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Money as Debit(Dinheiro como Dívida)

Excelente vídeo, vale muito a pena conferir!
Se trata de um interessante vídeo didático sobre a origem do dinheiro.
Assista e entenda como funciona o dinheiro, os bancos, empréstimos, crises e crédito:

Até o próximo post.

7 Comments.[ Leave a comment ]

  1. Muito bom o vídeo, serve para nossa reflexão sobre como está alicerçada a economia do mundo.
    Uma grande lição que tirei do vídeo foi aquela que um sistema que precisa de crescimento (e muito) do PIB para sobreviver, não é sustentável. Se bem que a noção disso eu tinha desde criança, mas não sabia de onde vinha a origem.
    Mas o vídeo como todo “enlatado” que tentam “enfiar em nossa goela” mercê algumas ressalvas importantes.
    1) Alavancagem: Enquanto no exemplo do filme a alavancagem nos EUA é de 90x aqui no Brasil o BC a baixou desde Basileia I para 9 vezes (ou um índice de Basileia de 11%. Isso pode parecer pouco, mas tentem refazer a conta do vídeo com alavancagem de 9 vezes no lugar de 90 vezes, que o resultado será frustrante.

    2) Compulsório: Não sei se lá “no resto do mundo” não há compulsório, mas aqui no Brasil há. O compulsório limita ainda mais essa “criação de moeda” pelos bancos. Exemplificando, se o compulsório sobre depósitos for de 50% (já chegou a 100%) 1 de cada 2 reais depositados no banco devem ficar retidos à disposição do BC, ou seja, não podem ser emprestados e portanto não geram novas dívidas e novos depósitos. No início do plano real que chegou a 100% nada do que era depositado à vista nos bancos podia ser emprestado. Compulsórios podem incidir sobre poupanças e CDBs também. Estão isentos os fundos porque no caso desses o dinheiro não fica com o Banco e sim no condomínio que nós aplicamos.

    3) Impostos: Os impostos que incidem sobre o valor emprestado “IOF” e sobre os juros cobrados pelo banco “IR, PIS, COFINS” são retirados da circulação na “maquina de fazer dinheiro.

    4) Rentabilidade: Se fosse tudo uma “coroa de flores” como dito no vídeo a rentabilidade dos bancos seria assombrosa. Na prática vemos o Bradesco exemplo que, anunciou o ENORME resultado de 6 Bi no primeiro semestre. Quando olhamos o retorno sobre o patrimônio liquido(PL) de 18% e lembramos que o banco pode alavancar 9 vezes esse PL percebemos que o retorno sobre o valor em risco é de apenas 2%, ou seja, não vejo atividade nenhuma tão ruim do ponto de vista da rentabilidade sobre o risco corrido quanto Bancos.
    Só que graças a alavancagem não vejo muitas opções tão boas para remunerar meu capital como os dividendos de bancos como BBAS3.
    Ou seja, em vez de reclamar do “limão” como o vídeo e muitos ao meu redor fazem, eu prefiro fazer uma “limonada” e investir em BBAS3. hehehe.

  2. P.s. não precisa ser apenas BBAS não tem outros bancos por ai, só não os estudei

    • Eu também curto ITUB4, BBDC4 e até Itaú S/A, ITSA4. Como bancos dão lucros no Brasil e bem que todos poderiam remunerar melhor os seus acionistas, tanto grandes como médios e pequenos.

  3. Frase célebre do vídeo acima:
    – “Um crescimento infinito é incompatível com um mundo finito. Quem acredita nisso ou é louco ou é economista”.

  4. A única coisa boa da perda bilionária da tesouraria do Bradesco
    Banco perdeu bilhões de reais com marcação a mercado de títulos públicos adquiridos por sua tesouraria – o que mostra que grandes instituições também estão sujeitas a prejuízos quando investem
    Por João Sandrini |12h09 | 24-07-2013

    (SÃO PAULO) – Não, esse não é um texto para comemorar a perda bilionária de um grande banco, ainda que muita gente que só leu o título possa ter ficado com essa impressão. Acho, na verdade, uma grande bobagem o preconceito que os brasileiros têm com o lucro elevado dos bancos. Ainda que alguns produtos bancários não sejam nenhuma maravilha, acho perfeitamente possível viver sem pagar juros e desembolsando só uma merreca em tarifas bancárias, desde que você tenha um mínimo de educação financeira. Também considero que os bancos brasileiros em geral são muito responsáveis em sua atividade – fica até difícil imaginar por aqui uma bolha de crédito ou uma crise do subprime. No caso específico da Cidade de Deus, admiro o trabalho excepcional da Fundação Bradesco – e acho ainda mais maravilhoso que eles não façam questão nenhuma de gastar rios de dinheiro para divulgá-lo, preferindo direcionar esse recurso para ajudar mais crianças e jovens. Penso também que o Bradesco faz um louvável esforço para bancarizar brasileiros das regiões mais remotas do Brasil – ao contrário de seus pares privados.
    Mas se meu desejo é que os bancos brasileiros, o Bradesco inclusive, continuem lucrativos para a alegria de todos seus acionistas, o que haveria então de bom na perda bilionária da tesouraria do banco revelada no balanço do segundo trimestre, divulgado há dois? Primeiro é precisa explicar o que aconteceu. O banco aumentou sua exposição a títulos públicos atrelados à inflação, as NTN-B. Em teleconferência, o Bradesco disse que seus investimentos de tesouraria nesses papéis cresceram de R$ 28 bilhões para R$ 41 bilhões. Como o mercado estava enxergando até abril um aumento da Selic para cerca de 8,5% e passou a apostar numa alta para até 9,5% ou 10% a partir de junho, as taxas de juros reais ou nominais subiram fortemente. Quem tinha papéis atrelados à inflação ou prefixados em carteira teve severas perdas. A marcação a mercado do valor desses títulos foi apontada como a principal causa da queda de R$ 5,3 bilhões no patrimônio líquido do Bradesco no trimestre, com uma perda ainda maior do estoque de lucros não realizados, de R$ 8,3 bilhões.
    A única coisa positiva que vejo em tudo isso é que ficou provado que o mercado financeiro não é feito para os tubarões ganharem dinheiro em cima de investidores desavisados, como muito tem se comentado por aí nos últimos tempos, principalmente em reportagens que envolvem Eike Batista, mas também em qualquer texto que trate sobre perdas na bolsa. Ora, se o Bradesco – que tem em sua tesouraria muita gente de cabelos brancos, que acompanha o mercado há décadas, que não dorme nem duas horas por noite em tempos de alta volatilidade e que leva bônus milionários para casa ao final de bons anos – pode perder bilhões de reais com investimentos de risco médio como as NTN-B, por que pequenos investidores deveriam se fazer de vítimas quando isso acontece com ações de empresas pré-operacionais, opções ou qualquer ativo de renda variável?
    Bradesco: não são apenas os pequenos investidores que podem ser pegos no contrapé pelo mercado (Divulgação)
    Bradesco: não são apenas os pequenos investidores que podem ser pegos no contrapé pelo mercado (Divulgação)
    O que fica provado aqui é que os “tubarões” não estão sempre bem abastecidos de informações privilegiadas, que qualquer um está sujeito a reveses no mercado financeiro, que quem não tolera o risco de ter perda de capital não deveria mesmo sair da poupança do Banco do Brasil ou das LFT e que “sardinhas” nem sempre têm motivos para ficar amaldiçoando a BM&FBovespa ou a CVM quando as coisas não saem como o esperado. Para se tornar um investidor melhor no futuro, é primeiro preciso entender e reconhecer os próprios erros, voltando fortalecido mais à frente. É assim que se forjam os investidores bem-sucedidos no longo prazo.
    infomoney.com.br/blogs/blog-da-redacao/post/2879692/unica-coisa-boa-perda-bilionaria-tesouraria-bradesco

  5. @infomoney 51 min
    Com alta nos juros, veja quanto você pagaria por um empréstimo nos principais bancos
    http://tinyurl.com/knzsxbx

  6. Miniaturas de casas e moedas: é possível alugar imóvel sem a concordância de todos os donos, mas isso pode ser problemático
    Exame @exame_com 7 min
    É possível vender imóvel sem a permissão de um dos donos?
    http://abr.ai/19QptlL

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