Folhainvest: Corretoras tentam melhorar conduta de agente autonômo
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Folhainvest: Corretoras tentam melhorar conduta de agente autonômo

13 de maio de 2013

Saiu uma ótima reportagem sobre Agente Autônomo de Investimentos (AAI)* no jornal Folha em 08/04/2013, caderno Folhainvest, onde é explicado de forma muito clara as melhoras que as corretoras estão buscando fazer para diminuir o número de reclamações que recebem relativos a estes profissionais.

Outro ponto interessante ressaltado na reportagem é o escopo de atuação de um AAI:
– “O que ele pode fazer” x “O que ele não pode fazer”.

Vale a pena conferir:

Veja também:

ANCOR – Agente Autônomo de Investimentos

* Agente Autônomo de Investimentos (AAI) também são comumente conhecidos no mercado financeiro como Assessores de Investimentos.

Quanto ganha um agente autônomo de investimentos

Até o próximo post.

3 Comments

  • Reply Vilmar 21 de fevereiro de 2017 at 15:49

    21 fev, 2017 14h40
    Conheça os únicos cursos preparatórios para CPA-10, CPA-20 e CEA com garantia de aprovação
    A InfoPRO UniTreina utiliza teoria behaviorista para ensinar conceitos de finanças

    Se você está se preparando para tirar certificações em finanças como o CPA-10, CPA-20 e CEA, não deixe de conhecer os únicos cursos do Brasil com garantia de aprovação. Essa condição é uma exclusividade da InfoPRO UniTreina, e oferece ao aluno o direito de receber o dinheiro de volta ou tentar novamente até obter sucesso no exame.

    Mas atenção: para garantir esse benefício é preciso assistir todas as aulas do curso preparatório e fazer o simulado na mesma semana da prova oficial, obtendo um índice de acerto de pelo menos 87% das questões. Apesar de oferecer essa condição, poucos alunos realmente precisam da garantia de aprovação. Um dos grandes trunfos para garantir um elevado índice de aprovação é o uso da metodologia de ensino behaviorista, teoria consagrada em outras áreas do conhecimento e que agora chega à educação financeira.

    O método evita o excesso de informação aos alunos, transmitindo apenas os conteúdos mais relevantes dentro de cada tema, estimulando o pensamento lógico do aluno. Desse modo, é possível construir associações e acelerar o aprendizado dos conteúdos. “O segredo é entender quais partes do conteúdo são essenciais para permitir a generalização, ou seja, quais partes do conteúdo são vitais para a mente conseguir fazer as ligações necessárias”, explica Richard Rytenband, cofundador da InfoPRO UniTreina, a maior universidade de cursos preparatórios do Brasil e a primeira a usar esse conceito no mercado financeiro. Clique nos links a seguir para conhecer mais e garantir sua inscrição nos cursos: CPA-10, CPA-20, CEA.

    A escola surgiu a partir de uma necessidade própria. “Sempre tive conhecimento de base e comecei a estudar para as certificações, mas percebi que os materiais tinham tudo, menos a preocupação pedagógica”, conta Rytenband. Com 26 certificações obtidas ao longo de anos de carreira, o professor começou a atuar no mercado financeiro quando tinha apenas 13 anos, mas lembra que ao longo de sua trajetória notou que os alunos se limitavam a decorar os assuntos para os exames de certificação e depois acabavam esquecendo o que aprenderam.

    O contato com as técnicas behavioristas veio com o curso de mestrado em Psicologia da Educação na PUC-SP, quando começou a estruturar um modo de permitir que o conhecimento no mercado financeiro seja absorvido de forma mais natural. “O material é preparado para produzir esse tipo de resultado, no qual os alunos não conseguem esquecer e fazem ligações entre os assuntos automaticamente”, explica. Dessa forma, são capacitados a solucionarem até mesmo questões para as quais não estudaram. “O objetivo é acelerar o aprendizado, ensinando os conteúdos certos da forma correta para que a mente humana faça o resto, se ensinarmos tudo só vamos trazer confusão mental.”

    Desse modo, até mesmo as apostilas não seguem o modelo tradicional. O material que apoia as vídeo-aulas tem pouco texto, mantendo o foco em esquemas e mapas mentais, e até mesmo a forma ou posição como aparecem as palavras são pensadas para que o aluno consiga fazer links por posicionamento.

    O curso também tem a vantagem de ser montado como peças de Lego. Compartimentado e gravado em pequenas partes, o professor montou uma espécie de Big Data, em que a compilação de resultados por tópicos e feedbacks dos alunos permitem o constante aprimoramento do ensino, incluindo atualizações rápidas quando há mudanças nas provas. “Quando o aluno erra, o erro é nosso, é do professor, do curso”, explica Rytenbrand. “Procuramos sempre corrigir para que os futuros alunos não cometam o mesmo erro.”

    Ao se matricular para um curso com esse método, esqueça técnicas como piadas e músicas para lembrar de fórmulas ou temas. O foco desse modelo de ensino é aprender a aprender. “A ideia é o ensino eficiente, em algumas horas consigo deixar o aluno no mesmo nível de quem tem uma pós-graduação”, crava o professor. Para ele, a disciplina de matemática financeira para o curso de correspondente bancário é um bom exemplo, na qual muitos alunos sem diploma universitário conseguem resolver questões que profissionais com um MBA falham.

    Nessa disciplina, os estudantes aprendem a usar a calculadora financeira, mas antes disso a abordagem é a mesma utilizada há décadas – e que tem se perdido com o avanço da tecnologia: os cálculos são feitos na mão, para desse modo entender todo o processo que deu origem à fórmula usada. “A matemática aplicada é isso, com o entendimento do assunto a pessoa começa a criar as próprias fórmulas para conseguir se sair bem em qualquer tipo de situação”, afirma. Essa mesma lógica prevalece para legislação, economia, finanças, entre outros assuntos.

    No final das contas, o objetivo é incorporar os temas aprendidos na vida do aluno. “Não queremos saber quanto tempo o aluno estudou, quantas horas de curso ou anos de faculdade ele tem, mas o que você sabe fazer com aquele conteúdo, o que você domina?”, resume o professor.
    http://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/noticia/6158353/conheca-unicos-cursos-preparatorios-para-cpa-cpa-cea-com-garantia

  • Reply Vilmar 12 de setembro de 2013 at 11:54

    10/09/2013 às 09h13
    PF e CVM fazem operação contra ações ilícitas de agentes autônomos
    Por Alessandra Saraiva e Sergio Ruck Bueno | Valor

    RIO E PORTO ALEGRE – (Atualizada às 11h22) A Polícia Federal (PF), em coordenação e com a colaboração direta da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), após dois meses de investigação, iniciou nesta terça-feira a Operação Churning, para reprimir possíveis ilícitos praticados por três agentes autônomos de investimento em operações no mercado de ações.

    Segundo a instituição, há indícios de que pelo menos sete pessoas teriam sido lesadas em mais de R$ 2,5 milhões. A autarquia, em comunicado, não divulgou os nomes dos agentes autônomos.

    Agentes da PF cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em Porto Alegre, Gravataí e Santa Maria para recolher documentos que reforçam as investigações e contribuam na apuração sobre a possibilidade de outros investidores terem sido lesados. A polícia também pediu à Justiça o sequestro de três residências de alto padrão e a apreensão de três automóveis de luxo que servirão como medida cautelar para restituição do prejuízo dos clientes em caso de condenação dos agentes autônomos, cujos nomes não foram revelados.

    De acordo com a PF, a “suposta” fraude consistia na realização de sucessivas operações de compra e venda de ações nem sempre para obter lucro para os clientes, mas apenas gerar taxa de corretagem. Uma das vítimas investiu R$ 606 mil e perdeu 60% do valor em 15 meses. Nesse período, pagou R$ 141 mil em taxas, emolumentos e corretagem.

    Somente em nome deste investidor foram realizadas 1,2 mil operações na BM&FBovespa, com uma movimentação acumulada de R$ 26,5 milhões, informou a PF. Outros clientes denunciaram prejuízo de 100% do valor investido. Também afirmaram que os corretores repassavam informações falsas sobre os rendimentos e quanto ao saldo dos investimentos realizados.

    Os investigados foram acusados de suposta prática de “churning”. Por essa operação, um intermediário realiza excessivas operações de compra ou venda de valores mobiliários para um investidor, sem aparente fundamento econômico, com o fim de gerar taxa de corretagem.

    A operação foi fruto do acordo de cooperação mantido pelas duas instituições. Segundo a CVM, as medidas de busca e apreensão foram autorizadas judicialmente, para obtenção de provas que instruirão procedimentos de investigação sobre possível prática de administração irregular de carteira, sem o necessário registro na CVM.

    No comunicado, a CVM também afirma que práticas como o “churning”, além de gerarem prejuízos aos investidores diretamente lesados, “também prejudicam o mercado e a sociedade como um todo”.
    (Alessandra Saraiva e Sergio Ruck Bueno | Valor)
    valor.com.br/financas/3264682/pf-e-cvm-fazem-operacao-contra-acoes-ilicitas-de-agentes-autonomos#ixzz2egqxWbiE

    • Reply Vilmar 18 de dezembro de 2014 at 19:22

      Especialistas em finanças ganham liberdade para investir em qualquer ativo

      A norma da CVM que elevou o patrimônio mínimo para investidores serem considerados qualificados ou profissionais beneficiou especialistas em finanças certificados como os agentes autônomos e os analistas, que foram incluídos nessas categorias
      (SÃO PAULO) – A instrução 554, publicada nesta quarta-feira pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), aumentou o patrimônio mínimo para que um brasileiro seja considerado investidor qualificado ou profissional, tornando aplicações de risco como BDR, CRI, CRA, FIDC, FIP e debêntures incentivadas menos acessíveis a milhares de brasileiros. Por outro lado, a mesma instrução abriu a porta para que profissionais ligados ao mercado financeiro tenham grande liberdade para investir nos ativos que quiserem.

      O patrimônio mínimo exigido para alguém ser considerado investidor qualificado subiu de R$ 300 mil para R$ 1 milhão em aplicações financeiras. Segundo cálculos da Anbima (a associação de gestoras e bancos de investimento) apresentados durante a audiência pública que discutiu a nova norma, apenas 131 mil brasileiros possuem mais de R$ 1 milhão investidos em produtos financeiros. A ideia da CVM foi restringir o acesso a esses produtos apenas aos brasileiros que podem contratar um consultor financeiro ou a assessoria personalizada de uma instituição financeira.

      Por outro lado, a nova norma da CVM deu grande liberdade aos profissionais de finanças para investir os recursos próprios. Passaram a ser considerados qualificados pessoas aprovadas em exames de qualificação técnica ou que possuam certificações para o registro de agente autônomo de investimento, administradores de carteira, analistas e consultores de valores mobiliários. Segundo a assessoria de imprensa da CVM, estão incluídos na norma pessoas que passaram nas provas da Ancord (agentes autônomos), profissionais com certificados CGA (gestores de recursos de terceiros) ou CEA (assessores de investimento), planejadores financeiros CFP e analistas com CNPI. Antes apenas administradores de carteira e consultores de valores mobiliários eram considerados qualificados. A mudança é um importante avanço porque, além dos milionários, passaram a ser tradados como qualificados investidores com conhecimento comprovado em finanças.

      Alguns ativos que só podem ser comprados por investidores qualificados são os CRI (certificados de recebíveis imobiliários), CRA (certificados de recebíveis do agronegócio), FIDC (fundos de investimento em direitos creditórios), FIP (fundos de investimento em participações) e os fundos que investem em BDR (recibos de ações de empresas estrangeiras negociados na Bovespa). Ao dar maior liberdade para a negociação desses ativos, a CVM permite que especialistas em finanças possam ter carteiras mais diversificadas, principalmente em renda fixa e em ativos no exterior, e aproveitem melhor a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas oferecida por produtos como CRA e CRI.

      Já a figura do investidor superqualificado foi substituída pela do investidor profissional. O patrimônio mínimo para ser considerado profissional subiu de R$ 1 milhão para R$ 10 milhões – são apenas 9 mil brasileiros nessa condição, segundo a Anbima. Os profissionais de finanças novamente foram incluídos na classificação de profissionais, mas além da certificação, também será exigido deles autorização da CVM para atuar nos mercados de agente autônomo de investimento, administrador de carteira, analista e consultor de valores mobiliários. Investidores profissionais têm autorização para investir em ofertas restritas a pequenos grupos de debêntures incentivadas (isentas de Imposto de Renda) e em BDR (recibos de ações de empresas estrangeiras negociados na Bovespa). Novamente o ganho é a possibilidade de maior diversificação.

      infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/3760760/especialistas-financas-ganham-liberdade-para-investir-qualquer-ativo

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