‘Criptomoedas’ Articles at Defenda Seu Dinheiro

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    Cresce número de ciberataques para mineração de criptomoedas

    10 de maio de 2019
    Sucesso das criptomoedas faz com que elas sejam alvo de pessoas mal-intencionadas
    Sucesso das criptomoedas faz com que elas sejam alvo de pessoas mal-intencionadas

    2009 foi um ano especial para a economia, não por crises financeiras, mas sim pela criação do Bitcoin, primeira criptomoeda da história. A iniciativa fez sucesso e, desde então, pelo menos 4.000 outras foram criadas. Hoje, estima-se que pelo menos 1.600 estejam em atividade.

    Como elas passaram a movimentar cifras consideráveis no mercado, era de se imaginar que pudesse haver interceptações e crimes envolvendo as criptomoedas, o que infelizmente se confirmou em 2011, ano em que se encontra o primeiro registro de roubo de Bitcoins.

    A situação foi se tornando cada vez mais crítica, e os ciberataques passaram a se tornar comuns e resultar em sérios prejuízos: em 2018, ataques que visaram a mineração de criptomoedas cresceram 237% em relação ao ano de 2017!

    Vamos entender melhor como essa história se iniciou, há 8 anos, e como a situação evoluiu muito desde então.

    Quando os ciberataques de criptomoedas se iniciaram?

    Embora não se possa afirmar com certeza de que esse foi o primeiro ataque, ele é um dos primeiros de que se tem notícia e aconteceu em junho de 2011. Na época, a comunidade de Bitcoin era composta por pessoas que encontravam nele um hobby, já que seu sucesso ainda não era tão grande nos dias de hoje.

    Além disso, a mineração (nome dado ao processo que resulta na obtenção da criptomoeda) podia ser feita por qualquer pessoa que se interessasse, com o uso de um computador doméstico convencional, diferente do que ocorre hoje em dia, em que há a necessidade de investir em supermáquinas para sua realização.

    O usuário “allinvain”, que participava de um fórum de Bitcoins, havia relatado que conseguiu minerar 25.000 Bitcoins. Cada moeda valia poucos centavos em 2010, mas no início de junho de 2011, atingiu o valor de US$ 20, o que aumentou sua “ciberfortuna” para algo em torno de US$ 500.000.

    Então, no dia 13 de junho, o usuário tomou ciência do crime. Assim que ele verificou o extrato de sua conta de Bitcoins, viu que uma parte tinha sumido sem explicação. allinvain acredita que alguém acessou seu computador e roubou as criptomoedas do disco rígido, tendo-as transferido para uma conta controlada pelos hackers.

    US$ 500.000 já é um belo dinheiro, mas se as moedas não tivessem sido roubadas, equivaleriam a aproximadamente US$ 132,90 milhões pela cotação de 1º de maio de 2019, quando a criptomoeda estava avaliada em R$ 20.838,42 (ou algo em torno de US$ 5.315).

    Infelizmente, a prática começou a crescer e resultou em outros ataques consideráveis aos Bitcoins, como os seguintes, com seus respectivos valores estimados em reais, pela cotação de 1º de maio de 2019:

    • Março de 2012:703 Bitcoins (R$ 973,755 milhões) foram roubados de usuários do servidor na web Linode. Ainda no mesmo mês, a Bitcoinica sofreu um segundo ataque cibernético de 18.000 Bitcoins (R$ 375,3 milhões).
    • Setembro de 2012: a Bitcoin exchange (plataforma digital que facilita a aquisição e venda das criptomoedas) Bitfloor sofreu um ataque que envolveu 24.000 Bitcoins (R$ 500,4 milhões).
    • Fevereiro de 2014: a Mt. Gox era a maior exchange da época, até sofrer um ciberataque e ter o prejuízo de 850.000 Bitcoins (R$ 17,72 bilhões).
    • Janeiro de 2015: a exchange Bitstamp afirmou perder 19.000 Bitcoins (R$ 396,15 milhões).
    • Agosto de 2016: a exchange Bitfinex anunciou que hackers roubaram US$ 77 milhões em Bitcoins, o que trouxe um grande prejuízo à empresa.

    Apenas nos ciberataques citados acima, foram interceptados mais de 1,089 milhão de Bitcoins, valor correspondente a R$ 22,727 bilhões de acordo com a cotação de 1º de maio de 2019, número que infelizmente ainda pode crescer muito.

    Ciberataques de mineração de criptomoedas crescem 237%

    De acordo com o estudo Round Up, feito pela Trend Micro, os ataques foram 237% maiores em 2018 do que em 2017. Além disso, as técnicas e práticas utilizadas estão se diversificando, o que torna mais difícil se proteger contra elas.

    Outros números chamam a atenção. De acordo com a CypherTrace, empresa especializada em cibersegurança, as perdas causadas pelo roubo de criptomoedas em exchanges e atividades similares atingiram US$ 1,2 bilhão apenas nos 4 primeiros meses de 2019, valor correspondente a 70% do prejuízo de todo o ano de 2018, que foi de US$ 1,7 bilhão.

    E se você acredita que o Bitcoin é o preferido dos hackers, está coberto de razão. De acordo com Jonathan Levin, co-fundador e diretor-chefe da Chainalysis, 95% de todos os ciberataques a criptomoedas envolvem Bitcoins.

    A iniciativa que levou à criação do Bitcoin, de ter uma moeda com sistemas de controle descentralizados, que não precisavam de sistemas bancários e das regulações presentes nas moedas físicas, é até interessante, mas isso também faz com que os ciberataques sejam ainda mais prejudiciais.

    Como é difícil responsabilizar alguém quando isso ocorre, o que muitas vezes não se aplica nem às exchanges que são hackeadas, os usuários estão passíveis a prejuízos sérios, que podem levar embora suas fortunas virtuais em um curto período de tempo.

    Se você investe em Bitcoins, é bom tomar o máximo de cuidado para não ser vítima de ataques virtuais. Assim como acontece em tudo que envolve segurança, da contratação de uma consultoria em telecom até a venda de um automóvel, é melhor prevenir do que remediar, ainda mais quando nem sempre é possível encontrar um remédio.

    Geral

    [BIT FRAUDE BREAKINGNEWS] Ministério Público compara InDeal e Unick Forex com esquema de pirâmide da Telexfree

    20 de fevereiro de 2019

    Como evitar cair no golpe da moeda virtual

    O MPF – Ministério Público Federal – está investigando um possível esquema de pirâmides instalado em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Dentre as empresas envolvidas estão a Unick Forex e a InDeal.

    cvm-suspeita-unick-piramide-financeira

    Acusada de pirâmide, Unick Forex desafia CVM e continua com ofertas em criptomoedas

    O procurador da República Celso Tres, numa entrevista cedida na segunda-feira (18) ao programa Gaúcha, da Rádio Gaúcha, disse que a criptomoeda não ter regulação não justifica essas empresas multiplicarem esses rendimentos da noite para o dia.

    “Tivemos mês no ano passado que passou mais de R$100 milhões apenas de crédito de uma dessas empresas. (…) oferecem lá 15% de rendimento ao mês mais 5% de cada novo investidor que a pessoa levar para o sistema”.

    O Procurador afirma que a investigação começou a partir de dados levantados pela Receita Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e alguns outros órgãos, que forma levados espontaneamente pelas pessoas.

    Apesar de serem alguns elementos iniciais, como afirma o próprio Procurador Federal, ele disse que tudo indica se tratar de “um caso clássico de pirâmide financeira”, como foi a Telexfree — que em 2013 foi desmantelada.

    “(…) é a famosa pirâmide na qual há um motivo qualquer para alguém oferecer um grande rendimento de dinheiro, igual já tivemos um caso internacional, inclusive, que tinha americano envolvido. Foi a Telexfree no Brasil, que era ligações telefônicas a partir de anúncios, que as pessoas pagavam e ofereciam 200% de rendimento ao ano. Então aqui no caso é a criptomoeda”.

    Leia mais clicando no link aqui.

    E você, o que pensa a respeito?
    Deixe a sua opinião.

    Até o próximo post.

    Geral

    Dead Coin: Mais de 800 criptomoedas estão mortas diante da queda de 70% do Bitcoin

    2 de julho de 2018

    Mais de 800 criptomoedas estão mortas diante da queda de 70% do Bitcoin em 8 meses
    Over 800 cryptocurrencies are now dead as bitcoin is 70 percent off its record high

    Em 2017 muito foi falado sobre o excesso dos ICOs (Ofertas Iniciais de Moedas), com milhares de novos ativos digitais sendo lançados nos últimos 18 meses. Uma verdadeira bolha, mas agora, em um momento de maior desânimo dos investidores neste mercado, mais de 800 criptomoedas já podem ser consideradas “mortas”, é o que aponta o site Dead Coins.
    Em face da grande euforia com as moedas digitais, em 2017 foram lançados muitos projetos em que empresas criaram seus próprios tokens. A ideia é a companhia conseguir uma forma de financiamento, enquanto investidores podem “apostar” nestes projetos, comprando barato uma nova moeda digital acreditando que pode ganhar muito com a valorização dela.

    Apenas no ano passado, foram captados US$ 3,8 bilhões por meio de ICOs, enquanto neste ano o número já chega a US$ 11,9 bilhões, segundo dados do CoinSchedule. A questão é que muitos destes projetos eram fraude ou simplesmente não deram certo e já não têm mais como se recuperarem.

    Estas moedas consideradas “mortas” chegam neste momento a 829 tokens, que segundo o Dead Coins valem menos de US$ 0,01. Parte da falha ligada a muitos destes projetos também se dá pela derrocada do Bitcoin, a maior moeda digital do mundo, que já caiu cerca de 70% desde sua máxima atingida em dezembro do ano passado. A combinação de muitos destes casos de fraude com esta forte perda de valor dos principais criptoativos tem pesado para estes projetos pequenos, mas há quem esteja entusiasmado que isso possa mudar nos próximos meses. Diante de definições regulatórias, que alguns analistas acreditam que serão positivas, um novo rali do Bitcoin poderia dar início a uma grande onda de ICOs no segundo semestre.

    Veja também:

    Corretora de câmbio é alvo de investigação de lavagem de dinheiro e crimes financeiros

    Até mais

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    Tudo o que você precisa saber sobre a criptomoeda Bitcoin

    6 de junho de 2018

    A criptomoeda Bitcoin surgiu em 2008, mas se popularizou em 2017 após uma supervalorização. Agora gera discussão sobre seu futuro e se o investimento vale a pena.

    A chamada moeda virtual não possui nenhum órgão regulamentador. Isso quer dizer que não é emitida por nenhum país. Ela é gerada por meio da mineração e quando computadores conseguem resolver problemas matemáticos ela é criada.

    Por não ter um órgão que a fiscalize acaba gerando muita discórdia. Enquanto alguns acham que não passa de moda, outros acreditam que as criptomoedas, como o Bitcoin, podem ser o futuro das transações financeiras.

    A questão é que existem pontos positivos e negativos acerca dela. Veja quais são eles.

    Bitcoin verde igual uma criptonita

    Pontos positivos da criptomoedaBitcoin

    • Taxas de transação baixas: como não existem terceiros intermediando essa moeda é possível conseguir excelentes taxas, inclusive, para a realização de micropagamentos.
    • Estimula a invocação tecnológica: são pacotes de dados que permitem não apenas transferir a criptomoeda, mas outros itens. A sua tecnologia já está sendo adotada por muitas empresas para outras negociações.
    • Estimula a criação de diferentes formas de pagamento: não é apenas a tecnologia do Bitcoin que vem impulsionando o mercado. A criptomoeda tem feito com que instituições financeiras criem novas soluções de pagamento para atender aos consumidores que são adeptos à tecnologia e suas facilidades.
    • Permite que locais com dificuldade de acesso ao sistema financeiro tenham moedas para negociação: é possível realizar transações apenas com o uso de um smartphone, até mesmo nas regiões mais remotas onde há falta de moeda ou bancos.
    • Pode ser adquirida facilmente: não é preciso apresentar nenhum tipo de documento ou passar por burocracias para ter Bitcoins. Basta ter acesso à internet para comprar e vender a criptomoeda livremente.
    • Diferentes locais aceitam pagamento em Bitcoins: hoje é possível comprar quase tudo usando o Bitcoin, uma vez que essa se tornou mais uma forma de pagamento para muitos sites e até mesmo estabelecimentos físicos.
    • É uma moeda universal: não é preciso usar o câmbio para converter o Bitcoin em nenhum país do mundo, essa é uma moeda aceita em todos os países e com valor único. Ela pode facilitar a vida dos viajantes que a cada momento estão em um local e não querem se preocupar com troca de dinheiro.

    Pontos negativos da criptomoedaBitcoin

    • Valor volátil: o preço é definido de acordo com a oferta e demanda e, por isso, pode sofrer grandes oscilações em um curto espaço de tempo. Da mesma forma que é possível ganhar muito dinheiro da noite para o dia, o oposto também pode ocorrer.
    • Todo risco é do comprador: no Brasil existe o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) que ampara investidores caso a instituição em que o dinheiro está investido quebre, evitando a perda de dinheiro. Entretanto, com as criptomoedas não existe isso. Assim qualquer risco será única e exclusivamente de quem a adquiriu.
    • Facilita atos ilegais: as transações são anônimas e qualquer pessoa pode usar o Bitcoin sem se identificar, o que acaba facilitando transações de drogas, tráfico de pessoas, lavagem de dinheiro e outros.
    • Não há punições para fraudes: sem órgão regulamentador não existe quem fiscalize o Bitcoin, por isso se ocorrer qualquer tipo de fraude ou abusos nas transações os infratores sairão impunes.
    • Ameaça de hacker: por ser uma moeda virtual, isso significa que todas as informações estão armazenadas na rede e podem ser invadidas e alteradas por hacker. Dessa forma é possível que uma pessoa tenha os seus Bitcoins roubados e a conta invadida.

    Mesmo sabendo desses pontos ainda não é possível prever se a criptomoeda Bitcoin é apenas algo passageiro ou se é o futuro dos pagamentos e moeda de troca. Será preciso aguardar para se ter uma resposta mais concreta.

    Por: xBinOp

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    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Justiça brasileira bloqueia R$ 300 milhões de envolvidos em esquema de pirâmide Minerworld

    11 de maio de 2018

    Twitter tenta resolver fraude com moedas virtuais

    Não existe café grátis no mercado, mas milhares de incautos gananciosos ainda pensam que existe, desta forma após a deflagração de Operação Lucro Fácil no mês passado, agora o juiz David Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, mandou bloquear R$ 300 milhões em bens de 11 pessoas envolvidas em um suposto esquema de pirâmide financeira usando bitcoins, operado pela empresa Minerworld.

    Bitcoin é fraude, criptomoeda é fraude puracriptomoedas Minerworld. Este caso já teria impactado mais de 50 mil pessoas em todo o país”>

    Segundo o jornal Correio do Estado, a suspeita é de que os investigados atuassem como laranjas, por meio da abertura de contas, aquisição de imóveis e veículos. Em abril, a Justiça já havia bloqueado quantias semelhantes das empresas Bit Pago e Bit Ofertas, além da própria Minerworld, assim como de outras sete pessoas, incluindo Cícero Saad, considerado um dos chefes da organização.

    “[Os suspeitos teriam participado] fosse atuando como fiadores, fosse atuando como sócios de fato (laranjas) da Minerworld, fosse atuando como sócio formal da empresa Bit Pago, fosse atuando como mentores do negócio, ou fosse organizando redes significativas de participantes no alegado esquema de pirâmide que deram um impulso ao projeto lesivo ao consumidor, auferindo, com isto, grandes lucros por estarem no topo da pirâmide de investidores”, diz o texto da decisão.

    O bloqueio se dá diante da hipótese de que os prejuízos causados aos consumidores, que passam de 50 mil pessoas, dificilmente serão ressarcidos caso não haja rápidas medidas de indisponibilidade de bens dos envolvidos.

    A Minerworld é acusada desde o ano passado de dar calotes em seus clientes. Em outubro, a companhia alegou hackers roubaram 851 bitcoins após uma suposta invasão à exchange Poloniex, em que a empresa depositava os bitcoins de seus usuários. Não houve, porém, nenhuma prova deste caso apresentado pela companhia.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/7414750/justica-brasileira-bloqueia-300-milhoes-envolvidos-esquema-piramide-com-criptomoedas

    Veja também:

    Kenneth Rogoff: Bitcoin tem mais chance de cair para US$ 100 do que disparar para US$ 100 mil

    Até mais.

    Geral

    BlackRock : Bitcoin é para quem tem estômago para perder tudo

    26 de fevereiro de 2018

    Para estrategista, as criptomoedas devem se tornar potencialmente mais utilizadas no futuro à medida que os mercados amadurecem

    Os investidores só devem considerar investir em moedas digitais como o bitcoin se estiverem preparados para perder tudo, disse a BlackRock – maior gestora de ativos do mundo, com US$ 6,28 trilhões em ativos sob gestão – em seu relatório semanal nesta segunda-feira (26).
    “Nós percebemos que as criptomoedas devem se tornar potencialmente mais utilizadas no futuro à medida que os mercados amadurecem. No entanto, acreditamos que elas só deveriam ser consideradas [investimento] por aqueles que têm estômago para aguentar as potenciais perdas”, disse o estrategista-chefe de investimento da BlackRock, Richard Turnill.

    Ele ressaltou no documento a alta volatilidade das criptomoedas, mercados fragmentados e a falta de regulação como fatores de grande risco. “Nós não vemos isso se tornando parte das principais carteiras de investimentos em breve”, disse ele, acrescentando que sua volatilidade faz com que a turbulência no mercado de ações dos EUA durante a crise financeira pareça “quase plácida”.

    Além disso, ele destaca que as moedas digitais não conseguem proteger os investidores de quedas acentuadas nas ações. Turnill diz que as criptomoedas precisam superar desafios significativos para ganhar um maior apelo.

    Ele observou que a tecnologia blockchain exigiria uma “mudança maciça” no desenvolvimento de software para ter ampla adoção. Os reguladores provavelmente teriam que desempenhar um papel importante nessa mudança, disse Turnill. Ele espera que um quadro regulamentar global sobre criptomoedas apareça, ganhando força a partir das reuniões do G20 para março.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/7288437/bitcoin-para-quem-tem-estomago-para-perder-tudo-diz-maior

    Veja também:

    A maior ameaça à valorização do Bitcoin

    Geral

    Co-fundador Ethereum: Criptomoedas podem cair para quase zero a qualquer momento

    19 de fevereiro de 2018

    As moedas digitais podem estar seguindo rumo ao pó: “Se você está tentando descobrir onde armazenar suas economias de vida, os ativos tradicionais ainda são a sua aposta mais segura”, disse Vitalik Buterin, co-fundador do Ethereum.

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    Vitalik Buterin usou suas redes sociais para fazer um grande alerta para seus seguidores: cuidado na hora de investir, porque as criptomoedas podem cair para quase zero a qualquer momento. Umas das moedas digitais que mais subiu no ano passado, o Ethereum passou por uma das correções mais fortes neste início de 2018, mas mantendo o posto de segunda maior do mercado.

    “Lembre-se: criptomoedas ainda são uma classe de ativos nova e hiper-voláteis, e podem cair para quase zero a qualquer momento. Não coloque mais dinheiro do que você pode perder”, disse o programador russo-canadense no último sábado (17). “Se você está tentando descobrir onde armazenar suas economias de vida, os ativos tradicionais ainda são a sua aposta mais segura”, disse ele.

    Buterin é uma das figuras mais populares no Twitter para golpistas que tentam usar as redes sociais para fazerem ofertas falsas envolvendo criptomoedas. Essas contas muitas vezes pedem aos usuários que enviem uma quantidade de moedas em troca de um grande retorno financeiro. O co-fundador Ethereum também aproveitou o fim de semana para alertar os usuários.

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    O alerta feito por ele não é novidade, mas mesmo assim todos os dias surgem histórias de pessoas que perderam tudo com moedas digitais porque investiram mais do que deviam. No Twitter, após ele postar a mensagem, muitas pessoas reclamaram que ele estava criando pânico sem precisar, enquanto outras disseram que esta fala não é novidade. De qualquer forma, é sempre bom ter esse alerta de Buterin em mente.

    Até o próximo post.

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    Shark Tank: Grandes empresários e apresentadores compartilham suas visões sobre o mercado de criptomoedas

    15 de fevereiro de 2018

    The Shark Tank investors share their top advice on bitcoin

    O programa Shark Tank reúne alguns dos maiores nomes do empreendedorismo para ajudar pessoas que acreditam ter ideias inovadoras e que valem o investimento. São grandes executivos que muitas pessoas gostam de ouvir por conta das trajetórias de sucesso deles, muitas vezes ganhando dinheiro com coisas que ninguém acreditava.

    Diante de um cenário onde o Bitcoin tomou conta das discussões financeiras, dos debates sobre bolha ou investimento do século, o que será que pensam estes empresários de sucesso?

    A CNBC Make It conversou com 6 dos apresentadores das 9 temporadas do “Shark Tank” americano para ver o que eles estão pensando sobre o mercado de criptomoedas. Confira abaixo o que eles disseram:

    Kevin O’Leary

    O executivo afirma que existe um grande problema entre os investidores de bitcoin: “estou certo de que 99% das pessoas que possuem bitcoin não entendem como isso funciona”. “Isso sempre é um coquetel para o desastre”, disse ele.

    Segundo ele, é preciso entender que o bitcoin é um ativo, e não uma moeda, o que leva a grandes variações de valor e torna mais difícil usá-lo como um meio de pagamento.

    Barbara Corcoran

    Para ela, o bitcoin é interessante, mas não parece algo prático. “Eu acho que bitcoin e outras criptos menores são muito complicadas para o uso geral”, disse ela. “Eu acho que o bitcoin – os outros desaparecerão – é interessante assistir e pode chegar a um valor de US$ 60.000 se instituições suficientemente ricas investirem”, explicou.

    Robert Herjavec

    Já ele tem perspectivas otimistas para a moeda digital. “Para mim, é a onda do futuro”, disse Herjavec. “Daqui 25 anos haverá alguma forma de criptomoeda que usaremos para pagar por via eletrônica, e o conceito de dinheiro desaparecerá um dia”, explicou. “Vai ter benefícios enormes para a humanidade, em todos os tipos de transações”, completou.

    Porém, por enquanto, ele não está investindo pessoalmente, por razões éticas. “Criptomoeda é a escolha de financiamento de transações para hackers”, disse. “E, como somos bons, não consigo ficar atrás disso. Se não houvessem criptomoedas, muitos dos grandes hackers não existiriam”.

    Richard Branson

    O fundador da Virgin disse que já investiu em bitcoin alguns anos atrás. “Eu coloquei um pouco de dinheiro em bitcoin porque gosto de aprender sobre as coisas, e acho que se bitcoin é o único – acho que haverá uma moeda global”, disse Branson para a CNBC em 2014.

    Naquele ano, ele anunciou à CNBC que sua companhia de vôo espacial comercial Virgin Galactic aceitou um pagamento em bitcoin de um comissário de bordo no Havaí para um assento em uma viagem ao espaço. Em 2014, Branson disse à Bloomberg sobre o bitcoin: “Eu acho que está funcionando. Haverá outras moedas como essa, talvez ainda melhor, mas, entretanto, há uma grande indústria em torno do bitcoin”.

    Daymond John

    “Você deve começar a aprender sobre isso agora”, disse John, dizendo que ele possui investimentos em bitcoin e ethereum. “Digamos que você deseja investir em criptomoedas ou med-tech ou imóveis. Cada um desses terá uma grande quantidade de coisas que você precisa saber. Se você não está investindo em si mesmo [e aprendendo], posso te vender tudo o que eu quero em moedas digitais ou medtech”.

    Mark Cuban

    Em dezembro, Cuban disse que este mercado ainda é “uma aposta”. “Poderia ir para US$ 15.000 ou zero e talvez ambos no mesmo dia”, disse ele na época. Mesmo assim, ele já declarou que comprou bitcoins e investe em empresas focadas em mercados de criptomoedas e blockchain.

    O empresário dá uma dica para quem quiser investir nisso: só coloque um dinheiro que você não tem medo de perder. “Se você é um verdadeiro aventureiro e quer realmente jogar o ‘Hail Mary’, você pode colocar 10% [de suas economias] em bitcoin ou ethereum”, disse Cuban. “Mas, se você fizer isso, tem que fingir que já perdeu seu dinheiro”.
    fonte de consulta: The Shark Tank investors share their top advice on bitcoin

    Até o próximo post.

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    Nouriel Roubini: O bitcoin e outras criptomoedas representam a mãe de todas as bolhas

    7 de fevereiro de 2018

    Em artigo, Roubini faz duras críticas ao bitcoin, dizendo que a ideia de uma oferta limitada de moedas é uma mentira, chamando ainda os ICOs de golpe

    Os serviços financeiros estão passando por uma grande revolução. Mas engana-se quem acha que a liderança deste movimento está com o blockchain ou o bitcoin. A revolução está sendo construída pela inteligência artificial, big data e a internet de coisas. Essa é a visão de Nouriel Roubini, economista que previu a crise de 2008 e conhecido como “Dr. Doom” por suas projeções apocalípticas.
    Em um artigo publicado na plataforma Project Syndicate, o economista defende que o único uso real das moedas digitais é “facilitar atividades ilegais, como tráfico de drogas, evasão fiscal, fuga ao controle de capitais e lavagem de dinheiro”.

    “Claramente, o bitcoin e outras criptomoedas representam a mãe de todas as bolhas, o que explica por que todos os seres humanos com quem estive entre o Dia de Ação de Graças e o Natal de 2017 me perguntaram se deveriam comprá-las”, diz Roubini no texto.

    O economista afirma ainda que, como em qualquer bolha financeira, os investidores não estão apostando no bitcoin de olho em seu potencial para ser usado como meio de pagamento, mas sim porque esperam que ele se valorize. “Aliás, se alguém quisesse mesmo usar bitcoins, teria muitas dificuldades”, continua.

    Roubini faz duras críticas ao bitcoin, dizendo que a ideia de uma oferta limitada de moedas é uma mentira, e ainda chamou de golpe os ICOs (Ofertas Iniciais de Moedas, na sigla em inglês). Para ele, as criptomoedas não passam de um grande esquema de pirâmide financeira.

    “De acordo com os entusiastas, o Bitcoin tem uma oferta máxima de 21 milhões de unidades, por isso não pode ser degradada como moedas fiduciárias. Mas essa afirmação é claramente uma fraude, considerando que ela já se dividiu em três filiais: Bitcoin Cash, Litecoin, e Bitcoin Gold”, escreve o economista.

    “Além disso, centenas de outras criptomoedas são inventadas todos os dias, ao lado de golpes conhecidos como ‘ofertas iniciais de moedas’, que são principalmente projetadas para escapar das regras de valores mobiliários”, completa o “Dr. Doom”.

    Leia também:

    [BIT FRAUDE BREAKINGNEWS] Novas fraudes e proibições afetam mercado de criptomoedas

    Até mais.

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    [BIT FRAUDE BREAKINGNEWS] Exchange japonesa perde R$ 1,7 bilhão no maior roubo de criptomoedas da história

    29 de janeiro de 2018

    Bitcoin - Em uma coletiva de imprensa, o presidente e chefe de operações da Coincheck confirmou o roubo feito com tokens da criptomoeda NEM

    Uma das maiores bolsas de criptomoedas do Japão, a Coincheck afirmou que cerca de US$ 532 milhões (pouco menos de R$ 1,7 bilhão) em tokens NEM foram perdidos depois que as moedas foram retiradas “ilicitamente” de seus sistema, assustando os investidores do país, que é considerado uma referência na regulamentação de moedas digitais.Com esta perda, este se torna o maior roubo de criptomoedas da história. Em uma coletiva de imprensa realizada na tarde desta sexta-feira (26), o presidente e chefe de operações da Coincheck confirmou o roubo feito com tokens da criptomoeda NEM.

    Os diretores afirmaram que estão vendo formas de compensar seus clientes. A quantidade de dólares roubada desta vez supera as perdas da Mt. Gox em 2014, um dos casos mais famosos da história e que abalou bastante o mercado na época. Desta vez, o impacto nos preços não foi tão grande.

    Rumores sobre o roubo haviam circulado no início desta manhã, quando a Coincheck congelou inesperadamente a maioria de seus serviços. A empresa anunciou em seu site que tinha restringido os depósitos, negociação e retirada de XEM, o token que corre no blockchain NEM.

    Menos de uma hora depois, a empresa anunciou uma suspensão mais ampla, atingindo os saques de todas as criptomoedas, assim como do iene. Logo em seguida, foi restrita a negociação de moedas digitais na plataforma, com exceção do bitcoin.

    Além disso, foi revelado que a Coincheck não estava registrada na Agência de Serviços Financeiros do Japão. Apesar da empresa não estar regulada, ela é uma das mais populares plataformas de criptomoedas do país.

    Muito cuidado com as bit fraudes. Não seja o próximo incauto a falir neste mercado!!!

    Até o próximo post.