A Petrobrás irá resgatar Eike Batista?
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A Petrobrás irá resgatar Eike Batista?

18 de abril de 2013

Começaram a surgir estas questões sobre quem irá resgatar as empresas do mega empresário Eike Batista, o grupo EBX. Após estas dúvidas começaram a surgir rumores e fatos sobre possíveis resgatadores como: André Esteves com o banco BTG; o governo com o BNDES; o próprio Eike Batista fazendo mais injeção de capital nas empresas onde é controlador através de capital próprio; e mais recentemente surgiu o rumor de que a Petrobrás seria a empresa que faria o resgate “X”.

O que se viu até agora foi a Petrobrás demonstrar interesse de usar o porto que a empresa LLX ainda está construindo, o Super Porto Açu. Fora isto, ficamos no campo dos boatos.
Hoje saiu uma matéria interessante sobre o assunto Petrobrás e o controlador do grupo EBX. Segue abaixo o link para quem interessar pelo assunto:

Petrobras não é instituição de resgate para ajudar Eike
18/04/2013 | 16h30

Leia também:

Até o próximo post.

12 Comments

  • Reply Vilmar 1 de julho de 2014 at 16:40

    16h13- Reuters
    Exportação de petróleo praticamente dobra em junho, diz Secex
    A receita com as exportações de petróleo do Brasil atingiu US$ 1,42 bilhão, quase dobrando na comparação com junho do ano passado, quando as vendas externas geraram US$ 728 milhões
    SÃO PAULO – A receita com as exportações de petróleo do Brasil em junho praticamente dobrou ante junho do ano passado, atingindo 1,42 bilhão de dólares, puxada por maiores volumes embarcados e aumento do preço médio no mês, mostraram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta terça-feira.

    Em junho do ano passado, as vendas externas geraram 728 milhões de dólares. A receita no mês passado, porém, ficou próxima dos 1,44 bilhão de dólares registrados em maio.

    O volume de petróleo embarcado em junho somou 2,179 milhões de toneladas, alta de quase 88 por cento ante um ano atrás. Já o preço médio teve aumento de 3,8 por cento, para 650,7 dólares por tonelada.

    Em abril, as exportações brasileiras de petróleo totalizaram 2,25 milhões de toneladas.

    O embarque de minério de ferro do Brasil em junho somou 29,55 milhões de toneladas, contra 26,1 milhões de toneladas em junho de 2013. Em maio, o país exportou 30,7 milhões de toneladas.

    O faturamento com as vendas do minério no período recuou para 2,3 bilhões de dólares, contra 2,6 bilhões de dólares de junho do ano passado, diante da queda de cerca de 21 por cento no valor médio da tonelada embarcada.
    BY INFOMONEY

  • Reply Vilmar 2 de junho de 2014 at 18:39

    Secretário do RJ ataca política de preços de combustíveis
    Júlio Bueno afirmou que as políticas afetam tanto na capacidade financeira da empresa, quanto no mercado de etanol, concorrente da gasolina

    A obrigação de ter 30% do pré-sal e a política de manutenção dos preços dos combustíveis são uma “tragédia” para a Petrobras (PETR3; PETR4), segundo o secretário de Desenvolvimento e de Energia do Estado do Rio de Janeiro, Júlio Bueno. Em sua opinião, tais políticas repercutem na capacidade financeira da empresa e também no mercado de etanol, concorrente da gasolina.

    Em palestra na Fundação Getulio Vargas (FGV), Bueno afirmou ainda que a grande “incerteza crítica do setor de energia” é se haverá gás natural suficiente para atender à demanda, sobretudo, térmica. A mesma preocupação foi demonstrada pelo presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, em palestra pela manhã, no mesmo evento.

    Já o presidente da Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), João Carlos DeLuca, também presente ao IV Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira, focou sua fala na dificuldade de planejamento das petroleiras, que não conseguem prever a ocorrência de leilões de áreas exploratórias, pois não há uma periodicidade definida pelo governo.
    infomoney.com.br/petrobras/noticia/3381512/secretario-ataca-politica-precos-combustiveis

  • Reply Vilmar 3 de abril de 2014 at 19:17

    18h44 : Reveses ameaçam metas de petróleo e gás da Petrobras em 2014

    Por Jeb Blount

    RIO DE JANEIRO , 3 Abr (Reuters) – A Petrobras sofreu outro revés em seu esforço para aumentar a produção de petróleo no mês passado quando a companhia italiana Saipem SpA, contratada pela estatal, deixou cair um tubo de aço de 2,3 quilômetros no Oceano Atlântico.

    Em 16 de março, o equipamento utilizado para juntar o tubo à plataforma de petróleo flutuante falhou, e os tubos de liga de metal, de alta qualidade, despencaram cerca de 1.800 metros para o fundo do mar, ficando destruídos, com perda total.

    O tubo em si valia cerca de 2 milhões de dólares, mas o custo do acidente será muito maior, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento direto da situação.

    Por retardar os esforços para expandir Roncador, o segundo maior campo de petróleo do Brasil, em pelo menos um mês, a Petrobras vai perder dezenas de milhões de dólares em produção de petróleo, salários e locações de equipamentos quando menos pode se permitir um gasto como esse.

    “A série de problemas de gestão e de engenharia que a empresa enfrenta é espantosa”, disse o professor e pesquisador do Instituto Brasileiro do Petróleo na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Cleveland Jones.

    “Esse pode ter sido um acidente infeliz, mas ocorre quando os problemas organizacionais da empresa estão se tornando mais evidentes.”

    A produção de petróleo e gás da Petrobras em fevereiro voltou a cair em relação ao ano anterior –há mais de cinco anos a extração da estatal está estagnada.

    Essa situação está consumindo a receita da Petrobras e contribuindo para elevar sua dívida. Apesar de ter um plano de investimento de 221 bilhões de dólares em cinco anos, a empresa tem tido pouco sucesso em fazer com que as novas descobertas marítimas gigantes resultem em aumento de produção.

    A Petrobras informou em fevereiro que planeja aumentar a produção no Brasil entre 6,5 e 8,5 por cento, para até 2,07 milhões de barris por dia (bpd), em 2014. Isso seria o seu primeiro ganho anual desde 2011.

    Com a produção dos campos mais antigos em queda, os atrasos com novos campos poderiam trazer risco a essa meta. Entre as grandes petroleiras, a empresa já é a mais endividada e menos rentável do mundo.

    A Petrobras vai ter mais dificuldade para financiar seus planos de investimento e pagar os retornos aos investidores, sem um aumento da produção.

    O governo brasileiro, principal acionista da empresa, também precisa da produção para ajudar a custear um grande aumento de investimento em programas de educação e de saúde.

    O acidente no poço de Roncador vai retardar os trabalho até o final deste mês, no mínimo, enquanto a Petrobras e a Saipem elaboram um plano para remediar a situação, disseram as fontes sob condição de anonimato.

    A Petrobras, em resposta a perguntas da Reuters, disse que o acidente não vai afetar os esforços para aumentar a produção no campo de Roncador.

    A nova tubulação, do estoque atual da Petrobras, será entregue à Saipem, acrescentou a empresa. A Saipem não quis comentar.

    De outro modo, levaria cerca de seis meses para a encomenda e fabricação de uma peça substituta. O tubo perdido era para ligar a plataforma a um oleoduto no fundo do mar.

    ÁGUAS TURBULENTAS

    A operação da plataforma P-55 “semi-submersível” em Roncador, projetada para produzir 180 mil bpd em um campo que produziu 255 mil barris por dia em fevereiro, já registrava atrasos de meses ??quando o tubo foi perdido.

    A Petrobras esperava originalmente começar a produção no ano passado.

    Se fosse Roncador um caso isolado, a Petrobras provavelmente seria capaz de lidar mais facilmente com a situação. Mas as plataformas P-58 e P-61 nos campos de Parque das Baleias e Papa Terra também estão atrasadas?.

    No total, dois dos sete sistemas de produção previstos para começar no ano passado ainda estão desligados.

    A P-58 começou a produção em 17 de março. A P-62, que chegou a Roncador em janeiro, sofreu um incêndio em um gerador de eletricidade. O Ministério do Trabalho tem barrado a unidade de produção de petróleo até que as questões de segurança sejam resolvidas.

    O gerador fornecia energia enquanto os trabalhadores instalavam sistemas elétricos, âncora e outros itens essenciais no mar.

    Esses sistemas não estavam completos quando a unidade foi lançada com grande alarde em estaleiro brasileiro em 17 de dezembro pela presidente Dilma Rousseff, que está ansiosa para mostrar as proezas de engenharia da Petrobras em um ano eleitoral.

    “Todas as grandes empresas têm seus problemas, mas a Petrobras tornou-se uma criatura de políticos”, disse John Forman, por muito tempo um executivo da indústria brasileira de petróleo e mineração e geólogo da consultoria J. Forman.

    Enquanto a Petrobras conseguiu completar um número recorde de embarcações de produção nos últimos meses, vários têm ido ao mar sem os sistemas “submarinos” que controlam o fluxo do poço e canalizam o óleo para as plataformas, um problema sério em um setor no qual o custo de locação de plataformas pode custar meio milhão de dólares por dia ou mais.

    “A ironia é que esses custosos erros são o resultado de tentar reduzir os custos”, disse um alto funcionário da indústria com conhecimento direto dos contratos da Petrobras. “Eles forçaram todos a licitar seus serviços a preços mais baixos, e quando os navios finalmente chegaram eles não tinham nada para conectá-los.”

    (Reportagem adicional de Stephen Jewkes em Milão)

  • Reply vilmar 27 de março de 2014 at 10:26

    Popularidade de Dilma cai e pode piorar ainda mais; Petrobras, BB e Eletrobras disparam – InfoMoney

    http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3258250/acoes-petrobras-disparam-com-queda-popularidade-dilma

    quanto pior, melhor, afunda!!!!!!

  • Reply Vilmar 27 de março de 2014 at 09:44

    27/03/2014 às 09h25
    Senado argentino aprova indenização à Repsol por expropriação de YPF
    Por Marli Olmos | Valor

    BUENOS AIRES – O Senado aprovou na madrugada de hoje o acordo fechado entre o governo e a petrolífera Repsol pela expropriação de 51% das ações que a empresa espanhola tinha na YPF antes da sua estatização há dois anos.

    O acordo estabelece o pagamento de US$ 5 bilhões em títulos públicos. O texto aprovado pelo Senado precisa ainda ser ratificado pela Câmara de Deputados.

    O desfecho da polêmica pendência com a Repsol é uma das principais apostas do governo argentino para começar a atrair investimentos.

    valor.com.br/internacional/3496598/senado-argentino-aprova-indenizacao-repsol-por-expropriacao-de-ypf#ixzz2xAOFayHI

  • Reply Vilmar 12 de março de 2014 at 10:18


    será mermo??
    base do governo aprontando pro lado da dilma, cpi na petro ahahahaha


    O Boato é que vão derrubar a Dilmita e lançar o 9 Dedos novamente, o cara vai dar o golpe até na sua criatura


    hummm, acho que não hein.,.,. o PMDB quer voltar apoiar o PSDB, quiçá o PSB com isto, ter mais cargos ….. o PT quer tudo para ele, difícil fazer aliança com partido tão guloso assim eheheehehe

    #ForaPMDB
    #VemParaOposição




    Em destaque no noticiário corporativo, está ainda a Petrobras (PETR3; PETR4). A Câmara dos Deputados aprovou ontem a criação de uma comissão externa para investigar as denúncias de que funcionários da Petrobras receberam propinas da SBM Offshore, empresa que aluga flutuantes para petroleiras de diversos países. Por outro lado, o Credit Suisse elevou a recomendação para os ADRs (American Depositary Receipts) da companhia para neutro, após a forte queda dos papéis.

    m.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3233951/apos-leve-recuperacao-ibovespa-futuro-cai-com-tensoes-ucrania-china

  • Reply vilmar 6 de março de 2014 at 00:07

    PETRÓLEO 05-03-2014 | 18h25
    Petrobras bate novo recorde de produção no pré-sal a 412 mil barris por dia
    A informação foi divulgada pela companhia estatal nesta quarta-feira (5), em nota à imprensa

    http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/3225110/petrobras-bate-novo-recorde-producao-pre-sal-412-mil-barris

  • Reply Vilmar 22 de setembro de 2013 at 16:27


    Coluna
    Rodrigo Constantino

    21/09/2013 às 11:28 Privatização
    O fracasso da Petrobras explicado em uma frase

    A Folha traz hoje uma entrevista com o geólogo Guilherme Estrella, o “homem que inventou o pré-sal”. Nela, o geólogo petista diz uma frase que define o fracasso da Petrobras sob a gestão do PT. Diz ele:

    Começamos a expansão. E no primeiro leilão de áreas de petróleo eu vi que a coisa era séria. Quando perdi o primeiro bloco para a Devon, que colocou 100% de conteúdo nacional, a então ministra Dilma Rousseff me ligou cinco minutos depois e disse: “Soube que você perdeu um bloco, isso não vai se repetir, está entendido?“.

    E claro que não perdi mais nenhum. Ali eu senti que a Petrobras ia reassumir a hegemonia do setor de petróleo no Brasil.

    É bem a cara da presidente Dilma ligar dessa forma e dar uma bronca dessas. Essa reação de Dilma resume uma década de fracasso da Petrobras, que não consegue crescer direito sua produção e, não obstante, afunda-se em dívidas cada vez maiores.

    O foco, a prioridade, era fazer a Petrobras “reassumir a hegemonia do setor de petróleo no Brasil”, segundo o entendimento do próprio geólogo. Para tanto, a estatal tinha que adquirir todos os blocos leiloados. Perder algum bloco era algo inadmissível. Não ia se repetir. Está entendido?

    E o que uma empresa faz quando tem essa prioridade definida de forma tão clara e objetiva pela ministra em pessoa? Ora, ela compra todos os blocos, sem se importar com o retorno financeiro, claro! Viabilidade econômica? Isso é papo de liberal chato, de economista pentelho.

    A única meta era colocar a Petrobras como hegemômica no setor, custe o que custasse. Tamanho é tudo que importa. Monopolizar a produção nacional é o objetivo. Apresentar bom retorno sobre os investimentos? Coisa de especulador do mercado financeiro!

    Alguém fica surpreso com o resultado? Em duas imagens:

    Petrobras contra a cesta de empresas americanas

    Valor de mercado e endividamento da Petrobras
    O PT conseguiu praticamente destruir a maior empresa do país. As agências de risco devem a qualquer momento rebaixar sua classificação, os investidores morrem de medo do uso político da empresa, a dívida cresce sem parar, ao contrário da produção. Normal, quando o critério econômico não está nas prioridades da gestão.

    E agora ainda vem o leilão de Libra, do qual as grandes empresas americanas e inglesas, privadas, correram, restando basicamente as estatais chinesas, que também não ligam para retorno sobre investimentos. A agora presidente Dilma deve ter ligado para alguém da Petrobras e dito: “Não vá perder blocos para ninguém, está entendido?”

    Está. Muito bem. Está entendido que a gigante não quer saber de retorno sobre capital investido. Resta saber se todos os investidores que compram suas ações já entenderam isso…

    veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/privatizacao/o-fracasso-da-petrobras-explicado-em-uma-frase

    pobre petralhabrás, tsc tsc

  • Reply Vilmar 20 de setembro de 2013 at 01:47

    De 40 empresas esperadas pelo governo para entrar no leilão do pré-sal, só 11, e maioria estatal…..governo intervencionista dá nisto….

     

    última edição |19 de setembro de 2013 reportagem 1 de 4

    Gigantes do petróleo desistem de participar do primeiro leilão do pré-sal
    Desistência frustrou o governo, que esperava a participação de 40 empresas. Só apareceram 11 interessadas.

    g1.globo.com/jornal-da-globo

  • Reply Vilmar 29 de maio de 2013 at 20:01

    Eike não é mais o acionista majoritário da MPX, lucrando R$ 1,45 bilhão
    Participação da E.On supera a de Eike Batista; megaempresário e a E.On haviam formado um acordo em março, que prevê vultuosos investimentos
    Por Felipe Moreno |18h32 | 29-05-2013

    SÃO PAULO – Eike Batista vendeu 24,5% do capital social da MPX Energia (MPXE3) para a E.On, comunicou a companhia nesta quarta-feira (29). O megaempresário lucrou R$ 1,41 bilhão com a operação, mas deve recolocar o dinheiro na MPX. Com isso, a empresa alemã passa a deter 36,2% de todo o capital da companhia, formalizando a joint-venture MPX-E.On.
    Essa porcentagem é superior à participação do próprio Eike. Ele terminou abril com 53,47% da companhia, e ao vender 24,5%, terminou com 28,97%. O megaempresário e a E.On haviam formado um acordo em março, que prevê vultuosos investimentos. “Tivemos hoje um marco importante que demonstra a qualidade dos ativos da MPX e representa um passo decisivo na estruturação de uma nova empresa, na qual a E.On terá um papel fundamental”, avaliou Eike Batista, presidente do EBX.
    Tanto Eike quanto a E.On assinaram um acordo de acionistas para regular o exercício do direito de voto e as restrições à transferência de ações da MPX detidas por eles. “A conclusão da primeira etapa do acordo de investimento aumenta o nosso comprometimento com o atrativo mercado brasileiro de energia a um preço justo”, comenta Johannes Teyssen, CEO (Chief Executive Officer) da E.On, lembrando que o acordo permite o saneamento das finanças da MPX, a fim de explorar todo o potencial da companhia.

    Eike não é o mais o acionista majoritário da MPX (Juliana Coutinho)
    Na próxima etapa do acordo entre Eike e a E.On, a MPX realizará um aumento de capital de pelo menos R$ 1,2 bilhão, no qual a E.companhia alemã deverá investir R$ 366,7 milhões. A companhia espera que o primeiro registro de pedido de oferta primária seja efetuado em breve.
    Esse é o primeiro de alguns resgates previstos para as companhias de Eike Batista, esperados desde a parceria com o BTG Pactual. André Esteves, presidente do banco de investimentos, salientou, em entrevista ao Estadão, que a tendência é que a participação de Eike em suas empresas seja bastante diminuída – como ocorreu com a MPX.
    infomoney.com.br/mpxenergia/noticia/2798306/eike-nao-mais-acionista-majoritario-mpx-lucrando-bilhao

    JÁ VENDEU A PRIMEIRA, AGORA VENDA O RESTO KKK!!!!

  • Reply Vilmar 22 de abril de 2013 at 15:33

    22/04/2013 às 13h48
    OGX nega negociação para venda de ativos a malaios e russos

    RIO – A OGX, braço de petróleo do grupo EBX, de Eike Batista, negou os rumores de que a empresa estaria em negociações avançadas com a petroleira russa Lukoil, a malaia Petronas e com a Petrobras para venda de ativos da empresa.

    Por volta das 14h50, as ações da OGX registravam alta superior a 14% no pregão da BM&FBovespa.

    As variações são resultado da expectativa do mercado por socorro ao ‘grupo X’. Segundo matéria do jornal “Folha de S. Paulo”, a ajuda começaria pela OGX. O plano, segundo reportagem, envolveria um sócio russo, a venda de ativos e parcerias com a Petrobras em novos campos de petróleo.

    Todas as informações foram negadas pela OGX. Questionada sobre as negociações que estariam em curso com Lukoil, Petronas e Petrobras, a empresa informou que “nosso posicionamento é que as informações não procedem”.

    Segundo o analista Lucas Brendler, da corretora Geração Futuro, trata-se de mais uma especulação sobre um provável parceiro da OGX. “O mercado continua repercutindo a expectativa da OGX de encontrar parcerias, compradores para um eventual farm-out (venda)”, disse. De acordo com ele, enquanto não houver um posicionamento oficial sobre eventuais parceiros da OGX, a volatilidade continuará.

    O analista da SLW corretora Pedro Galdi acredita que a alta das ações da OGX tenha relação com os rumores. Segundo ele, essa alta está influenciando o desempenho positivo dos papéis de outras empresas do grupo, que também registram elevação em um momento em que o Ibovespa está caindo, seguindo o mau-humor do mercado externo, com queda no indicador Dow Jones.

    “Elas agora andam juntas”, afirmou Galdi, destacando que qualquer notícia favorável ou contrária com relação à petroleira influencia o desempenho das outras empresas do grupo com ações no mercado – LLX, MMX, MPX, OSX, CCX.
    http://www.valor.com.br/empresas/3095648/ogx-nega-negociacao-para-venda-de-ativos-malaios-e-russos#ixzz2RDXy12Fk

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