CCX: Outro caso de insucesso do Grupo EBX
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CCX: Outro caso de insucesso do Grupo EBX

15 de setembro de 2014

Vejam que exemplo de gráfico com queda vertiginosa que apenas se torna possível em empresas com péssimos fundamentos:
grafico-bear-market-ccxc3
Quem em sã consciência investiu nos sonhos “X” ?

Leiam também esta excelente matéria que saiu no imparcial portal de informações financeiras, Infomoney:
18h55 – Marina Neves
CCX cai 32% após rumores de que a companhia estaria entre bens bloqueados de Eike
De acordo com um analista que pediu anonimato, a companhia deveria estar entre os R$ 1,5 bilhão de bens a serem bloqueados do empresário – já que ele detém 56% das ações da empresa

eike batista desesperado com queda da ccx

12 Comments

  • Reply Vilmar 18 de agosto de 2016 at 19:07

    O choro dos acionistas da empresa de Eike na Bolsa: ação cai até 40% após espera de 3 anos gerar ‘perda’ de US$ 405 mi

    http://www.infomoney.com.br/ccx/noticia/5451514/choro-dos-acionistas-empresa-eike-bolsa-acao-cai-ate-apos

  • Reply Vilmar 7 de abril de 2016 at 16:16

    CCX não terá OPA em função da transferência de ações de Eike para Mubadala
    05/04/2016 07:22

    http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160405/ccx-nao-tera-opa-funcao-transferencia-acoes-eike-para-mubadala/359177

  • Reply Vilmar 27 de outubro de 2015 at 17:38

    18h29- Rodrigo Tolotti Umpieres
    Ex-diretor de empresa do Eike Batista é punido em R$ 600 mil por falha em divulgação
    Segundo a CVM, a punição ocorreu por conta de falhas na divulgação de fatos relevantes.

    SÃO PAULO – A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) informou nesta terça-feira (27) a punição com R$ 600 mil em multas para José Gustavo de Souza Costa, ex-diretor de relação com investidores da CCX Carvão (CCXC3), empresa fundada por Eike Batista. Segundo o órgão, a punição ocorreu por conta de falhas na divulgação de fatos relevantes.
    infomoney.com.br/ccx/noticia/4369794/diretor-empresa-eike-batista-punido-600-mil-por-falha-divulgacao

  • Reply Vilmar 2 de outubro de 2015 at 11:58

    Pobres comprados, que dó, #SQN
    TEMPO REAL
    Petrobras sobe 2% e CCX desaba 40% com desistência da Yildirim

    10h42: CCX Carvão (CCXC3, R$ 3,78, -41,85%)
    As ações da CCX Carvão desabam após desistência da Yildirim Holding. Os papéis operam entre leilões na Bovespa. A empresa pediu que a CCX devolva parcela do preço de compra paga anteriormente pelos projetos de mineração a céu aberto de Cañaverales e Papayal e do projeto de mineração subterrânea de San Juan. A Yildirim alega que a companhia não atingiu algumas das condições precedentes previstas.

    Já a CCX disse que refuta as alegações e que realizou “todas as providências que estavam ao seu alcance para cumprir as condições precedentes estabelecidas”. Será convocada uma reunião do Conselho de Administração a ser realizada “tão logo quanto possível”, com o objetivo de discutir as soluções possíveis e próximos passos a serem adotados, disse a CCX.

    infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/4321541/petrobras-vira-para-alta-vale-cai-ccx-desaba-com-desistencia

  • Reply Vilmar 16 de março de 2015 at 18:54

    tem espaço para devolver o resto da subida PUMP!!
    chegou a hora do DUMP!
    taca-le pó!!

    CCXC3 – Ação ordinária – CCX CCXC3 -8,33%
    CCXC3 R$ 0,44 última atualização: 17:12

  • Reply Vilmar 13 de março de 2015 at 10:47

    CCX CARVÃO DA COLOMBIA S.A
    CNPJ/MF: 07.950.674/0001-04
    NIRE:33.300.278.443
    (Companhia Aberta)
    FATO RELEVANTE
    CCX RECEBE PROPOSTA PARA
    AQUISIÇÃO DA TOTALIDADE DAS AÇÕES DA CCX COLÔMBIA
    Rio de Janeiro, 12 de março de 2015 – A CCX Carvão da Colômbia S.A. (“CCX” ou “Companhia”) (BM&FBovespa: CCXC3), em atendimento ao artigo 157, parágrafo 4º, da Lei nº 6.404/76, e na forma da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 358/02, informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que o Conselho de Administração da Companhia recebeu, nesta data, uma correspondência enviada pelo Blackstone Advisory Partners, na condição de assessor financeiro de um grupo de fundos soberanos e grandes investidores estrangeiros organizados em regime de capital sindicalizado (i.e., standing capital for large sponsored direct investments) (“Proponente”), contendo proposta de aquisição não solicitada (Non-Binding Unsolicited Proposal) (“Proposta de Aquisição”), realizada pelo Proponente, tendo como objeto a totalidade das ações de emissão da subsidiária da Companhia localizada na Colômbia (i.e., a CCX Colômbia S.A) (“CCX Colômbia”).
    A este respeito, a Companhia esclarece que, de acordo com a Proposta de Aquisição:
    1. O Proponente conduziu uma análise preliminar em relação ao negócio proposto, com base nas informações publicamente disponíveis ao mercado em geral.
    2. Baseado em tal análise preliminar, o Proponente está manifestando interesse em adquirir a totalidade das ações emitidas pela CCX Colômbia (que é a subsidiária que concentra a propriedade e posse dos ativos minerários da Companhia) por US$170.000.000,00 (cento e setenta milhões de dólares), descontando o endividamento líquido da Companhia (i.e., cash-free, debt-free basis).
    3. A Proposta de Aquisição está sendo realizada em caráter não vinculante e não solicitado (Non-Binding Unsolicited Offer), mas o Proponente indica na Proposta de Aquisição que, após período para a condução de due diligence, pretende submeter oferta vinculante (Binding Offer).
    4. Sendo assim, a operação decorrente da Proposta de Aquisição seria concluída, de forma expedita, uma vez cumpridas as seguintes condições:
    (i) conclusão de diligência operacional, legal e financeira;
    (ii) aprovação definitiva da Transação Potencial pelos órgãos societários das partes contratantes;
    (iii) negociação de Contrato de Compra e Venda, em termos e condições aceitáveis para as partes contratantes;
    (iv) conclusão da estrutura de financiamento à aquisição e negociação de eventual documentação de financiamento;
    (v) obtenção de todas as aprovações regulatórias necessárias; e
    (vi) demais condições precedentes usuais para esse tipo de operação.
    Adicionalmente, a Companhia esclarece que:
    5. A despeito de estar cumprindo rigorosamente o Asset Purchase Agreement (“APA”) celebrado, em 26 de março de 2014, entre a CCX Colômbia e a YCCX Colômbia S.A.S (empresa controlada pela Yildirim Holding, Inc.) (“Yildirim”) referente aos ativos detidos pela CCX Colômbia1 relacionados aos projetos de mineração a céu aberto de Cañaverales e Papayal e do projeto de mineração subterrânea de San Juan (“Operação”), bem como adotando as providências necessárias para o cumprimento das condições precedentes estabelecidas no APA para o fechamento efetivo daquela Operação com a Yildirim, até o momento, ainda existem condições precedentes pendentes.
    6. A satisfação de tais condições precedentes não está totalmente sob o controle da CCX e, ao mesmo tempo, não foi objeto de flexibilização ou renúncia por parte da Yildirim (embora tal prerrogativa tenha sido concedida à Yildirim, nos termos do APA e a administração da Companhia tenha buscado negociar com a Yildirim tal flexibilização).
    7. Tendo em vista (i) o decurso de longo prazo entre a assinatura do APA e a presente data; e (ii) as possíveis restrições financeiras que a Companhia venha a
    1 A Operação com a Yildirim envolve a aquisição de ativos detidos pela CCX Colômbia, diferentemente do que ocorre com a Proposta de Aquisição ora recebida, que tem por objeto as ações de emissão da CCX Colômbia.
    enfrentar em decorrência do alongamento ainda indefinido de tal prazo; a existência de uma solução alternativa, que supostamente é mais imediata e economicamente mais interessante para a Companhia, será cuidadosamente analisada pela administração, com o objetivo de atender ao interesse social e da pluralidade de seus acionistas, cumprindo com os deveres previstos na Lei n. 6.404/76.
    8. Além disso, conforme Fato Relevante divulgado em 5 de março de 2015, a Companhia recebeu Pedido de Arbitragem, que provavelmente conduzirá a processo arbitral entre CCX e Yildirim perante e segundo as regras da ICC – International Chamber of Commerce. Por conta de tal procedimento arbitral com a Yildirim, o efetivo fechamento da Operação do APA, que havia sido originalmente previsto em contrato para ocorrer até Setembro de 2014, torna-se mais lento e menos interessante.
    9. Os membros do Conselho de Administração da Companhia se reunirão, nos próximos dias, em caráter extraordinário, para analisar e discutir os termos e condições da Proposta de Aquisição ora recebida, de tal modo que a Diretoria seja orientada em relação ao comportamento a ser adotado.
    CCX CARVÃO DA COLÔMBIA S.A.
    Gunnar Gonzalez Pimentel
    Diretor Presidente e de Relações com Investidores

    pump and dump pesado:

    CCXC3 – Ação ordinária – CCX CCXC3 +94,12%
    CCXC3 R$ 0,33 última atualização: 10:22
    Gráfico
    Indicadores
    Min. 0,31
    Dia +94,12%
    Max. 0,33
    Semana +120,00%
    Abert. 0,31
    Mês +73,68%
    Fech. 0,17
    2015 +73,68%
    http://defendaseudinheiro.com.br/dicas-de-livros-parte-8

  • Reply Vilmar 6 de março de 2015 at 11:46

    CCX RUMO AO PÓ!
    10h56: CCX (CCXC3, R$ 0,15, -25,00%)
    A CCX informou que uma arbitragem foi pedida no âmbito do acordo de compra de ativos de 26 de março de 2014 dos projetos de mineração de Cañaverales e Papayal e do projeto de mineração subterrânea de San Juan. “É possível que a companhia fique em delicada situação econômico-financeira, uma vez que em seus planos de negócio pretendia valer-se dos recursos provenientes dessa transação, aproximadamente US$ 90 milhões, para seguir cumprindo suas obrigações”, diz o comunicado.

    O pedido de arbitragem tem caráter preliminar. A companhia afirmou que vem adotando as providências necessárias para o cumprimento das condições estabelecidas no acordo para o fechamento efetivo da operação. Ainda existem condições precedentes pendentes, “cuja satisfação não está totalmente sob o controle da CCX”, disse a empresa.
    http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3904131/sobe-com-rumor-novo-socio-vale-cai-com-minerio-mrv

  • Reply Vilmar 17 de setembro de 2014 at 14:34

    Banco Central bloqueia R$ 117 milhões de contas bancárias de Eike Batista
    Advogado havia dito que empresário só tinha o suficiente para ‘despesas do dia a dia’
    oglobo.globo.com/economia/negocios/banco-central-bloqueia-117-milhoes-de-contas-bancarias-de-eike-batista-13962529
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Reply Vilmar 17 de setembro de 2014 at 11:44

    Mistério ronda empresa sobrevivente de Eike na Bolsa: ação desaba 40% em 3 dias
    CCX disse ontem à noite, em comunicado enviado à CVM, que desconhece “atos ou fatos” que pudessem justificar a queda.
    10h05 | 17-09-2014

    SÃO PAULO – Uma das últimas companhias do “Grupo X” que ainda está sob controle de Eike Batista, a CCX Carvão (CCXC3) está cercada de dúvidas sobre seu futuro. Não para menos, nos últimos três pregões da Bovespa as ações da companhia apresentaram uma movimentação atípica e desabaram mais de 40%. Sem dar explicações, a produtora de carvão disse ontem à noite, em comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que desconhecia “atos ou fatos” que pudessem justificar a queda.

    Embora aparentemente não tenha nenhuma novidade sobre a empresa, quanto mais se aproxima do fim de setembro, mais crescem as expectativas sobre seu desfecho. O cenário mais esperado é que a companhia venda seus ativos na Colômbia para a turca Yildirim por US$ 125 milhões – valor 72% abaixo do previsto em um memorando assinado entre as duas companhias no final de outubro, de US$ 450 milhões. O acordo, que foi fechado em fevereiro, aguarda ainda pela aprovação dos acionistas dos termos e condições para a venda, entretanto, a empresa vem prorrogando a apreciação do tema. Na última reunião do conselho de administração da CCX, do dia 8 de setembro, a companhia disse que estava adotando todas as condições precedentes para fechar a operação dentro do prazo, no dia 30 de setembro.
    Apesar das expectativas em torno da operação, uma fonte próxima ao assunto disse, em entrevista ao InfoMoney, que alguma informação negativa sobre a venda já deve estar circulando dentro da empresa, até sobre uma possível sinalização de que isso não irá ocorrer, ao menos dentro do prazo estipulado.
    Uma das principais razões para isso é o forte movimento de venda de ações da CCX realizado por intermédio do Morgan Stanley, banco que atua como assessor financeiro exclusivo da CCX na transação.

    De acordo com a fonte, o Morgan Stanley havia comprado mais de 14 milhões de ações da CCX, mas vem nos últimos dias se desfazendo da posição. Embora não dê para afirmar que as operações sejam propriamente do Morgan, ou se ele está atuando apenas como intermediário das vendas, nos últimos três pregões (período em que a ação da empresa desabou na Bolsa) o banco liderou as vendas dos papéis da companhia.
    Segundo dados do ProfitChart, entre os dias 12 e 16 de setembro, o Morgan Stanley vendeu 1,5 milhão de ações da companhia – liderando com folga o saldo vendedor dos papéis da empresa. Em segundo lugar, aparece a XP Investimentos, que no período, intermediou a venda de 198 mil ações da companhia. Nesses dias, o Morgan representou 26% de todas as vendas com ações da CCX.

    Para a fonte, “essas vendas monstruosas são uma clara sinalização de que algo aconteceu, mas nem a CVM e nem a empresa estão comunicando”. No último comunicado ao mercado, a CCX disse que não tinha conhecimento de atos ou fatos relevantes que pudessem justificar a movimentação atípica das ações ordinárias da companhia na Bolsa. Vale mencionar ainda que nos últimos dias surgiram rumores de que a companhia seria um dos bens a serem bloqueados pelo MPF (Ministério Público Federal) por dois crimes cometidos por Eike Batista contra o mercado de capitais.
    Ontem, a Justiça Federal do Rio de Janeiro decretou o bloqueio dos ativos financeiros do empresário Eike Batista no Brasil até o limite de R$ 1,5 bilhão, atendendo parcialmente a pedido do Ministério Público Federal.
    infomoney.com.br/ccx/noticia/3582217/misterio-ronda-empresa-sobrevivente-eike-bolsa-acao-desaba-dias

  • Reply Vilmar 16 de setembro de 2014 at 19:32

    Justiça decreta arresto de bens de Eike Batista

    Medida cautelar determina bloqueio de contas em nome do empresário, que já é réu de ação penal, afirma juiz

    RIO – Eike Batista já é tecnicamente réu de ação penal decorrente da denúncia oferecida semana passada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro contra o empresário, afirmou o juiz Flávio Roberto da Costa, titular da 3ª Vara Criminal da Justiça Federal. Ele expediu ainda medida cautelar para cumprir parcialmente o pedido de arresto dos bens de Eike e familiares requerida pela procuradoria no valor de até R$ 1,5 bilhão. Pela decisão, serão bloqueadas apenas as contas em nome do criador do grupo X.

    oglobo.globo.com/economia/justica-decreta-arresto-de-bens-de-eike-batista-13954519#ixzz3DW05mxiO
    Império Eike Batista é mais uma cria do capitalismo do PTTT rsrsrsr.

    • Reply Vilmar 17 de setembro de 2014 at 10:13

      Caso OGX
      A Justiça Federal do Rio de Janeiro decretou nesta terça-feira o bloqueio dos ativos financeiros do empresário Eike Batista no Brasil até o limite de R$ 1,5 bilhão, atendendo parcialmente a pedido do Ministério Público Federal, que o acusa de manipulação do mercado.

      “(Esse é o) valor correspondente ao suposto dano difuso causado com operações fraudulentas no mercado de capitais”, disse o juiz federal Flávio Roberto de Souza, na 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, em seu despacho.

      O Ministério Público Federal tinha solicitado também o arresto de imóveis, carros, barcos e aeronaves do empresário, inclusive dos imóveis doados por ele aos filhos Thor e Olin e à mulher Flávia Sampaio. Eike foi denunciado pelo MPF por manipulação do mercado e uso indevido de informações privilegiadas relativas à petroleira OGX (OGXP3), rebatizada de Óleo e Gás Participações e atualmente em processo de recuperação judicial.
      m.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3581996/diretor-petrobras-fala-hoje-cpi-eike-mais-noticias-radar

  • Reply Vilmar 15 de setembro de 2014 at 23:45

    18h55- Marina Neves
    CCX cai 32% após rumores de que a companhia estaria entre bens bloqueados de Eike
    De acordo com um analista que pediu anonimato, a companhia deveria estar entre os R$ 1,5 bilhão de bens a serem bloqueados do empresário – já que ele detém 56% das ações da empresa
    SÃO PAULO – As ações da companhia CCX (CCXC3), de Eike Batista, despencaram 32,20% na sessão desta segunda-feira (15), atingindo R$ 0,40, após rumores de que a companhia seria um dos bens a serem bloqueados pelo MPF (Ministério Público Federal) por dois crimes do empresário contra o mercado de capitais.

    De acordo com um analista que pediu anonimato, a companhia pode estar entre os R$ 1,5 bilhão em bens que podem ser bloqueados do empresário – já que ele detém 56% das ações da empresa, de acordo com dados da BM&FBovespa -, o que pode ter feito os papéis despencarem na Bolsa. Vale destacar também o forte volume movimentado, quase vinte vezes superior à média de 21 dias, chegando a R$ 2,31 milhões nesta segunda.

    No sábado, foi noticiada uma denúncia do MPF no Rio de Janeiro contra Eike Batista pedindo o bloqueio de R$ 1,5 bilhão em bens pelos crimes de manipulação do mercado e uso indevido de informação privilegiada no caso da petroleira OGX, atualmente OGPar (OGXP3).

    Se considerado culpado, o empresário pode ser condenado a até 13 anos de prisão. O pedido de bloqueio inclui ativos financeiros, além de imóveis e outros bens, como carros, barcos e aviões, inclusive os que foram doados por Eike para seus filhos Thor e Olin.

    De acordo com os promotores, as doações foram feitas “após a data dos delitos cometidos” e constituem uma “manobra fraudulenta”. Eike doou para o filho Thor a casa onde moram, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro, além de uma propriedade em Angra dos Reis para Thor e Olin. Segundo MPF, os imóveis são avaliados em R$ 10 milhões cada.

    Em comunicado divulgado às 19h, a CCX declarou que não tem ciência de “atos ou fatos relevantes que possam justificar a movimentação atípica das ações ordinárias” da companhia no pregão desta segunda-feira. Ainda de acordo com o comunicado, a companhia alega que permanecerá informando seus acionistas sobre eventos que possam influenciar na cotação dos papéis.

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