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    Como eu faço para investir na bolsa de valores?

    20 de fevereiro de 2013

    A primeira coisa que você precisa saber é que será uma modalidade de investimento em renda variável, e claro, o rendimento varia.
    O risco será maior que a renda fixa ou do que o colchão de segurança poupança.
    Você só deverá alocar em bolsa de valores aquilo que valer a pena. Como diz no livro Axioma de Zuriques “Só aposte aquilo que valer a pena”.
    A bolsa não é cassino, mas muitos a tratam desta forma. Para eles é como se a bolsa fosse um game.

    Os especuladores não são os vilões do mercado. Eles estão aí correndo mais riscos que os investidores, matando um leão por dia, tentando acertar o rumo do mercado no curtíssimo, curto e médio prazo. Eles dão liquidez ao mercado, e permitem que um investidor possa montar e desmontar posição a qualquer momento. Não estão certos e nem estão errados, apenas estão tentando sobreviver e maximizar os seus lucros na ciranda financeira. Como contraponto eles se expõe mais ao risco.

    Sabendo isto, você deverá partir para estudar o mercado de bolsa de valores nas modalidades mais básicas e com o passar do tempo, conforme for tendo mais habilidade, partir para modalidades mais complexas, sempre com estratégia para cada uma delas e controle de risco sempre a postos.
    Existem diversos livros sobre o assunto bolsa de valores, assim como sites, vídeos, revistas, jornais, etc., escolha o que tiver mais afinidade e for mais fácil o aprendizado para si próprio.

    Após ter estudado, ter feito muitas simulação, seja em sistema próprio, seja em planilha, até mesmo no papel de pão, simuladores de terceiros, etc., será hora de partir para a prática.

    E para entrar nesta prática você vai precisar abrir conta numa corretora de valores mobiliários ou habilitar o módulo bolsa de valores no banco onde você é correntista, para investir diretamente ou via fundo de investimentos.
    Outra forma de se investir na bolsa de valores será por clube de investimentos, que assim como os fundos de investimentos, você não investirá diretamente nas ações das empresas, mas sim indiretamente ao adquirir cotas.

    Ao investir tanto em ações diretamente, por fundos ou clubes de investimento, sempre deverá ficar atento ao tanto de risco que vai se expor e qual retorno espera. Para isto, você deverá ver qual o seu perfil de risco, se baixo, médio ou alto.

    Muito cuidado com alavancagem, que é investir acima do que se tem, por exemplo, para cada R$ 1,00 estar ganhando R$ 5,00 ou perdendo R$ 5,00. Isto é análogo ao cheque especial, ou seja, você vai usar o dinheiro que você não tem, e no caso de prejuízo, vai ter que cobrir as perdas.
    Alavacangens mal feitas são o caminho mais curto para a falência, ou dizem na gíria do mercado, o caminho para o cemitério do malandro.

    Para quem for investir diretamente em ações, após abrir a conta na corretora, para enviar as ordens de compra e venda de ativos usará um Home Broker (HB , sistema via web) , terminal de negociações (sistema que roda um programa local) ou por telefone (MESA).

    As ações compradas ficaram custodiadas na Central Depositária BM&FBOVESPA (antiga CBLC).
    O dinheiro parado na conta da corretora, em caso de falência, até o limite de R$ 70.000,00 a BSM através do MRP garantirá este valor.
    Leia mais em: http://www.bovespasupervisaomercado.com.br/ProtecaoInvestidor.asp

    O básico é isto, comprar e vender ações, comprar vender as cotas, sempre atento ao prazo que irá investir, o tanto de taxa e impostos que irá pagar nas negociações, no risco que irá correr, definir uma estratégia e contabilizar os resultados.

    Veja também:
    Como Investir na Bolsa

    Até o próximo post.

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    Viver de renda e independência financeira

    2 de fevereiro de 2013

    Afinal de contas para ter independência financeira é preciso viver de renda, apenas ter dinheiro aplicado em diversos ou poucos ativos que rendam o suficiente para você ficar na praia o dia inteiro ou qualquer lugar de sua preferência fazendo só aquilo que você gosta?

    A independência financeira não necessariamente vai se passar pelo completo ócio ou busca do prazer infinito gastando tudo que se poupou pelo vida ou parte dela. Ela deve ser conquistada com paciência, estratégia, disciplina, foco, talento, entre outras coisas mais.
    Não se faz necessário “chutar o balde”, largar tudo, mandar o emprego atual para alto, e se aventurar em algo que você talvez nem domine tanto como a sua atual profissão ou outro tipo de ocupação que seja.
    Muitas pessoas largam tudo, sem o devido planejamento, na emoção, se precipitam, e como não dominam para onde estão indo, como por exemplo, tentar viver de especulação no mercado mobiliário (bolsa de valores, títulos, etc…), mercado imobiliário, carros, enfim, seja o que for, podem se dar muito mal e acabarem quebrando, tendo que lidar o fracasso financeiro e muitas vezes voltar para a profissão antiga, cheio de dívidas e o que é pior, talvez defasado e com cargo inferior em status e remuneração que o anterior.

    Temos diversos casos de pessoas que conseguiram a independência financeira, e vivem de renda entre outras atividades mais prazerosas e lucrativas para suas vidas. Podemos ver um exemplo disto na reportagem Veja histórias de 6 investidores que vivem do mercado e saiba como chegar lá.

    Muitas vezes será melhor continuar na profissão onde se está, acumular patrimônio o máximo que puder, claro, dentro do aceitável para você, família e afins, e contar uma aposentaria no futuro, pública e/ou privada, deixando a profissão hobby, empreendimento hobby, coisas do tipo, para se divertir, ganhar dinheiro, ser mais útil, enfim, algo que lhe seja mais prazeroso no futuro, claro, se isto for suportável para você. Para quem não for, correr os riscos de se desfazer de tudo que se tem atualmente para se conseguir o sonho da independência financeira costuma ser o mais viável, já que para os mesmos, a vida é agora, o amanhã é incerto, e no longo prazo a única certeza que temos é que todos estaremos mortos.

    Viver de renda é completamente possível, porém se faz necessário acumular patrimônio como uma carteira de ações, renda fixa, imóveis, ouro etc., como os investidores citados na reportagem logo acima fizeram. Não se pode confundir o dinheiro da acumulação de patrimônio com o dinheiro para pagas as contas, aquele usado no dia a dia, é preciso separar muito bem, assim como um empresário tem que saber separar o que é lucro do seu capital de giro, nunca misturar alhos com bugalhos, esta é a chave.

    Como sempre diz o Maurício Hissa (Bastter) “ser trader é coisa séria, quem não sabe brincar, não deve descer para play”, parafraseando.
    Um bom vídeo sobre o assunto acumulação de patrimônio e independência financeira pode ser visto a seguir:

    A Filosofia Bastter de Acumular Patrimônio

    Até o próximo post.

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    Como e por que diversificar os investimentos?

    29 de janeiro de 2013

    O principal motivo para se diversificar os investimentos é diluir os riscos que se tem em suas diversas aplicações financeiras, quanto maior o seu montante de dinheiro aplicado, maior dever ser esta diversificação.

    A maioria dos riscos é possível mitigar com a diversificação, porém o risco sistêmico, aquele que afeta tudo e todos, e maioria das vezes, inesperado, este é o mais difícil de se proteger.

    O risco sistêmico advém das interligações e interdependência entre os agentes de um sistema ou mercado, onde a insolvência ou falência de uma única entidade ou grupo de entidades pode provocar falências em cadeia, o que implicaria em levar o sistema inteiro ou o mercado como um todo à falência.

    O risco do capital próprio investido na empresa reflete o risco sistêmico ou de mercado, que pode ser dividido em risco do negócio (associado à gestão de exploração da empresa) e risco financeiro (ligado à estrutura financeira).

    Outros tipos de risco, apenas de forma resumida, para se alertar do que deve se proteger na hora de diversificar os investimento:

    – Risco não sistêmico ou específico: é aquele que envolve uma empresa específica e, às vezes, os seus concorrentes mais correlatos. Este é um tipo de risco que pode ser reduzido através da diversificação de investimentos. Uma empresa que siga uma estratégia de diversificação vai expurgando aos poucos o risco específico dos seus negócios, ficando, em última análise, sujeita apenas ao risco de mercado;

    – Risco de crédito: se refere à possível incapacidade de uma instituição financeira responsável pela emissão de títulos de valores mobiliários honrar os compromissos assumidos com investidores. O default (calote) pode ser causado por problemas financeiros oriundos de má gestão, obrigações contratuais que não foram cumpridas pela contraparte, dificuldades com planos econômicos, entre outros.

    – Risco de negócio: define-se como a incerteza inerente às estimativas do resultado operacional, isto é, o resultado antes de impostos e encargos financeiros (EBTDA). O risco de negócio varia de uma empresa para outra, além de variar ao longo do tempo. Ele depende de fatores como: instabilidade da procura, volatilidade do preço, etc…

    Para diversificar os investimentos será necessário aportar um percentual em cada tipo de aplicação, seja renda fixa, renda variável, imóveis, etc.. E se tiver muito capital, a diversificação será maior, para assim mitigar ainda mais os seus riscos. Tendo pouco capital, a diversificação excessiva não será tão eficiente, pois parte do pouco capital investido perderá rentabilidade no pagamento de taxas, o que para o pequeno investidor não compensa.

    O site a seguir, para quem interessar em ver um exemplo prático de diversificação com percentuais, tipos de aplicação e tudo mais, basta acessar Como Diversificar Investimentos Corretamente.

    No mais é isto, espero que gostem e aproveitem as informações aqui prestadas de alguma forma.

    Até o próximo post.

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    Como fazer sobrar dinheiro para poder investir?

    29 de janeiro de 2013

    A primeira coisa a se fazer é procurar sair do vermelho, não gastar tudo o que se tem, e no meio deste processo, até concluí-lo ir trocando dívida cara por dívida barata, ou seja, contrair empréstimo a juros menores para pagas a dívidas com valor e juros maiores.

    E como citado no artigo anterior, vale a pena lembrar da frase do livro Pai Rico Pai, Pobre Robert Kiyosaki e Sharon Lechter (2004):

    “Crie bons hábitos, especialmente na área financeira. Pague a você mesmo (em economias ou investimentos), antes de fazer qualquer outra coisa com seu dinheiro.”

    Quando estiver organizando suas finanças pessoais, é importante seguir um tipo de script:

    – Como citado acima é muito importante regularizar suas contas.

    – Quando as dívidas não forem mais um problema, será possível identificar pontos a trabalhar no orçamento para que possa economizar.

    – Feito estes dois primeiros passos chegou o momento de trabalhar com o dinheiro a seu favor e investir o dinheiro poupado.

    Nunca esqueça a enorme diferença entre investir e poupar, pois ao economizar e guardar dinheiro, pode-se estar deixando escapar alguma alternativa que lhe reponha algumas perdas ao longo do tempo. Para evitar tal fato é bom conhecer isto: inflação e taxa de juros.

    Para ver o efeito do tempo na prática basta ver o exemplo a seguir:

    – Um cidadão gasta em uma das suas compras rotineiras, semanal, quinzenal, mensal, seja o prazo que for, R$ 330,00 para levar alguns itens. Passado algum tempo, digamos 6 meses, comprando os mesmos itens, no mesmo local, ele gasta R$ 50,00 a mais, por que isto acontece?.

    Trata-se da elevação de preços (inflação) que, embora hoje em dia seja menor, nunca deve ser esquecida pelos consumidores. Fato que facilitará a percepção de que ao trancorrer do tempo, o dinheiro perde o seu valor, ou seja, o seu poder de compra.

    Dado isso, é importante considerar outro conceito que é a taxa de juros. Para corrigir essa perda de valor ao longo dos anos, os juros são considerados tanto quando se investe o dinheiro, como quando se financia uma determinada compra. Apenas para efeito de ilustração, atualmente a nossa taxa de juros básica, SELIC, está 7,25% a.a..Na maioria das vezes, o retorno de uma aplicação é menor do que o efeito dos juros sobre o que se deve, um bem financiado, por exemplo, a poupaça rende 5,25% a.a. e uma geladeira financiada pagará de juros no mínimo 12% de juros a.a. .

    Levando-se em conta que agora consegui-se economizar para poder poupar, é bom saber que ninguém acerta nos investimentos por pura sorte o tempo todo. A maior parte dos bons resultados se deve ao preparo do investidor e/ou especulador, que acumula o máximo de informações e experiência ao longo dos anos, antes de dar qualquer passo. Se manter bem informado proporciona maior segurança para investir, além de deixá-lo ciente de que os riscos existem e é preciso analisá-los de forma muito cautelosa.

    Existem muitas opções para se investir e recomenda-se que se apure o máximo de dados de cada modalidade antes de tomar sua decisão. Veja a seguir um resumo de algumas modalidades de investimento:

    – Títulos de dívida (uma espécie de “vale”, desmonstrando que foi emprestado dinheiro a um governo ou companhia e que descreve os termos de reembolso), como exemplo, Títulos de Dívida Externa, Títulos de Dívida Pública, Títulos Pós-fixados, Títulos Privados, Títulos Pós-fixados, Títulos Pré-fixados e Títulos Públicos

    O Governo emite títulos do tesouro direto como: LTN, NTN, LFT, etc..

    As empresas emitem por exemplo debêntures, commercial papers, etc..

    Os bancos emitem títulos como CDB, RDB, letras hipotecárias, letras cambiais, letras de crédito imobiliário, certificado de recebíveis imobiliários, etc…

    – Fundos de Investimentos (usando uma definição da Anbima pode-se dizer que são “condomínios que reúnem em um mesmo lugar diversos investidores com objetivos e necessidades semelhantes”).

    As classes de fundos são: de curto prazo, referenciado, renda fixa, ações, multimercado, cambial e dívida externa.

    Tipos de fundos de investimentos: Fundos DI e Renda Fixa, Fundos de ações, Fundos multimercado e Fundos cambiais.

    Caso queira saber mais sobre tipos de fundos, acesse o site da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) http://www.anbima.com.br .

    – Ações (uma ação representa a propriedade de uma empresa).

    Os acionistas possuem uma parte da empresa (menor fração do capital dessas empresas) e têm direito a uma parte dos lucros e, conforme o tipo de ação, um voto sobre nas decisões administrativas da companhia.

    As companhias emitem ações para aumentar o capital social e os recursos levantados podem ser utilizados para diversos fins, principalmente futuros investimentos.

    Os lucros da empresa podem ser divididos entre os acionistas, na forma de dividendos ou juros sobre capital próprio, que são os proventos, que podem ser pagos mensalmente, trimestralmente, anualmente, etc…

    Uma ação listada de uma empresa será negociada no pregão de uma bolsa de valores, sendo que no Brasil, até o momento, só temos uma, que é a BM&FBOVESPA.

    Foi deixado aqui um resumo das posibilidades de aplicações para serem utilizadas após ter êxito em sair do vermelho e estiver liver para investir , este assunto é muito vasto, mas vale a pena se informar…

    Sites e/ou páginas consultadas para fazer este post:

    Qual o melhor investimento?

    Finanças práticas

    Até o próximo post.