OSX pede recuperação judicial: mais um caso de “sucesso” do Eike!
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OSX pede recuperação judicial: mais um caso de “sucesso” do Eike!

8 de novembro de 2013

Conforme expectativa do mercado, a RJ da OSX saiu da gaveta, apenas 9 dias após OGX pedir recuperação judicial.

O sonho X acabou. O castelo de areia ruiu.

Confira a reportagem a seguir:
Conselho da OSX aprova pedido de recuperação judicial
http://www.infomoney.com.br/osxbrasil/noticia/3049005/conselho-osx-aprova-pedido-recuperacao-judicial

Veja também:

Até o próximo post.

23 Comments

  • Reply Vil Bro 15 de março de 2018 at 09:46

    A explicação é a mesma de sempre no mercado de micos: DEPOIS DO PUMP SEMPRE VEM O DUMP!!
    Estudem PUMP AND DUMP!!!

    14 MAR, 2018 14H16 – ATUALIZADA EM 18H04

    Tem explicação? Após dispararem até 200%, ações das empresas “X” desabam na Bolsa

    Mercado tenta entender o que acontece com os papéis das companhias criadas por Eike Batista

    Há uma semana começou um estranho movimento das empresas do antigo grupo “X” criado por Eike Batista. Tudo teve início com a disparada dos papéis da CCX (CCXC3), que saltou 46% em um dia sem nenhuma explicação. Nos dias seguintes outras companhias como a OSX Brasil (OSXB3), MMX Mineração e Metálicos (MMXM3), OGPar (OGXP3) e a Dommo Energia (DMMO3) (ex-OGX Petróleo).
    Na quarta-feira passada, depois de muito tempo fora do radar do mercado, a CCX chamou atenção ao disparar 46,30% sem que nenhuma notícia tivesse saído. No dia seguinte o movimento foi ainda mais forte, com os papéis saltando 75,95%, movimento que seguiu por mais dois dias, com ganhos de 23,74% e 6,40%, na sexta-feira (9) e segunda-feira (12), respectivamente. Em uma semana, os ganhos foram de 210%.

    Porém, na véspera as ações iniciaram uma forte correção, caindo 12,02%, para nesta quarta caírem mais 26%. A companhia foi questionada pela B3 sobre a movimentação atípica dizendo que não sabia o motivo para as fortes altas de seus ativos. Além disso, a CCX também afirmou que questionou pessoas que pudessem ter conhecimento de algum fato que pudesse explicar a movimentação, mas não obteve nenhuma resposta.

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    Na sequência foi a vez da OSX Brasil, que apesar de ter subido 9,12% ainda na terça-feira (6) não teve ganhos de dois dígitos nos dias seguintes até a última segunda, quando de repente saltou 70,99%. Em comunicado, a empresa seguiu a mesma linha da CCX, dizendo que não sabia os motivos para esta alta. Ontem os papéis também começaram a corrigir, caindo 6,92%, e seguindo movimento hoje, recuando mais de 25%.

    Saindo das empresas ainda controladas por Eike, a MMX viu suas ações subirem em escalada, acumulando ganhos de 135% desde a semana passada, mas neste pregão desaba 13,46%. Já a OGPar teve um movimento mais ameno, com seu melhor pregão sendo na segunda-feira, quando subiu 12,08%. A Dommo, por sua vez, subiu entre 12% e 20% em 5 dos últimos 7 pregões.

    Por conta do passado complicado das companhias, hoje poucos analistas fazem cobertura dos papéis, o que dificulta a obtenção de informações sobre o que pode explicar o movimento.

    Das companhias que foram questionadas pela B3, a resposta foi praticamente a mesma em todos os casos: não tem conhecimento de qualquer ato ou fato relevante que poderia ter motivado oscilações atípicas das ações. Até o momento o mistério continua, mas a “regra” do mercado também: qualquer movimento forte como esse e que não tenha nenhum motivo vai gerar uma correção brusca também.
    infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/7330794/tem-explicacao-apos-dispararem-ate-200-acoes-das-empresas-desabam

  • Reply Vilmar 13 de junho de 2017 at 20:41

    13 JUN, 2017 16H23
    CVM condena Eike Batista a pagar R$ 21 milhões por venda de ações da OSX
    O advogado de Eike, Darwin Correa disse que o empresário vai recorrer da decisão

    SÃO PAULO – A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) condenou o empresário Eike Batista a pagar R$ 21 milhões de multa após a comprovação de que ele usou informação privilegiada na venda de ações da OSX, empresa do setor de construção naval da qual era acionista majoritário. Foram 2 votos pela condenação contra 1 pela absolvição.
    O advogado de Eike, Darwin Correa disse que o empresário vai recorrer da decisão. Em seu voto, o presidente da CVM, Leonardo Pereira disse não ter dúvida que o empresário negociou ações de posse de informações privilegiadas.

    Para o relator do processo, Henrique Machado, ficou claro que o empresário se beneficiou de informação relevante ao negociar, em 19 de abril de 2013, pouco mais de 9,9 milhões de ações ordinárias da OSX.

    Quase um mês depois, em 17 de maio, a companhia informou que faria uma revisão de seu plano de negócios, que incluía redução dos investimentos previstos e monetização de ativos. A novidade derrubou os papéis da empresa.

    “Há provas no processo de que as alterações no plano de negócios foram decididas em reunião do conselho de administração da empresa, que era presidio por Eike, no dia 15 de abril, portanto antes da operação de alienação das referidas ações”, afirmou Henrique Machado.

    http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/6645093/cvm-condena-eike-batista-pagar-milhoes-por-venda-acoes-osx

  • Reply Vilmar 15 de julho de 2016 at 15:39

    Lopes Filho – 12h40 : OSX Brasil esclarece notícias veiculadas pela imprensa

    A OSX Brasil esclarece que a notícia veiculada pela imprensa de que a empresa teria vendido com êxito a plataforma FPSO-OSX1 é inverídica. Houve a transferência da plataforma foi concluída em 22 de janeiro de 2016, porém, o processo de venda ainda não foi concluído.

    Além disso, a notícia intitulada “Plano de recuperação está 75% implantando, diz presidente da OSX” é inexata e que o percentual informado refere-se ao prazo decorrido da recuperação judicial.

    • Reply Vilmar 11 de outubro de 2016 at 11:48

      OSX Brasil (OSXB3, R$ 17,49, +16,76%)
      A OSX informou que celebrou um acordo para locação de área de cais e instalações localizada próxima à entrada do canal do Terminal 2 do Porto do Açu. “Tal acordo prevê a celebração de um contrato definitivo de aluguel por 20 anos renováveis por igual período”, informou a companhia em nota.

      “No âmbito do Plano de Recuperação Judicial, a OSX confirma a execução de um de seus pilares – a re-adequação do plano de negócios da unidade no Açu – assegurando a continuidade de suas operações e a geração de caixa para fazer frente às obrigações previstas”, completou a OSX.
      infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/5632839/petrobras-cai-braskem-salta-com-duas-recomendacoes-acao-eike-batista

  • Reply Vilmar 17 de junho de 2015 at 15:04

    Pump and dump, por que uma imagem diz tudo e vale por mil palavras:

  • Reply Vilmar 16 de junho de 2015 at 11:15

    15/06/15 – 19h12 – Paula Barra
    OSX, de Eike Batista, reverte prejuízo em lucro de R$ 169 mi no 1° trimestre
    Receita da companhia de construção naval cresceu 133% na comparação com igual período de 2014, para R$ 275,1 milhões

    SÃO PAULO – Em recuperação judicial, a empresa de construção naval OSX Brasil (OSXB3), de Eike Batista, conseguiu reverter R$ 2,42 bilhões de prejuízo no primeiro trimestre de 2014 em lucro líquido de R$ 168,9 milhões entre os meses de janeiro a março deste ano.

    A companhia registrou receita operacional líquida no trimestre de R$ 275,1 milhões, contra R$ 118 milhões no mesmo período do ano passado, crescimento de 133%.

    http://m.infomoney.com.br/osxbrasil/noticia/4103831/osx-eike-batista-reverte-prejuizo-lucro-169-trimestre

  • Reply Vilmar 16 de junho de 2015 at 11:13


    A única cliente da OSX é a OGX que em recuperação judicial sequer paga seus fornecedores.

    Lucro da OSX? Estão de piada, é PUMP and DUMP pra pegar otário.

    Os valores dos afretamento de OSX1 e OSX3 junto a OGX além de não serem recebídos, tiveram os valores
    reduzidos para que a OGX não entrasse em default.

    Em maio/2015 foi divulgado o segundo comunicado ao mercado.

    Em Recuperação Judicial (“OSX Serviços”), concordaram, no dia 13 de março de 2015, com pedido formulado pela Óleo e Gás Participações S.A. – Em Recuperação Judicial (“OGPar”) e OGX Petróleo e Gás S.A. – Em Recuperação Judicial (“OGX”) visando a suspensão, pelo prazo de 06 (seis) meses, (i) dos pagamentos devidos pela OGX a título de contraprestação pelo afretamento da plataforma FPSO OSX-3 (“Afretamento”); e (ii) de certas obrigações previstas nos contratos relacionados ao Afretamento. Durante o prazo de suspensão as partes envidarão os seus melhores esforços para negociar entre si e com seus respectivos financiadores novos termos para o Afretamento, de forma que a produção de petróleo no campo de Tubarão Martelo se mantenha economicamente viável.
    Neste mesmo contexto, de forma a promover a redução e a otimização do custo de extração e produção de petróleo no Campo de Tubarão Martelo, OSX Serviços e OGX decidem, amigavelmente, pela rescisão do contrato de operação e manutenção da plataforma FPSO OSX-3, comprometendo-se a negociar os termos para a transferência das atividades relacionadas à operação e manutenção do FPSO OSX-3 para a OGX (tais como tripulação, contratos, sistemas operacionais, licenças etc.), bem como uma indenização a ser paga pela OGX para a OSX Serviços em contrapartida às receitas que deixará de obter com a atividade. Tal transferência mostra-se benéfica para ambas as partes, pois, de um lado, captura potenciais sinergias operacionais e financeiras, reduzindo os custos de operação do campo para a OGX e, de outro, reduz e adequa os custos e despesas da OSX e suas controladas às suas receitas.

    Quer comprar OSX? Saiba que está comprando dívidas e mentiras.

    forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=3&t=12387&p=2324377#p2324353

  • Reply Vilmar 30 de abril de 2015 at 14:24

    OSX Brasil
    A Justiça da Holanda declarou a falência das companhias OSX 3 HoldCo BV e OSX 3 Holding BV – subsidiárias da OSX Brasil (OSXB3). Em comunicado, a empresa diz que nenhuma das falências tem impacto relevante às atividades da OSX Leasing Group BV ou da OSX Brasil.
    Infomoney.

  • Reply Vilmar 17 de abril de 2015 at 14:30

    Prejuízo líquido da OSX cresce 72% em 2014
    Por Rodrigo Polito | Valor

    RIO – A OSX Brasil, empresa de construção naval do grupo X, do empresário Eike Batista, fechou 2014 com prejuízo líquido atribuído aos sócios de R$ 3,99 bilhões. [b]O [u]prejuízo foi 72% superior em relação a 2013[/u], de R$ 2,311 bilhões. O resultado líquido consolidado do ano passado foi negativo em R$ 4,24 bilhões, prejuízo 76,5% superior ao apurado em 2013, de R$ 3,4 bilhões.

    Na mesma comparação, [u]a receita líquida da companhia recuou 1,9%, totalizando R$ 731 milhões.[/u][/b] Segundo a empresa, a receita incluiu principalmente os contratos de afretamento e operação e manutenção das plataformas flutuantes de produção de petróleo (FPSOs, na sigla em inglês) OSX 1 e OSX 3 e a construção de uma embarcação para a Sapura.

    O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da OSX foi negativo em R$ 3,68 bilhões em 2014, ante um número negativo de R$ 2,26 bilhões apurado no ano anterior.

    A Ernst & Young diz em seu parecer que “não foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria e, desta forma, este relatório é emitido com abstenção de opinião”.

    No comentário da administração no balanço, a administração da empresa diz que a abstenção por parte dos auditores é “inadequada e decorre, como justificado pelo próprio auditor, do cenário de incertezas associados ao sucesso do plano de recuperação judicial, e não de divergências em relação à adoção de práticas ou ajustes contábeis”.

    http://www.valor.com.br/empresas/4009072/prejuizo-liquido-da-osx-cresce-72-em-2014

  • Reply Vilmar 7 de abril de 2015 at 11:44

    08h38- Lara Rizério
    Usiminas escolhe conselheiro e Comperj dará perda de R$ 45 bi a Petrobras; veja mais
    Recomendações para as ações das elétricas, OGPar e OSX negociando desmobilização de FPSO OSX-1 eTubarão Azul e mais são destaques de hoje

    OGPar e OSX
    A OGPar, antiga OGX (OGXP3) e a OSX Brasil (OSXB3) negociam “estratégia de interrupção das atividades no Campo de Tubarão Azul e a consequente desmobilização da plataforma FPSO OSX-1”, segundo comunicado.

    A OGPar informou em comunicado que as “referidas negociações envolvem questões à liberação do FPSO OSX-1, respeitando os compromissos relacionados à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), além de renegociações sobre os custos de afretamento e operação e manutenção (O&M) do FPSO OSX-1”.

    As “companhias intencionam manter as atividades no Campo de Tubarão Azul, respeitadas as questões relativas aos limites do reservatório e de viabilidade econômica do referido campo, bem como o acordo de desmobilização ora em negociação”.

    m.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3965083/usiminas-escolhe-conselheiro-comperj-dara-perda-petrobras-veja-mais

  • Reply Vilmar 13 de março de 2015 at 15:57

    “a fusao anunciada da osx com ogx vai funcionar ou vão falir juntas???????????”

    MUNDO X
    Fusão à vista? 100 pessoas da OSX estão rumo à OGX, diz coluna

    http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3917791/fusao-vista-100-pessoas-osx-estao-rumo-ogx-diz-coluna

    fusão de b0st4 com m3rd4, pode isto arnaldo??
    kkkkkkkk

    • Reply Vilmar 27 de março de 2015 at 11:21

      27/03/2015 09:08 OSX BRASIL (OSXB-NM)-F. Relevante- Aprese. de Pedido de Falencia de Subsidiarias

      OSX BRASIL (OSXB-NM)
      Fato Relevante- Apresentacao de Pedido de Falencia da OSX 3 Holding, OSX 3 HoldCo e da OSX Leasing Group na Holanda

      A empresa enviou o seguinte fato relevante:

      Rio de Janeiro, 27 de marco de 2015 – A OSX Brasil S.A. – Em Recuperacao Judicial (“Companhia”) (BM&FBovespa: OSXB3), nos termos do artigo 157, paragrafo 4o da Lei n. 6.404/76 e da Instrucao CVM n. 358/02, informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que a Nordic Trustee ASA, na qualidade de agente fiduciaria dos detentores de Bonds emitidos pela OSX 3 Leasing B.V. no ambito da Escritura de Emissao dos Bonds (Bond Agreement), celebrada em 15 de marco de 2012 e aditada em 12 de setembro de 2014, apresentou, na Holanda, pedido de falencia das sociedades OSX 3 Holding B.V., OSX 3 Holdco B.V. e OSX Leasing Group B.V., subsidiarias da Companhia.

      A Companhia entende que as sociedades objeto do pedido de falencia tem ativos em valor suficiente para saldar todas as suas dividas e tomara as medidas cabiveis para protecao de seus direitos, mantendo os seus acionistas e o mercado informados acerca da evolucao de sua reestruturacao e demais eventos relevantes relacionados ao assunto.
      http://forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=4&t=15405&p=2279758#p2279666

  • Reply Vilmar 20 de fevereiro de 2015 at 10:32

    observem osx, rumo ao pó:
    Audiência da Petrobras nos EUA é hoje; OSX e mais 8 notícias no radar – InfoMoney
    Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3877431/audiencia-petrobras-nos-eua-hoje-osx-mais-noticias-radar
    Conselheiros deixam OSX nas mãos de Eike !!!!

  • Reply Vilmar 9 de outubro de 2014 at 18:41

    De mãos dadas: OSX afunda na Bolsa e ações agora valem o mesmo que a OGX
    infomoney.com.br/osxbrasil/noticia/3626295/maos-dadas-osx-afunda-bolsa-acoes-agora-valem-mesmo-que

  • Reply Vilmar 23 de setembro de 2014 at 18:57

    DESTAQUES DA BOLSA
    Petrobras cai 2% após pesquisa e OSX cai pela 7ª sessão
    infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3592949/petrobras-cai-apos-pesquisa-osx-cai-pela-sessao-veja-destaques
    OSX RUMO AO PÓ!!!!
    OSX (OSXB3, R$ 0,31, -6,06%)
    As ações da OSX fecharam hoje sua sétima sessão seguida de queda e acumulam no período perdas de mais de 20%. Somente nesta terça-feira, os papéis da companhia chegaram a registrar desvalorização de 15,15%, a R$ 0,28, renovando o menor patamar histórico. No ano, as ações da empresa acumulam perdas de 45%.

  • Reply Vilmar 25 de agosto de 2014 at 10:22

    OSX quer convencer credores a injetar dinheiro na empresa

    Aporte, de ao menos R$ 150 milhões, está previsto em novo plano

    O Globo – 25/08/2014

    RIO – A OSX, companhia do ramo naval de Eike Batista que está em recuperação judicial, quer convencer credores a injetar capital novo na empresa, a exemplo do que fez sua empresa-irmã, a petroleira OGPar (ex-OGX), igualmente em recuperação judicial. A proposta constará do novo plano de recuperação judicial que será apresentado à Justiça, provavelmente no próximo mês. Segundo fontes envolvidas no processo, a empresa calcula que precisará de no mínimo R$ 150 milhões para tornar operacional seu estaleiro, em São João da Barra (Norte Fluminense). O estaleiro é apontado como essencial para assegurar o fluxo de pagamento dos credores.

    A OSX tem dívida de cerca de R$ 4,5 bilhões e pediu recuperação judicial em novembro de 2013. O pedido abrange três empresas: a holding OSX Brasil, da qual Eike tem 63%, e as subsidiárias OSX Construção Naval (dona do estaleiro) e a OSX Serviços (que atua na operação e manutenção de plataformas).

    Pelo novo plano, quem concordar em colocar dinheiro na empresa terá condições especiais, como receber o crédito em menos tempo. O prazo de 25 anos para pagamento da dívida aos que não estiverem dispostos a aportar recursos na OSX será mantido. O pagamento antecipado a pequenos credores, como previsto no plano anterior, também deve ficar inalterado.

    Outra mudança prevista na nova versão do plano é a inclusão de uma cláusula que prevê a exploração eficiente da área onde fica o estaleiro. Esse terreno fica no Porto do Açu, em São João da Barra, que é de propriedade da Prumo, ex-LLX, empresa de logística que integrava o conglomerado de Eike. A Prumo, cujo controle foi vendido à americana EIG, aluga a área para a OSX. Como a receita que será obtida com a exploração do estaleiro é considerada vital para pagar os credores, a OSX quer se certificar de que os contratos comerciais a serem firmados com interessados em explorar a área terão uma racionalidade econômica. Procurada, a OSX não se manifestou.

    A assembleia de credores da OSX estava marcada para 14 de agosto, mas foi suspensa pela Justiça a pedido da própria empresa. Com a proximidade da votação, credores insatisfeitos com os termos do plano protocolaram vários recursos na Justiça, deixando a companhia apreensiva quanto a possibilidade de o resultado final da assembleia ser questionado. Uma nova data ainda será marcada.

    Na ocasião, a OSX deve apresentar um plano de recuperação judicial único para suas três empresas que estão em recuperação, reunindo todos os credores em um só plano. Alguns credores veem com ressalva essa unificação dos planos de recuperação, pois isso deverá diluir o peso relativo de cada credor na votação, facilitando a aprovação do plano.

    Processo está suspenso

    A proposta inicial era que as três empresas estivessem submetidas a um único plano, mas ele acabou se desdobrando em três após manifestação do Ministério Público nesse sentido.

    Este mês, porém, a Caixa Econômica Federal, principal credor da OSX, com R$ 1,2 bilhão a receber, pediu à Justiça a unificação dos credores em um único plano, o que foi deferido pelo juiz Gilberto Clovis Farias Matos, da 3ª Vara Empresarial do Rio, que está à frente do processo de recuperação. Outro credor, o banco Votorantim (com crédito de cerca de R$ 588 milhões), questionou a decisão do juiz.

    O desembargador Gilberto Guarino, da 14ª Câmara Cível, determinou semana passada que o processo fosse suspenso até que a câmara julgasse o mérito do recurso do Votorantim. Só após o julgamento, portanto, é que a OSX vai poder apresentar a nova versão do plano — em documento único ou em três documentos separados — e a assembleia poderá ser marcada.

    oglobo.globo.com/economia/osx-quer-convencer-credores-injetar-dinheiro-na-empresa-13716544#ixzz3BPQckw9W

  • Reply Vilmar 17 de junho de 2014 at 12:37

    16/06/2014 às 20h51
    OSX tem prejuízo de R$ 2,42 bilhões no 1º trimestre

    Por Rafael Rosas | Valor

    RIO – A OSX fechou o primeiro trimestre com prejuízo de R$ 2,42 bilhões, contra uma perda de R$ 2,83 milhões em igual período do ano passado. A receita da companhia avançou 23% na mesma comparação, passando de R$ 96,1 milhões para R$ 118,1 milhões.
    A empresa registrou, ainda, R$ 2,51 bilhões em baixas de ativos entre janeiro e março, sendo que a maior parte — R$ 2,165 bilhões — veio da Unidade de Construção Naval do Açu, que está registrada no balanço patrimonial do primeiro trimestre por R$ 702,6 milhões.
    valor.com.br/empresas/3585950/osx-tem-prejuizo-de-r-242-bilhoes-no-1#ixzz34uYpgKBH

  • Reply Vilmar 16 de maio de 2014 at 10:16

    EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL
    Eike vai propor prazo de pelo menos 20 anos para pagar credores da OSX, diz Folha

    EIKE DESESPERADO
    infomoney.com.br/osxbrasil/noticia/3351196/eike-vai-propor-prazo-pelo-menos-anos-para-pagar-credores

  • Reply Vilmar 19 de janeiro de 2014 at 23:10

    Pedido de arresto de bens da OSX Leasing inclui ações da companhia de Eike
    A Acciona é uma das empresas participantes da construção do Porto do Açú, em São João da Barra, litoral norte do Estado do Rio de Janeiro
    Agência Estado | 19/01/2014 12:32:47

    A empreiteira Acciona conseguiu na Justiça holandesa o arresto das ações da OSX Leasing. Embora o pedido feito à justiça não inclua os bens da companhia, o montante arrestado garante integralmente a dívida de R$ 300 milhões da empresa do empresário Eike Batista com a credora, segundo o advogado Leonardo Antonelli, que representa a corporação espanhola.

    A Acciona é uma das empresas participantes da construção do Porto do Açú, em São João da Barra, litoral norte do Estado do Rio de Janeiro. A decisão da justiça saiu no fim do ano passado, mas foi mantida em sigilo. “Conseguimos o arresto das ações da Leasing”, afirmou o advogado ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, em entrevista por e-mail. “Cumprimos dia 31 de dezembro, mas mantivemos o sigilo até o ajuizamento da demanda principal no Brasil”, acrescenta.

    Na quinta-feira passada (16), a empreiteira espanhola entrou com uma ação contra a brasileira também no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, requerendo que o saldo da OSX Leasing seja depositado na conta garantia da Acciona.

    “A ação acumula o pedido de garantia com perdas e danos”, conta Antonelli, que espera conhecer a decisão da justiça na terça-feira.

    O advogado não revela quantas ações da Acciona contra a OSX estão em tramitação no momento, mas lembra que o embate para garantir o pagamento das dívidas da companhia brasileira com a espanhola extrapola fronteiras.

    “Nossa estratégia envolve países distintos e estratégias diversas, sendo certo que o efeito surpresa possibilitará atingirmos o objetivo do nosso cliente, motivo pelo qual não podemos revelar aquilo que ainda não é público”, explica ele.

    A Acciona foi contratada em 2011 para realizar a engenharia, design e construção dos diques externos do porto de Açu, situado em São João da Barra (RJ). A empresa está no Brasil desde 1996, e participou de outros projetos, como as obras da rodovia federal BR-393 do Rio de Janeiro e o Rodoanel na região metropolitana de São Paulo.

  • Reply Vilmar 21 de novembro de 2013 at 18:49

    Justiça aceita pedido da OGX, mas exclui austríacas; Deloitte é administradora
    A OSX Brasil também pediu RJ recentemente, mas excluiu suas subsidiárias no exterior
    Por Felipe Moreno |18h34 | 21-11-2013 | Atualizada às 18h58

    SÃO PAULO – A justiça aceitou o pedido da OGX Petróleo (OGXP3) a respeito da recuperação judicial, comunicou a Agência Estado, nesta quinta-feira (21). Contudo, as empresas estrangeiras, a OGX Aústria e a OGX International deverão ser excluídas do processo – o que obrigará a OGX a pedir uma espécie de recuperação judicial nos Estados Unidos. A Deloitte foi nomeada como administradora judicial.

    No final do mês passado, a OGX pediu recuperação judicial e incluiu quatro subsidiárias, sendo duas estrangeiras. As duas empresas nacionais deverão ter seus processos de recuperação judicial por aqui – o que vem sendo chamado como grande teste da Lei de Falência Nacional -, enquanto as outras duas deverão entrar com o pedido de recuperação no EUA. A OSX Brasil (OSXB3) também pediu RJ recentemente, mas excluiu suas subsidiárias no exterior.

    A decisão surpreendeu o advogado especialista no tema Sério Emerenciano, sócio do escritório Emerenciano, Baggio e Associados, que esperava que a justiça aceitasse a inclusão das empresas estrangeiras – pelo fato de que são apenas canais para investimento. Em entrevista ao InfoMoney, porém, o advogado ressaltou que era difícil que a justiça considerasse possível que o judiciário brasileiro subjugasse o investidor estrangeiro que tem dívida em outra empresa estrangeira à lei nacional.


    Empresa deve agora pedir uma espécie de RJ na Aústria (RI OGX)

    A Deloitte terá 24 horas para apresentar uma proposta de honorários à OGX, que será aceito ou recusado em outras. Embora as subsidiárias sejam austríacas, a decisão pelos EUA como lugar para a RJ se justifica por conta de um pacto firmado com os credores, grande parte deles americanos.
    infomoney.com.br/ogxpetroleo/noticia/3069758/justica-aceita-pedido-ogx-mas-exclui-austriacas-deloitte-administradora

  • Reply vilmar 16 de novembro de 2013 at 21:54

    Derrocada
    Região do Porto do Açu sofre com crise do grupo EBX
    14/11/13 10:15

    Estaleiro da OSX, ao fundo: o galpão sem qualquer movimento de trabalhadores ou máquinas confirma que as obras estão suspensas.

    Comerciantes, lavradores e trabalhadores saíram perdendo com derrocada das empresas de Eike Batista.

    São João da Barra, RJ – Eles não estão incluídos no processo de recuperação judicial e não farão parte de nenhum cronograma de pagamento de dívidas. São a ponta menos visível da crise do grupo X: pequenos empreendedores que investiram para aproveitar as oportunidades geradas pelos gigantescos investimentos no Porto do Açu e agricultores que foram desalojados de suas terras para a construção de um distrito industrial na zona rural de São João da Barra, onde está sendo instalado o empreendimento.

    Com a suspensão das obras do estaleiro da OSX, que pediu recuperação judicial esta semana, o clima é de apreensão no pequeno município, de cerca de 35 mil habitantes, que via no projeto uma alternativa de crescimento econômico. Desde abril, quando a crise começou a se aprofundar, o movimento no comércio despencou e muitos empresários passaram a conviver com calotes de seus clientes.

    Das dezenas de empreendimentos previstos para o complexo portuário, incluindo siderúrgicas e um polo metal mecânico, apenas o terminal de minério de ferro e duas fabricantes de equipamentos petrolíferos continuam em obras. A maior parte do terreno do porto permanece como estava antes da chegada da empresa: com grandes pastos e áreas de restinga.

    A população tem esperança de dias melhores, mas sabe que o empreendimento não terá mais o porte anunciado inicialmente.

    Os órfãos de Eike em São João da Barra

    “Está abandonado!”, gritou o motorista de ônibus ao ver a reportagem do Brasil Econômico ao lado da cerca que separa as obras do estaleiro da OSX, na extremidade sul da área do Porto do Açu, da praia de mesmo nome, em São João da Barra, região norte fluminense.

    Do lado de dentro, a imagem de um imenso galpão sem qualquer movimento de trabalhadores ou máquinas confirma: as obras estão, de fato, suspensas. A desmobilização jogou uma pá de cal sobre as expectativas dos moradores da região, que, desde o início das obras do porto, vinham colhendo os lucros da intensa movimentação de empregados das empreiteiras e prestadoras de serviço contratadas pelo empreendimento.

    “Antes de abril, tinha fila de ônibus por aqui, estava lotado de trabalhadores. Agora, é esse deserto”, lamenta Denis Toledo, dono de uma lan house no centro de Barra do Açu, localidade vizinha do porto. A região, inicialmente de vocação turística, se transformou em um polo de serviços para trabalhadores das obras, com pousadas, restaurantes e um enorme alojamento para os empregados da Acciona, empresa espanhola que atuava na construção do estaleiro. “Cheguei a vender 800 quentinhas por dia”, conta Paulo Eduardo de Freitas Bastos, dono de um restaurante no local. “Hoje, não passa de 200”, conclui o empresário, que, em 2007, decidiu sair do Rio rumo a São João da Barra para aproveitar as oportunidades geradas pela implantação do porto.

    Como boa parte dos pequenos empreendedores locais, Bastos se viu envolvido na espiral de calotes que assolou a região após o começo da crise. Já conseguiu renegociar alguns créditos, mas ainda tem uma fatura de R$ 30 mil não paga por uma das empresas contratadas para as obras do porto. Histórias como essa são comuns na cidade e, segundo estimativa feita pelo pesquisador do Instituto Federal Fluminense (IFF) Roberto Moraes, que estuda os efeitos da implantação do porto, há hoje pelo menos R$ 2 milhões em dívidas de fornecedores das empresas X junto a empresários da região. Como se tratam de subcontratados, estes credores não fazem parte do processo de recuperação judicial.

    Dono de uma pousada e um restaurante na localidade de Grussaí, ao norte do porto, João Batista Stellet Alves prefere nem dizer o valor do calote que tomou de um cliente. “É um dinheiro que faz diferença”, lamenta o empresário, que investiu mais de R$ 300 mil na pousada, inaugurada no fim de 2012. “Mas não quero protestar, porque sempre digo que não sou fornecedor, sou parceiro”, diz ele, com esperança de receber a dívida e manter a clientela no futuro. No início do ano, manteve taxa de ocupação de 100% por conta de um contrato com um prestador de serviços do porto, que reservou todos os quartos para seus trabalhadores. Hoje, a taxa oscila entre 50% e 75%, nos melhores dias.

    Há, na cidade, uma grande interrogação com relação ao futuro do projeto. “A gente tem notícias aqui de novos contratos no porto e, de repente, começam a falar da falência do Eike Batista… Vai confiar em quem?”, questiona Bastos. Além do terminal de minérios, seu carro-chefe, o empreendimento foi projetado para abrigar um complexo siderúrgico, um polo metal-mecânico, cimenteiras, uma base de apoio à exploração de petróleo e empresas de tecnologia, entre outros. A siderúrgica foi a primeira a desistir, como reflexo natural do excedente de capacidade de produção no mercado mundial após a crise de 2008, e levou consigo o polo metal-mecânico e o setor de cimento, que estavam ligados à produção do aço.

    Este ano, duas notícias agravaram o clima de incerteza: empresas ligadas a Eike Batista e apresentadas como âncoras do porto, a Eneva (ex-MPX) e a OSX anunciaram a suspensão de projetos. A primeira desistiu de construir uma térmica a carvão, inviabilizada pela fuga das siderúrgicas – que consumiriam a energia – e pelo recuo do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Inea) na concessão de licença ambiental. A segunda, após anunciar recuperação judicial, informou que devolverá à LLX metade da área prevista para o estaleiro, cujo projeto está sendo revisto.

    O governo do estado trabalha para fomentar, na área, um polo de equipamentos submarinos para a produção de petróleo, em substituição às empresas que desistiram do investimento. Duas fábricas em implantação atualmente, da National Oilwell Varco e da Technip, pertencem a esse segmento. A proximidade com as reservas da Bacia de Campos, maior produtora nacional de petróleo, e com a cidade de Macaé, de onde a Petrobras coordena suas operações na região, é apontada como vantagem comparativa do porto do Açu neste sentido.

    Existe a expectativa, também, de que empresas internacionais avaliem a compra do estaleiro. Qualquer negociação, porém, depende do andamento do processo de recuperação judicial da OSX, protocolado na Justiça do Rio na última segunda-feira. De certo, apenas o terminal de minério, com início de operações previsto para o ano que vem – além das empresas de equipamentos petrolíferos. “A LLX está com um novo dono (a americana EIG), que deve retomar os processos. Tenho a esperança que, para meados de 2014, a coisa volte a acelerar”, aposta Alves.

    Produtores rurais resistem a desapropriações para obras do distrito industrial

    “Eles primeiro chegam de mansinho, medindo as terras. Depois botam a placa e dizem que é deles”. A reclamação do pequeno produtor rural de São João da Barra Reginaldo de Almeida, em frente ao terreno que pertence a sua família há 40 anos, foi feita com dedo em riste. Na mira, uma placa que identifica o terreno contíguo de 13 quilômetros quadrados, desapropriado para receber o polo siderúrgico da ítalo-argentina Ternium, no entorno do superporto do Açu. Com a retração do mercado de siderurgia e a entrada da empresa no grupo controlado pela Usiminas, porém, o empreendimento foi interrompido em setembro e a expectativa é que a companhia entregue as terras, hoje improdutivas.

    Almeida é um dos produtores rurais que tiveram terras desapropriadas para a construção do distrito industrial do Açu, que abrigaria parte dos empreendimentos previstos para o complexo. De acordo com o chefe da família, Reinaldo de Almeida, de 78 anos, eles perderam um lote de três alqueires e temem ter que sair do terreno em que vivem e cultivam maxixe, quiabo e abacaxi. “Eu, meu pai e meus sete irmãos revezamos para nunca deixar o terreno vazio, porque eles só vêm quando não tem ninguém”, diz o filho Reginaldo, que convive 24 horas por dia com caminhonetes e uma guarita de segurança privada instalada ao lado da casa de um dos irmãos.

    A operação de desapropriação teve início no final de 2009, com estudos que definiram a necessidade uma área de 70 quilômetros quadrados, antes dividida em 466 lotes de pequenos produtores rurais. Desde então, 292 propriedades já foram desapropriadas, mediante imissão de posse. Em contrapartida, o governo ofereceu às famílias que residiam nas terras lotes de, no mínimo, dois hectares em um assentamento próximo chamado Vila da Terra. Além disso, todos os proprietários, moradores ou não, ganharam direito a um auxílio-produção de um a cinco salários mínimos por dois anos. O governo informa que já foram pagos cerca de R$ 2,8 milhões em auxílio para 190 famílias, das quais 35 foram para o assentamento.

    Segundo o governo estadual, para os casos em que não houve acordo, já existem ações na Justiça e, hoje, as indenizações vem sendo feitas por depósito judicial. A resistência ao processo, que vem sendo usado como arma pela oposição ao governo Sérgio Cabral, aumenta à medida em que o projeto do porto perde tamanho. “Não precisava ter abraçado o mundo com tanta pressa. Esse porto está lá longe e nós perdemos pasto e área para plantar”, diz o produtor Manoel Peixoto, conhecido na região como Manoel Poeira, de 61 anos.

    Manoel levou a reportagem do Brasil Econômico até os limites da área onde, há um ano, foi detido por resistência à desapropriação. A área de um alqueire, hoje cercada por arame farpado. “Me agarraram pelo pescoço e me algemaram com meus dois filhos, como bandidos”, recorda, exaltado. Ele lamentou o fato de terem jogado areia sobre a terra, que ficou improdutiva – mesmo que não seja usada pelo porto – e não perdeu a chance de comentar o mau momento de Eike Batista. “Avião, para subir lá para o céu, precisa de motor potente. Para cair, não precisa de nada”.
    brasileconomico.ig.com.br/noticias/regiao-do-porto-do-acu-sofre-com-crise-do-grupo-ebx_137141.html

  • Reply Sistema Prestação de Serviços 14 de novembro de 2013 at 13:36

    É essa consultoria vai ter um trabalhão para levantar a empresa novamente. Cristiano Silva – Consultor de TI.

  • Reply Vilmar 11 de novembro de 2013 at 09:23


    osx  implodiu

    Osx Brasil (osxb-nm)- Aprov. Do Pedido De Rec. Judic. – Suspensao Dos Negocios

    OSX BRASIL (OSXB-NM)- Aprov. do pedido de Rec. Judic. – Suspensao dos negocios OSX BRASIL (OSXB-NM)
    Fato Relevante Aprovacao do pedido de recuperacao judicial / Suspensao dos Negocios

    A empresa enviou o seguinte fato relevante:

    OSX anuncia mudancas na Diretoria, contratacao da consultoria ANGRAPARTNERS e aprovacao de pedido de recuperacao judicial da Companhia

    Rio de Janeiro, 08 de novembro de 2013 A OSX Brasil S.A. ( OSX ou Companhia )(BM&FBovespa: OSXB3), companhia aberta privada brasileira com atividade no setor de equipamentos e servicos para a industria offshore de petroleo e gas natural, com atuacao integrada nos segmentos de construcao naval, fretamento de unidades de exploracao e producao (E&P) e servicos de operacao e manutencao (O&M), comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, em reuniao realizada nesta data, o Conselho de Administracao aprovou, em carater de urgencia, o ajuizamento, na Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, de pedido de recuperacao judicial, em conjunto com suas controladas, OSX Construcao Naval S.A. e OSX Servicos Operacionais Ltda., nos termos dos artigos 51 e seguintes da Lei n. 11.101/05.

    O Conselho de Administracao tambem deliberou destituir Marcelo Luiz Maia Gomes e eleger Ivo Dworschak Filho como Diretor Presidente, que acumulara as novas atribuicoes com as de Diretor de Construcao Naval.

    Tambem foi aprovada a contratacao da consultoria ANGRA PARTNERS, liderada pelo socio Giovanni Foragi, para coordenar e assessorar a Companhia no seu processo de reestruturacao, em substituicao a Alvarez & Marsal.

    Foi deliberada a convocacao de Assembleia Geral Extraordinaria da Companhia a ser realizada no dia 28 de novembro de 2013, as 12h00, para ratificar o pedido de recuperacao judicial, destituir e eleger membros do Conselho de Administracao, alterar a denominacao social e o endereco da sede social da Companhia.

    Resolveu ainda o Conselho de Administracao determinar a Diretoria que proceda a contratacao de consultoria especializada de reputacao internacional para a realizacao de auditoria quanto aos exercicios sociais de 2010 a 2013.

    As deliberacoes adotadas tem por objetivo fortalecer a Companhia no processo de readequacao de sua estrutura de capital, reestruturacao e reposicionamento estrategico, em beneficio de seus acionistas, colaboradores e credores, cumprindo com a sua funcao social.

    Serao divulgados, na forma da lei, quaisquer fatos relevantes com respeito ao pedido de recuperacao judicial.

    Nota: Ficam suspensos os negocios com as acoes de emissao dessa empresa a partir do pregao de hoje (11/11/2013), no aguardo da confirmacao da efetiva entrada em juizo do pedido de recuperacao judicial. A BM&FBOVESPA tambem esta solicitando os documentos que instruiram o referido pedido.

    osx=pó!!!

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