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    Ano novo: 5 promessas que podem fazer você perder dinheiro

    10 de janeiro de 2019

    A falta de comprometimento com os objetivos se torna um problema ainda maior quando envolve prejuízo financeiro

    7 aplicativos para controle de gastos: cuide do seu dinheiro em 2019

    Toda vez que chegamos em um novo ano costuma-se as novas velhas promessas de sempre, como por exemplo, mudar o estilo de vida ou realizar aquela pilha sonhos. Possuir hábitos mais saudáveis, equilibrar a vida pessoal e profissional, além de poupar/investir dinheiro estão na lista de muita gente.

    Infelizmente, muitas destas juras de ano novo não são cumpridas. Conforme texto de um professor de finanças comportamentais (Aquiles Mosca), uma pesquisa feita com cidadãos americanos mostra que 80% das resoluções de ano novo fracassam no máximo até fevereiro.

    O pior é que não consegue-se alimentar melhor ou fazer exercícios físicos. Além disto, planejar e não cumprir as promessas de ano novo pode gerar prejuízos financeiros.

    Os educadores financeiros Mauro Calil e Carol Sandler fizeram uma lista publicada no Infomoney com 5 decisões de ano novo que podem fazer você perder dinheiro.
    Compensa dizer que as resoluções de ano novo são bem intencionadas, porém tem que tomar cuidado no geral com toda decisão.

    Qualquer resolução pode trazer prejuízo e tudo depende de como a pessoa vai fazer e cumprir suas promessas!

    Veja seguir o que você promete em janeiro e pode gerar prejuízo nos outros 11 meses a seguir:

    1. Fazer matrícula na academia
    2. Fazer exercícios físicos certamente está no top 3 das resoluções de ano novo. Mas, ao fechar um plano de academia, que é a forma mais comum de começar a nova rotina, é preciso ter atenção.

      “Quando se faz um plano, as pessoas são seduzidas a contratar a opção anual, que sai mais barata (o usuário paga o equivalente 10 meses em relação ao mensal, geralmente). Nesse plano anual é importante ver se você tem 30 dias de férias, se pode interromper o plano a qualquer momento, entre outros detalhes”, orienta Calil.

      Ele explica que entrar na academia pode um investimento ruim. “Muitas pessoas perdem dinheiro, basicamente porque fecham esse plano e não vão regularmente à academia – ficam pagando sem utilizar”, afirma.

      Antes de pagar, você deve se perguntar se realmente vai conseguir cumprir a ida recorrente à academia. A disciplina é importante para não perder dinheiro. Além da mensalidade, matrícula e taxa de manutenção, às vezes, há ainda mais custos que incluem compra de roupas, novos tênis e outros acessórios. Se você fizer todas as compras e usar as peças por apenas um ou dois meses, não vale o dinheiro gasto.

      Se é um dos candidatos a desistir da academia, uma alternativa é simplesmente se exercitar em casa ou em locais públicos, como parques. Também vale buscar planos mensais e tentar negociar para pagar menos.

    3. Financiar um carro
    4. A expectativa de retomada da economia tem levado muitas pessoas a comprar, ou a querer comprar, um carro. “Mas não têm dinheiro na mão e optam por um financiamento de quatro anos, por exemplo”, diz Calil.

      Para ele, o financiamento é “uma péssima opção: você compra um carro, no fim do contrato você vai ter pago dois e seu veículo vai estar valendo meio. Essa é a matemática”, afirma Calil.

      Segundo ele, para não perder dinheiro, você deve pensar primeiro se realmente precisa trocar de carro. “Se o modelo estiver dando muito problema, com gastos de R$ 1 mil por mês na oficina, por exemplo, até faz sentido. Em vez de gastar essa quantia em manutenção, é possível pagar até menos que esse valor na prestação de um novo veículo”, explica.

      Por outro lado, se esse não for o caso, é mais prudente guardar dinheiro por um período e dar uma entrada alta, que pode variar de 60% até 80% do veículo, para diminuir as prestações. “Pagar juros nunca é uma boa opção”, diz Calil.

    5. Fazer dietas da moda
    6. Melhorar os costumes alimentares é, claro, algo positivo. O problema é quando você começa a transformar sua rotina sem fazer cálculos. Dietas populares que prometem milagres e ajudam as pessoas a perderem muitos quilos podem ser uma armadilha para o seu bolso.

      “É preciso avaliar o quanto de ganho versus quanto você vai gastar com a nova lista de alimentos funcionais que deverá comprar para o processo de emagrecimento. Eles custam mais caro. Avalie o custo-benefício”, afirma Calil.

      Sandler lembra que os produtos alimentares e dietéticos são realmente mais caros. “Em geral, é melhor e mais barato comprar verduras, legumes e proteínas”, diz. No longo prazo, essas dietas podem sair bem caras para o bolso – e nem sempre você atinge seus objetivos.

    7. Viajar mais
    8. Fazer uma viagem, ou “viajar mais”, também entra em muitas listas de resoluções – e não há nada de errado nisso. Mas Sandler explica que financiar os gastos pode se transformar numa cilada.

      “Parcelar tudo em 10 vezes no cartão pode ser ruim. Sem organização, as pessoas se empolgam e não fazem o planejamento financeiro com o cuidado que merece. Vão parcelando tudo e, a partir disso, uma viagem pode se transformar em um mega rombo financeiro”, diz.

      O ideal é não fazer dívidas muito longas. “Espere um pouco mais, mas junte dinheiro para pagar o máximo de coisas possíveis em uma única vez ou parcele a passagem aérea e pague o resto dos itens sempre à vista”, afirma Sandler.

    9. Comprar um imóvel
    10. Por último, outro plano comum é realizar o sonho da casa própria. O brasileiro tem crença de que ter a casa própria traz mais segurança financeira – o que nem sempre é verdade.

      “Comprar um imóvel sem comparar o valor do aluguel e ver o que compensa mais pode ser ruim do ponto de vista financeiro, e em proporções significativas, já que é uma grande despesa”, explica Sander. Além disso, vale lembrar que financiar o imóvel só rende mais dívidas devido aos altos juros e requer ainda mais cautela.

      Quando se trata de moraria, a dica é sempre comparar o que vale mais a pena financeiramente, a compra ou o aluguel. Para ver as vantagens e desvantagens de comprar e alugar, clique aqui.

      “Na prática, tudo o que você paga e não usa ou paga e não traz um benefício grande é desperdício de dinheiro e da sua energia”, afirma Calil. Por isso, ainda que seja ótimo fazer planos para mehorar a vida, é preciso ter disciplina para cumpri-los. Ou você pode terminar o ano pior do que começou.

    E você, o que pensa a respeito deste tema? Deixa a sua opinião.

    Até mais.

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    Quando vale a pena alugar um carro para um motorista de Uber

    3 de dezembro de 2018

    Para motoristas de aplicativos de transporte, alugar carro nem sempre compensa

    Para quem é um dos mais 500 mil motoristas ativos da Uber ou de outros aplicativos de transporte, deve se perguntar se compensa alugar um carro ao invés de dirigir o próprio carro. Para fazer tal conta, é preciso incluir alguns custos quase imperceptíveis, como a depreciação do veículo. O portal Exame fez um pedido de estudo para o site de cupons de descontos Cuponation, o qual fez este cálculo.

    Para dirigir por até quatro meses, pode valer a pena alugar um carro em vez de usar o veículo próprio quitado ou financiado. Já para trabalhar como motorista por mais tempo, é mais barato dirigir o carro próprio, seja quitado ou financiado, do que alugar.

    Entraram na conta gastos com combustível, preço do aluguel, seguro, IPVA, licenciamento, revisão, parcelas e entradas do financiamento e depreciação do carro. Confira abaixo quanto custa alugar carro ou usar o veículo próprio como motorista de Uber, por três períodos diferentes: três meses, um ano e três anos.

    Período de uso Carro alugado Carro próprio quitado Carro próprio financiado
    3 meses R$ 4.461 R$ 6.532 R$ 16.344
    1 ano R$ 31.044 R$ 22.083 R$ 46.331
    3 anos R$ 93.132 R$ 64.227 R$ 126.971

    Metodologia

    Para chegar a esse resultado, o levantamento considerou a média de preço, depreciação, IPVA, revisão, seguro e combustível dos carros Onix, HB20, Ka, Gol e Prisma, conforme abaixo:

    Carro Preço Depreciação anual IPVA anual Revisão anual Seguro anual Gasolina Etanol
    Onix R$ 40.558 11% 2,80% R$ 592 R$ 2.449 8 km/l 12 km/l
    HB20 R$ 44.768 15% 3% R$ 535 R$ 2.558 8 km/l 12 km/l
    Ka R$ 42.606 15% 3% R$ 428 R$ 2.273 9 km/l 13 km/l
    Gol R$ 36.024 14% 3% R$ 494 R$ 2.696 8 km/l 10 km/l
    Prisma R$ 44.440 11% 3% R$ 477 R$ 2.400 9 km/l 13 km/l
    Média R$ 41.679 13% 3% R$ 505 R$ 2.475 8 km/l 12 km/l

    As fontes das informações foram a Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave), a corretora Minuto Seguros, o site Autopapo, a Tabela Fipe e os sites das concessionárias.

    A pesquisa levou em conta o preço do aluguel de carro de 1.517 reais por mês, a média anunciada nas locadoras Hertz, Movida e Localiza. Também considerou a taxa de licenciamento fixa de 100 reais por ano.

    O preço médio da gasolina é de R$ 4,78 por litro, e o do etanol, de R$ 3,30 por litro, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o site Global Petrol Prices. O levantamento também levou em conta que os motoristas de Uber rodam cerca 3 mil quilômetros por mês, segundo o site Motorista Top.

    A partir do preço médio do carro de 41.679 reais, a pesquisa considerou um financiamento com entrada mínima de 5 mil reais e parcelas de 1.604 reais por mês, segundo o simulador do site iCarros.

    Como funciona o aluguel

    Os aplicativos de transporte têm parcerias com as locadoras de veículos, o que permite que os motoristas aluguem carros por preços e condições especiais. Os contratos têm uma franquia de quilômetros inclusa, ou seja, uma quantidade de quilômetros que o condutor pode dirigir durante o mês sem cobrança adicional.
    fonte de consulta: exame.abril.com.br/seu-dinheiro/e-motorista-de-uber-veja-quando-vale-a-pena-alugar-um-carro

    A locação pode ser mensal, quinzenal ou semanal, mas não são todas as locadoras que oferecem todas as opções. A maioria das locadoras exige um cartão de crédito para pagar a caução, que serve como garantia de reembolso de qualquer despesa não prevista no contrato, como multas e danos no veículo.

    E você, o que pensa a respeito deste tema? Deixa a sua opinião.

    Até mais.

    Geral

    Análise Financeira de Carros

    6 de setembro de 2016

    Segue uma discussão bem interessante num grande fórum de carros no Brasil a qual discute sobre a desvalorização dos carros com uma boa análise financeira, a qual detona vários mitos sobre alguns carros serem grandes negócios e outros péssimos negócios no transcorrer dos anos em que o proprietário segue com bem fazendo parte do seu patrimônio:

    O Mito da maior desvalorização. Análise Financeira

    Outro bom artigo que discorre sobre o assunto é este aqui da coluna Seu Dinheiro da Exame:

    Os carros que mais se desvalorizam após um ano de uso
    JAC J6 modelo 2014

    Leia também:

    10 Coisas que um vendedor de carros nunca vai lhe contar!
    Vendedores farão praticamente de tudo para vender um carro novo para você. Uma boa parte deles é ética o bastante para te falar sobre todas as qualidades e…

    Até mais.

    Geral

    Defenda o seu dinheiro do carro chinês ou não…?

    8 de janeiro de 2016

    chery-qq

    Afinal de contas, quais são os prós e contras para você comprar um carro chinês?

    Muitos carros chineses que têm chegado ao Brasil possuem preços bem interessantes quando comparados aos principais concorrentes, as carroças “nacionais”, que possuem preços abusivos para adquirir um carro completo, ou seja, com todos itens de série.

    Pode-se listar como motivos a favor de comprar um carro “xing ling”:

    – Preços são extremamente competitivos;

    – O custo de manutenção é baixo. Por ter preço baixo das peças, o seguro pode ficar mais barato;

    – Tem prazo de garantia estendida, menos para itens de consumo, como bateria, velas, etc…

    – Assistência técnica 24 h incluso na garantia estendida;

    – O atendimento na venda é excelente.

    Pode-se listar como motivos contra de comprar um carro “xing ling”:

    – A segurança é uma fonte de preocupação, pois os carros ainda estão a pouco rodando em solo brasileiro, além da desconfiança do brasileiro com a China onde muitos produtos fabricados lá não apresentam qualidade.
    Os chineses inundam o mundo com seus produtos de baixo custo, os quais são produzidos por mão-de-obra mal remunerada, muitos jornalistas, analistas de mercado, blogueiros, escritores, etc., apontam para trabalho escravo.
    A poluição produzida por sua indústria tem atingido níveis alarmantes, fazendo um parêntese, possibilidade da ficção científica do seriado “The Walking Dead” realmente começar por lá. Vai saber…;

    – A China possui um PIB trilionário, o segundo maior do planeta, mas ainda tem maior parte da sua população na linha da pobreza. O capital é controlado por poucos num regime comunista de mercado, porém é ditador e isto implica na falta de liberdade para o seu povo, principalmente a liberdade de expressão;

    – Muitos modelos chineses ainda não são flex(bicombustível);

    – A desvalorização de carros importados é mais rápida. As revendedoras de carros usados e concessionárias, principalmente as não chinesas, irão jogar o preço do seu carro lá no chão para comprá-lo. Talvez seja melhor vender para um “amigo” (terceiro);

    – A importação de peças pode demorar;

    – O pós venda costuma ser ruim;

    – O atendimento da assistência técnica é com pouco caso, não dão muita atenção para o cliente, pois as idas para pequenas manutenções costumam ser constantes;

    Boa sorte na sua decisão para escolher o melhor custo malefício de carro chinês.

    Leia também:

    – Quanto custa manter um automóvel ?

    – Transporte público é barato?

    – Quanto o seu carro te custa por ano?

    – Escolhendo um seguro de carro de forma consciente

    – Os prós e contras de comprar um carro chinês

    Até o próximo post.

    Convidados

    Escolhendo um seguro de carro de forma consciente

    14 de outubro de 2015

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    Comprou um carro e quer ter mais tranquilidade ao andar com ele ou estacionar em lugares arriscados? Esse com certeza é o desejo de quase todos os motoristas, porém para conseguir isso é preciso contar com um seguro auto, uma vez que depender apenas da segurança pública no Brasil pode não garantir bons resultados.

    Mas na hora de escolher o seguro, muita gente acaba ficando na dúvida do que ele precisa ter, como contratar, entre outras questões. E essas dúvidas podem fazer com o que era para trazer tranquilidade se torne dor de cabeça, por isso veja algumas coisas que precisam ser levadas em consideração na hora da escolha para você contratar o melhor seguro auto por um preço justo.

    1 – Pesquise sempre

    Essa dica, por mais que pareça “batida”, ainda é muito útil. Não adianta contratar a primeira opção que aparecer na sua frente, até porque o arrependimento pode bater depois. Por isso, pesquise em pelo menos três empresas diferentes para que se possa começar a escolher.

    Essa pesquisa pode ser feita indo até as seguradoras, por meio de corretores ou por sites especializados. Não importa a forma, mas sim poder ter diversas opções para escolher e poder comparar.

    2 – Analise as suas necessidades

    Se você vai comprar um seguro, deve saber do que precisa, então veja quais serão as coberturas que precisa. Algumas pessoas acabam optando apenas por um seguro contra roubos e furtos, outras já preferem acrescentar também colisões e outras querem todas as existentes.

    Nesse caso não é uma questão de querer, mas sim do que irá precisar. Roubos, furtos e colisões normalmente são os itens que mais preocupam os motoristas e, por isso, muitas seguradoras as colocam como básicas, então pense com cuidado se precisará de mais alguma além delas.

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    3 – Estude as condições de pagamento

    O preço é um fator preocupante porque acaba pesando no orçamento e por isso merece mais atenção. As seguradoras costumam apresentar um valor, porém esses muitas vezes podem ser reduzidos um pouco com alguma conversa e negociação. Nunca aceite de cara a primeira proposta apresentada.

    Outro ponto é como esse valor será pago porque pagar o valor do prêmio à vista pode garantir um desconto maior do que parcelando. Se tiver condições de pagar de uma única vez e o desconto for bom, invista nessa opção, mas se esse não for o caso, tente reduzir o número de parcelas para garantir um desconto. Normalmente, quanto menor o número de parcelas, o desconto aumenta e, em alguns casos, pode-se conseguir o mesmo valor que se pagaria à vista.

    4 – Leia a apólice

    Por mais que o corretor tenha passado todas as informações sobre o seguro, é importante ler se a apólice realmente está descrevendo todas elas. Isso porque o “boca a boca” não tem nenhuma validade legal. Somente a apólice poderá garantir seus diretos e assegurar as coberturas para o veículo. Então leia com atenção e, se for o caso, peça para levar para casa e ler com calma. Só assine depois de estar tudo certo.

    Com mais atenção você consegue contratar um bom seguro e pagar um preço justo fazendo a melhor contratação.

    Convidados

    Quanto o seu carro te custa por ano?

    17 de setembro de 2015

    Ter um carro é muito bom, não? A liberdade de ir e vir de estar com uma maior sensação de conforto diante do trânsito e engarrafamento das grandes cidades, de poder ir aonde quiser a qualquer instante… enfim, um universo de coisas positivas. Contudo, ter um carro custa caro. Assim como o ditado “Ter um carro é outra família” diz, um veículo custa caro. Manutenção, seguro, impostos, combustível e uma série de outros gastos. Contudo, se planejar direitinho dá para fazer tudo e ainda não ficar com a conta negativa. Por isso, a BemMaisSeguro, corretora que oferece seguro para carros com valor mais baixo que o mercado, preparou um infográfico que vai ajudar a colocar tudo na ponta do lápis e poder organizar melhor.

    Confira a seguir:

    Quanto custa para manter um automóvel

    Até o próximo post.

    Geral

    Etanol mais barato

    8 de novembro de 2014

    Conforme matéria do UDOP, “03/11/2014 – Preço do etanol cai em 11 estados e sobe em 10, diz ANP” o preço do etanol já estava mais barato em alguns estados da União.
    Com este último aumento dos combustíveis de ontem para gasolina e diesel, abastecer com etanol, o combustível “completão”, deverá ser ainda mais atrativo, porque para o motorista do carro flex não compensava abastecer com o álcool, pois o biocombustível estava custando em muitas regiões na bomba mais de 70 por cento do valor da gasolina.

    Entretanto a indústria sucroalcooleira está insatisfeita com este aumento maior do diesel e menor da gasolina, já que um aumento maior do diesel deverá impactar negativamente a indústria açúcar e álcool, pois eleva os gastos no transporte de produtos e nas máquinas utilizadas na produção, por exemplo, caminhões e tratores.
    Como diria o poeta, o choro é livre. Os empresários continuarão reclamando do governo, porém “esqueceram ” de investir mais em ciência e tecnologia para criarem e produzir comercialmente caminhões e tratores para funcionarem com eficiência com o próprio etanol que produzem, assim como biodiesel e/ou energia elétrica proveniente das usinas de geração de energia elétrica de biomassa, principalmente aquelas que geram a partir do bagaço da cana-de-açúcar.

    Confira também:
    07/11/14 – Para setor de etanol, aumento da gasolina decepciona

    06/11/14 – Petrobras eleva preços da gasolina em 3% e do diesel em 5% nas refinarias
    bomba de combustível etanol

    Até mais ver.

    Geral

    Transporte público é barato?

    4 de novembro de 2014

    Conforme reportagem publicada por O Globo, a qual indica que o gasto para usar transporte público subiu mais em 20 anos do que para andar de carro e as passagens subiram 685% no período, contra 158% das despesas com carro, parece que no Brasil realmente vale mais a pena andar de carro do que de transporte público.

    Nesta matéria também é relato o seguinte ponto, aliás, muito relevante:
    – “A política do governo de segurar o preço da gasolina para controlar a inflação, aliada aos incentivos fiscais para a indústria automobilística, criou uma perversa distorção nos custos do transporte no Brasil. Deslocar-se por automóvel ficou proporcionalmente mais barato do que usar ônibus, metrô, trem ou barcas nas grandes capitais brasileiras nos últimos anos”.

    Por isto o nosso país optou pelo carro. As nossas políticas públicas acabaram por privilegiar o uso do transporte individual em detrimento do coletivo, porém que acaba travando a mobilidade de todos. Ao passo que as tarifas de transporte públicos subiram 685% desde a estabilização da moeda, abastecer o carro com gasolina ou álcool ficou só 423% mais caro — uma alta bem menor, isto é demonstrado pelos dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE.

    Tem mais um ponto relevante nesta reportagem onde indica que de janeiro de 2002 até março deste ano, as tarifas de ônibus avançaram 141%, e os metrôs tiveram alta de 96,3%. Enquanto isso o preço dos carros novos subiu apenas 10,2% no período e o da gasolina, 70,5%.

    Para quem se interessar mais pelo assunto, veja:
    http://oglobo.globo.com/economia/gasto-para-usar-transporte-publico-subiu-mais-em-20-anos-do-que-para-andar-de-carro-14444273#ixzz3I6dDUadU

    http://viatrolebus.com.br/2014/11/politicas-publicas-tornaram-mais-barato-usar-carro-que-transporte-coletivo/

    Trânsito na Radial Leste, em SP

    Leia também:

    Quanto custa manter um automóvel ?
    http://defendaseudinheiro.com.br/quanto-custa-manter-um-automovel/

    Até o próximo post.

    Geral

    Quanto custa manter um automóvel ?

    5 de março de 2013

    Muitos optam por ter um carro meramente pelo conforto, fazem um conta superficial, aquela famosa conta de papel de pão ou mesmo de cabeça, chegam a conclusão que a prestação do financiamento (CDC, Crédito Direto ao Consumidor) , Leasing ou Consórcio cabe no seu bolso, e adquire o automóvel.
    Para quem adquire o veículo à vista também deverá se ater a todos os custos que envolvem manter este tipo de bem que na maioria nos casos é um passivo, ou seja, apenas te toma dinheiro. Para poucos é um ativo, ou seja, lhe dá alguma renda, vai lhe fazer ganhar dinheiro, seja comprando barato e vendendo caro, comprar abaixo de mercado e vender a preço de mercado, ou quem trabalha e ganha dinheiro com o carro.

    Custos para lembrar antes de fazer a aquisição:
    – Seguro;
    – IPVA;
    – Seguro obrigatório (DPVAT);
    – Combustível. Em grandes metrópoles, congestionadas, como São Paulo/SP, por exemplo, haverá um incremento no combustível gasto devido a horas que costuma-se ficar preso no trânsito;
    – Algumas grandes cidades também tem o custo da inspeção veicular, como São Paulo/SP;
    – Estacionamento;
    – Manutenção. Nossas estradas não são tão boas assim. Combustível não costuma ser sempre de boa qualidade em todo e qualquer autoposto que se abasteça;
    – Depreciação;
    – Juros com financiamento. TAC (Taxa de Adesão de Crédito). Se for Leasing, juros dele também. Consórcio tem taxas.

    Enfim, são muitas variáveis para se pensar antes de abrir a carteira e adquirir aquele carro, moto, caminhonete, caminhão, etc., novo ou usado.
    Pense bem antes de realizar o seu sonho para se livrar do ônibus, metrô, trem, andar a pé, de bicicleta, de táxi ou de carona. Para muitos a questão de sustentabilidade e meio ambiente também estará presente nesta decisão.

    Veja também:

    Até o próximo post.