Caixa cortará fatia de imóvel usado financiada

Post mais recente sobre a bolha imobiliária no Brasil: http://defendaseudinheiro.com.br/a-bolha-imobiliaria-no-brasil-e-a-economia

Notícia relevante:

http://www.valor.com.br/financas/4021786/caixa-cortara-fatia-de-imovel-usado-financiada

Trechos do link acima:

Caixa cortará fatia de imóvel usado financiada

A Caixa Econômica Federal vai reduzir, a partir de 4 de maio, a fatia que pode ser financiada de um imóvel usado com recursos do Sistema Financeiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), segundo o Valor apurou.

A cota máxima para imóveis residenciais e comerciais enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) passa a ser de até 50% no Sistema de Amortização Constante (SAC) e de até 40% na tabela Price. Para imóveis que se encaixam no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), a parcela a ser financiada não poderá ultrapassar 40% nas modalidades SAC e Price.

A Caixa informou aos correspondentes bancários que não estão previstas regras de transição.

Para as incorporadoras, a notícia é positiva, à medida que contribui para reduzir a concorrência do financiamento de imóveis usados com os novos.

Há duas semana, o banco público anunciou o segundo aumento de juros para financiamento habitacional do ano. A fatia de imóveis financiados pela SAC caiu de 90% para 80% e pela Price, de 90% para 50%.

A Caixa enfrenta escassez da sua principal fonte para financiar a habitação, a poupança e tem usado instrumentos alternativos de “funding” e por isso teve que ajustar seus preços na ponta.

 

Para quem não sabe, a CEF responde por mais de 70% de todo o crédito imobiliário no Brasil e nos últimos meses, ela tem concedido mais de 90% de todo o crédito imobiliário, sendo que suas taxas no SFH são imbatíveis e servem de referência para outros bancos (quando a CEF aumenta a taxa ou restrições, os outros bancos a seguem).

Já é fato comprovado e admitido pela CEF e Governo que a CEF não terá mais a mesma verba para crescer com o financiamento imobiliário neste ano como fez em anos anteriores e nem há o menor espaço para o Tesouro aportar mais dinheiro, nem outras fontes disponíveis para cobertura, em função da grave situação fiscal do Governo.

O Governo e a CEF falam sobre desaceleração significativa na comparação com 2.014 (crescer muito menos, mas ainda crescer), mas temos todas as evidências de que será uma queda mesmo, a começar pela falta de verba da poupança, diminuição de verba do FGTS em função do aumento no desemprego que já está acontecendo (os dois alimentam o SFH), passando pela crise na economia que reduz os candidatos potenciais a crédito imobiliário e principalmente avaliando as ações que a própria CEF adotou em 2.015, onde tivemos 2 aumentos nos juros do crédito imobiliário (2 aumentos e estamos só em abril !) e o percentual financiável de imóvel novo caiu de 90% para 80%, ações típicas de quem pretende reduzir a concessão do crédito imobiliário e precisa criar critérios que sirvam de “filtro” para isto.

Considerando todos os pontos acima, acho que vale a pena fazer um exercício sobre as intenções por trás disto e os possíveis efeitos do Governo aumentar muito a entrada para compra de imóvel usado, até para tentarmos entender se estas informações fazem sentido dentro do contexto atual (em outras palavras, o que o Governo ganharia com isto) e quais suas possíveis consequências:

Por que o Governo faria isto? Além das questões acima sobre falta de verba da CEF para financiamento imobiliário, temos ainda um super estoque em poder das construtoras e se não houver nenhuma tentativa do Governo de ajudar a escoar estes estoques, os lançamentos tendem a zerar e isto aumentará em muito o desemprego na construção civil, que já é o setor que lidera o desemprego no Brasil neste ano, em função de uma combinação de efeitos, como as consequências da operação Lava Jato (algumas grandes construtoras em recuperação judicial, paralisação / cancelamento de obras da Petrobrás em várias cidades, etc.), o “término” das obras da Copa do Mundo e a própria redução de lançamentos do segmento imobiliário para imóveis residenciais e comerciais que já tem ocorrido há anos. É óbvio que o Governo não quer ter mais um motivo para aumento no desemprego e mesmo com toda a situação fiscal quer achar algum caminho para ajudar as construtoras, até porque o Governo está desesperado para tentar melhorar sua imagem perante a população.

Por que a ação do Governo de aumentar a entrada para financiamento de imóveis usados ajudaria as construtoras? Na medida em que o Governo dificultasse muito mais o financiamento para imóveis usados do que para novos, acabaria desviando uma parcela dos potenciais compradores de usados para que comprassem imóveis novos. Se tivermos, por exemplo, um imóvel novo anunciado por R$ 700 mil e outro usado anunciado pelo mesmo preço, no caso do usado a pessoa precisaria de uma entrada de R$ 350 mil e para o novo, “apenas” R$ 140 mil, logo, se a pessoa tiver condição de pagar a entrada do novo e mantiver seu interesse de compra de imóvel após estas mudanças, ela compraria o novo ao invés do usado.

Será que a “solução” acima é tão fácil assim e seria o esquema mirabolante que “garantiria” a salvação das construtoras? Vamos avaliar alguns efeitos colaterais desta ação:

1) Quem já comprou novo na planta contando em vender seu usado para pagar parte relevante ou quitar o saldo no ato da entrega: neste caso, a pessoa não conseguirá mais vender seu imóvel usado pelo preço que almejava / precisava e o motivo é simples, teremos uma redução muito relevante nos potenciais compradores de usados, porque muitos não terão o dinheiro suficiente para entrada (lembrando que em 2.014 já foi o pior ano da série histórica em vendas de usados e em 2.015 no primeiro trimestre já foi pior ainda), sendo que o preço de venda real dos usados já vinha em queda, como demonstrado por pesquisas recentes do CRECI SP. Sem encontrar compradores para seu imóvel usado pelo preço almejado, o mais provável é que o comprador do imóvel novo na planta desista do negócio no ato da entrega do imóvel e com isto, mais um aumento no número de distratos que já tem sido absurdo, acrescentando de novo no estoque das construtoras ;

2) No caso de imóveis novos prestes a serem entregues e já prontos que ainda não tiveram o financiamento imobiliário avaliado, não podemos esquecer que o Governo já aumentou o percentual de entrada de 10% para 20%. Isto tem dois efeitos: o primeiro é que muitas construtoras faziam promoções onde o cliente tinha que pagar uma entrada de 10% até a entrega, contando com a “eterna manutenção deste percentual” e muitas vendas aprovadas estavam “no limite”, ou seja, cliente vai chegar na entrega do imóvel e com novo percentual de entrada não vai conseguir fazer o financiamento e cancelará a compra (aumentando distratos / estoques) ou a construtora vai dar descontos adicionais no preço do imóvel para viabilizar o financiamento (novas reduções nos preços reais praticados). Outra consequência esperada, é que os imóveis novos já prontos em estoque também terão muito mais dificuldade para venda, uma vez que o valor da entrada requerida dobrou, sendo que neste caso, se o comprador potencial tiver que vender seu usado para poder efetivar o negócio, também não será possível dentro deste novo cenário ;

3) Investidores em imóveis na planta: Percebendo o cenário descrito acima e mais as situações que constam abaixo, os novos investidores em imóveis na planta se reduzirão e muito em relação aos percentuais atuais, aumentando também o número de distratos por estes investidores e em ambos os casos, novamente mantendo muito elevados os estoques das construtoras. Considerar que já tivemos uma queda de 40% para 20% no total de investidores na planta a partir do segundo semestre de 2.014. Com este contexto e mais a situação da economia, este percentual de investidores na planta poderia se reduzir para 5% ou menos ;

4) Compradores de imóveis na planta para moradia: ao saberem que os percentuais de entrada e juros da CEF tem aumentado, será gerada uma insegurança nestes compradores, uma vez que saberão que novos aumentos poderão acontecer no futuro e ele não terá condição de contrair o financiamento imobiliário no ato da entrega. Claro que antes esta insegurança já poderia existir, mas agora está acontecendo de fato e isto levará parte dos compradores na planta a desistir. Mesmo com toda a falta de informação que é típica dos compradores de imóveis na planta, é esperado que pelo menos uma parcela dos mesmos perceba esta situação ;

5) Reação dos vendedores de imóveis usados e impacto sobre os novos: em São Paulo (Capital), só no período de junho/2014 a fevereiro/2015, já tivemos uma redução superior a 32% no preço médio dos imóveis usados, segundo apurado pelo CRECI SP. Isto aconteceu porque as vendas despencaram e sempre temos os vendedores que realmente PRECISAM vender, por isto baixam os preços. Na medida em que as vendas dos usados cairão muito mais e a necessidade de venda aumentará muito em função da piora na situação da economia, sendo que os vendedores de usados serão pressionados pelos próprios corretores para reduzirem os preços e não verão outra alternativa (a farsa da eterna valorização terá que ser desmontada, ou estes corretores passarão fome), teremos quedas ainda maiores nos preços dos imóveis usados. Com isto, aqueles clientes que teriam dinheiro para compra à vista, farão o movimento inverso, de desistir de um imóvel novo e partir para um imóvel usado, com isto, novamente reduzindo vendas de novos e garantindo a manutenção de super estoques dos mesmos ;

6) Super estoque de imóveis em poder das construtoras: o estoque de imóveis em poder das construtoras equivale a anos de vendas, mesmo que ao balancearmos todos os pontos acima ainda assim tenhamos um pequeno ganho na venda de novos, ainda assim será absolutamente insuficiente para restabelecer o equilíbrio entre oferta e procura ou mesmo a garantia de sobrevivência de algumas construtoras de grande porte que já estão em situação muito crítica.

CONCLUSÃO:

Por tudo que consta acima, não existe “solução mirabolante” que irá salvar o segmento imobiliário ou sequer permitir um “soft landing”. Além de tentarem salvar os empregos da construção civil, o Governo poderia estar planejando alegar no caso de usados que a queda maior se deu em função de uma especulação onde ele “não teve culpa” e que os preços dos imóveis novos tiveram queda em função da situação da economia, mas que a queda não foi tão relevante quanto no caso dos usados e que seria temporário, depois se recuperaria (vindo junto com o famoso discurso do “agora é a melhor hora para comprar”), não configurando uma bolha imobiliária. Embora estas sejam as intenções do Governo, a análise acima indica que poderemos ter um contexto muito menos favorável do que o esperado por eles, com quedas relevantes tanto no preço de novos quanto usados, mas no fundo esta seria uma das poucas tentativas que ainda restam ao Governo para tentar mascarar nossa bolha imobiliária.

Além de todas as situações descritas acima, a piora na situação econômica está apenas no começo e quando combinamos isto com a insegurança geral das famílias em adquirirem imóveis financiados, a diminuição natural das famílias que seriam clientes potenciais para compras de imóveis e as maiores dificuldades na obtenção de crédito imobiliário a partir de agora, é natural concluir que as possíveis ações da CEF que constam acima, no cenário mais otimista para o segmento imobiliário, farão com que os preços dos usados despenquem e que os dos novos tenham uma queda menor, mas em ambos os casos em termos nominais e ainda no ano de 2.015, sendo que se o segmento imobiliário não conseguir mais enganar as pessoas simulando o eterno crescimento de preços e a desinformação ficar “desarmada”, o impacto poderá ser ainda maior (efeito manada de vendedores reduzindo preço e de compradores adiando a compra).

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  1. CA / Post Author

    Não é que aquilo que é óbvio já há alguns anos agora está começando a aparecer na grande mídia? Ainda assim, colocam o óbvio como se fosse uma dúvida e associam com uma situação muito recente!!! É uma pena que não exista independência da mídia e que dependam tanto do dinheiro vindo do segmento imobiliário, não fosse isto, a situação não teria se tornado tão crítica.

    Exame – Abril: Financiar um imóvel agora é uma besteira muito grande?

    http://exame.abril.com.br/videos/seu-dinheiro-na-tv/financiar-um-imovel-agora-e-uma-besteira-muito-grande/

  2. CA / Post Author

    Coloco notícia abaixo para conhecimento, mas recomendo muito cuidado em sua leitura, estão adotando o mesmo esquema do RICAM de tentarem dizer para o pessoal comprar agora que depois vai subir, só que são “especialistas” que tem seu rendimento vinculado a estes fundos e não hesitam em desinformar a qualquer preço (assim como o RICAM em relação ao segmento imobiliário como um todo).

    Como exemplo da desinformação, apostam em uma redução mais sensível da SELIC daqui até o fim do ano e patamar viável da SELIC para FII ficar competitivo a partir de 2.016, sendo que o cenário atual indica que a SELIC na comparação histórica está baixa (para este patamar atual de inflação, a SELIC era muito maior no passado), sabemos que este patamar é artificial (foi deixado baixo por tempo demais para tentar segurar as várias bolhas que temos na economia) e ainda, temos o risco elevado do FED subir juros nos EUA até o final de 2.015 ou meados de 2.016 e forçar subida maior da SELIC por aqui, sendo que nossa inflação tem sido resistente até em relação a nossa crise. Sim, é fato que a SELIC em termos anuais pode dar uma “arrefecida” na metade do ano, quando a crise acabará se impondo mais do que o aumento de preços, mas esta é uma visão local e sujeita não só aos riscos externos, como ainda a novos riscos de aumento de energia elétrica na metade do ano que tem sido cogitados recentemente, sendo que é difícil prever que isto viabilizaria uma redução mais consistente na SELIC e que isto poderia acontecer de forma gradual e se estendendo durante o ano de 2.016 como os “especialistas” afirmaram no artigo.

    Outro exemplo da desinformação é que eles falam sobre preços de aluguéis comerciais “estáveis”, sendo que sabemos que os mesmos tem despencado, quando falamos de preços reais (não anunciados) e que os super estoques de imóveis comerciais estão absurdos, o que combinado com a crise e com o fato destes preços estarem inviáveis para vários negócios, está levando a aumento rápido e relevante na vacância (empresas sem dinheiro para pagarem os preços abusivos cobrados por proprietários que desistem e devolvem os pontos, que por sua vez, ficam muitas vezes por anos sem conseguirem novos locatários).

    “Com crise, fundo imobiliário vale 30% menos que seus imóveis”

    http://m.extra.globo.com/noticias/economia/com-crise-fundo-imobiliario-vale-30-menos-que-seus-imoveis-16186728.html

    1. Vilmar /

      Vale tudo para pegar os incautos =)

  3. CA / Post Author

    “Bolha pode estar a caminho, governo Dilma não vai socorrer setor imobiliário”

    http://www.jogodopoder.com/blog/politica/bolha-pode-estar-a-caminho-governo-dilma-nao-vai-socorrer-setor-imobiliario/

    1. Vilmar /

      Eu venci a bolha imobiliária!

      Levando em conta preços do FingeZap de hoje, aliás, há dois anos que não cai, vendi com 20% de desconto, sobre índice praticado em cima de ofertas de venda.

      Levando em conta a última tabela de negócios fechados do CRECISP, vendemos com 10% de acréscimo, ou seja, pela situação real do mercado, até que não vendemos mal.

      Como bem sabemos, deste emaranhado de anúncios em sites, placas, tvs, rádios, etc.., apenas uma minoria fecha negócios.

      Como estamos partindo de algo que já temos, fica mais fácil conseguir apenas parte de crédito imobiliário e FGTS para comprar um imóvel maior.

      Para quem quer partir do zero, está dureza!!
      Tem muitas pessoas fazendo distrato com as construtoras, pois como mudou a regra do game, eles não tem como conseguir 50% de entrada pra financiar.
      Viva Dilma 2.0 e o ajuste fiscal do Levy, assim como uma salva de vivas para especulação imobiliária, eu liquidez pro mercado, mas agora que desmoronou, quem mais precisava de um imóvel, dançou, vai continuar no aluguel ou morando na casa dos parentes, amigos, etc…

      1. CA /

        Vilmar,

        Parabéns! Valeu a persistência, foram cerca de 2 anos, certo?

        Para comprar o mundo é diferente, você terá uma infinidade de oportunidade, mas a maioria dos vendedores ainda não acordou para a realidade, ideal seria você procurar sem nenhuma pressa e ficar no aluguel por um tempo, se conseguir convencer sua esposa. Em menos de 6 meses o cenário deverá estar diferente, soluções mirabolantes para tentarem salvar o segmento imobiliário, a esta altura, não são mais viáveis para grandes adiamentos, é só um respiro curto.

      2. Vilmar /

        Obrigado!
        Foi 1 ano e 10 meses.
        Desistimos por um tempo, depois voltamos a anunciar no segundo semestre/2014.
        Sim, agora não tem pressa, o negócio é pechinchar.
        A enxurrada de crédito, deixou todo mercado alavancado, do governo ao comprador final. Tudo isto criou uma grande distorção no mercado imobiliário.
        Aos poucos vamos voltando para realidade.
        A Dona Dilma que se vire para criar empregos em outras áreas também, para a nova classe média.
        Meu pai demorou 1 ano e 9 meses, só que invés de capital/sp foi litoral/sp.
        Um outro amigo meu demorou 1 ano, deu mais sorte, aqui em capital/sp tb.

  4. CA / Post Author

    Especialista: preços de imóveis podem cair à metade – Band

    http://www.bolhaimobiliariabrasil.com/2015/05/11/especialista-precos-de-imoveis-podem-cair-a-metade-band/

    1. CA / Post Author

      Será que “podem” cair à metade como disse o “especialista” acima, ou já estão caindo pela metade em algumas localidades?

      Vejamos a notícia abaixo e trechos da mesma:

      Preço do m² de imóveis em PP reduz pela metade

      http://www.imparcial.com.br/site/preco-do-m%C2%B2-de-imoveis-em-pp-reduz-pela-metade

      “O preço do metro quadrado (m²) de um imóvel com dois dormitórios, em Presidente Prudente, caiu pela metade, entre 2013 e 2014, conforme pesquisa do Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis). O valor variava entre R$ 2.280,70 e R$ 2.361,11, em dezembro do ano retrasado, e ficou em R$ 1.142,86 nos registros do ano passado.”

      Outro trecho interessante da notícia acima:

      ““Primeiro é importante salientar que o preço é determinado pelo mercado, pois depende de oferta e procura. Não tem como fugir disso”, afirma.”

      Comento (CA): eles não tinham mandado abolir a lei de oferta e procura?! Será que vão mandar prender quem voltou a praticar esta lei?

      1. CA / Post Author

        Claro que tem lugar que está caindo menos, por enquanto…

        Segue link para relatório do SECOVI SC e alguns números extraídos do mesmo, na sequência:

        http://www.secovi-sc.com.br/admin/pdf/79ecad754662e4351c8688cbd5906749.pdf

        ¿Los precios no bajan?

        QUEDAS nos preços no 1º Tri em Itajaí:
        1 quarto: -10,49%
        2 quartos: -5,40%
        3 quartos: -5,38%
        4 quartos: -21,95%

  5. CA / Post Author

    “Exclusivo: após a Caixa, bancos decidem pela redução do percentual de financiamento”

    http://www.resimob.com.br/exclusivo-apos-a-caixa-bancos-decidem-pela-reducao-do-percentual-de-financiamento/

    Texto do link acima, de empresa do segmento imobiliário:

    “Em reunião realizada pelos sócios da ABECIP (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) decidiu-se pela redução do percentual de financiamento e aumento da taxa de juros de diversas entidades.

    A decisão acompanha o viés de baixa da Caixa, entretanto com percentuais deferentes.

    O assunto tramita de forma sigilosa, e cada instituição ficou responsável pela divulgação das novas condições.

    Alertamos aos corretores e clientes que providenciem com urgência a análise de crédito dos negócios em andamento. Sugerimos que não se aguarde nem mais uma semana.

    A informação é segura e ratificamos a sua promulgação nos próximos dias.

    A ABECIP conta com as principais instituições financeiras do país, entre elas Poupex, Bradesco, Citibank, BRB, Banco do Brasil, Itaú, Safra, HSBC, Santander, Banco Mercantil, Banrisul.”

    1. CA / Post Author

      É, acho que de fato não é um bom momento para os bancos privados assumirem parte da carteira podre que a CEF não quer mais atender…

      Moody corta rating de bancos brasileiros, com Itaú e Bradesco entre eles

      http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/4035166/moody-corta-rating-bancos-brasileiros-com-itau-bradesco-entre-eles

      1. Vilmar /

        É hora de fazer um negócio da China, vamo virar chinês!

      2. CA / Post Author

        Você se refere a notícia abaixo, que fala sobre um banco chinês colocar US$ 50 bilhões na CEF? Realmente é uma notícia que impressiona, vamos aguardar a visita do ministro chinês no dia 18 para ver o que vai acontecer, mas fica uma curiosidade muito grande sobre qual poderia ser o propósito de uma ação deste porte. O volume aportado na Petrobrás pelos chineses foi muito menor do que o que consta na notícia abaixo.

        http://blogs.estadao.com.br/sonia-racy/china-pode-investir-us50-bi-no-brasil/

        Trecho do link acima:

        “Há grande expectativa com a visita do Ministro da China, Li Keqiang, ao Brasil, dia 18.

        Além dos dois países assinarem acordo para a construção de uma ligação Interoceânica entre o Atlântico e Pacífico, pode ser anunciado também um investimento bombástico. A Caixa teria aporte de US$ 50 bilhões do Banco de Desenvolvimento da China.”

      3. Vilmar /

        Chinês são demais superavitários, não tem mais onde por dinheiro. África tem tido muito capital chinês tb, assim como América do Sul.

      4. CA / Post Author

        Já sobre a possibilidade de liberação do compulsório:

        “Governo rejeita liberar compulsório para financiar imóvel”

        http://mobile.valor.com.br/financas/4045106/governo-rejeita-liberar-compulsorio-para-financiar-imovel

        Trecho do link acima:

        “Finanças
        05h00
        Governo rejeita liberar compulsório para financiar imóvel
        Nas últimas semanas, entidades da construção civil entregaram à área econômica do governo proposta para impulsionar o crédito imobiliário. Uma delas é a liberação do compulsório da poupança de até R$ 40 bilhões. O Banco Central e o Ministério da Fazenda não estão muito sensíveis a essa demanda.”

      5. CA / Post Author

        Era esperado que Governo não liberasse este compulsório, só faria isso se cedesse à pressão política via construtoras desesperadas em prolongar ao máximo a bolha que criaram e que destrói a economia.

        O Governo sabe muito bem de nossa bolha imobiliária, melhor do que muitos pensam e com mais detalhes do que nós temos para alguns assuntos (a situação REAL da CEF e da qualidade do crédito imobiliário que ela detém, por exemplo), embora possivelmente desconheçam os detalhes e intensidade de certos mecanismos (como as vendas falsas na planta e o volume real de especuladores no mercado), só que como sempre ocorre, ele negará isto até a morte e continuará tomando ações para tentar explodir a bolha lentamente.

        Na verdade a SELIC não teve o choque necessário para reverter anos de maquiagens, pedaladas e irresponsabilidade fiscal, tanto que quando tínhamos esta inflação anual a SELIC era muito maior no passado e esta estratégia de SELIC menor que o indicado já teve a finalidade de tentar fazer um ajuste “gradual”, que não impactasse tão fortemente os empregos, por isto também a promessa de atingirem o centro da meta de inflação só ao final de 2.016, que como sabemos, mesmo sendo um prazo que é o dobro do compromissado originalmente, tem tudo para que esta nova meta também não seja alcançada (expectativa hoje é que ao final de 2.016 a inflação esteja entre 5,5% e 6%, a continuarmos neste ritmo de ajustes). Idem com relação aos aumentos nos juros para o crédito imobiliário concedidos por bancos públicos, também sub-dimensionados em relação ao que deveriam ser.

        Até mesmo o ajuste fiscal do Governo, pelas ações prometidas e o prazo de aprovação / implantação, mais os ajustes (redução de meta de corte) que estão ocorrendo, não alcançará a meta de superávit de 1,2% para 2.015, se continuarmos só com o que está planejado, deverá ficar em algo entre 0,7% e 0,9%, isto considerando que não teríamos maquiagens e pedaladas. Por isto que existem apostas no “Levy 2″, que seria um pacote adicional de cortes de despesas do Governo e de aumentos em impostos, para pelo menos tentar de forma mais realista atingir o superávit de 1,2%. Lembrando que este percentual de 1,2% é pouco em relação ao que deveríamos gerar, mas foi o máximo que o ministro da fazenda considerou viável para atingir.

        Da mesma forma, quando o Governo dificultou mais o crédito imobiliário do usado do que novo, foi mais uma tentativa de fazer com que o impacto seja gradual, tentando dar uma oportunidade para as construtoras desovarem seus estoques absurdos com mais velocidade, não paralisando as obras em 100% e assim não aumentando de forma mais brusca o desemprego, que já está sendo puxado pela construção civil, não só em função da bolha imobiliária, mas também pelo término da Copa do Mundo (embora ainda existam obras “para Copa do Mundo” em andamento, mas são muito poucas) e principalmente em função dos efeitos da Lava Jato que já fizeram com que algumas grandes empreiteiras tenham entrado em Recuperação Judicial e tenhamos um volume recorde de obras abandonadas e de novas empresas deste segmento ameaçadas de entrarem em recuperação judicial também.

        Fazer mais do que consta acima, como por exemplo ampliar o uso do compulsório da poupança, para o Governo seria realmente uma ação improdutiva, porque além de gerar uma sobrevida por prazo muito curto, faria com que os efeitos colaterais fossem muito piores, sendo que, por incrível que pareça para alguns, o Governo já está no limite máximo de “gradualismo” e neste ritmo já tem dificuldades ENORMES para cumprir suas metas de superávit primário de 2.015 e de inflação para 2.016, ou seja, ele não tem espaço para novas concessões como a sugerida para poupança.

        Isto não significativa que o segmento imobiliário desistiu de seu lobby, em comentário mais abaixo vemos medidas em que estão pensando em como ampliar o uso do FGTS, no entanto, da forma como estão sugerindo estas medidas, não salvariam as construtoras e seus super-estoques, basta considerar que estão avaliando um possível aumento do teto de uso do FGTS para imóveis de até R$ 300 mil e o último relatório do SECOVI SP apontou que o preço médio dos imóveis comercializados em março/2015 foi próximo de R$ 500 mil, sendo que sabemos que a oferta de imóveis com preços de até R$ 300 mil corresponde a algo entre 15% e 20% do total.

      6. CA / Post Author

        Governo pode facilitar uso do FGTS no crédito imobiliário

        http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,governo-pode-facilitar-uso-do-fgts-no-credito-imobiliario,1685611

        Trechos do link acima:

        “A sugestão é ampliar o teto para R$ 300 mil e cobrar nessas operações taxas intermediárias entre as que são cobradas nos financiamentos com recursos da poupança e as dos empréstimos com FGTS.”

        “Cenário. No Banco do Brasil, a retirada de dinheiro também preocupa, e a instituição já recorreu a outras formas de captação, como a LCI”

      7. Vilmar /

        Boa notícia para construtoras, imobiliárias e corretores.
        Mais lenha na fogueira.

      8. CA / Post Author

        É, mas parece que não está sendo levada muito a sério pelos bancos no Brasil. Veja a notícia abaixo da valor e um trecho que destaco da mesma, que aliás, é uma “comédia” uma vez que faz anos que o pessoal nega esta hipótese veementemente e do nada, dizem que pode acontecer (???):

        http://www.valor.com.br/impresso

        “Numa tentativa de sensibilizar o governo a liberar os recursos dos compulsórios, bancos têm argumentado que a falta de recursos para financiamentos imobiliários poderá levar a uma queda na demanda e no preço dos imóveis no Brasil, com possíveis desdobramentos para a saúde do sistema bancário comparáveis ao subprime americano. “

      9. Vilmar /

        Boa, o Valor é bem influente, formador de opinião, quem sabe não sensibiliza mais gente!
        Precisa tirar a cortina de fumaça do setor, mas está dureza!!!

      10. CA / Post Author

        Sobre os R$ 300 mil do FGTS, não alivia quase nada para segmento imobiliário, pois primeiro eles teriam que ter oferta neste patamar de preços e hoje as ofertas abaixo deste valor representam menos de 15% do total, tanto para novos quanto usados.

        Por R$ 300 mil, no caso de São Paulo, por exemplo, só vão conseguir otimizar as vendas de quitinetes, só que o estoque de 3 e 4 dormitórios, que é o maior de todos (3 dormitórios tem estoque para mais de uma década de vendas, 4 dormitórios estoque para mais de duas décadas de vendas), não vai ser afetado em absolutamente nada por uma possível mudança como esta.

      11. CA / Post Author

        Ah, a Valor fez duas versões da notícia, a que consta acima que é a imprensa e no site deles tem acesso restrito (só para assinantes) e a que consta abaixo, que é a digital, com conteúdo diferente, mas ainda falando sobre o mesmo tema e com acesso livre, onde “acho” que eles foram até um “pouquinho” mais explícitos, veja o título da matéria:

        FUGA DA CADERNETA PODE CRIAR UM SUBPRIME

        http://www.valor.com.br/valor-investe/casa-das-caldeiras/4040216/fuga-da-caderneta-pode-criar-um-%25E2%2580%2598subprime%25E2%2580%2599

      12. Vilmar /

        Interessante, talvez os grandes do setor estejam em atraso com a mensalidade das grandes mídias, vai saber, rsrsrs!
        Vários deles estão parando de pegar leve.
        Vamos ver até quando….

  6. Vilmar /

    Governo estuda liberar R$ 40 bilhões da poupança para financiar habitação
    Recursos estão retidos no Banco Central em depósitos compulsórios e ajudariam a conter crise na construção civil
    por Geralda Doca
    11/05/2015 6:00 / Atualizado 11/05/2015 7:39

    http://oglobo.globo.com/economia/governo-estuda-liberar-40-bilhoes-da-poupanca-para-financiar-habitacao-16115937

    e o ajuste fiscal fica “aondi” ????

    1. CA /

      O Governo sempre fazendo o possível e o não recomendado para salvar a maior especulação imobiliária do Mundo e que prejudicou e continua prejudicando profundamente à nossa economia.

      Em Agosto do ano passado, fizeram uma chantagem com bancos privados retendo parte do compulsório sem remuneração e vinculando sua utilização pelos bancos somente se fosse para crédito imobiliário ou automotivo.

      A situação acima “salvou” as construtoras? Não, apenas reduziu o tamanho do tombo, mas mesmo assim, tiveram queda superior a 30% nas vendas na comparação com ano anterior e atingiram o recorde histórico de imóveis sem vender em seu poder e recorde também na proporção destes imóveis em relação à vendas.

      No início de 2.015 já tivemos quedas nas vendas de novos que foram superiores a 20%, sobre uma péssima base de comparação que foi o ano de 2.014, que até então era o pior resultado desde o início da bolha. O Governo ficou sem verba da poupança e teve que reduzir a participação da CEF a partir de abril/15 (isto ainda nem se refletiu nas quedas que mencionei neste parágrafo), com isto, apelaram novamente para tentar “desviar” o crédito imobiliário do usado para o novo, com redução radical do percentual financiável de imóveis usados pela CEF (de 90% do início do ano para 50%) e redução muito menor do percentual financiável para novos (de 90% do início do ano para 80% em abril).

      A “estratégia” recente de tentar desviar vendas de usados para novos e deixar os proprietários de usados com o maior prejuízo inicial, tentando salvar os amigos construtores, é um tiro no pé, conforme detalhado no tópico.

      Pela notícia acima, novamente pretendem salvar as construtoras liberando mais crédito e provavelmente de novo com alguma nova chantagem junto aos bancos privados, para tentarem continuar forçando a barra para que esta anomalia não se resolva. Como toda “pedalada” feita pelo Governo e pelo segmento imobiliário ao longo de anos, a tendência é de que agravem cada vez mais as consequências previstas, como no exemplo de 2.014 em que fecharam o ano com recorde histórico de imóveis sem vender.

      1. CA /

        Só para complementar sobre os prejuízos à economia que a bolha imobiliária causa, que mencionei no primeiro parágrafo do comentário acima e sobre o que podemos esperar de prejuízos adicionais caso esta nova pedalada se concretize:

        O crescimento rápido nos empregos da construção civil sem nenhum ganho de produtividade, colaborou e muito para aumento da inflação, assim como a disparada no preço do M2 comercial que foi repassado para preços de produtos e serviços que se utilizam destas áreas.

        As pedaladas anteriores do Governo para tentar manter a bolha inflada (“conter” inflação via represamento de aumentos de energia elétrica e combustíveis, além de manipulações no câmbio, para não ter que aumentar os juros), também sempre colaboraram para o aumento da inflação no momento seguinte (quando acaba o fôlego para pedaladas), o que obriga o aumento do juros, sendo que esta combinação de inflação e juros altos sempre ajudam no estrangulamento da renda das famílias, no seu super endividamento e aumento de inadimplência, sem contar a grande colaboração dos preços proibitivos das “parcelinhas” dos imóveis ou do valor do aluguel para que as famílias tenham cada vez menos dinheiro disponível para o consumo e assim o PIB caia cada vez mais e ainda, os valores proibitivos do M2 comercial que tornaram muitos pequenos negócios inviáveis (fecharam ou não puderam ser abertos).

        A esta altura do campeonato, depois que tudo que consta acima já estar mais do que provado e ainda um pouco longe das próximas eleições que serão no final de 2.016 (prefeituras), manter as pedaladas é um contra-senso: aumentam o tamanho da explosão e correm o risco da mesma ser mais intensa bem próximo das eleições, se fizerem isto, será mais um suicídio político para a coleção. Isto sem contar que o aumento esperado da inflação no curtíssimo prazo vindo destas novas pedaladas obrigará aumentos ainda maiores nos juros, fazendo com que o efeito destrutivo seja amplificado para economia, ou então abandonam de vez qualquer controle da inflação, o que além do prejuízo imediato a todos, também se refletiria em aumento cada vez maior do risco de perda do grau de investimento do país…

      2. Vilmar /

        O governo quer apagar a fogueira jogando mais gasolina!!

      3. CA / Post Author

        Sim, é isto mesmo!

        Acho que por enquanto estão só cogitando esta possibilidade em virtude de todo o desespero do segmento imobiliário ao ver a bolha explodir de forma mais visível com o aumento de juros e diminuição de limites financiáveis da CEF, mas não resta a menor dúvida de que se fizerem isto, estarão retornando à época do Mantega e o “desenvolvimentismo”, com “soluções” improvisadas e quebra-galho para tentar ganhar fôlego, só piorando o tamanho do problema, uma vez que estas “soluções” são conflitantes com demais medidas adotadas e tiram toda a confiança do mercado (incluindo agências de risco) quanto ao Governo e os caminhos adotados.

        Engraçado, de repente o mercado imobiliário ficou desesperado porque apenas um banco aumentou suas restrições de crédito imobiliário, sendo seguido timidamente por outro banco “público” (BB). Se não temos bolha, como a modificação de regras de apenas UM banco pode destruir todo o segmento? Ainda se fosse como Freddie Mac e Fannie Mae nos EUA durante a bolha deles, mas aqui, somos muito mais seguros e não centralizamos tanto em bancos suspeitos ou ligados ao Governo, não é mesmo? kkkkkkkkkkkkkkkkkk

      4. CA / Post Author

        Abaixo, mais uma opinião a este respeito:

        “Liberar compulsório é remédio contraditório com alta de juro”

        http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2015/05/11/liberar-compulsorio-remedio-contraditorio-com-alta-de-juros-566473.asp

        Trechos do link acima:

        “Aumentar os juros e liberar o compulsório são tratamentos conflitantes, portanto. É como se o paciente estivesse recebendo, ao mesmo tempo, um remédio para parar de tossir e um xarope expectorante.”

        “Vai sobrar a parte amarga do processo: o gasto cada vez maior com o pagamento de juros.”

      5. Vilmar /

        Ótima!
        O nosso sistema financeiro é sólido, como dizia o jaz Mantega, agora aluno do Pronatec.

  7. CA / Post Author

    Fuga da caderneta pode semear crise imobiliária

    http://www.valor.com.br/financas/4040590/fuga-da-caderneta-pode-semear-crise-imobiliaria

    “Mantida a tendência de resgates na poupança, o problema de funding dos demais bancos também tendem a se agravar e é ai que entra a preocupação do banqueiro. A falta de crédito que começa a se materializar, e que não se sabe até onde chegará, DEVE DERRUBAR O PREÇO DOS IMÓVEIS USADOS E NOVOS. Dependendo da magnitude do tombo, as consequências podem ser bastante sérias. As incorporadoras terão seus estoques de imóveis depreciados. Os mutuários terão seu patrimônio desvalorizado e, no entanto, ainda terão dívidas elevadas a pagar, criando uma situação de desincentivo para o pagamento das prestações. O problema logo bateria nos bancos, que ficariam com garantias inferiores aos valores de seus contratos e o efeito dominó estaria dado. Ainda é cedo entretanto para medir a extensão do problema.”

    1. Vilmar /

      Não seria semear, seria incrementar a palavra correta.

  8. CA / Post Author

    Mais uma notícia dando conta que a redução do crédito imobiliário por parte da CEF não ficará restrita a imóveis usados e dando exemplo de construtoras que já tiveram crédito prometido cancelado:

    Caixa revê crédito a imóveis após poupança perder R$ 7 bilhões

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/05/1626288-caixa-reve-credito-a-imoveis-apos-poupanca-perder-r-7-bilhoes.shtml?mobile

  9. Vilmar /

    BALANÇO DAS “DESTRUTORAS” BREAK NEWS:

    Confira a atualização dos principais destaques da Bovespa no pregão desta sexta-feira

    10h59: Suzano (SUZB5, R$ 15,19, +0,46%)
    A companhia reverteu lucro de R$ 201 milhões do primeiro trimestre de 2014 para prejuízo de R$ 762 milhões nestes primeiros três meses de 2015. A receita líquida fechou em R$ 2,147 bilhões, 53,4% maior que a do ano passado quando foi de R$ 1,400 bilhão. Segundo o Itaú BBA, a companhia continua apresentando melhora nos resultados e processo de desalavancagem está em curso. A ação segue como top pick do banco. Para o Bradesco BBI, o “momentum” positivo no lucro continua, destacando que o desempenho operacional robusto de custos compensou a deterioração pior do que o esperado na divisão de papel.

    10h55: Lojas Americanas (LAME4, R$ 17,52, 0,0%)
    A Lojas Americanas registrou uma queda de 14,3% no lucro líquido, para R$ 22,208 milhões ante R$ 25,923 milhões do mesmo período do ano passado. Já a receita líquida da empresa ficou em R$ 4,095 bilhões no primeiro trimestre, alta de 20,7% ante os R$ 3,391 bilhões dos primeiros três meses do ano passado. O Ebitda ajustado foi de R$ 453,8 milhões, avanço de 18,1% na mesma base de comparação.

    Para o BTG Pactual, a companhia segue como uma de suas top picks, com margens definidas para melhorar no segundo trimestre. O Credit Suisse comentou que a companhia reportou bons números em cima da B2W e também do número melhor de lojas físicas, contribuindo para o crescimento do Ebitda.

    10h46: Marfrig (MRFG3, R$ 4,27, -2,06%)
    A Marfrig teve prejuízo líquido de R$ 570,9 milhões no primeiro trimestre, frente a resultado negativo de R$ 96,4 milhões no mesmo período do ano passado. O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 438,5 milhões, avanço de 11,66% na mesma base de comparação.

    10h44: Viver (VIVR3, R$ 0,06, -14,29%)
    A Moody’s rebaixou hoje os ratings corporativos atribuídos à Viver Incorporadora e Construtora de Caa1 para Caa3 com perspectiva negativa. O rebaixamento ocorreu após o não pagamento de um vencimento de R$ 115 milhões em juros e principal com vencimento em 30 de abril de 2015 referente à R$ 300 milhões em debêntures seniores com garantias reais emitidas ao Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS) em 2011, com vencimento final em outubro de 2016, explicou a agência. “A não ser que haja um aditivo dentro dos 5 dias úteis do período de carência, isso representará um evento de default de acordo com a escritura do título e pode deflagrar uma aceleração das outras dívidas da empresa, consequentemente exercendo maior pressão para reestruturações adicionais de dívidas o que poderia impor perdas significativas para os credores”, completou.

    10h32: B2W (BTOW3, R$ 25,70, +4,47%)
    O lucro líquido da varejista online caiu 12,5% no primeiro trimestre, passando de R$ 57,615 milhões para R$ 50,408 milhões. A receita líquida, por sua vez, subiu 23,5% na mesma base de comparação e atingiu R$ 2,137 bilhões. O custo de vendas subiu 27% na comparação anual e passou de R$ 1,311 bilhão para R$ 1,665 bilhão.

    O BTG Pactual destacou que a companhia teve crescimento forte de vendas e revelou iniciativas para melhorar seu desempenho.

    10h26: Cia Hering (HGTX3, R$ 16,16, -13,58%)
    A varejista desaba após balanço do primeiro trimestre. A empresa mostrou lucro líquido de R$ 41,510 milhões no primeiro trimestre, queda de 35,7% na comparação com 2014. Além disso, a companhia alertou sobre possível manutenção da fraqueza nos próximos trimestres.

    Para o Credit Suisse, o problema não é a coleção da companhia, mas sim a aversão ao risco da rede, que tem reduzido ordens no macro mais difícil. Analistas do banco acreditam que a empresa pode forçar uma troca de estoque. Mas, no geral, o cenário segue ruim e eles acham difícil ter visibilidade para o papel, devendo ter mais revisões de projeções para baixo.

    10h25: Iochpe-Maxion (MYPK3, R$ 10,85, -3,81%)
    A empresa de auto-peças, divulgou resultado do primeiro trimestre de 2015 e atingiu lucro líquido de R$ 62,978 milhões, uma diferença positiva de 92% em relação aos R$ 35,926 milhões de 2014. A receita fechou em R$ 1,51 bilhão, 9,1% acima dos R$ 1,38 bilhão do ano passado. Com um Ebitda 27,8% maior que o do mesmo período de 2014, que fechou em R$ 115,017 milhões, agora em R$ 147,048 milhões.

    Segundo o Itaú BBA, os resultados foram fracos, com endividamento elevado, sendo a grande preocupação, o que, provavelmente, continuará reduzindo o desempenho da ação. Para o Bradesco BBI, é esperado uma reação negativa do mercado, destacando que o desempenho operacional continuou sendo afetado negativamente pelas operações no Brasil.

    10h23: Magazine Luiza (MGLU3, R$ 5,39, -3,07%)
    A Magazine Luiza encerrou o trimestre com lucro de R$ 2,9 milhões, queda de 86,1% em relação aos R$ 20,5 milhões de 2014. Sua receita também foi mais baixa este trimestre, em comparação ao mesmo período do ano passado, fechando em R$ 2,252 bilhões, diferença de 0,7% negativos aos R$ 2,268 milhões. O Ebitda encerrou em R$ 127 milhões, 5,5% a mais que em 2014, contra R$ 120,8 milhões. A margem Ebitda foi de 5,7%, um aumento de 0,4 p.p.

    Segundo o BTG Pactual, a receita segue melhorando gradualmente apesar dos resultados financeiros afetarem o resultado líquido. “A lucratividade está em níveis decentes”, disseram analistas do banco.

    10h20: Pão de Açúcar (PCAR4, R$ 99,17, -2,10%)
    O Pão de Açúcar viu seu lucro líquido cair 25,6% de janeiro a março, passando de R$ 338 milhões no início do ano passado, para atuais R$ 252 milhões. As despesas operacionais da empresa cresceram 18%, para R$ 3,2 bilhões no período. A margem Ebitda caiu 7%, para 5,5%, enquanto a receita líquida subiu 14,8%, para R$ 17,2 bilhões no primeiro trimestre.

    Segundo o Itaú BBA, a companhia não foi capaz de apresentar crescimento no Ebitda e lucro líquido e é esperado resultado mais forte no segundo semestre deste ano.

    10h17: Even (EVEN3, R$ 4,27, -6,15%)
    A Even mostrou lucro de R$ 31,058 milhões, uma queda de 42% em relação aos R$ 53,813 milhões de 2014. A receita líquida foi de R$ 467,638 milhões, R$ 7,851 milhões a menos em comparação ao período de 2014. O Ebitda encerrou em R$ 71,699 milhões, 12% abaixo do ano passado quando foi de R$ 81,747. A margem Ebitda foi de 15,3%, 1,9 p.p a menos que em 2014.

    O Itaú BBA já ressaltava antes da abertura do pregão que esperava reação negativa do mercado após os números, com dados mais fracos em função de margens operacionais menores. A companhia foi rebaixada para market perform (desempenho em linha com a média) pelo Bradesco BBI. O banco diz acreditar que o setor agora precisa de prêmio de risco ainda mais elevado, dado o cenário macroeconômico e restrições de crédito em curso. “A ação tem superado o desempenho do setor nas últimas semanas e estes resultados trimestrais devem inverter essa tendência”, disseram os analistas.

    10h10: Eztec (EZTC3, R$ 17,54, +7,28%)
    A Eztec teve lucro líquido de R$ 133,1 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 39% na comparação com o mesmo trimestre de 2014. Esse foi o maior lucro trimestral da empresa desde 2013. A receita líquida totalizou R$ 231,7 milhões, avanço de 10%.

    Para o BTG Pactual, a companhia mais uma vez manteve a lucratividade, apesar da demanda menor e estoques maiores, enquanto manteve o endividamento em níveis baixos.

    10h08: Gafisa (GFSA3, R$ 2,92, +3,55%)
    A Gafisa encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 31,65 milhões, revertendo prejuízo de R$ 39,79 milhões em igual período do ano anterior, informou na noite de quinta-feira. O Ebitda ajustado da empresa foi de R$ 96,36 milhões, avanço de 264% na mesma base de comparação.

    Segundo o BTG Pactual, os números foram ligeiramente melhor do que o esperado, principalmente estimulado pelo “ramp-up” das operações da Tenda. Para os analistas, a companhia, provavelmente, continuará enfrentando desafios para melhorar o ROE (Retorno Sobre o Patrimônio Líquido).

    10h04: Vale (VALE3, R$ 24,55, +2,81%; VALE5)
    Depois de cair forte por dois pregões seguidos, anulando os ganhos das duas primeiras sessões desta semana, as ações da Vale voltam a subir hoje. Acompanham o movimento os papéis da Bradespar (BRAP4, R$ 12,97, +1,49%), holding que detém participação na mineradora.

    10h03: Estácio (ESTC3, R$ 18,79, +2,96%)
    A Estácio mostrou lucro de R$ 130,6 milhões, uma variação positiva de 3,8% em relação aos R$ 125,8 milhões do período semelhante em 2014. Sua receita foi de R$ 722,3 milhões, com 34,2% a mais que 2014, uma diferença de R$ 184,1 milhões. Seu Ebitda foi de R$ 195,9 milhões, em relação aos R$ 129,4 milhões, um aumento de 51,4%. A margem fechou em 27,1%, 3,1 p.p a mais que 24% de 2014.

    Segundo o Itaú BBA, os resultados foram bons, com a companhia reduzindo o cancelamento entre trimestres para 2,9% da sua base de alunos, contra 3,6% no quarto trimestre. Para os analistas, controlar as desistências parece ser o foco em 2015 com menor disponibilidade de contratos do Fies. O Bradesco BBI destacou crescimento sólido da base de alunos, apontando que a companhia deve seguir mostrando bons resultados durante o ano.

    http://defendaseudinheiro.com.br/opcoes-binarias-e-fraude-ou-nao

  10. Vilmar /

    Pergunta básica:

    – Se o mercado está bem paradão, por que ainda existe tanta resistência para permuta de imóveis? Não seria melhor os corretores e imobiliárias ganharem algo menos nestas transações do que ficar meses sem ganhar nada, talvez até o ano todo??

    Vejo que existe uma boa resistência para permuta.

    Se ninguém tem dinheiro sobrando na praça, se governo secou o crédito imobiliário, qual a saída deste povo???

    Sinistro, né não??

    1. Vilmar /

      Saída de recursos da poupança é a maior para o mês de abril em 20 anos, diz BC
      Saques superaram os depósitos em R$ 5,851 bilhões, mas resultado ainda foi melhor do que em março

      istoe.com.br/reportagens/417184_SAIDA+DE+RECURSOS+DA+POUPANCA+E+A+MAIOR+PARA+O+MES+DE+ABRIL+EM+20+ANOS+DIZ+BC?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

       

      BB segue Caixa e eleva taxa para financiamento imobiliário, mas amplia prazo

      Segundo o banco estatal, “em função dos maiores custos de captação”, a taxa máxima para o financiamento com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) subirá 0,5 ponto percentual, para 10,4 por cento ao ano, acrescida da taxa referencial (TR). As novas taxas entram em vigor no dia 18 de maio.
      br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0NS28120150507

    2. CA / Post Author

      Vilmar,

      Acho que ainda não caiu a ficha para muitos vendedores de imóveis quanto a realidade, por isto eles se colocam resistentes à permutas e os corretores não conseguem convence-los.

      Além disto, temos alguns problemas quanto ao “preço de troca”: é normal que uma das partes ou ambos tentem “supervalorizar” o seu bem e desvalorizar o do outro (lei de Gérson), gerando só perda de tempo sem negócio concluído.

      Por fim, uma parte dos vendedores está só interessado em faturar uma grana alta antes que o despencar dos preços fique mais visível, embora estejam nitidamente muito atrasados nesta estratégia, mas sabe como é, a esperança de arrumar um tolo maior é a última que morre…

      Em tempo: ao que me recordo, você estaria procurando um imóvel de maior preço, não é? Neste contexto, o tempo passando acaba te beneficiando (assumindo que como você comentou não poderia tentar vender e ficar no aluguel agora). Motivo: quanto mais caírem os preços dos imóveis envolvidos na permuta, menor ficará a diferença a ser paga por quem tem o imóvel de menor valor. O único problema é que com o passar do tempo a sua dificuldade para vender vai aumentar cada vez mais e você ficará cada vez mais preso à opção de permuta.

      1. Vilmar /

        Sim, por aí mesmo!
        Tenho um amigo que está trabalhando com imóveis, corretor. Ele me falou que existe procura por imóveis de altíssimo padrão, ou seja, para classe A, pro povo que não importa crise, no geral, eles sempre tem dinheiro, imóveis a partir de 2 milhões.
        Para a classe média, lascou-se, pois o crédito secou.
        A classe baixa ainda consegue comprar via MCMV, pois a Dilma subsidia, só não sei até quando, pois o ajuste fiscal está secando a grana do governo também.

  11. CA / Post Author

    O FIPE Zap continua simulando que a queda dos preços dos imóveis é “gradual”, para não assustar os potenciais compradores e tentar tranquilizar aqueles vendedores que estão anunciando no Zap Imóveis há anos sem conseguir vender. Lembrando que o FIPE Zap é o índice de preços dos imóveis NÃO vendidos, pois mais de 99% do que está anunciado lá todo mês NÃO é vendido!

    Impressionante a imprensa ainda fazer de conta que este é o índice que mede o preço dos imóveis vendidos, até quando conseguirão segurar esta farsa? Mesmo sendo uma empresa das Organizações Globo, todos os proprietários de imóveis que anunciam por lá estão percebendo que não se vende nada, alguns que tenham o mínimo de espirito crítico já devem ter parado para pensar que este índice não faz sentido, em breve isto pode se tornar epidêmico e muitos começarem a notar, quero ver como a Globo vai se virar para manter a farsa…

    Seguem os dados do FIPE Zap, nem ele consegue simular um crescimento em termos reais (acima da inflação), ou seja, até para entrar no Zap Imóveis e aumentar o preço do anúncio o pessoal já não se sente tão à vontade, o que significa que a situação realmente está muito feia…

    Preço de imóveis residenciais no Brasil segue abaixo da inflação em abril, diz FipeZap

    http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKBN0NR10O20150506

  12. CA / Post Author

    Com crise, 250 concessionárias foram fechadas neste ano, informa FENABRAVE

    http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/carros/noticia/4021509/com-crise-250-concessionarias-foram-fechadas-neste-ano-informa-fenabrave

  13. CA / Post Author

    Notícia relevante de hoje, publicada às 6:01 da manhã:

    A Caixa vai fechar o cofre

    http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/a-caixa-vai-fechar-o-cofre/

    Nos últimos dias, o setor de construção civil começou a receber informações da cúpula da Caixa Econômica Federal a respeito de um pesado arrocho na liberação de recursos para o financiamento da casa própria. Em resumo, a Caixa vai fechar o cofre.

    Será uma espécie de novo Fies. O corte no financiamento dos universitários está prestes a acontecer na casa própria.

    Mais uma má notícia para a economia e, obviamente, mais motivos para uma nova queda de popularidade de Dilma Rousseff.

    Talvez neste primeiro momento o governo queira dourar a pílula, tentando negar. Mas a julgar pelos alertas que o setor de construção civil ouviu, a torneira está sendo fechada.

    Por Lauro Jardim

  14. CA / Post Author

    E a inflação, que tinha tudo para reduzir no meio do ano???

    http://exame.abril.com.br/economia/noticias/aneel-propoe-reajuste-de-15-16-da-eletropaulo

    Brasília – As tarifas da Eletropaulo devem aumentar 15,16% a partir de 4 de julho, segundo proposta da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    Para grandes consumidores, como indústrias, a Aneel sugere um aumento de 12,21%, e para consumidores conectados à baixa tensão, como residenciais, a alta seria de 16,73%.

    O reajuste diz respeito à proposta da agência para a quarta revisão tarifária da companhia.”

  15. CA / Post Author

    http://brasileconomico.ig.com.br/brasil/2015-05-05/construcao-em-compasso-de-espera-por-obras-federais.html

    “O freio no setor imobiliário deve aprofundar a crise no mercado de trabalho da construção civil, visto que 2/3 dos empregos gerados pela atividade são originários do segmento e dos serviços domiciliares. No primeiro trimestre deste ano, a atividade atingiu saldo líquido negativo de geração de vagas de 50.974 postos.

  16. CA / Post Author

    “Fiat anuncia férias coletivas para 2 mil trabalhadores

    http://www.diariodocomercio.com.br/noticia.php?tit=fiat_anuncia_ferias_coletivas_para_2_mil_trabalhadores&id=153238

  17. CA / Post Author

    http://www.otempo.com.br/capa/economia/pedidos-de-fal%C3%AAncias-atingem-maior-n%C3%ADvel-mostra-serasa-experia-1.1033897

    Os pedidos de falência apresentaram alta de 15% em abril, na comparação com março, segundo a empresa de consultoria Serasa Experian. Foram registrados 161 pedidos em todo o país, o maior número do ano. Segundo o estudo, este também foi o pior resultado para um mês de abril nos últimos três anos. Na comparação com abril de 2014, a quantidade de pedidos de falência cresceu 23,8%.”

  18. CA / Post Author

    Confirmando o que eu já havia dito aqui sobre as informações do CAGED:

    “PESQUISA CAGED

    Empresas estão contratando trabalhadores por salários menores”

    http://g1.globo.com/jornal-hoje/edicoes/2015/05/05.html#!v/4156956

    1. Vilmar /

      E o PL 4330 nem saiu do papel ainda!!!
      http://direitacentroesquerda.blogspot.com.br/2015/04/pl-4330-sera-barrado-no-senado.html

      1. CA / Post Author

        Olha Vilmar, sinceramente eu apoio as iniciativas do Levy e outros projetos sugeridos, como o que consta acima, embora não sejam as ações mais completas, pois enquanto a retirada dos subsídios que distorcem a economia são muito boas, não vemos como contra-partida uma redução mais efetiva de outras despesas fixas do Governo, o que indica impostos elevados por um prazo longo, mas se considerarmos que a alternativa é a volta da política “desenvolvimentista” e repleta de maquiagens da turma do Mantega, temos que levantar as mãos para o céu…

        Também acho super bem-vindas as tentativas de recuperar o processo de parceria pública privada que era seguido pelo governo anterior do PSDB.

        O problema maior é que a POLITICAGEM (pejorativo mesmo) está tão grande entre o executivo e o legislativo que dá a impressão de que nem o ajuste fiscal de 1,2% que seria o MÍNIMO esperado poderá ser alcançado neste ano e quando isto ficar claro demais para S&P, teremos sérios riscos de perder o grau de investimento. Temos que gerar um superávit mensal de R$ 10 bi se não me engano, em função das pedaladas absurdas de 2.014 combinadas com os atrasos nas aprovações das medidas, já está virando uma “missão impossível” e cada vez mais provável que fique entre 0,7% a 0,9% ao final do ano, a conferir…

        Acho que o que está acontecendo é que a Dilma fez joguinho com esta PL 4330 para empurrar o ônus da impopularidade para o legislativo e agora o legislativo está brincando de dar o troco, já temos inclusive uma proposta do Cunha para dobrar o rendimento do FGTS (o que casualmente terminaria de destruir o financiamento imobiliário, pois juros vinculados ao FGTS teriam que aumentar muito, incluindo o MCMV), só para que a Dilma tenha que vetar futuramente e se indispor com os trabalhadores. Picuinhas infantis e enquanto isto, tanto o ajuste fiscal como o novo plano de investimentos em infraestrutura ficam parados, atrasando cada vez mais o seu início (se é que vão ser aprovados como planejados) e assim, nos colocando em riscos cada vez maiores.

      2. CA / Post Author

        Dá uma olhada no que eu falei sobre as picuinhas e o lance do FGTS logo abaixo:

        “Após quase 50 anos FGTS pode sofrer mudança histórica e dobrar rendimento ao trabalhador

        http://noticias.r7.com/brasil/apos-quase-50-anos-fgts-pode-sofrer-mudanca-historica-e-dobrar-rendimento-ao-trabalhador-05052015

        “Se o projeto for aprovado, vai ficar mais caro para o governo emprestar o dinheiro do trabalhador para construir casas. A consequência pode ser uma desaceleração de programas como o Minha Casa Minha Vida.”

      3. Vilmar /

        Concordo contigo em tudo que disse aí!
        Aquilo lá em Brasília virou um verdadeiro “House of Cards”, ótima série da Netflix.

      4. CA /

        É, infelizmente aconteceu aquilo que era previsto:

        “Irritado com Lula,PMDB na câmara decide barrar ajuste fiscal”

        http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/irritado-com-lula-pmdb-na-camara-decide-barrar-ajuste-fiscal

        Trechos do link acima:

        “Mas o cenário mudou depois que Lula criticou, durante o programa do PT, o projeto de amplia a possibilidade de terceirização de serviços pelas empresas, aprovado pela Câmara após um empenho particular do PMDB.

        O ex-presidente diz que o texto faz o Brasil “voltar ao que era no começo do século passado”, quando o trabalhador não tinha “dignidade”. “Vamos seguir a orientação do presidente Lula. Vamos combater a retirada do direito dos trabalhadores”, ironizou o líder do PMDB, Leonardo Picciani (PMDB-RJ). “Nós não vamos mais votar a medida provisória até que o PT nos explique o que quer, e, se for o caso, feche questão para a votação das matérias do ajuste fiscal. Se não for assim, não conte conosco.”

      5. Vilmar /

        É só o PT dar o que ele quer, estes caras sempre estão com o pires $$$ na mão!!
        Normal isto.
        Este Cunha vale menos que uma nota de 1 real.

      6. Vilmar /

        Ajuste fiscal aprovado.
        🙂

      7. CA / Post Author

        Enquanto isto, até os “especialistas” otimistas vão desanimando…

        “Análises da Folha, 3 anos de recessão com arrocho e estagnação e Dilma à beira do precípicio”

        http://m.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/153550-analises-da-folha-3-anos-de-recessao-com-arrocho-e-estagnacao-e-dilma-a-beira-do-precipicio.html#.VUk_qcO5dzR

        “A ECONOMIA DO Brasil vai ficar estagnada por pelo menos três anos, 2014-2016, na estimativa de algumas das maiores, mais bem informadas e mais ponderadas casas de previsões (bancos e consultorias). Estagnação em 2014, queda de 1% a 1,5% em 2015, apenas recuperação do prejuízo em 2016.

        Tudo composto: zero. Isto é, no início de 2017, a produção ou a renda nacional estarão mais ou menos no mesmo nível de 2013. Dado que haverá mais brasileiros, na média ficaremos mais pobres.”

  19. CA / Post Author

    “Venda de alimentos cai pela primeira vez em 12 anos”

    http://g1.globo.com/jornal-hoje/edicoes/2015/05/05.html#!v/4156956

  20. CA / Post Author

    Banco do Brasil eleva juros do financiamento imobiliário

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/05/banco-do-brasil-eleva-juros-do-financiamento-imobiliario.html

  21. CA / Post Author

    Mais dificuldades para o mercado imobiliário

    http://exame2.com.br/mobile/rede-de-blogs/etiqueta-financeira/2015/05/04/mais-dificuldades-para-o-mercado-imobiliario/

    “Tudo ficou mais difícil para o mercado de usados, por isso estoques devem aumentar e preços devem cair ainda mais. Péssima hora para vender e ótima para comprar. Se você tiver dinheiro, claro.”

  22. CA /

    BB deve elevar juros do financiamento imobiliario

    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/bb-deve-elevar-juros-do-financiamento-imobiliario

    “Como o BB é um banco misto, essa elevação mostra que há uma pressão do governo para o aumento das taxas, mas também sugere que o mercado deve seguir essa tendência e os bancos privados também podem aumentar seus juros”, afirma Prata.

  23. CA / Post Author

    http://www.abecip.org.br/m5.asp?cod_noticia=23355&cod_pagina=416

    Trechos do link acima:

    “O mercado imobiliário de Brasília vive o seu pior momento em duas décadas”

    “Quem quer se desfazer do apartamento ou da casa está levando, em média, muito mais tempo para fechar negócio com os compradores, que, por sua vez, têm agora mais opções e poder de barganha para baixar preço”.

    “Crédito em baixa – A brusca redução na oferta de crédito por bancos e financiadoras anda acelerando o estrangulamento do mercado.”

    “Muitos dos que viram nos imóveis, não um “ativo sólido”, mas uma oportunidade de fazer dinheiro fácil nos últimos anos – influenciado pelo próprio mercado, inclusive – acabaram se dando mal. A escalada dos juros aumentou o valor médio das prestações dos financiamentos e estragou os planos de revender as unidades embolsando a valorização do período. As construtoras nunca assinaram tantas rescisões de contrato.

  24. Vilmar /

    12h57- Agência Estado
    Novas regras da Caixa para compra de imóveis começam a valer hoje
    Três medidas da Caixa causam impacto direto na decisão de quem pretende tomar crédito. A primeira delas é o limite de financiamento de imóveis novos, que passou a ser de 90% do total do valor

    Começam a valer nesta segunda-feira, 4, as novas regras para financiar a casa própria pela Caixa Econômica Federal. Em geral, tornou-se mais difícil financiar o imóvel e especialistas já têm apontado o consórcio como uma opção.

    Três medidas da Caixa causam impacto direto na decisão de quem pretende tomar crédito. A primeira delas é o limite de financiamento de imóveis novos, que passou a ser de 90% do total do valor. Além disso, para usados, o teto passou a ser de 50% do total do imóvel, dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), ou seja, imóveis que valem até R$ 750 mil nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal. Nos demais Estados, o valor máximo é de R$ 650 mil.

    A terceira medida engloba imóveis mais caros. Para usados acima de R$ 750 mil, enquadrados no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), o limite de financiamento passa a ser de 40% do valor total do imóvel.

    As medidas foram anunciadas pelo banco público no fim do mês passado com o objetivo de driblar a falta de recursos no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, utilizados para liberar crédito pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). Na prática, a Caixa passa a liberar menos dinheiro para as operações, principalmente no caso de imóveis usados e mais caros.

    Vale lembrar que, no caso do financiamento popular (Minha Casa, Minha Vida), as regras anteriores permanecem inalteradas. O mesmo vale para empréstimos concedidos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço(FGTS). No caso das operações feitas pela tabela Price, em que as parcelas aumentam progressivamente, o limite de financiamento pelo SFH já havia sido reduzido para metade do valor do imóvel.

    http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/4018390/novas-regras-caixa-para-compra-imoveis-comecam-valer-hoje

    1. CA /

      Vilmar,

      “Acho” que há um engano quanto ao limite de 90% para novos, ver outra notícia do próprio Estadão que consta abaixo (na notícia acima que você colocou no seu comentário, a Infomoney “colou” da Agência Estado):

      http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,caixa-reduz-teto-de-financiamento-para-imoveis-usados,1676683

      Trecho do link acima: “Primeiro reduziu o limite de financiamento de imóveis em geral de 90% para 80% e aumentou os juros”.

      Creio que os 90% no caso de imóveis novos que consta na “reportagem” da Infomoney que você colou acima, se refere a imóveis do programa Minha Casa Minha Vida e aqueles que se utilizam do FGTS e não da poupança para financiamento, nestes sim você teve este percentual MANTIDO. Acho que foi um engano de quem editou esta versão que você colou. Veja nesta outra notícia abaixo, a tabela completa a este respeito:

      http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-04-28/caixa-muda-regra-e-compra-de-imovel-vai-exigir-entrada-maior.html

      Não tinha visto até agora, em nenhuma outra reportagem, a informação de limite de financiamento de imóveis novos em 90%. Veja mais uma, dentre várias, que fala sobre a queda no limite de financiamento de imóveis novos, de 90% para 80%:

      http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2015/04/28/noticiasjornaleconomia,3429179/caixa-reduz-limite-de-financiamentos.shtml

      “Mudança anterior

      Em abril, a Caixa já havia alterado a taxa de juros, mas preservado as operações de habitação social, do programa e com recursos do FGTS. Também tinha reduzido o percentual de financiamento de imóveis novos de 90% para 80% nas operações do SFH, que atinge imóveis abaixo de 700 mil.”

      1. Vilmar /

        Estadão que comeu bola?

      2. CA /

        Não sei, pode ter sido a Infomoney na hora de fazer o copiar e colar com algum estagiário que resolveu interpretar a notícia por conta própria ou o próprio Estadão em uma das várias versões sobre o assunto quem comeu bola…

  25. Vilmar /

    COMPRO OU ALUGO?
    Imóvel é sempre bom negócio? Faça o teste e veja que alugar pode ser bem melhor
    http://www.infomoney.com.br/blogs/infomoney-recomenda/post/4018478/imovel-sempre-bom-negocio-faca-teste-veja-que-nao-bem

  26. CA / Post Author

    Em São Paulo, Volks põe 8.000 metalúrgicos em férias coletivas

    http://noticias.r7.com/economia/em-sao-paulo-volks-poe-8000-metalurgicos-em-ferias-coletivas-04052015

  27. CA / Post Author

    http://oglobo.globo.com/economia/petroleo-e-energia/cancelamento-de-refinaria-frustra-expectativa-no-eldorado-do-ceara-16044408

    Trechos do link acima:

    “Sem Premium II, preço de imóveis despenca e comércio começa a demitir”

    “Martins explica que um empreendimento lançado há quatro anos tinha preço de R$ 350 por metro quadrado. Outro imóvel de perfil similar está cotado agora a R$ 180 por metro quadrado.”

  28. VILMAR /

    Bom dia,

    E os FIIs amigão, como é que fica? Sem esquecer que a subida de juros(selic) ainda não deu trégua.
    Vale a pena ir acumulando, baixando cada vez mais o preço médio? Ou você seria daqueles que prefere acertar o c* da mosca, ou seja, pegar FIIs só na rapa do tacho, quando juros sinalizarem que vão subir e queda de imóveis vão parar?
    http://defendaseudinheiro.com.br/tag/fiis
    Grato.

    1. CA / Post Author

      Sobre os FIIs, confesso que não tenho acompanhado de perto. Até onde sei, o IFIX que reúne grande volume de FIIs na BOVESPA tem ficado no vermelho há algum tempo e como você falou, como a SELIC continua subindo, não há recuperação prevista pelo menos até junho/15.

      Uma dúvida é: se você entrar em um FII e estiver próximo do vencimento do contrato, o que vai acontecer? É natural e consta na notícia acima que o rendimento do aluguel comercial esteja caindo, afinal temos uma vacância muito elevada e absolutamente anormal, graças a uma combinação de preço do M2 comercial fora da realidade do país, super oferta em virtude de excesso de construções e crise na economia que afasta novos negócios, dentro deste contexto, no vencimento do contrato o mesmo será renovado e mantidas as suas condições, em especial o preço do aluguel, ou poderá acontecer como no fundo que a CEF mantinha e que o BB utilizava o imóvel, que todos diziam que não tinha risco e “furou” com BB abandonando o barco e o FII correspondente tendo desvalorização elevada? E o preço do M2 do imóvel comercial, neste contexto, não cairia (aliás, já temos informações de que está caindo nas principais praças)? A visibilidade da realidade não afetaria os preços dos FIIs?

      Já vimos notícias dando conta que diversos órgãos públicos, com a finalidade de reduzirem suas despesas, estão centralizando operações em imóveis de menor custo de manutenção, liberando cada vez mais áreas e colaborando para aumentar a vacância de forma geral no mercado.

      Pelo conjunto da obra, fico com a impressão que especular com FII é mais ou menos como especular com Ações da OGX: podem ter uma disparada fenomenal sem que os pequenos investidores jamais entendam o porque (como aconteceu há pouco tempo atrás) ou simplesmente continuar no mesmo patamar, ou se ainda for possível, cair ainda mais, mas o fato é que qualquer movimentação é meramente especulativa, sem fundamento. Se olharmos para os “fundamentos” do FII, certamente não seria uma boa aplicação porque não resta a menor dúvida que tanto o preço do M2 para venda quanto para aluguel estão em descendente e apenas no começo da descida.

      É possível, senão provável, que tenhamos uma estabilização da SELIC a partir da reunião do COPOM que se finalizará em 29/julho/2015, quando os efeitos mais fortes da inflação terão passado e o trauma da inflação hiper-elevada terá sido um pouco esquecido e neste momento, a tendência é que as FIIs possam apresentar uma valorização pois a maioria só enxerga este aspecto, em outras palavras, na teoria quem comprar FIIs no final de julho/15 e antes da reunião do COPOM pode até auferir algum ganho especulativo maior do que em outras aplicações em agosto/15, mas como sabemos, é também uma questão de risco e retorno, pois a inflação e a SELIC podem continuar subindo nesta reunião e nas próximas, a visão quanto a bolha imobiliária para imóveis comerciais pode ficar ainda mais clara até lá e os investidores se afastarem deste investimento, dentre outras possibilidades, aí cabe medir qual o seu apetite ao risco neste momento.

      1. Vilmar /

        Ok, grato pela explanação.

  29. CA / Post Author

    Mercado de imóveis comerciais só se recupera em 2.017

    http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/05/04/internas_economia,643660/mercado-de-imoveis-comerciais-so-se-recupera-em-2017.shtml

    “De acordo Lima, do fundo HSI, o preços dos ativos ainda está alto. Primeiro, segundo ele, caem os preços de aluguel, para depois se refletir no preço de venda desses imóveis. “Os preços para locação estão caindo nos últimos 18 meses, em torno de 30%”, disse.”

  30. CA / Post Author

    A notícia abaixo dá conta da primeira queda em crédito imobiliário concedido desde 2.002. Em valores a queda foi de quase 5%, mas quando falamos em quantidades de imóveis financiados, a queda foi superior a 11%.

    Isto porque ainda nem tinham entrado em vigor as maiores restrições da CEF.

    Crédito para a casa própria cai 5% no 1º trimestre do ano

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/04/1622978-credito-para-a-casa-propria-cai-5-no-1-trimestre-do-ano.shtml

  31. CA / Post Author

    “Novas regras para financiamento vão reduzir preço de imóveis novos”

    http://www.jj.com.br/noticias-14642-novas-regras-para-financiamento-vao-reduzir-preco-de-imoveis-novos

  32. Vilmar /

    Esta de hoje eu não entendi:

    – Ontem o COPOM aumentou a taxas de juros básica da economia para 13,25%.
    Fato este que implica que as outras taxas, aí incluso do financiamento imobiliário, também subirão;

    – A CEF está ficando sem caixa para financiar imóveis usados;

    – Hoje as construtoras, várias delas, fecharam com forte alta.

    A explicação seria que os especuladores esperam que as pessoas vão comprar mais imóveis novos e desencalhar o estoque das “destrutoras”, já que para financiar imóveis usados o valor entrada passa a ser muito alto?

    Att;

    1. CA / Post Author

      As Ações das Construtoras tinham caído assim que a notícia foi divulgada e subiram hoje. Talvez, como você disse, alguns investidores estejam apostando em uma recuperação em função da destruição do crédito para usados que poderia beneficiar novos (tem gente que não cansa de ser enganada), o que é um grande erro e uma leitura simplista, algo muito típico da Bolsa de Valores, por sinal.

      Estão sendo cogitadas mais daquelas vendas de imóveis “no atacado” para fundos de investimentos (ah, como é bom fazer a gestão do dinheiro DOS OUTROS…), com descontos de 35% a 50%, será que é isto que estão acreditando que salvaria as construtoras? Só se forem muito desinformados…

      Reitero: não há a menor dúvida de que os estoques de novos não irão baixar o quanto alguns esperam, pois há uma relação muito forte entre novos e usados no contexto atual e temos outras variáveis que também prejudicam esta queda nos estoques, sendo que os fatos são claros e o racional é simples:

      Tem usado, comprou novo e precisava vender usado para quitar na entrega, o que acontece? Ah, vendo que a diferença aumentou demais, vai vender o usado dele com grande desconto para conseguir uma venda rápida e partir para o financiamento do novo? Dificilmente, é mais viável desistir (novo aumento em distratos).

      Ah, pensava em comprar um novo já pronto, mas planejava vender o usado para isto, já vai desistir também.

      Alguns vendedores de usado vão baixar muito o preço, quem tinha dinheiro para comprar à vista vai preferir o usado ao invés do novo.

      Os bancos perderam parcela relevante de sua garantia, pois com a queda dos usados, TODOS os imóveis adquiridos que eles financiaram viram automaticamente usados que caem de preço e não tem liquidez (péssimo para os leilões dos bancos). É lógico que em virtude do que consta aqui, apesar dos discursos em sentido contrário, serão mais exigentes e portanto não aumentarão o crédito imobiliário para compensar a falta da CEF, ao contrário.

      O potencial comprador na planta teve uma visão clara de que juros do crédito imobiliário podem aumentar a qualquer momento ou reduzir e muito a porcentagem financiável, sem aviso prévio, ou seja, ele vê que cada vez mais é arriscado comprar na planta e depois não conseguir o financiamento na entrega, aumentam aqueles que desistem de comprar na planta.

      A crise na economia é cada vez mais gritante, distratos tendem a aumentar, insegurança financeira da família e receio de comprar imóvel aumentam juntos. Investidores em imóveis na planta abandonam de vez este mercado.

      Com super dificuldade de vender imóvel usado e ao mesmo tempo não aguentando mais pagar condomínio, IPTU, etc. para imóvel parado, em especial em função da crise, vai aumentar ainda mais a super-oferta de imóveis para aluguel, com preços de aluguéis negociados caindo ainda mais, o que é um novo estímulo para as pessoas não comprarem imóveis (investidor não comprará porque retorno do aluguel não compensará e para moradia, preferirão ficar no aluguel).

      O imóvel novo DOBROU o valor exigido de entrada pela CEF recentemente (de 10% para 20%) e outros bancos não vão cobrir a diferença (ver acima), como vai ficar aqueles casos que construtora vendeu com só 10% de entrada e aprovação no limite?

      Por tudo que consta acima, é possível que estejam fazendo a pesca das sardinhas, como é tão comum em qualquer Bolsa de Valores.

      1. CA / Post Author

        Casa própria: analistas veem freio nas vendas e redução de preços – O Globo

        http://oglobo.globo.com/economia/casa-propria-analistas-veem-freio-nas-vendas-reducao-de-precos-15994112

        Trechos do link acima:

        “Segundo o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Ariovaldo Rocha, as medidas vão desaquecer ainda mais o mercado imobiliário e a economia como um todo terá uma retração ainda maior.”

        “— A única estratégia que poderia ser feita é redução de preço. A captação da poupança tem sido negativa, não tem recurso. Os limites de financiamento estão diminuindo, as linhas de crédito estão cada vez mais difíceis — avalia.”

      2. CA / Post Author

        “A farra do financiamento público imobiliário chega ao fim – Instituto Liberal”

        http://www.institutoliberal.org.br/blog/a-farra-do-financiamento-publico-imobiliario-chega-ao-fim/

        “A atuação do Governo criou um verdadeiro ciclo de “boom and bust” no setor imobiliário, tal como fez em diversos outros setores em que se intrometeu para destruir o sistema de preços”

      3. Vilmar /

        O liberalismo radical também não funciona, assim como o estado forte demais também não funciona.
        Seria necessário um meio termo, mas o ser humano é sem noção mesmo.
        Sempre teremos o dogma: “o de cima sobe e o de baixo desce”. Até virou música de bando de axé baiana, rsrsr.
        Não importa o sistema: sempre terão uns poucos se dando muito bem e uns muitos se dando muito mal.

      4. CA / Post Author

        “Mudanças no crédito imobiliário vão derrubar preços de imóveis”

        http://www.segs.com.br/economia/39743-mudancas-no-credito-imobiliario-vao-derrubar-precos-de-imoveis.html

        De acordo com o consultor, os preços de mercado dos imóveis cairão. Com o desaquecimento da economia, já é possível observar quedas de preços substanciais dos imóveis nos principais centros urbanos. Mas com as novas regras, os valores cairão ainda mais:

        “É verdade que, neste ponto, podemos vislumbrar algo positivo, uma vez que os preços subiram muito acima do razoável nos últimos anos. Mas, fique registrado, subiram não por bolha especulatória, mas pelo aumento de renda, emprego e facilidade de financiamento, tornando a demanda maior do que a oferta em muitos lugares. Veremos, a partir de agora, um pouso forçado dos preços com o passar dos meses. Isto beneficiará quem possui dinheiro para pagar à vista ou se adaptar à entrada mínima de 50%”, explica Maron.”

        Comento (CA): por enquanto ainda negando a bolha imobiliária, mas os argumentos que ele usou para negar, são fatores que existem em toda bolha imobiliária do Mundo (kkkkk)

      5. CA / Post Author

        kkkk

        Até o FINGE ZAP!

        FIPE ZAP – preços dos imóveis passam por correção no primeiro trimestre

        http://www.valor.com.br/empresas/4024808/fipezap-precos-dos-imoveis-passam-por-correcao-no-1

        O primeiro trimestre de 2015 marcou o início de ciclo de queda de preços de imóveis no Brasil, segundo o Boletim FipeZap, publicado ontem pela Fundação Instituto de Pesquisas (Fipe) em parceria com o portal Zap Imóveis.”

        “As mudanças tornam a compra de imóveis inviável para uma parcela razoável da população”

      6. Vilmar /

        Aí sim, agora vai!!!
        Só falta refletir também no FingeImovelWeb e FingeVivaReal, rsrsrsr.

      7. Vilmar /

        Entendi.

        Diga-me uma coisa, o SFH estando sobrecarregado, faltando grana da poupança e do FGTS, não seria a hora de venderem o crédito mais caro do SFI, pois ainda dá para vender instrumentos imobiliários lastreados em imóveis??

        Outra coisa, já não temos algumas construtoras com linha de crédito da fundação até o financiamento, ou seja, sem o comprador precisar de outras linhas de financiamento?

        Sobre o raciocínio simplista da bolsa de valores, principalmente de curto prazo, concordo plenamente com você.

      8. CA /

        O SFH era muito mais viável que o SFI, porque o valor das parcelinhas sempre foi muito menor no SFH. Mais de 90% das vendas entravam no SFH e não “cabem” no SFI, o limite neste caso é a renda das famílias que não comporta o pagamento das parcelas que no caso do SFI são muito maiores. OBS: se coubessem as pessoas usariam o SFI, porque ninguém vê o total absurdo de juros que paga, só o valor da “parcelinha”.

        O SFH cobria financiamentos até R$ 750 mil em grandes Estados e R$ 650 mil em outros, o restante já era obrigado a usar o SFI, só que via SFI sempre financiou muito pouco (apesar da ilusão das ofertas em alto volume para imóveis a partir de R$ 750 mil, pura ficção, vendas mínimas).

        Todas construtoras contam com financiamento bancário em altíssimo volume para sobreviver, desde a fundação até o momento da entrega do imóvel e o que existe neste caso é uma preferência da construtora em indicar e muitas vezes forçar o comprador a adotar o mesmo banco que financiou a obra, porque ela ganha na relação com este banco cada vez que isto acontece, mas em todos os casos, o cliente tem que ter a avaliação normal que o banco faria para qualquer cliente (mesmo de outras obras que ele não financia) para conseguir o crédito imobiliário.

        Não existe também uma “reserva” do banco para garantir que todos os clientes da obra que ele financia terão seu “crédito garantido”, talvez com exceção apenas do MCMV, para demais casos, se banco não tiver verba de poupança em volume suficiente, poderá rejeitar de qualquer jeito. Aliás, a verba de poupança dos outros bancos dura no máximo 1 ano.

      9. CA /

        Agora, aproveitando para falar sobre os problemas das construtoras com os financiamentos delas:

        O problema é como elas vão receber dinheiro para poderem pagar por estes financiamentos que fazem para construir, pois a grande parte do dinheiro recebido para amortizar suas dívidas é só quando o comprador obtém o financiamento dele e o banco repassa o dinheiro para construtora, como este tem sido um evento cada vez mais raro…

        Algumas construtoras tem dívidas impagáveis, como PDG, Rossi, Brookfield, Viver, etc., ou seja, estas, mesmo que conseguissem vender e receber o dinheiro do banco quando o comprador fecha o financiamento, para todos os imóveis que estão construindo, ainda assim, quebrariam.

        Elas fizeram dívidas no passado quando tinham volume monstruoso de vendas falsas na planta, cancelaram empreendimentos, encolheram muito e dívida ficou completamente desproporcional.

        Só a PDG cancelou 48 empreendimentos nos quais tinha gasto muito dinheiro, de onde virá o dinheiro para cobrir este prejuízo, se não vai mais vender estes imóveis?

        Sem contar os juros de renegociações de dívidas que não param de crescer (não só pelo aumento da SELIC, mas porque o risco percebido delas é cada vez maior), as falhas em controle de custos de construção, a megalomania que levou a dívidas corporativas absurdas (sedes maravilhosas, “investimentos” supérfluos e sem nenhum retorno, etc), ou seja, esta combinação de fatores é uma bola de neve do tamanho que derrubará algumas delas, principalmente agora com a crise e estas mudanças recentes no crédito…

      10. Vilmar /

        Ok, tks.

  33. Vilmar /

    INFOMONEY RECOMENDA
    Levy segue desinflando a bolha dos imóveis; e você acha que os preços vão subir?
    http://www.infomoney.com.br/blogs/infomoney-recomenda/post/4005599/levy-segue-desinflando-bolha-dos-imoveis-voce-acha-que-precos

  34. CA / Post Author

    Desemprego tem a quarta alta seguida e vai a 6,2% em março

    Link: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,desemprego-tem-a-quarta-alta-seguida-e-vai-a-6-2-em-marco,1677313

  35. CA / Post Author

    Se até os “especialistas” estão começando a enxergar o óbvio, é porque a coisa está feia…

    Casa própria: analistas veem freio nas vendas e redução de preços

    Link: http://oglobo.globo.com/economia/casa-propria-analistas-veem-freio-nas-vendas-reducao-de-precos-15994112

    Segue um trecho do link acima:

    “A avaliação é de especialistas e consultores financeiros, que destacam que a combinação de juros mais altos e exigência maior de entrada deve afastar possíveis compradores, OBRIGANDO PROPRIETÁRIOS A BAIXAR PREÇOS”.

    1. CA / Post Author

      A pergunta que não quer calar:

      Quanto destes “especialistas” previram a queda de preços? Nenhum? Bem, no fundo eles são os famosos “engenheiros de obras feitas”, depois que a realidade se impõe de forma inequívoca eles apontam o óbvio…

      1. Vilmar /

        Santander dispara, Vale e construtoras afundam e Petrobras PN sobe 3,6% em 2h – InfoMoney

        SÃO PAULO – O Ibovespa mudou de direção novamente nesta terça-feira (28) com a recuperação dos papéis da Petrobras e bancos. As ações da Vale, por sua vez, seguem em forte momento de queda. Do lado positivo, destaque para o Santander, que lidera os ganhos do índice após balanço do primeiro trimestre, enquanto os papéis do setor de construção civil caem forte antes da decisão da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). Confira abaixo os principais destaques da Bovespa nesta terça-feira (28), segundo cotação das 15h21 (horário de Brasília):

        Construtoras
        Os papéis do setor de construção civil caem um dia antes do desfecho da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) que teve início nesta terça-feira. As expectativas são de alta da Selic em 0,5 ponto percentual, para 13,25% ao ano. A alta da taxa de juros afeta a demanda por financiamento de imóveis o que, consequentemente, penaliza as empresas do setor. Entre as maiores quedas do Ibovespa, Gafisa (GFSA3, R$ 2,56, -4,48%), Cyrela (CYRE3, R$ 12,47, -2,88%), Even (EVEN3, R$ 4,87, -2,60%) e MRV Engenharia (MRVE3, R$ 8,39, -2,44%).

        http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/4005741/santander-dispara-vale-construtoras-afundam-petrobras-sobe

        Risco CEF assustou o market hein!!!

    2. Vilmar /

      Agora falta a população toda ter este sentimento….

      1. CA /

        Vilmar,

        Por que o CRECI apontou queda de 32% no preço MÉDIO da venda realizada de imóveis usados em São Paulo nos últimos 9 meses pesquisados? Porque tivemos pessoas que já viram isto antes, tinham a NECESSIDADE de vender e reduziram os preços. Simples, não é?

        Ah, mas eu ainda não vi, meu vizinho ainda não pôs uma placa com valor reduzido, o FINGE ZAP mostra que preço de anúncio ainda cresce, procurei na rua e não achei, blá, blá, blá…

        O que muitos não conseguem entender, é que há um monstruoso erro de expectativas: se estivesse vendendo a rodo por preço mais baixo, seria uma bolha imobiliária? N-Ã-O !!!

        Em toda bolha imobiliária do Mundo as vendas minguam ao extremo e os poucos negócios fechados são por preços bem abaixo dos anúncios.

        Em qual explosão de bolha imobiliária do Mundo você viu recorde de vendas?

        A expectativa das pessoas demonstra o seu grau de inocência ou a sua tentativa de iludir os outros: se o preço baixou, é porque as vendas despencaram, não tem como ter vendas elevadas com preços despencando, em especial na explosão de uma bolha imobiliária!!!

        Em 2.014 foram vendidos 15.000 imóveis usados em São Paulo, as menores vendas de todos os tempos. Agora considere que só no imovelweb temos mais de 200.000 imóveis anunciados para São Paulo, ou seja, os anúncios são o equivalente a mais de 13 anos de vendas de imóveis usados!

        Neste “mar” de anúncios, até você achar quem realmente quer vender, vai baixar o preço e será um dos poucos a conseguir vender, é quase como achar uma agulha no palheiro!!!

        Faça as contas:

        15.000 imóveis vendidos por ano / 12 meses = média de 1.250 imóveis vendidos por mês.

        1.250 imóveis vendidos / 200.000 imóveis anunciados = 0,62%

        Imagine que 0,62% dos imóveis que você pesquisar no imovelweb serão vendidos (isto se não tiver sido um anúncio fora do imovelweb!). Se você pesquisar 162 imóveis em um mês, pela estatística você encontraria um vendido, (162 * 0,62% = 1) que poderia até ser uma venda para você, por exemplo. Claro que também poderá encontrar outros que reduziram muito o preço também e não conseguiram vender, o que você poderia encarar como uma “oportunidade”…

        Claro que no cenário em que estamos agora, a tendência é de termos cada vez mais pessoas baixando seus preços (cada vez mais “oportunidades”), deverá ser mais fácil você “achar a sua agulha”, mas isto não significa aumento de vendas, ao contrário, apenas aumento de concorrência pelos poucos compradores habilitados que se reduzirão ainda mais com esta mudança nas regras do crédito imobiliário pela CEF (ao invés de oferta para mais de 13 anos no total, teremos ofertas para DÉCADAS)! De novo, exatamente como ocorreu em toda bolha imobiliária do Mundo.

      2. Vilmar /

        Sim, eu entendo, mas o sentimento que eu falo, é um pensamento de manada, estamos falado de mercado, o mercado costuma pensar como gado, vão tudo para o mesmo lado, por que todos tem o mesmo sentimento de subida, queda ou estagnação.
        O que eu quis dizer, é que ainda não temos isto claro nas pessoas, o sentimento de queda, o sentimento que já era, f* tudo, estes preços são surreais para maioria das pessoas, então, nos anúncios e conversa das pessoas estaremos em outro patamar.
        Ficou claro o meu ponto de vista???

        Zóia o email.
        Grato.

      3. CA /

        Lido e respondido ontem, grato pelo aviso.
        Abs,

      4. Vilmar /

        Eu vi lá, acho que deu pra ele esclarecer a dúvida que mandou.
        Eu só não entendi por que ele não perguntou aqui pelo blog mesmo??
        Enfim…..

        Viu esta:

        Valor Econômico @valor_economico · 2 h Há 2 horas
        Ministro dos Transportes diz que falta de recursos o fez parar obras
        http://www.valor.com.br/u/4027696

        TUDO CULPA DA OPERAÇÃO LAVA JATO, né naum!?
        As empreiteiras estão na mira da PF, complicou para fechar novos contratos.
        Vamos até quando isto vai durar.
        Enquanto isto, as demissões seguem ON no setor!

      5. CA /

        Essa do ministro dos transportes entrou para a coleção de “puxões de orelha” do Governo, ele falou isto e no mesmo dia teve que desmentir e dizer que tinha sido um erro de interpretação da imprensa. Certas coisas não mudam neste Governo…

      6. Vilmar /

        Verdade, ali ninguém tem mesmo muita liberdade!

  36. Vilmar /

    A coisa ficou mais feia.

    1. CA / Post Author

      Muito mais! Vamos observar o seguinte: mais de 70% das vendas de imóveis usados foram financiadas em São Paulo, 90% era via CEF e mesmo assim, o número de negócios já era extremamente baixo, o menor de toda a série histórica, apesar dos preços já terem caído mais de 30% e isto com entrada de 10%. Com todo este contexto, tivemos mais de 90% das vendas de usados em São Paulo em dezembro/2014 que foram para preços abaixo de R$ 500 mil. Agora que a entrada tem que ser de 50%, você pode imaginar o tamanho do “estrago”, em especial para estes imóveis acima de R$ 500 mil?

      1. Vilmar /

        No aguardo deste estrago, rsrsrsr.

    2. Vilmar /


      Estadão

      Caixa eleva taxa de juros da casa própria a partir de 1º de outubro
      MURILO RODRIGUES ALVES

      21/09/2015 | 17h12 0

      Terceira rodada de reajuste no custo do financiamento engloba os imóveis financiados com recursos da poupança; banco diz que elevação reflete o aumento da taxa básica de juros, a Selic
      Juros do Minha Casa Minha Vida não serão elevados
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      Atualizado às 18h29

      A Caixa Econômica Federal voltará a subir as taxas de juros das operações para financiamento de imóveis residenciais contratadas com recursos da poupança. Trata-se da terceira elevação em 2015 das taxas pelo banco estatal, que detém quase 70% do crédito habitacional. Serão corrigidas também as taxas dos financiamentos de imóveis comerciais e mistos.

      Os novos juros passam a ser aplicados somente aos imóveis financiados a partir do dia 1º de outubro. A última vez que a Caixa tornou os financiamentos mais caros foi em 13 de abril. Oficialmente, a Caixa diz que está elevando as taxas por causa do aumento da taxa básica de juros, a Selic. No ano de 2014, as taxas ficaram congeladas.

      Nos financiamentos feitos pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), a taxa balcão – para clientes sem relacionamento com o banco – subirá de 9,45% para 9,9% ao ano. Para quem já tem relacionamento com o banco (correntistas, por exemplo), os juros subirão de 9,3% para 9,8% ao ano.

      Os clientes que recebem salário pelo banco vão pagar taxa de 9,5% ao ano, ante 9% definida em abril. A taxa que os servidores públicos que são correntistas do banco passarão a pagar é de 9,5%, contra 9% de abril. Para os servidores públicos que além de correntistas também recebem pela instituição, a Caixa cobrará juros de 9,3% nos financiamentos, ante 8,8%.

      Segundo a Caixa, as taxas dos financiamentos contratados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que incluem os do programa Minha Casa, Minha Vida, não sofrerão reajuste.

      Nas operações enquadradas no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), em que os imóveis têm valores acima de R$ 650 mil a R$ 750 mil, a taxa balcão sobe de 11% para 11,50% ao ano, também em 1º de outubro, para imóveis residenciais. Nos casos de correntistas e servidores, as faixas passarão de 10,20% a 10,70% para 10,50% a 11,20% anuais.

      No caso de imóveis comerciais enquadrados no SFI, o aumento será maior, com a taxa balcão subindo de 12% para 14% ao ano.

      Além de subir as taxas, a Caixa reduziu de 90% para 80% a cota máxima de financiamento do imóvel no Sistema de Amortização Constante (SAC) e 50% pela tabela Price.

      13 imagens

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