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    10 passos para evitar perder dinheiro na bolsa de valores

    16 de setembro de 2015

    Defenda seu dinheiro na bolsa de valores com as orientações abaixo.

    O desejo de ficar rico investindo na Bolsa de Valores é tão comum quanto o desejo de ganhar na loteria, isso acontece devido ao potencial de rentabilidade que investir na Bolsa pode proporcionar aos investidores, principalmente comparado aos investimentos de renda fixa.

    Mas como nem tudo na vida são flores, junto a este grande potencial de desempenho, operar na bolsa pode expor o investidor ao risco de perder dinheiro, e é claro que ninguém quer isso.

    10-passos-evitar-perder-dinheiro-na-bolsa-de-valores

    Perder dinheiro é um tema que as pessoas não gostam de tratar, é difícil encontrar conteúdos sérios sobre o assunto e são poucas as empresas que tem interesse de mostrar para os seus clientes os riscos reais de operar na bolsa. Muitas preferem ludibriá-los,  mostrar apenas o lado positivo de investir em renda variável.

    Vejamos agora 10 passos de como evitar perder dinheiro na Bolsa de Valores que podem ser evitados facilmente apenas tomando algumas medidas:

    1 – Conhecimento é a chave do sucesso

    O primeiro passo é o que acredito ser o mais importante, pois a partir dele poderemos compreender as demais dificuldades de investimentos de renda variável.

    As pessoas tendem a investir na bolsa iniciando pela prática e só procuram a teoria quando a coisa já está mais do que complicada. Por isso é importante antes de começar a operar na Bolsa de Valores buscar em primeiro lugar o conhecimento sobre tudo que envolve este investimento, e existem conteúdos feitos por grandes especialistas que estão disponíveis na internet gratuitamente e que pode ajudar o investidor a aprender a investir na bolsa.

    Procurando primeiro aprender e depois começar a investir você saberá o que está fazendo e também estará preparado para qualquer dificuldade.

    2 – Ter cuidado com fontes de notícias não confiáveis

    É preciso ter cuidado ao operar tomando decisões fundamentadas apenas por notícias, pelos motivos listados abaixo:

    • Tenha certeza que a sua fonte é confiável e que a informação que leu ou ouviu está correta, muitas vezes ela pode até ser verdadeira, mas é bom verificar se a informação está completa, a omissão de pontos importantes pode ser um grande risco.
    • Outro motivo importante sobre operar baseado em notícias é que elas podem já estar precificadas na bolsa, ou seja, o mercado já absorveu está informação. Então para se posicionar é preciso ter certeza que estes dados são mesmo novidades para o mercado.
    • É importante ter em mente que sempre haverão pessoas com melhor acesso a determinada informação do que outras. Portanto muitas vezes quando a informação sai em um  jornal ou portal de noticias muita gente já estava sabendo e já se posicionou no mercado. Por isso é bom ter cuidado.

    Alguns sites lançam as chamadas “notícias bomba” sobre empresas e ações, apenas com a finalidade de que seu portal seja acessado muitas vezes e no fim das contas essas notícias nem são relevantes para o mercado ou seu conteúdo pode está atrasado ou mesmo é falso. Procure validar a informação em outras fontes e também veja os comentários postados pelos outros usuários sobre a notícia e sobre o site que encontrou a informação antes de montar uma operação na Bolsa de Valores .

    3 – Nem sempre as empresas que gostamos podem ser bons investimentos

    É comum encontrar no mercado pessoas que escolhem investir em empresas, que tem ações negociadas na bolsa de valores simplesmente por conhecer ou ter alguma afinidade com as empresas.

    Mas nem sempre uma empresa que é de nossa confiança, seja pelo seu atendimento e qualidade do produto, por ter sua propaganda todo dia na TV ou mesmo pela sua sede ficar perto da nossa casa significa que a empresa poderá gerar oportunidades de investimento na Bolsa.

    Para encontrar as melhores oportunidades é preciso ter auxílio de profissionais capacitados, ou seja, analistas e consultores que possuem experiência e as ferramentas corretas para encontrar boas opções de investimentos no mercado.

    4 – Falta de tempo para investir

    É importante ter tempo disponível para operar na bolsa, pois o mercado pode sofrer várias alterações ao longo do tempo e é bom ficar por dentro para não perder oportunidades.

    Claro que isso pode variar de acordo com perfil de cada investidor, tem pessoas que possuem tempo disponível e operam ações na modalidade de day-trade, que são as operações que começam e terminam no mesmo dia, há investidores que preferem operar em períodos de curto, médio e longo prazo.

    Mas mesmo comprando e vendendo ações em períodos mais longos, é importante ter um mínimo de tempo disponível para acompanhar o que está ocorrendo no mercado e como estão evoluindo as operações de sua carteira.

    5 – Amor à ação

    Investir na bolsa de valores é mesmo emocionante, mas a tomada de decisão precisa ser sempre com frieza e sensatez e não agindo de maneira emocional.

    Algumas pessoas perdem muito dinheiro por achar que algumas empresas, mesmo em tendência forte de baixa, não irão se desvalorizar por muito tempo e que em algum momento os preços de suas ações voltarão a subir novamente. Desta forma vão mantendo a operação e só encerram quando o prejuízo está irreparável.

    Outra situação é quando existe apego não apenas uma ação, mas a um determinado grupo de ações. Neste caso os investidores acabam perdendo oportunidade de investir em outras ações e contratos futuros, deixando de diversificar sua carteira e potencializar os ganhos de seus investimentos. Se por azar este grupo de ações escolhidas estão em queda no mesmo período, estes investidores perdem dinheiro sem ter condições de se recuperar, já que limitaram sua carteira.

    É preciso investir com a visão de que as ações não são objetos de apego e sim ativos negociáveis que se não forem bem conduzidos podem levar a perda de capital.

    6 – Colocar todos os ovos em apenas um cesto

    Outra forma de perder dinheiro na bolsa de valores é direcionando todo o capital disponível em apenas uma oportunidade. Assim se esta operação vier a resultar em prejuízo o capital investido será prejudicado de uma vez só.

    Por isso é importante diversificar a carteira e separar o capital disponível em fatias,   direcionando o mesmo volume de dinheiro para cada operação que deseja entrar. É recomendado direcionar o mesmo volume para que uma operação não tenha peso maior que as outras.

    Diversificar a carteira utilizando além de ações e investindo em outros ativos da bolsa, como por exemplo operar no Mercado Futuro também é uma boa maneira de diminuir o risco e aumentar o grau de retorno.

    Assim compensando as operações que estão dando prejuízo com as que estão resultando em lucro.

    7 – Não seja ganancioso

    A vontade de ganhar mais do que foi projetado, muitas vezes pode ser um problema.

    Acabamos perdendo dinheiro quando um trade atinge o objeto traçado e ao invés de encerrar a operação esperamos que o preço da ação suba ainda mais.

    Fazendo isso corremos o risco da ação se desvalorizar, podendo voltar até o preço de entrada ou mesmo ficar abaixo dele gerando perdas. Assim uma operação que estava prestes a ser encerrada com lucro acaba dando prejuízo.

    Para evitar que isso aconteça, seja disciplinado e siga sua estratégia a risca, respeitando os objetivos traçados para os trades.

    Lembre-se que é melhor ficar chateado por não ter ganhado mais dinheiro do que ficar triste e com dor na consciência ao perder grana.

    8 – Não delimitar as perdas

    Mesmo entendendo que é possível perder dinheiro investido na bolsa de valores, alguns investidores, muitas vezes, entram nas operações sem definir o quanto estão dispostos a perder caso as operações encerrem com prejuízo.

    É muito comum que os investidores em uma situação na qual suas ações estão se desvalorizando busquem aguardar o preço da ação subir até o objetivo traçado a qualquer custo ou mesmo sair da operação somente se ela voltar no preço de entrada, o chamado “sair no zero-a-zero”. E assim vão vendo o preço de suas ações caindo ainda mais e o seu capital sendo consumido pelas perdas. Ao invés disso, o investidor precisa está pronto para este momento de adversidade, delimitando as perdas antes de entrar em uma operação.

    É possível fazer isso  utilizado a ferramenta Stop Loss, com ele é possível traçar o patamar máximo de prejuízo aceitável. E caso a operação venha a dar prejuízo e consequentemente atingindo o stop loss, apenas uma pequena parte planejada do capital será afetado, preservando o montante principal.

    Desta maneira o investidor continua no jogo e pode recuperar o capital perdido em outras operações.

    9 – Fique atento aos custos operacionais

    Ao operar no mercado de ações existem custos operacionais que são diferentes das perdas com os trade que resultam em prejuízo, alguns destes custos são:  taxa de custodia das ações, corretagem, aluguel de BTC, emolumentos, entre outros.

    Muitas vezes o investidor não se atenta a estes valores, e acaba desconsiderando de seus cálculos, correndo risco de mesmo com operações finalizadas com lucro ainda possa perder dinheiro no fim das contas, diluindo seu lucro com os seus custos das operações.

    Então é muito importante além de considerar os custos operacionais, também avaliar se a corretora que utiliza tem custos adequados e oferece a melhor relação custo x benefício.

    10 – Cuidado com ações que valem centavos

    Existem empresas no mercado que não estão bem economicamente e isso influencia suas ações na Bolsa de Valores, algumas delas tem o preço da ação valendo centavos e mesmo assim acabam atraindo investidores.

    Isso acontece porque nestes investimentos com baixo preço é possível comprar grandes quantidades de ações, e assim a possibilidade de gerar maior rentabilidade.

    Mas na pratica não é tão legal como parece, investir nestas ações é bastante arriscado devido aos fatores a seguir:

    • Baixa liquidez – Ações que valem centavos não são operadas pelos grandes investidores e por isso elas têm grau de liquidez muito baixo. Então é possível que o investidor entre na operação e não consiga mais encerrar, ou até pode ser que consiga, mas vendendo as ações em um valor abaixo da cotação do mercado, devido à falta ofertas de compra disponíveis.
    • Pequenas quedas podem equivaler a grandes perdas –  Vamos entender este ponto através de um exemplo. Imagine que uma ação vale R$ 0,10 e temos disponível para investir 5.000 reais, portanto, podemos comprar 50 mil destas ações, e é isso o que faremos hipoteticamente neste exemplo, mas infelizmente, logo após a nossa compra o preço das ações caiu para R$0,09, está queda não parece tão relevante não é? Porém ao fazer as contas de quanto isso nos custou, essa pequena variação equivale a 10% do nosso capital e encerrando a operação a 9 centavos teremos prejuízo de  R$500,00, isso sem considerar os custos operacionais.

    Por fatores como este é bom ficar de fora da ações que estão valendo centavos no mercado.

    Espero que as orientações contribuam para que você possa conduzir melhor os seus investimentos na Bolsa de Valores, e assim conquistar os seus objetivos.

    Ficou com alguma dúvida? Escreva nos comentários abaixo.

    Equipe Toro Radar

    www.tororadar.com.br

    Geral

    Alocação de ativos na crise financeira

    19 de agosto de 2015

    É possível ler muita coisa sobre diversificação de carteiras e alocação de ativos internet afora, porém pouco se fala sobre o caráter prático desta aplicação.
    Com o intuito de trazer este conhecimento prático, a HC Investimentos divulga sua carteira pessoal de investimento. Ela pode ser acessada (gratuitamente) através destes links abaixo:
    http://hcinvestimentos.com/alocacao-de-ativos
    http://forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=12955

    A filosofia de investimentos tem como pilar principal a Alocação de Ativos, adotando uma carteira diversificada para enfrentar qualquer cenário. Já que não é possível prever o futuro, se faz necessário diversificar a carteira, visando minimizar o risco, assim como tentar maximizar o retorno. Palavras fáceis de serem ditas, mas são difíceis de se colocarem em prática.

    Veja também a página da carteira de investimentos que tem como objetivo ser uma referência pública da importância da alocação de ativos. Nela você encontrará o resultado (e análise) de diversas carteiras de investimentos:
    http://hcinvestimentos.com/carteira-de-investimentos

    Não se esqueça:
    – Alocação de ativos é a melhor estratégia de investimentos para o longo prazo, seja você um investidor iniciante ou experiente.
    É a melhor forma de sobreviver com ou sem crise financeira!

    Leia também:

    Exemplo de alocação de ativos na prática
    Exemplo de alocação de ativos na prática

    Fonte: fiquericojovem.com

    Até o próximo post.

    Geral

    Opções binárias é fraude ou não?

    7 de maio de 2015

    opções binárias é fraude?
    Para quem não sabe, as opções binarias básicas consistem em prever o valor do ativo se vai ser maior ou menos durante um período de tempo. O mais importante é que quando o preço balança e vai na direção prevista, isso é bom sinal para o apostador. Por exemplo, alguém aposta no valor que vai aumentar e realmente aumenta, ganhou o jogo. Caso aposte que ele vai subir e ele então desce, perde o jogo. Problema é que no Brasil não existe regulamentação para isto.

    Quando fala-se de investimentos, acima de tudo a negociação de valores pela Internet, muitas pessoas se perguntam se as opções binárias e forex são mais uma ferramenta de extrair dinheiro do investidor de maneira fraudulenta. Seria de fato um método de ganhar dinheiro seguro ou apenas mais uma fraude inventada por alguns espertos do mercado em busca de dinheiro fácil dos gananciosos e desinformados?

    Para uma pessoa não cair num golpe é importante que ela esteja bastante atenta, ligada ao mercado e produto que deseja investir. É bom desconfiar de indivíduos e instituições financeiras que prometem lucros absurdos em poucos dias, e saiba que no mercado de opções binárias, forex, bolsa de valores, etc., não se pode tomar como certo que vai lucrar, ou seja, são aplicações de rendimento variável, de alto risco, uns mais, outros menos, porém não existem garantias. O que existe são técnicas a serem implementadas, além de profissionais e instituições que devido a sua experiência no mercado, podem ajudar o investidor a ter estratégias para sobreviver em mercados de alto risco.

    Quais são os indícios dados para os investidores identificarem fraudes? Verificar se a plataforma possui boa reputação, ou seja, se esta funcionando de forma correta e sem apresentar problemas, e nunca realizar transações em plataformas que não sejam conhecidas. Também é recomendável escolher uma instituição que coloca a disposição do investidor números de telefone, contato por e-mail e chats ao vivo.

    Leia também:

    Até o próximo post.

    Geral, Livraria

    Investimento com “fundamento sólido”

    21 de novembro de 2014

    Quem nunca ouviu falar que tal investimento é seguro, que o ganho é certo e os fundamentos são sólidos?
    Fatalmente você também já deve ter ouvido, inclusive para as maiores arapucas que o mercado inventa todos os dias.

    A única solidez que você vai ter num investimento é diversificar e proteger o seu capital, seja de forma automatizada, usando programas para isto ou de forma manual, focado no preço de saída ou no próprio financeiro.

    Esqueçam este monte de “abobrinha” que dizem por aí todos os dias que este ou aquele investimento, naquele dado momento é a “bola da vez”. Monte sua estratégia e controle de risco e esqueça os ruídos ao redor.
    O único fundamento que importa é este: antes mesmo de começar um investimento você deve determinar quais seus alvos de ganho e limites de perda. Pronto e acabou!

    Leia também:

    – Controle de risco.

    Controle de Risco Stormer

    Controle de Risco – Método Simples e Direto
    Alexandre Wolwacz (Stormer)

    Até mais.

    Geral

    Simuladores de investimentos

    11 de abril de 2014

    Os simuladores de investimentos costuma funcionar como cursos práticos de mercado financeiro.
    Existem muitos que fazem parte de um exército estimado em centenas de milhares de investidores nos simuladors, adeptos de jogos interativos que reproduzem na internet as condições encontradas no mercado financeiro real. Nos jogos de investimentos o internauta usa uma quantia de dinheiro virtual para investir em ações, fundos de renda fixa e correlacionados. Estes simuladores utilizam cotações oficiais, cobram taxas de corretagem e limitam os lotes de ações que podem ser comprados de acordo com a oferta do mercado, como se o investidor estivesse utilizando os serviços de uma corretora de verdade.
    As empresas organizam rankings onde alguns oferecem prêmio e outros não. Hoje em dia são cada vez mais disputados por gente comum que sonha com a dinheirama no mundo real financeiro.

    Um dos mais conhecidos, paga prêmios, bem competitivo é o Folha Invest. O simulador do segmento BMF também costumava funcionar muito bem na BM&FBOVESPA, para mercado futuro e derivativos, assim como o simulador do Tesouro Direto. Confira outras opiniões no site da própria bolsa brasileira:
    – Simuladores da Bolsa

    Veja também:

    Até o próximo post.

    Convidados, Geral

    Estrangeiro vê retorno compensar risco Brasil.

    8 de abril de 2014

    E parte do capital que está entrando no País, vai para o mercado imobiliário!

    Estrangeiro vê retorno compensar risco no Brasil
    26 de março de 2014 | 14h28
    Fernando Dantas

    A reação tranquila dos mercados ao rebaixamento do rating pela Standard&Poor’s, na visão de diversos analistas, deveu-se a uma combinação de fatores: a mudança da perspectiva do rating para estável, a percepção atual de que o processo de normalização monetária nos Estados Unidos será bem gradual e a visão de investidores estrangeiros de que o retorno dos títulos de renda fixa brasileiro tornou-se atraente, quando comparado aos riscos. Esta última percepção está ligada à aposta de que a política econômica no Brasil parou de piorar, e pode até melhorar um pouco.

    “Os estrangeiros têm uma postura mais pragmática, e depois de assistirem a toda a reprecificação dos ativos brasileiros desde o ano passado, consideram que a relação risco/retornou ficou atrativa, isto é, que os riscos subiram mas os retornos subiram ainda mais”, diz Luiz Fernando Figueiredo, sócio fundador da Mauá Sekular Investimentos e ex-diretor do Banco Central (BC).

    Figueiredo nota que há um fluxo líquido expressivo de recursos externos entrando no Brasil, de cerca de US$ 3 bilhões na última semana, segundo seus números.

    “Isto não tem sido por causa da renda variável ou da conta corrente, o que há é um aumento de fluxo para títulos prefixados ou indexados à inflação”, acrescenta o economista.

    No caso da bolsa, ele nota que a situação é mais complicada, por causa do ritmo baixo da economia, os problemas da Petrobrás com o controle do preço dos combustíveis, o problema da Vale com a queda do preço do minério de ferro e, pairando sobre tudo isso, a ameaça de danos mais sérios no setor elétrico e até mesmo de racionamento.

    Ainda assim, Figueiredo nota que as empresas aumentaram seus programas de recompra de ações, sinalizando que veem suas ações como baratas. Nos Estados Unidos pós-crise, diz o diretor da Mauá Sekular, programas de recompra das empresas ajudaram o bom desempenho do S&P 500.

    Um ponto frisado por diversos analistas é o fato de que, depois do rebaixamento, a S&P tenha mudado a perspectiva do rating soberano brasileiro de negativa para estável. Este era o cenário considerado mais provável, no momento do rebaixamento, mas, ainda assim, a sua confirmação gerou algum alívio. Não era 100% descartada a hipótese de que a perspectiva negativa pudesse ser mantida mesmo no novo nível mais baixo de rating. Isto acenaria com a possibilidade de uma perda do grau de investimento em prazo relativamente curto, e certamente teria consequências muito mais drásticas para os mercados.

    Agora, de certa forma, a S&P deu tempo ao governo brasileiro para empreender mudanças de política econômica compatíveis com o calendário eleitoral. Assim, o simples cumprimento do que foi anunciado para este ano em termos fiscais – o superávit primário de 1,9% do PIB para o setor público consolidado – seria compatível com a estabilidade do rating BBB- ao longo de 2014. Mas o próximo passo, para estancar a queda da classificação e possivelmente preparar o terreno para o retorno ao movimento de melhora, teria necessariamente de incluir um ajuste mais duro da política econômica em 2015. Isto é algo que pode em teoria acontecer tanto com a vitória da presidente Dilma Rousseff quanto com a de algum dos candidatos de oposição.

    Um gestor de recursos que já esteve no governo observa que também ajuda o Brasil neste momento o fato de que, em que pesem os muito problemas do País, outras importantes economias emergentes, como Rússia e Turquia, parecem bem piores, e melhoram o perfil brasileiro comparativamente.

    Segundo Samuel Pessôa, sócio e economista-chefe da gestora Reliance, em São Paulo, “é possível que, com os últimos passos da política econômica no Brasil, o investidor externo esteja descartando cenários de deterioração muito drástica – apenas isto já poderia tornar atraente o investimento em renda fixa no Brasil”.

    Fernando Dantas é jornalista da Broadcast

    Até a próxima!

    Filmes

    Vídeo: Dez Regras para Sobreviver na Bolsa

    19 de outubro de 2013

    Outra ótima palestra do Bastter. Os vídeos dele são realmente muito bons, apesar do cara ser polêmico por que fala muitas verdades de forma franca. Inclusive tem pessoas que o julgam até meio boçal por este motivo.

    Vale muito a pena conferir esta palestra sobre as medidas que devem ser tomadas pelo pequeno investidor para sobreviver na Bolsa de Valores:

    Leia também:

    Geral

    Como economizar dinheiro?

    21 de setembro de 2013

    Alguns tem maneiras até muito exageradas para se economizar dinheiro, como o economista Luis Carlos Ewald( foi o Sr. Dinheiro do Fantástico). Outros tem maneiras mais concisas como a Mara Luquet.
    O mais importante é que as pessoas saibam como economizar o dinheiro que recebem, não gastar tudo o que tem e tomar cuidado para não se afundar em dívidas.
    Abaixo seguem algumas sugestões:

    Até o próximo post.

    Filmes

    Vídeo/Áudio: Entrevista de investidores em 2010

    26 de abril de 2013

    Em 2010 eu e outros investidores que frequentam o portal e fórum Infomoney demos um entrevista relativo ao tipos de estratégias que cada um adota no mercado financeiro. Ficou em áudio, pois a entrevista foi feita por telefone.
    O tema continua atual e vale a pena conferir.
    Leiam abaixo na íntegra. Para assistir ao vídeo e ouvir ao áudio das entrevistas será necessário clicar no link que se encontra pouco antes do final deste post.

     


    Money Talks abre as portas e analisa como se comportam os investidores
    Investidores ativos em nosso fórum falam sobre perspectivas, preferências, estratégias e muito mais
    Por Equipe InfoMoney |20h12 | 03-12-2010

    SÃO PAULO – Nossos dois últimos programas foram dedicados à economia comportamental, que certamente ganha cada dia mais importância por buscar combater a rigidez na qual a economia “tradicional” trata o mundo. Afinal de contas, se de médico e louco todos temos um pouco, saber analisar a irracionalidade pode fazer toda a diferença, sobretudo no mundo dos investimentos.

    Mas para poder analisar, precisamos saber qual o comportamento dos investidores. E, neste sentido, esta edição do Money Talks traz entrevistas com cinco investidores em Bolsa que atuam frequentemente em nosso fórum. No Money Advises, o foco é entender quais são as perspectivas destes investidores para o mercado, quais os riscos e quais são suas ações preferidas. A conversa segue no Money Thinks, onde são reveladas as estratégias e estilos de investimento, a importância do controle de risco e as principais lições aprendidas ao longo do tempo.

    Com tanta informação, o Money Learns busca analisar os blocos anteriores. Será que os investidores agem como o esperado? Quais são as surpresas? Com um olhar focado na economia comportamental, muitas conclusões interessantes são reveladas.

    E para concluir: o Money Talks agora está também no Facebook. Procure MoneyTalks InfoMoney. Thumbs up!

    PARTE 1 – Money Advises – O que os investidores esperam do futuro

    PARTE 2 – Money Thinks – Como os investidores aplicam na Bolsa

    PARTE 3 – Money Learns – O que os investidores fazem de certo ou errado

    http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/noticia/1983066/money-talks-abre-portas-analisa-como-comportam-investidores

     

    Até o próximo post.

    Geral

    Como escolher uma corretora de valores?

    13 de fevereiro de 2013

    A primeira coisa a se fazer é determinar qual o seu perfil de risco, qual o seu horizonte de investimento, quanto de comodidade você quer, qual o prazo, e dado isto buscar o melhor custo benefício para si.

    Se for escolher comodidade o melhor talvez seja escolher a própria corretora do banco onde é correntista, embora pague um pouco mais, tenha menos opções de serviços, irá se sentir bem por ter tudo centrado em um só local e contar com o apoio do seu gerente em todo este processo.

    Quem for precisar de mais serviços, mais opções de ferramentas, um suporte, assessor, consultoria, cursos de forma mais presente, com certeza a melhor escolha será buscar corretoras independentes, sempre de olho no melhor custo benefício, ou seja, ver o que você precisa de fato para investir ou especular na bolsa valores, em outra modalidade de renda variável ou renda fixa, e claro, não ter preguiça de pesquisar, comparar, testar, usar aqueles famosos dias, às vezes até semanas de “test-drive” e aí chegar na conclusão de qual será a sua melhor escolha.

    Outro ponto para se atentar, principalmente para quem escolhe as menores corretoras, aquelas com precinho mais camarada, serviços mais simples, é ver como está a saúde financeira da empresa onde você for alocar o seu dinheiro para operar no mercado financeiro. Procure dar uma olhada nos balanços e não se esquecer que dinheiro parado na conta da corretora o BM&FBOVESPA MRP vai ressarcir no máximo R$ 70.000,00 em caso de quebra da corretora.
    O dinheiro que está alocado em ativos na bolsa de valores brasileira são garantidos a você pela custódia na CBLC.
    Este mesmo processo também é aconselhado para as médias e grandes corretoras e bancos, com diz o ditado, precaução e canja de galinha não fazem mal para ninguém.

    Como pode se ver, a escolha de uma corretora de valores é algo bem criterioso, e deve ser feito com paciência e foco.

    Veja também:

    Até o próximo post.