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    Tecnologias que você precisa conhecer para ganhar mais dinheiro nos próximos anos

    15 de março de 2018

    CEO da LearnVest acredita que o patrimônio das pessoas crescerá muito mais rapidamente em 5 ou 10 anos

    Na opinião de Alexa Von Tobel, CEO da LearnVest, tecnologias que hoje são novas deverão moldar o futuro de forma a facilitar – e muito – a acumulação de patrimônio. A executiva e investidora escreveu sobre isso em texto recente publicado na Inc Magazine.
    Segundo ela, existem 5 tecnologias que deverão conduzir as finanças ao patamar previsto: em 5 ou 10 anos, será mais fácil ganhar dinheiro. Confira os destaques:

    Blockchain e moedas digitais

    Ainda em processo de criação, o universo das criptomoedas “inventará formas totalmente novas de fazer dinheiro que não podemos vislumbrar hoje”, diz a especialista. Isso porque elas são descentralizadas, permitindo a empresas e pessoas físicas arrecadar e movimentar dinheiro mais facilmente – e com menos tributos.

    Tecnologias de voz

    Assistentes pessoais por voz serão usados por 40% dos consumidores em 3 anos. Isso deverá ser utilizado por instituições financeiras para agilizar consultas e transações, facilitando toda relação com dinheiro.

    Pagamento móvel

    Alexa diz sonhar com um mundo em que todas as contas são pagas automaticamente por um dispositivo eletrônico. Isso minimiza erros, diminui custos de empresas e aumenta a segurança quando combinado a tecnologias como reconhecimento facial e biometria – o que também significa economia.

    Carteiras virtuais

    Taxas para saques em caixas eletrônicos devem ficar no passado com a possibilidade de carregar todos os instrumentos de pagamento em uma carteira digital. Todas as transações também são rastreadas, o que melhora a gestão, segurança e ajuda a economizar.

    Insurtech

    Empresas que unem tecnologia e seguros são outra grande aposta da especialista para diminuir os custos da população com produtos hoje extremamente caros. Além da possibilidade de pesquisar eletronicamente e, do outro lado, a economia das interações digitais, Alexa acredita ainda que a tecnologia de mapeamento de costumes deve baratear os custos para quem realmente vive “na linha”.

    Até o próximo post.

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    Kenneth Rogoff: Bitcoin tem mais chance de cair para US$ 100 do que disparar para US$ 100 mil

    6 de março de 2018

    A decade from now, bitcoin is more likely to be $100 than $100,000, Harvard economist says

    Se você tirar a possibilidade de lavagem de dinheiro e evasão fiscal, seus usos reais como um veículo de transação são muito pequenos

    Diante de uma evolução ainda pequena em sua utilização como meio de pagamento, a expectativa para uma alta do Bitcoin não é tão grande entre alguns analistas. É o caso do professor e economista da Universidade de Harvard, Kenneth Rogoff, que vê muito mais chances da moeda digital cair do que subir nos próximos anos.
    Para ele, a probabilidade do preço do bitcoin cair para US$ 100 é maior do que a criptomoeda saltar para US$ 100 mil na próxima década. “Eu acho que o bitcoin valerá apenas uma pequena fração do que vale hoje se olharmos para daqui 10 anos … Eu veria US$ 100 como sendo muito mais provável que US$ 100.000”, disse Rogoff ao programa da CNBC Squawk Box.

    “Basicamente, se você tirar a possibilidade de lavagem de dinheiro e evasão fiscal, seus usos reais como um veículo de transação são muito pequenos”, disse o ex-economista-chefe do FMI (Fundo Monetário Internacional). Apesar destas associações, o presidente do Blockchain Intelligence Group, Shone Anstey, já afirmou que em 2016 apenas 20% das transações foram ilegais, um resultado que deve ter caído mais no ano passado.

    Rogoff disse que uma regulação do governo daria um começo na queda do preço do bitcoin, embora ele acredite que vá levar um tempo para que seja desenvolvido um quadro global de regulação. “Realmente precisa ser uma regulamentação global. Mesmo que os Estados Unidos se caíam e a China também, mas o Japão não, as pessoas ainda poderão lavar dinheiro no Japão”, disse ele.

    O Bitcoin é negociado em torno de US$ 11.100 nesta terça-feira (6), uma queda de 4% nas últimas 24 horas após esboçar uma alta mais forte nos últimos dias. Neste momento, a moeda digital acumula perdas de 16% este ano, tendo caído de um recorde de mais de US$ 20 mil em dezembro do ano passado.

    Veja também:

    Nouriel Roubini: O bitcoin e outras criptomoedas representam a mãe de todas as bolhas

    Até o próximo post.

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    Preço dinâmico para passagens aéreas

    23 de fevereiro de 2018

    John McBride, um dos diretores da PROS, empresa responsável por prover softwares de receita para 80 aéreas de todo o mundo, disse que algumas companhias já implementaram a ferramenta

    Tal como a Uber e outros aplicativos de transportes, as companhias aéreas começaram a cobrar preços dinâmicos pelas passagens aéreas, medida que tende a se tornar uma tendência geral.
    Em entrevista para o portal Travel Weekly, John McBride, um dos diretores da PROS, empresa responsável por prover softwares de receita para 80 aéreas de todo o mundo, disse que algumas já implementaram a ferramenta em seus canais de busca. E, no geral, a adoção dela por todas as companhias está próxima.

    “Com base nos projetos que temos registrado, vemos que um grande número de companhias aéreas está caminhando em direção à precificação dinâmica, disse ele.

    Para a compra de passagens aéreas, o preço dinâmico seria calculado a partir dos cookies do computador do usuário, considerando o histórico de voos e pesquisas já feitos por ele e até se possui ou não um cadastro em programas de fidelidade. Com esses dados, a plataforma consegue criar um perfil de comprador e, a partir disso, determinar um preço específico para o mesmo – que pode ser mais caro ou mais caro.

    Segundo o portal, a tendência é de que as plataformas ofereçam descontos aos consumidores cadastrados em programas de fidelidade, além de gerar tarifas fechadas que se encaixem no perfil dele. Mas, caso identifique que ele está disposto a pagar mais caro por conforto no voo, o preço será mais alto.

    “Por exemplo, se uma pessoa busca passagens para uma viagem de uma noite, no meio da semana, entre Nova York e Chicago, a plataforma pode entender que ela está viajando a negócios, e então preparar tarifas que se encaixem nesse perfil”, diz o site.

    O executivo afirma que 11 das companhias aéreas que são clientes da empresa já usam a precificação dinâmica em tempo real em seus canais de vendas diretos, incluindo seus sites. A maioria delas diferencia os preços aos ajustar as tarifas já publicadas, enquanto outras geram preços do zero.

    Veja também:

    Os melhores cartões para acumular milhas

    Até o próximo post.

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    Maximus Digital fecha e deixa 50 mil pessoas no prejuízo

    20 de fevereiro de 2018

    Foi a crônica de uma morte anunciada, parafraseando o livro de Gabriel Garcia Marquez. A empresa de fomento mercantil, ou factoring, Maximus Digital, que havia assumido os negócios da Alcateia Investimentos e seus 50 mil investidores, anunciou hoje que está desfazendo o negócio e encerrando as atividades.

    Em comunicado em seu site, a Maximus diz que gastou R$ 4,5 milhões de seu capital próprio para sustentar a operação, mas “em virtude do descumprimento das cláusulas contratuais por parte da Alcateia Investimentos”, a única alternativa viável foi processar a Alcateia e encerrar as atividades. A empresa não informou qual o valor total devido aos investidores.

    É o fim de uma novela que começou há dois anos, e que entrou no radar da CVM em abril do ano passado, quando a autarquia divulgou um alerta ao mercado

    A Maximus, cuja sede seria em Belo Horizonte, diz ainda que, “a fim de manter a transparência e a lisura que sempre marcaram a conduta desta instituição”, informava o número da ação de rescisão contra a Alcateia, na 3ª Vara Cível do Foro Regional de Santana, em São Paulo, sob número 1003566-10 2018.8.26.0001. E que todas as demais ações serão informadas aos investidores que ainda têm saldo a receber.

    A Máximus diz ainda que, “como demonstração de boa fé”, deixou à disposição do Poder Judiciário “imóvel constituído de 50 lotes, avaliados em R$ 90.000,00 cada, no Estado de Minas Gerais, em fase de averbação”. A nota não diz em que cidade estão os lotes, que teriam um valor estimado de R$ 4,5 milhões pelo que afirma a empresa.

    A nota termina pedindo “escusas” a todos que “acreditaram em nosso projeto”, e que “infelizmente sem o repasse dos fundos provenientes da carteira de clientes originários da Alcateia Investimentos é inviável a manutenção das atividades”.

    Investidores já vinham há cerca de um mês reclamando em redes sociais da dificuldade em receber os valores aplicados e o descumprimento de promessas de pagamento. Alguns visitaram a sede da Maximus em Belo Horizonte, mas foram informados que ninguém aparecia por lá há algumas semanas. Os gerentes responsáveis pelas contas deixaram de atender os telefonemas e e-mails e a Maximus parou de responder às reclamações no site Reclame Aqui. Era um sinal do fim do jogo.

    É o fim de uma novela que começou há dois anos, e que entrou no radar da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em abril do ano passado, quando a autarquia divulgou um alerta ao mercado sobre a Alcateia Investimentos, que se autodenominava um grupo de investimentos e prometia rendimentos de 0,01% a 2% ao dia. Na ocasião, a Alcateia foi assunto de reportagem do portal Arena do Pavini, chamando a atenção para os absurdos do esquema.

    Os ganhos, segundo o site da Alcateia, eram obtidos em investimentos “day trade” (nome dado a operações iniciadas e encerradas no mesmo dia) diversificados, em mercados tão distintos como ações, opções, Forex (moedas no exterior, atividade não permitida pela CVM), criptomoedas (Bitcoins), ações estrangeiras e outros não especificados. Se cumprida apenas em parte a promessa da Alcateia, com um ganho médio de 1% ao dia, o investidor teria um retorno de 22% em um mês de 20 dias úteis, ou 987% ao ano, em um momento em que os juros estavam em 11,25% ao ano. Ou seja, o equivalente a 25 anos de aplicação. Tudo isso sem risco de perdas, graças a um robô que antecipava os movimentos de todos os mercados, e ainda por cima sem tarifas ou taxas.

    A CVM alertou o mercado pela Deliberação CVM 766 que o Grupo de Investimentos Alcateia e seu sócio Regis Cristiano Leite não estavam autorizados a exercer a atividade de administração de carteiras e distribuição de valores mobiliários por não possuírem autorização do órgão regulador. Apesar dos alertas e da multa diária de R$ 5 mil, a empresa continuou captando investidores com aplicação a partir de R$ 99,00. Até uma bailarina do Domingão do Faustão, Tainá Grando, chegou a aparecer fazendo propaganda da Alcateia, afirmando que a aplicação “rendia 10 vezes mais que a poupança”, sem tarifas ou taxas.

    O esquema tinha gerentes responsáveis pelas contas, os Lobos Alfa, que incentivavam os investidores a trazer novos participantes para a Alcatéia e assim ganhar uma “comissão”, num claro movimento de pirâmide financeira. Havia o “lobo pai”, que era estimulado a trazer outros parentes, ou lobinhos, incluindo filhos, netos e bisnetos (a partir da quarta geração, a filiação à matilha já era proibida).

    A empresa não divulgava onde o dinheiro era aplicado, nem em que mercados operava, nem as corretoras ou bancos onde tinha operações, alegando “sigilo”. O mesmo sigilo era usado para não informar onde ficava a sede da empresa, como convém a todo bom covil de lobos, bem como não divulgava seu telefone de contato, mas dizia que em breve estaria inaugurando uma sede em Porto Alegre. O único meio de contato era por meio dos Lobos Alfa, que agora estão desaparecidos.

    Como era de se esperar, o esquema começou a desmoronar no fim do ano passado, com atrasos nos pagamentos dos resgates à medida que a captura de novos “lobinhos” se tornava mais difícil. Foi então que, surpreendentemente, em outubro do ano passado, surgiu a Máximus Digital, uma empresa de factoring, ou seja, compra de faturamento, e que também ofertava irregularmente aplicações ao público com lastro em fomento mercantil.

    Em um comunicado conjunto, a Alcateia anunciou que estava transferindo seus clientes para a Maximus Digital e esta informou que a migração de sistema de clientes terminaria em 30 de outubro deste ano. “O que significa dizer que os saques estarão indisponíveis de 24/10/2017, terça-feira, a partir das 15h, com retomada programada para dia 01/11/2017, quarta-feira, às 15h”, dizia o comunicado, que celebrava a união e era assinado pelo presidente da Alcateia, Regis Cristiano Leite, e pelo Chief Executive Officer (CEO) da Máximus, Luiz Fernando Correa. Já na ocasião, vários investidores começaram a reclamar de dificuldades em acessar suas contas e do não pagamento de resgates.

    De lá para cá, a Maximus fez vários esforços para tentar captar novos investidores e ampliar as aplicações dos atuais, com sorteios e promoções. Mas, já em 17 de dezembro, divulgou um comunicado informando que enfrentava dificuldades, pois a empresa responsável pelos pagamentos da Alcateia, a Pagbem Pagamentos, não teria dado conta de processar os saques, que saltaram de 200 a 500 por dia para 2.500.

    “Pois bem, a Pagbem Pagamentos não honrou o compromisso de liquidação dos clientes e começou uma bola de neve”, disse a Máximus em comunicado. A empresa se queixava ainda que vários clientes estavam reclamando em redes sociais “por valores irrisórios, como se a Maximus Digital não possuísse capacidade de liquidar tais solicitações.”

    Junto com as explicações para não pagar os resgates, a Maximus divulgou um novo sistema de remuneração, substituindo o ganho de até 2% ao dia por uma “atualização monetária de 1% sob (sic) o valor de todas as solicitações de saque pendentes no sistema em atraso”, sem informar a periodicidade da taxa. Além disso, ofereceu aos investidores da Alcateia a opção de se associar a Máximus, com um ganho de 0,01% ao dia composto, equivalentes ao “dobro do que uma caderneta de poupança alcança”.

    As reclamações de dificuldades em resgatar os recursos aumentaram em sites como o Reclame Aqui e nas redes sociais e grupos começaram a ser formados para acionar a Maximus na Justiça. Agora, restará aos 50 mil investidores tentar recuperar ao menos parte do dinheiro investido por meio de ações judiciais. Mas com poucas chances de sucesso.
    fonte de consulta: Arena do Pavini.

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    Aprenda o que é forex

    17 de fevereiro de 2018

    Forex, é conhecido por ser um mercado descentralizado onde se comercializa moedas de nações, ou seja, se vende e se compra moedas de nacionalidades diferentes.

    Outra informação muito interessante sobre o mercado de forex é o fato de ser o mercado mais líquido de todos, ou seja, comum volume de transações diárias maior que qualquer outro, na base dos 5 trilhões por dia em transações.

    A transações entre moedas é feita mesmo sem a denominação, de FOREX, como o quando se viaja entre países e se troca seu dinheiro pela moeda local, para poder usa no país.

    Toda a questão do mercado de FOREX se baseia na variação de moedas, por exemplo com um determinado da sua moeda nacional, você pode comprar na segunda-feira 1,20 euros, e na terça 1,25 e assim por diante.

    Ou seja, os ativistas no mercado de FOREX, procuram por uma margem de lucro em suas transações entre moedas.

    Algumas agências para você começar

    Uma boa agencia é muito necessário para começar a atuar no mercado de forex.

    E como o mercado de forex não é regulado no Brasil, é necessário que você use uma corretora internacional que forneça o sérvio de forex para você.

    Algumas delas são:

    Pepperstone: Uma corretora muito moderna, situada na Austrália, ótima para começar.

    FxPro: Uma corretora muito bem situada no mundo, que oferece serviços personalizados para seus clientes.

    IC Markets: Spreads extremamente competitivos, também situada na Austrália.

    A alavancagem do mercado de forex
    alavancagem-forex

    A alavancagem desse mercado é uma das principais dúvidas de novos investidores, afinal uma alavancagem tão rápida, provoca dúvidas em qualquer pessoa.

    Porém, assim como a alavancagem em um investimento funciona para cima, ela também funciona para baixo.

    Ou seja, você pode ter um ganho exponencial muito rápido, mas também pode ter uma perda muito grande rapidamente.

    O que faz o mercado de forex muito competitivo e com certeza de risco.

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    Shark Tank: Grandes empresários e apresentadores compartilham suas visões sobre o mercado de criptomoedas

    15 de fevereiro de 2018

    The Shark Tank investors share their top advice on bitcoin

    O programa Shark Tank reúne alguns dos maiores nomes do empreendedorismo para ajudar pessoas que acreditam ter ideias inovadoras e que valem o investimento. São grandes executivos que muitas pessoas gostam de ouvir por conta das trajetórias de sucesso deles, muitas vezes ganhando dinheiro com coisas que ninguém acreditava.

    Diante de um cenário onde o Bitcoin tomou conta das discussões financeiras, dos debates sobre bolha ou investimento do século, o que será que pensam estes empresários de sucesso?

    A CNBC Make It conversou com 6 dos apresentadores das 9 temporadas do “Shark Tank” americano para ver o que eles estão pensando sobre o mercado de criptomoedas. Confira abaixo o que eles disseram:

    Kevin O’Leary

    O executivo afirma que existe um grande problema entre os investidores de bitcoin: “estou certo de que 99% das pessoas que possuem bitcoin não entendem como isso funciona”. “Isso sempre é um coquetel para o desastre”, disse ele.

    Segundo ele, é preciso entender que o bitcoin é um ativo, e não uma moeda, o que leva a grandes variações de valor e torna mais difícil usá-lo como um meio de pagamento.

    Barbara Corcoran

    Para ela, o bitcoin é interessante, mas não parece algo prático. “Eu acho que bitcoin e outras criptos menores são muito complicadas para o uso geral”, disse ela. “Eu acho que o bitcoin – os outros desaparecerão – é interessante assistir e pode chegar a um valor de US$ 60.000 se instituições suficientemente ricas investirem”, explicou.

    Robert Herjavec

    Já ele tem perspectivas otimistas para a moeda digital. “Para mim, é a onda do futuro”, disse Herjavec. “Daqui 25 anos haverá alguma forma de criptomoeda que usaremos para pagar por via eletrônica, e o conceito de dinheiro desaparecerá um dia”, explicou. “Vai ter benefícios enormes para a humanidade, em todos os tipos de transações”, completou.

    Porém, por enquanto, ele não está investindo pessoalmente, por razões éticas. “Criptomoeda é a escolha de financiamento de transações para hackers”, disse. “E, como somos bons, não consigo ficar atrás disso. Se não houvessem criptomoedas, muitos dos grandes hackers não existiriam”.

    Richard Branson

    O fundador da Virgin disse que já investiu em bitcoin alguns anos atrás. “Eu coloquei um pouco de dinheiro em bitcoin porque gosto de aprender sobre as coisas, e acho que se bitcoin é o único – acho que haverá uma moeda global”, disse Branson para a CNBC em 2014.

    Naquele ano, ele anunciou à CNBC que sua companhia de vôo espacial comercial Virgin Galactic aceitou um pagamento em bitcoin de um comissário de bordo no Havaí para um assento em uma viagem ao espaço. Em 2014, Branson disse à Bloomberg sobre o bitcoin: “Eu acho que está funcionando. Haverá outras moedas como essa, talvez ainda melhor, mas, entretanto, há uma grande indústria em torno do bitcoin”.

    Daymond John

    “Você deve começar a aprender sobre isso agora”, disse John, dizendo que ele possui investimentos em bitcoin e ethereum. “Digamos que você deseja investir em criptomoedas ou med-tech ou imóveis. Cada um desses terá uma grande quantidade de coisas que você precisa saber. Se você não está investindo em si mesmo [e aprendendo], posso te vender tudo o que eu quero em moedas digitais ou medtech”.

    Mark Cuban

    Em dezembro, Cuban disse que este mercado ainda é “uma aposta”. “Poderia ir para US$ 15.000 ou zero e talvez ambos no mesmo dia”, disse ele na época. Mesmo assim, ele já declarou que comprou bitcoins e investe em empresas focadas em mercados de criptomoedas e blockchain.

    O empresário dá uma dica para quem quiser investir nisso: só coloque um dinheiro que você não tem medo de perder. “Se você é um verdadeiro aventureiro e quer realmente jogar o ‘Hail Mary’, você pode colocar 10% [de suas economias] em bitcoin ou ethereum”, disse Cuban. “Mas, se você fizer isso, tem que fingir que já perdeu seu dinheiro”.
    fonte de consulta: The Shark Tank investors share their top advice on bitcoin

    Até o próximo post.

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    Nouriel Roubini: O bitcoin e outras criptomoedas representam a mãe de todas as bolhas

    7 de fevereiro de 2018

    Em artigo, Roubini faz duras críticas ao bitcoin, dizendo que a ideia de uma oferta limitada de moedas é uma mentira, chamando ainda os ICOs de golpe

    Os serviços financeiros estão passando por uma grande revolução. Mas engana-se quem acha que a liderança deste movimento está com o blockchain ou o bitcoin. A revolução está sendo construída pela inteligência artificial, big data e a internet de coisas. Essa é a visão de Nouriel Roubini, economista que previu a crise de 2008 e conhecido como “Dr. Doom” por suas projeções apocalípticas.
    Em um artigo publicado na plataforma Project Syndicate, o economista defende que o único uso real das moedas digitais é “facilitar atividades ilegais, como tráfico de drogas, evasão fiscal, fuga ao controle de capitais e lavagem de dinheiro”.

    “Claramente, o bitcoin e outras criptomoedas representam a mãe de todas as bolhas, o que explica por que todos os seres humanos com quem estive entre o Dia de Ação de Graças e o Natal de 2017 me perguntaram se deveriam comprá-las”, diz Roubini no texto.

    O economista afirma ainda que, como em qualquer bolha financeira, os investidores não estão apostando no bitcoin de olho em seu potencial para ser usado como meio de pagamento, mas sim porque esperam que ele se valorize. “Aliás, se alguém quisesse mesmo usar bitcoins, teria muitas dificuldades”, continua.

    Roubini faz duras críticas ao bitcoin, dizendo que a ideia de uma oferta limitada de moedas é uma mentira, e ainda chamou de golpe os ICOs (Ofertas Iniciais de Moedas, na sigla em inglês). Para ele, as criptomoedas não passam de um grande esquema de pirâmide financeira.

    “De acordo com os entusiastas, o Bitcoin tem uma oferta máxima de 21 milhões de unidades, por isso não pode ser degradada como moedas fiduciárias. Mas essa afirmação é claramente uma fraude, considerando que ela já se dividiu em três filiais: Bitcoin Cash, Litecoin, e Bitcoin Gold”, escreve o economista.

    “Além disso, centenas de outras criptomoedas são inventadas todos os dias, ao lado de golpes conhecidos como ‘ofertas iniciais de moedas’, que são principalmente projetadas para escapar das regras de valores mobiliários”, completa o “Dr. Doom”.

    Leia também:

    [BIT FRAUDE BREAKINGNEWS] Novas fraudes e proibições afetam mercado de criptomoedas

    Até mais.

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    Dicas para fazer o imposto de renda 2018 (ano-base 2017)

    7 de fevereiro de 2018

    A entrega de IRPF 2018 (ano-base 2017) começa em março e neste post é possível ver as principais mudanças.
    Vale ressaltar que é obrigado a declarar o imposto de renda quem tiver rendimentos tributáveis em 2017 que somem mais de R$ 28.559,70!

    Cerca de 40 milhões de brasileiros devem declarar o imposto de renda em 2018 e o prazo de
    entrega tem início em 2 de março com data limite de 28 de abril.
    Os contribuintes devem ficar atentos às mudanças nas regras que ficaram ainda mais rígidas neste ano com o objetivo de diminuir a sonegação.
    Segundo Waldir de Lara Junior, consultor tributarista da Roit Consultoria e Contabilidade, é obrigado a declarar o imposto de renda a pessoa com rendimentos tributáveis em 2017 que somem mais de R$ 28.559,70, o equivalente a cerca de R$ 1.903,98 mensal, ou também que tiveram rendimentos não tributáveis que somem mais de R$ 40 mil.

    Veja as principais mudanças da declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física:

    Guarda compartilhada

    No caso de guarda compartilhada, cada filho poderá ser considerado como dependente de apenas um dos pais, levando em conta as modificações do Código Civil.

    Auxílio-doença

    Os valores de auxílio-doença que são pagos pela Previdência Social quando o trabalhador entra de licença médica estão isentos de Imposto de Renda. Os valores pagos pelas empresas continuam sendo tributados normalmente.

    Prorrogação de benefícios fiscais

    Em relação a alguns benefícios fiscais que tiveram seus prazos prorrogados, é estabelecido o prazo para a dedução do imposto:

    – Valores despendidos a título de patrocínio ou de doação, no apoio direto a projetos desportivos e paradesportivos: até o ano-calendário de 2022
    – Valores correspondentes às doações e aos patrocínios diretamente prol de ações e serviços no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa Com Deficiência (Pronas/PCD): até o ano-calendário de 2020.
    – Quantias referentes a investimentos e a patrocínios feitos na produção de obras audiovisuais cinematográficas aprovadas pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), bem como na aquisição de cotas dos Fundos de Financiamento da Indústria Cinematográfica Nacional (Funcines): até o ano-calendário de 2017;

    Alienação de imóvel até R$ 440 mil

    Há a possibilidade da isenção do ganho de capital auferido na alienação do único imóvel de até R$ 440 mil. Para isso, o bem deve ter sido adquirido por cônjuges casados obrigatoriamente sob o regime de separação de bens, esclarecendo que os requisitos devem ser verificados individualmente, por cônjuge, observada
    a parcela que couber a cada um.

    CPF para maiores de 8 anos

    Segundo a Instrução Normativa FB N.1760 de 16 de novembro de 2017, a partir de agora, apenas os dependentes com menos de 8 anos estão isentos da inscrição no CPF, ao invés dos 12 anos como era anteriormente.

    Remessas ao exterior para fins educacionais, científicos ou culturais

    As remessas realizadas para fins educacionais, científicos, culturais ou para cobertura de despesas médico-
    hospitalares com tratamento de saúde não estão sujeitas à retenção na fonte do Imposto de Renda. O mesmo será estendido aos dependentes.

    IRPJ 2018: Imposto de Renda Pessoa Jurídica

    Além das pessoas físicas, as organizações, empresas e instituições precisam declarar o seu imposto de renda (IRPJ). O consultor da Roit explica que os prazos para as declarações de empresas têm datas diferentes. Veja:

    >> 31/03 – para os Micro Empreendedores Individuais (faturamento até R$ 80 mil) e empresas do Simples Nacional (até R$3,8 mi);
    >> 30/06 – para empresas optantes pelo regime de Lucro Real (acima de R$ 48 mi);
    >> 30/09 – para empresas optantes pelo regime de Lucro Presumido (até R$ 48 mi);
    >> 31/12 – Lucro Arbitrário, aplicado pelo fisco em punição para quem não conseguiu manter em dia seus controles contábeis.

    Entrega de imposto de renda começa em março; veja mudanças
    fonte de consulta: infomoney.com.br/minhas-financas/impostos/noticia/7256760/entrega-imposto-renda-comeca-marco-veja-mudancas

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    [BIT FRAUDE BREAKINGNEWS] Novas fraudes e proibições afetam mercado de criptomoedas

    5 de fevereiro de 2018

    Exchange japonesa perde R$ 1,7 bilhão no maior roubo de criptomoedas da história

    bitcoin-falencia-piramide-derrocada-bankruptcy

    Praticamente todas as criptomoedas estão em forte queda nesta segunda-feira (5), com o Bitcoin caindo cerca de 12%, cotado a aproximadamente US$ 7,5 mil, e a Ethereum, a segunda maior em valor total de mercado, caindo 16%, a US$ 730. O mercado, que já perdeu metade do seu valor desde meados de dezembro, foi abalado por notícias de uma proibição ainda mais rigorosa na China e pela restrição da compra de criptomoedas com cartões de crédito em importantes bancos nos Estados Unidos e no Reino Unido.

    Investidores ainda foram prejudicados por fraudes nas moedas MartCoin e Monero Gold, além de um erro de programação na POWH, uma moeda criada para ser declaradamente um esquema de pirâmide, mas que mesmo assim atraiu interessados.

    Segundo uma reportagem do site “South China Morning Post” com base em informações de uma página ligada ao Banco Popular da China, o banco central chinês, autoridades chinesas pretendem bloquear as corretoras de criptomoedas estrangeiras da rede do país. A medida aumenta o rigor da proibição da compra e venda de criptomoedas na China, que já havia proibido a atividade dentro do país.

    Nos Estados Unidos, compradores de criptomoedas enfrentarão resistência dos bancos. Os bancos JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup, três dos quatro maiores do país, anunciaram a proibição da compra de criptomoedas com cartões de créditos emitidos por eles. Os bancos afirmam temer o risco associado com essas compras, segundo a “Bloomberg”.

    A mesma proibição foi adotada pelo Lloyds Banking Group no Reino Unido, uma instituição que engloba as marcas Lloyds Bank, Bank of Scotland, Halifax e MBNA. É o segundo maior banco do país em lucro e o terceiro em ativos.

    Falhas e fraudes

    Alguns investidores também foram prejudicados por fraudes e erros em moedas paralelas criadas por meio de “ICOs”. ICOs (“initial coin offerings”) permitem que investidores troquem moedas mais estabelecidas, como bitcoin e ethereum, por uma nova moeda, na esperança de que essa nova moeda suba de valor e gere lucro. Cada moeda justifica seu futuro valor com promessas diferentes sobre seu funcionamento. Muitas delas usam a mesma rede da Ethereum.

    Um erro de programação na moeda POWH, criada para ser um esquema de pirâmide para permitir que os participantes apostassem quando o negócio iria falir, permitiu a um golpista emitir uma grande quantidade de moedas em seu nome, inundando o mercado com novas moedas e destruindo seu valor. É possível que a fraude tenha partido dos próprios criadores da moeda ou de um hacker. A página inicial do site da POWH” foi retirada do ar.

    Uma tática semelhante foi usada propositalmente pelos criadores da Monero Gold, uma moeda que supostamente tentava ser uma nova versão da Monero, uma moeda conhecida por sua característica de sigilo e anonimato nas transferências. Os criadores da Monero Gold aparentemente usaram o mesmo erro do golpe da POWH para emitir uma quantidade gigantesca de moedas (o número tem 78 algarismos) e derrubar o mercado com a venda das mesmas. A página inicial da Monero Gold traz um “meme” antissemita com uma foto do atentado terrorista de 11 de setembro e uma captura de tela mostrando o número de moedas criado.

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    Bitcoin: queda generalizada é lição para quem se empolgou

    Até mais.

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    [BIT FRAUDE BREAKINGNEWS] Exchange japonesa perde R$ 1,7 bilhão no maior roubo de criptomoedas da história

    29 de janeiro de 2018

    Bitcoin - Em uma coletiva de imprensa, o presidente e chefe de operações da Coincheck confirmou o roubo feito com tokens da criptomoeda NEM

    Uma das maiores bolsas de criptomoedas do Japão, a Coincheck afirmou que cerca de US$ 532 milhões (pouco menos de R$ 1,7 bilhão) em tokens NEM foram perdidos depois que as moedas foram retiradas “ilicitamente” de seus sistema, assustando os investidores do país, que é considerado uma referência na regulamentação de moedas digitais.Com esta perda, este se torna o maior roubo de criptomoedas da história. Em uma coletiva de imprensa realizada na tarde desta sexta-feira (26), o presidente e chefe de operações da Coincheck confirmou o roubo feito com tokens da criptomoeda NEM.

    Os diretores afirmaram que estão vendo formas de compensar seus clientes. A quantidade de dólares roubada desta vez supera as perdas da Mt. Gox em 2014, um dos casos mais famosos da história e que abalou bastante o mercado na época. Desta vez, o impacto nos preços não foi tão grande.

    Rumores sobre o roubo haviam circulado no início desta manhã, quando a Coincheck congelou inesperadamente a maioria de seus serviços. A empresa anunciou em seu site que tinha restringido os depósitos, negociação e retirada de XEM, o token que corre no blockchain NEM.

    Menos de uma hora depois, a empresa anunciou uma suspensão mais ampla, atingindo os saques de todas as criptomoedas, assim como do iene. Logo em seguida, foi restrita a negociação de moedas digitais na plataforma, com exceção do bitcoin.

    Além disso, foi revelado que a Coincheck não estava registrada na Agência de Serviços Financeiros do Japão. Apesar da empresa não estar regulada, ela é uma das mais populares plataformas de criptomoedas do país.

    Muito cuidado com as bit fraudes. Não seja o próximo incauto a falir neste mercado!!!

    Até o próximo post.