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    Quero investir, mas não tenho tempo, o que eu faço?

    12 de novembro de 2015

    Atualmente vivemos em um mundo onde as horas do dia parecem ter se encurtado e 24 horas já não são mais suficientes para conciliar nosso trabalho, estudos, lazer, tempo com a família e descanso. Mas ainda temos uma tarefa a acrescentar a tudo isso…Cuidar do nosso dinheiro.

    E um dos grandes desafios de quem quer investir na Bolsa de Valores é conciliar todas as nossas tarefas diárias e ainda arrumar tempo para acompanhar o Mercado de Ações.

    Alguns pensariam ser impossível tal tarefa, se estivéssemos há alguns anos  – onde teríamos que arcar com enormes custos para a contratação de uma equipe especializada para nos auxiliar.

    Muitas vezes temos informações a respeito da bolsa de valores e como algumas pessoas se tornaram multimilionárias investindo em ações. Acompanhamos notícias de como essas pessoas continuam adquirindo fortunas investindo nesse mercado, mas logo imaginamos: “ Essas pessoas dedicam seu dia para acompanhar seus investimentos e operar no mercado e eu não tenho tempo para isso. Seria impossível!”.

    Essa dificuldade atinge um enorme número de investidores que ainda estão afastados, ou que estão deixando o mercado que mais transforma pessoas comuns em milionários poderosos.

    Neste artigo vamos destacar 4 pontos que irão te ajudar a se tornar um grande investidor mesmo sem disponibilidade de tempo para acompanhar seus investimentos.

    Businessman Having A Good News At The Office
    Businessman Having A Good News At The Office

    Quero investir na Bolsa mas não tenho tempo, o que fazer?

    1)   Prazo do investimento

    Primeiro ponto é definir o prazo para seus investimentos, se ele será de curto, médio ou longo prazo. Hoje em dia é possível com poucos cliques fazer operações de compra e venda de ações na bolsa de valores, então mesmo uma pessoa com pouco tempo disponível pode em poucos minutos comprar ações para curto prazo e daytrade na BM&F Bovespa, claro que deve-se levar em consideração a relação risco x retorno e seu perfil de investidor.

    Para quem não dispõe de quase nenhum tempo disponível, escolher uma carteira de longo prazo se torna a opção mais recomendável. Para isso o investidor deve utilizar de uma análise bem fundamentada antes de investir nas ações dessa empresa.

    Na análise fundamentalista deve-se analisar a saúde financeira da empresa, sua administração, endividamento, dentro outros pontos. Afinal, você não quer se tornar sócio de uma empresa cujo patrimônio vem sendo diluído pelos empréstimos, financiamentos e má administração, ou que seu produtos vem perdendo espaço no mercado.

    Fazer esse tipo de análise pode parecer necessário disponibilizar muito tempo, mas vamos ver na sequência desse artigo que existem empresas que fazem esse trabalho por nós.

    2)   Facilidade para executar as ordens

    Depois que o mundo se tornou digital a bolsa deixou de ser aquela cena que tiramos dos filmes que assistimos – que mostrava a realidade da bolsa no passado – homens com seus telefones comprando e vendendo ações anotando em seus bloquinhos o valor dos resultados.

    A Bolsa de Valores hoje é um grande computador que recebe e executa suas ordens de compra e venda. Essas ordens são emitidas através do Home Broker que é a ferramenta utilizada pelo investidor para comprar e vender suas ações. Essa ferramenta é disponibilizada pelas corretoras e funciona através da internet.

    Algumas corretoras ainda oferecem Home Brokers para Smartphones onde você pode acompanhar o mercado e até mesmo comprar e vender suas ações com 2 ou 3 clicks no seu celular de onde você estiver, seja no almoço, nos intervalos de reuniões ou até mesmo no trabalho.

    3)   Consultoria e análise

    O que na verdade a pessoa que diz “não tenho tempo para investir” quer dizer é que não tem tempo para fazer análises sobre o endividamento e a saúde financeira da empresa em que quer investir, nem tempo para analisar gráficos de ações para identificar oportunidades.

    Para isso, contar com uma empresa de especialistas que vão analisar o mercado e as principais empresas que têm suas ações negociadas na bolsa, se torna um parceiro fundamental para quem não tem tempo de investir.

    Ter uma empresa que te ajuda na tomada decisão baseada em uma análise muito bem estruturada, é de grande importância. Existem empresas atualmente que enviam recomendações das melhores oportunidades dentro da bolsa por e-mail e até mesmo por SMS. E é esse tipo de empresa que vai trabalhar por você e te ajudar a conquistar a bolsa.

    Recebendo uma recomendação por SMS por exemplo, e tendo acesso ao Home Broker no seu celular, você executará a ordem dentro da bolsa baseado na análise de especialista sobre o assunto, de onde você estiver.

    4)   Assessoria Personalizada

    Alinhado às recomendações das melhores oportunidades, é necessário ter uma assessoria personalizada que dispõe de atendimento e sistemas que trarão segurança e agilidade na hora de tomar suas decisões.

    Afinal de contas estamos falando do seu dinheiro e ter a segurança de investi-lo em uma corretora que trará confiança e suporte operacional é primordial para o investidor, principalmente para o investidor que não tempo.

    Para isso algumas corretoras disponibilizam seus escritórios de agentes autônomos que dão atendimento personalizado em renda variável, disponibilizando canais e uma equipe especializada para te ajudar a se tornar um grande investidor.

    A bolsa do futuro chegou

    Você não precisa abandonar sua atual profissão para obter sucesso nos seus investimentos na bolsa e valores. Através de boas estratégias e ferramentas que irão te auxiliar, você terá a receita certa para garantir seu futuro financeiro.

    É muito comum que médicos, advogados, engenheiros e profissionais de outras áreas consigam conciliar algum momento do dia para seguir as recomendações de investimentos pelo computador ou mesmo pelo celular e realize investimentos com acompanhamento e recomendações baseadas em estudos fornecidos por analistas do mercado financeiro.

    Conheça um material incrível, os melhores investimentos para 2016,  um guia completo feito por especialistas em investimentos.

    Ter sucesso na bolsa de valores não é um privilégio daqueles que são profissionais do mercado, daqueles que vivem do mercado, mas está acessível às pessoas comuns que no dia a dia estão ocupadas em suas profissões, mas que podem obter também grande sucesso.

    Equipe Toro Radar
    www.tororadar.com.br

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    Melhores investimentos, melhores rendimentos

    4 de novembro de 2015

    O cenário econômico em que o Brasil se encontra tende a gerar insegurança e resistência por parte dos brasileiros às possibilidades e oportunidades positivas da nossa economia. O rebaixamento do Brasil pela Fitch, a alta taxa de juros e inflação, bem como a instabilidade política do país realmente interfere na saúde da economia brasileira mas ainda assim o cenário pode ser muito mais positivo e atrativo para investimentos do que possamos imaginar.

    Entre as diversas possibilidades de usar o cenário econômico a seu favor, temos a aplicação em títulos do tesouro nacional, híbridos como a (NTN-B) onde o investidor recebe uma taxa de juros pré fixada juntamente com a inflação no período (permitindo com que você mantenha o seu poder de compra e ainda rentabilize o seu capital) e os títulos pós fixados (LFT) que têm seus rendimentos atrelados a taxa básica de juros.

    juros-altos-inflacao

    A bolsa de valores está barata e conta com mais de cem empresas com valor menor do que seu valor patrimonial líquido. E ao contrário do que muitos dizem ou pensam esse é o momento certo de ganhar muito dinheiro com a Bolsa de Valores, isso, claro, se colocarmos como norteadores para o sucesso: ter disciplina, persistência e estratégia. Aprender a investir na Bolsa de Valores é a oportunidade de ampliar os rendimentos mesmo com a incerteza atrelada a economia do país.

    TAXA SELIC e as oportunidades de lucro

    Entre as possibilidades de ganho com a crise, a Taxa Selic – taxa é utilizada pelos bancos e por instituições financeiras como referência para concessão de empréstimos, financiamentos e aplicações financeiras – está com uma crescente de juros que pode significar uma grande oportunidade de investimento. Torna-se interessante para quem quer investir, escolher uma aplicação que acompanhe a taxa Selic.

    No mercado há diversos produtos de investimento que estão relacionados a Taxa Selic: LCI pós fixado, LCA pós fixado e os títulos do Tesouro Nacional (Tesouro SELIC-LFT) e CDB. Os dois últimos possuem características únicas e que podem tornar os rendimentos mais atrativos e rentáveis. Essas aplicações também podem ser utilizadas como Margem de Garantia para operações como Day trade e Mercado futuro.

    O tesouro SELIC é um título de rentabilidade atrelada a taxa de juros. Duas características tornam o investimento ainda mais interessante: ele permite que você tenha liquidez diária, desta forma sua rentabilidade não é prejudicada caso queira retirar o seu capital da aplicação e como sua tributação é conhecida evita possíveis surpresas ou mudanças. O CDB pós-fixado tem características similares ao Tesouro SELIC, como a liquidez diária e o conhecimento antecipado da tributação.

    Tesouro Nacional e CDB versus LCI e LCA

    As letras de crédito imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) também estão atreladas à Taxa SELIC mas são menos interessantes que o Tesouro SELIC e o CDB. Isso ocorre porque ambas as aplicações não possuem liquidez diária e há rumores de que em breve podem ser tributadas, o que iria interferir diretamente na rentabilidade da aplicação. Tanto a LCI quanto a LCA não podem ser usadas como margem de garantia para investir na Bolsa de valores, diferente do CDB e do Tesouro. A grande vantagem das Letras de Crédito está na não incidência do imposto de renda.

    E quais os melhores investimentos para 2016?

    Renda fixa e Renda Variável

    A rentabilidade está vinculada a um índice de mercado que pode ser SELIC ou CDB. Para aqueles que possuem receio de investir em operações de risco é um dos investimentos mais seguros. No próximo ano a renda fixa pós-fixada será uma boa alternativa para quem busca maiores recursos de liquidez e alocação de médio e longo prazo. Para os investimentos de 2016. .LCI, LCA, Tesouro Pós Fixado, Letras de câmbio, Tesouro IPCA e Debêntures Incentivadas são boas opções encontradas ainda em investimentos de renda fixa. Quanto à renda variável, investimentos de longo prazo, day-trade, e outras operações podem ser garantia de sucesso de investimento. para o próximo ano, bem como uma forma inteligente de driblar a crise, como já havia sido abordado no post do dia 28 de outubro. Conhecer as operações, entender qual é o seu perfil de investidor, criar uma boa estratégia e planejamento são essenciais para a saúde financeira do seu bolso.

    Equipe Toro Radar
    www.tororadar.com.br

    Geral

    Melhores aplicações para lucrar sem se preocupar com crise

    28 de outubro de 2015

    Em matéria que foi publicada hoje no Infomoney, algumas aplicações conservadoras são recomendadas para o cenário atual. Os investidores de perfil conservador que buscam liquidez e não querem perder o sono com a crise financeira. Uma boa alternativa são os fundos DI, CDB ou alguns fundos multimercados mais conservadores que rendem 102% ou 103% do CDI.

    Outra boa opção para este tipo de investidor são os títulos públicos atrelados à Selic (taxa básica de juros). É uma opção melhor que a poupança, mesmo quando se desconta a cobrança do imposto de renda.
    Veja as melhores aplicações para lucrar muito sem preocupar com crise
    infomoney.com.br/onde-investir/fundos-de-investimento/noticia/4370432/veja-melhores-aplicacoes-para-lucrar-muito-sem-preocupar-com-crise

    Leia também:

    Alocação de ativos na crise financeira
    http://defendaseudinheiro.com.br/alocacao-de-ativos-na-crise-financeira

    Até o próximo post.

    Geral

    Infomoney: Compre 1 título do Tesouro por mês para seu filho…

    4 de setembro de 2014

    Em mais um ótimo artigo de finanças pessoais, o blogueiro Arthur Ordones explica de forma clara como é possível comprar 1 título do Tesouro Direto por mês para seu filho e fazer com que ele viva de renda a partir dos 34 anos.
    É explicado de forma simples e clara como é o funcionamento dos principais títulos disponíveis para negociação das pessoas físicas:
    – LFT, NTN-F, LTN, NTN-B e NTN-B Principal.
    Além disto há uma demonstração com números, prazos e incidência de imposto de renda.

    Vale a pena conferir:
    m.infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/3558132/compre-titulo-tesouro-por-mes-para-seu-filho-faca-ele
    tesouro direto para o seu filho

    Leia também:

    Até o próximo post.

    Geral

    Plano real 20 anos: Renda Fixa bate Bolsa de Valores por longa margem

    30 de junho de 2014

    O Plano Real posto em prática pelo ex-presidente FHC, o qual controlou a hiperinflação do nosso país, completa 20 anos nesta segunda-feira (30/06/2014). É bem interessante o fato de que entre 30 de junho de 1994 e 26 de junho de 2014 o CDI valorizou 631,7%, enquanto o Ibovespa rendeu 221,11%. A Economatica fez o cálculo do retorno das principais aplicações ajustadas pela inflação medida pelo IPCA até 31 de maio de 2014 e de acordo com estes cálculos, a renda fixa rendeu quase o triplo do que o mercado de renda variável. Ao passo que a poupança deu de retorno 103,2% e o ouro 69,03%. O Dólar Ptax Venda foi a única aplicação que deu um retorno real negativo nos últimos 20 anos ao desvalorizar 51,97%.

    A Selic ficou muito alta nos primeiros anos de Plano Real, fato que acabou tornando a renda fica imbatível. Provavelmente isto não deverá se repetir nos próximos 20 anos apesar de todos os problemas com o atual governo, atualmente temos uma economia estabilizada e um risco país muito menor do que na época de lançamento do plano salvador da economia brasileira.

    Veja também:

    Até o próximo post.

    Geral

    Infomoney: Principais aplicações de Renda Fixa

    7 de fevereiro de 2014

    Segue um texto excelente sobre os principais tipos de aplicações de renda fixa. Algo para lá de essencial para se montar uma estratégia eficiente e sobreviver no mercado financeiro.
    Aproveite!!!

    CDB Sofisa Direto

    Principais aplicações de Renda Fixa

    As aplicações em renda fixa podem ser organizadas de acordo com seus emissores. Existem basicamente três grupos de emissores de títulos de renda fixa: Governo (LTNs, NTNs, etc.), bancos (CDBs, RDBs, letras hipotecárias, letras cambiais) e empresas (debêntures, commercial papers).

    Os títulos emitidos pelo Governo, seja ele Federal ou Estadual, são também conhecidos como títulos de dívida pública, enquanto os títulos de bancos e empresas são conhecidos como títulos de dívida privada.

    1 – Títulos privados

    CDB

    Letras hipotecárias

    Debêntures

    Commercial papers

    Onde comprar

    2 – Títulos públicos

    Títulos Federais

    Títulos Estaduais

    Como comprar

    3 – Fundos de investimento

    1 – Títulos Privados

    CDB – Certificado de Depósito Bancário

    O que são

    Antes da introdução dos fundos de investimento, os CDBs eram uma das principais alternativas de investimento no mercado brasileiro. Os CDBs são títulos emitidos por bancos, que podem ser vistos como um depósito bancário, já que ao comprar o CDB você na verdade está emprestando o dinheiro para o banco, e recebendo em troca o pagamento de juros.

    Além dos CDBs, os bancos também emitem os RDBs (recibo depósito bancário), que têm as mesmas características de um CDB, com a diferença de que não admite negociação antes de seu vencimento. Porém, este pode ser rescindido em caráter excepcional desde que em concordância com a instituição depositária. Neste caso só pode ser devolvido o principal, isto é, sem os juros.

    Rentabilidade

    A taxa paga pelos bancos pode ser pré-fixada, pós-fixada ou flutuante, essa última atrelada a um percentual da variação de um índice, que pode ser a TR, TJLP, CDI, ou um índice de inflação, como o IGP-DI ou IGP-M. Nos CDBs pré-fixados, como o próprio nome já sugere, você sabe na hora da compra quanto irá receber em juros, enquanto nos pós-fixados a remuneração que você receberá só será definida depois do vencimento do título.

    Normalmente, as aplicações têm prazos que variam entre 30 dias e 180 dias. Em geral os bancos concedem taxas melhores de acordo com o volume investido, isto é, quanto maior o investimento, melhor deve ser a taxa que você receberá do banco.

    Riscos de investimento

    Ao aplicar seu dinheiro em um CDB, o maior risco é de que o banco que emitiu o CDB fique inadimplente, ou seja, que o banco quebre antes de pagar seus clientes. Nesse caso, a aplicação é garantida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), vinculado ao Governo Federal, até um valor máximo de R$ 20.000,00 por CPF. Vale lembrar que os fundos de investimento não se beneficiam com recursos do FGC.

    Assim como grande parte dos fundos de renda fixa, os CDBs pré-fixados se beneficiam de liquidez diária, isto é, você pode sacar seu dinheiro a qualquer momento, mas assim como acontece com os fundos, se o saque acontecer antes de 30 dias terá de pagar IOF regressivo, isto é, quanto mais tempo deixar o dinheiro investido menos paga em IOF. No vencimento do CDB, você recebe um crédito automático em sua conta corrente, já descontado o pagamento de imposto de renda sobre o rendimento bruto do CDB no período.

    Letras Hipotecárias

    O que são

    As letras hipotecárias são uma forma de captação usada pelos bancos para financiar certas linhas de crédito imobiliário, portanto só podem ser emitidas por instituições autorizadas para este tipo de financiamento. As LH são emitidas com juros prefixados, flutuantes e pós-fixados em TR ou TJLP com prazo mínimo de 180 dias e máximo, apesar de não ser estipulado em geral, não passa de 24 meses.

    Rentabilidade

    A rentabilidade deste tipo de aplicação está vinculada ao valor nominal do financiamento imobiliário, ajustado pela inflação ou variação do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Atualmente a Caixa Econômica Federal (CEF) é a maior emissora deste tipo de títulos no país.

    A Caixa lançou em 2000 uma LH especial voltada para investidores de alta renda, que exige aplicação mínima de R$ 300 mil e prazo mínimo de 6 meses. Quanto maior o prazo maior a rentabilidade garantida, o objetivo desta aplicação é alcançar um rendimento de 110% da variação do CDI.

    Como os fundos referenciados DI na média tendem a render (antes de impostos e taxas) cerca de 90% do CDI, as aplicações em LH são bastante atrativas para pessoas com perfil menos agressivo e bolsos mais cheios que buscam alternativas de redução da carga tributária dos seus investimentos.

    Liquidez

    Além do maior volume de capital exigido para aplicar nas LHs, outro inconveniente é a falta de liquidez e de prazos maleáveis de investimento em relação a outros produtos disponíveis no mercado. As letras são oferecidas apenas com vencimentos pré-definidos, que variam entre seis meses a dois anos, e não existe a possibilidade de saque dos recursos antes do prazo estabelecido.

    Debêntures

    O que são

    Ao contrário dos CDBs e das letras hipotecárias, as debêntures são títulos de renda fixa emitidos por empresas não financeiras, com capital aberto que buscam obter recursos de médio e longo prazos para financiar as suas atividades ou quitar dívidas. Ou seja, é uma dívida que a empresa levanta com você investidor e em troca paga juro por isso.

    Em alguns casos as debêntures podem conter uma opção de conversão, através da qual na data de exercício é possível trocar as debêntures, que nada mais são do que um título de dívida, por ações da empresa. Desta forma, você deixa de ser um credor para ser um acionista da empresa. Contudo, a conversão não é obrigatória, pois dependendo de quanto estiverem valendo as ações no mercado pode não valer a pena converter.

    Rentabilidade

    A rentabilidade da aplicação em debênture é definida pela combinação de duas variáveis, uma é a valorização do valor do título e a outra é os juros pagos em períodos definidos para o investidor.

    O nível dos juros a serem pagos deve refletir a qualidade da empresa, escassez de recursos no mercado e apetite dos investidores. Isto significa que empresas de melhor qualidade (do ponto de vista de resultado e estrutura de capital) pagam menos, pois o investidor está correndo menos risco ao emprestar o seu dinheiro. Em contrapartida, as empresas mais endividadas para as quais poucos investidores estão interessados em emprestar dinheiro pagam mais, para compensar o investidor do risco que estão correndo.

    Como credor da empresa você tem preferência frente aos acionistas em caso de falência da empresa, ou seja, se a empresa enfrentar dificuldades e não honrar suas dívidas, os investidores que aplicaram em debêntures terão que obter o dinheiro de volta com base no patrimônio da empresa, mas para isso é preciso observar a ordem de recebimento, já que alguns credores têm preferência sobre outros no recebimento.

    Garantias

    Quando você compra uma debênture, está na verdade emprestando dinheiro para a empresa, correndo risco de que elas não venham honrar seus compromissos. Para tornar suas debêntures mais atrativas para os investidores, conseqüentemente, reduzindo os juros que devem pagar, algumas empresas dão garantias na emissão de debêntures.

    Existem basicamente quatro tipos de garantias, sendo que a diferença entre elas reside no grau de prioridade que o investidor tem de receber o dinheiro que emprestou em caso de falência da empresa emissora.

    Garantia real: direitos do investidor são garantidos por um ativo da empresa, que não podem ser negociados até que as obrigações com os investidores sejam quitadas por completo. O valor da emissão está limitado a 80% do valor do ativo que a garante.

    Garantia flutuante: o investidor tem privilégio sobre um ativo da empresa sem que com isso este deixe de ser negociado, o valor da emissão da debênture está limitado a 70% do valor do ativo dado em garantia.

    Garantia sem preferência: não há qualquer garantia real para o investidor, que em caso de falência concorre em pé de igualdade com os demais credores sem preferência da empresa para receber seus direitos. Emissão está limitada ao valor do capital da empresa que emitiu.

    Garantia subordinada: debêntures sem garantia podem contar com cláusulas de subordinação, garantindo a preferência somente em relação aos acionistas com relação ao recebimento dos seus direitos. Neste caso não há limites para a emissão.

    No caso de emissão de debêntures para investidores que não sejam acionistas da empresa emissora (com oferecimento ao público), é necessário o registro da empresa e da emissão junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    Ao se registrar na CVM, a empresa fornece todas as informações necessárias para que os investidores possam analisar a oportunidade de investimento de forma imparcial. No caso dos investidores já serem acionistas da empresa, isto não é necessário, pois se pressupõe que já saibam tudo ou tenham acesso a toda informação necessária para a tomada de decisão.

    Neste caso, a empresa emissora contrata os serviços de uma instituição financeira para auxiliá-la na colocação dos títulos, bem como na definição de prazos e taxas compatíveis com a situação de mercado.

    Commercial Papers

    O que são

    Assim como as debêntures, os commercial papers são títulos de dívida emitidos por empresas, que podem, ou não, ser financeiras. Contudo, ao contrário das debêntures, têm um prazo mais curto de duração, e são indicados para investidores interessados em aplicações de curto prazo.

    O prazo mínimo dos commercial papers é de 30 dias e o máximo de 360 dias. Os recursos obtidos com a emissão dos commercial papers em geral são usados para financiar as atividades de curto prazo da empresa, ou necessidades de capital de giro, como a compra de estoques, o pagamento de fornecedores, etc.

    Rentabilidade

    A rentabilidade dos commercial papers é definida pelos juros pagos pela empresa ao investidor, juros estes que podem ser pré-fixados (maioria dos casos), pós-fixados, neste caso baseado no desempenho de um indexador definido no contrato. Também existe a possibilidade de emissão de commercial papers em dólares, que são uma boa alternativa para quem está buscando aplicar em dólar.

    Por se tratar de emissões de curto prazo, a garantia da operação em geral está vinculada à situação financeira da empresa. Da mesma forma que com as debêntures, há a necessidade de registrar a emissão junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e contratação de uma instituição financeira para a intermediação.

    Se desejar é possível vender um commercial paper antes do vencimento para outro investidor, para isso basta transferir a sua titularidade através de endosso. Por outro lado, a empresa também pode resgatar antecipadamente um commercial paper, mas para isso é preciso que tenha decorrido o prazo mínimo de 30 dias.

    Onde comprar

    Agora que você já sabe um pouco mais sobre outras aplicações em renda fixa além do CDB, fica a dúvida sobre onde comprar, ou o que fazer para investir o seu dinheiro. No caso dos títulos emitidos pelas instituições financeiras, como os CDBs e as letras hipotecárias, a resposta é bastante simples. Basta entrar em contato com o banco onde você tem conta ou qualquer outra instituição financeira para saber das oportunidades de investimento.

    Já no caso das debêntures, apesar de poderem ser negociadas em Bolsa de Valores, na maioria das vezes as debêntures são negociadas em mercado de balcão. O mercado de balcão define a compra e venda de títulos fora do ambiente das bolsas, através de contato direto com os bancos de investimentos, bancos múltiplos com carteira de investimento, sociedades corretoras e sociedades distribuidoras.

    Em junho de 1998 a negociação de debêntures foi simplificada com a criação do SND – Sistema Nacional de Debêntures. O SND tem como objetivo de registrar, permitir a negociação, custódia e a liquidação financeira de operações realizadas com debêntures no mercado de balcão brasileiro, facilitando a negociação destes papéis. Exatamente por isso a maioria das emissões públicas de debêntures é registrada no SND.

    2 – Títulos Públicos

    O que são?

    Assim como as empresas e os bancos, os Governos federal, estadual e municipal também precisam de dinheiro para financiar suas obras e cobrir suas despesas. Os títulos emitidos por estas entidades são chamados de títulos de dívida pública e podem ser pré ou pós-fixados.

    No caso do Governo federal, os títulos também podem ser emitidos com intuito de sinalizar política monetária, como aconteceu nos últimos meses com o Governo, emitindo títulos cambiais para controlar a alta do dólar.

    Títulos Federais

    No caso dos títulos federais, os emissores dos títulos na verdade são o Banco Central e o Tesouro Nacional, embora o Banco Central quase não emite mais títulos, deixando a cargo do Tesouro Nacional esta missão.

    Banco Central: basicamente emitindo 3 títulos: BBC – Bônus do Banco Central e LBC – Letras do Banco Central e NBC – Nota do Banco Central. A cada título lançado há a definição de seu prazo e da correção que será adotada.

    Tesouro Nacional: Os títulos mais comuns são as Notas do Tesouro Nacional (NTN), as Letras do Tesouro Nacional (LTN) e as Letras Financeiras do Tesouro (LFT). As NTN são títulos de longo prazo com taxas pós-fixadas emitidas por séries específicas com prazos de até 30 anos. Já a LTN é um título de curto prazo com taxas prefixadas, sendo que o título é adquirido com deságio e o valor de resgate no vencimento é de R$ 1.000,00. As LFT, por sua vez, são títulos de médio e longo prazo emitido com taxas pós-fixadas. Sua rentabilidade está indexada à Taxa Selic, divulgada pelo Banco Central, sendo que o resgate tanto do principal quanto dos juros ocorre no vencimento do título.

    Títulos Estaduais

    As Obrigações e Apólices Estaduais e Municipais são títulos emitidos pelos Estados e Municípios – com autorização do Senado Federal, que têm a finalidade de antecipar a receita tributária do emitente. Normalmente, sua rentabilidade é prefixada ou indexada à Taxa Referencial (TR) ou Taxa Selic.

    Impostos

    Assim como nas demais aplicações de renda fixa, existe incidência regressiva de IOF no caso de resgate antes de 30 dias, e cobrança de imposto de renda com base nas alíquotas vigentes sobre os rendimentos no período.

    Como comprar?

    Desde janeiro de 2002 o pequeno investidor também pode investir diretamente em títulos de dívida pública, que passaram a ser vendidos pela internet. A negociação será feita essencialmente pelo site do Tesouro Direto, por um sistema seguro que só dará acesso à área exclusiva mediante validação do CPF e senha.

    Para efetuar a compra de título, o interessado deverá respeitar o valor mínimo para cada operação e o valor máximo mensal definido por CPF, que são de, respectivamente, R$ 200,00 e R$ 200 mil por mês. O sistema permite a compra de LFTs, LTN e três tipos de NTN: as NTN-C, NTN-B e NTN-F. Todas as NTNs pagam juros semestrais, sendo que a principal diferença é que as NTN-C estão atreladas ao IGP-M, as NTN-B ao IPCA e as NTN-F têm rentabilidade definida acrescida de juros.

    Cadastramento

    A aplicação em títulos federais pode ser efetuada tanto através da internet quanto junto a uma das instituições financeiras habilitadas pelo Tesouro para prestar este serviço. Em ambos os casos, será preciso preencher um formulário incluindo alguns dados pessoais, além do número do CPF e endereço eletrônico.

    Quando tiver completado o formulário, dirija-se a uma das instituições habilitadas em posse dos documentos exigidos (CPF e comprovante de residência e de renda), para que a instituição possa confirmar seu cadastro junto a CBLC (Central Brasileira de Liquidação e Custódia). Assim que o cadastramento estiver concluído e confirmado, você receberá por e-mail a confirmação de cadastro e senha de acesso à área fechada do site, onde poderá efetuar sua oferta de compra.

    Efetuando uma compra

    Uma vez cadastrado no sistema, basta entrar no site do Tesouro, no endereço www.tesouro.fazenda.gov.br, selecionar um dos títulos já disponíveis para venda e efetuar uma oferta de compra. O preço dos títulos será definido diariamente no mercado de papéis da dívida pública e, de acordo com o Governo, não deverão oscilar muito de um dia para o outro.

    Feita a oferta, o sistema informará o valor que será cobrado e pedirá a senha para confirmar a transação. Caso o investidor esteja operando através de Agente de Custódia é ele quem efetuará as operações e movimentará os recursos necessários diretamente da conta do investidor. O Agente entra com uma senha master e define em nome de qual investidor operará. São elegíveis como Agentes de Custódia as seguintes instituições financeiras: Corretoras de Valores, Bancos Comerciais, Múltiplos ou de Investimento e Distribuidoras de Valores.

    Em ambos os casos será disponibilizando um boleto bancário com o valor da compra efetuada, que deverá ser quitado em qualquer agência bancária ou através de home-banking no dia seguinte à compra dos títulos.

    O protocolo com o número da compra e o boleto bancário são disponibilizados ao investidor e somente depois do pagamento deste boleto é que a operação se conclui. O investidor que não efetuar o pagamento do boleto bancário estará impedido de efetuar novas compras no sistema por trinta dias. Na primeira reincidência o prazo aumenta para 6 meses e na segunda o prazo passa para 3 anos.

    Para sua segurança, o sistema também disponibilizará um protocolo cadastrando a operação, enquanto a custódia dos títulos ficará a cargo da Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC). É a CLBC que ficará responsável por checar se o limite de aplicação estipulado por CPF não foi excedido. Nas operações de venda dos títulos, você receberá o crédito dois dias depois de efetuada a ordem de venda.

    Sistema pela Internet é completo

    A CBLC, responsável pela administração e operacionalização dos sistemas, disponibiliza por meio da Internet, informações relativas aos saldos, movimentações de títulos e eventos de custódia. Além disso, a companhia envia ao investidor por e-mail o extrato mensal contendo estas informações assim como também será notificado sobre as confirmações de liquidação de compras e vendas e de movimentações de títulos a cada ocorrência.

    3 – Fundos de Investimento,

    Outra opção para o investidor que ainda está em dúvida sobre onde investir é escolher uma das quatro categorias de fundos de renda fixa, ou até mesmo os fundos referenciados DI. Todos estes fundos aplicam somente em títulos de renda fixa, investindo os recursos captados nos títulos descritos acima (CDBs, debêntures, LTNs, etc).

    A grande vantagem é que, em troca de uma taxa de administração, você deixa o gestor, isto é, a pessoa responsável pela administração do fundo, escolher em qual dos títulos acima aplicar ou como distribuir as aplicações entre os vários tipos de títulos de renda fixa discutidos acima. Para uma discussão detalhada dos fundos, recomendamos a leitura do nosso Guia de Fundos, abaixo uma breve discussão dos tipos de fundos de renda fixa existentes.

    Fundo Referenciado DI: Aplicam em títulos pós-fixados, preferencialmente títulos de dívida pública têm como objetivo replicar o desempenho da variação do CDI. Indicados para cenários de alta nos juros, esses fundos são a alternativa mais conservadora de investimento em fundos.

    Fundos de renda fixa: Diversificam suas aplicações, ao direcionar parte dos recursos captados para títulos de dívida pública pré-fixados. Exatamente por isso são indicados para cenário em que o mercado aposta em queda nos juros, o que favorece a parcela alocada em títulos pré-fixados.

    Fundos de renda fixa crédito: buscam obter ganhos mais elevados, aplicando boa parte dos recursos em títulos de dívida privada, que em geral pagam juros mais altos do que os títulos públicos. Contudo, é preciso cuidado, pois você está exposto a uma alta dos juros e à situação financeira das empresas emissoras do título.

    Fundos de renda fixa multi-índices: buscam obter ganhos mais elevados aplicando no mercado de futuros de índices de inflação ou de juros.

    Fundos de renda fixa alavancados: não têm restrições para aplicar seus recursos e utilizam derivativos para aumentar a rentabilidade de sua carteira. Indicados apenas para os investidores que não se importam em correr risco diante da possibilidade de ganharem mais.

    Fonte: infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=368198

     

    E nunca se esqueça: Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

    Leia também:

    Até o próximo post.

    Filmes

    Vídeo: Dez Regras para Sobreviver na Bolsa

    19 de outubro de 2013

    Outra ótima palestra do Bastter. Os vídeos dele são realmente muito bons, apesar do cara ser polêmico por que fala muitas verdades de forma franca. Inclusive tem pessoas que o julgam até meio boçal por este motivo.

    Vale muito a pena conferir esta palestra sobre as medidas que devem ser tomadas pelo pequeno investidor para sobreviver na Bolsa de Valores:

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    Geral

    Como eu faço para investir na bolsa de valores?

    20 de fevereiro de 2013

    A primeira coisa que você precisa saber é que será uma modalidade de investimento em renda variável, e claro, o rendimento varia.
    O risco será maior que a renda fixa ou do que o colchão de segurança poupança.
    Você só deverá alocar em bolsa de valores aquilo que valer a pena. Como diz no livro Axioma de Zuriques “Só aposte aquilo que valer a pena”.
    A bolsa não é cassino, mas muitos a tratam desta forma. Para eles é como se a bolsa fosse um game.

    Os especuladores não são os vilões do mercado. Eles estão aí correndo mais riscos que os investidores, matando um leão por dia, tentando acertar o rumo do mercado no curtíssimo, curto e médio prazo. Eles dão liquidez ao mercado, e permitem que um investidor possa montar e desmontar posição a qualquer momento. Não estão certos e nem estão errados, apenas estão tentando sobreviver e maximizar os seus lucros na ciranda financeira. Como contraponto eles se expõe mais ao risco.

    Sabendo isto, você deverá partir para estudar o mercado de bolsa de valores nas modalidades mais básicas e com o passar do tempo, conforme for tendo mais habilidade, partir para modalidades mais complexas, sempre com estratégia para cada uma delas e controle de risco sempre a postos.
    Existem diversos livros sobre o assunto bolsa de valores, assim como sites, vídeos, revistas, jornais, etc., escolha o que tiver mais afinidade e for mais fácil o aprendizado para si próprio.

    Após ter estudado, ter feito muitas simulação, seja em sistema próprio, seja em planilha, até mesmo no papel de pão, simuladores de terceiros, etc., será hora de partir para a prática.

    E para entrar nesta prática você vai precisar abrir conta numa corretora de valores mobiliários ou habilitar o módulo bolsa de valores no banco onde você é correntista, para investir diretamente ou via fundo de investimentos.
    Outra forma de se investir na bolsa de valores será por clube de investimentos, que assim como os fundos de investimentos, você não investirá diretamente nas ações das empresas, mas sim indiretamente ao adquirir cotas.

    Ao investir tanto em ações diretamente, por fundos ou clubes de investimento, sempre deverá ficar atento ao tanto de risco que vai se expor e qual retorno espera. Para isto, você deverá ver qual o seu perfil de risco, se baixo, médio ou alto.

    Muito cuidado com alavancagem, que é investir acima do que se tem, por exemplo, para cada R$ 1,00 estar ganhando R$ 5,00 ou perdendo R$ 5,00. Isto é análogo ao cheque especial, ou seja, você vai usar o dinheiro que você não tem, e no caso de prejuízo, vai ter que cobrir as perdas.
    Alavacangens mal feitas são o caminho mais curto para a falência, ou dizem na gíria do mercado, o caminho para o cemitério do malandro.

    Para quem for investir diretamente em ações, após abrir a conta na corretora, para enviar as ordens de compra e venda de ativos usará um Home Broker (HB , sistema via web) , terminal de negociações (sistema que roda um programa local) ou por telefone (MESA).

    As ações compradas ficaram custodiadas na Central Depositária BM&FBOVESPA (antiga CBLC).
    O dinheiro parado na conta da corretora, em caso de falência, até o limite de R$ 70.000,00 a BSM através do MRP garantirá este valor.
    Leia mais em: http://www.bovespasupervisaomercado.com.br/ProtecaoInvestidor.asp

    O básico é isto, comprar e vender ações, comprar vender as cotas, sempre atento ao prazo que irá investir, o tanto de taxa e impostos que irá pagar nas negociações, no risco que irá correr, definir uma estratégia e contabilizar os resultados.

    Veja também:
    Como Investir na Bolsa

    Até o próximo post.