LLX (Prumo) vai fechar o capital: mais um caso de “sucesso” do Eike!
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LLX (Prumo) vai fechar o capital: mais um caso de “sucesso” do Eike!

16 de dezembro de 2015

Mais uma empresa e mais um sucesso, claro, pro bolso do criador da mesma, a qual foi vendida, mas até hoje não apresentou os resultados esperados pelos seus acionistas e mercado financeiro, ou seja, mais uma aposta em vão do Midas-X.

Controladores da Prumo pretendem fazer OPA para fechar capital
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015 22:02 BRST

RIO DE JANEIRO (Reuters) – Os controladores da Prumo Logística PRML3.SA pretendem realizar oferta pública de aquisição (OPA) de ações para cancelamento de registro de companhia aberta, em uma operação que pode movimentar mais de 800 milhões de reais.

O preço máximo a ser ofertado é de 1,15 real por ação, disse a empresa em fato relevante nesta segunda-feira, o que representa um prêmio de 10,6 por cento sobre o fechamento do papel na Bovespa nesta segunda-feira, de 1,04 real.

Considerando o preço máximo e as 713,165 milhões de ações em circulação da companhia, a operação pode movimentar até 820 milhões de reais. Segundo a Prumo, o preço máximo por ação representa um prêmio de 40 por cento sobre a média ponderada do preço de fechamento durante um período de 90 dias até 4 de dezembro.

O grupo norte-americano EIG possui 74,3 por cento da companhia, enquanto o fundo de investimentos Mubalada, de Abu Dhabi, detém 6,7 por cento. Outros acionistas minoritários representam 19 por cento, de acordo com informações no site da companhia.

O Conselho de Administração da Prumo também aprovou a eleição do José Magela Bernardes como diretor-presidente interino da companhia no lugar de Eduardo Parente Menezes, que deixou a empresa, disse a companhia.
br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0TQ2RL20151208

Dilma: No meu governo até o Eike entrou na classe média

Veja também:

Até o próximo post.

5 Comments

  • Reply Vilmar 19 de abril de 2017 at 12:34

    INVESTIGAÇÃO
    18/04
    CVM absolve Eike Batista em caso de venda da LLX, mas multa diretor em R$ 200 mil

    http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/6367311/cvm-absolve-eike-batista-caso-venda-llx-mas-multa-diretor

  • Reply Vilmar 17 de fevereiro de 2017 at 15:33

    A novela da OPA está perto do fim, parece, pelo menos isto…..

    Lopes Filho – 12h40 : Prumo Logística esclarece Oferta Pública de Aquisição

    Recebeu ofício da CVM solicitando que desse publicidade a entendimentos no âmbito do processo de registro da oferta pública de aquisição para cancelamento de seu registro e sua saída do Novo Mercado da BM&FBovespa. Entre os entendimentos estão: a OPA será imutável e irrevogável após publicação do edital; a OPA deverá ser destinada a todas as ações em circulação no mercado; a solicitação de revisão do preço da oferta é facultada aos titulares de no mínimo 10% das ações em circulação.

  • Reply Vilmar 29 de junho de 2016 at 13:05

    Empresa de Eike pagou propina a Cunha, diz delator Fábio Cleto CPI do BNDES ouve o empresário Eike Batista, fundador do Grupo EBX, nesta terça-feira, em Brasília (DF)CPI do BNDES ouve o empresário Eike Batista, fundador do Grupo EBX, em 2015
    29/06/2016 02h00

    Em sua delação premiada, o ex-vice da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto relatou que uma empresa de Eike Batista pagou propina a ele próprio e ao deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para obter recursos do fundo de investimentos do FGTS.

    Cleto era integrante do conselho do FI-FGTS e opinava nas liberações dos recursos para empresas. Sua delação premiada foi homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) há duas semanas e está sob sigilo.

    Os citados negam envolvimento com irregularidades.

    A Folha apurou junto a investigadores que a delação aponta pagamento de propina para uma aquisição de debêntures de R$ 750 milhões da empresa LLX, braço de logística do grupo de Eike, que já foi considerado o homem mais rico do Brasil.

    As debêntures da LLX, que são uma espécie de título de dívida, foram adquiridas pelo fundo de investimentos do FGTS em 2012. Depois disso, o FI-FGTS liberou recursos para a construção de um porto, à época um dos megaprojetos de Eike.

    Em sua delação, Fábio Cleto afirmou que a liberação desses recursos envolveu o pagamento de propina pela empresa, mas não disse ter tratado diretamente com Eike Batista sobre o assunto.

    A Folha apurou junto a pessoas próximas das investigações que Cleto detalhou ter recebido ao menos R$ 240 mil da LLX e afirmou que Cunha também recebeu propina, mas sem detalhar os repasses ao peemedebista por não ter participado da operacionalização do pagamento.

    Segundo Cleto, o operador de Cunha era o corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro, aliado do peemedebista.

    A cobrança dos valores, de acordo com Cleto, era feita diretamente por Cunha. Segundo seu relato, Cleto só se reunia com integrantes das empresas para tratar de questões técnicas sobre o projeto e a deliberação no FI-FGTS, mas não conversava com eles sobre pagamentos.

    O ex-vice da Caixa também relatou que a maior parte da propina recebida por ele nessas operações ocorria por meio de contas no exterior, como no Uruguai.

    ALVO DE BUSCAS

    Cleto buscou os investigadores da Operação Lava Jato para negociar uma delação premiada depois de ter sido alvo de mandados de busca e apreensão em dezembro, sob suspeita de envolvimento em irregularidades no FI-FGTS.

    Seus depoimentos detalham cerca de dez operações de liberação de recursos do FI-FGTS que ocorreram mediante o pagamento de propina a ele e a Cunha.

    Cleto era afilhado político de Cunha em uma das vice-presidências da Caixa.

    Ele conta que, com o pagamento da propina, partia para o convencimento dos demais integrantes do conselho do FI-FGTS em favor da aprovação dos projetos.

    A Folha revelou em abril que a delação confirmava relatos dos empresários da Carioca Engenharia, de que houve pagamento de propina para a obra do Porto Maravilha, no Rio, também para obter os recursos do fundo. Além da Carioca, o consórcio responsável pelas obras era formado por OAS e Odebrecht.

    Os empresários da Carioca detalharam novas contas no exterior pelas quais Cunha receberia os repasses de vantagens indevidas e disseram ter se reunido com Cleto para tratar de questões técnicas referentes ao projeto.

    OUTRO LADO

    As defesas do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do empresário Eike Batista e do corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro negam as acusações e dizem desconhecer a delação do ex-vice da Caixa Fábio Cleto.

    O advogado de Cleto, Adriano Salles Vanni, afirmou que não iria comentar o conteúdo do depoimento.

    A defesa de Eike Batista, representada pelo advogado Sérgio Bermudes, afirma que ele “repele categoricamente” as acusações, que não há indícios de que ele tenha se envolvido com pagamentos de propina e que não há nenhuma imputação contra ele nesse sentido.

    Por meio de sua assessoria, Cunha afirmou que “desconhece a delação”. “Desminto a afirmação e o desafio a provar”.

    O corretor de valores Lucio Funaro informou, por meio de uma nota, não ter “conhecimento da delação nem dos fatos narrados na mesma” e que “está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos”.

    A delação premiada do ex-vice da Caixa foi homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) há duas semanas e está sob sigilo.
    FOLHA

  • Reply Vilmar 24 de março de 2016 at 13:17

    Lopes Filho – 11h15 : Prumo tem prejuízo de R$ 254,6 milhões em 2015

    Apesar do crescimento de 41,1% na receita líquida em 2015, o prejuízo líquido da Prumo Logística saltou de R$ 47,6 milhões em 2014 para R$ 216,9 milhões em 2015. Esta piora foi função de custos maiores, e do prejuízo financeiro líquido de R$ 254,6 milhões em 2015 frente ao resultado financeiro positivo de R$ 31,4 milhões do ano anterior.

  • Reply Vilmar 16 de dezembro de 2015 at 17:17

    Outra OPA, só que esta em stand by:

     

    Lopes Filho – 12h06 : Banco Daycoval desiste da OPA para saída da listagem do Nível 2 da BM&FBovespa

    Os conselheiros do Banco Daycoval aprovaram, por unanimidade, a desistência da participação do Banco como ofertante para saída do Nível 2, caso a condição para cancelamento de registro não seja verificada. O Banco permanece como ofertante no âmbito da OPA para cancelamento de seu registro como companhia aberta.

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