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    Marvin dos Titãs: Trabalha feito um burro e não paga as contas

    25 de setembro de 2018

    Livro-Pai-Rico-Pai-Pobre-Robert-T-Kiyosaki
    Livro – Pai Rico, Pai Pobre

    Mauro Calil, educador/planejador/blogueiro/*.* financeiro, esteve em um evento onde tocavam Marvin do Titãs e notou algo bem interessante no trecho a seguir:

    Meu pai não tinha educação
    Ainda me lembro era um grande coração
    Ganhava a vida com muito suor
    E mesmo assim não podia ser pior
    Pouco dinheiro pra poder pagar
    Todas as contas e despesas do lar


    N. Johnson – / Nando Reis / Ronald Dunbar

    Onde a grande maioria das pessoas caem naquela armadilha citada no Livro – Pai Rico, Pai Pobre, ou seja, não pagam antes de pagarem os outros, ainda muito pior, nem conseguem pagar tudo o que deve, apesar de trabalharem muito todos os dias.

    Sim, são dignos de pena. Não por não conseguirem pagar suas contas. Aqui na Academia do Dinheiro atendemos pessoas com renda de R$25.000,00 (ou mais), que também não conseguem pagar suas contas.

    São dignos de pena não por terem pouco dinheiro, também acompanhamos estudantes que, com criatividade e um bom plano, conseguem o sonhado intercâmbio sem pedirem um centavo aos pais.

    Os e As Marvins não são dignos(as) de pena por terem que suar muito para ter sua renda. Eu mesmo fiz muito isso e vejo inúmeros suando suas camisas todos os dias, seguindo um plano e progredindo.

    Nossos Marvins são dignos de pena pela falta de educação

    Ninguém discorda que a educação é um fator competitivo para o indivíduo e a nação. Ainda que os números e pesquisas mostrem que a educação formal ajuda em muito a elevar o padrão de vida do “bem educado”, somente a renda alta não é garantia de tranquilidade financeira. Como mencionei acima temos muitos clientes de altíssima renda e, ainda assim, com orçamentos apertados.

    Enriquecer é uma questão de ter e seguir um bom plano. Este plano inclui a educação formal, uso de tecnologias potencializadoras e, claro, a educação financeira que culmina em investimentos e uma boa aposentadoria.

    Só assim Marvin vai poder trabalhar e também se distrair.
    fonte de consulta: exame.abril.com.br/blog/etiqueta-financeira/trabalha-feito-um-burro-e-nao-paga-as-contas-ate-o-marvin-ja-sabia-disto

    Até mais.

    Frases

    Frases e pensamentos – parte 22

    21 de agosto de 2018

    Vamos para a parte 22 desta de série de posts onde compartilharmos frases e pensamentos do mercado financeiro.

    “As pessoas gastam o dinheiro que não têm, para comprar coisas de que elas não precisam, para impressionar pessoas com quem elas não se importam.”
    Autor desconhecido

    “Ninguém gasta o dinheiro dos outros (impostos) com o mesmo cuidado com o que gasta o próprio.”
    Milton Friedman
    Ninguém gasta o dinheiro dos outros (impostos) com o mesmo cuidado com o que gasta o próprio.

    “Existem apenas quatro maneiras de você poder gastar seu dinheiro. Você pode gastá-lo com você mesmo. Quando você faz isso, e você pode realmente ver o que está fazendo com ele, você tenta usá-lo da melhor forma possível. Mas você pode gastar seu dinheiro com outra pessoa. Por exemplo, eu compro um presente de aniversário para alguém. Bem, eu não estou preocupado com a eficácia satisfatória do presente, mas estou atento quanto ao seu custo. Então, eu posso gastar o dinheiro alheio comigo mesmo. E se eu gasto o dinheiro alheio comigo mesmo, então eu tenho certeza de que terei um bom almoço! Finalmente, eu posso gastar o dinheiro de alguém com outro alguém. E se eu gasto o dinheiro de alguém com outro alguém, eu não me importo com o custo e não me importo com o que conseguirei satisfazer. E isso é o governo.”
    Milton Friedman

    “Eu deveria ganhar mais…”
    Na verdade o problema não é quanto você ganha e sim o quanto você gasta. Não adianta nada ganhar mais se você continuar gastando mais do que pode. A mudança vem de você e não do seu salário. Pense nisso!
    8 frases clássicas de quem gasta mais do que ganha

    Leia também:

    Frases e pensamentos – parte 21

    Até o próximo post.

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    Business Insider: 6 gastos que você não deve cortar

    25 de junho de 2018

    6 gastos que você não deve cortar, segundo especialista em finanças
    6 things people who are good with money always splurge on

    Claro que parar de gastar em excesso é o primeiro passo para conquistar a estabilidade e a independência financeira, porém como se faz para calcular o excesso?
    Uma especialista em gestão financeira e estudiosa de cases relacionados a boas práticas em finanças pessoais, Kimberly Palmer, explicou isto no portal de finanças Business Insider. Após estudar o hábito de pessoas bem-sucedidas financeiramente, a especialista listou 6 produtos e serviços que devem ser mantidos no orçamento mensal – ou, ao menos, não devem ser os primeiros a sair em momentos de aperto.

    Veja a lista a seguir:

    1. Produtos que podem gerar mais renda
    2. Esta é uma gama relativamente ampla de produtos, que inclui, por exemplo, um conjunto de peças de roupas arrumado para entrevistas de emprego ou primeiro dia após a contratação. Dependendo da profissão, um carro funciona da mesma maneira.
      Um bom computador também faz parte desta lista: ganhar dinheiro extra pela internet nunca foi tão comum, e ter uma máquina velha e inoperante pode travar essa possibilidade.

    3. Experiências
    4. Yoga, treinamento funcional e outras atividades que oferecem saúde e energia não devem ser negligenciadas nos gastos mensais.

    5. Serviços que economizam tempo
    6. Muitas vezes, ter tempo para realizar tarefas é mais importante do que economizar dinheiro. Pedir delivery de supermercado, por exemplo, ou mandar as roupas para a lavanderia, pode economizar horas valiosas do dia de um profissional autônomo – ou mesmo de alguém cuja rotina demanda descanso. “A melhor coisa que você pode fazer com dinheiro é liberar tempo”, diz a especialista.

    7. Cartões com programas de fidelidade
    8. Mesmo com altas taxas de manutenção, cartões de crédito com bons programas de fidelidade e milhas podem ser interessantes para clientes fiéis que realmente utilizam estes benefícios. Não vale necessariamente para todos, mas a especialista indica àqueles que viajam muito ou gastam o suficiente para trocar pontos por bons produtos no fim do mês.

    9. Utensílios de cozinha de alta qualidade
    10. Comer em casa sempre será mais barato do que gastar em restaurantes. Por isso, Palmer acredita que gastar em bons jogos de panelas ou até mesmo uma máquina de café pode ser um investimento.

    11. Pequenos prazeres
    12. Desde que bem selecionados, gastos com objetos que dão prazer são importantes. Para quem ama fotografia, comprar uma boa câmera não é jogar dinheiro fora, por exemplo.

    Veja também:

    Hábitos financeiros aos 30 anos

    Até mais.

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    CNNMoney: 5 sinais de que você está destruindo suas finanças

    9 de maio de 2018

    É sempre bom guardar parte do dia para anotar os gastos, olhar o rendimento dos investimentos e colocar em uma planilha tudo o que precisa ser planejado financeiramente pode ser complicado. Isso porque na correria do dia a dia, as suas finanças acabam sendo deixadas para trás, ficando em segundo plano, porém é preciso torná-las um hábito.
    Não acompanhar para onde a sua grana está indo é uma das formas mais fáceis de perdê-la! Pensando sobre isto, Maurie Backman, do The Motley Fool, elaborou uma lista com cinco sinais que podem estar destruindo as chances de você ter uma estabilidade financeira.

    Queimar dinheiro é loucura

    Confira tais dicas a seguir:

    1 – Você gasta todo o seu salário

    Se você gasta o seu salário todos os meses está na hora de cortar pelo menos uma das grandes despesas para deixar uma quantia guardada para possíveis surpresas. Você pode fazer um trabalho freelancer para ganhar um dinheiro extra, mudar para uma casa menor, reduzir para um carro etc. Especialistas recomendam que você tenha um dinheiro de emergência que cubra pelo menos três meses de desemprego.

    2 – Você não está guardando dinheiro para a aposentadoria

    Se você ainda não começou a pensar na aposentadoria, está na hora de priorizar o seu futuro antes de que você perca o poder dos juros compostos. Idealmente, você deveria guardar no mínimo 15% da sua renda para quando se aposentar, mas se você não está acostumado a economizar nada, você não conseguirá ir de 0% a 15% da noite para o dia.

    3 – Você está sempre acumulando dívida do seu cartão de crédito

    As dívidas de cartão de crédito são o pior tipo de dívida que você pode ter e, quanto mais tempo você carregá-las, maior serão os juros que você terá que pagar. Se você se sente confortável com essa dívida, então está na hora de repensar o seu uso do plástico e talvez até mudar para o sistema de “só dinheiro” na carteira de forma a balancear suas contas.

    4 – Você não faz ideia do seu extrato bancário

    Um estudo recente mostrou que metade dos adultos dos EUA não checam seus extratos bancários há seis meses. Isso porém, é um erro, visto que um grande número de extratos contém erros que podem aumentar ainda mais a sua fatura no final do mês.

    5 – Você não tem um orçamento

    Muitas pessoas não seguem um orçamento, mesmo sendo a forma mais fácil e efetiva de controlar as finanças. Sem um orçamento fica mais difícil de ver para onde o dinheiro está indo e mais, como será possível cortar alguns gastos. Ao listar suas despesas mensais e ver que extrapolam a sua renda, você saberá que algo precisa ser ajustado – o que não é possível perceber sem um orçamento.
    fonte de consulta: 5 signs you need to clean up your finances

    Até mais.

    Filmes

    Quebra de conduta – filme 2013

    9 de maio de 2018

    filme quebra de conduta

    Bom filme disponível na telinha do seu Netflix. É franco-inglês sobre Grégory Lyubov que é um agente que trabalha para o governo russo. Investigando ações sigilosas de um poderoso empresário, ele conhece Alice, uma especialista em finanças, que ele suspeita estar trabalhando para o inimigo. Para conhecê-la melhor, se aproxima dela e se envolve em uma perigosa paixão.

    Até mais.

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    5 coisas que você deve fazer se quiser sair rapidamente da dívida

    26 de abril de 2018

    Bobby Hoyt era basicamente a foto de millenium recém-saído da faculdade. Ele realmente não tinha aprendido nada sobre finanças pessoais, tinha um diploma brilhante e tinha quase US$ 40.000 em dívidas de empréstimos estudantis que ele não tinha ideia do que fazer.
    Inicialmente, o plano era fazer os pagamentos mínimos, como todo mundo fazia. Felizmente, ouviu um empresário de sucesso que conheceu através da família de minha esposa. Sua mensagem? Pague sua dívida o mais rápido que puder.

    Eu paguei US $ 40.000 de empréstimos estudantis em um ano e meio com o salário de um professor: aqui estão 5 coisas que você deve fazer se quiser sair rapidamente da dívida

    “Aceitei esse conselho e corri com ele. Eu mantive minhas despesas de moradia o mais baixo possível alugando um quarto dos pais da minha esposa, continuei dirigindo meu carro velho da faculdade em vez de comprar o novo que eu realmente queria, e literalmente fiz os maiores pagamentos que podia a cada duas semanas salário de ensino”, diz Hoyt.

    Depois de 18 meses, pagou os empréstimos estudantis. Começou o blog MillennialMoneyMan.com como uma forma de ajudar outras pessoas que estavam lidando com dívidas de empréstimos estudantis, e um pouco mais de um ano e meio atrás eu parei meu trabalho para perseguir a minha empresa on-line em tempo integral.

    Hoyt conta que a paixão tornou-se tentando ajudar os jovens a se motivarem com suas finanças logo no início. Desde que deixou o emprego como professora, ouviu centenas de histórias de horror sobre dívidas de leitores que querem encontrar uma maneira de progredir.

    Aqui abaixo estão cinco coisas que qualquer um que queira se tornar livre de dívidas deve fazer:

    1 – Pare de se importar com o que as outras pessoas pensam

    Isso é absolutamente fundamental. Se você está pensando em assumir suas dívidas de forma agressiva, há uma boa chance de você ter que tomar algumas decisões desconfortáveis ​​que não são populares. Para mim, obviamente, estava escolhendo alugar um quarto dos pais da minha esposa ou usar os mesmos equipamentos para trabalhar regularmente. Eu ainda tenho “mamãe e papai” jabs de haters muito depois que saímos.
    Aqui está a parte importante: seus detratores não importam nada. Todo mundo tem um caminho diferente na vida, e eu nunca vou julgar alguém por como eles escolhem atacar suas dívidas. Mude-se com a sua família (certifique-se de contribuir de alguma forma), alugue quartos em sua casa, continue dirigindo aquele carro de baixa qualidade ou espere para sair com seus amigos, se necessário. Enquanto você estiver trabalhando para atingir seus objetivos, sinta-se bem com o que está fazendo. As opiniões externas nunca devem influenciar suas decisões financeiras.

    2 – Faça da sua dívida a prioridade

    Um truque que usei para facilitar minha dívida foi colocá-lo no topo da minha lista financeira. A primeira coisa que fiz a cada duas semanas, quando meu contracheque caiu na minha conta, foi o pagamento do meu empréstimo. Livrar-se desse dinheiro imediatamente tirou a minha capacidade de desperdiçá-lo ao sair para comer ou comprar qualquer coisa nova que todo mundo tivesse.

    3 – Não tente acompanhar seus colegas

    Muitas pessoas ficam presas tentando acompanhar os Joneses. Uma das coisas mais difíceis sobre pagar meus empréstimos foi assistir todos os meus amigos me passarem. Se era um novo carro incrível ou a casa que eles estavam construindo. Eu senti que não era tão bem sucedido quanto eles.
    Avançando alguns anos, e a maioria dos meus colegas que financiaram suas vidas estão absolutamente arrependidos. Fomos condicionados a manter contato com nossos colegas durante toda a vida por meio de notas e esportes na escola primária. Se você puder evitar competir com seus amigos em compras altamente financiadas, você fará muito melhor a longo prazo.

    4 – Comece uma confusão lateral

    O surgimento da internet tem sido, obviamente, um fator de mudança, mas nem todos com acesso estão tirando vantagem disso. Para qualquer um dos meus leitores que me perguntar como eles podem aumentar sua renda para ajudar com suas dívidas, a minha resposta é sempre a mesma: começar a empurrar.

    Existem inúmeras maneiras de começar um negócio on-line e não precisam ser complicadas nem caras. Eu vi de tudo, de lenços de tricô e vendê-los no Etsy, para encontrar itens em vendas de garagem e vendê-los no eBay. Se a sua primeira estratégia não funcionar, continue tentando outra coisa até encontrar uma maneira eficaz de suplementar sua renda.

    5 – Verifique sua mentalidade

    Fora de tudo nesta lista, sua mentalidade em relação a dívida e sucesso é facilmente o mais importante. Há, obviamente, uma tonelada de histórias por aí de pessoas como eu que pagaram seus empréstimos muito rapidamente usando várias técnicas. Se a sua primeira reação é pensar que essas histórias são impossíveis, uma farsa ou apenas pura sorte – você já perdeu.
    As pessoas que normalmente têm sucesso com a dívida olham para essas histórias e tentam encontrar estratégias em vez de um projeto. Não há “um tamanho para todos”, abordagem rápida para sair da dívida. Toma decisões impopulares, aproveitando e criando oportunidades, e toneladas de sacrifícios pessoais para começar.
    fonte de consulta: businessinsider.com/i-paid-off-40000-of-student-loans-on-a-teachers-salary-2016-10

    Até o próximo post.

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    Erros financeiros para evitar aos 40 anos

    2 de março de 2018

    couple relaxing beach summer - casal relaxando em uma praia no verão
    9 money mistakes to avoid in your 40s

    Enquanto aos 20 estamos focados em construir nossa base financeira e criar bons hábitos, aos 30 estamos prestes a ter grandes mudanças de vida como construir uma carreira, casar, ter filhos etc.
    Já aos 40, há muito a ser feito para proteger o patrimônio e garantir a segurança financeira da família antes de começar a pensar na aposentadoria. É o que explica a planejadora financeira Sophia Bera.

    Pensando nisso, ela listou para o Business Insider algumas atitudes que devem ser evitadas nesta fase da vida e que podem prejudicar o sucesso financeiro. O InfoMoney selecionou seis delas:

    1) Comprar uma casa maior que o seu orçamento

    Com a família crescendo, aquele imóvel pequeno que antes era o suficiente, hoje já não serve mais. É tentador buscar por um lugar maior, com mais espaço e até em um bairro melhor. Mas isso significa que o valor do imóvel será maior, assim como o custo de manutenção e os impostos.

    Cuidado, porém, para não comprar um imóvel maior do que pode bancar. A casa própria não é um dos melhores investimentos, então você deve ser realista e honesto com o seu orçamento e evitar gastar todas as suas economias na nova casa.

    2) Gastar mais do que o necessário com as crianças

    Uma forma fácil – e rápida – de gastar dinheiro é destinar seu patrimônio aos filhos: escola, atividades extracurriculares, passeios escolares, brinquedos, acampamentos etc.

    É difícil dizer não para tudo o que seus filhos querem, e você quer oferecer o melhor – não só porque ama seus filhos, como porque os pais dos coleguinhas também são seus amigos, e você quer se encaixar.

    Porém, é preciso estabelecer um orçamento para não sair no prejuízo. Esse é um bom momento para você reavaliar o patrimônio e ensinar as crianças a darem valor ao dinheiro. Dessa forma, a família toda irá gastar dinheiro e tempo em coisas que realmente importam para cada um, ao invés de comparar cada nova aquisição com as demais famílias do grupo.

    3) Não juntar dinheiro para a aposentadoria porque está poupando para a faculdade

    A planejadora financeira conta que muitos pais tendem a priorizar o ensino dos filhos em detrimento da própria aposentadoria. “É natural colocar o bem de seus filhos na frente do seu. Porém, a realidade é que seus filhos podem pegar dinheiro emprestado para pagar a faculdade, mas você não pode pegar dinheiro emprestado para a sua aposentadoria”, afirma.

    Sophia explica que ao fazer isso, você está preparando seus filhos para tomarem conta de você quando ficar mais velho, justo quando eles terão seus próprios filhos para cuidar. E isso pode ser um grande problema no futuro. “O melhor a se fazer é se preparar primeiro para a aposentadoria e depois, juntar dinheiro para o estudo de seus filhos”, diz.

    4) Não ter um fundo de emergência grande o suficiente

    Os US$ 1 mil que você guardou quando tinha 22 anos pode ter sido o suficiente, mas naquela época era só você e agora você tem uma família. A probabilidade de despesas inesperadas é alta. Com isso, a quantia que você poupa também deve ser.

    Quando você é jovem e perde o emprego, você consegue se manter por alguns meses voltando para a casa dos seus pais, por exemplo. Imagine agora perder o emprego quando você já tem que pagar o aluguel, tem dois carros na garagem, dívida da pós-graduação e três filhos.

    Evite essa dor de cabeça guardando de 3 a 6 meses de gastos no seu fundo de emergência e invista o resto em investimentos de alta liquidez que permitam o resgate a qualquer momento – para caso haja eventualidades.

    5) Não aproveitar os benefícios do cartão de credito

    Se você usa o cartão de crédito de forma consciente, ou seja, sabe o seu limite e consegue pagar as contas inteiras todos os meses, você pode estar perdendo se não tiver um cartão de crédito que ofereça benefícios.

    Uma família maior significa gastos maiores, então faça essas despesas trabalharem a seu favor. Cartões com recompensas podem dar o benefício de cashback ou pontos, os quais você pode usar para viajar, por exemplo.

    6) Não conversar com seus pais sobre as finanças deles

    Assim como é importante para você administrar suas finanças, de forma a beneficiar seus filhos, é essencial que você fale com seus pais sobre as finanças deles.

    Os mais velhos são normalmente mais vulneráveis a problemas financeiros, porque eles acreditam que, por já terem feito isso por anos, sabem fazer de “olhos fechados”. Mas isso não significa necessariamente que eles entendem o planejamento financeiro moderno.

    Alguns pais demoram muito tempo para avisar os filhos que não têm dinheiro suficiente para a aposentadoria ou então, que precisam dos filhos para se sustentarem. “Eu trabalho com clientes que ajudam seus pais financeiramente, mas é preciso um planejamento e orçamento para que consigam fazer isso sem prejudicar seus objetivos”, conta a planejadora financeira.

    Até mais.

    Convidados

    Maus hábitos financeiros para eliminar em 2018

    28 de dezembro de 2017

    Um passo a passo para começar 2018 com mais dinheiro

    Para ter mais realizações em 2018, é importante eliminar alguns hábitos que tendem a levar ao descontrole, endividamento e inadimplência

    O período de festas de fim de ano é marcado por, além das comidas e encontros familiares, revisão de realizações passadas e listas de resoluções para o ano que se inicia. Mas não basta deixar os tópicos no papel. Para ter mais realizações, menos dívidas e uma vida financeira mais organizada e tranquila em 2018, é importante eliminar alguns hábitos que tendem a levar ao descontrole, endividamento e inadimplência.
    Reinaldo Domingos, doutor e mestre em educação financeira e presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros) fez uma lista com 10 maus hábitos financeiros que você deve eliminar em 2018 para organizar suas finanças e separar uma parte da renda para investimentos. Veja:

    1) Falta de planejamento

    As pessoas não sabem para onde vai seu dinheiro, não possuem controle. As pessoas não se dão conta que o descontrole financeiro não acontece nos grandes gastos, mas sim nos pequenos. Para evitar que isso ocorra, o correto é o preenchimento de uma caderneta diária de todos os gastos e realizar uma planilha mensal por três meses, conhecendo os seus verdadeiros números.

    2) Comprar por impulso

    Algumas perguntas devem ser feitas antes de fazer uma compra, como: estou comprando por necessidade real ou movido(a) por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima? Se não comprar isso hoje, o que acontecerá? Tenho dinheiro para comprar à vista? Se comprar a prazo, terei o valor das parcelas? O acúmulo de parcelas colocará em risco a realização dos sonhos que priorizei com a família? Também é importante pesquisar o melhor preço em pelo menos três lojas diferentes, entre físicas e virtuais, para pagar menos e conseguir descontos.

    3) Ter o hábito de parcelar

    Este é um hábito cultural do brasileiro, por isso, ao agir dessa maneira, as pessoas não percebem que estão se endividando. Para piorar, muitas vezes, o consumidor se esquece de colocar esses valores no orçamento, o que pode comprometer seriamente as finanças. Caso seja fundamental parcelar, deverá constar no orçamento mensal da pessoa, que sempre que receber seus rendimentos separará parte do valor para pagar essa dívida. Também é interessante ter uma poupança paralela, para que, em caso de imprevistos, tenha como arcar com esses valores.

    4) Pagar sem questionar

    Todo produto ou serviço é cobrado com larga margem de lucro, portanto, é sempre válido pedir descontos, especialmente se estiver pagando à vista. Muitos têm vergonha ou receio, mas negociar valores deve se tornar um hábito em 2018, pois é preciso aprender a valorizar o dinheiro. É importante também sempre rever os pacotes que contrata, como de TV a cabo, internet e planos de celular, pois é comum que haja itens pagos que não são utilizados. É interessante estar sempre de olho na concorrência, pois muitas vezes há pacotes mais completos e mais baratos.

    5) Abusar do crédito fácil

    Buscar ferramentas de crédito fácil, como empréstimos, crediários, financiamentos, limite do cheque especial e pagar o mínimo de cartão de crédito são formas comuns de endividamento. O mercado oferece milhares de produtos de fácil acesso, contudo, os juros cobrados são abusivos e fazem com que a inadimplência se torne alta. A solução é evitar esses meios, buscando se educar financeiramente e mudando o comportamento errôneo em relação a lida com o dinheiro. No caso de cartão de crédito, o ideal é ter só um e, em caso de descontrole, até mesmo eliminar. Também é interessante não ter limite de cheque especial.

    6) Não pensar no futuro

    Muitos não têm o hábito de se preparar para o futuro mas, especialmente agora com as mudanças na aposentadoria pelo INSS, é importante rever essa atitude. O primeiro passo é pensar no padrão de vida que deseja ter após se aposentar, lembrando que mesmo tendo trabalhado a vida toda com carteira assinada, contribuindo para o INSS, a quantia recebida dificilmente será suficiente. Muitos brasileiros se aposentam e precisam continuar trabalhando ou dependem da ajuda financeira de parentes. Lembre que o quanto antes você pensar em seu futuro, mais fácil será para poupar dinheiro e atingir a quantia desejada.

    7) Só poupar se sobrar

    Muitos brasileiros não conseguem poupar dinheiro porque deixam para fazer isso apenas se sobrar no final do mês. Portanto, em 2018, é imprescindível começar a praticar um orçamento financeiro diferente, que priorize os sonhos e não as despesas. Ao invés de fazer Ganhos (-) Gastos = Lucro/Prejuízo, faça Ganhos (-) Sonhos (-) Gastos. Dessa forma, a poupança para os sonhos será a prioridade e os gastos serão readequados, mudando o padrão de vida em beneficio da conquista dos sonhos da família. Apesar de ser muito importante, a realização dos sonhos tende a ser deixada em segundo plano; isso precisa mudar, começando pelas atitudes. Não adianta agir da mesma maneira sempre, esperando ter um ano diferente.

    8) Não sonhar

    Não ter planos para o futuro e, consequentemente, poupanças para conquistá-los, leva ao consumismo de forma pouco pensada. Vejo que a grande maioria abandonou o hábito de sonhar. Para sair deste problema, é recomendável fazer um exercício simples: refletir sobre o que se quer em curto prazo (nos próximos doze meses), no médio (entre um e dez anos) e no longo prazo (a partir de dez anos). Tendo isso estabelecido, deve cotar os valores e destinar parte de seu dinheiro para esse fim. Com os sonhos sempre em mente, será muito mais difícil cair nas armadilhas do consumismo e do crédito fácil.

    9) Buscar status social

    Acreditar que consumir é importante para ser aceito socialmente faz com que as pessoas comprem sem ter condições. Isso porque acreditam que possuir alguma coisa é o que fará a diferença para os outros, e não o que ela realmente é. O consumo dessa maneira irá apenas suprir a dificuldade de relacionamento interpessoal. A solução para esta questão é ter objetivos claros e perceber que é muito mais importante ter conteúdo do que ter produto.

    10) Sucumbir ao marketing e à publicidade

    Estar suscetível às ações de marketing e publicidade faz com que as pessoas comprem o que não precisam ou mesmo não têm condições. Isso acontece diariamente por falta de orientação. O caminho para evitar esse problema é buscar conscientização para abandonar o hábito de comprar por impulso, especialmente quando estiver com as emoções alteradas, triste, com baixa autoestima ou com bastante empolgação.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Um passo a passo para começar 2018 com mais dinheiro

    21 de dezembro de 2017

    cofre-porquinho-na-praia - Dinheiro: Faça uma lista de planos para 2018 e organize seu orçamento para realizá-los

    Para quem deseja vender o imóvel rápido e sem perder muito dinheiro

    Se faz necessário organizar a bagunça da sua vida financeira para colocar em prática todos os planos feitos para 2018. Neste post é possível ver como fazer isso.

    Começar academia, viajar para o exterior, entrar para o curso de inglês. Início de ano é sempre aquele momento para tomar fôlego e refazer planos, mas, no fundo, todos eles dependem de um só: organizar a bagunça da vida financeira.

    Especialistas são unânimes: para realizar metas, é preciso saber onde você está. Quanto você tem de reserva financeira? Quais são suas dívidas? Quanto ganha e gasta todo mês?

    Por outro lado, as metas são o pano de fundo do orçamento. “Não adianta anotar seus gastos ou levantar preços e não fazer nada com aquilo. Defina o que você quer da sua vida para elaborar um orçamento. Saiba para onde está caminhando”, aconselha a educadora financeira e psicanalista Cássia D´Aquino.

    A seguir, confira um passo a passo simples para organizar de vez suas finanças e começar 2018 pronto para ter mais dinheiro e realizar seus planos:

    1 – Levante todas as receitas

    Parece óbvio, mas muita gente não sabe exatamente quanto ganha. Isso porque leva em conta o salário bruto, não o salário líquido – aquele que efetivamente pinga na conta, do qual já foram descontados Imposto de Renda, INSS e outras contribuições.

    Levante seu salário líquido e outros rendimentos, como aluguel e pagamentos de trabalhos freelancers. Vale lembrar que o limite do cheque especial e do cartão de crédito não são uma extensão da renda.

    “O cheque especial induz as pessoas ao erro. Se for preciso, reduza seu limite”, sugere o sócio do aplicativo GuiaBolso, Thiago Alvarez. Liste também os bens que você tem.

    2 – Levante todos os gastos

    Observe os gastos que você teve no período dos últimos três meses para checar quais contas estão sempre ali e ter uma ideia de quanto você costuma gastar com despesas variáveis. Pode facilitar ter os extratos bancários e as faturas do cartão de crédito em mãos.

    Liste também todas as dívidas, incluindo as parcelas do cartão de crédito e de financiamentos. “Não tem problema começar 2018 com dívidas boas, como a parcela do financiamento do carro. A preocupação tem que ser com as dívidas que você acha que não vai conseguir pagar”, explica Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

    3 – Precifique seus objetivos

    Sem metas, a tentação de fazer qualquer coisa com o dinheiro é maior. Por isso, defina planos de curto, médio e longo prazo e pesquise quanto custam esses objetivos. Para isso, uma dose de autoconhecimento será necessária.

    “Faça um esforço para fazer planos para além de 2018, se não, você nunca vai conseguir construir nada na sua vida”, orienta a planejadora financeira Lavínia Martins, diretora da Associação Brasileira de Planejadores Financeiros (Planejar).

    Se você tem dívidas, quitá-las deve ser sua prioridade. Comece pelas dívidas de serviços como água e gás, que podem ser cortados por falta de pagamento. Depois, é a vez de quitar os empréstimos com as maiores taxas de juros, como crédito para negativado, crédito rotativo e cheque especial.

    4 – Determine quanto guardar por mês

    Só depois de precificar sonhos, será possível visualizar o tamanho da reserva que você precisa construir. Se você está no zero a zero e não tem nenhum dinheiro guardado, comece a formar uma reserva de emergência.

    O ideal é guardar um valor equivalente a entre três e seis meses de renda, mas não se paralise por isso. Esse é o ponto ideal onde você deve chegar, não o ponto de saída.

    Depois, você poderá se planejar para juntar dinheiro para a aposentadoria e para realizar os planos feitos para 2018.

    5 – Corte despesas

    Há quem diga que os maiores vilões das despesas são os pequenos gastos, como o cafezinho pós-almoço ou o chocolatinho de sobremesa. Outros planejadores financeiros dizem que o problema está nos gastos fixos, como as assinaturas de TV a cabo e celular. Cada um saberá onde o sapato aperta.

    6 – Organize pagamentos e investimentos

    Defina como pagará seus gastos e crie uma estratégia para usar o cartão de crédito – pode ser usá-lo somente para compras eventuais parceladas, até um limite de 10% da sua renda mensal, por exemplo.

    Coloque seus pagamentos no débito automático, em uma data alinhada ao pagamento do salário, e automatize seus investimentos.

    7 – Mantenha esses hábitos por todo o ano

    Essa é a parte mais difícil. Monitore seu orçamento e, se necessário, refaça planos durante o ano. Respeite sua meta de gastos e não abandone suas finanças.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Pessoa de 28 anos ganha mais de $ 100.000 por mês, blogando e viajando em tempo integral

    8 de dezembro de 2017

    Michelle Schroeder-Gardner regularly earns over $100,000 a month blogging

    Uma Jovem de 28 anos ganha US$ 100 mil por mês com blog de finanças, o qual tinha como objetivo monitorar as finanças da jovem, para que pudesse pagar os empréstimos estudantis.

    Depois de obter dois diplomas de graduação e um mestrado em finanças, Michelle Schroeder-Gardner acumulou uma dívida de empréstimos estudantis de US$ 38 mil, cerca de R$ 123 mil. No entanto, ela conseguiu pagar tudo em apenas sete meses, graças a uma estratégia chave: ela mudou seu foco para os ganhos.
    “Ganhei o máximo de dinheiro que eu consegui fora do meu trabalho principal”, explicou Schroeder-Gardner à CNBC. Na época, ela tinha uma renda de US$ 4.200 ao mês, cerca de R$ 13.500, como analista financeira. Ela percebeu potencial com um blog que criou na graduação, mas nunca tinha pensado em monetizar. “A melhor coisa que fiz foi manter uma renda por meio do meu blog”, afirma.

    Chamado Making Sense of Cents e criado em 2011, o blog tinha como objetivo monitorar as finanças da jovem, para que pudesse pagar os empréstimos estudantis e parar de ser dependente de cada pagamento para seguir.

    “Demorou cerca de seis meses para alcançar os primeiros US$ 100 no blog. Mas uma vez que eu percebi que poderia ganhar dinheiro com isso, cresceu muito rapidamente”, explica a jovem de 28 anos.

    “Qualquer tempo extra que eu tinha era dedicado para o crescimento do meu blog. Eu acordei cedo nas manhãs, dormi muito tarde e várias noites, usei pausas de almoço em meu dia de trabalho, e até usei meus dias de férias para focar no blog”, explica.

    O tempo e o esforço valeram a pena: em 2013, dois anos depois do projeto inicial, o blog já rendia um adicional para o orçamento de US$ 10 mil por mês. A renda extra não só permitiu que ela pagasse seus empréstimos, mas que também abandonasse seu emprego como analista financeira.

    Ela tem dedicado seu tempo integral para o blog desde outubro de 2013, quando deixou seu trabalho. Em 2016, o negócio rendeu US$ 1 milhão. Hoje, ela ganha regularmente cerca de US$ 100 mil por mês.

    Na prática, o blog dá conselhos e dicas de como administrar as finanças e atingir a independência financeira. O negócio possui três fontes principais de receita:

    1) O marketing de anunciantes, de onde a maior parte do rendimento vem, cerca de US$ 50 mil por mês;

    2) O curso de marketing financeiro, no qual ela ensina as pessoas a ganhar dinheiro online, o qual gera entre US$ 40 mil e US$ 50 mil por mês;

    3) Publicidade, incluindo anúncios publicitários patrocinados com empresas e publicidade gráfica, que rende entre US$ 12 mil e US$ 23 mil por mês.

    Se você está pagando uma dívida ou buscando a independência financeira o mais rápido possível, ela aconselha que você “deve sempre achar uma forma de ganhar mais dinheiro do que está ganhando no momento”. Apesar de seu sucesso financeiro, ela e seu marido Wes, que também largou seuu cargo em 2013, vivem de forma modesta, sem luxos. “Nós poupamos e investimos mais de 85% do que ganhamos a cada mês”, conta.

    Eles venderam sua casa em Missouri, EUA, em 2015, e agora viajam pelo país em tempo integral em seu trailer. Em um dia típico, o casal trabalha por uma hora ou duas na parte da manhã, e mais algumas horas de trabalho à noite.
    fonte de consulta: This 28-year-old earns over $100,000 a month blogging and traveling full-time

    Até o próximo post.