidas não foram divulgados, porém um jornal da região de Blumenau divulgou que policiais federais foram à casa de câmbio Multimoney nesta manhã.
    https://omunicipioblumenau.com.br/casa-de-cambio-e-pagamentos-djs-internacionais-sao-alvos-da-policia-federal-em-sc/

    A investigação teve início em 2013, quando a Polícia Federal investigava possível evasão de divisas realizada através de pagamentos a DJs de renome internacional que vinham atuar em Santa Catarina, com contratos subfaturados.

    A partir daí, a investigação chegou a uma corretora de câmbio que fazia parte do mesmo grupo econômico da empresa de eventos, sendo possível identificar indícios de gestão fraudulenta de instituição financeira nas seguintes ações:

    – Burlar os limites da posição cambial;
    – Movimentar moeda estrangeira de forma paralela e, após apreensão de valores, maquiar as operações;
    – Fracionar operações de câmbio para burlar os limites de valores a serem negociados;
    – Registrar operações sem a documentação suporte, fraudando a fiscalização;
    – Transferir moeda entre unidades sem identificar corretamente o destinatário;
    – Atuar no mercado paralelo de câmbio, fraudando as autorizações impostas pelo Banco Central;
    – Deixar de analisar e/ou identificar os clientes para fraudar os controles de prevenção à lavagem de dinheiro;
    – Usar documentos ideologicamente falsos para recuperar valores apreendidos;
    – Receber e realizar depósitos em espécie, vedado para operações de câmbio.

    A Polícia Federal descobriu também que foram realizadas 155 operações de câmbio com utilização dos nomes de 111 pessoas que já estavam mortas no momento do negócio, bem como pagamentos de terceiros no exterior que não eram os reais exportadores das mercadorias, inclusive mediante contratações feitas por empresas investigadas na Operação Lava Jato e ligadas a doleiro já condenado na referida operação.

    As atividades foram identificadas e registradas pelo COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) em sete relatórios, em que foi apontado um total de mais de R$ 2 bilhões em movimentações atípicas.

    Também há fortes indícios de que representantes da corretora de câmbio tentaram obstruir as investigações mediante contato com um servidor público, a fim de serem instruídos sobre como reaver os valores apreendidos na investigação.

    As condutas criminais apuradas até o momento são gestão fraudulenta de instituição financeira, fraude contábil em instituição financeira, fraude cambial, lavagem de dinheiro, formação de organização criminosa e obstrução de investigação contra o crime organizado.
    fonte de consulta: Casa de câmbio e pagamentos a DJs internacionais são alvos da Polícia Federal em SC

    Leia também:

    Twitter tenta resolver fraude com moedas virtuais

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    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Justiça brasileira bloqueia R$ 300 milhões de envolvidos em esquema de pirâmide Minerworld

    11 de maio de 2018

    Twitter tenta resolver fraude com moedas virtuais

    Não existe café grátis no mercado, mas milhares de incautos gananciosos ainda pensam que existe, desta forma após a deflagração de Operação Lucro Fácil no mês passado, agora o juiz David Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, mandou bloquear R$ 300 milhões em bens de 11 pessoas envolvidas em um suposto esquema de pirâmide financeira usando bitcoins, operado pela empresa Minerworld.

    Bitcoin é fraude, criptomoeda é fraude puracriptomoedas Minerworld. Este caso já teria impactado mais de 50 mil pessoas em todo o país”>

    Segundo o jornal Correio do Estado, a suspeita é de que os investigados atuassem como laranjas, por meio da abertura de contas, aquisição de imóveis e veículos. Em abril, a Justiça já havia bloqueado quantias semelhantes das empresas Bit Pago e Bit Ofertas, além da própria Minerworld, assim como de outras sete pessoas, incluindo Cícero Saad, considerado um dos chefes da organização.

    “[Os suspeitos teriam participado] fosse atuando como fiadores, fosse atuando como sócios de fato (laranjas) da Minerworld, fosse atuando como sócio formal da empresa Bit Pago, fosse atuando como mentores do negócio, ou fosse organizando redes significativas de participantes no alegado esquema de pirâmide que deram um impulso ao projeto lesivo ao consumidor, auferindo, com isto, grandes lucros por estarem no topo da pirâmide de investidores”, diz o texto da decisão.

    O bloqueio se dá diante da hipótese de que os prejuízos causados aos consumidores, que passam de 50 mil pessoas, dificilmente serão ressarcidos caso não haja rápidas medidas de indisponibilidade de bens dos envolvidos.

    A Minerworld é acusada desde o ano passado de dar calotes em seus clientes. Em outubro, a companhia alegou hackers roubaram 851 bitcoins após uma suposta invasão à exchange Poloniex, em que a empresa depositava os bitcoins de seus usuários. Não houve, porém, nenhuma prova deste caso apresentado pela companhia.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/7414750/justica-brasileira-bloqueia-300-milhoes-envolvidos-esquema-piramide-com-criptomoedas

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    Kenneth Rogoff: Bitcoin tem mais chance de cair para US$ 100 do que disparar para US$ 100 mil

    Até mais.

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    Twitter tenta resolver fraude com moedas virtuais

    7 de março de 2018

    Kenneth Rogoff: Bitcoin tem mais chance de cair para US$ 100 do que disparar para US$ 100 mil

    Twitter promete resolver fraude com moedas virtuais
    Os golpes parecem estar fora de controle!

    O Twitter está numa luta constante por frear o número elevado de fraudes relacionadas com bitcoins e outras criptomoedas. A plataforma está removendo contas de usuários que tentam enganar utilizadores da rede social.

    De uns tempos para cá, diversos vigaristas têm-se feito passar por celebridades, informa o jornal O Público. Um caso recente foi o de uma conta fingindo ser o empresário Elon Musk, que pedia às pessoas para doar uma pequena quantia da moeda virtual ether, e ele daria em troca um valor ainda maior. “Só durante o dia de hoje, decidi doar 3000 ETH [cerca de 1,9 milhões de euros] aos meus fãs. Basta enviarem entre 0,5 a 4,0 ETH para a minha conta e devolvo entre 5-40 ETH”, lê-se na mensagem.

    “Estes golpes estão ficando fora de controle”, queixou-se no Twitter Emin Gün Sirer, um professor da Universidade de Cornell, nos EUA. “Se falham em detectar burlas assim tão óbvias, qual é o futuro da vossa plataforma?”, disse o estudioso que se foca em tecnologia de blockchain.

    Leia mais clicando aqui.

    Até o próximo post.

    Geral

    CVM: Alerta para oferta irregular de investimento em bitcoin

    2 de março de 2018

    Segundo a CVM, nem a empresa e nem o empresário podem exercer quaisquer atividades no mercado de valores mobiliários

    A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) divulgou hoje alerta ao mercado e ao público em geral que a empresa L. Janiszevski – Hashbrasil – ME e Leonardo Janiszevski não estão autorizados a oferecer investimentos em mineração de Bitcoins, a moeda digital. Segundo a CVM, nem a empresa e nem o empresário podem exercer quaisquer atividades no mercado de valores mobiliários, tendo em vista tratar-se de pessoa não registrada como emissora de valores mobiliários, e de oferta pública sem registro (ou dispensa deste) na CVM. Eles estão sujeitos a multa diária de R$ 5 mil se continuarem com a oferta.

    Esta é a segunda empresa do tipo que é alvo de alerta da CVM. Em 19 de dezembro, a Hashcoin Brasil também recebeu alerta para parar a oferta de investimentos em mineração de Bitcoin.

    A CVM diz que identificou que a empresa e o empresário estão oferecendo publicamente, em redes sociais e no site oportunidade de investimento relacionada a cotas em grupo de investimento em mineração de Bitcoin (“HashBrasil”), “utilizando-se de apelo ao público para celebração de contratos que podem ser enquadrados no conceito legal de valor mobiliário”.

    Por esse motivo, a CVM determinou, via Deliberação CVM 790, a imediata suspensão de qualquer oferta de títulos ou contratos de investimento coletivos relacionados ao referido empreendimento.

    Além da multa diária e individual, haverá responsabilidade pelas infrações já cometidas antes da publicação desta Deliberação, com a imposição da penalidade cabível, nos termos do art. 11 da Lei 6.385/76, após o regular processo administrativo sancionador.

    Leia também:

    CVM barrou Astroinvest!!!

    Convidados

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] BitConnect: Criptomoeda desaba 95% após fechar plataforma acusada de pirâmide financeira

    18 de janeiro de 2018

    Bitcoin: queda generalizada é lição para quem se empolgou

    A BitConnect afundou de US$ 330 para menos de US$ 10 em poucos minutos

    Enquanto todos olhavam para o bitcoin e outras grandes moedas digitais caindo mais de 20%, uma outra criptomoeda chamada BitConnect chamou atenção ao perder praticamente todo o seu valor. Isso ocorreu por conta de acusações de que o serviço que ela prestava era pirâmide financeira.

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Pirâmide financeira em João Pessoa com bitcoin

    A BitConnect desabou 95%, passando de US$ 330 para menos de US$ 10 em pouco minutos, após a empresa anunciar que fechou as portas. A plataforma prometia o pagamento de juros de 1% ao dia para quem investisse na criptomoeda BitConnect, que seria usada para obter lucros com investimentos em Bitcoin.

    Com o programa de empréstimos, os indivíduos poderiam depositar dólar ou Bitcoin em suas contas da BitConnect, onde então apostariam suas participações por juros diários por um período de tempo predeterminado. Quanto mais dinheiro o usuário bloqueia no empréstimo, maior o retorno diário e menos tempo em que o dinheiro ficaria congelado.

    No anúncio sobre o encerramento, a BitConnect explicou que todo o saldo dos usuários foi convertido em BitConnect Coin usando a cotação de US$ 363,62 por moeda. Dessa forma, quem tinha saldo em dólares agora dispõe apenas de saldo em moeda virtual.

    De acordo com a empresa, eles optaram por fechar a plataforma de empréstimo por conta das muitas acusações feitas na imprensa, além das notificações recebidas pelos estados americanos do Texas e da Carolina do Norte.

    Até o próximo bit post!!!