10 motivos para os imóveis continuarem a ser um investimento ruim
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10 motivos para os imóveis continuarem a ser um investimento ruim

25 de abril de 2016

10 motivos para os imóveis continuarem a ser o mico da vez é o novo tema de artigo da Infomoney para explicar de forma bem clara por que os imóveis continuam sendo investimentos ruins, principalmente para aqueles que não tem dinheiro em caixa para comprar com desconto à vista e buscam alavancar-se ao dar apenas uma parte do dinheiro como entrada e financiar o resto, porém precisam de alugar o imóvel par pagar as prestações. A bolha imobiliária no Brasil e a economia em frangalhos acabaram com a festa dos especuladores de plantão.

O colunista faz um alerta para que as pessoas não se iludam,pois não deve ser o impeachment que vai destravar uma retomada na trajetória de alta do preço no mercado imobiliário nacional.

O valor dos imóveis tiveram alta de 9%, o que é abaixo da inflação nos últimos 12 meses, conforme o índice FipeZap. Nas cidades pesquisadas, os preços só subiram em linha com a inflação em Florianópolis. Nas demais cidades houve altas menores que a média ou ocorreu queda nominal de preços. Com taxas de juros que permitem um retorno de cerca de 15% ao ano com aplicações financeiras de baixíssimo risco (CDB, LCI, LCA, FII, Fundos de Renda Fixa, etc…) e com aluguéis que somados por um ano não chegam a representar 5% do valor do imóvel, as casas e as apartamentos se transformaram no mico do momento no mundo dos investimentos. Quem procura vender não encontra comprador a não ser que conceda pomposos descontos, umas das consequências do estouro da bolha imobiliária no Brasil. Desta forma os estoques de imóveis e terrenos se acumulam, aumentando o poder de barganha dos compradores.

Confira a seguir lista com as 10 principais razões para não investir em imóveis no atual momento da economia brasileira, com Dilma ou com Temer:

– Os recursos da poupança estão esgotados;

– Os juros do crédito imobiliário estão altos e podem subir mais;

– O governo está reduzindo os programas habitacionais;

– Os estoques de imóveis à venda estão muito altos;

– O FGTS também dá sinais de esgotamento;

– O preço do aluguel está em queda livre e deve continuar caindo;

– As devoluções (distratos) dispararam;

– Só o mercado imobiliário não passou por uma forte correção;

– A confiança do consumidor é a menor da história;

– O desemprego disparou.

Leia mais a seguir:

10 motivos para os imóveis continuarem a ser o mico da vez
João Sandrini 10 motivos para os imóveis continuarem a ser o mico da vez

6 Comments

  • Reply HELIR RODRIGUES ADVOGADO 2 de julho de 2017 at 17:41

    Olá amigos

    Atuo como Advogado Imobiliário em defesa de consumidores e conheço bem esse assunto ainda mais quando falamos de Distrato de Imóvel na Planta.

    O maior problema está no resultado dessa bolha, pois colocou inumeras pessoas em dificuldades financeiras, alguns perdendo seus imóveis e outros perdendo dinheiro para construtora com Multa Ilegais, alguns consumidores inclusive perdendo todos os valores pagos para construtoras.

    A Justiça já pacificou vários entendimento na defesa dos consumidores inclusive com recuperação dos valores pagos pelo consumidor entre 100% à 90%, devolução essa com juros e correção monetária que deve ser feito de uma só fez de acordo com a justiça.

    Vou deixar um link sobre o assunto para os amigos. abs Dr. Helir

    http://helirrodriguesadvogado.com.br/practice/distrato-de-contrato-de-compra-e-venda-na-planta/

    http://www.distratodeimovelnaplanta.com.br

  • Reply Vilmar 16 de dezembro de 2016 at 16:33

    Levantamento
    12h45
    Bolha sem fim: imobiliárias perdem 72% de valor de mercado desde o auge do setor
    http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/5930569/bolha-sem-fim-imobiliarias-perdem-valor-mercado-desde-auge-setor

  • Reply Vilmar 19 de setembro de 2016 at 17:46

    11h25 : Viver pede recuperação judicial
    #VIVR3 #BolhaImobiliaria

    Em conjunto com algumas de suas controladas diretas e indiretas, a incorporadora ajuizou pedido de recuperação judicial na Comarca da Capital do Estado de São Paulo. Segundo a Viver, a deterioração da atividade econômica, que afetou gravemente o setor, a limitação à concessão de crédito e o alto número de distratos foram fatores complicadores. As dificuldades para honrar suas obrigações financeiras e os recentes eventos e iminentes riscos de novos bloqueios judiciais nas contas do Grupo Viver, fizeram da Recuperação Judicial a melhor alternativa no momento. Ainda segundo o fato relevante, a recuperação judicial tem o intuito de preservar a continuidade das atividades do Grupo Viver, preservar os interesses e direitos de seus fornecedores, credores e de seus acionistas, além de proteger o caixa da Companhia e das sociedades do seu grupo objetivando mitigar riscos operacionais no curtíssimo prazo. Os negócios na Bovespa reabrem amanhã no grupor Recuperação Judicial.

  • Reply Vilmar 10 de maio de 2016 at 15:43

    “O pessimismo pode ser uma oportunidade”, diz especialista sobre mercado imobiliário

    http://www.infomoney.com.br/imoveis/investimentos-imobiliarios/noticia/4919674/pessimismo-pode-ser-uma-oportunidade-diz-especialista-sobre-mercado-imobiliario

  • Reply Vilmar 6 de maio de 2016 at 14:02

    #MILS3
    http://chegadeperderdinheiro.com.br/tag/bolha-imobiliaria/
    12h19 : Mills apresenta prejuízo de R$ 17,8 milhões no 1T16

    A Mills apresentou prejuízo líquido ajustado de R$ 17,8 milhões no primeiro trimestre de 2016, ante prejuízo de R$ 14,5 milhões no 1T15. A receita líquida da empresa também sofreu queda, de 20,6% no 1T16, quando ficou em R$ 130,1 milhões. O Ebitda foi de R$ 29,0 milhões, recuando 38,8% sobre o mesmo período do ano anterior.

    #GFSA3

    12h05 : Gafisa informa prejuízo de R$ 53,2 milhões no 1T16

    A combinação de recessão econômica, altas taxas de juros, aumento da inflação e níveis elevados de desemprego têm impactado duramente o mercado imobiliário nacional. Neste ambiente, os segmentos Gafisa e Tenda vivenciaram realidades diferentes. O segmento Gafisa mais afetado pela deterioração do ambiente macroeconômico manteve uma estratégia conservadora no que tange ao desenvolvimento de projetos. O segmento Tenda, ancorado na resiliência do mercado de baixa renda, conseguiu dar maior consistência à expansão de seu modelo de negócios.

    A receita líquida consolidada do trimestre alcançou R$ 405,5 milhões, uma redução de 22% na comparação anual. O resultado do período foi um prejuízo de R$ 53,2 milhões ante um lucro de R$ 31,7 milhões no 1T15, principalmente impactado pelo maior volume de distratos no período. O Ebitda ajustado foi de R$ 15,5 milhões, 84% inferior na comparação anual.

  • Reply Vilmar 2 de maio de 2016 at 17:56

    Quer imóveis com quase 50% de desconto? Ação da São Carlos é opção – InfoMoney

    http://www.infomoney.com.br/blogs/infomoney-recomenda/post/4920463/quer-imoveis-com-quase-desconto-acao-sao-carlos-opcao

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