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    Livraria

    Dica de livros para quem quer aprender a analisar o mercado de ações

    17 de maio de 2018

    warren-buffett - alguns livros essenciais para entender melhor de análise de ações

    A leitura sempre é recomendado para todas as profissões, pois aprender mais sobre seu campo de atuação sempre ajuda sua carreira a evoluir. Não é diferente para o analista de ações (equity research). Abaixo está elencado alguns livros essenciais para entender melhor o mundo da análise de ações:

    Como se transformar em um investidor e operador de sucesso, de Alexander Elder

    É um livro que trata das estratégias da Análise Técnica, ajudando o leitor a descobrir suas características boas e os pontos a melhorar como operador, antes de arriscar o seu dinheiro nos mercados.

    Faça fortuna com ações, antes que seja tarde, de Décio Bazin

    O livro é uma referência para quem quer saber mais sobre o investimento na Bolsa de Valores. O autor mostra como usar o método “cash-yield” para compor uma carteira de aplicações variáveis.

    – Valuation: como avaliar as empresas e escolher as melhores ações, de Aswath Damodaram

    Livro acadêmico que alia teoria às práticas, mesclando os fundamentos sobre finanças, aos conceitos desenvolvidos e consagrados pelo professor Damodaram, como o próprio termo Valuation.

    Investindo em Ações no Longo Prazo – A Bíblia do Mercado de Ações para o Investidor de Longo Prazo
    Jeremy Siegel

    É um guia do mercado de ações para quem deseja aprender profundamente sobre o tema.

    – Se afastando da manada, de André Moraes

    É um livro que explica como montar estratégias completas para investir no mercado de ações. Contempla todas as fases de negociação de mercado, desde a escolha das ações para operar, tempo gráfico, passando pela análise, até chegar no melhor ponto de saída das operações.

    O Investidor Inteligente, Benjamin Graham

    O livro traz os principais conceitos da análise fundamentalista ensinando a desenvolver estratégias de longo prazo.

    – Análise Técnica Aplicada, de Márcio Noronha

    O livro é como se fosse uma enciclopédia sobre Análise Técnica, é bem explicativo e traz as principais teorias sobre o assunto.

    Até mais.

    Convidados

    Os 10 Maiores Erros que Você Pode Cometer Como um Investidor e Como Evitar Essas Armadilhas

    23 de outubro de 2017

    maiores-erros-investidor-guest-post

    É normal cometermos diversos erros durante a nossa jornada.

    Às vezes erramos na escolha da carreira, da(o) namorada(o), do restaurante, do hotel, da companhia aérea, do horário…

    Jamais vamos conseguir nos tornar imunes ao erro.

    E nem deveríamos querer isso!

    Afinal, é o erro (calculado) que nos permite aprender e evoluir em todos os aspectos da vida.

    Porém, não é necessário cometer todos os erros para aprender o que precisamos para os investimentos.

    Sim, acredite: você não precisa passar por um grande revés financeiro para alcançar a sua independência financeira.

    Diversas armadilhas podem ser evitadas no meio do caminho.

    Como autor do blog Clube do Valor, eu me sinto na obrigação de alertá-lo sobre esses erros e como evita-los em sua jornada.

    Sem papas na língua, vou falar sobre os 10 maiores erros que os investidores cometem e como evitar essas armadilhas.

    Se você é um iniciante nesse meio, com certeza vai encontrar dicas preciosas que vão tornar o seu caminho muito, mas MUITO mais fácil.

    Agora se você é um investidor experiente, pode ficar contente ao perceber a quantidade de erros que você evitou ou triste ao ver os que você cometeu.

    Mas não desanime!

    Como eu disse, são os erros que nos ajudam a aprender e a ser uma pessoa – e um investidor – melhor.

    1. Falta de conhecimento sobre investimentos

    O erro número 1 não poderia ser outro.

    O pecado mais grave dos investidores é a falta de conhecimento, um problema gravíssimo que pode afetar principalmente os iniciantes.

    No começo de qualquer empreitada, é normal separar um tempo para se preparar.

    Estudar e conhecer muito bem o tipo de investimento são passos essenciais para assegurar um risco menor para qualquer aplicação.

    Porém, parece que algumas pessoas simplesmente pulam a parte teórica e partem para a prática sem o mínimo de conhecimento.

    Isso é loucura!

    Antes de embarcar em um navio, procure saber todos os detalhes a respeito dele.

    Saiba se ele não vai afundar na primeira tempestade ou se as pessoas que estão subindo nele são realmente de confiança.

    O mundo dos investimentos não é um playground onde você pode entrar e fazer o que você quiser.

    Se fizer isso, com certeza perderá dinheiro.

    Sem conhecimento, você poderá até mesmo cair em outras armadilhas que ainda serão listadas neste artigo.

    E como se livrar do risco de cometer esse erro?

    Simples: estude!

    Se você for investir em ações, leia mais sobre como investir na bolsa de valores e como fazer uma boa análise de ações.

    Se você for investir em renda fixa, entenda primeiramente o que é a taxa CDI e como escolher um bom ativo de renda fixa.

    Além de artigos em blogs, os livros também são uma excelente fonte de conhecimento para o aprendizado.

    Portanto, não há desculpa para aqueles que acabam sofrendo pela falta e conhecimento em investimentos.

    A fonte está aí, basta apenas você beber dela.

    2. Não acreditar que você pode investir bem por conta própria

    Na contramão daqueles que acabam investindo naquilo que não conhecem, há outros que pecam por nunca tentar, mesmo possuindo o conhecimento necessário.

    O medo geralmente é o responsável por isso.

    Esse é um dos sentimentos mais paralisantes que existe.

    Quando você está tomando pelo medo, mesmo tendo plena certeza sobre o que fazer, é provável que não faça nada.

    É nessa hora que você deixa o dinheiro desvalorizando na poupança, sendo corroído pela inflação.

    Ou pior: parado na sua conta corrente pronto para ser gasto.

    A partir do momento que você obtiver conhecimento sobre determinado tema e se sentir confiante para agir, faça-o imediatamente.

    Não espere o sentimento de insegurança tomar conta de você.

    Tenha plena consciência de que você não precisa do gerente do seu banco para ter sucesso nos investimentos.

    E não se deixe enganar por mentiras que são constantemente repetidas por aqueles que não investem.

    No vídeo abaixo eu falo sobre uma das maiores falácias do mundo dos investimentos (e como não cair nela).

    https://www.youtube.com/watch?v=-7impbp3Jvo

    3. Agir de acordo com a manada

    O cenário é clássico: os noticiários informam que determinada empresa está ganhando destaque e muitos estão comprando suas ações.

    O que os “investidores” fazem nesse momento?

    Entram no mercado de ações e compram papéis dessa empresa.

    E o que acontece em seguida?

    Muitos se decepcionam e acabam reforçando aquela mentira que eu combati no vídeo acima.

    Sim, isso infelizmente acontece.

    E alguns chegam a perder uma boa grana nessa brincadeira – que de engraçada não tem nada.

    E qual foi o erro dessas pessoas?

    Agir conforme a manada.

    Ou seja, fazer o que todos estavam fazendo.

    Quando esses “investidores” compraram as ações dessa empresa em destaque, os papéis já estavam muito caros.

    Dizemos que as ações já estavam precificadas.

    O mesmo pode acontecer na hora da venda.

    Ao observar que muitos estão saindo de determinada ação, investidores despreparados (e desesperados) acabam vendendo seus papéis na baixa.

    Por quê?

    Simplesmente porque todos também estão fazendo isso.

    Mal sabem que essa pode ser uma boa oportunidade para comprar ativos a um preço acessível.

    É mais um caso do sentimento de medo afetando a tomada de decisões.

    A dica é: não siga a boiada.

    Estude e tenha consciência das suas ações no mundo dos investimentos.

    4. Falta de disciplina

    Disciplina, ou autocontrole, são essenciais para você alcançar seus objetivos financeiros.

    E não somente objetivos financeiros, é claro.

    Muitas outras metas só podem ser alcançadas com muita disciplina.

    E acredite: esse também é um dos maiores erros dos investidores.

    A falta de comprometimento com um plano de ação pode colocar todo o planejamento por água abaixo.

    Eu concordo que essa não é uma habilidade tão fácil de desenvolver.

    Separar uma quantia definida do orçamento, estudar e realizar os investimentos conforme o planejado pode ser bem difícil.

    Porém, sem isso, é difícil avançar nesse universo.

    A disciplina pode se revelar até mesmo em hábitos simples.

    Por isso, destaco a importância de anotar todos os seus gastos, outra prática que exige bastante comprometimento e disciplina.

    Assim você pode se tornar mais consciente de todo o dinheiro que entra e que sai do seu orçamento.

    Falando em orçamento, já conferiu o meu artigo sobre Orçamento Familiar?

    Esse é outro bom exemplo de autocontrole aplicado, o que é ainda mais difícil pois envolvendo o comprometimento de outras pessoas.

    5. Acreditar em uma “fórmula mágica” para ficar rico

    A este ponto você já deve estar ciente: não existe fórmula mágica para ficar rico.

    Existem sim alternativas melhores e piores para alcançar esse objetivo.

    Existe até mesmo aquele que eu considero o melhor investimento de todos (é sério!).

    Porém, ainda é preciso se esforçar para alcançar a independência financeira.

    Nada vem de graça.

    Como diria o famoso economista Milton Friedman, “there is no free lunch” ou, em tradução livre, “não existe almoço grátis”.

    Essa frase definitivamente traduz muito bem a desafio de muitas pessoas que procuram a chamada fórmula mágica.

    Aprenda cedo: não existe atalhos para chegar onde você precisa.

    Não existe almoço grátis. Para ter sucesso, você precisa se esforçar e, eventualmente, fazer sacrifícios.

    6. Não considerar o horizonte de longo prazo

    As pessoas são imediatistas.

    Todos nós queremos as coisas para ontem.

    Porém, o maior aliado de um investidor é aquele que muitos consideram um adversário: o tempo.

    Você pode ainda não ter entendido isso, mas a maioria dos produtos de investimento são ferramentas de construção de riqueza no longo prazo.

    Poucas são as alternativas que podem torná-lo rico da noite para o dia.

    E, como muitos provavelmente já sabem, quanto maior o retorno, maior é o risco também.

    Portanto, sempre planeje seus investimentos considerando um horizonte de longo prazo.

    Isso vai ajudar a alinhar suas expectativas e diminuir as frustrações ao longo do tempo.

    Mas nada te impede de organizar metas para o curto e médio prazo também.

    Essa é uma boa forma de alinhar as expectativas das pessoas envolvidas no seu planejamento.

    Assim todos sabem quando seus objetivos serão alcançados.

    Desde que, é claro, o cronograma seja mantido com muita disciplina.

    Com o tempo você irá perceber que se planejar para o longo prazo faz todo o sentido.

    É lá na frente que você vai se programar para usufruir da riqueza que você está construindo agora.

    Tenha paciência e a magia dos juros compostos trabalhar a seu favor.

    7. Confundir investimento com especulação

    Essa também é clássica.

    E tem tudo a ver com a falácia que eu desmenti no vídeo do tópico nº 2.

    Eu até já falei sobre isso em um artigo – Especulação Financeira: Tudo Que Você Precisa Saber Para Não Confundir Com “Investimento” e Não Perder Dinheiro – e o vídeo abaixo.

    Aliás, recomendo fortemente que você leia e assista a esses dois materiais.

    Aqui eu peço licença para trazer a definição de especulação da boca daquele que é considerado o maior investidor de todos os tempos, Warren Buffett:

    “Uma operação de investimento é aquela que, após análise profunda, promete a segurança do principal e um retorno adequado. As operações que não atendem a essas condições são especulativas.”

    Existem basicamente três diferenças principais entre o investidor e o especulador:

    • Os especuladores não estão interessados em manter seus ativos por um longo período. Eles focam no curto prazo, ou seja, não consideram um horizonte de longo prazo.
    • Os especuladores têm como motivação principal o potencial de lucro, nem que isso signifique arriscar todo o capital empregado.
    • Os especuladores adquirem algum ativo simplesmente apostando que ele irá se valorizar porque alguém pagará mais caro. Eles nem sempre realizam uma “análise profunda”, tampouco enxergam empresas por trás de ações, imóveis por trás de fundos imobiliários, e aí por diante.

    Lembrando que a especulação não é necessariamente uma coisa ruim.

    Para o mercado financeiro, ela é ótima.

    Afinal, são os especuladores que dão liquidez à economia.

    É graças a eles que você consegue comprar ações, fundos imobiliários, imóveis… sempre há pessoas dispostas a vender.

    E elas geralmente são especuladores.

    Portanto, embora o termo tenha recebido uma conotação muito negativa com o passar do tempo, é possível enxergar a especulação como algo importante para a economia.

    Só não seja você o especulador!

    https://www.youtube.com/watch?v=RZdXyN_5kMM

    8. Excesso de confiança

    Depois que você adquire conhecimento, acredita ser capaz de realizar bons investimentos por conta própria e está comprometido com o seu planejamento, um perigo grande pode surgir: você mesmo.

    Ou melhor, o seu excesso de confiança.

    À medida que aprendemos mais sobre determinado assunto, é normal começarmos a “negligenciar” os cuidados relacionados a sua prática.

    Quer um bom exemplo?

    A condução, ou seja, a habilidade de dirigir.

    Se você já possui carteira de motorista há alguns anos, deve se lembrar da insegurança que sentimos no momento em que estamos aprendendo a dirigir.

    Tomamos todos os cuidados possíveis para que tudo esteja acontecendo exatamente como o previsto.

    Dirigimos com as duas mãos no volante, ligamos a seta antes de fazermos uma conversão, paramos completamente o carro nos cruzamentos…

    Porém, depois de alguns anos (ou até mesmo meses) dirigindo, logo vem os vícios da direção.

    Pilotamos com apenas uma mão no volante, falamos ao celular enquanto dirigimos, não sinalizamos mais antes de conversões e praticamente não paramos o carro em cruzamentos.

    Tudo isso por causa do excesso de confiança que desenvolvemos com o tempo.

    O resultado?

    Muitos acidentes bobos acontecem, causando feridas e até levando vidas no processo.

    O excesso de confiança no mundo dos investimentos pode até não trazer um fim tão trágico assim.

    Mas ainda assim pode prejudicar bastante os investidores, que correm o risco de perder todo o dinheiro se não souberem administrar bem os riscos e entender a hora certa de tomar cada decisão.

    Não deixe o excesso de confiança atrapalhar seus investimentos.

    Não permite que os “vícios dos investimentos” tornem você um mal motorista nessa estrada.

    9. Não considerar os riscos

    Quando eu falo de risco, uma das primeiras coisas que vem a minha mente é o perfil de investidor.

    Você por acaso já descobriu o seu?

    Você sabe se é um investidor conservador, moderado ou agressivo?

    Nem é preciso mencionar a importância de levar em conta os riscos na hora de realizar seus investimentos.

    É por isso que eu apenas quero que você assista a esse vídeo abaixo.

    Essa é a melhor resposta a respeito desse tema.

    https://www.youtube.com/watch?v=ff31CkpcFp0

    10. Falta de conhecimento próprio

    Depois de passar por todos esses erros dos investidores, vamos abordar aquele que eu considero o mais grave: a falta de conhecimento próprio.

    Você por acaso tem um objetivo definido?

    Há uma meta a ser alcançada?

    Sem essas definições, qual é o sentido de continuar realizando seus investimentos?

    Você precisa parar e refletir o motivo que o está levando a buscar maiores ganhos, a vencer na corrida dos investimentos e a deixar a preguiça para trás.

    Se você não conhece o que o motiva a sair todos os dias da cama, como você espera continuar fazendo isso todos os dias?

    Não entre no famigerado piloto automático.

    Conheça a si mesmo.

    Saiba os seus limites.

    A sua capacidade de suportar o risco.

    O quão disciplinado (ou indisciplinado) você pode ser.

    Tenha consciência dos conhecimentos que você adquiriu.

    Enfim… faça uma autoanálise e desenvolva o seu conhecimento próprio.

    Somente assim você vai evitar os maiores erros dos investidores.

    CONCLUSÃO

    Eu sei.

    Este não foi um artigo fácil de ler.

    É praticamente um tapa na cara daqueles que estão tentando constantemente mudar sua forma de viver e encarar os investimentos.

    É normal.

    Todos nós passamos por isso todos os dias!

    É preciso se reinventar, e é por isso que eu trouxe essa lista com os 10 maiores erros que os investidores cometem.

    Resumindo, tenha em mente o que você deve evitar:

    1. Falta de conhecimento sobre investimentos
    2. Não acreditar que você pode investir bem por conta própria
    3. Agir de acordo com a manada
    4. Falta de disciplina
    5. Acreditar em uma “fórmula mágica” para ficar rico
    6. Não considerar o horizonte de longo prazo
    7. Confundir investimento com especulação
    8. Excesso de confiança
    9. Não considerar os riscos
    10. Falta de conhecimento próprio

    Você tem conseguido fugir desses erros no seu dia-a-dia?

    O quão difícil é para você superar as amarras impostas por alguns desses pontos?

    Compartilhe comigo a sua experiência!

    Vou ficar muito contente em ouvir a sua história e poder compartilhar um pouco da minha.

    Espero que você tenha gostado deste artigo!

    Forte abraço,

    Ramiro Gomes Ferreira

    Convidados

    Seu Dinheiro: 5 aplicativos para investir seu dinheiro de um jeito fácil

    17 de outubro de 2017

    Os apps de investimento a seguir vão facilitar muito a sua vida, não importa se você é um investidor iniciante ou experiente
    Apps para investir: Yubb e Renda Fixa permitem comparar a rentabilidade de investimentos do mercado

    Diferente do que muita gente pensa, investimentos além da poupança podem ser fáceis e não exigem que você tenha muito dinheiro para ser remunerado. Qualquer um pode começar – e os aplicativos a seguir podem ser bons aliados.

    Alguns apps ajudam a escolher o melhor investimento de acordo com o seu perfil e comparam a rentabilidade oferecida por produtos do mercado. Outras ferramentas permitem simular retornos e se informar sobre indicadores. Além dessas plataformas listadas a seguir, diversas corretoras também disponibilizam seus próprios apps.

    A seguir, veja algns aplicativos que podem facilitar muito a vida de todos os investidores:

    Tesouro Direto

    Esse é o aplicativo oficial do Tesouro Direto, a plataforma do Tesouro Nacional que permite que qualquer investidor aplique a partir de 30 reais em títulos públicos. Pela ferramenta, é possível comprar títulos, resgatar seu dinheiro, agendar investimentos e consultar extratos.

    Vale lembrar que, antes de investir pelo app, é necessário se cadastrar em uma corretora habilitada pelo Tesouro Direto. O aplicativo está disponível apenas para sistema Android.

    Yubb

    O Yubb é um buscador de investimentos. O investidor insere quanto quer aplicar e por quanto tempo, e a ferramenta mostra uma comparação da rentabilidade de diferentes investimentos de bancos, corretoras e financeiras de diferentes portes, de acordo com o perfil de cada um. Entre as aplicações, estão títulos públicos, CDBs, fundos de investimento e letras de crédito.

    A plataforma é útil para pesquisar onde investir sem perder muito tempo. O seu dinheiro não passa pelo Yubb e vai direto para a instituição financeira escolhida. O app está disponível para sistemas Android e iOS.

    Renda Fixa

    No aplicativo Renda Fixa, o usuário escolhe um tipo de investimento e a ferramenta mostra uma comparação de rentabilidade de produtos oferecidos por bancos, corretoras e financeiras.

    A ferramenta também mostra indicadores e disponibiliza diversas calculadoras úteis para quem investe, para simular rendimentos e converter taxas, por exemplo. Além disso, permite conversar com um assessor e trocar informações com outros usuários por um chat. O app está disponível para sistemas Android e iOS e para Facebook.

    Calculadora do Cidadão

    Esse é o aplicativo oficial do Banco Central para simular a remuneração da poupança e de investimentos indexados à inflação, à taxa Selic e à taxa DI (CDI). Basta que o usuário selecione um índice e insira uma data inicial, uma data final e um valor a ser corrigido.

    O app está disponível para sistemas Android e iOS.

    B3 Cotações

    Esse app é para quem investe em ações. A ferramenta permite acompanhar as cotações de ações negociadas na Bolsa e todos os índices da B3 em tempo real, além de cadastrar seu portfólio e acompanhar a variação da sua carteira em tempo real.

    O aplicativo também mostra a variação histórica de ações e índices e permite criar uma lista de favoritos, para acompanhar as ações de seu interesse. O app está disponível somente para sistema Android.

    Até mais.

    Convidados

    7 lições de investimentos

    10 de outubro de 2017

    7 lições de investimentos do estrategista do Santander

    Uma das perguntas mais comuns quando alguém começa a investir é “qual é o melhor investimento?”. A resposta é a mesma para várias questões que envolve economia: “depende”. O melhor investimento para cada investidor depende das respostas para algumas perguntas, como quais são seus objetivos e o prazo para alcançá-los.
    Em uma das transmissões ao vivo no Facebook para a Semana Mundial do Investidor, que ocorreu entre 2 e 6 de outubro, Aquiles Mosca, presidente do Comitê de Educação de Investidores da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e estrategista de investimentos pessoais do Santander, explicou o que você precisa saber antes de escolher onde colocar o seu dinheiro.

    Veja as sete dicas do especialista:

    1) Liste os objetivos para os seus investimentos

    Eles podem e devem ser múltiplos. Você pode querer trocar de carro, comprar um apartamento maior, criar uma reserva para seu filho estudar no exterior, ou se aposentar. Cada um desses objetivos terá um conjunto de investimentos para ajudá-lo a alcançar.

    2) Já sabe o que quer? É hora de escolher o “quando”

    É preciso definir o tempo que você tem para alcançar o objetivo. O carro novo pode ser para o fim do ano, o apartamento você comprará daqui a cinco anos, seu filho estudará fora só quando atingir a maioridade e ainda faltam 30 anos para a aposentadoria. Defina prazos para cada um dos objetivos.

    3) Entenda o quanto você suporta de risco

    Considere a sua tolerância a risco. Para buscar retornos maiores, é preciso trocar um pouco de segurança por algum risco. Você tem estômago para acompanhar as altas e baixas da bolsa de valores, por exemplo? O risco também se relaciona diretamente ao prazo. Se o horizonte for muito curto, não é recomendado incluir ativos de risco, com muita volatilidade, na carteira, pois eles trazem mais retorno no longo prazo.

    As respostas a essas três perguntas ajudam a definir quais são os melhores investimentos que levarão você a alcançar os objetivos traçados.

    4) Risco e retorno andam de mãos dadas

    Não dá para ter tudo. Segurança e previsibilidade estão necessariamente associados a retornos menores. Se você quiser mais rentabilidade, é preciso aprender a fazer essa troca: abrir mão de um pouquinho de previsibilidade, pelo menos para uma parte da carteira, para, no longo prazo, obter retornos melhores com opções mais arriscadas.

    5) É preciso ter disciplina e paciência com investimentos mais arriscados

    Não adianta ficar olhando todo dia a movimentação daqueles investimentos mais arriscados. Eles precisam de tempo para materializar o potencial de alta. Você pode se assustar com as baixas e ficar tentado a se desfazer da aplicação.

    Por isso, após definir os objetivos, o prazo e o apetite a risco, é importante traçar uma estratégia e se manter fiel a ela. Você pode, por exemplo, reservar uma parte do dinheiro para investimentos mais arriscados e outra parte para aplicações mais conservadoras.

    6) Se ações serão a sua escolha, dá para optar por uma corretora ou por fundos de ações

    Nessa hora, não tem certo e errado, mas sim o que é mais adequado para cada tipo de investidor. Se você não conhece o mercado de ações, os fundos de investimentos em ações podem ser uma boa opção. Neles, há um gestor profissional que toma decisões por você: quais as melhores ações, quais setores vale investir, qual o momento adequado para comprar e vender. Ele será remunerado por isso com a taxa de administração.

    Agora, se você é um investidor que quer ter as decisões de compra e venda nas mãos, as corretoras podem ser o melhor caminho. Elas disponibilizam relatórios, estudos e recomendações de compra e de venda e, com isso, exigem um grau de envolvimento maior.

    7) Investir em bitcoins é como investir em uma moeda, a exemplo de dólar ou libra

    Como toda moeda, o que define o valor dela é a demanda. No caso do bitcoin, as transações de compra e venda são pouco reguladas. Para investir, é importante entender os movimentos que estão por trás da demanda.

    Até mais.

    Convidados

    Business Insider: Tenho 27 anos e poupei $ 200,000 – aqui estão os melhores conselhos que posso dar sobre o dinheiro

    4 de outubro de 2017

    I’m 27 and I’ve saved $200,000 – here are the 7 best pieces of advice I can give you about money
    man suit wealth

    O sonho de muitos profissionais é conseguir poupar dinheiro para se aposentar cedo, viajar ou ter uma vida mais confortável. Esse é o objetivo do “The Money Wizard” (“O Mago do Dinheiro”, em tradução livre) – nome de seu blog sobre finanças e de seu pseudônimo porque prefere não revelar seu sobrenome verdadeiro. Com 27 anos, ele conseguiu poupar US$ 200 mil, cerca de R$ 630 mil, economizando e fazendo investimentos.
    “Com esforço consigo poupar 60% do meu salário e estou planejando ter um portfólio de US$ 750 mil para me aposentar aos 37 anos. O Plano B é continuar guardando até 40 anos e o plano C é me aposentar uma década mais cedo do que a idade de aposentadoria “normal”, em torno de 50. Até agora, estou dentro do meu cronograma no plano A”, explica.

    A façanha de poupar muito dinheiro foi e está sendo alcançada porque ele teve essa consciência desde cedo. Aos 16 anos, o jovem morador do Texas, nos Estados Unidos, começou a juntar dinheiro. Ele tinha um trabalho braçal no campo para ajudar a família. “Eu trabalhava muito, mas teve um dia que foi especial. Era dia de pagamento e depois de meses, eu conseguiria juntar exatos US$ 500 [cerca de R$ 1.570] na minha conta bancária”, contou ao Business Insider.

    A ideia do jovem era aumentar esse valor ainda mais para poder começar a investir no mercado de ações. E dois anos depois ele atingiu esse objetivo. Com 18 anos já investia na bolsa de valores e começou a juntar ainda mais dinheiro. Ele, então, saiu do emprego no campo e começou a trabalhar em uma empresa pequena do mercado financeiro como analista. Mais um tempo se passou, foi aprendendo a investir e conseguiu manter uma quantia cada vez maior guardada. “Aos 25 anos, eu tinha US$ 100 mil, e aos 26, US$ 150 mil. E hoje, com 27 anos, economizei quase US$ 200 mil [cerca de R$ 630 mil]”, conta.

    Você pode pensar que ele é um gênio do mercado de ações ou um verdadeiro prodígio da área, mas ele nega. Segundo o blogueiro, seus investimentos em ações não deram um grande retorno em comparação com o mercado na época, e seu salário não era muito maior do que a renda média na sua cidade. “Na realidade, eu sou um cara normal com um trabalho decente, que teve a sorte de tropeçar em algumas dicas de dinheiro no início da carreira”, define. Hoje ele continua trabalhando no mercado financeiro e administra seu blog.

    O “Mago do dinheiro” selecionou algumas dicas sobre dinheiro que ele aprendeu durante essa jornada financeira.

    Confira a seguir:

    1) Escolha bem a sua carreira

    Fazer uma faculdade pode acarretar muitos custos, mas o jovem concorda com o bilionário Warren Buffett sobre a graduação: “o melhor investimento que você pode fazer é em você mesmo”.

    “Essa é a chave. Você precisa enxergar a faculdade como ela é: uma negociação de 4 anos para comprar uma carreira”, afirma. Segundo ele, é importante analisar o valor desse diploma. “Na hora de decidir qual curso você irá fazer avalie se você gosta e quais são as perspectivas financeiras dessa carreira. Alguns pagam bem, outros … nem tanto. Pesquise estatísticas salariais, converse com pessoas da área e participe de feiras de carreira”.

    Especialista em finanças e economia, o jovem encontrou um emprego rapidamente como analista financeiro, mesmo quando o mercado de trabalho estava instável. “Espero que o meu diploma estrategicamente escolhido continue a construir uma base para uma vida de ganhos”, afirma.

    2) Evite dívidas

    Uma vez que você está fora da faculdade e no caminho para ganhar dinheiro, o próximo passo é evitar a armadilha da dívida. “Simplificando: é impossível construir riqueza se você estiver pagando dívidas todos os meses, sejam de empréstimos ou de cartão de crédito”, explica. Tentar construir riqueza pagando juros é remar contra a correnteza. “Para evitar dívidas, comprei meu carro sem empréstimo, e apesar de usar cartões de crédito para ganhar as milhas de recompensa, nunca paguei um centavo de juro”, diz.

    3) Decida se seus gastos estão realmente fazendo você feliz

    Segundo o blogueiro, você sempre deve avaliar onde você coloca seu dinheiro. Por exemplo, uma casa com vários quartos faz sua vida mais feliz, ou só dá mais trabalho para cuidar e administrar?

    “Quando se trata do que você faz com o seu dinheiro, você está calculando os benefícios potenciais, ou está apenas seguindo o que seus amigos, a sociedade e a publicidade estão dizendo para você fazer?”, questiona.

    Ele diz isso porque escolheu morar em um apartamento bem simples para economizar dinheiro. E fez o mesmo com o carro, comprou um usado para não perder dinheiro. “Eu entendi que minha viagem seria a mesma com um carro de US$ 30 mil ou US$ 13 mil, então optei por gastar menos”, afirma.

    Você precisa saber quais são os gastos que podem ser cortados e quais valem a pena investir um pouco mais – se vão trazer mais conforto ou felicidade. Ou ainda, saber quais custo devem ser cortados – mesmo que seja um esforço – para alcançar algum objetivo financeiro mais para frente.

    4) Evite um estilo de vida caro

    À medida que vamos evoluindo na carreira é fácil querer gastar mais dinheiro com você mesmo. É difcil manter a disciplina fincanceira quando você tem mais dinheiro à sua disposição.

    Mas manter um estilo de vida caro pode ser um ciclo vicioso e só atrapalha a possibilidade de construir riqueza. É importante valorizar seus gastos: qual a vantagem em levar um estilo de vida luxuoso se você não tem um fundo de emergência ou nenhum dinheiro investido?

    “Em vez disso, reconheça que sua vida já é boa o suficiente e se mantenha firme poupando dinheiro. Se você quer um futuro saudável financeiramente é preciso administrar seu dinheiro desde já”, aconselha o blogueiro.

    5) A riqueza é construída através de consistência

    Depois de nem começar, um dos erros de investimento mais comuns que as pessoas cometem é investir de forma agressiva, segundo o blogueiro. “É um erro compreensível começar assim. Nossas mentes não são projetadas para entender intuitivamente o poder do juros compostos, e aí queremos começar ganhando muito dinhero rapidamente. É preciso ter paciência e aprender a investir”, afirma.

    Como resultado, muitos investidores iniciantes acham que a única maneira de se enriquecer é assumir riscos enormes. Eles fazem apostas ousadas no mercado de ações e ficam frustrados quando perdem dinheiro.

    “Quando olho para o meu caminho até agora, fico impressionado com algo simples. Eu não ganhei dinheiro com nenhuma estratégia ousada. Nem cheguei perto. Eu não criei uma empresa extremamente lucrativa, nem enriqueci rapidamente. Eu faço investimentos mais seguros. Eu optei por consistência. Meus investimentos rendem uma quantia menor, mas não perco dinheiro”, explica.

    Veja também:

    Os passos para ganhar mais dinheiro, de acordo com um milionário autodidata

    Até mais.

    Convidados

    Quanto poupar por mês para aposentar milionário?

    29 de agosto de 2017

    A quantia pode ser inferior a R$ 300 se a pessoa começar desde cedo.

    Quanto poupar por mês para aposentar milionário?

    Ter uma conta milionária é, sem dúvida, o sonho de muitas pessoas. Seja para viver de renda e largar o emprego, viajar ou só curtir a vida. Melhor ainda seria se aposentar com uma conta bancária dessas, principalmente por se tratar de um período em que as pessoas já trabalharam e querem descansar em grande estilo. A pergunta, porém, é como fazer para conseguir isso?

    Segundo matéria do Infomoney dá para saber quanto e onde aplicar para atingir esta meta, isto é, quanto mais tempo a pessoa tiver até a data da aposentadoria, menos ela terá que poupar por mês – graças à ajuda dos juros compostos. Para isso foi elaborado uma tabela com os prazos de 45, 25 e 15 anos até a aposentadoria, a economia mensal necessária para alcançar o milhão e a taxa real de 7% a.a. e de 5% a.a.

    Além disso, por ser impossível prever a inflação daqui a 45 anos, foi calculado os valores de forma que o poder de compra seja mantido, ou seja, desconsiderando os efeitos da inflação. Desta forma, os valores da tabela consideram somente a taxa de retorno real, ou seja, o cenário em que R$ 1 milhão daqui a 45, 25 ou 15 anos equivale ao mesmo R$ 1 milhão de hoje.

    De acordo com a tabela, uma pessoa que ainda tem muito tempo para se aposentar (45 anos), pode economizar uma quantia mínima de R$ 280 ao aplicar em investimentos com taxa real de 7% a.a. Por outro lado, o valor mensal sobe para R$ 3.200 quando a pessoa só tem 15 anos até a aposentadoria. Já no meio termo, ou seja, com 25 anos até a aposentadoria, o valor é de R$ 1.250.

    Com relação às melhores aplicações para atingir R$ 1 milhão, Zamboni recomenda títulos do Tesouro Direto que atualmente pagam o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) mais 5% ao ano, como é o caso do “Tesouro IPCA+ com juros semestrais e vencimento em 2035” (antiga NTN-B), que neste momento paga uma taxa de 5,12% a.a.- valor que varia diariamente. Tais títulos são garantidos pelo Tesouro Nacional e preservam o poder de compra, pois pagam a inflação (IPCA) acrescida de uma taxa real.

    Para quem aceita um pouco menos de segurança, mas ainda assim quer uma aplicação em renda fixa, o assessor recomenda debêntures de infraestrutura emitidas por algumas empresas de energia, que chegam a pagar taxas entre 6% a.a. e 7% a.a. e são isentas de Imposto de Renda. Este tipo de título tem mais risco de crédito do que o Tesouro Direto, por isso, é importante avaliar a qualidade da empresa antes de comprá-lo.

    Já para quem pode abrir mão um pouco mais da segurança em troca de uma maior rentabilidade, Zamboni indica a exposição ao mercado de renda variável ou aos fundos multimercados.

    Veja abaixo as tabelas elaboradas:

    Prazo até R$ 1 milhão (anos) Economia mensal Taxa Real (a.a.)
    45 R$ 280 7%
    25 R$ 1.250 7%
    15 R$ 3.200 7%
    45 R$ 500 5%
    25 R$ 1.700 5%
    15 R$ 3.750 5%
    Convidados

    Dicas para evitar armadilhas ao investir por meio de bancos

    24 de agosto de 2017

    Dicas para se planejar e ter as contas em dia

    O educador financeiro André Bona aponta quatro cuidados, bastante práticos, para ajudar esse investidor a evitar ciladas e tomar decisões corretas.

    Investimentos: o investimento ideal dependerá da realidade de vida de cada pessoa

    Para fazer o dinheiro render não basta buscar ajuda de uma corretora ou de um assessor financeiro.

    Na realidade é necessário ter muita atenção e tomar alguns cuidados ao investir por meio de bancos e corretoras de valores.

    “É preciso estar alerta para não cair em armadilhas que, em vez de levar o aplicador a obter a rentabilidade desejada, poderão fazer com que ele deixe de ganhar um rendimento maior, que seria possível em outro ativo, mais adequado ao seu perfil, ou até levar prejuízo, caso não entenda o funcionamento da aplicação realizada”, destaca Bona.

    O especialista aponta quatro cuidados, bastante práticos, para ajudar esse investidor a evitar ciladas e tomar decisões corretas para chegar ao melhor resultado em suas aplicações.

    Confira:

    1. Bancos e corretoras trabalham com comissões

    Lojas de departamentos, que trabalham com as mais variadas mercadorias, de roupas a eletrodomésticos, ganham com a lucratividade dos produtos e, dependendo da loja, os vendedores também podem ganhar comissões, que podem variar de acordo com o produto ou marca vendida ao consumidor.

    No mercado financeiro, a lógica é semelhante, embora nem sempre os investidores tenham noção disso.

    As instituições bancárias e corretoras vendem produtos, como CDBs, LCIs, LCAs, entre outros, e ganham comissões sobre a comercialização das aplicações, as quais geralmente são emitidas por bancos, no caso da renda fixa.

    Em princípio, não haveria problema nesse modelo de negócio. Mas é preciso estar alerta ao jogo de interesses que pode existir nas indicações para os clientes.

    Por exemplo, nem sempre a recomendação de compra do gerente do banco é a mais adequada para as necessidades do correntista, embora seja para o profissional, que ganha comissão ou cumpre a meta interna visando beneficiar a empresa.

    De forma semelhante, a atuação de uma corretora pode esconder interesses da própria entidade. Nesse caso, quando os analistas recomendam a compra de determinado ativo, pode ocorrer de receberem comissões sobre a venda de tal produto.

    Além disso, em eventuais ofertas de ‘taxas zero’, possivelmente estão embutidas comissões, logo, pode haver um desconto na rentabilidade sem que o cliente final tenha consciência dessa tática.

    Portanto, seja em bancos ou corretoras, o investidor deve estar atento para não assumir riscos desnecessários e não adquirir ativos que não trarão benefícios para ele.

    É importante perguntar, de forma clara e objetiva, para o gerente do banco ou assessor de investimento, de que forma e em qual percentual ele é remunerado sobre cada produto.

    2. Publicidade pode distorcer análises

    Um investimento novo, complexo, feito especialmente para os mais sofisticados, com promessa de uma grande rentabilidade, pode atrair investidores distraídos.

    Às vezes, os menos atentos ou gananciosos demais podem cair no chamado “canto da sereia”. Sem embasamento para tomar decisões e sem comparar os diferentes tipos de investimentos existentes no mercado, o investidor pode facilmente se deixar enganar por uma “embalagem” bem montada e, com isso, ter prejuízos financeiros.

    Na hora de elaborar uma carteira de ativos, é indispensável que o investidor leve em conta a razão e não a emoção.

    Por vezes, ao desejar demais determinado produto financeiro, a pessoa passa a enxergar somente os pontos que considera positivos da aplicação e, com isso, deixa de realizar um gerenciamento de risco eficiente.

    3. Cuidados ao investir sem educação financeira

    Quando se trata da gestão do dinheiro, qualquer erro pode representar prejuízos enormes. Ainda assim, não fazer nada, deixando, por exemplo, uma quantia parada na conta corrente, também pode levar a perdas devido à inflação.

    Uma saída para aumentar o patrimônio, sem deixar de lado os cuidados ao investir, é obter conhecimentos específicos por meio da educação financeira, fazendo cursos, participando de palestras e lendo notícias sobre o assunto.

    Com um nível satisfatório de conhecimento financeiro, o investidor entende, por exemplo, que não existe receita pronta quando se trata de recomendações de compra e de venda.

    Na verdade, o investimento ideal dependerá da realidade de vida de cada pessoa.

    Assim, o perfil de tolerância a risco do indivíduo, os objetivos e as necessidades dele é que irão determinar a escolha do melhor tipo de aplicação.

    4. Atenção aos mecanismos de proteção

    Bancos e corretoras são instituições passíveis de falência, portanto, é preciso ter alguns cuidados ao investir neles. Não adianta ter uma promessa de uma rentabilidade grandiosa se, na hora do resgate do valor aplicado, não houver dinheiro para sacar.

    Embora tanto os bancos como as corretoras estejam sob fiscalização de entidades governamentais, como o Banco Central do Brasil (BCB) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o próprio investidor deve ficar atento a mecanismos de proteção dos ativos.

    Quem aplica em instituições bancárias, por exemplo, pode contar com uma espécie de seguro, proporcionado pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

    Com esse fundo, há uma garantia de reembolso de até R$ 250 mil, por CPF, em caso de falência do banco. Já em relação às corretoras, o investidor deve ter cuidado para não deixar o dinheiro parado na conta existente nessa entidade — ela deve ser usada apenas para transações temporárias.

    É preciso estar consciente de que se a corretora vier a falir, mas o investidor já tiver comprado o ativo, as chances de conseguir o dinheiro de volta são maiores, dentro dos limites previamente estabelecidos para cada caso.

    Em uma situação assim, a pessoa só precisa transferir a custódia dos ativos para uma nova corretora.

    Contudo, se houver dinheiro parado em sua conta na corretora falida, há, sim, o risco de perda desses recursos.

    Parte importante dos rendimentos de uma aplicação não depende do banco ou da corretora, mas dos cuidados ao investir.

    Quando o investidor busca primeiro a educação financeira, para depois procurar investimentos que se encaixem na sua realidade e perfil, as chances de grandes retornos no longo prazo são maiores.

    Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Arena do Pavini.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Como funcionam os Fundos de Investimento?

    26 de junho de 2017

    O mercado de investimentos oferece um leque de oportunidades bastante diverso. No entanto, a oferta de tantas opções pode causar dúvidas na mente do investidor. Afinal, onde investir dinheiro? Para tomar boas decisões na hora de escolher um tipo de aplicação é muito importante conhecer as modalidades disponíveis no mercado. Neste post, você vai entender como funciona mais uma modalidade: os fundos de investimento.

    O que são fundos de investimentos

    O que são fundos de investimento?

    O Fundo de Investimento é um tipo de aplicação onde algumas pessoas, chamadas de cotistas, se reúnem no intuito de obter lucro através da compra e venda de valores mobiliários, de cotas de outros fundos ou de bens imobiliários, seja no Brasil ou em outro país. Os cotistas pagam uma pessoa que se torna responsável por cuidar do dinheiro investido, também conhecido como gestor.

    Este gestor do fundo é um profissional responsável por controlar os riscos da carteira e gerar rentabilidade. É de sua responsabilidade acompanhar os recursos do fundo e o cenário em que ele está inserido. Ele também tem autonomia para tomar decisões que sempre devem ser pautadas em regras previamente estabelecidas.

    Uma forma interessante que ajuda a entender o funcionamento desses Fundos é compará-los a um condomínio. O dono da cota pode ser representado pelo condômino, que paga o síndico para administrar e coordenar as atividades do condomínio. O Fundo de Investimento, assim como um condomínio, também possui regras de funcionamento que devem ser aplicadas a todos os cotistas.

    Também existem outras pessoas envolvidas em um fundo de investimento. Como o administrador, que constitui o Fundo e é responsável pela parte legal junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e defende o direito dos cotistas.

    Além do distribuidor que vende as cotas, o auditor independente que realiza auditorias e avalia a escrituração contábil, e o custodiante, que é quem “guarda” os ativos e é responsável por enviar suas informações aos gestores e administradores.

    Tipos de Fundos de Investimento

    A CVM divide essa modalidade de investimento de acordo com a composição de sua carteira, da seguinte maneira:

    • Curto prazo

    Nos Fundos de curto prazo, o investidor aplica seu capital em títulos públicos federais ou privados de curto prazo e baixo risco de crédito. É uma modalidade mais conservadora porque suas cotas são menos sensíveis às oscilações das taxas de juros, devido ao curto prazo dos seus títulos.

    • Referenciados

    Os fundos referenciados acompanham a variação de um indicador de desempenho. O indicador pode ser um índice de mercado ou uma taxa de juros, por exemplo. Entre os fundos referenciados, o mais popular é o chamado Fundo DI, que acompanha a variação diária das taxas de juros no mercado interbancário.

    • Ações

    Nos fundos de ações, 67% do patrimônio devem ser alocados em ações que sejam admitidas à negociação em mercado de bolsa, balcão organizado ou em ativos relacionados.

    O fator de risco que envolve esta modalidade, está relacionado à variação de preço das ações que compõem a carteira. O restante dos recursos pode ser investido em outros ativos financeiros.

    Este tipo de fundo é mais compatível com objetivos de longo prazo, que suporte uma maior exposição a riscos em troca de maiores expectativas de rentabilidade.

    • Renda fixa

    O principal fator de risco dos fundos de renda fixa são as variações da taxa de juros ou índices de preço. Nesta modalidade, 80% dos recursos devem ser aplicados em ativos de renda fixa. Um exemplo é o Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), também conhecido como Fundo de Recebíveis.

    • Cambiais

    Neste caso, o principal fator de risco é a variação no preço da moeda estrangeira. No mínimo 80% do patrimônio deve ser investido em ativos que sejam relacionados, direta ou indiretamente (via derivativos), a esses fatores de risco. Os Fundos Cambiais de Dólar, que acompanham as variações da cotação da moeda norte-americana é a opção mais popular deste tipo de fundo.

    • Multimercado

    Nos fundos de multimercado, a política de investimento envolve diversos fatores de risco, podendo investir em ativos de diferentes mercados, como renda fixa, câmbio e ações. Além de utilizar derivativos tanto para alavancagem, quanto para proteção da carteira. São indicados para o investidor que tem mais tolerância a riscos para obter uma rentabilidade mais elevada.

    Alguns fundos de investimento disponíveis no mercado como os Fundos de Investimento Imobiliário (FII), Fundos de Investimento em Participações (FI) e os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC e FIDC-NP), que já foi citado acima, possuem regras específicas e são chamados de fundos de investimentos estruturados.

    Quem pretende investir em nesta modalidade deve, antes de tudo, procurar o máximo de informações a respeito de suas normas. Procure ler documentos que são elaborados e divulgados pelo administrador, como o regulamento, o prospecto e a lâmina de informações essenciais. Dessa forma, você poderá entender se o fundo vai de acordo com seus objetivos e expectativas.

    Bons investimentos são aqueles que vão de encontro ao seu perfil e aos prazos em que você está disposto a deixar o capital aplicado. Aprenda a tomar boas decisões na hora de realizar suas aplicações e, se preciso for, peça ajuda a profissionais especializados.

    Geral

    Os 3 maiores erros de quem investe no Tesouro Direto

    8 de maio de 2017

    Investimentos em ascensão: Tesouro Direto bate recorde de inscritos

    Conheça os 3 maiores erros de quem investe no Tesouro Direto

    Investimento é considerado seguro e de baixo custo, mas é preciso atenção para não correr risco de perder parte do rendimento

    O Tesouro Direto é um investimento geralmente muito recomendado para investidores com perfil mais conservador. Os títulos são vistos como os ativos mais seguros do mercado, por serem emitidos pelo governo e serem garantidos pelo Tesouro Nacional, e ainda têm baixo custo, não exigem conhecimento elevado sobre investimentos e têm valor mínimo de aplicação de apenas R$ 30.
    Embora seja uma alternativa mais simples e segura em relação à renda variável, e mesmo ante outros tipos de investimentos em renda fixa, é preciso ter atenção para evitar erros comuns de quem investe em Tesouro Direto e, eventualmente, a redução nos investimentos.

    Especialistas listaram para o portal InfoMoney alguns dos principais erros de quem investe no Tesouro Direto:

    1) Não checar as taxas

    As taxas cobradas para investir no Tesouro Direto costumam ser bem menores do que aquelas observadas em outros tipos de investimentos, mas nem por isso merecem menos atenção. Não basta só olhar a taxa do título que está pagando. Tem custos embutidos e eles merecem atenção para não drenar os retornos.

    A BM&FBovespa cobra 0,30% ao ano de taxa de custódia sobre o valor dos títulos e a instituição financeira escolhida para intermediar os investimentos também pode cobrar uma taxa de administração. O site do Tesouro Direto disponibiliza aqui uma lista com as taxas cobradas pelas instituições autorizadas a fazer essa intermediação.

    Alguns impostos também incidem sobre o Tesouro Direto, como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em aplicações com período inferior a 30 dias e o Imposto de Renda, com alíquota de 22,5% do lucro para rendimentos antes de 180 dias, 20% para 181 a 360 dias, 17,5% para 361 a 720 dias e 15% para investimentos de mais de 721 dias.

    2) Trocar de títulos com frequência

    É importante que o investidor acompanhe o desempenho dos títulos e, em alguns casos, pode valer a pena vender antes do vencimento. No entanto, é preciso acompanhar o mercado e as expectativas para a economia, como juros e inflação, para fazer bom negócio, sem esquecer da alíquota do imposto de renda que, como observado acima, é maior em prazos mais curtos.

    É complicado ficar trocando de títulos frequentemente, ainda mais para quem não está por dentro do mercado financeiro e pode perder movimentos importantes da economia.

    3) Resgatar o título antes do vencimento

    Esse é o erro mais comum de quem investe no Tesouro Direto:
    – Quando você resgata o dinheiro antes do vencimento, pode se dar bem ou pode se dar muito mal. Tudo vai depender do que acontecerá com a taxa de juros.

    Embora o investidor não tenha a intenção inicial de retirar os aportes prematuramente, acontecimentos inesperados podem levá-lo a precisar do dinheiro antes do vencimento.

    Por isso, é importante conhecer as características de cada título antes da compra. No Tesouro IPCA+ esse risco de perdas na retirada antecipada é potencializado. Já o Tesouro Selic simplesmente vai incorporando os juros diários.

    O título atrelado à Selic é o mais conservador e, se houver o risco de resgate antecipado não planejado, esse é o papel mais indicado. O título pré-fixado é indicado quando a taxa de juros está alta e há expectativa de queda futura. Os títulos IPCA+ são pós fixados com uma taxa mais a inflação do período e são indicados quando há expectativa de alta da inflação para proteger o patrimônio da desvalorização pela inflação e para aposentadoria.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/6440359/conheca-maiores-erros-quem-investe-tesouro-direto

    Vale a pena comprar uma fatia de título do Tesouro Direto por mês?

    Convidados

    Guia sobre Investimentos em Renda Fixa

    25 de abril de 2017

    Neste e-book gratuito, Guia sobre Investimentos em Renda Fixa, você vai aprender quais são as melhores aplicações financeiras em renda fixa do Brasil e descobrir que há diversas oportunidades para investir fora do banco que são extremamente seguras e muito mais rentáveis.

    ebook-renda-fixa

    Segue o conteúdo deste e-book:

    – Introdução;
    – CDB;
    – CRI e CRA;
    – Debêntures;
    – LC;
    – LCI e LCA;
    – Letras Financeiras;
    – Poupança;
    – Tesouro Direto;
    – Considerações Finais.

    E-book renda fixa, download aqui.