Tecnologias que você precisa conhecer para ganhar mais dinheiro nos próximos anos

CEO da LearnVest acredita que o patrimônio das pessoas crescerá muito mais rapidamente em 5 ou 10 anos

Na opinião de Alexa Von Tobel, CEO da LearnVest, tecnologias que hoje são novas deverão moldar o futuro de forma a facilitar – e muito – a acumulação de patrimônio. A executiva e investidora escreveu sobre isso em texto recente publicado na Inc Magazine.
Segundo ela, existem 5 tecnologias que deverão conduzir as finanças ao patamar previsto: em 5 ou 10 anos, será mais fácil ganhar dinheiro. Confira os destaques:

Blockchain e moedas digitais

Ainda em processo de criação, o universo das criptomoedas “inventará formas totalmente novas de fazer dinheiro que não podemos vislumbrar hoje”, diz a especialista. Isso porque elas são descentralizadas, permitindo a empresas e pessoas físicas arrecadar e movimentar dinheiro mais facilmente – e com menos tributos.

Tecnologias de voz

Assistentes pessoais por voz serão usados por 40% dos consumidores em 3 anos. Isso deverá ser utilizado por instituições financeiras para agilizar consultas e transações, facilitando toda relação com dinheiro.

Pagamento móvel

Alexa diz sonhar com um mundo em que todas as contas são pagas automaticamente por um dispositivo eletrônico. Isso minimiza erros, diminui custos de empresas e aumenta a segurança quando combinado a tecnologias como reconhecimento facial e biometria – o que também significa economia.

Carteiras virtuais

Taxas para saques em caixas eletrônicos devem ficar no passado com a possibilidade de carregar todos os instrumentos de pagamento em uma carteira digital. Todas as transações também são rastreadas, o que melhora a gestão, segurança e ajuda a economizar.

Insurtech

Empresas que unem tecnologia e seguros são outra grande aposta da especialista para diminuir os custos da população com produtos hoje extremamente caros. Além da possibilidade de pesquisar eletronicamente e, do outro lado, a economia das interações digitais, Alexa acredita ainda que a tecnologia de mapeamento de costumes deve baratear os custos para quem realmente vive “na linha”.

Até o próximo post.

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