‘Pirâmide’ Articles at Defenda Seu Dinheiro

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    Maximus Digital fecha e deixa 50 mil pessoas no prejuízo

    20 de fevereiro de 2018

    Foi a crônica de uma morte anunciada, parafraseando o livro de Gabriel Garcia Marquez. A empresa de fomento mercantil, ou factoring, Maximus Digital, que havia assumido os negócios da Alcateia Investimentos e seus 50 mil investidores, anunciou hoje que está desfazendo o negócio e encerrando as atividades.

    Em comunicado em seu site, a Maximus diz que gastou R$ 4,5 milhões de seu capital próprio para sustentar a operação, mas “em virtude do descumprimento das cláusulas contratuais por parte da Alcateia Investimentos”, a única alternativa viável foi processar a Alcateia e encerrar as atividades. A empresa não informou qual o valor total devido aos investidores.

    É o fim de uma novela que começou há dois anos, e que entrou no radar da CVM em abril do ano passado, quando a autarquia divulgou um alerta ao mercado

    A Maximus, cuja sede seria em Belo Horizonte, diz ainda que, “a fim de manter a transparência e a lisura que sempre marcaram a conduta desta instituição”, informava o número da ação de rescisão contra a Alcateia, na 3ª Vara Cível do Foro Regional de Santana, em São Paulo, sob número 1003566-10 2018.8.26.0001. E que todas as demais ações serão informadas aos investidores que ainda têm saldo a receber.

    A Máximus diz ainda que, “como demonstração de boa fé”, deixou à disposição do Poder Judiciário “imóvel constituído de 50 lotes, avaliados em R$ 90.000,00 cada, no Estado de Minas Gerais, em fase de averbação”. A nota não diz em que cidade estão os lotes, que teriam um valor estimado de R$ 4,5 milhões pelo que afirma a empresa.

    A nota termina pedindo “escusas” a todos que “acreditaram em nosso projeto”, e que “infelizmente sem o repasse dos fundos provenientes da carteira de clientes originários da Alcateia Investimentos é inviável a manutenção das atividades”.

    Investidores já vinham há cerca de um mês reclamando em redes sociais da dificuldade em receber os valores aplicados e o descumprimento de promessas de pagamento. Alguns visitaram a sede da Maximus em Belo Horizonte, mas foram informados que ninguém aparecia por lá há algumas semanas. Os gerentes responsáveis pelas contas deixaram de atender os telefonemas e e-mails e a Maximus parou de responder às reclamações no site Reclame Aqui. Era um sinal do fim do jogo.

    É o fim de uma novela que começou há dois anos, e que entrou no radar da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em abril do ano passado, quando a autarquia divulgou um alerta ao mercado sobre a Alcateia Investimentos, que se autodenominava um grupo de investimentos e prometia rendimentos de 0,01% a 2% ao dia. Na ocasião, a Alcateia foi assunto de reportagem do portal Arena do Pavini, chamando a atenção para os absurdos do esquema.

    Os ganhos, segundo o site da Alcateia, eram obtidos em investimentos “day trade” (nome dado a operações iniciadas e encerradas no mesmo dia) diversificados, em mercados tão distintos como ações, opções, Forex (moedas no exterior, atividade não permitida pela CVM), criptomoedas (Bitcoins), ações estrangeiras e outros não especificados. Se cumprida apenas em parte a promessa da Alcateia, com um ganho médio de 1% ao dia, o investidor teria um retorno de 22% em um mês de 20 dias úteis, ou 987% ao ano, em um momento em que os juros estavam em 11,25% ao ano. Ou seja, o equivalente a 25 anos de aplicação. Tudo isso sem risco de perdas, graças a um robô que antecipava os movimentos de todos os mercados, e ainda por cima sem tarifas ou taxas.

    A CVM alertou o mercado pela Deliberação CVM 766 que o Grupo de Investimentos Alcateia e seu sócio Regis Cristiano Leite não estavam autorizados a exercer a atividade de administração de carteiras e distribuição de valores mobiliários por não possuírem autorização do órgão regulador. Apesar dos alertas e da multa diária de R$ 5 mil, a empresa continuou captando investidores com aplicação a partir de R$ 99,00. Até uma bailarina do Domingão do Faustão, Tainá Grando, chegou a aparecer fazendo propaganda da Alcateia, afirmando que a aplicação “rendia 10 vezes mais que a poupança”, sem tarifas ou taxas.

    O esquema tinha gerentes responsáveis pelas contas, os Lobos Alfa, que incentivavam os investidores a trazer novos participantes para a Alcatéia e assim ganhar uma “comissão”, num claro movimento de pirâmide financeira. Havia o “lobo pai”, que era estimulado a trazer outros parentes, ou lobinhos, incluindo filhos, netos e bisnetos (a partir da quarta geração, a filiação à matilha já era proibida).

    A empresa não divulgava onde o dinheiro era aplicado, nem em que mercados operava, nem as corretoras ou bancos onde tinha operações, alegando “sigilo”. O mesmo sigilo era usado para não informar onde ficava a sede da empresa, como convém a todo bom covil de lobos, bem como não divulgava seu telefone de contato, mas dizia que em breve estaria inaugurando uma sede em Porto Alegre. O único meio de contato era por meio dos Lobos Alfa, que agora estão desaparecidos.

    Como era de se esperar, o esquema começou a desmoronar no fim do ano passado, com atrasos nos pagamentos dos resgates à medida que a captura de novos “lobinhos” se tornava mais difícil. Foi então que, surpreendentemente, em outubro do ano passado, surgiu a Máximus Digital, uma empresa de factoring, ou seja, compra de faturamento, e que também ofertava irregularmente aplicações ao público com lastro em fomento mercantil.

    Em um comunicado conjunto, a Alcateia anunciou que estava transferindo seus clientes para a Maximus Digital e esta informou que a migração de sistema de clientes terminaria em 30 de outubro deste ano. “O que significa dizer que os saques estarão indisponíveis de 24/10/2017, terça-feira, a partir das 15h, com retomada programada para dia 01/11/2017, quarta-feira, às 15h”, dizia o comunicado, que celebrava a união e era assinado pelo presidente da Alcateia, Regis Cristiano Leite, e pelo Chief Executive Officer (CEO) da Máximus, Luiz Fernando Correa. Já na ocasião, vários investidores começaram a reclamar de dificuldades em acessar suas contas e do não pagamento de resgates.

    De lá para cá, a Maximus fez vários esforços para tentar captar novos investidores e ampliar as aplicações dos atuais, com sorteios e promoções. Mas, já em 17 de dezembro, divulgou um comunicado informando que enfrentava dificuldades, pois a empresa responsável pelos pagamentos da Alcateia, a Pagbem Pagamentos, não teria dado conta de processar os saques, que saltaram de 200 a 500 por dia para 2.500.

    “Pois bem, a Pagbem Pagamentos não honrou o compromisso de liquidação dos clientes e começou uma bola de neve”, disse a Máximus em comunicado. A empresa se queixava ainda que vários clientes estavam reclamando em redes sociais “por valores irrisórios, como se a Maximus Digital não possuísse capacidade de liquidar tais solicitações.”

    Junto com as explicações para não pagar os resgates, a Maximus divulgou um novo sistema de remuneração, substituindo o ganho de até 2% ao dia por uma “atualização monetária de 1% sob (sic) o valor de todas as solicitações de saque pendentes no sistema em atraso”, sem informar a periodicidade da taxa. Além disso, ofereceu aos investidores da Alcateia a opção de se associar a Máximus, com um ganho de 0,01% ao dia composto, equivalentes ao “dobro do que uma caderneta de poupança alcança”.

    As reclamações de dificuldades em resgatar os recursos aumentaram em sites como o Reclame Aqui e nas redes sociais e grupos começaram a ser formados para acionar a Maximus na Justiça. Agora, restará aos 50 mil investidores tentar recuperar ao menos parte do dinheiro investido por meio de ações judiciais. Mas com poucas chances de sucesso.
    fonte de consulta: Arena do Pavini.

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    [BIT FRAUDE BREAKINGNEWS] Esquema de pirâmide com Bitcoin rouba US$ 115 milhões de mais de 10 mil investidores

    16 de fevereiro de 2018

    Crime ocorreu na Áustria e, segundo as autoridades, envolveu cerca de 12 mil bitcoins

    A polícia da Áustria está investigando um caso de pirâmide financeira envolvendo bitcoins na plataforma Optioment, que supostamente tem sede na Costa Rica. A empresa oferecia uma rentabilidade de até 4% por semana, mas de repente sumiu com todo o dinheiro, causando perdas a mais de 10 mil pessoas.
    A imprensa local afirma que este esquema foi responsável pelo roubo de cerca de 12 mil bitcoins (que na cotação atual vale cerca de US$ 115 milhões).

    A empresa dizia em seu site ser um “produto de investimento global de bitcoins de primeira qualidade” originado de um “fundo de bitcoins localizado na Costa Rica”. Além disso, eles diziam ter uma plataforma de “investimento” financiada por ativos avaliados em mais de 35 mil bitcoins. Além da rentabilidade semanal prometida, os investidores também seriam recompensados por atraírem novos usuários para a plataforma.

    Nas últimas semanas, a Optioment realizou um grande evento em Viena e teve a participação de mais de 700 pessoas. Além da Áustria, investidores na Polônia e Romênia também foram afetados pelo golpe. Dois dos três responsáveis pelo esquema, um da Letônia e um da Dinamarca, teriam sido identificados, segundo a imprensa local. Porém, autoridades disseram à Bloomberg que ninguém foi detido até o momento.

    Até o próximo post.

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    Nouriel Roubini: O bitcoin e outras criptomoedas representam a mãe de todas as bolhas

    7 de fevereiro de 2018

    Em artigo, Roubini faz duras críticas ao bitcoin, dizendo que a ideia de uma oferta limitada de moedas é uma mentira, chamando ainda os ICOs de golpe

    Os serviços financeiros estão passando por uma grande revolução. Mas engana-se quem acha que a liderança deste movimento está com o blockchain ou o bitcoin. A revolução está sendo construída pela inteligência artificial, big data e a internet de coisas. Essa é a visão de Nouriel Roubini, economista que previu a crise de 2008 e conhecido como “Dr. Doom” por suas projeções apocalípticas.
    Em um artigo publicado na plataforma Project Syndicate, o economista defende que o único uso real das moedas digitais é “facilitar atividades ilegais, como tráfico de drogas, evasão fiscal, fuga ao controle de capitais e lavagem de dinheiro”.

    “Claramente, o bitcoin e outras criptomoedas representam a mãe de todas as bolhas, o que explica por que todos os seres humanos com quem estive entre o Dia de Ação de Graças e o Natal de 2017 me perguntaram se deveriam comprá-las”, diz Roubini no texto.

    O economista afirma ainda que, como em qualquer bolha financeira, os investidores não estão apostando no bitcoin de olho em seu potencial para ser usado como meio de pagamento, mas sim porque esperam que ele se valorize. “Aliás, se alguém quisesse mesmo usar bitcoins, teria muitas dificuldades”, continua.

    Roubini faz duras críticas ao bitcoin, dizendo que a ideia de uma oferta limitada de moedas é uma mentira, e ainda chamou de golpe os ICOs (Ofertas Iniciais de Moedas, na sigla em inglês). Para ele, as criptomoedas não passam de um grande esquema de pirâmide financeira.

    “De acordo com os entusiastas, o Bitcoin tem uma oferta máxima de 21 milhões de unidades, por isso não pode ser degradada como moedas fiduciárias. Mas essa afirmação é claramente uma fraude, considerando que ela já se dividiu em três filiais: Bitcoin Cash, Litecoin, e Bitcoin Gold”, escreve o economista.

    “Além disso, centenas de outras criptomoedas são inventadas todos os dias, ao lado de golpes conhecidos como ‘ofertas iniciais de moedas’, que são principalmente projetadas para escapar das regras de valores mobiliários”, completa o “Dr. Doom”.

    Leia também:

    [BIT FRAUDE BREAKINGNEWS] Novas fraudes e proibições afetam mercado de criptomoedas

    Até mais.

    Filmes

    Rei da Polca – filme 2017

    20 de janeiro de 2018

    Mais um filme chegando no Netflix sobre golpista. Em tempos de várias pirâmide financeiras pipocando, maioria com bitcoin, entre outras criptomoedas.

    The Polka King

    SINOPSE E DETALHES

    Um grande dançarino de Polca arrasta uma legião de fãs para onde quer que vá. Quandos suspeitas sobre a sua conduta começam a acontecer e ele, posteriormente, é acusado de seduzir fãs para um esquema de prostituição – fazendo com que sua vida vire de cabeça para baixo.
    Baseado em fatos reais.

    Até o próximo post.

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    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] BitConnect: Criptomoeda desaba 95% após fechar plataforma acusada de pirâmide financeira

    18 de janeiro de 2018

    Bitcoin: queda generalizada é lição para quem se empolgou

    A BitConnect afundou de US$ 330 para menos de US$ 10 em poucos minutos

    Enquanto todos olhavam para o bitcoin e outras grandes moedas digitais caindo mais de 20%, uma outra criptomoeda chamada BitConnect chamou atenção ao perder praticamente todo o seu valor. Isso ocorreu por conta de acusações de que o serviço que ela prestava era pirâmide financeira.

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Pirâmide financeira em João Pessoa com bitcoin

    A BitConnect desabou 95%, passando de US$ 330 para menos de US$ 10 em pouco minutos, após a empresa anunciar que fechou as portas. A plataforma prometia o pagamento de juros de 1% ao dia para quem investisse na criptomoeda BitConnect, que seria usada para obter lucros com investimentos em Bitcoin.

    Com o programa de empréstimos, os indivíduos poderiam depositar dólar ou Bitcoin em suas contas da BitConnect, onde então apostariam suas participações por juros diários por um período de tempo predeterminado. Quanto mais dinheiro o usuário bloqueia no empréstimo, maior o retorno diário e menos tempo em que o dinheiro ficaria congelado.

    No anúncio sobre o encerramento, a BitConnect explicou que todo o saldo dos usuários foi convertido em BitConnect Coin usando a cotação de US$ 363,62 por moeda. Dessa forma, quem tinha saldo em dólares agora dispõe apenas de saldo em moeda virtual.

    De acordo com a empresa, eles optaram por fechar a plataforma de empréstimo por conta das muitas acusações feitas na imprensa, além das notificações recebidas pelos estados americanos do Texas e da Carolina do Norte.

    Até o próximo bit post!!!

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    Bitcoin: queda generalizada é lição para quem se empolgou

    17 de janeiro de 2018

    Bolha imobiliária: ascensão e a queda do mercado imobiliário brasileiro em 10 anos

    Pânico no Bitcoin: queda generalizada é lição para quem se empolgou, diz Fernando Ulrich

    Para especialista, cenário atual lembra que as pessoas não devem se endividar para comprar moedas, mas também pode ser bom momento para compra.

    O mercado de criptomoedas acordou em choque ontem, terça-feira (16/01/2018), com praticamente todas as moedas digitais caindo forte, levando o Bitcoin para seu menor patamar desde dezembro. A tensão segue vindo da Ásia, onde tanto China quanto Coreia do Sul estão ameaçando suspenderem a negociação nas exchanges.

    O movimento negativo veio depois de novos comentários do ministro da economia da Coreia do Sul, Kim Dong-yeon, que, em entrevista a uma estação de rádio local, afirmou que o governo já está trabalhando em medidas para conter a “irracionalidade” motivada pelas criptomoedas. Segundo ele, fechar as exchanges locais ainda é uma opção.

    Enquanto isso, segundo informações da Reuters, um integrante do banco central chinês disse que as autoridades devem proibir a negociação centralizada de moedas virtuais, bem como indivíduos e empresas que fornecem serviços relacionados, segundo um memorando interno de uma reunião do governo visto pela própria agência de notícias.

    No memorando, descrevendo os detalhes das discussões em uma reunião de reguladores da Internet e outros formuladores de políticas na semana passada, o vice-diretor do PBOC (Banco Central Chinês), Pan Gongsheng, disse que o governo continuaria a exercer pressão sobre o comércio da moeda virtual afim de evitar a acumulação de riscos nesse mercado.

    Apesar de todo este pânico no mercado, para Fernando Ulrich, especialista em criptomoedas do grupo XP Investimentos, esta “correção já era mais que esperada”. Em dezembro, o Bitcoin disparou mais de 100% em poucos dias para logo em seguida começar a cair forte e desde então não tem tido força para se recuperar.

    Ulrich lembra que não é a primeira vez que o mercado passa por isso. Entre 2012 e 2013, o preço do bitcoin subiu 85 vezes, movimento que se seguiu ainda por alguns meses daquele ano, para em 2014 afundar 72% e chegar ao patamar de US$ 320. Em 2015, a moeda digital chegou a cair para US$ 150.

    Na tarde desta terça-feira, o Bitcoin registrava queda de quase 20%, recuando para US$ 11.688, enquanto outras das maiores moedas digitais também afundavam, caso do Ethereum, com perdas de 18%, e do Ripple, desabando 25%.

    “Cá estamos em 2018 e o mercado está todo no vermelho hoje. A maior parte dos comprados em criptos jamais viu um bear market. Veremos uma reprise de 2014 neste ano? Não sei. Mas uma correção já era mais que esperada”, afirma o economista.

    Ulrich reforça que não é momento para pânico, sendo, inclusive, uma janela de oportunidade de compra para quem segue uma estratégia focada em longo prazo e de olho em preço médio.

    Além disso, esta queda generalizada também reforça a lição para quem se empolgou com o mercado: “esse é um lembrete de que criptomoedas são uma classe de ativos com muito mais risco que investimentos tradicionais. E não se deve hipotecar a casa para surfar esse mercado. Jamais”, conclui o especialista da XP.

    Veja também:

    As 10 criptomoedas que mais subiram em 2017

    Até o próximo post.

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    Cricket 1: novo golpe de pirâmide financeira?

    6 de dezembro de 2017

    Saiba detalhes de como funciona o negócio da Cricket e quais são os indícios que apontam a suposta pirâmide financeira.

    Muitos brasileiros já estão “surrados” de tanto caírem em golpes de pirâmides financeiras. A cada dia que passa surgem mais e mais supostas empresas que dizem praticar o marketing multinível, mas na maioria das vezes, tudo não passa de um golpe para arrancar dinheiro de pessoas que acreditaram nas propostas fantasiosas que os chamados “líderes de equipe” apresentam.
    Uma nova “empresa” está surgindo no momento e levantando dúvidas em muitas pessoas, se trata da Cricket 1. Ao pesquisar este nome no YouTube já é possível encontrar uma meia dúzia de vídeos com a apresentação de como funciona todo o negócio.

    Atividade da empresa

    No vídeo que assistimos, o recrutador já inicia dizendo que as informações que serão repassadas “vão mexer profundamente com você“. Primeiramente é informado que a tal empresa possui sua sede em Dubai, nos Emirados Árabes. A atividade primária da empresa seria a atuação no mercado de compra e venda de atletas, convidado assim aos interessados em também ter uma participação societária nesse tipo de negócio. A outra atividade da empresa seria uma mineradora das criptomoedas Ethereum e o Bitcoin. No vídeo, é bem frisado a valorização que as duas moedas tiveram nos últimos 12 meses.

    Como funciona a principal atividade

    Agora entra a parte suspeita de todo o negócio: a chamada “peneira virtual” – que funciona como uma espécie de vitrine onde os associados postarão vídeos de jogadores amadores, que estarão disponíveis para grandes técnicos, clubes e empresários do Brasil e do mundo – e é através dela que o jogador terá a oportunidade de ir ao centro de treinamento da Cricket, no estado de São Paulo, e então, após um prazo, caso esteja entre os melhores, embarcará para jogar em um clube em Gibraltar, no sul da Europa. Se este jogador for negociado para o futebol europeu, o associado que o indicou terá direito a 20% do valor da negociação. Mas para que o associado apresente os seus vídeos com jogadores amadores, ele terá que pagar US$ 30 dólares, ou seja, não é de graça!

    Custos para se tornar um associado

    Para fazer parte como associado, além de pagar por cada vídeo da “vitrine”, você terá que adquirir um dos planos disponíveis, que variam de US$ 100 a US$ 5 mil. O plano mais básico, de US$ 100, é chamado de “Série D” e o mais alto, de US$ 5 mil, “Copa do Mundo”. E assim, como em todo esquema de pirâmide financeira, o associado recebe 10% do valor do pacote que cada indicado direto adquirir, e mais 5% até o 8º nível de indicação.

    Se não bastasse apenas as comissões com os indicados, a “empresa” ainda promete um plano de carreira aos associados, com prêmios em dinheiro, viagens à Dubai, cruzeiro com acompanhante, carros de US$ 25 mil a US$ 50 mil, imóveis de até US$ 200 mil e pasmem, até helicóptero no valor de US$ 1 milhão.

    Primeiro indício de pirâmide financeira

    Fizemos uma consulta do domínio thecricket1.com.br no site do órgão registrador. O mesmo não pertence a nenhuma empresa, os dados são de Alisson Alves da Silva, uma pessoa física. Em seguida, fizemos um cadastro de teste no sistema para investigarmos mais profundamente, e nos deparamos com um formulário sem nenhuma espécie de validador, nem mesmo do endereço com o cep informado. O termo de uso é o mesmo utilizado em vários outros websites, ou seja, não há um termo de uso exclusivo para o usuário do sistema.

    Vínculo com outras empresas

    Optamos por pagar o nosso plano de entrada por meio de depósito identificado. Ao finalizar o cadastro, é fornecido um número de conta no Banco do Brasil, em nome de Bidu Importação & Exportação, empresa que pertence a Pedro Marcos Franco Soeiro Da Silva. Fizemos uma pesquisa com o CPNJ vinculado e há ligação com uma outra empresa, o Banco Neman, que supostamente presta serviços financeiros de saques e depósitos utilizando carro forte da empresa “Protege”. Entramos em contato com a assessoria de imprensa da “Protege” e até o fechamento dessa matéria não obtivemos respostas se existe ou não a parceria. Outra divergência é o registro do domínio banconeman.com.br. Na consulta pública no órgão registrador, está em nome de Rocha Azevedo Intermediações & Participações LTDA, que seria de Vera Lucia de Lima, que possui também outras 85 empresas e de Helio Azevedo Da Costa Lima, sócio apenas no Banco Neman.

    Quem controla a operação do Banco Neman, de acordo com informações do próprio site do banco, é a Bidu Importação & Exportação, mas o registro do domínio está em nome de de Rocha Azevedo Intermediações & Participações LTDA. Ou seja, o site da Cricket está registrado em nome de uma pessoa física que não faz parte de nenhuma das empresas acima citadas, a conta para depósito está em nome de uma outra empresa que aparentemente gerencia o Banco Neman que também está com o registro do domínio em nome de outra empresa.

    CEO da Cricket 1 não é dono de nenhuma das empresas citadas

    Quem se apresenta como CEO da Cricket é o ex-jogador Alex Oliveira, que já teve passagem pela Ponte Preta, Vasco da Gama, Palmeiras, Portuguesa e outros clubes internacionais. Também foram apresentados como membros da direção da Cricket os ex-jogadores Muller, Ronaldão, Vampeta, Luizão e Pavão.

    Não se pode medir a idoneidade de algum negócio só pelo fato de ter famosos envolvidos. Quem não se lembra da Telexfree, o maior golpe de pirâmide financeira do século? O ator Sandro Rocha, do filme Tropa de Elite era um dos principais líderes de recrutamento para a empresa.

    Conclusão

    Não podemos afirmar que a Cricket se trata de uma pirâmide financeira, apesar de ter todos os indícios que seja. O modelo de negócio, sem produto físico e com recrutamento de pessoas, não tem históricos bons. Mesmo as que supostamente tinham produtos físicos, como o caso da BBOM, os famosos rastreadores que ninguém nunca viu, foram consideradas pirâmides e milhares de pessoas amargaram o prejuízo. É preciso ficar atento quanto às promessas de ganhos fáceis, sem trabalho ou venda, e aparentemente, na Cricket, isso é possível, já que você investe e poderá trabalhar apenas com indicação ou com rendimento de 1% ao dia.
    fonte de consulta: www.1news.com.br/noticia/476165/noticias/cricket-novo-golpe-de-piramide-financeira-16112017

    Até o próximo post e fujam do golpe!!!!

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    Bitcoin pode levar as crianças a atividades ilegais, adverte o primeiro-ministro sul-coreano

    30 de novembro de 2017

    lee-nak-yeon-primeiro-ministro-da-coreia-do-sul

    Como evitar cair no golpe da moeda virtual

    O primeiro ministro da Coréia do Sul (Lee Nak-yeon) está preocupado que o crescente interesse em criptomoedas como o Bitcoin, o que poderia levar a juventude do país á se envolver com o tráfico de drogas e esquemas de pirâmide.

    O primeiro ministro sul-coreano Lee Nak-Yon, discutiu o crescente interesse das criptomoedas pelas gerações mais jovens em uma reunião no ministério nesta ultima terça-feira. O mercado de criptomoedas “raging”, de acordo com o político, está provando ser uma atração fácil para os estudantes que estão buscando uma oportunidade de fazer ganhos com alguns que traçam um caminho ilegal.

    Uma declaração publicada após a reunião do ministério, revela que o primeiro ministro pede que as agências governamentais examinem essas preocupações.

    De acordo com a CNBC, o líder sul-coreano disse:

    “Há casos em que os jovens coreanos, incluindo estudantes, estão buscando ganhar dinheiro rápido e as moedas virtuais são usadas em atividades ilegais como o tráfico de drogas ou o marketing multinível para fraudes”.

    Dramaticamente, ele acrescentou:

    “Se deixarmos as coisas continuarem, eu sinto que alguns fenômenos patológicos sérios podem ocorrer”.

    A Coréia do Sul surgiu entre os principais mercados de bitcoins do mundo este ano e um apetite insaciável por criptomoedas entre os investidores. Ontem, o preço do bitcoin superou a marca de US $ 12.000 nas bolsas coreanas.
    fonte de consulta: Bitcoin could lead kids into illegal activities like drug dealing, South Korean prime minister warns

    Até o próximo post.

    Geral

    Esquema Cooper Prime / Prime Systens

    29 de outubro de 2017

    Sistema de ajuda mútua é golpe?

    Prime Systens / Cooper Prime pirâmide

    Não é necessário se estender muito neste tópico para falar desta plataforma de doação Prime Systens, pois é igual ou similar a diversas que estão surgindo tais como Mandala, Dream Donation ou Zarfund.

    Leia também:

    PRIME SYSTENS É UMA FRAUDE – ALERTA!

    Estas plataformas são baseadas em fazer doação e receber doações. O processo é simples alguém te convida para plataforma, você se cadastrar e faz uma doação para quem te convidou. Então por sua vez você convida alguém que vai fazer uma doação para você e assim vai.

    Estes sistemas de doação são interessantes mas o que acontece que as pessoas que divulga este tipo de plataforma não explica a dificuldade de conseguir doações. Falam apenas da parte boa da plataforma. Para uma pessoa que tem um canal no youtube com 4.000 seguidores e simples conseguir doações basta postar um vídeo falando da plataforma que se 1% de seus seguidores entregar para o sistema a pessoas terá 40 doações.

    Então alguém te pergunta: Você tem um canal no youtube com muitos seguidores? Você tem uma rede social com muitos seguidores? Você sabe fazer divulgação online? Como você vai conseguir as doações?

    Se a pessoa não tiver boas respostas para responder as perguntas acima não entre para este tipo de plataforma porque você vai perder o tempo e o dinheiro.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Como evitar cair no golpe da moeda virtual

    6 de outubro de 2017

    golpe-do-bitcoin

    O grande aumento de moedas virtuais criou um novo buraco negro no mercado de investimentos. Poucas pessoas entendem exatamente o que são essas criptomoedas, que já chegam a quase mil versões além da mais conhecida, o bitcoin, de onde vêm e quanto valem, incerteza que é amplificada pela escala global de negociação desses ativos e sua falta de regulamentação, já que não há um governo ou instituição que se responsabilize por sua emissão ou circulação. A negociação descentralizada e sem fiscalização, por meio de sites que viram bolsas de moedas ao portador e a falta de identificação dos negociantes também abrem espaço para seu uso em mercados ilegais, justamente no momento em que as autoridades, especialmente as americanas, apertam o certo à lavagem de dinheiro no mercado formal, o que empurra parte dos criminosos para o mercado virtual.

    Esses riscos não eliminam algumas vantagens para o uso das moedas virtuais, como facilitar pagamentos online ou servir de opção de moeda de troca em qualquer país ou até permitir ganhos especulativos. Só é preciso ter cuidado.

    Pirâmides florescem no juro baixo

    Mas um dos maiores riscos desse novo mercado são as pirâmides financeiras, que florescem quando os juros e os rendimentos das aplicações tradicionais caem, como está ocorrendo agora no Brasil. Como o mercado não é padronizado, é descentralizado e sem fiscalização, aumentam as chances de surgimento de esquemas fraudulentos que enganam os investidores, prometendo ganhos exagerados, forjando resultados e desviando recursos.

    No Brasil, já ocorreram alguns problemas com sites de moedas virtuais, como Gladiacoin, que prometia retornos de 200% em 90 dias e, primeiro, parou de pagar os rendimentos, depois criou uma taxa de 15% sobre os depósitos até suspender os resgates de vez em junho deste ano. Outras, como JetCoin, Royal Dragon Traders e Cointherum, funcionavam da mesma forma, prometendo ganhos de 2% ao dia ou 200% em três meses, segundo o site Behind MLM. Há ainda os que oferecem doações desde que a pessoa doe também, o AjudaBitcoin. A pessoa doa e depois passa a receber doações de outros, sistema muito antigo de corrente que usava cartas no passado. Como se vê, nada se cria…

    Boi, avestruz e bitcoin

    Mas, se o mercado de criptomoedas ou moedas virtuais é novo, os esquemas de pirâmides são velhos conhecidos dos brasileiros, que já viram passar bois (Fazendas Reunidas Boi Gordo), avestruzes (Avestruz Master) e créditos telefônicos (Telexfree). Todos tinham em comum um bom argumento para explicar altas rentabilidade em mercados que pouca gente entende como funcionam. Troca-se apenas o bicho então pelo bitcoin para que a pirâmide funcione.

    Efeito cunhado

    O grande apelo das pirâmides é a ganância do investidor, atiçada pela promessa de ganhos elevados e a publicidade desses ganhos por pessoas conhecidas, normalmente parentes ou amigos, que estão nos níveis mais altos da pirâmide e, portanto, ainda conseguem sacar parte dos recursos. Em geral, todos reaplicam os valores sacados pois já “checaram” que o “sistema é sério”, sem perceber que em algum momento a pirâmide vai desabar.

    Marketing multinível e pirâmides

    Outro argumento usado para justificar as pirâmides é o marketing multinível, que é usado por empresas como Avon, AmWay, Natura e outras, e que inclui a indicação de novos vendedores. Os esquemas de pirâmide usam o mesmo sistema, incentivando os investidores a trazerem parceiros para aumentar os ganhos e receber participação. A diferença é que o foco do negócio nas pirâmides não é a venda de um produto, mas o crescimento da base de investidores.

    O mercado de bitcoins e outras moedas, porém, não é em si irregular ou ilegal. Mas sua popularização abre espaço para essas pirâmides. Por isso, é fundamental saber identificar as fraudes. A coisa fica mais complicada porque os esquemas evoluíram desde o início do século XX, quando o imigrante italiano Charles Ponzi enganou Wall Street usando selos. E fica difícil diferenciar uma fraude de um sistema multinível.

    Walter Salmeri, gerente de desenvolvimento de negócios da BitInka, que atua como bolsa (exchanger) de Bitcoins na América Latina, explica um pouco o funcionamento das pirâmides, o risco desses golpes e as formas para o usuário se defender. Criada em 2013, a BitInka atua em nove países: Colômbia, Espanha e Estados Unidos e com equipes locais no Chile, Peru, Argentina, Venezuela, Bolívia e mais recentemente no Brasil.

    Características de uma Pirâmide

    As pirâmides financeiras, ao contrário do esquema de ponzi, não possuem uma administração centralizada. Essa é uma característica que faz esse modelo de negócio ruir rapidamente. As interações entre as pessoas envolvidas no esquema de pirâmide se limitam apenas à pessoas em cargo diretamente superior ou inferior, não existindo qualquer contato com uma organização central. Uma forma fácil de identificar uma empresa que opera como esquema de pirâmide é analisando o comportamento de seus participantes. Geralmente os ganhos financeiros dos vendedores ou participantes são muito mais divulgados do que o próprio produto ou serviço prestado pela empresa.

    Regra dos 70%

    Nos Estados Unidos existe a famosa regra dos 70% que explica que para uma empresa de marketing multinível ser legítima pelo menos 70% do retorno financeiro deve ser sobre a venda do produto. Caso a maior parte do valor venha do ingresso de novos participantes, o usuário deve ficar atento a legitimidade do negócio. Geralmente, pirâmides financeiras aplicam uma grande quantidade da verba em marketing, e a menor parte no produto anunciado. Outra prática que diferencia as empresas de marketing multinível de pirâmides financeiras é a prática da recompra de estoques dos participantes, para evitar acúmulo, algo que não é feito nos esquemas de pirâmide.

    Bitcoins não são pirâmide

    Bitcoins são apenas escolhidos como uma forma de pagamento de diversos esquemas de pirâmides atuais devido a sua valorização, explica Salmeri. O funcionamento do bitcoin é como qualquer uma das criptomoedas que funciona de forma similar a qualquer outra moeda tradicional, como real ou dólar. Além de funcionar como as moedas tradicionais, o bitcoin tem vantagens em relação as moedas físicas, como a facilidade para transferências, legalidade e segurança, diz.

    Ele lembra que esquemas de pirâmide e outros golpes financeiros existem desde a 1920, sempre usando as moedas tradicionais para atingir seus objetivos. “Considerar os bitcoins como um responsável pelo esquema de pirâmide é a mesma coisa que considerar as moedas tradicionais como culpadas pelos golpes financeiros”, afirma.

    Muito além do bitcoin: mais de 900 moedas virtuais

    Entretanto, Salmeri alerta que os usuários devem ficar atentos as moedas alternativas, conhecidas por “altcoins”. Embora existam quase mil alternativas reais, muitas pessoas negociam moedas falsas dizendo ser um ótimo investimento. Caso o usuário deseje operar com altcoins, é recomendado que ele confira o site Coin Market Cap, que lista todas as moedas verificadas, seu valor no mercado e seu histórico.

    5 dicas para identificar um golpe

    Seguindo alguns passos para verificar a validade das diferentes plataformas que podem ser usadas para comprar e vender bitcoins e outras criptomoedas, o usuário não irá ter nenhum problema com as transações e seu dinheiro estará sempre seguro, afirma Salmeri. Esses são os pontos que o usuário deve ficar atento ao negociar bitcoins e outras criptomoedas com alguém.

    1- Ninguém irá te dar nada de graça. Se você receber mensagens online e propostas oferecendo dinheiro de “graça”, renda garantida ou multiplicar seus bitcoins, apenas ignore. Geralmente esses pedidos também são acompanhados de um pequeno depósito de entrada.

    2- Se uma empresa oferece para você um alto lucro em curtíssimos períodos de tempo ou um retorno vitalício, certamente você será enganado.

    3- Sistemas de indicações são a base do funcionamento de uma pirâmide. Se uma plataforma exige que você convide outras pessoas e que os convidados paguem para se cadastrar fique atento, elas certamente são uma pirâmide. Nunca confie em empresas que oferecem comissões sobre os valores dos participantes que entrarem com sua referência. Se você for abordado por alguém oferecendo condições similares, denuncie para o órgão responsável assim que possível!

    4- Se uma empresa foca divulgar mais os lucros por indicação do que a venda do produto em si, certamente o produto não é o foco principal de vendas. Pense nisso: Se uma empresa não vende seu produto, de onde vem o lucro dela? O lucro que sustenta o topo da cadeia vem dos novos usuários entrando na base e isso se configura como um esquema de pirâmide.

    5- Fique alerta com plataformas de financiamento coletivo e doações, afinal essa é uma forma comum de se justificar um golpe. Uma forma de identificar uma plataforma para golpes é se além do valor depositado a plataforma chame você e seus amigos para fazer o mesmo. Existem diversas plataformas de financiamento coletivo legítimas onde você pode contribuir com projetos de maneira segura.

    Como o usuário pode se defender?

    Inicialmente o usuário pode investigar o possível golpe e encontrar informações válidas em seu website. “Por exemplo na página inicial da BitInka, na parte inferior da página no canto direito você encontra o logo da BitGo, os certificados PCI 3.1 e da TrustWave,” afirma Salmeri.

    Há ainda sites especializados em identificar fraudes com moedas digitais, como o BadBitcoin, que tem uma lista negra de sites irregulares. O Guia do Bitcoin também tem uma lista com sites irregulares e divulga análises de alguns portais. E, no Facebook, há o Desmascarando Pirâmides Financeiras, que também pode ajudar.

    A suspeita pode começar se o site não tem endereço ou localização ou nome dos responsáveis. Não informar quem são parceiros, como bancos ou corretoras, também pode ser um sinal de alerta. Outra forma interessante para o usuário confirmar a veracidade de um negócio é questionar o possível golpista sobre o produto vendido pela empresa. Se ele não der uma resposta concreta como “cadeiras” ou ter uma descrição detalhada do funcionamento de um software ou serviço, certamente é um golpe.

    Esmola demais

    O usuário nunca deve acreditar em alguém que diz que pode multiplicar seu dinheiro por duas, três ou quatro vezes, seja em bitcoins ou em moedas tradicionais, afirma Salmeri. Esses resultados são impossíveis até em longo prazo e a empresa ou pessoa que está oferecendo esse serviço é uma armadilha para os participantes.

    A melhor forma que um novo usuário pode se iniciar na operação com bitcoins é por meio de empresas seguras e verificadas. Para isso ele deve principalmente se informar sobre o tema, tanto por pesquisas quanto em comunidades sobre bitcoins, aconselha Salmeri.

    Cuidado com os “faraós”

    Outra forma de negociar bitcoins seguramente e se defender das pirâmides financeiras é ficar atento às pessoas que fazem propostas de negócio, afirma Salmeri. Os “faraós”, apelido dado aos que tentam vender os esquemas de pirâmide, tendem a conversar apenas por mensagens privadas, evitando que o esquema seja desmascarado mais rapidamente. Por fim, antes de concluir uma negociação o usuário sempre deve perguntar publicamente sobre o negócio. Assim recebendo comentários positivos ou negativos sobre o negociante, ajudando na conclusão do negócio, afinal como diz o velho dito popular “quem não deve, não teme.”
    fonte de consulta: arenadopavini.com.br/arenas-das-empresas/34155

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    Até mais pessoal!