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    Procon-SP: Os 6 maiores problemas da Black Friday no Brasil

    22 de novembro de 2017

    Em 2016, a principal reclamação foi de cancelamentos sem justificativas

    Comprar na Black Friday pode ser muito vantajoso com relação a outras épocas do ano – mas a dor de cabeça também pode ser bem mais intensa. Neste ano, a data caiu no dia 24 de novembro, a sexta-feira desta semana.
    Por ser um período mais turbulento e com grandes quantidades de pedidos, nem sempre a Black Friday é organizada o suficiente para que todos os compradores saiam satisfeitos das lojas.

    No ano passado, de acordo com o Procon-SP, o maior motivo de reclamação dos compradores foram cancelamentos de compras sem justificativa. Isso pode ocorrer porque o site da varejista não retirou do ar um produto já esgotado, por exemplo.

    Confira, abaixo, os 6 maiores motivos de reclamação da última edição do evento:

    1 – Pedido cancelado sem justificativa;

    2 – Produto ou serviço anunciado apareceu como indisponível;

    3 – Mudança de preço no momento de finalizar a compra;

    4 – Maquiagem do desconto (no preço do produto ou no valor do frete);

    5 – Site intermitente, congestionado ou bloqueado;

    6 – Site não permite pagamento via boleto bancário ou débito.

    Caso o consumidor se depare com alguma das situações descritas e não conseguir resolver o problema pelo atendimento da empresa pode entrar em contato com o próprio Procon, que montará um mutirão de atendimento a partir desta quinta-feira (23) ou queixar-se em sites como o ReclameAqui.

    É importante sempre guardar todos os comprovantes da compra, se possível, com imagens da tela do computador em cada passo e documentos bancários. Isso pode ajudar como prova caso o problema não seja resolvido diretamente pela varejista.

    Até mais.

    Convidados

    Coisas que você não deve comprar antes da Black Friday

    9 de novembro de 2017

    A edição da Black Friday em 2017 acontece na última sexta-feira de novembro, dia 24

    Black Friday – Como escapar das maquiagens nos preços?

    Com expectativa de faturamento em R$ 2,5 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a edição da Black Friday em 2017 acontece na última sexta-feira de novembro, dia 24. Isso corresponde a aumento de 18% com relação ao ano passado, o que significa que os brasileiros, além da maior capacidade de consumo, estão confiantes com relação aos descontos concedidos neste período. Além da sexta-feira, que é a data original, muitas varejistas aproveitam o endosso das compras para também oferecer descontos na segunda-feira posterior, conhecida como “Cyber Monday”. Assim, problemas com grandes filas ou queda de servidores em sites podem ser evitados.

    Para melhor aproveitar as promoções, é importante selecionar previamente os produtos de interesse e pesquisar os valores atuais dos mesmos, evitando cair nos falsos descontos – apelidados de “black fraudes”. Sites especializados de monitoramento de preços, como o Busca Descontos, Buscapé ou Zoom podem ajudar nessa pesquisa. O site Black Friday De Verdade neste ano também anunciou uma lista de empresas que se comprometeram a “praticar descontos reais”. Desde 2014, a página busca verificar descontos especificamente na data.

    Além dos preços, é extremamente importante acompanhar a reputação das lojas selecionadas. Uma ferramenta muito usada nesse sentido é o Reclame Aqui, que serve como plataforma para medir a satisfação de clientes e a capacidade de cada varejista de resolver os problemas de cada pessoa lesada.

    Após verificar os descontos e as lojas, atenção a itens que podem acabar muito rapidamente pela alta procura: como algumas varejistas começam a dar descontos pontuais mesmo antes da semana do dia 25, nem sempre é boa ideia esperar para comprar peças de roupas e tênis previamente selecionados, já que os tamanhos podem esgotar em poucos minutos de promoção.

    Usando como base os maiores descontos das edições anteriores no Brasil e pesquisas realizadas ao redor do mundo, a InfoMoney separou uma lista de itens que você realmente não deve comprar nas próximas duas semanas. Veja a seguir:

    1) Eletrodomésticos

    Indispensáveis e caros, eletrodomésticos devem ser pesquisados exaustivamente antes de comprados. E a Black Friday costuma oferecer bons descontos nesses itens. Não à toa, esta foi a categoria mais buscada em 2016, com 26% da procura.

    2) Laptops

    Assim como os eletrodomésticos, computadores estão entre os itens mais vendidos das últimas edições da Black Friday. Informática e eletrônicos são dois dos itens previstos como as maiores procuras para 2017, de acordo com a ABComm.

    3) Smartphones

    Como a Black Friday costuma ocorrer após os lançamentos dos aparelhos mais recentes das grandes fabricantes, os maiores descontos são encontrados historicamente em aparelhos lançados em anos anteriores. No entanto, edições mais recentes da promoção mostraram pequenas quedas nos preços de celulares novos também.

    4) Jogos eletrônicos

    Segundo levantamento do Zoom, a categoria de games em 2016 chegou a ver descontos de mais de 75% em determinados itens. Muito buscados como presente de Natal, consoles e games costumam valer a pena na última sexta-feira de novembro.

    5) Brinquedos tradicionais

    A mesma lógica vale para brinquedos e jogos tradicionais. Na época das festas, os preços podem subir, então o ideal é pensar desde já a comprar os presentes para a família.

    6) Passagens e pacotes de viagens

    Sites renomados de passagens aéreas e pacotes de viagens fazem boas promoções na data – e costumam aumentar consideravelmente os preços logo depois da Black Friday. Se tiver intenção de viajar e disponibilidade de datas, pode valer a pena segurar essa compra.

    7) Televisores

    Os descontos em aparelhos de TV tendem a ser expressivos na Black Friday. Para 2018, por outro lado, eventos como a Copa do Mundo e as eleições podem fazer com que os preços subam nas lojas com a demanda mais alta.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/minhas-financas/consumo/noticia/7062532/coisas-que-voce-nao-deve-comprar-antes-black-friday

    Até mais.

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    Procon-SP divulga lista de sites de compras não confiáveis !

    8 de novembro de 2017

    Lista de sites de e-commerce não confiáveis segundo o procon

    Desta lista fazem parte empresas que possuem irregularidades na prática do e-commerce, principalmente por falta de entrega dos produtos.

    Comprar pela internet é rápido, fácil e às vezes mais barato. Contudo, é preciso estar atento e ser cuidado para evitar cair em golpes. Para facilitar esse trabalho, o Procon-SP divulgou nesta semana uma lista atualizada de sites que devem ser evitados.
    A lista empresas que possuem irregularidades na prática do comércio eletrônico, principalmente por falta de entrega dos produtos adquiridos pelo consumidor são fornecedores não localizados, nem mesmo através de rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil, o que inviabiliza a solução do problema apresentado pelo consumidor.

    A entidade de defesa do consumidor conta que parte desses sites já foi retirada do ar. Ainda assim, na hora de comprar pela Internet, é fundamental checar informações sobre a loja, inclusive CNPJ, caso não seja uma página com referências, e canais de contato.

    Clique aqui e confira a lista do Procon-SP dos sites que devem ser evitados.

    Até mais.

    Convidados

    O próximo nível do e-commerce na América Latina

    22 de junho de 2017

    Apesar da crise econômica que se faz sentir, o e-commerce na América Latina está em fase de pleno crescimento. Já são vários anos em que as vendas online nos países da região crescem consideravelmente.

    Um maior número de usuários de Internet, o aumento das lojas que vendem online e o acesso ás contas bancárias através da internet são apenas alguns dos fatores que contribuíram para este aumento de vendas através de e-commerce.

    Todos os dias dezenas de pessoas começam a criar logotipo para colocarem nas suas lojas online, transformando as mesmas em algo único e personalizado.

    Muitos empresários também acreditam que este crescimento responde a alguns fatores comuns com os principais países da região, como o Brasil, Chile, Argentina e Colômbia, que passaram a ter um maior acesso à tecnologia.

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    Millennials consumidores são feitos com o mercado

    É importante salientar que ferramentas como Facebook, Youtube e Google têm aumentado a sua presença e domínio da região, tornando-se excelentes plataformas para permitir que as marcas mostrem os seus produtos diretamente aos consumidores.

    Em alguns anos, os consumidores de hoje são os compradores maduros das compras online, o que contribuirá para o crescimento do tamanho do mercado, principalmente na faixa etária dos Millennials (jovens entre 25 e 34 anos) que são os consumidores mais fiéis, seguidos pela geração X (35 a 44).

    Nesta geração 9 em cada 10 consumidores fizeram pelo menos uma compra on-line nos últimos 6 meses.

    No entanto, para que o e-commerce na região continue a crescer, a América Latina deve aumentar a penetração de serviços bancários, principalmente a penetração do cartão de crédito.

    Mais de 385 milhões de smartphones em 2020

    Atualmente o acesso a cartões bancários ainda é muito baixo (mais ou menos em torno de 40% em países como México) comparativamente com outras regiões.

    Se há um crescimento nesta área, um fluxo natural será gerado para o negócio e enquanto isso acontece, é importante para empresa possa oferecer alternativas de pagamento como depósitos, contrarreembolso ou transferência bancária.

    Outro fator importante é o acesso a mais e melhores pontos de banda larga e de rede móvel em toda a América Latina. De acordo com estatísticas espera-se que em 2020, a região tenha mais de 385 milhões de smartphones (sendo o acesso ainda bastante lento e restritivo) o que torna indispensável essa melhoria.

    Se se projetar um melhor acesso à tecnologia, os usuários por sua vez, vão exigir mais e melhores plataformas através das quais podem ver e comprar produtos. No entanto, quando criar uma loja online, necessita ter especial atenção para a experiência do usuário.

    Assim sendo, se neste momento quer criar uma loja online que consiga alcançar vendas exponenciais, lembre-se que deve fornecer aos seus clientes a melhor experiência possível.

    Para isso, aposte em vários meios de pagamento, meios de comunicação distintos e acima de tudo em toda a experiência que o usuário quer.

    Outra questão que deve ter também em conta, é que o logotipo da sua empresa deve estar de acordo com o padrão do seu negócio. Você pode criar logotipo grátis de forma simples e intuitiva, mas sempre na linha de seu próprio negócio.

    Convidados

    Itens essenciais que os viajantes mais esquecem de colocar na mala

    26 de abril de 2017

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    Um levantamento feito pela Amazon revela alguns itens essenciais que são comumente solicitados no e-commerce da empresa, por exemplo, frequentemente os viajantes esquecem de colocar os carregadores de seus celulares nas malas. A pesquisa foi feita pela Amazon e divulgada em março de 2017.

    O levantamento revela alguns itens essenciais que são comumente solicitados no e-commerce da Amazon quando as pessoas estão de férias.

    Veja a seguir:

    1) Carregador de celular

    Foram encomendados 11 milhões deles em 2016 – 60% para celulares da Apple e 40% para Android.

    2) Carregador de câmera

    Quase 4 milhões de pedidos no ano passado.

    3) Pasta de dente

    Só pela Amazon, houve 3,75 milhões de encomendas.

    4) Roupa de banho

    Aproximadamente 3 milhões de pedidos.

    5) Escova de cabelo

    Cerca de 2,6 milhões de compras pela Amazon em 2016.

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    E-commerce no Brasil só dá prejuízo?

    11 de março de 2016

    Se a resposta for não, por que o Submarino, do mesmo grupo que as Lojas Americana, B2W, outro ano voltou a apresentar prejuízo? Um dos maiores players do e-commerce nacional segue firme e forte ladeira abaixo. Confira o resultado de 2015:

    11h49 : B2W divulga resultados do 4T15

    A B2W divulgou prejuízo líquido de R$ 17,2 milhões no 4T15, contra lucro líquido de R$ 20,9 milhões no mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2015, o prejuízo foi de R$ 274,6 milhões, ante prejuízo de R$ 163,3 milhões no acumulado de 2014.

    A receita líquida de vendas e serviços do último trimestre de 2015 foi de R$ 2,9 bilhões, superando o 4T14 em 5,9%. No 12M15, a receita acumulada foi de R$ 9,0 bilhões, 13,2% superior ao ano anterior.

    O Ebitda (lucro antes dos juros impostos, depreciação e amortização) ajustado do 4T15 foi de R$ 212,5 milhões, 10,2% acima na comparação com o 4T14. Em 2015, o Ebitda acumulado foi de R$ 610,2 milhões, superando em 9,7% o 12M14.
    Lopes Filho

    BTOW3: Gráfico de candles com período anual
    BTOW3: Gráfico de candles com período anual

    Já o segmento de lojas físicas do grupo B2W deu lucro:

    11h32 : Lojas Americanas divulga lucro de R$ 204,2 milhões no 4T15

    A Lojas Americanas divulgou lucro líquido de R$ 204,2 milhões no 4T15, recuando 31,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2015, o lucro foi de R$ 250,2 milhões, 41,5% inferior ao acumulado em 2014.

    A receita líquida de vendas e serviços do último trimestre de 2015 foi de R$ 5,8 bilhões, superando em 6,3% o 4T14. Em 2015, a receita acumulada foi de R$ 17,9 bilhões, 11,0% superior ao auferido no 12M14.

    O Ebitda (lucro antes dos juros impostos, depreciação e amortização) do 4T15 foi de R$ 1,0 bilhão, 14,4% acima na comparação com o 4T14. No 12M15, o Ebitda acumulado foi de R$ 2,5 bilhões, superando o ano anterior em 15,4%.
    Lopes Filho

    Haveria falha na gestão do e-commerce nacional? Faltaria melhor formação para os empresários e profissionais desta área?

    Veja também:

    E-commerce está em um Oceano Vermelho no Brasil
    E-commerce está em um Oceano Vermelho no Brasil

    Até mais.

    Geral

    IPO: Alibaba, mais um exagero do mercado?

    19 de setembro de 2014

    Depois do grande oba-oba do mega IPO* da empresa norte-americana Facebook, eis que chega com grande estrondo em WallStreet a empresa chinesa Alibaba. A ação subiu muito em sua estreia na bolsa de valores.
    Acompanhemos para saber até onde vai mais esta possível insanidade do mercado.
    *IPO: Initial Public Offering, em português traduzimos como Oferta Publica de Ações.

    O Alibaba Group nada mais é do que um grupo de empresas com sede em Hangzhou/China, de propriedade privada baseada em e-commerce, incluindo sites online de business-to-business, serviços de varejo e pagamento online, um motor de busca para compras e serviços de computação na nuvem centrados em dados.

    Vejam matéria que saiu hoje:

    Após IPO recorde nos EUA, Alibaba abre com alta de 45%, a US$ 98
    Os papéis da companhia chinesa demoraram mais de 2 horas para iniciarem a negociação; as ações tinham sido precificadas a US$ 68

    Minutos antes da abertura de negociação dos seus papéis, tudo indicava que o Alibaba faria a maior estreia comercial dos Estados Unidos, com uma alta de mais de 35% em relação aos US$ 21,8 bilhões levantados durante a sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês). Com o início dos negócios, ás 12h56 (horário de Brasília), os papéis da companhia chinesa estavam a US$ 92,70, uma alta de 36%, após as suas ações serem precificadas a US$ 68.

    Mas a alta não parou, minutos após abrir os papéis já atingiam US$ 98,00, valorização de 44,12% ante sua precificação. A indicação dos preços, fornecida pelo formador de mercado do Alibaba na New York Stock Exchange, ficou mudando durante toda a manhã à medida que investidores sinalizavam interesse pelos papéis da empresa.

    Após ser fundado por Jack Ma em 1999, o Alibaba está avaliado em US$ 167,6 bilhões. Se for negociado a US$ 89, o papel do Alibaba será mais caro que os papéis do Amazon e do eBay juntos. Ma é o homem mais rico da China, com um patrimônio líquido estimado em US$ 21,9 bilhões, de acordo com índice Bloomberg Billionaires.
    Jack Ma fundador do Alibaba, Jack Ma dono do alibaba
    fonte: infomoney.com.br/bloomberg/mercados/noticia/3587955/apos-ipo-recorde-nos-eua-alibaba-abre-com-alta

    Leia também:

    Vale a pena investir em IPO(Initial Public Offering)?

    Até o próximo post.

    Convidados

    Guest Post: Cupons de descontos e cash back

    12 de agosto de 2014

    Cupons de descontos e “cash back”: nova realidade do e-commerce brasileiro
    por Israel Salmen*

    Uma pessoa se dirige ao caixa de uma loja ou de um supermercado com recortes de jornal e os entrega ao vendedor. Cena comum nos Estados Unidos, esses são os famosos “cupons de descontos” encontrados em veículos de comunicação, como jornais e revistas, que oferecem descontos no ato da compra.

    Os cupons de descontos vêm se fortalecendo no Brasil, por meio do comércio on-line, aliás, nicho importante para o varejo. A expectativa é que, em 2014, o segmento alcance até 50 milhões de usuários ativos (e-bit). Outra novidade para aumentar as vendas é a devolução de parte do dinheiro gasto – ou “cash back” –, que também tem atraído a atenção dos consumidores.

    Nesses modelos, lojistas e consumidores ganham. O dinheiro de volta é uma estratégia para fidelizar o cliente porque ele saberá exatamente o quanto irá receber e economizar, sem que seja necessário acumular ou trocar pontos.

    Já os varejistas investem nessas ferramentas por alguns motivos, um deles é poder participar de uma “grande vitrine virtual” e, com isso, elevar o tráfego de acessos de sua loja online. A possibilidade para as empresas manterem o grande volume de vendas é determinar o valor mínimo para ativar o desconto.

    Evidentemente que, ao utilizar os cupons e notar a economia, os usuários tendem a retornar a esses sites para efetuar novas compras. É fácil encontrar depoimentos de clientes afirmando que não comprariam se não existissem esses códigos promocionais. A satisfação gerada pela economia e a segurança em utilizar o desconto, de certa forma, reforça a fidelização dos consumidores em suas lojas preferidas.

    Por isso, os empresários têm que ver a Internet como grande aliado das vendas. Os hábitos dos consumidores podem ser acompanhados e, com isso em mãos, é possível traçar estratégias para atingir o maior número de pessoas e oferecer boas oportunidades, como economia e melhores produtos. O e-commerce brasileiro não é uma “bolha”, mas sim uma realidade importante, notando-se o aumento no consumo e a satisfação dos clientes, principalmente quando eles economizam.

    * Israel Salmen, economista formado pela UFMG e fundador do Meliuz.com.br, plataforma de cupons de descontos e dinheiro de volta.

    Até o próximo post.