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    3 dicas básicas para evitar as dívidas mais caras

    1 de abril de 2019

    3 DICAS PARA FUGIR DAS DÍVIDAS MAIS CARAS

    Acredite: uma estratégia que não falha para fazer o seu dinheiro render também, é fugir das dívidas mais caras. Ou seja, você pode fazer escolhas financeiras mais inteligentes e com isso gastar menos ou até começar a poupar dinheiro.

    Descubra agora como fazer melhores escolhas quando precisar de dinheiro extra ou pagamento facilitado.

    Para evitar as dívidas mais caras, vale entender o que é preciso avaliar, além das taxas de juros.

    Um ponto que a maioria das pessoas se esquece, por exemplo, é que o que acaba encarecendo uma dívida é o conjunto de todos os seus custos. Ou seja, o Custo Efetivo Total, ou CET, é o principal fator de comparação. Assim, antes de fechar qualquer negócio, compare o CET.  Um crédito pessoal de mesmo valor pode ser mais barato ou caro, em função do seu CET.

    Na prática isso quer dizer que a velha e boa pesquisa é essencial, principalmente se você não quer entrar no vermelho.

    Confira outras dicas e cuidados necessários para não se endividar.

    1 – Use o cartão de crédito com critério

    Ter acesso fácil a crédito é sempre uma “mão na roda”, não é mesmo? Depende. Se não for bem planejado, o uso do crédito pode levar a uma dívida sem necessidade. E pior, a uma das dívidas mais caras, em função das altas taxas de juros.

    Isso significa então que você não pode utilizá-lo? Pelo contrário, você pode e deve utilizar o cartão de crédito quando precisar de dinheiro adicional ou ainda de pagamento parcelado. O cuidado está em não gastar mais do que deve (o que é, aliás, uma dica básica de qualquer planejamento financeiro).

    Portanto, crie alguns critérios para usar o cartão de crédito. Assim, você conseguirá ter mais visibilidade sobre o que está gastando e do quanto ainda tem de limite disponível, para quando precisar novamente.

    2 – Tenha cuidado com o cheque especial

    Falando em dívidas mais caras chegamos ao cheque especial, vilão do orçamento de muitas pessoas.

    Você sabia, por exemplo, que o cheque especial é dos dos maiores responsáveis, junto ao cartão de crédito, pelo alto índice de endividamento dos brasileiros? Os juros dessas duas modalidades de crédito pessoal tiveram aumento neste ano.

    Se tiver que utilizar o cheque especial, se atente ao prazo máximo para repor o dinheiro na conta-corrente. Esse prazo varia de banco a banco, no entanto, se você quer evitar dívidas mais caras, cubra novamente o seu saldo bancário dentro do prazo, para não pagar uma das taxas de juros mais altas do mercado.

    3 – Busque créditos alternativos

    Vai comprar algum eletrodoméstico? Consulte a loja sobre a opção de crediário próprio. Está pensando em financiar um veículo? Avalie outras opções de crédito que oferecem taxas de juros menores. Existem linhas de empréstimo com CET mais barato e que podem ajudar a pagar parte do valor, à vista.

    Pesquisando e comparando as opções disponíveis, você certamente irá encontrar o melhor tipo de crédito para determinado tipo de necessidade.

    Agora, se você não conseguiu fugir das dívidas mais caras e quer ajuda para regularizá-las aproveite para ler essas outras dicas.

    Como se livrar das dívidas e sair do vermelho?

    Para não entrar no superendividamento, é preciso administrar as suas dívidas. Isso quer dizer, controlar o que está em aberto, calcular os valores devidos e avaliar formas para quitá-las.

    Veja também, outras dicas que podem ajudar a se livrar das dívidas e do vermelho, mais rápido.

    1 – Troque as dívidas mais caras por uma mais barata

    Uma boa dica para economizar dinheiro, mesmo depois de já ter contratado qualquer linha de crédito, é migrar a dívida para um banco mais barato. Saiba mais sobre a Portabilidade de crédito e descubra como poupar dinheiro com seu empréstimo atual.

    Quando o banco compra a sua dívida, quita o saldo devedor na instituição anterior. Dessa forma, você pode trocar uma ou mais dívidas que são mais caras, por um novo empréstimo mais barato.

    Para ser uma opção vantajosa, no entanto, vale a pena comparar o CET do contrato atual e da nova proposta.

    2 – Renegocie suas dívidas

    Para o credor, é sempre melhor receber qualquer quantia do valor devido, do que nada. Essa é também uma boa oportunidade de conseguir condições especiais para quitação das dívidas mais caras.

    Renegociações ou até mesmo acordos podem ajudar a quitar as dívidas mais rápido. Mas antes de entrar em contato com os bancos ou instituições financeiras, priorize suas dívidas. É isso mesmo! As dívidas mais caras devem ser pagas antes.

    Lembre-se daquelas dívidas que também podem interromper o fornecimento de um serviço essencial, como energia elétrica ou água, por exemplo. Feito isso, avalie também quanto pode disponibilizar e faça sua proposta ao credor.

    3 – Crie uma reserva de emergência

    Ter uma reserva de emergência, pode evitar que você faça novas dívidas e recorra a créditos mais caros. Poupar não é fácil, mas é possível começar com pouco

    Como o próprio nome sugere, esse dinheiro extra deve ser utilizado em caso de uma emergência ou imprevistos financeiros.

    Outra recomendação é fazer a aplicação deste valor. Assim, seu dinheiro continuará rendendo até que você precise dele. Essa é uma boa tática também para que você não gaste, sem necessidade.

    Fugir das dívidas mais caras certamente irá ajudar a garantir o seu controle financeiro. Mas, se não teve como e você precisou recorrer a uma dessas opções, tente renegociá-las o quanto antes. Aprenda a defender seu dinheiro!

    Por Danielle Vieira | Apaixonada por marketing, descobriu os números e finanças ao longo do caminho e, decidiu ajudar as pessoas através da educação financeira. Hoje faz isso atuando no marketing da bxblue, fintech acelerada pela Y Combinator e escrevendo em alguns portais.

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    Ano novo: 5 promessas que podem fazer você perder dinheiro

    10 de janeiro de 2019

    A falta de comprometimento com os objetivos se torna um problema ainda maior quando envolve prejuízo financeiro

    7 aplicativos para controle de gastos: cuide do seu dinheiro em 2019

    Toda vez que chegamos em um novo ano costuma-se as novas velhas promessas de sempre, como por exemplo, mudar o estilo de vida ou realizar aquela pilha sonhos. Possuir hábitos mais saudáveis, equilibrar a vida pessoal e profissional, além de poupar/investir dinheiro estão na lista de muita gente.

    Infelizmente, muitas destas juras de ano novo não são cumpridas. Conforme texto de um professor de finanças comportamentais (Aquiles Mosca), uma pesquisa feita com cidadãos americanos mostra que 80% das resoluções de ano novo fracassam no máximo até fevereiro.

    O pior é que não consegue-se alimentar melhor ou fazer exercícios físicos. Além disto, planejar e não cumprir as promessas de ano novo pode gerar prejuízos financeiros.

    Os educadores financeiros Mauro Calil e Carol Sandler fizeram uma lista publicada no Infomoney com 5 decisões de ano novo que podem fazer você perder dinheiro.
    Compensa dizer que as resoluções de ano novo são bem intencionadas, porém tem que tomar cuidado no geral com toda decisão.

    Qualquer resolução pode trazer prejuízo e tudo depende de como a pessoa vai fazer e cumprir suas promessas!

    Veja seguir o que você promete em janeiro e pode gerar prejuízo nos outros 11 meses a seguir:

    1. Fazer matrícula na academia
    2. Fazer exercícios físicos certamente está no top 3 das resoluções de ano novo. Mas, ao fechar um plano de academia, que é a forma mais comum de começar a nova rotina, é preciso ter atenção.

      “Quando se faz um plano, as pessoas são seduzidas a contratar a opção anual, que sai mais barata (o usuário paga o equivalente 10 meses em relação ao mensal, geralmente). Nesse plano anual é importante ver se você tem 30 dias de férias, se pode interromper o plano a qualquer momento, entre outros detalhes”, orienta Calil.

      Ele explica que entrar na academia pode um investimento ruim. “Muitas pessoas perdem dinheiro, basicamente porque fecham esse plano e não vão regularmente à academia – ficam pagando sem utilizar”, afirma.

      Antes de pagar, você deve se perguntar se realmente vai conseguir cumprir a ida recorrente à academia. A disciplina é importante para não perder dinheiro. Além da mensalidade, matrícula e taxa de manutenção, às vezes, há ainda mais custos que incluem compra de roupas, novos tênis e outros acessórios. Se você fizer todas as compras e usar as peças por apenas um ou dois meses, não vale o dinheiro gasto.

      Se é um dos candidatos a desistir da academia, uma alternativa é simplesmente se exercitar em casa ou em locais públicos, como parques. Também vale buscar planos mensais e tentar negociar para pagar menos.

    3. Financiar um carro
    4. A expectativa de retomada da economia tem levado muitas pessoas a comprar, ou a querer comprar, um carro. “Mas não têm dinheiro na mão e optam por um financiamento de quatro anos, por exemplo”, diz Calil.

      Para ele, o financiamento é “uma péssima opção: você compra um carro, no fim do contrato você vai ter pago dois e seu veículo vai estar valendo meio. Essa é a matemática”, afirma Calil.

      Segundo ele, para não perder dinheiro, você deve pensar primeiro se realmente precisa trocar de carro. “Se o modelo estiver dando muito problema, com gastos de R$ 1 mil por mês na oficina, por exemplo, até faz sentido. Em vez de gastar essa quantia em manutenção, é possível pagar até menos que esse valor na prestação de um novo veículo”, explica.

      Por outro lado, se esse não for o caso, é mais prudente guardar dinheiro por um período e dar uma entrada alta, que pode variar de 60% até 80% do veículo, para diminuir as prestações. “Pagar juros nunca é uma boa opção”, diz Calil.

    5. Fazer dietas da moda
    6. Melhorar os costumes alimentares é, claro, algo positivo. O problema é quando você começa a transformar sua rotina sem fazer cálculos. Dietas populares que prometem milagres e ajudam as pessoas a perderem muitos quilos podem ser uma armadilha para o seu bolso.

      “É preciso avaliar o quanto de ganho versus quanto você vai gastar com a nova lista de alimentos funcionais que deverá comprar para o processo de emagrecimento. Eles custam mais caro. Avalie o custo-benefício”, afirma Calil.

      Sandler lembra que os produtos alimentares e dietéticos são realmente mais caros. “Em geral, é melhor e mais barato comprar verduras, legumes e proteínas”, diz. No longo prazo, essas dietas podem sair bem caras para o bolso – e nem sempre você atinge seus objetivos.

    7. Viajar mais
    8. Fazer uma viagem, ou “viajar mais”, também entra em muitas listas de resoluções – e não há nada de errado nisso. Mas Sandler explica que financiar os gastos pode se transformar numa cilada.

      “Parcelar tudo em 10 vezes no cartão pode ser ruim. Sem organização, as pessoas se empolgam e não fazem o planejamento financeiro com o cuidado que merece. Vão parcelando tudo e, a partir disso, uma viagem pode se transformar em um mega rombo financeiro”, diz.

      O ideal é não fazer dívidas muito longas. “Espere um pouco mais, mas junte dinheiro para pagar o máximo de coisas possíveis em uma única vez ou parcele a passagem aérea e pague o resto dos itens sempre à vista”, afirma Sandler.

    9. Comprar um imóvel
    10. Por último, outro plano comum é realizar o sonho da casa própria. O brasileiro tem crença de que ter a casa própria traz mais segurança financeira – o que nem sempre é verdade.

      “Comprar um imóvel sem comparar o valor do aluguel e ver o que compensa mais pode ser ruim do ponto de vista financeiro, e em proporções significativas, já que é uma grande despesa”, explica Sander. Além disso, vale lembrar que financiar o imóvel só rende mais dívidas devido aos altos juros e requer ainda mais cautela.

      Quando se trata de moraria, a dica é sempre comparar o que vale mais a pena financeiramente, a compra ou o aluguel. Para ver as vantagens e desvantagens de comprar e alugar, clique aqui.

      “Na prática, tudo o que você paga e não usa ou paga e não traz um benefício grande é desperdício de dinheiro e da sua energia”, afirma Calil. Por isso, ainda que seja ótimo fazer planos para mehorar a vida, é preciso ter disciplina para cumpri-los. Ou você pode terminar o ano pior do que começou.

    E você, o que pensa a respeito deste tema? Deixa a sua opinião.

    Até mais.

    Filmes

    Perdoai as nossas dívidas – filme 2018

    25 de julho de 2018

    O Netflix tem um novo longa-metragem italiano, Perdoai as Nossas Dívidas (Rimetti a noi i nostri debiti).

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    É a história de Guido (Claudio Santamaria), um homem que está ameaçado por credores e recém-desempregado que concorda em trabalhar para um cobrador de dívidas (Marco Giallini), mas logo descobre que seu acordo com o diabo tem custos inesperados.

    Até mais.

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    Dicas para se aposentar sem dívidas

    23 de maio de 2018

    Kevin O'Leary: Here's the age by which you should have your debt paid off

    Existem vários profissionais que estão em início de carreira a aposentadoria que lhes parece estar longe demais a aposentadoria, porém quem deseja se aposentar aos 60 anos precisa começar a poupar e investir desde cedo, economizando e diminuindo as dívidas desnecessárias. Pelo menos é o que pensa Kevin O’Leary, autor de livros de finanças pessoais, além de ser um investidor que participa do Shark Tank, programa da rede de televisão americana ABC.

    “As pessoas de hoje não gastam tempo suficiente pensando no futuro e no que precisam economizar quando envelhecem”, diz O’Leary ao CNBC. “É mais fácil ganhar dinheiro quando você é mais jovem. A chave principal para liberdade financeira é poupar”, diz O’Leary. Isso porque seus gastos, responsabilidades e probabilidade de assumir dívidas só aumentam à medida que você envelhece.

    “Pense. Você vai para a faculdade, portanto terá dívidas universitárias. Então, você encontra alguém, se casa, compra uma casa, mais dívidas. Você tem filhos, mais dívidas e assim por diante”, diz O’Leary.

    Por isso ele orienta que o planejamento comece desde cedo. O empresário milionário crava uma idade para você ter quitado suas grandes dívidas, como os financiamentos: “45 anos”, diz O’Leary.

    “Eu digo que 45 anos é o ponto de virada porque penso em termos de carreira: a maioria das carreiras começa no início dos 20 anos e termina em meados dos 60”, diz O’Leary. “Então, quando você tem 45 anos de idade, o jogo está mais da metade do tempo final, e é melhor você ficar sem dívida, porque você vai usar o resto do tempo nesse jogo para acumular capital”, explica.

    Para planejar a aposentadoria e pagar as dívidas, O’Leary deu algumas dicas:

    Economize e invista a longo prazo

    “Sempre pergunte a si mesmo quando estiver comprando algo: eu realmente preciso disso? Isso é algo que eu tenho que ter? Na maioria das vezes a resposta é não. Então não compre”, sugere O’Leary. “Em vez disso, invista o dinheiro”.

    Monitorar seus gastos pode ajudá-lo a evitar a dívida de cartão de crédito, que cobra juros muito altos – se você não conseguir pagar a fatura sua vida financeira vira uma verdadeira bagunça. E, por outro lado, usar esse dinheiro (antes usado em compras por impulso) para investir você vai “ganhar dinheiro dormindo”, explica o investidor.

    Tenha uma estratégia mensal para quitar as dívidas

    Se você já está em dívida, comprometa-se com um método para pagá-la. O empresários recomenda uma estratégia chamada snowball (bola de neve), que foi popularizada por Dave Ramsey, autor de “The Total Money Makeover”, (“A reforma do dinheiro”, em tradução livre).

    Primeiro, escreva em um papel todas as suas dívidas da menor para a maior. Concentre-se na menor dívida e canalize o máximo de dinheiro possível para pagar a dívida (enquanto paga o saldo mínimo sobre as outras). Então, quando a menor dívida for paga, passe para a segunda menor dívida e assim por diante. O benefício desta estratégia é a motivação de ver as dívidas desaparecerem uma de cada vez.

    Outros especialistas recomendam o método da avalanche, que consiste em listar as taxas de juros da sua dívida e concentre-se em pagar a dívida com a maior taxa – como a do cartão de crédito. Essa estratégia pode ajudar você a economizar, minimizando o quanto você gasta em pagamentos de juros ao longo do tempo.
    fonte de consulta: Kevin O’Leary: Here’s the age when you should have your debt paid off

    Veja também:

    Shark Tank: Grandes empresários e apresentadores compartilham suas visões sobre o mercado de criptomoedas

    Até mais.

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    Pesquisa: principal meta dos brasileiros para 2018 é juntar dinheiro

    8 de janeiro de 2018

    a maior parte dos entrevistados deve evitar o uso do cartão de crédito, organizar as contas da casa e aumentar a renda fazendo trabalhos extras

    Conheça os melhores investimentos financeiros para 2018

    Os brasileiros chegaram ao fim de 2017 com a sensação de que o auge da recessão mais grave enfrentada pelo país já ficou para trás. Diante disso, mais da metade dos brasileiros (54%) está mais otimista com o cenário econômico deste ano e 58% acreditam que a sua vida financeira também será melhor, segundo pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).
    Entre as principais metas financeiras dos brasileiros para este ano estão juntar dinheiro (45%) e sair do vermelho (27%). Porém, em uma nota que vai de 1 a 10, onde 1 é muito ruim e 10 é muito bom, a expectativa para a economia brasileira para 2018 é de 5,7 e a da vida financeira pessoal é de 6,7.

    Entre os que acham que a situação da economia vai piorar (13%), as principais consequências serão ter de evitar gastos com coisas desnecessárias para guardar dinheiro (54%), comprar menos (45%) e ficará mais difícil de economizar e fazer reserva financeira (41%). Já 19% acreditam que o cenário econômico em 2018 será igual a 2017.

    Como medida para superar os problemas decorrentes da crise econômica em 2018, a maior parte dos entrevistados deve evitar o uso do cartão de crédito (26%), organizar as contas da casa (25%) e aumentar a renda fazendo trabalhos extras (22%).

    De acordo com o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, a insegurança de parte significativa dos brasileiros é resultado de uma combinação de fatores.

    “De um lado, o cenário de incerteza em relação a eleição presidencial que se aproxima, com alto grau de imprevisibilidade e que também afeta a percepção do mercado; do outro, a lentidão do país para superar os obstáculos que impedem a retomada da atividade econômica, situação agravada pelos níveis de desemprego ainda elevados”, afirma Pellizzaro.

    “Fica a impressão de que a qualquer momento é possível ter de enfrentar uma demissão, por exemplo. Isso só vai mudar a médio prazo, à medida que as pessoas forem sentindo a melhora dos indicadores econômicos no dia a dia”, acrescenta.

    Em 2018, apesar dos problemas econômicos do país, 38% não gostariam de abrir mão de fazer uma reserva financeira, 29% não querem abrir mão dos planos de celular e internet e 23% do plano de saúde. Segundo os entrevistados, os principais fatores que podem influenciar o aumento do seu consumo neste ano são os preços dos produtos (47%), as promoções (40%) e a melhora na economia (32%).

    Ainda pensando na vida financeira, 44% dos brasileiros pretendem fazer alguma reserva, 14% querem financiar uma casa própria e 12% pretendem financiar um automóvel.

    Entre os principais temores para 2018 estão possíveis problemas de saúde (40%), ser vítima de violência ou assalto (32%) e não conseguir pagar as dívidas (31%).

    A corrupção foi lembrada, sendo para 86% dos brasileiros, o problema mais importante do País a ser resolvido em 2018, seguida pela crise econômica (61%), a violência (58%), saúde (47%), educação (41%), e o desemprego (37%).

    Até o próximo post.

    Geral

    Consumidores que não conseguem renegociar suas dívidas com os bancos

    1 de fevereiro de 2017

    Segundo estudo do site Idec 60,8% dos consumidores não tem conseguido renegociar suas dívidas com os bancos e tal pesquisa revela que 53,6% dos entrevistados já tentaram renegociar alguma dívida, porém deste total, apenas 39,2% conseguiram obter êxito na negociação.

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    O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) fez a divulgação dos resultados da pesquisa sobre as experiências dos consumidores relativo à renegociação de dívidas e 60,8% dos consumidores não conseguem renegociar suas dívidas com os bancos.
    A pesquisa ainda revela que 53,6% dos entrevistados já tentaram renegociar algum débito, mas deste total, apenas 39,2% conseguiram. As principais dívidas que os bancos não renegociam, segundo a pesquisa são: transferência de débito para outra empresa com 29,1%, novo prazo para pagamento com 27,3% dívidas cujo pagamento ainda não está atrasado com 24,2%.

    As instituições foram questionadas sobre os resultados ruins, mas não responderam de forma direta, segundo a economista do Instituto e responsável pela pesquisa, Ione Amorim. “As respostas são genéricas e contrastam com o que dizem os consumidores”, diz.

    Em pesquisas anteriores, o Idec já havia notado o estímulo e a banalização da oferta de crédito por parte dos bancos. Neste cenário, em vez de solucionar o problema, geram um novo ciclo de inadimplência. “Os frequentes acordos firmados com repactuação e alongamento da dívida, se apresenta como a única alternativa oferecida pelas instituições para solucionar o problema do endividamento”, afirma a economista.

    Com relação às políticas para o combate ao superendividamento dos clientes, todos os bancos disseram que adotam essa prática. Mas o Idec constatou durante a pesquisa que 46% dos consumidores não tiveram nenhum tipo de orientação a respeito.

    Amorim aponta que faltam iniciativas neste sentido e também alternativas para a fase seguinte, no momento em que o endividamento já está consolidado. “Para o Idec, é imprescindível discutir o assunto e, inclusive, fomentar o debate sobre uma regulação que possibilite os consumidores formas mais eficientes para o tratamento de suas dívidas junto aos bancos”, finaliza.

    O levantamento realizado entre julho e setembro de 2016, contou com a participação de 1.815 internautas, e também mapeou os critérios dos bancos no tratamento dos clientes endividados. Foram consultadas as cinco instituições financeiras mais lembradas pelos consumidores como principais credores: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Santander e Itaú.

    Até mais.

    Geral, Livraria

    Dicas para economizar na compra do material escolar

    17 de janeiro de 2017

    Dicas para se planejar e ter as contas em dia

    A compra de materiais escolares costuma causar muitas preocupações para os pais. Como gastar menos e onde encontrar produtos bom boa qualidade? “Há um problema nessa hora é que a maioria dos brasileiros tem grande dificuldade em realizar boas negociações, em função da timidez e da ideia de que o preço do produto não pode ser alterado, mas se fizer as compras com planejamento e com tempo é possível economizar bastante”, explica Reinaldo Domingos, conforme explicado no artigo Como economizar na compra do material escolar.

    Fique esperto: material escolar em São Paulo tem variação de preços de até 457%, segundo uma pesquisa que o Procon-SP analisou o preço de 214 itens de material escolar.

    Para um mesmo produto, a variação chegou a ser de 457,14%. No caso, o produto é o lápis preto Natarja HB nº 02, fabricado pela CIS, que custa R$ 0,35 em dois estabelecimentos e R$ 1,95 em outro.

    A pesquisa foi realizada em dez estabelecimentos comerciais entre os dias 6 e 8 de dezembro de 2016, onde foram avaliados 214 itens de material escola em 10 papelarias diferentes de São Paulo. Todos os produtos são relacionados a determinados tipos de produtos: apontador, borracha, caderno, canetas esferográficas e hidrográficas, colas em bastão e líquidas, fita corretiva, giz de cera, lápis pretos e coloridos, lapiseira, marca texto, massa de modelar, papel sulfite, refil para fichários, régua e tesoura.

    A JB Papelaria, na zona leste da cidade, foi a que apresentou maior número de produtos com menor preço, um total de 146 itens. Por outro lado, a papelaria Universitária, no centro da cidade, apresentou somente seis de 132 itens com preço menor ou igual ao preço médio; o restante estava à venda por preços maiores.

    Em relação à mesma pesquisa realizada no ano passado, o Procon constatou um acréscimo de 12,97% no preço dos 168 produtos comuns às pesquisas. Entretanto, o IPC-SP (Índice de Preços ao Consumidor de São Paulo) referente ao período foi de somente 6,65%.

    Os valores apresentados no levantamento foram obtidos durante os dias em que a pesquisa foi realizada e, portanto, atualmente podem estar diferentes.

    Especialistas mostram como transformar essa tarefa de início de ano em um gostoso – e não tão caro – programa familiar:

    1- Faça uma caça aos materiais espalhados pela casa. Chame seus filhos para uma brincadeira, em casa mesmo, em que devem fazer uma caça a materiais que sobraram dos anos anteriores. “Vejam gavetas, armários, escrivaninhas e bolsas e procurem por itens que podem ser aproveitados,” diz Reinaldo Domingos, educador financeiro da DSOP.

    Faça deste dia uma oportunidade de começar a inserir a educação financeira em sua casa. Para animar as crianças, personalize os materiais velhos para que sejam reutilizados de uma forma que agrade à criança. “Faça um ‘caderno da família’, por exemplo, com as folhas que sobraram de vários outros. Imprima uma foto do gosto de seu filho, cole na capa e plastifique. É uma forma de ensinar a criança a não desperdiçar,” diz Domingos.

    2- Estabeleça prioridades financeiras que venham antes do material escolar. No mesmo dia, ou assim que possível, reúna toda a família e liste os sonhos que todos querem conquistar durante o ano.Juntos, vejam quanto custará realizar cada um deles e mostre para as crianças que a economia com o material escolar pode ajudar na busca pelos sonhos.

    “Se querem viajar, comprar um computador, uma bola, um Ipad, digam para a criança que uma parte será tirada do material. O ideal é que o sonho seja a prioridade delas,” afirma Domingos. Ainda que as duas dicas acima possam tomar um ou dois dias, “um dos segredos da compra bem sucedida é ter tempo,” diz.

    3- Ligue para outros pais e faça uma compra coletiva no atacado. Entre em contato, por telefone ou e-mail, com os pais de colegas se seus filhos. Se comprarem juntos, podem conseguir bons descontos. Há lojas que reduzem o valor total em 10% quando a soma passa de R$ 1 mil, por exemplo. Elejam um pai ou uma mãe com mais tempo livre – e que possa fazer isso com prazer – para ir à loja escolher os itens.

    4- Peça emprestado. Procure pais de crianças mais velhas, que possam emprestar seus livros usados ao seu filho. “Isso pode gerar uma economia brutal. Se conseguir cinco livros, de uma lista de 10, já será cerca de 50% de economia. Além disso, será uma oportunidade para você ensinar sua criança a cuidar do material do outro, no caso, o amiguinho,” diz o educador da DSOP.

    Além disso, muitas escolas fazem troca de materiais em boas condições entre pais com filhos em idade escolar diferente.

    5) Procure livros em sebos. Responsáveis pelos altos valores das listas escolares, os livros podem também ser adquiridos em sebos, a preços mais baixos.

    6- Negocie com a escola. Muitas vezes não é preciso comprar todos os itens da lista de uma só vez, já que diversos materiais serão usados ao longo do ano letivo. Caso exista essa possibilidade, verifique quais produtos deverão ser comprados primeiro.

    “Os preços dos materiais escolares tendem a cair no período pós-volta às aulas, então vale a pena considerar essa possibilidade”, afirma Odahyr dos Santos Junior, diretor interino do Procon de Jacareí (São Paulo).

    A sugestão de Domingos é de comprar apenas 50% ou um terço do que está na lista neste momento. “Ao invés de comprar o pacote de 500 folhas sulfite, compre o de 100, que já dá condições de seu filho começar a estudar.”

    7- Avalie a possibilidade de comprar pela internet. O último passo antes de ir para as lojas é avaliar sua real situação financeira. Se a família tem reservas, o melhor é comprar à vista, na loja, para tentar um desconto extra conversando com o vendedor e com o gerente.

    Se o orçamento estiver apertado, o parcelamento sem juros é a opção mais apropriada. Neste caso, pode ser mais interessante comprar pela internet, já que há empresas que vendem livros e materiais com desconto em suas lojas virtuais. Além disso, comprando online é possível economizar tempo e com estacionamento e combustível.

    8- Deixe seu filho em casa. O grande movimento das lojas pode não ser um lugar apropriado para crianças e sua presença geralmente acaba levando os pais a optarem por produtos mais caros e por vezes desnecessários.

    9- Planeje em quais lojas você irá. Pesquise na internet onde há mais de um comércio e não vá em bairros de classes muito altas. “Estabeleça pelo menos três lojas para ir e busque regiões com muitas delas. Onde tem concorrência, tem preço baixo,” diz Domingos.

    10- Verifique se a loja aproveita seu material usado. Procure saber se a loja que você escolheu tem promoções para quem levar materiais velhos, mas que não foram usados. Algumas delas dão descontos para o cliente que leva folhas em branco de cadernos usados, por exemplo.

    Na hora das compras

    11- Compare os preços dos materiais. Faça uma pesquisa nos principais comércios (bairro e região), já que as variações podem ser bem expressivas entre uma loja e outra. Dentro da loja, tenha paciência para encontrar os itens que valem a pena. “Os preços podem variar de 10% a 500% em uma mesma loja,” diz Domingos, da DSOP.

    12- Crie um relacionamento com o vendedor. Assim que entrar na loja, procure um vendedor e saiba o nome dele. Se não tiver escrito no crachá, pergunte. Seja educado e amigável. “Ao criar uma boa relação com quem está te atendendo, terá mais chance de encontrar os melhores produtos, com os melhores preços,” diz Domingos.

    Como os preços variam muito, diga ao vendedor que está em uma situação de economia e peça ajuda para encontrar os itens com melhor relação custo-benefício.

    13- Tenha em mente que marca não é tudo. Produtos de marcas desconhecidas podem ter boa qualidade e um preço mais acessível. Por isso, não compre os materiais levando em conta apenas a “grife”. Verifique a relação custo-benefício antes de tomar a decisão final.

    14- Busque a melhor forma de pagamento. Descontos podem ser obtidos nos pagamentos à vista, então negocie. A opção de pagar com cartão de crédito pode ser usada para obter uma extensão do prazo.

    15- Tome cuidado com as “falsas” promoções. Alguns estabelecimentos “mascaram” descontos e repassam o valor para outros produtos. Isso faz com que não haja benefício concreto no final.

    16- Compre apenas o necessário. Escolas não podem pedir itens de uso coletivo em suas listas, como papel higiênico, sabonete, grampos e clipes. Também não é permitido que exijam a compra de marcas e modelos de material em estabelecimentos específicos aos pais.

    17- Não peça desconto no caixa. “Ali, você já está pagando, então o funcionário do caixa provavelmente não te dará desconto,” diz Domingos, da DSOP. Pechince antes, com o vendedor e com o gerente.

    Após as compras

    18- Cuidado com o desperdício. Ao chegar em casa, mostre todo o material ao filho, mas entre os itens que ficam com ele, não dê tudo de uma só vez, caso você considere que ele não saberá administrar os materiais. Assim as chances de desperdício são menores.

    19- Faça um estoque de materiais durante o ano. Os preços costumam cair após a volta às aulas. Se possível, aproveite a temporada de promoções e compre lápis, cadernos, borrachas e outros tipos de materiais que estão sempre na lista e guarde para o ano seguinte.

    20- Poupe para comprar à vista no ano seguinte. Tente aplicar uma quantia na poupança, todos os meses, para as compras do ano seguinte. Assim, poderá conseguir descontos.

    Veja mais detalhes em:

    Vinte dicas para economizar na compra do material escolar

    Até mais.

    Geral

    Como renegociar as dívidas com o banco

    11 de janeiro de 2017

    Organizando as dívidas de maneira inteligente

    O endividado precisa se preparar antes de tentar um acordo. Conhecer seus direitos e saber qual a melhor forma de obter vantagens na conversa.

    Fim das Dívidas, Início da Liberdade Financeira

    Na renegociação de dívidas vale muito a pena pesquisar condições em outros banco. Trocar dívidas com juros maiores por juros menores.

    Todo começo de ano costuma ser um incentivo a mais para se livrar de dívidas como forma de começar o novo ciclo com o pé direito.

    Em um cenário ainda incerto sobre a recuperação da economia, especialistas recomendam a quem perdeu recentemente parte da renda familiar ou está inadimplente a buscar um acordo com os credores o quanto antes, evitando que a dívida vire uma bola de neve no futuro.

    Confira abaixo como obter uma boa negociação com o banco e conheça os seus direitos na hora de aceitar um acordo:

    Proponha um valor que você possa pagar

    De nada adianta negociar o valor da dívida, mas acabar aceitando uma proposta do banco que você não terá condições de pagar.

    O primeiro passo para fazer um bom negócio, portanto, é colocar no papel a renda mensal, já descontando os impostos e benefícios, e subtraindo desse valor os gastos essenciais, como os relacionados à casa, à alimentação e à saúde.

    Depois de fazer as contas, o consumidor deve cortar ao máximo as despesas supérfluas. O saldo que restou é o que deve ser proposto como pagamento mensal da dívida ao banco.

    Eventual renda extra, como o 13º salário, pode ser utilizada para abater o valor da dívida. Nesse caso, o consumidor pode pedir desconto por causa do pagamento antecipado das parcelas.

    Verifique se há a cobrança de taxas abusivas

    Antes de renegociar a dívida, verifique se o contrato do financiamento não contém irregularidades, como taxas de juros muito acima das praticadas pelo mercado. As taxas médias cobradas pelos bancos em cada modalidade de empréstimo podem ser consultadas no site do Banco Central.

    De acordo com Ronaldo Gotlib, advogado especializado em direito do devedor, neste caso a lei está do lado do consumidor. “Mesmo que o banco alegue que o consumidor tinha conhecimento da taxa no momento da assinatura do contrato,  ele pode alegar que não pesquisou como deveria em um momento de desespero, ou assinou o contrato sem entender qual era o valor.”

    O advogado ressalta que os juros de empréstimos mais caros, como os cobrados no cartão credito e cheque especial, que giram ao redor de 15% ao mês, podem ser sempre contestados na Justiça, ainda que estejam dentro da média do mercado. “Neste caso, o CDC protege o consumidor ao entender que estas taxas causam prejuízo considerável”.

    Caso haja alguma irregularidade, a pessoa deve denunciá-la aos órgãos de defesa do consumidor e ao Banco Central e utilizar isso como argumento na busca por um acordo com o banco. Dessa forma, será possível melhorar as condições do pagamento do débito.

    Pesquise as condições oferecidas por outros bancos

    É possível portar a dívida para outra instituição financeira que ofereça condições melhores de pagamento. Ao pesquisar taxas de juros, prazos e benefícios oferecidos por outros bancos é possível pressionar o credor para que sejam oferecidas condições semelhantes.

    Caso o acordo não avance, o consumidor deve efetivamente levar a dívida para outra instituição financeira. “A dica é ficar atento se as condições são, de fato, mais vantajosas ou se o novo banco apenas estendeu o prazo da dívida para fazê-la caber no bolso”, diz Gotlib.

    homem faz contas
    exame.abril.com.br/seu-dinheiro/como-renegociar-suas-dividas-com-o-banco

    Até mais.

    Geral

    Em 8 anos, um casal paga todas as dívidas e fica milionário antes dos 40

    26 de dezembro de 2016

    How One Couple Climbed Out Of Debt And Became Millionaires In Their 30s

    Em apenas 8 anos, um casal canadense consegue pagar todas as dívidas e ficam milionários. O objetivo agora é alcançar a independência financeira. A história financeira deles começa após se formarem na faculdade em 2003. Ele engenheiro, ela farmacêutica. Ambos tinham uma renda anual conjunta de US$ 85 mil, aproximadamente R$ 309 mil. A quantia parece muito menor quando é levado em consideração todas as suas dívidas: financiamento estudantil de US$ 40 mil, dívida de carro novo de US$ 25 mil e uma hipoteca de US$100 mil.

    Quando começou o blog Million Dollar Journey, em 2006, o casal canadense tinha US$ 200 mil e pretendia, além de quitar todas as dívidas, acumular $ 1 milhão até o final de 2014. A ideia, que começou quando ele tinha 27 anos, foi concretizada quando ele alcançou os 35.

    Para alcançar o sonho de se tornar milionário, FrugalTrader (que se mantém no anonimato por divulgar valores reais em seu blog), afirma que o segredo é pagar todas as dívidas primeiro antes de pensar em juntar dinheiro. Além disso, comenta que é necessário comprar com consciência e não gastar tudo de uma vez. “Eu acredito que o segredo está no controle de gastos e na ética de trabalho que desenvolvi desde pequeno”, escreve em seu blog. “Eu sempre guardei meu dinheiro, algo que aprendi com meus pais. Eu guardava a maior parte do meu salário [15-20%], o que ia para uma conta no banco ou para um fundo de investimentos”.

    FrugalTrader começou a investir aos 16 anos de idade sob a influência do pai, que era obcecado com o mercado de ações e costumava trazer amigos em casa para conversar sobre o assunto. Quando conseguiu seu primeiro emprego no 2º ano do Ensino Médio, passou a investir de US$ 20 a US$ 50 por mês.

    Na faculdade trabalhou para pagar as mensalidades e conseguiu terminar o curso com a conta bancária no verde (sua mulher que precisou dos financiamentos estudantis). Foi durante a faculdade que aprendeu mais sobre investimentos, colecionando mais de 80 livros de finanças pessoais e de investimentos em sua prateleira.

    Quando os dois conseguiram o diploma de graduação compraram uma casa com dois andares. A ideia era morar no andar de cima e alugar a parte de baixo, de modo a gerar uma renda extra e pagar a hipoteca. Porém, com a chegada do primeiro filho (hoje são dois), o lugar ficou pequeno e eles tiveram que se mudar.

    Desanimados com o cenário de aluguel de imóveis, o marido passou a procurar por ações de rendimentos a fim de pagar as despesas da família. Dentre as 40 ações que eles têm atualmente, estão papéis da Johnson & Johnson e da Coca-Cola.

    Além das ações de rendimentos, FrugalTrader aplica também em fundos de índice, investimento que considera vantajoso por ser barato e fácil. Ele também afirma que visa o longo prazo e, por isso, suas aplicações são de grande risco: 95% de seu portfólio está alocado em ações e apenas 5% em títulos.

    As fontes de renda não param por aí. Mesmo após o primeiro milhão, o trabalho fixo e integral ainda faz parte da rotina do casal, que conseguiu aumentar a renda anual para US$ 105 mil. O rendimento total também depende de horas extras trabalhadas e de trabalhos freelances prestados, como consultoria financeira. O abastecimento do próprio blog, Million Dollar Journey, também está agregando valor.

    Segundo FrugalTrader, o segredo para alcançar o milhão é, além de investir, gastar menos dinheiro do que ganha. “Pode parecer cliché, mas é a verdade. Viver somente com o necessário gera caixa positivo, o que é indispensável para pagar suas dívidas de forma eficaz e para comprar bons ativos de longo prazo”, escreve.

    Visando conter gastos, o casal mudou de estilo de vida e está se adaptando à nova proposta: eles passaram a levar marmita para o trabalho, substituíram jantares em restaurantes pela comida caseira, alugam livros na biblioteca ao invés de comprá-los e optam por produtos mais duráveis quando vão às compras.

    Após alcançarem a marca do US$ 1 milhão alguns meses antes do planejado, o foco agora é construir um portfólio com bons rendimentos a fim de obter a independência financeira. FrugalTrader acredita ser necessário um portfólio de US$ 1,3 milhão para que seja possível sair de seu trabalho fixo.

    A família, que costuma fazer uma grande viagem a cada dois anos, também quer viajar mais. Outro objetivo é juntar patrimônio suficiente para pagar a graduação de seus dois filhos, no qual prevê um período de 17 anos para acumular determinada quantia. Enquanto isso, as crianças são ensinadas em casa sobre a importância e o valor do dinheiro.

    Aos novos navegantes, FrugalTrader aconselha: “Se você tem o mesmo objetivo e gostaria de começar, o meu conselho é estabelecer uma grande meta para si mesmo. Quebre esse objetivo em pequenas partes e você se surpreenderá com o resultado. Só não se esqueça de manter essa meta na sua frente, seja no seu computador, no fundo de tela do celular, ou em post-its no espelho; ter uma indicação constante é a chave essencial”.

    Até mais.

    Em apenas 8 anos, casal paga todas as dívidas e fica milionário antes dos 40

    Geral

    Fim das Dívidas, Início da Liberdade Financeira

    17 de maio de 2016

    ebook-fim-das-dvidas-incio-da-liberdade-financeira

    Neste e-book Fim das Dívidas, Início da Liberdade Financeira será possível ver como tirar seu saldo do
    vermelho e conquistar a independência econômica.

    Tópico abordados neste livro:

    – O Problema:
    Veja cinco pontos que atrapalhamo brasileiro na hora de lidar com o dinheiro.

    – Como sair do problema:
    Está sufocado pelas dívidas?
    Confira cinco passos que vão te ajudar a se livrar delas.

    – O equilíbrio:
    Seis passos para equilibrar o orçamento e poupar com a inflação em alta.

    – A independência financeira:
    Chegou a hora de conquistar a independência financeira.
    Comece a se planejar!

    Clique aqui para fazer o download.

    Boa leitura e até mais.