Faltou energia: Obrigado Eletropaulo !
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Faltou energia: Obrigado Eletropaulo !

16 de fevereiro de 2014

A Eletropaulo que um dia já foi a queridinha de dividendos da bolsa de valores brasileira, caiu 50% em 2013, sendo que possui dívidas elevadas e pressões da Justiça e da Aneel. A empresa paulista de energia passou a ser um dos patinhos feios do setor elétrico.

Vejam este dado de alguns anos atrás:

– DY: 23,6% – Depois da Eletropaulo, a segunda colocada no quesito dividendos atualmente (20/09/2011) é a Light (LIGT3) com DY de 13,51%.
Fonte: http://www.ricoporacaso.com/2011/09/analise-eletropaulo-elpl4.html
DY = Dividend Yield, que nada mais é do que o dividendo pago por ação dividido pelo preço da ação. É o rendimento gerado para o dono da ação pelo pagamento de dividendos.

Um ponto muito fora da curva foi no passado, distribuiu proventos demais, fato que beneficiou apenas os acionistas, principalmente os grandes, em detrimento das cidades do estado de São Paulo que careceram e carecem ainda de muito investimento na área de energia elétrica nas regiões exploradas pela Eletropaulo.

As gestões do estado de São Paulo, assim como da cidade de São Paulo, uma das cidades que mais consomem energia elétrica no país, pouco fizeram para melhorar este setor durante estes 20 anos que se passaram desde as privatizações(concessões, nome bonitinho que os “socialistas” gostam de usar) começaram.

Dado este monte de coisas, após mais um dia de blackout em São Paulo/SP, fiação maioria ainda não foi enterrada, embora devessem devido ao contrato feito, mais árvores caírem, mais transformadores explodirem, eu venho agradecer a Eletropaulo:

– Obrigado Eletropaulo por mais um banho gelado e mais 14 lances de escada, pelo menos as cachorras ficam em forma.

Veja também:

 

Até o próximo post.

20 Comments

  • Reply Vilmar 20 de abril de 2016 at 17:24

    AES TIETÊ mudou o código na bolsa, para quem não sabia ainda, segue:

    Mudou de GETI3/GETI4 para TIET11
    4/1/2016 20:19:37
    Bastter.com – Ação – AES TIETE (GETI3, GETI4)

    As ON’s e PN’s foram convertidas em units e trocou o código TIET.

  • Reply VILMAR 13 de janeiro de 2015 at 10:14

    Jantar a luz de velas, obrigado eletropaulo, empresa ruim!
    subir 14 andares a pé!

  • Reply Vilmar 28 de novembro de 2014 at 17:37

    DESTAQUES DO MÊS 28-11-2014 | 17h59
    Eletropaulo sobe 34% em novembro; veja as melhores e piores ações do mês
    Entre as companhias que chamaram atenção em novembro estão ainda queda de 26,5% da CSN, além da alta dos bancos, que subiram até 7% neste mês
    infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3721414/eletropaulo-sobe-novembro-veja-melhores-piores-acoes-mes

  • Reply Vilmar 3 de julho de 2014 at 10:51

    09h47 : Aneel aprova reajuste médio de 18,66% nas tarifas da Eletropaulo

    BRASÍLIA (Reuters) – A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a aplicação de um reajuste médio de 18,66 por cento nas tarifas da distribuidora de eletricidade Eletropaulo a partir de sexta-feira.

    O Índice de Reajuste Tarifário (IRT) aprovado pela agência nesta quinta-feira ficou em 9,06 por cento, inferior aos 16,69 por cento pedidos pela distribuidora.

    O reajuste foi definido com base na aplicação já neste ano de 50 por cento de devolução dos 626 milhões de reais devidos pela empresa aos consumidores. Na terça-feira, a Aneel tinha aprovado a devolução em até quatro anos. Com isso, inicialmente, a previsão era que a agência obrigaria a devolução de 25 por cento da quantia total a cada ano.

    (Por Leonardo Goy)

  • Reply Vilmar 9 de junho de 2014 at 12:47

    12h17 : Carga de energia no sistema elétrico do Brasil sobe 2,7% em maio, diz ONS

    SÃO PAULO (Reuters) – A carga de energia no sistema elétrico brasileiro subiu 2,7 por cento em maio sobre um ano antes, mas recuou 2,8 por cento na comparação com abril, para 62.446 megawatts médios, informou o Operador Nacional do Sistema (ONS), nesta segunda-feira.

    No Sudeste/Centro-Oeste houve um aumento de 0,4 por cento na carga em maio ante mesmo período de 2013, diante de um cenário em que a indústria não vem apresentando uma dinâmica de crescimento bem definida. Em relação a abril, essa região teve uma queda de 2,9 por cento na carga.

    No Sul, a carga cresceu 2,2 por cento ante maio de 2013 e caiu 3,6 por cento em relação a abril, numa região também impactada pelo comportamento da indústria, que não vem apresentando fortes taxas de crescimento.

    No Nordeste, a carga cresceu 3,4 por cento ante maio do ano passado e caiu 2,4 por cento ante abril deste ano, sustentada pelo comportamento da carga residencial e comercial, reflexo da incorporação de aparelhos elétricos para refrigeração às residências e ao comércio.

    A carga no Norte em maio, sem considerar o efeito da integração de Manaus ao sistema interligado em 9 de julho de 2013, caiu 1,4 por cento em maio, resultado justificado pela redução de carga de consumidores livres eletrointensivos. Em relação a abril, a queda foi de 1,7 por cento.

    (Por Anna Flávia Rochas)

  • Reply Vilmar 2 de junho de 2014 at 14:51

    13h04 : Presidente da AES Brasil defende discussão sobre redução da geração hidrelétrica

    SÃO PAULO (Reuters) – O presidente da AES Brasil, Britaldo Soares, disse nesta segunda-feira que os fundamentos que definem o rebaixamento da geração hidrelétrica, que tem ocorrido atualmente diante do baixo nível dos reservatórios das usinas, devem ser discutidos.

    A geração hidrelétrica tem sido reduzida pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para preservar o nível das represas em um ano de estiagem anormal, enquanto as usinas térmicas estão fortemente acionadas para garantir o abastecimento de energia do país.

    Mas ao reduzir o acionamento das hidrelétricas, algumas geradoras ficam expostas à compra de energia a preços mais caros de curto prazo para cumprir os contratos, implicando gastos que podem chegar a 24 bilhões de reais no ano, segundo estimativas de mercado.

    “Precisamos discutir os fundamentos desse rebaixamento”, disse Soares a jornalistas, após evento de inauguração de subestação em São Paulo.

    O governo federal já disse que não avalia mecanismos para ajudar as geradoras a lidarem com esses gastos, pois considera que esse é um risco do negócio com o qual as empresas devem saber lidar.

    “Tem aspectos que podem ser risco do negócio, tem aspectos que não necessariamente”, disse Britaldo ao acrescentar que algumas ações que definem o rebaixamento da garantia física das hidrelétricas independem da gestão das empresas.

    A AES Tietê, geradora de energia do grupo AES Brasil, deve ser negativamente impactada em 350 milhões a 500 milhões de reais neste ano diante do rebaixamento da garantia física das hidrelétricas, conforme já informou a empresa na divulgação dos resultados do primeiro trimestre.

    “Estamos gerenciando a companhia e preparados para isso … Gerenciar a companhia é uma coisa, mas isso não quer dizer que vamos estar também abrindo mão de uma discussão sobre os fundamentos dos impactos na geração”, afirmou Britaldo, que não quis antecipar quais as medidas que as geradoras preparam para motivar esse debate com o governo federal.

    O executivo disse que, no setor de geração, ainda se avalia o tamanho do impacto do rebaixamento e que ainda há muito o que progredir nas discussões.

    A Associação dos Produtores Independentes de Energia (Apine) já informou que prepara estudo sobre o impacto da redução hidrelétrica para apresentar ao governo federal.

    (Por Anna Flávia Rochas; Edição de Marcela Ayres)

  • Reply Vilmar 13 de maio de 2014 at 12:02

    12/05/2014 19h13 – Atualizado em 12/05/2014 21h34
    Lobão descarta racionamento de energia e critica sistema Cantareira
    ‘Se faltar energia do Sudeste, podemos trazer de outras regiões’, disse.
    Em SP, ministro apontou que situação é resultado de falta de investimento.
    g1.globo.com/economia/noticia/2014/05/lobao-descarta-racionamento-de-energia-e-critica-sistema-cantareira.html

  • Reply Vilmar 24 de abril de 2014 at 17:01

    16h41 : Setor elétrico corre para finalizar obras para Mundial

    Por Anna Flávia Rochas

    SÃO PAULO (Reuters) – A pouco mais de um mês para o início da Copa do Mundo no Brasil, distribuidoras de energia elétrica ainda correm para finalizar obras necessárias ao atendimento público durante o evento, sendo que alguns empreendimentos só deverão ficar prontos em maio, às vésperas da competição.

    A demora para concluir todas as obras ocorre apesar de algumas concessionárias terem reduzido a lista de empreendimentos considerados essenciais para a realização do evento, e a expectativa é que tudo deva estar concluído em maio, conforme apuração da Reuters com as distribuidoras de energia.

    Embora a maioria dos projetos esteja pronta e empresas afirmem que o atendimento está garantido, em alguns Estados, obras relacionadas ao fornecimento de energia para os estádios que abrigarão partidas da Copa ainda não foram totalmente concluídas. Algumas dessas obras já eram apontadas por atrasos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em relatório emitido em fevereiro.

    A Aneel deve divulgar em breve uma nota técnica atualizada com informações sobre as obras. A Reuters entrou em contato com as distribuidoras de energia, separadamente, para verificar o avanço dos trabalhos informado à Aneel em 10 de abril para a confecção do relatório atualizado a ser publicado.

    A concessionária paranaense Copel era uma das apontadas em fevereiro como empresa que teria três obras diretamente relacionadas ao estádio de Curitiba não concluídas. Mas, segundo o superintendente de engenharia de expansão da distribuição da Copel, Fernando Gruppelli Jr., as obras relacionadas à Arena da Baixada estão concluídas desde dezembro, e a empresa já comunicou à Aneel que houve um erro no relatório de fevereiro.

    Ele afirmou que a Copel tem 60 por cento das obras para a Copa concluídas ou em fase de conclusão, mas que tudo será terminado até maio. O primeiro jogo em Curitiba ocorre em 15 de junho.

    Gruppelli explicou que algumas linhas de energia previstas para ficarem prontas dependem de entrada em operação de uma subestação de energia. “A subestação Santa Quitéria foi concedida em leilão. A data prevista no contrato de concessão é 10 de maio”, disse ele.

    A subestação Santa Quitéria é de responsabilidade da Caiuá Transmissora, empresa formada por Elecnor e Copel Geração e Transmissão. A Caiuá confirmou que a obra estará pronta até 10 de maio, conforme previsto no contrato de concessão.

    Uma outra obra importante para a Copa é a Subestação Menino Deus, em Porto Alegre, considerada uma das principais fontes de alimentação do Estádio Beira Rio, e cuja construção está a cargo da distribuidora gaúcha CEEE-D. O presidente do Grupo CEEE, Gerson Carrion, garantiu que a obra fica pronta até o fim de abril.

    A CEEE-D inicialmente considerava 22 obras como prioritárias para a Copa do Mundo. Porém, a companhia revisou os números e atualmente oito são consideradas vinculadas à Copa. Dessas oito, cinco foram concluídas e as outras três têm 80 por cento das obras executadas. “As outras (14) serão executadas ao longo de 2014 e primeiro trimestre de 2015”, disse Carrion.

    MANAUS

    Outra preocupação era com a obra para atendimento do estádio de Manaus e que envolve a subestação Seringal Mirim, de responsabilidade da Amazonas Energia. A empresa informou que essa obra será concluída totalmente até maio e que os dois alimentadores destinados à Arena da Amazônia estão concluídos.

    A Aneel também aponta outras obras como importantes para aumentar a confiabilidade do atendimento da região de Manaus, embora não tenham sido incluídas no rol de empreendimentos necessários para a Copa. Essas obras, que podem ajudar a evitar apagões, envolvem as linhas de transmissão Mauá 3 – Jorge Teixeira, da Amazonas Energia, e Jorge Teixeira – Lechuga, da Eletronorte. Uma subestação, a Jorge Teixeira, também da Amazonas Energia, faz parte do conjunto.

    A Amazonas Energia informou que sua linha e subestação serão concluídas até o fim de abril. Já a linha Jorge Teixeira-Lechuga, de 230 KV e a cargo da Eletronorte, empresa da Eletrobras, foi concluída em 14 de março, disse a empresa.

    Na Bahia, a linha de transmissão Federação-Fonte Nova, ficará pronta em maio, disse a distribuidora Coelba. Segundo a empresa, essa linha de transmissão “não compromete o fornecimento de energia à Copa” e a finalização está dentro do cronograma estabelecido pela concessionária. No relatório da Aneel de fevereiro, no entanto, essa obra constava como uma das destinadas a atender o estádio da Copa em Salvador.

    Em Minas Gerais, a Cemig informou que um alimentador que atende o Mineirão ainda não foi concluído mas que com 93 por cento de execução, ficará pronto em maio. Segundo a Cemig, para as obras que ainda não foram concluídas existem planos de contingência que asseguram o fornecimento de energia elétrica “com qualidade e segurança”.

    Outras empresas como a paulista Eletropaulo, a fluminense Light, a CEB de Brasília, afirmaram que estão com todas as obras ou a maior parte delas concluídas e que não haverá riscos ao fornecimento de energia durante as partidas Copa.

    E vai faltar água, vai faltar luz, vai faltar telefonia #ImaginaNaCopa !

  • Reply vilmar 10 de abril de 2014 at 23:24

    Energia17/03/2014 – 06:48:46 – Versão para impressãoSubsídio a energia já atinge os R$ 63 bi Share on facebookShare on twitterShare on emailShare on printMore Sharing Services
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    Dispêndio para segurar preços de eletricidade e combustíveis em ano eleitoral iguala gastos com programas sociais. Em proporção do PIB, valor cresceu 310% no governo Dilma, saindo de 0,29% em 2011 para 1,19% neste ano.
    Os gastos para evitar reajustes na conta de luz, na gasolina e no diesel às vésperas das eleições presidenciais podem chegar a R$ 63 bilhões neste ano, conforme cálculo feito pelo CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura) a pedido da Folha.
    O valor disparou em proporção do PIB (Produto Interno Bruto) no governo da presidente Dilma Rousseff, saindo de 0,29% em 2011 para 1,19% neste ano.
    Para especialistas, os subsídios drenam o caixa da Petrobras, derrubando os investimentos e o preço das ações da estatal, prejudicam o setor de etanol com a concorrência desleal entre álcool e gasolina e estimulam o consumo de eletricidade em época de risco de racionamento.
    A Petrobras não comenta. O Ministério de Minas e Energia sustenta que o socorro ao setor elétrico é um empréstimo, já que o Tesouro será ressarcido nos próximos cinco anos.
    Os desembolsos desses subsídios serão feitos, direta ou indiretamente, pela Petrobras (R$ 42 bilhões), que banca a diferença entre os preços dos combustíveis praticados no exterior e no Brasil, pelo Tesouro (R$ 13 bilhões), que vai cobrir parte do rombo das distribuidoras de energia, e pelos bancos (R$ 8 bilhões) que financiarem a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).
    A câmara, que pertence às empresas e atua na regulação do mercado, vai captar recursos para ajudar as distribuidoras, com o compromisso de que as tarifas de luz serão reajustadas a partir de 2015 para pagar os empréstimos.
    “O rombo no setor de energia seria suficiente para dobrar os investimentos públicos, uma das grandes frustrações do país”, diz Mansueto de Almeida, especialista em finanças públicas. No ano passado, o governo investiu R$ 63,2 bilhões, incluindo o Minha Casa, Minha Vida.
    Os gastos para evitar o encarecimento da energia são quase iguais aos da assistência social, incluindo o Bolsa Família (R$ 62,5 bilhões), e superam os desembolsos com seguro desemprego e abono salarial (R$ 46,4 bilhões).
    “Os subsídios escondem da sociedade o preço alto da energia, mas isso acaba sendo cobrado de outra forma”, diz Paulo Pedrosa, presidente da Abrace (associação dos grandes consumidores).
    “O governo cometeu um erro grave ao baixar os preços da eletricidade no momento em que precisou ligar todas as termelétricas”, disse Adriano Pires, diretor do CBIE.
    Desde 2012, quando Dilma anunciou que a tarifa de luz cairia, dois fatores pressionaram os custos para as distribuidoras. Com a falta de chuvas, foi preciso acionar as termelétricas, mais caras que as hidrelétricas. Além disso, as distribuidoras não conseguiram comprar energia suficiente nos leilões e tiveram que recorrer ao mercado livre, a preços bem maiores.
    Cemig, Cesp e Copel –estatais controladas por governos de oposição que preferiram não renovar suas concessões– praticamente saíram dos leilões de longo prazo e estão vendendo sua energia no mercado livre.
    No setor de combustíveis, a situação também é preocupante. As dificuldades de produção e refino da Petrobras fizeram a participação do diesel importado no consumo nacional sair de 8% em 2009 para 17% em 2013. Na gasolina, a alta foi de 0% para 9% (Folha de S.Paulo, 16/3/14)

  • Reply Vilmar 8 de abril de 2014 at 15:17

    13h02 : Carga de energia no sistema elétrico brasileiro sobe 2,5% em março

    SÃO PAULO (Reuters) – A carga de energia elétrica no sistema brasileiro subiu 2,5 por cento em março ante mesmo período do ano passado, um crescimento mais moderado em relação ao registrado nos meses anteriores e justificado, entre outros fatores, por menor número de dias úteis, informou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

    A carga consumida em março foi de 66.086 megawatts médios, que representa uma queda de 6,2 por cento em relação a fevereiro.

    Além do menor número de dias úteis em março, o ONS informou nesta terça-feira, que dados da Fundação Getúlio Vargas referentes ao nível de utilização da capacidade instalada da indústria também sinalizam que houve uma possível redução da carga industrial em março ante fevereiro.

    O Sudeste/Centro-Oeste, onde está 60 por cento da carga industrial do sistema elétrico, teve um aumento de 2,3 por cento na carga em março sobre um ano antes. O Sul registrou aumento de 4,9 por cento, no Nordeste houve alta de 1,8 por cento, e o Norte teve crescimento de 0,7 por cento na carga de energia.

    (Por Anna Flávia Rochas)

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  • Reply Vilmar 25 de março de 2014 at 15:52

    13h52 : Cesp entra na justiça para impedir leilão de usina Três Irmãos

    SÃO PAULO, 25 Mar (Reuters) – A Cesp entrou com um pedido de liminar na justiça para impedir a realização do leilão da hidrelétrica Três Irmãos na próxima sexta-feira, em mais uma tentativa da estatal paulista de bloquear a licitação da usina que ainda operada.

    A Cesp também aguarda para breve a divulgação de uma portaria pelo governo federal sobre os critérios de pagamento da indenização que tem a receber pela usina, que não teve sua concessão renovada antecipadamente em 2012, e que por isso será licitada.

    “Não somos contra o leilão, mas (contra) o momento de fazer o leilão sem nos pagar (indenização) e sem definir quem vai operar o canal e a eclusa”, disse presidente da Cesp, Mauro Arce, em teleconferência com analistas e jornalistas nesta terça-feira.

    O leilão da hidrelétrica está marcado para o próximo dia 28, e o edital não prevê quem será responsável por operação do canal de navegação Pereira Barreto e das eclusas, os quais a Cesp considera que fazem parte da usina. A Cesp também ainda não recebeu do governo federal indenização por investimentos não amortizados na hidrelétrica.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) rejeitou na semana passada pedido de impugnação do edital do leilão feito pela Cesp. A empresa também entrou com recurso no Tribunal de Contas da União (TCU).

    Arce explicou que a empresa esperava que o TCU tomasse uma decisão relacionada ao leilão, analisando o seu questionamento sobre a exclusão das eclusas e do canal do edital, antes do leilão.

    Como o tema não entrou na pauta da reunião da plenária do TCU na semana passada, a empresa decidiu entrar na última sexta-feira com o mandado de segurança na Justiça Federal de Brasília pedindo liminar para impedir o leilão.

    “A nossa expectativa é de que os juízes se manifestem até o meio dessa semana”, disse o diretor Financeiro da Cesp, Almir Martins.

    A hidrelétrica Três Irmãos recebeu visitas técnicas de sete empresas interessadas em avaliar a participação no leilão — AES Tietê, Copel, Furnas, Geração Paranapanema, Campos Novos Energia, Enerpeixe e Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia).

    PORTARIA SOBRE INDENIZAÇÃO

    A Cesp espera que o governo federal divulgue em breve uma portaria com diretrizes sobre o pagamento da indenização por investimentos não amortizados em usinas cujas concessões não foram renovadas por seus concessionários.

    A expectativa, segundo Mauro Arce, é de que haja menção aos valores a serem recebidos, mas não necessariamente um cronograma sobre o pagamento.

    O governo federal estima que a Cesp tenha a receber cerca de 1,7 bilhão de reais por investimentos não amortizados na hidrelétrica Três Irmãos, enquanto que a geradora estima 3,5 bilhões de reais. A empresa também não renovou as concessões antecipadamente, de acordo com regras do governo federal, das hidrelétrica Jupiá e Ilha Solteira, cujas concessões vencem em julho de 2015.

    O diretor financeiro da Cesp acrescentou que a geradora não teria condição de participar do leilão de energia A-0 marcado para 25 de abril caso o governo federal realmente defina no edital um único prazo de contratação, de maio deste ano até o final de 2019, conforme indicam as diretrizes para o certame.

    Isso porque a empresa deixará de contar a partir de julho de 2015 com a energia das hidroeléctricas Ilha Solteira e Três Irmãos, sem ter energia disponível para atender a todo esse prazo do leilão.

    “A Cesp não tem condição de entrar porque só temos energia até julho de 2015… a não ser que no detalha mento (do leilão) quebrem os prazos”, disse Martins, ao acrescentar que considera ser “provável” que haja sucesso no leilão.

    “Vamos esperar o edital para verificar se tem alguma condição, se a gente poderia se enquadrar”, acrescentou o presidente Mauro Arce.

    O leilão A-0 é destinado à reduzir a descontratarão das distribuidoras de energia, diminuidor seus gastos com energia cara no mercado de curto prazo. No último leilão de energia destinado a reduzir essa descontratarão, realizado em dezembro do ano passado, a Cesp foi uma das principais vendedoras de energia.

    (Por Anna Flávia Rochas; Ediçõa de Roberta Vilas Boas e Raquel Stenzel)

  • Reply Vilmar 14 de março de 2014 at 13:59

    akakka, este governo das dilmanta e manteiga é uma piada…dá-lhe contabilidade criativa ahahahah:

    14/03/2014 às 05h00
    Medidas reduzem despesa do Tesouro em R$ 8 bilhões

    O modelo escolhido pelo governo para socorrer o setor elétrico reduz em R$ 8 bilhões a conta que teria de ser paga pelo Tesouro Nacional. Em vez de assumir os pagamentos integralmente como no ano passado, o governo federal decidiu que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), ente privado e espécie de condomínio de empresas que não faz parte da contabilidade pública, tomará empréstimo de R$ 8 bilhões para repassar às distribuidoras. A engenharia montada pelo governo originou uma brincadeira entre analistas e empresas do setor com a sigla da CCEE, que foi chamada de ‘Contabilidade Criativa de Energia Elétrica’.

    valor.com.br/brasil/3479414/medidas-reduzem-despesa-do-tesouro-em-r-8-bilhoes#ixzz2vxPS2OQz

  • Reply Vilmar 13 de março de 2014 at 19:24

    13/03/2014 às 18h20
    Conta de energia será dividida por União, empresas e consumidores
    Por Leandra Peres, Daniel Ritner, Eduardo Campos e Rafael Bitencourt | Valor

    BRASÍLIA – (Atualizada às 18h40) Na tarde desta quinta-feira, 13, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou um pacote de medidas para socorrer o setor elétrico, que vive crise de desabastecimento por conta da escassez de chuvas, neste início de ano. Segundo o ministro, o ônus com os gastos, bilionários, com o acionamento das usinas térmicas e com a exposição involuntária das distribuidoras de energia será dividido entre a União, o sistema elétrico e os consumidores.

    Mantega disse que as medidas estão sendo adotadas para “equacionar a elevação temporária” dos custos. “Vamos dividir o ônus entre o Tesouro, os consumidores e o próprio setor”, afirmou o ministro.

    Mais recursos

    De acordo com ele, o Tesouro fará um aporte de R$ 4 bilhões na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) — além dos R$ 9 bilhões previstos em orçamento para o setor.

    Na segunda medida, o governo autorizará a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) a contratar um financiamento de R$ 8 bilhões para pagar as contas das distribuidoras mensalmente – uma operação inédita.

    Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, esses recursos serão suficientes para cobrir as necessidades do setor e conter a volatilidade dos preços.

    De acordo com o secretário, há recursos tributários, via extensão do Refis (refinanciamento de dívidas de empresas com o fisco) ou de tributação, para cobrir esses R$ 4 bilhões a mais em gastos.

    Augustin, no entanto, não disse quais impostos podem ser elevados ao longo do ano para fazer frente a essa nova despesa. “Vamos anunciar em detalhes isso, mas não neste momento. Na medida que forem sendo definidos, vamos anunciar as repercussões tributárias, mas há fontes para fazer esse aporte”, disse em entrevista no Ministério da Fazenda.

    O secretário também falou que essa captação da CCEE não tem impacto fiscal, pois se trata de entidade privada. “Ela [CCEE] vai falar com bancos públicos e privados, com custo de mercado. Não tem subsídio, ela vai no mercado tomar esses recursos”, disse.

    Leilão

    Mantega anunciou, ainda, um leilão especial de energia “existente”, que tentará cobrir — pelo menos parcialmente — a diferença entre o que as distribuidoras já conseguiram contratar e o que precisam oferecer a seus consumidores. O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirmou que esse leilão especial ocorrerá no dia 25 de abril.

    O objetivo do governo é que as empresas possam contratar pelo menos parte dos 3,5 mil MW médios de “exposição involuntária”. Elas não conseguiram comprar essa eletricidade nos últimos leilões do governo e precisam recorrer ao mercado de curto prazo, onde o preço do megawatt-hora atingiu um recorde de R$ 822,83 (o teto regulatório), para cobrir a diferença.

    Zimmermann disse que outra parte do problema será resolvida em 2015. A partir de janeiro, a usina hidrelétrica de São Simão entra no sistema de “cotas” dadas às distribuidoras. Ela pertence à Cemig, que não quis renovar a concessão da usina, e será devolvida à União.

    Só a hidrelétrica de São Simão tem 1,2 mil MW médios — o megawatt-hora cairá de cerca de R$ 100 para R$ 30. Em junho, outros 4,5 mil MW médios de outras usinas entram no mesmo sistema, segundo Zimmermann. “Isso é um fator de rebaixamento das tarifas”.

    (Leandra Peres, Daniel Ritner, Eduardo Campos e Rafael Bitencourt | Valor)
    valor.com.br/brasil/3478892/conta-de-energia-sera-dividida-por-uniao-empresas-e-consumidores#ixzz2vssSFXVG
    elétricas vão explodirrr eeheheh

  • Reply Vilmar 11 de março de 2014 at 15:01

    12h35 : Repasse de R$1,2 bi garante adimplência de distribuidoras de energia

    SÃO PAULO, 11 Mar (Reuters) – O repasse de 1,2 bilhão de reais do governo às distribuidoras de energia anunciado no fim da semana passada garante, neste momento, o cumprimento das obrigações do setor, informou a associação das distribuidoras, Abradee, em comunicado nesta terça-feira.

    “A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) esclarece que a medida resolveu de forma parcial os impactos dos custos adicionais com compra de energia pelas distribuidoras, garantindo, neste momento, a adimplência setorial”, informou em nota à imprensa.

    O governo informou na sexta-feira que o Tesouro Nacional anteciparia 1,2 bilhão de reais às distribuidoras de energia via Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), para cobrir gastos das distribuidoras em janeiro relacionados principalmente à compra de energia no mercado de curto prazo, em momento em que a energia está mais cara por forte geração termelétrica.

    Mas o repasse não cobriu o total das obrigações das distribuidoras no mercado de curto prazo em janeiro, que superariam 2 bilhões de reais segundo, dados preliminares da Abradee.

    Além disso, o governo federal ainda não definiu uma solução para cobertura de gastos das distribuidoras para os próximos meses do ano.

    “A Abradee continuará com as tratativas junto ao governo na busca de soluções mais sustentáveis para o setor e reafirma seu compromisso de garantir que haja recursos suficientes para fazer os investimentos necessários à manutenção e melhoria da qualidade dos serviços prestados”, informou a associação.

    As distribuidoras de energia deverão aportar até o fim desta terça-feira as garantias referentes às suas operações no mercado de curto prazo de energia referente a janeiro. O resultado da liquidação deve ser divulgado ainda nesta semana pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

    (Por Anna Flávia Rochas)

  • Reply Vilmar 10 de março de 2014 at 16:07

    Apagão se tornou a ‘desculpa perfeita’ para investidor sair da Bolsa, diz gestor

    http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3225921/apagao-tornou-desculpa-perfeita-para-investidor-sair-bolsa-diz-gestor

  • Reply vilmar 20 de fevereiro de 2014 at 14:47

    http://www.infomoney.com.br/eletropaulo/noticia/3202336/maior-bilionario-bovespa-vende-milhoes-acoes-eletropaulo

    Rumo ao pó, pobre afundamentos, rsrsrs

    • Reply Vilmar 14 de abril de 2014 at 21:14

      NA CBN
      Crise no setor elétrico: São Pedro não tem culpa. Falta planejamento
      Na área da energia, o problema não é só a falta de chuvas. Também faltou planejamento. Decisões erradas foram tomadas; quando houve o leilão, empresas ganharam obras demais e não conseguiram realizá-las.

      Reportagem publicada hoje pelo “Estadão” mostra que o atraso das usinas térmicas deixou o país sem 3 mil MW. O jornal fez um levantamento minucioso de 70 empreendimentos cujo cronograma foi revisto várias vezes – alguns deles, dez vezes. Esses projetos aparecem no cronograma do Comitê de Monitoramento de Energia como sucessivamente atrasados.

      Outro ponto importante: como um grupo inexperiente, como o Bertin, ganhou tantos leilões? Vale a pena explicar esse ponto novamente: quando foi feita a mudança no Grupo Bertin, que era do setor de carne, com a política incentivada pelo BNDES de concentração do segmento para fazer do Brasil um grande campeão nessa área, ele vendeu para o JBS o negócio de carne e entrou no de energia. Mesmo sem entender do setor. Apesar de não ter expertise e experiência, ganhou uma quantidade grande de térmicas. Se tivessem ficado prontas, seriam mais 5 mil MW.

      O Bertin ofereceu o menor preço, mas não poderia ser só isso. Deveriam ter sido estipuladas regras que evitassem a concentração. A Chesf, por exemplo, concentrou demais as linhas de transmissão. Eólicas estão prontas, funcionando, gerando energia, para nada, porque a Chesf não fez as linhas. E há três anos estamos falando dessas eólicas que giram no vazio, assunto discutido até pelo New York Times que, nesse fim de semana, publicou uma matéria sobre o “país do atraso”. O jornal nostrou obras abandonadas. Há exemplos disso em várias áreas, não apenas no setor de energia. As eólicas aparecem como um dos exemplos de que o Brasil não consegue terminar o que começa.

      Essa matéria do Estadão mostra apenas a ponta do iceberg. Em muitos outros projetos na área de energia, foram tomadas decisões erradas. Até as grandes hidrelétricas estão atrasadas.

      Por falta de planejamento, portanto, 70 usinas não entraram em operação, deixando o país sem 3 mil MW. Dos 5 mil MW das térmicas do grupo Bertin, só algumas estão funcionando. Em outros casos, empresas estatais não conseguiram fazer a linha de transmissão. Isso tudo é parte importante da crise no setor de energia, que não tem como culpado só São Pedro.
      oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2014/04/14/crise-no-setor-eletrico-sao-pedro-nao-tem-culpa-falta-planejamento-531055.asp

  • Reply Vilmar 19 de fevereiro de 2014 at 13:19

    07h35- Felipe Moreno
    Apagão: estamos mesmo à beira de um novo racionamento de energia?
    Para consultoria PSR, a chance bateu os 18,5%; reservatórios atingiram o menor patamar desde 2001

    SÃO PAULO – A “segurança energética” brasileira é um assunto que perdura gerações de debate: a matriz é altamente diversificada, mas ainda depende fortemente da geração hidrelétrica, correspondente por cerca de 75% de toda a energia consumida no Brasil. Se não chove, os reservatórios diminuem e a possibilidade de que se falte energia no País cresce – a despeito da existência de um “sistema de reservas”.

    Em fevereiro, a ameaça de um racionamento se tornou bastante real – para a consultoria PSR, a chance é de 18,5%. O nível de reservatórios no sistema Sudeste/Centro-Oeste, o principal do país, caiu para 35,4%, o menor nível de 2001 – ano em que tivemos o último racionamento, ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso. Em 2013, os reservatórios também tiveram uma baixa significativa e o Brasil se viu a beira de uma crise de falta de energia, mas as chuvas vieram e o racionamento foi evitado.

    Refletida em preços, a crise do ano passado foi até mais branda que a deste ano. No auge da crise ano passado, o preço da energia no mercado livre à vista bateu R$ 413,95 – o maior patamar desde janeiro de 2008. Em fevereiro deste ano, o preço bateu R$ 822,83, 98,78% acima do preço da máxima do ano passado. Comparado com janeiro de 2012, apenas dois anos atrás, uma alta astronômico de 3.455,88%.

    Ano passado, o governo veio a público exaltar os avanços no setor que impediram que houvesse um racionamento no ano passado, com a entrada em operação de várias novas usinas termelétricas. Foram, de fato, muitos avanços nos últimos anos – acompanhada de um crescimento no consumo de energia -, mas não significa que nos livramos dessa possibilidade.

    Mesmo com todas as perspectivas negativas, o CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) disse acreditar que o sistema elétrico brasileiro opera com folga e afirmou que, “a não ser que ocorra uma série de vazões piores do que as já registradas, evento de baixíssima probabilidade, não são visualizadas dificuldades no suprimento de energia no país em 2014”. Eles destacaram que o sistema tem ainda uma sobra cerca de 9% da carga prevista, mesmo com um déficit de 5% na produção.

    Clima não colaborou
    A falta de chuvas foi extremamente atípica neste verão, bastante seco – algo que não ocorria há décadas, colaborando para a queda no nível de reservatórios. Em 2014, um “bloqueio atmosférico” formado por uma massa de ar quente e seca impediu o avanço das frentes frias, que causam as chuvas. Não é um fenômeno incomum, mas geralmente acontece no meio do oceano. Por conta disso, choveu muito menos do que o registrado em janeiro de 1953, na pior seca da história desde que as medições começaram.

    Com esse cenário, as termelétricas precisaram ser ativadas e nem mesmo elas estão conseguindo suprir a demanda. É a operação delas que tem elevado o preço de energia à vista no Brasil – já que esse é um tipo de geração de energia muito mais caro do que o hidrelétrico. Edson Lobão, ministro de Minas & Energia, mostrou confiança que o sistema termoelétrico deverá resolver o problema – mas não descartou a possibilidade de um racionamento.

    O governo anda considerando usar os recursos da CDE (Conta de Desenvolvimento Energético) para subsidiar as contas de energia e eliminar o déficit que tem se criado. Guido Mantega, ministro da Fazenda, porém, disse que ainda não há definição sobre o tema. “Ainda não temos definições porque não sabemos ainda qual o quadro que vai permanecer, se vai chover ou não, se vai melhorar ou não. Se vamos ou não colocar recursos e se vai ser repassado para as tarifas ainda não está definido e não há razão para que seja definido agora, será definido tão logo a situação fique mais clara”, destaca.

    Falta de energia e problemas na linha
    Existe uma diferença entre “apagão” e “racionamento”, dois termos que atualmente são usados para designar o mesmo problema. Um problema de racionamento é basicamente um problema de geração, enquanto o apagão é gerado na transmissão. O primeiro é causado pela produção de energia abaixo do que é demandanda, enquanto o segundo é resultado de uma demanda acima do que as linhas de transmissão podem aguentar.

    O problema é que a ausência de chuvas cria outro fator climático que eleva a demanda por energia: calor. Janeiro e fevereiro foram alguns dos meses mais quentes dos últimos anos no sudeste brasileiro e a demanda por energia foi elevada – muito por conta da necessidade de manter o clima fresco através do ar condicionado, um dos eletrodomésticos que mais gastam energia.

    No apagão que ocorreu no início do mês, no dia 4, houve um pico de uso de energia poucos minutos antes da interrupção da transmissão de energia – uma clara demonstração de que as linhas não aguentaram a demanda. São dois problemas energéticos que se cruzam neste momento – mas que não tem relação entre si que não seja a causa climática. Isso é uma dor de cabeça a mais, já que ambos problemas demandam soluções diferentes.

    Não é só energia
    Válido lembrar que a falta de chuvas não atingem apenas a produção de energia do País: são problemas também para a produção agrícola, de gado e para o sistema de saneamento. A Sabesp (SBSP3), estatal de saneamento de São Paulo, é uma das afetadas e prometeu um desconto de 30% para os consumidores do sistema Cantareira – que atende boa parte da região metropolitana de São Paulo, caso eles apresentassem uma redução de 20% em seuas contas.

    A Sabesp também alterou o abastecimento na zona leste da capital, onde possui 1,6 milhão de consumidores. Anteriormente abastecida pelo Sistema Cantareira, a região agora tem bombeado água do Alto Tietê. Mesmo com esses problemas, Geraldo Alckmin, governador do estado, disse acreditar que não haverá racionamento.
    infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3199937/apagao-estamos-mesmo-beira-novo-racionamento-energia

  • Reply Vilmar 18 de fevereiro de 2014 at 17:30

    Projeto que ressarce cobrança indevida em contas de luz deve ser votado nesta semana

    http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/planeje-suas-financas/noticia/3198388/projeto-que-ressarce-cobranca-indevida-contas-luz-deve-ser-votado
    bolha elÉtrica tb ahaahh, o brasil vai falirrr

  • Reply Vilmar 17 de fevereiro de 2014 at 02:10

    Elétricas: meio bilhão de lucro sem aderir a governo
    Cemig, Cesp e Copel não fecham acordo que forçou redução da conta de luz e se beneficiam da disparada de tarifa

    Publicado:
    15/02/14 – 21h00
    Atualizado:
    15/02/14 – 21h13

    http://oglobo.globo.com/economia/eletricas-meio-bilhao-de-lucro-sem-aderir-governo-11618595#ixzz2tXcUiPAL

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