‘Cartão’ Articles at Defenda Seu Dinheiro

Browsing Tag: cartão

    Geral

    Cartão de crédito: 4 erros no uso que podem destruir suas finanças

    25 de janeiro de 2019

    Cuidado com cartão de crédito

    Aproximadamente 8 em 10 brasileiros devem no cartão de crédito, conforme pesquisa da Comissão Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.
    Independentemente da renda, o plástico representa a maior dívida das famílias brasileiras, e 84% dos brasileiros não sabem quanto pagam de juros no rotativo cartão, segundo pesquisa da plataforma de crédito online Just.

    Dispor de crédito para compras é cômodo para o consumidor. Mas a falta de conhecimento de muitos usuários sobre o funcionamento do produto pode ser perigosa no hora de fazer compras. Hoje, segundo dados do SPC Brasil e da CNDL, uma em cada cinco pessoas que utilizam o cartão de crédito consideram a forma de pagamento como extensão da própria renda.

    César Caselani, especialista em finanças e professor da Escola de Administração de Empresas da Faculdade Getúlio Vargas (FGV EAESP) aponta quais os maiores erros de quem utiliza o cartão de crédito e o que pode ser feito para evitá-los.

    1. Não pagar o valor total da fatura
    2. Existe a opção de fazer qualquer pagamento entre o total e o mínimo da fatura (que representa 15% do valor). Neste caso, o consumidor entra no crédito rotativo, que tem um dos maiores juros do mercado, chegando a quase 800% ao ano.

      Se um consumidor passar meses sem pagar o valor total da fatura, os juros acumulam e ele pode sofrer processos, ter o nome no SPC, não conseguir fazer novas compras parceladas e nem tomar empréstimos. “Isso atrapalha toda a vida financeira da pessoa. Futuramente, ela pode precisar de dinheiro para uma emergência muito mais importante que o consumo compulsivo.”

    3. Consumir mais que o salário
    4. É comum o consumidor não ter noção de quanto dinheiro vivo é movimentado ao utilizar o cartão de crédito. Por isso, ele considera o limite do cartão como “extensão” de sua renda mensal. Quando percebe, está com uma dívida que não consegue pagar.

      Isso também acontece em compras parceladas. A falta de planejamento faz com que o consumidor compre sem ter condições de bancar as próximas parcelas.

    5. Não calcular o câmbio
    6. Gastar com o cartão de crédito no exterior envolve planejamento. O valor da taxa de câmbio, se não calculado na hora da compra, pode fazer com que a fatura seja bem maior do que o esperado.

    7. Usar o crédito para fazer saques
    8. É fundamental evitar ao máximo tomar dinheiro vivo emprestado via cartão de crédito, porque as taxas de cobrança são estratosféricas, diz o especialista.

    Como parar de cometer estes erros

    Para César Caselani, é necessária uma mudança “no perfil psicológico do consumidor”. Muitas pessoas se jogam às compras e aproveitam qualquer anúncio de promoção ou desconto, seja ele real ou não.

    Em primeiro lugar, o professor aconselha ponderar mais, pensar com mais racionalidade antes de comprar, utilizar o cartão de forma inteligente e controlada.

    É comum, inclusive, que na hora de realizar as compras o consumidor dispense a segunda via. Isso é dificulta muito o controle financeiro e faz com que “comprar se torne um esporte.”

    Caselani também orienta que se tente ao máximo concentrar todos os gastos em apenas um banco. “Pessoas se tornam ainda mais descontroladas quando usam vários cartões”, opina. Além disso, quanto maior o número de cartões do consumidor, maior a anuidade. Com um cartão só é possível negociar descontos com o banco ou mesmo não pagar anuidade.

    “Grandes problemas financeiros afetam também outras áreas da vida: o casamento, a relação familiar. Planejar melhor os gastos evita conflitos por causa de dinheiro e deixa a vida muito mais prazerosa”.

    E você, o que pensa a respeito?
    Deixe a sua opinião.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Como usar milhas e pontos para viajar de graça

    22 de janeiro de 2019

    Fábio Vilela viajou de primeira classe para mais de 80 países e explica como você pode fazer o mesmo
    Dicas para você viajar sem erros e em segurança

    Para muitas pessoas é mais do que comum o desejo de viajar mais esteja presente em sua lista de objetivos para o ano. Levantamento feito pelo aplicativo 7waves mostra que esta é uma das 15 maiores metas dos brasileiros em 2019.

    O surgimento de hostels e novas formas de hospedagem tornaram o hábito de viajar mais acessível. No entanto, o alto custo da passagem aérea ainda impede muitas pessoas de realizarem este sonho.

    Saber como utilizar milhas e pontos para viajar de graça pode fazer toda a diferença. Fábio Vilela, que é um viajante que já voou de primeira classe para mais de 80 países utilizando o sistema de milhas e pontos dá algumas dicas:

    Por onde começar?

    Autoconhecimento é a palavra chave para aqueles que estão começando no mundo das milhas e pontos. Para Fábio, é preciso identificar qual seu perfil, sua renda, seus tipos de gasto e com qual frequência deseja viajar.

    “Os pontos são adquiridos a partir de compras com o cartão de crédito”, diz. Cada cartão é direcionado para tipos diferentes de público: alguns acumulam mais e oferecem mais vantagens durante as viagens, mas possuem anuidade mais cara, por exemplo.

    Para escolher o melhor cartão, a dica é pensar naquele que se adapta à sua rotina. Se você pretende viajar muito ao longo do ano, pode valer a pena escolher um cartão de alta renda: eles geram até 3 vezes mais pontos e você pode usufruir de seguro viagem, sala vip e outros benefícios.

    A liberdade de escolha na hora de transferir os pontos também deve ser considerada antes de escolher o melhor cartão. “Alguns bancos estabelecem uma quantidade mínima de pontos necessária para transferi-los para outros programas, e isso pode dificultar que iniciantes ou pessoas com poucos pontos troquem o benefício por passagens.”

    Escolhi meu cartão de crédito, e agora?

    Cartões de crédito acumulam pontos em programas de fidelidade. Hoje, um banco possui diversos programas, para que você não fica preso a apenas uma companhia aérea. Cada compra realizada com o cartão gera um determinado número de pontos.

    Ao viajar de avião, você acumula milhas com base na distância entre o ponto de embarque e o de destino. Depois de possuir determinada quantidade, você pode trocar tantos os pontos quanto as milhas por uma série de benefícios, como as passagens aéreas, que costumam ser a troca mais vantajosa.

    Para escolher o melhor programa de fidelidade, é importante analisar a quantidade de viagens que você pretende fazer ao longo do ano, quais serão os aeroportos de origem e o perfil dos seus gastos.

    Se o usuário mora em uma cidade em que a empresa X tem muito mais voos do que a Y, ele deve buscar concentrar seus pontos e milhas em programas da X. Assim, irá se beneficiar das vantagens com mais frequência, além de ter mais opções de rotas.

    Alguns bancos possuem cartões crédito específicos de apenas um programa de fidelidade. Nestes casos, a companhia aérea oferece vantagens exclusivas para estes clientes, como mala despachada e embarque preferencial. “Pode ser uma boa opção para pessoas que só viajam em uma determinada companhia, por exemplo.”

    Clientes de alta renda costumam comprar passagens mais caras. Neste caso, é recomendado que eles priorizem programas em que o acúmulo é baseado no valor do bilhete, por exemplo. Ele sobe de categoria mais rápido e pode usufruir mais benefícios.

    Alguns bancos oferecem possibilidade de multiplicar os pontos. Por exemplo, você paga um percentual extra da fatura do cartão e o volume de pontos que tem acumulado aumenta. É uma alternativa interessante, mas é sempre recomendado fazer o cálculo para ter certeza de que compensa.

    Qual o melhor momento para trocar?

    A maioria das companhias aéreas disponibilizam os assentos para venda com até 330 dias de antecedência da data do voo. Para quem já sabe o dia da viagem, o melhor conselho é ficar atento às promoções.

    “Geralmente, a transferência de pontos costuma ser em proporção de 1 para 1. No entanto, tanto bancos quanto companhias costumam fazer alguns programas de bonificação ao longo do ano. Você pode transferir 100 mil pontos por 180 mil, por exemplo”, aconselha Fábio.

    Os pontos normalmente possuem validade de 2 anos, então por mais que você não tenha nenhuma viagem em mente, pode valer a pena aproveitar as promoções.

    Também não há valor fixo. Uma viagem para Fortaleza que hoje custa 10 mil pontos, daqui a 2 anos pode custar bem mais. Por isso, não é recomendado considerar os programas de milhagens em seu planejamento financeiro.

    Como funciona para viagens internacionais?

    Todos os pontos viram moedas de troca. Elas podem ser utilizadas para viagens nacionais e internacionais. Caso você deseje comprar uma passagem da França para a Alemanha, e as companhias brasileiras não realizem este serviço, você deve ver de qual aliança o seu programa de fidelidade faz parte.

    A Latam, por exemplo, faz parte da OneWorld; a Avianca, da StarAlliance. Primeiro você transfere seus pontos para o programa de fidelidade de alguma destas companhias e, depois, pode trocar por passagens de qualquer empresa desta aliança.

    Posso transferir meus pontos para outra pessoa?

    No Brasil, não é permitido transferir os pontos e milhas do cartão de crédito do banco diretamente para outro CPF. É necessário fazer a transferência primeiro para o seu programa de fidelidade e, depois, emitir a passagem no nome de outra pessoa.

    Alguns programas de fidelidade têm a opção transferir, dar e doar milhas para outros passageiros. É o caso da Smiles, programa de milhagem da Gol Linhas Aéreas. Através dele, você pode doar suas milhas e pontos para qualquer outra pessoa que tenha uma conta Smiles e um CPF válido.

    No entanto, é cobrada uma taxa a cada milha transferida, por isso, a transação pode nem sempre ser vantajosa.

    O que mais preciso saber?

    Fábio Vilela aconselha tentar buscar por destinos alternativos e poucos explorados na hora de comprar as passagens. “Geralmente estes voos possuem mais assentos disponíveis. Em destinos mais concorridos, como Orlando, Miami e Nova York, a companhia faz muita receita e os lugares ficam quase escassos.”

    Para aumentar suas chances de conseguir uma passagem, Fábio recomenda realizar a compra com bastante antecedência, ter flexibilidade para viajar fora de alta temporada e programar viagens sozinho, assim só será necessário comprar um assento no vôo, e não lugares para toda a família.

    E você, o que pensa a respeito deste tema? Deixa a sua opinião.

    Até mais.

    Geral

    Dividir a compra em dois cartões de crédito é uma cilada

    13 de janeiro de 2017

    Afinal de contas, por que dividir a compra em dois cartões de crédito é uma cilada? Conforme a Exame apurou, sites de grandes redes varejistas permitem realizar uma compra com dois cartões de crédito. Entenda a operação e veja quais cuidados deve tomar.

    Veja 5 coisas que você deveria comprar com cartão de crédito

    Por que dividir a compra em dois cartões de crédito é uma cilada

    5 produtos que mais geram pontos em programas de fidelidade

    Em busca de uma flexibilidade de pagamento que já existe em lojas físicas, grandes sites como Walmart, Ponto Frio, Netshoes e Ricardo Eletro permitem dividir o valor de uma compra em dois cartões de crédito diferentes.

    A opção geralmente é feita ao final da transação. Basta apontar qual o valor que deseja colocar no primeiro cartão para que o sistema do site coloque o restante no outro. Dessa forma, também é possível parcelar a compra. Cada parcela será dividida proporcionalmente entre os dois cartões ao longo do tempo, conforme o desejo do consumidor.

    Na prática, a forma de pagamento permite que o consumidor aumente o seu limite de crédito e consiga fazer compras de maior valor. Mas o problema, de acordo com consultores financeiros, é que o risco de superendividamento aumenta.

    Isso porque cada banco concede limites de crédito proporcionais à renda do consumidor. Se uma pessoa tem diversos cartões de crédito, é como se sua renda se multiplicasse quando, logicamente, isso não acontece.

    Atualmente não há qualquer norma que faça com que os bancos concedam crédito com base no histórico de valores que já foram disponibilizados a um cliente por outras instituições financeiras. Também não há norma sobre a prática de permitir o pagamento com dois cartões, segundo o Banco Central.

    “Muito se fala em uso consciente do crédito. Mas deveríamos também falar sobre responsabilidade na concessão, ainda mais em um momento no qual o cartão de crédito é alvo de medidas como a que deve reduzir os juros pagos no crédito rotativo, cobrados quando o consumidor atrasa ou não quita o valor da fatura”, diz Ione Amorim, economista do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).

    Portanto, não é recomendável utilizar dois cartões no pagamento. “Como o consumidor está comprometendo mais do que 30% da sua renda, qualquer imprevisto pode provocar um grande descontrole no orçamento. Ainda que não haja imprevistos, é necessária muita disciplina para acompanhar gastos em mais de um cartão, ainda mais se forem parcelados”.

    Quem deixa de pagar o valor total da fatura, alerta a economista, contrai uma dívida que cresce rapidamente e, portanto, pode ficar além da capacidade de pagamento pessoal.

    O mais indicado é quitar as compras já existentes no cartão para aumentar o limite de crédito disponível até que o valor seja suficiente para realizar a aquisição, diz Ione.

    Em situações de emergência e em casos nos quais o trabalhador tenha um limite de crédito em determinado banco que é inferior a 30% da sua renda, a economista indica negociar um aumento do crédito disponível com a administradora do cartão ao invés de lançar mão desta modalidade de pagamento.
    exame.abril.com.br/seu-dinheiro/por-que-dividir-a-compra-em-dois-cartoes-de-credito-e-uma-cilada

    Cuidado! É uma cilada Bino

    Até mais.

    Geral

    Veja 5 coisas que você deveria comprar com cartão de crédito

    16 de dezembro de 2016

    Em algumas situações, pode ser mais inteligente usar o crédito do que o débito. O cartão de crédito pode ser aliado do bolso, se usado com inteligência.

    Após as 12 medidas econômicas anunciadas pelo governo Temer nesta quinta-feira passada muitos ficaram com dúvidas se ainda vai valer a pena pagar com cartão de crédito ou se valerá mais a pena pagar tudo que for possível com dinheiro, a despeito do problema de segurança de ficar andando com muito dinheiro vivo para cima e para baixo nas cidades por onde vivem. Se cartão de crédito fosse tão ruim assim, o famoso vilão das finanças, por que todo mundo usa? Apesar dessa ferramenta exigir muito cuidado, se usada com sabedoria, ela pode ajudar a manter o bolso saudável. Em bora em certas ocasiões, pode ser mais inteligente usar o crédito do que o débito. A seguir, são listados 5 itens para comprar com cartão de crédito e aproveitar o lado positivo desse instrumento financeiro:

    1) Compras online
    Ao fazer qualquer tipo de compra online e pagar com cartão de crédito, você tem o respaldo do banco se acontecer qualquer tipo fraude, diferente do pagamento com boleto bancário, que não oferece nenhum tipo de proteção. Além disso, você consegue cancelar a compra de forma mais rápida.

    Os dois tipos de fraude mais comuns em compras com cartão de crédito são a não entrega do produto e a clonagem do cartão, como explica Tom Canabarro, co-fundador da empresa Konduto, que trabalha na prevenção de fraudes online. Nessas duas situações, o banco se responsabiliza por resolver o problema e estornar o valor.

    É recomendável, inclusive, desconfiar de sites que só aceitam pagamento por boleto bancário. “Qualquer outro meio de pagamento hoje é mais inseguro que o cartão de crédito. Os bancos têm aperfeiçoado muito suas tecnologias de segurança”, explica Marcos Nunes, diretor geral de segurança digital para a América Latina da empresa UL.

    2) Eletrônicos e eletrodomésticos

    Vale a pena comprar produtos que têm garantia, como eletrônicos e eletrodomésticos, no cartão de crédito, como recomenda o diretor executivo da Associação Brasileira das Sociedades de Microcrédito (ABSCM), Rubens de Andrade Neto. Vários cartões oferecem um tempo de garantia adicional, em parceria com a marca do produto.

    Além disso, o cartão é uma ótima ferramenta de crédito para usar em emergências, quando sua geladeira quebrar, por exemplo. Nesse caso, parcelar pode ajudar a manter o resto do seu orçamento em dia, desde que você se organize para pagar as parcelas e não gaste desenfreadamente, como aconselha a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawawti.

    Outra vantagem é que o cartão dá 40 dias para pagar o produto, o que pode facilitar se tiver um gasto repentino e ainda não recebeu o salário do mês. “Se usado com maturidade, o cartão de crédito é uma ótima ferramenta financeira”, orienta Marcela.

    3) Seguros

    Vários cartões de crédito têm parcerias com seguradoras. Assim, basta usar o cartão e você está protegido por um seguro de vida, de viagem ou de carro, ao alugar um veículo.

    Essa pode ser uma forma interessante de estar protegido e economizar com o custo dos seguros, como recomenda o diretor executivo da ABSCM, Rubens de Andrade Neto.

    Algumas seguradoras também têm cartões de crédito próprio, que dão desconto na contratação ou renovação do seguro e até reduzem o valor do franquia. No entanto, tenha cuidado para não ter cartões demais e esquecer de pagar alguma fatura.

    4) Reserva de hospedagem e aluguel de carro

    É muito comum que hotéis e locadores de veículos exijam um depósito antecipado para realizar a reserva, de valor alto. No entanto, se você fornecer os dados do cartão de crédito antecipadamente, o pagamento pode ser efetuado só depois da utilização do serviço, com mais tempo para se organizar.

    5) Passagens aéreas

    As milhas acumuladas no cartão de crédito podem ser uma ótima alternativa para escapar dos preços altos das passagens aéreas e viajar sem gastar uma fortuna na alta temporada.

    O site Melhores Destinos tem uma lista atualizada de quais são os melhores cartões de crédito para ganhar milhas aéreas, considerando a quantidade de pontos recebida por compras, a taxa de anuidade e o prazo para os pontos expirarem, além de outros benefícios.

    Também é cada vez mais comum os programas de fidelidade realizarem promoções com os cartões. Funciona assim: se você transferir uma quantidade mínima de pontos do cartão de crédito para o programa, na data estipulada, você ganha um bônus de entre 30% e 100%. Veja essas e outras dicas para acumular mais milhas no cartão e viajar de graça.

    Assim como em viagens pagas com dinheiro, há uma enorme variação no custo das passagens por milhas. Não deixe de reservar um tempo para pesquisar.

    EXAME - SEU DINHEIRO - 5 coisas que você deveria comprar com cartão de crédito
    exame.abril.com.br/seu-dinheiro/5-coisas-que-voce-deveria-comprar-com-cartao-de-credito

    Até mais.

    Geral

    5 produtos que mais geram pontos em programas de fidelidade

    10 de dezembro de 2016

    compras-cartao-credito

    Nem todos os produtos geram a mesma quantidade proporcional de milhas ou pontos. Programas de fidelidade funcionam em duas frentes: fazer compras acumula pontuação e esta mesma pontuação pode ser aproveitada para abater valores em futuras novas compras. Nem todos os produtos, todavia, geram a mesma quantidade proporcional de pontos ou milhas.

    Geralmente, as empresas de fidelidade não divulgam cálculos para transformar dinheiro em pontos. Nem sempre as mesmas regras são respeitadas, mas o programa de fidelidade Zimp fez uma média do mercado e divulgou os produtos que rendem mais pontos.

    A partir dessas informações, é possível otimizar o dinheiro quando se necessita comprar mais de um item. Caso queira uma peça de roupa e um livro, por exemplo, o consumidor pode ganhar mais adquirindo primeiramente o vestuário, para ganhar mais pontos e então abater mais do valor da outra compra.

    Confira as cinco categorias de produtos que mais geram pontos:

    Produto Quanto pode ser revertido, em média
    Roupas e acessórios até 10%
    Cosméticos até 8%
    Passagens aéreas até 8%
    Artigos esportivos até 7%
    Bebidas até 6%

    infomoney.com.br/minhas-financas/consumo/noticia/5909231/produtos-que-mais-geram-pontos-programas-fidelidade

    Até o próximo post.

    Convidados

    Como emitir a segunda via da fatura do cartão Carrefour

    27 de setembro de 2016

    Veja neste artigo algumas dicas de como emitir a segunda via da Fatura Carrefour e efetuar o pagamento sem burocracia!

    Hoje em dia existem diversas formas de emitir a segunda via de suas faturas, seja por internet, telefone ou até mesmo na própria loja do Carrefour. Mas para facilitar ainda mais, o Carrefour dispõe de um serviço online com diversas informações e uma delas é a emissão da segunda via da fatura, visto que atualmente muitas faturas não chegam em nossos endereços residenciais, por inúmeros motivos.

    Para emitir a segunda via da Fatura Carrefour, basta acessar o site Carrefour Soluções Financeiras e clicar na opção “Área do cliente”, que está localizado do lado direito na parte superior do site.

    Após isso, basta preencher com seus dados de cadastro. Caso seja seu primeiro acesso, será necessário realizar um breve cadastro, clicando na opção abaixo “Primeiro Acesso? Clique aqui”.  Após isso encontre no site a opção para solicitar o fechamento da fatura e a impressão da segunda via.

    Existe também outras formas para solicitar a segunda via da fatura, além da internet. Você poderá ir até uma loja Carrefour mais próximo de sua residência e solicitar diretamente com os funcionários da Central de atendimento ao cliente.

    Para saber mais informações sobre segunda via de faturas, cartões Carrefour, descontos e muitos mais, basta entrar em contato através dos telefones abaixo:

    • São Paulo e Regiões Metropolitanas
      • 4004 – 6200
    • Demais Localidades
      • 0800 709 6200

    Se você deseja emitir segunda via de outras faturas, como: Fatura Hipercard, Fatura Itaucard, Fatura Casas Bahia, Fatura Riachuelo etc, basta acessar o blog Fatura cartão de crédito.

    Dívidas de cartões de crédito, dívida de cartão de crédito

    Geral

    Programas de milhas: vale a pena participar?

    2 de dezembro de 2015

    Para saber esta resposta é preciso calcular. Os programas de milhagem das companhias aéreas não costumam cobrar para que os participantes criem uma conta pessoal onde poderão acumular suas milhas ou pontos, porém basta um cálculo rápido do quanto é necessário acumular em pontos para obter uma passagem e do tempo que a empresa estipula para você alcançar tais pontos, para perceber que a tarefa não é tão simples assim.

    Confira como funciona o sistema que transforma seus gastos no cartão de crédito em milhas para trocar por passagens aéreas ou em produtos clicando aqui.viajar-com-milhas-de-cartao-de-creditohttp://meubolsofeliz.com.br/noticia/vale-a-pena-participar-de-programas-de-milhas

    Os principais programas de milhas aéreas no Brasil são: TAM Fidelidade, Smiles e Tudo Azul. Os programas de milhagens vinculados ao cartão de crédito aceleram o processo de acúmulos de pontos para posteriormente converter em milhas, mas para usar o cartão de crédito para todos os gastos é preciso ter um bom controle das próprias finanças para não ser perder em dívidas.

    Algumas boas maneiras de fazer o controle das suas milhas são:

    – Monitorar as ofertas;
    – Planejar a compra com antecedência;
    – Fazer bom uso das empresas parceiras;
    – Fazer inscrição nos programas de milhagem sem custos.

    Leia também:

    Entenda como funcionam os programas de milhagem
    Paciência é a palavra-chave para os consumidores aproveitarem os pontos que podem se transformar em passagens aéreas, diárias em hotéis e outros benefícios

    Até o próximo post.

    Convidados

    Guest Post: Construcard Caixa

    9 de novembro de 2015

    Veja como funciona o Construcard Caixa e saiba quais os benefícios oferecidos neste cartão de crédito.

    O Construcard da Caixa é um tipo de financiamento que tem como objetivo ajudar o consumidor a adquirir materiais de construção para a reforma e ampliação de sua casa.

    Como funciona?

    O financiamento oferecido pela empresa possui duas fases, são elas: utilização e amortização. A primeira delas é destinada à aquisição de todo o material que deverá ser utilizado pelo consumidor durante as obras em sua casa.

    O período em que o cartão do Financiamento Construcard pode ser utilizado para a compra dos materiais de construção é de dois a seis meses. Durante esses meses de utilização, o cliente paga apenas as taxas de juros mensais referentes ao financiamento. Os valores são estipulados pelo próprio banco.

    Já a segunda fase é a destinada ao pagamento do valor financiado pelo consumidor. O período de amortização começa imediatamente após o término do período de utilização do financiamento. Ele pode variar de 1 a 94 meses, sendo que o prazo máximo para a quitação da dívida é de 96 meses.

    O pagamento do valor financiado é feito por meio de débito automático em conta corrente do cliente. A data do vencimento é estipulada em um acordo com o consumidor e o banco.

    Construcard-Caixa

    Como contratar?

    Para contratar os serviços do Financiamento da Caixa Econômica Federal, o consumidor deve seguir três passos simples, são eles:

    • Entregar toda a documentação exigida pelo banco em uma das agências da rede;
    • Após a análise da documentação, o cliente deve assinar o contrato e recolher as taxas referentes ao processo;
    • Utilizar o Cartão Construcard da Caixa nas lojas especializadas em materiais de construção.

    Quais os requisitos para contratar o financiamento?

    Os interessados em contratar o serviço do Construcard devem ser pessoa física, possuir uma conta corrente na Caixa Econômica Federal, ter mais de 18 anos ou ser emancipado de acordo com as normas da lei e ser aprovado nas avaliações e de risco realizadas pelo banco.

    Esta última é feita no momento em que os documentos são entregues com o pedido de abertura do financiamento. Sendo assim, o mesmo só liberado após a aprovação dessa etapa.

    Este artigo foi elaborado por Jeane Braga Pereira autora do blog http://guiafinanciamento.net

    Geral

    Maneiras de perder dinheiro

    21 de maio de 2015

    A estratégia para alcançar a estabilidade financeira todo mundo provavelmente já sabe: gastar menos do que ganha, poupar uma parte do que recebe todo mês e investir outra parte em um aplicações financeiras de acordo com o seu perfil. Embora tudo isto pareça simples na teoria, na prática muitas pessoas não conseguem ter uma vida financeira equilibrada.

    O blog Resenha Virtual descreveu 13 maneiras para você perder dinheiro. Claro que ninguém quer perder dinheiro, logo, é necessário fazer tudo ao contrário. Confira:

    1. PASSEAR À TOA PELO SHOPPING

    Esse item é para você que ainda está com alguma dificuldade em controlar seus impulsos em compras. Um simples passeio pelo shopping center pode resultar em gastos adicionais.

    Além das despesas previstas, como cinema, pipoca e refeição, por exemplo, é grande a chance da pessoa sair de lá com uma compra que não estava nos planos. O caso é que no shopping, somos bombardeados por ações de compra, então se você tem dificuldades em segurar seus impulsos, o ideal é evitar a tentação.

    2. NÃO SABER O PREÇO JUSTO DAS COISAS

    Ainda no exemplo do Shopping, se o consumidor vai lá para comprar uma calça que custa R$ 100, não parece muito gastar R$ 7 num café, mesmo ciente de que o café não vale tudo isso e é mais barato em outro lugar.

    O consumo responsável está relacionado a pagar um preço justo e evitar pagar o que não achamos justo. è bom lembrar que uma coisa é você optar por esse gasto sabendo que está dentro do orçamento e outra é não ter controle algum sobre isto.

    3. COMPRAR TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO

    O produto é unanimidade, entre os especialistas em finanças pessoais, quando se fala em uso indevido do dinheiro. O título de capitalização é vendido como se fosse muito vantajoso porque o dinheiro é devolvido corrigido pela TR (Taxa Referencial), ela foi criada no Plano Collor II para substituir os antigos cálculos de correção monetária.

    Mas a TR tem um valor muito abaixo da inflação. Assim, quando se “investe” em capitalização é como se investisse na sorte, uma vez que a chance de ser sorteado é mínima. Então, é melhor aplicar o dinheiro na poupança e ganhar os juros.

    4. USAR O CHEQUE ESPECIAL

    Quem tem cheque especial costuma usá-lo como uma espécie de renda extra. O problema é que os juros cobrados no especial são muito altos! Em caso de necessidade, é melhor pegar um empréstimo pessoal no banco, porque os juros serão mais baixos.

    5. PAGAR O VALOR MÍNIMO DA FATURA DO CARTÃO DE CRÉDITO

    Os cartões de crédito estão entre os maiores vilões do endividamento, mostram dados de pesquisas recentes, 28% dos inadimplentes tinham dívida no cartão. Quem não paga a fatura integral do cartão se vê numa bola de neve da qual é muito difícil sair.

    Os juros são os mais altos do mercado para pessoas físicas: 9,37% ao mês, ou 192,94% ao ano, segundo a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

    6. COMPRAR TUDO QUE ESTÁ EM OFERTA, PROMOÇÃO E LIQUIDAÇÃO

    Comprar produtos que estão em oferta pode ser um ótimo negócio, mas apenas se esse gasto já estiver previsto no seu orçamento. As pessoas acabam comprando produtos em promoção sem necessidade.

    A pessoa vai comprar um determinado produto, mas a loja está vendendo pela metade do preço, então ela aproveita e leva três. Mas isso só é vantajoso se você realmente estiver precisando dos três.

    7. TER UM PLANO DE CELULAR FORA DO SEU PERFIL

    Quando você contrata um plano de celular que dá direito a 500 minutos de ligações e usa apenas 300, por mais barato que ele seja, você está jogando dinheiro fora, porque está pagando por mais do que precisa.

    Ao mesmo tempo, se seu plano dá direito a 500 minutos e você usa 600, vai pagar caro pelos 100 minutos adicionais. Sendo assim, é necessário adequar o plano ao seu perfil de uso para não perder dinheiro.

    8. PAGAR POR BENEFÍCIOS NÃO USADOS

    Os bancos costumam oferecer contas com muitos benefícios para quem tem renda mais alta, como atendimento preferencial, cartão de crédito com limite mais alto etc.

    De nada adianta ter tudo isso e não usar, porque esses benefícios são cobrados nas tarifas bancárias e na anuidade do cartão de crédito, por exemplo. A maior parte dos cartões cobra taxas mais caras para que você receba mais milhas, e o consumidor acaba não usando essas milhas depois.

    9. OPTAR PELO PACOTE BANCÁRIO ERRADO

    Os bancos são obrigados a oferecer alguns serviços básicos gratuitamente para seus clientes. Mesmo assim, muita gente contrata pacotes de serviços que não são usados. Se a pessoa faz operações, como transferências de uma conta para outra, por exemplo, em quantidades que não estão incluídas no pacote, precisando pagar mais por isso. É importante, assim, ter atenção na hora de escolher o pacote.

    10. CONTRATAR SEGURO PARA CARTÕES

    O valor mensal do seguro contra perda e roubo de cartão (de crédito ou débito) é pequeno. Poderia ser até um gasto interessante, se não fosse inútil. Segundo Maria Inês Dolci, da Proteste, todo consumidor tem o direito de contestar e reaver o dinheiro em caso de fraude envolvendo o cartão, mesmo que não tenha pago o seguro.

    Em vez de contratar seguro, é preciso avisar logo a operadora em caso de perda ou roubo.

    11. ACREDITAR EM DINHEIRO RÁPIDO E FÁCIL

    Acreditar em maneiras milagrosas de ficar rico é outra forma de perder dinheiro facilmente, alertam os especialistas. Entrar em esquemas de pirâmide financeira é um bom exemplo. Uma empresa procura pessoas que não só vendam seus produtos, mas também, e principalmente, recrutem novos associados.

    O maior ganho de quem entra num esquema assim vem justamente desse recrutamento. Esse esquema é ilegal e, geralmente, beneficia somente quem entrou primeiro e conseguiu levar outras pessoas para a empresa.

    12. PAGAR PARA CONSULTAR LISTA DE “NOME SUJO”

    Há muitos anúncios em sites de “Consultas a SPC e Serasa a partir de R$ 10.” Essas propagandas são comuns pelas ruas e pela internet, mas representam um gasto totalmente inútil.

    Isso porque o consumidor não precisa pagar para saber como anda sua situação nos cadastros de proteção ao crédito. É seu direito ter acesso a essa informação gratuitamente.

    13. NÃO FAZER CONTROLE FINANCEIRO

    Por último, mas não menos importante! Anotar os gastos diários numa planilha é atitude simples, mas que pode fazer toda a diferença no fim do mês. Pois quem não faz controle financeiro tende a gastar mais.

    Essa atitude evita que o consumidor gaste além do que ganha e perceba exatamente onde estão as despesas que podem ser cortadas em caso de necessidade.
    resenhavirtual.com.br/blog/13-maneiras-de-perder-dinheiro

    cofre de porquinho magro

    Até o próximo post.