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    Os 3 maiores erros de quem investe no Tesouro Direto

    8 de maio de 2017

    Investimentos em ascensão: Tesouro Direto bate recorde de inscritos

    Conheça os 3 maiores erros de quem investe no Tesouro Direto

    Investimento é considerado seguro e de baixo custo, mas é preciso atenção para não correr risco de perder parte do rendimento

    O Tesouro Direto é um investimento geralmente muito recomendado para investidores com perfil mais conservador. Os títulos são vistos como os ativos mais seguros do mercado, por serem emitidos pelo governo e serem garantidos pelo Tesouro Nacional, e ainda têm baixo custo, não exigem conhecimento elevado sobre investimentos e têm valor mínimo de aplicação de apenas R$ 30.
    Embora seja uma alternativa mais simples e segura em relação à renda variável, e mesmo ante outros tipos de investimentos em renda fixa, é preciso ter atenção para evitar erros comuns de quem investe em Tesouro Direto e, eventualmente, a redução nos investimentos.

    Especialistas listaram para o portal InfoMoney alguns dos principais erros de quem investe no Tesouro Direto:

    1) Não checar as taxas

    As taxas cobradas para investir no Tesouro Direto costumam ser bem menores do que aquelas observadas em outros tipos de investimentos, mas nem por isso merecem menos atenção. Não basta só olhar a taxa do título que está pagando. Tem custos embutidos e eles merecem atenção para não drenar os retornos.

    A BM&FBovespa cobra 0,30% ao ano de taxa de custódia sobre o valor dos títulos e a instituição financeira escolhida para intermediar os investimentos também pode cobrar uma taxa de administração. O site do Tesouro Direto disponibiliza aqui uma lista com as taxas cobradas pelas instituições autorizadas a fazer essa intermediação.

    Alguns impostos também incidem sobre o Tesouro Direto, como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em aplicações com período inferior a 30 dias e o Imposto de Renda, com alíquota de 22,5% do lucro para rendimentos antes de 180 dias, 20% para 181 a 360 dias, 17,5% para 361 a 720 dias e 15% para investimentos de mais de 721 dias.

    2) Trocar de títulos com frequência

    É importante que o investidor acompanhe o desempenho dos títulos e, em alguns casos, pode valer a pena vender antes do vencimento. No entanto, é preciso acompanhar o mercado e as expectativas para a economia, como juros e inflação, para fazer bom negócio, sem esquecer da alíquota do imposto de renda que, como observado acima, é maior em prazos mais curtos.

    É complicado ficar trocando de títulos frequentemente, ainda mais para quem não está por dentro do mercado financeiro e pode perder movimentos importantes da economia.

    3) Resgatar o título antes do vencimento

    Esse é o erro mais comum de quem investe no Tesouro Direto:
    – Quando você resgata o dinheiro antes do vencimento, pode se dar bem ou pode se dar muito mal. Tudo vai depender do que acontecerá com a taxa de juros.

    Embora o investidor não tenha a intenção inicial de retirar os aportes prematuramente, acontecimentos inesperados podem levá-lo a precisar do dinheiro antes do vencimento.

    Por isso, é importante conhecer as características de cada título antes da compra. No Tesouro IPCA+ esse risco de perdas na retirada antecipada é potencializado. Já o Tesouro Selic simplesmente vai incorporando os juros diários.

    O título atrelado à Selic é o mais conservador e, se houver o risco de resgate antecipado não planejado, esse é o papel mais indicado. O título pré-fixado é indicado quando a taxa de juros está alta e há expectativa de queda futura. Os títulos IPCA+ são pós fixados com uma taxa mais a inflação do período e são indicados quando há expectativa de alta da inflação para proteger o patrimônio da desvalorização pela inflação e para aposentadoria.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/6440359/conheca-maiores-erros-quem-investe-tesouro-direto

    Vale a pena comprar uma fatia de título do Tesouro Direto por mês?

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    Guia sobre Investimentos em Renda Fixa

    25 de abril de 2017

    Neste e-book gratuito, Guia sobre Investimentos em Renda Fixa, você vai aprender quais são as melhores aplicações financeiras em renda fixa do Brasil e descobrir que há diversas oportunidades para investir fora do banco que são extremamente seguras e muito mais rentáveis.

    ebook-renda-fixa

    Segue o conteúdo deste e-book:

    – Introdução;
    – CDB;
    – CRI e CRA;
    – Debêntures;
    – LC;
    – LCI e LCA;
    – Letras Financeiras;
    – Poupança;
    – Tesouro Direto;
    – Considerações Finais.

    E-book renda fixa, download aqui.

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    Aposentada aos 28 conta como guardava 70% de sua renda

    11 de março de 2017

    Leia também:

    Segredos para juntar uma bolada

    Coisas para se fazer imediatamente se você quer viver de renda

    Renda extra

    Em uma entrevista realizada no Business Insider (A woman who retired at 28 with $2 million in the bank explains how she saved 70% of her income in New York City) ela acabou contando alguns dos aspectos mais relevantes para que ela conseguisse o feito. No caso dela, um emprego lucrativo (US$ 100 mil anuais) foi essencial para chegar onde chegou, mas as dicas de economia, conforme disse ao site, valem para todos os perfis de pessoas.

    Woman New York City skyline - New York is notorious for its exorbitant prices — but it's still possible to save. (Livingston is not pictured.)

    Mesmo ela vivendo em Nova York, onde os custos de vida são altos, JP Livingston conseguiu se aposentar aos 28 anos com US$ 2 milhões no banco. Durante o tempo em que trabalhava na indústria financeira, ela conseguia guardar 70% de sua renda – isso transformou-se em 60% do dinheiro com que parou de trabalhar, sendo o restante rendimento de investimentos.

    Confira um passo a passo dividido pela jovem investidora:

    1) Identifique suas maiores despesas e corte quanto for possível

    No caso de JP, ela optou por um apartamento mais humilde do que sua renda conseguiria pagar, o que possibilitou que investisse uma quantia maior todo mês.

    2) Compre usado

    A aposentada comprou mobília usada para seu apartamento. De acordo com ela, normalmente as coisas à venda têm menos de um ano de uso – é só escolher bem.

    3) Aproveite as opções da cidade

    Com um apartamento pequeno, JP tinha necessidade de sair de casa para encontrar os amigos. Isso não significa que gastasse muito dinheiro a cada noite de lazer: grandes cidades oferecem opções agradáveis e mais baratas.

    4) Use o conceito de custo por hora

    A cada compra que realizasse, a jovem olhava para o preço e contabilizava a quantas horas de trabalho ele equivaleria. Só então definia se valia a pena gastar.

    Até mais.

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    Clube de Investimentos

    16 de fevereiro de 2017

    Para aqueles que se interessarem pelo assunto, segue o arquivo com explicações da BM&FBOVESPA para download: Regulamento de Clube de Investimento. Este arquivo que nada mais é do que um documento PDF que contém o regulamento para se abrir um clube de investimento ligado a nossa bolsa de valores.

    O clube de investimento possui vantagens e desvantagens:

    Vantagem 1: o IR só é pago no resgate das cotas. Além de eliminar toda a complicação de calcular IR por operação todos os meses, há ainda uma outra vantagem embutida: você pode continuar aplicando a grana que seria usada para pagar IR, o que significa que no final você terá mais dinheiro.

    clube-de-investimento

    Veja a simulação a seguir: Um investimento inicial de R$100.000, em que se obteve um rendimento bruto de 10% por dois meses seguidos.

    Um investidor individual no primeiro mês teria um lucro de R$10.000 e teria que pagar $1.500 de IR, sobrando R$108.500. No segundo mês, seu lucro seria de $10.850 e teria que pagar R$1.627 de IR (Imposto de Renda). No final dos dois meses, portanto, teria R$117.723.

    Um clube de investimentos terminaria o primeiro mês com R$110.000. No segundo mês, o rendimento de 10% seria sobre esse total, portanto terminaria o segundo mês com $121.000. Ao sacar o dinheiro ao final do segundo mês, o cotista teria tido um lucro total de $21.000, tendo que pagar 15% disso de IR, ou $3.150. Ainda sobraria $117.850, mais do que o investidor individual. No longo prazo, faz uma boa diferença.

    Vantagem 2: Os clubes de investimento podem fazer as mesmas operações que um investidor individual, incluindo VC, travas, futuros, mini contratos. A única exigência é que 67% de seu patrimônio esteja em média aplicado em ações. O “em média” é o segredo, pois permite que temporariamente o clube permaneça líquido, como logo após ser exercido em opções.

    Vantagem 3: A corretora administradora do clube calcula e publica a rentabilidade diária, baseada nos preços de fechamento de seus ativos no dia anterior. É uma pequena vantagem, mas para um operador de taxa como eu, é legal ver sua cota subindo um pouquinho dia a dia, conforme o indicador (grega) theta vai comendo suas opções.

    Desvantagem 1: As corretoras cobram uma taxa de administração alta para manter os clubes. A média é de cerca de 3% a.a. sobre o patrimônio líquido médio.

    Desvantagem 2: Nenhum cotista pode ter mais do que 40% (não 50%, como foi dito acima) do total de cotas do clube. Isso é justamente para evitar “clubes de uma pessoa só”: primeiro, essas pessoas deveriam ter ingressos suficientes para justificar essa grana extra em seu nome, caso contrário podem ter problemas com o Fisco. Segundo, imagine o que aconteceria num caso de desastre, tipo morte ou invalidez deste “clube de uma pessoa só” (investidor único que opere dinheiro de várias pessoas de modo informal).

    Desvantagem 3: A maioria das corretoras exigem um investimento inicial muito alto para abrir um clube de investimentos (em geral maior do que R$ 200.000,00). Algumas poucas o fazem para capitais menores.
    fonte de consulta: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?p=835787#p835787

    Outras considerações sobre clube de investimentos:

    – Para investimentos de prazo inferior a 5 anos, o investimento individual é mais vantajoso que o clube de investimento;
    – Para prazos superiores a 5 anos, o clube passa a ser mais vantajoso que o investimento individual;
    – A vantagem do clube sobre o investimento individual aumenta de forma exponencial a partir dos 5 anos.

    Em outras palavras, o efeito benéfico dos juros compostos sobre a parcela não paga de imposto de renda, só passa a ter efeito considerável após 5 anos.
    fonte de consulta: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?p=944819#p944819

    Leia também:

    Fazer investimento para terceiros

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    Vale a pena comprar uma fatia de título do Tesouro Direto por mês?

    12 de janeiro de 2017

    Investimentos em ascensão: Tesouro Direto bate recorde de inscritos

    Um leitor da Exame perguntou se valeria apena comprar uma fração de um título público (Tesouro Direto) a cada mês. Ele confrontou a pergunta com a poupança, se ela não valeria mais a pena para esse propósito.

    Vale a pena trocar a Poupança pelo Tesouro Direto?

    Dinheiro: Tesouro Direto permite fazer aplicações a partir de 30 reais

    O leitor fez a seguinte pergunta:

    – Gostaria de aplicar 500 reais por mês para juntar um montante em 15 anos. Fui me informar sobre o Tesouro Direto e vi que não é vantagem comprar uma fatia de um título por mês, pois os juros vão incidir separadamente em cada título e a poupança pode dar mais dinheiro. Nessas condições, qual a melhor alternativa de investimento?

    Ele obteve a seguinte resposta:

    Com a possibilidade de fazer aplicações a partir de 30 reais, milhares de pessoas passaram a se interessar por investir no Tesouro Direto em vez de na tradicional poupança. Sua dúvida é comum entre investidores e, apesar da resposta ser simples, ela não é simplória: o Tesouro direto é, sim, a melhor alternativa de investimento quando comparado à poupança.

    Não se preocupe se os valores disponíveis para aplicação são baixos. O mais importante para investidores iniciantes é começar a realizar sua reserva financeira, mesmo que inicialmente você só consiga comprar uma fração de um título público.

    Apesar da poupança ser um produto financeiro isento de Imposto de Renda para pessoa física, ela não é a melhor alternativa porque perde para a inflação. A rentabilidade paga pelos títulos públicos é significativamente maior, em especial para investimentos de prazo longo. Sugiro que você busque títulos públicos indexados ao IPCA, que manterão você protegido se houver aumentos pontuais na inflação.

    O Tesouro Direto foi criado para permitir que pessoas físicas comprem diretamente títulos públicos, sem a necessidade de aplicar em fundos de investimento oferecidos pelas instituições financeiras. Essa é uma grande vantagem para seu bolso, pois você é liberado de pagar as taxas de administração dos fundos, que reduzem a rentabilidade dos investimentos.

    Os títulos públicos são títulos da dívida que o governo paga a você por emprestar seu dinheiro, em busca de uma rentabilidade no futuro. Os títulos podem pagar juros a cada semestre ou apenas na data do resgate. O risco desse investimento é muito baixo, pois a chance do governo não pagar os juros é bastante improvável.

    Apesar do Tesouro Direto oferecer boa rentabilidade, liquidez e segurança, recomendo buscar alternativas para compor seu portfólio de investimento, reduzindo seus riscos em qualquer cenário.
    fonte de consulta: exame.abril.com.br/seu-dinheiro/e-vantagem-comprar-uma-fatia-de-titulo-do-tesouro-direto-por-mes

    Até mais.

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    Sobre comprar imóveis para alugar

    17 de novembro de 2016

    Existem diversas razões pelas quais as pessoas compram imóveis, embora para alguns não faça sentido algum. Um destes motivos é comprar imóvel como um investimento ativo, ou seja, colocá-lo para ser um fonte de renda via aluguel. Muitas destas pessoas nem sabem que podem ter um imóvel alugado por FII (Fundos de Investimentos Imobiliários), fato que reduz o risco e aumenta a liquidez caso precise se desfazer do ativo. Além mais, neste tipo de fundo, o valor alocado é bem menor do que num imóvel.

    Para planejadora financeira, Annalisa Blando dal Zotto, as pessoas precisam diversificar mais seus investimentos do que focar somente em comprar imóveis. O brasileiro adora comprar um imóvel para ter rendimentos com aluguel, claro, é um dos investimentos preferidos de muitos brasileiros que contam com uma boa quantia de dinheiro parada. No entanto, para Annalisa esse é um tipo de aplicação que na maioria dos casos não faz sentido:
    – Esse foco que o brasileiro tem em imóveis vem muito do histórico do nosso país, que já passou por crises de hiperinflação e confisco de aplicações financeiras, além do fato de que muitas soluções financeiras oferecidas pelo banco não são soluções, mas sim problemas. O principal problema é a falta de educação financeira das pessoas.

    Um dos principais motivos que fazem com que imóveis para alugar sejam uma má opção, segundo a planejadora financeira, é o fato de que os gastos são muito subestimados na hora de fazer a aplicação. “A rentabilidade é baixa demais e existem gastos com manutenção, com condomínio quando há vacância, com impostos e com a corretora imobiliária que acabam com o rendimento”, atesta.

    “O que era para ser um investimento lucrativo se torna um verdadeiro pepino. Caso o inquilino não consiga pagar o aluguel, isso pode acabar acarretando em uma longa briga na justiça também”, pontua. Outro ponto criticado por Annalisa é o fato de que a liquidez do mercado imobiliário é muito baixa. “Em uma emergência, esse dinheiro não estará disponível rapidamente, ou será necessário vender por um preço muito menor”, diz.

    O que fazer com o dinheiro, então?
    Em um momento que o país está com a taxa básica de juros em 14% ao ano, acaba fazendo muito mais sentido investir em títulos pós-fixados de renda fixa. “O risco é menor, a liquidez é maior e a rentabilidade nem se compara: mais de 1% ao mês nominal sem nenhuma dor de cabeça. O custo de oportunidade no país é elevado demais”, relata a especialista.

    Mesmo assim, o investidor deve sempre procurar fazer uma boa diversificação em seus investimentos, de modo a garantir que não esteja com todo seu patrimônio imobilizado em uma única categoria de ativos. Para quem gosta do mercado imobiliário, uma opção mais interessante podem ser os fundos imobiliários, que contam com seus rendimentos isentos de imposto de renda e um valor muito mais acessível do que o preço para comprar uma propriedade sozinho.

    Também é importante buscar instituições financeiras independentes, que, geralmente, contam com taxas muito mais baixas e costumam oferecer produtos mais rentáveis do que os grandes bancos de varejo.

    Quando faz sentido?
    Ela explica que a compra de um imóvel para alugar faz mais sentido para pessoas próximas a se aposentarem que precisam de uma fonte de renda mensal. Mesmo assim, ela sugere a aplicação em imóveis comerciais e recomenda um estudo realista dos gastos e rentabilidade que será possível obter com o investimento, de modo a não ter muitas dores de cabeça no futuro.

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    infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/5844334/pepino-diz-especialista-sobre-comprar-imoveis-para-alugar

    Até mais.

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    Coisas para se fazer imediatamente se você quer viver de renda

    25 de outubro de 2016

    É possível viver de renda investindo bem o seu dinheiro, além de ter um bom planejamento e disciplina.
    Sem sombra de dúvidas que viver de renda, é o sonho de muita gente. Afinal de contas, quem não gostaria de ter uma vida sem se preocupar se terá fôlego financeiro para os próximos anos ou então sem ter que lidar com o stress relacionado ao trabalho. Conquanto, quais são os principais passos e medidas que são necessários tomar para conseguir alcançar essa meta? O portal InfoMoney conversou com assessores de investimento para entender melhor como as pessoas podem fazer para viver de renda. Confira a seguir:

    – Trace metas
    A meta final já está definida: viver de renda. No entanto, e as metas de curto e médio prazo? Quanto dinheiro acumular para conseguir viver o resto da vida de renda? O assessor de investimentos da XCare Investimentos Antonio Brown comenta que o investidor não pode esquecer de traçar metas realistas para atingir seu último objetivo.

    – Tenha disciplina sempre
    “Para o investidor que tem a intenção de viver de renda, é necessário ter muita disciplina. Criar o hábito de investir regularmente, definir o quanto precisa poupar por mês e ser fiel a essa estratégia”, comenta Carollyne Mariano, assessora de investimentos da Atlas Invest.

    – Invista bem
    “Tão ou mais importante do que a disciplina, escolher bons produtos é essencial na construção de uma carteira, qualquer aumento de rentabilidade que o investidor consiga, ao longo do tempo, fará muita diferença. Pensando no longo prazo, busque sempre investimentos que tragam rentabilidade real, ou seja, que tragam retornos acima da inflação, um bom exemplo são os títulos do Tesouro Direto chamados IPCA + e até mesmo as ações”, aponta Carollyne.

    – Deixe a ansiedade de lado
    Se planejar financeiramente para viver de renda é uma meta de longo prazo que não é simples de ser alcançada. Assim, certamente, você enfrentará subidas e descidas do mercado financeiro no caminho e precisa estar preparado. “Ter paciência para o investidor de longo prazo é fundamental, deixar a ansiedade de lado e almejar a colheita dos frutos lá na frente”, comenta Carollyne.

    – Procure assessoria profissional
    “O planejador financeiro ajudará no posicionamento do investidor quanto ao seu momento de vida, ajudará na seleção dos produtos financeiros além de traçar metas que deverão ser alcançadas em determinado período”, aponta Antonio Brown.

    5 coisas para se fazer imediatamente se você quer viver de renda
    infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/5662545/coisas-para-fazer-imediatamente-voce-quer-viver-renda

    Até mais.

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    Quer acabar falido?

    19 de maio de 2016

    Confira atitudes muito comuns que acabam com a sua vida financeira como o descontrole com gastos e maus investimentos, os quais são o cerne dos principais problemas financeiros de muitas pessoas.

    Tomar conta das finanças pessoais é super importante para buscar os objetivos de longo prazo, como comprar uma casa, fazer uma faculdade ou se preparar para a aposentadoria, por exemplo. No entando, muitas pessoas não fazem isso. Vejam quais são os erros mais comuns que podem prejudicar o planejamento financeiro de qualquer um:

    – Não manter as contas sob planejamento:

    “Se você não tem uma organização de suas receitas e despesas ao longo do mês, assim como a categorização de cada uma dificilmente irá ter sucesso em sua vida financeira. O motivo é simples, você não sabe para onde seu dinheiro está indo. Se você não sabe, não consegue identificar itens do orçamento que estão ‘sangrando’ com suas finanças e dificilmente conseguiria ajustá-lo”, relata Aldo Pessagno, sócio da Manhattan Investimentos.

    – Usar o cartão de crédito sem critério:

    “Sem dúvida os cartões de crédito são uma ótima alternativa de pagamento, quando usados com inteligência. O problema é que se você não tiver disciplina, poderá entrar numa bola de neve que será bem difícil de sair, pois estará pagando um dos juros mais altos do mercado, é comum ver taxas de mais de 420% ao ano, além de pagar uma bela anuidade na maioria das vezes. É um grande erro fazer apenas o pagamento mínimo da fatura”, comenta Aderson Gegler, assessor de investimentos da Moinhos Investimentos.

    – Achar que a poupança é um bom investimento:

    “Todo brasileiro sabe que a caderneta de poupança é um investimento seguro. E pelo nosso histórico recente, as pessoas ficam com medo de procurar investimentos mais rentáveis devido a medos adquiridos. A razão que faz da poupança um investimento seguro é o FGC, o Fundo Garantidor de Crédito, que também faz outros investimentos muito mais rentáveis, tão seguros quanto. A poupança tem perdido sistematicamente para a inflação nos últimos meses. Isto quer dizer que a cada mês que passa, o poupador não conseguiria mais comprar a mesma coisa que compraria no mês anterior com o dinheiro lá investido”, atesta Aderson Gegler.

    – Poupar só quando sobra dinheiro:

    Um erro muito comum das pessoas na hora de lidar com suas finanças é poupar seu dinheiro só quando sobra algum no final do mês. Carollyne Mariano, sócia da Atlas Invest, explica que é importante que a reserva mensal seja descontada do salário antes dos gastos mensais. Dessa forma, com a poupança já garantida, a pessoa não fica tentada a usar esse dinheiro em outros gastos que não são necessários.

    – Investir mal:
    Além da poupança, que é um investimento com baixa rentabilidade em relação a outras aplicações financeiras, outro erro muito comum dos investidores é não diversificar suas aplicações. “Deixar todos os ovos na mesma cesta é muito nocivo, especialmente ao longo d tempo”, comenta Carollyne Mariano.

    – Manter aplicações enquanto está endividado no cartão ou cheque especial:

    “É muito comum as pessoas manterem aplicações em investimentos como a poupança, concomitantemente com dívidas no cheque especial e cartão de crédito. Ou seja, são mantidos investimentos que rendem 8% ao ano, enquanto suas dividas estão gerando juros de 450% ao ano. Em suma, quem faz isso está tomando emprestado um dinheiro a 450% ao ano para aplicar a 8%. Como essa conta vai fechar?”, questiona Aldo Pessagno.

    – Achar que é cedo demais para pensar em aposentadoria:

    “Ninguém acredita que a aposentadoria do INSS sozinha seja capaz de manter o padrão de vida que se tinha antes. É um assunto muito sério e achar que podemos pensar nisso há dez ou quinze anos antes da data planejada é um erro grave que pode comprometer a tranquilidade da família no momento que o aposentado mais precisará dela. Você já deve ter ouvido falar que o fator tempo é importantíssimo na rentabilidade dos investimentos e isso é justamente por causa dos juros compostos”, alerta Aderson.


    infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/4991478/quer-acabar-falido-veja-atitudes-muito-comuns-que-detonam-sua

    Veja também:

    Como lidar com o fracasso financeiro

    Até mais.

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    Vale a pena trocar a Poupança pelo Tesouro Direto?

    7 de maio de 2016

    Para quem ainda não conhece, recomenda-se ler: Como investir no Tesouro Direto?. Aqueles que já conhecem, fica a pergunta se compensa realmente trocar a poupança pelo tesouro direto. Quando uma pessoa faz um teste com o gerente do banco ou em um site de finanças e verifica que seu perfil de investimentos ficou definido como conservador, pode pensar que isto implica em deixar o seu dinheiro rendendo na poupança, porém para a maioria dos especialistas em investimentos, este é o último lugar onde você deveria deixar seu dinheiro guardado.

    Veja esta simulação:

    – Um investidor resolveu colocar um dinheiro na poupança há 1 ano atrás. O objetivo era não gastar esse dinheiro e deixar o mesmo rendendo. Só que ao colocar esses R$ 1.000,00 na poupança, considerando a taxa deste período de 1 ano em 7,7%, ele ganhou R$ 77. Na verdade, a conta não é tão simples assim. Pode-se ver nos jornais que a inflação anual está em torno de 9,5%, ou seja, maior que o rendimento da poupança. Desta forma, no fim das contas, os R$ 1000 se transformariam em apenas R$ 983.

    – Imagine agora que o mesmo investidor tivesse alocado os mesmos R$ 1.000,00 no Tesouro Selic, por exemplo, o resultado seria positivo. O mesmo valor colocado no Tesouro, descontando a inflação do período e o imposto de renda, o montante seria de R$ 1033,20.

    Logo, se um investidor tem perfil conservador, isto significa escolher investimentos disponíveis que trazem rendimentos maiores que a poupança e que ao mesmo tempo ofereçam baixo risco. Para quem nunca ouviu falar sobre Tesouro Direto, ele é um programa de venda de títulos públicos do Tesouro Brasileiro para pessoas físicas, como eu e você. Se ainda restar duvidas, veja também:

    Como Investir no Tesouro Direto? Vale a Pena Realmente?

    Tesouro Direto: Títulos Públicos Sem Segredos

    Estes títulos públicos são instrumentos financeiros de renda fixa emitidos pelo governo federal. O objetivo do governo é obter dinheiro de qualquer pessoa ou empresa para financiar suas despesas, isto quer dizer que você “empresta dinheiro” ao governo e ele te devolve este montante depois de um tempo com um adicional de pagamento de juros, que é o seu retorno do investimento. Os títulos do Tesouro Direto têm uma data de vencimento, que é a data em que o Tesouro Nacional quita suas obrigações financeiras com os investidores. É o dia do resgate do valor do título. Mas isso não quer dizer que você não possa sacar seu dinheiro antes. Sim, você pode. E sabemos que o país está em uma situação bastante complicada, mas ainda indicamos o Tesouro.

    Veja abaixo as modalidades vendidas pelo Tesouro Nacional:

    Tabela de oferta de títulos do Tesouro Direto

    Apesar de ser uma opção de investimento muito segura, o Tesouro Direto tem outras vantagens:

    – O rendimento do investimento é bom. Como o Brasil tem atualmente uma alta taxa básica de juros (Selic) e também uma alta inflação, os títulos do Tesouro que acompanham Selic e inflação pagam bem;

    – Desde 2015 o Tesouro passou a ter liquidez diária, ou seja, você pode vender no mesmo dia em que decidir fazê-lo;

    – O Tesouro Direto permite programar o investimento, o que ajuda na disciplina para investir. Em contato com o banco ou com a corretora, você pode programar uma espécie de “débito automático”, ou “aplicação automática”;

    – É bem fácil de aplicar e você pode fazê-lo por conta própria. Você precisa apenas ter uma conta em um banco ou em uma corretora para começar;

    – O site oficial do Tesouro Direto é bastante claro e explica detalhes sobre seu funcionamento. Você pode olhar os títulos atualmente disponíveis para compra, como o Tesouro IPCA+ (que antes se chamava NTN-B) ou o Tesouro Selic (que antes se chamava LFT). Não se assuste com os preços de compra, que superam os R$ 500. É possível comprar apenas uma fração dos títulos;
    criandoriqueza.com.br/lp/tesouro-direto_lp01/?key=b32ba18d-4956-4cee-971c-ed1b957eb308

    Não deixe de conferir:

    Quero investir, mas não tenho tempo, o que eu faço?

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    Conquistas financeiras para os jovens

    21 de abril de 2016

    No momento em que as pessoas se preocupam com investimentos ou finanças pessoais, a idade vai estar ao lado de quem está em torno seus 20 a 30 anos. Para quem começar investir e cuidar bem das finanças já nesta fase da vida pode ter imensos ganhos financeiros no futuro. Desta forma, o site Business Insider (13 things you should accomplish with your money before turning 30) listou coisas que uma pessoa deveria conquistar com próprio dinheiro antes de completar 30 ano. A InfoMoney colocou 11 destes itens que podem ajudar o jovem brasileiro. Confira abaixo:

    • Negocie seu salário
      Você não pode sentar e esperar que um aumento ou um bônus caiam no seu colo. Mesmo que seu chefe perceba o quanto você trabalha duro e é eficiente, ele ou ela não pagarão mais a você necessariamente. Você precisa pedir aquilo que deseja. O expert em finanças pessoais Farnoosh Torabi atesta: “você não consegue aquilo que merece. Você consegue aquilo que negocia”.

    • Construa um fundo de emergência
      A vida é chega de inesperadas, e muitas vezes caras, surpresas. Por isso que é crucial construir um fundo de emergência. O total a ser poupado é bastante pessoal, mas a regra geral diz que é importante ter reservado de três a nove meses de despesas. Até os 30 você já deve ter feito isso.

    • Invista em você mesmo
      As pessoas mais ricas e bem sucedidas estão constantemente exercitando seus cérebros e procurando maneiras de continuar a aprender depois da faculdade ou de qualquer tipo de educação formal. Isso inclui investir em cursos, conferências ou livros, por exemplo. Também invista na sua saúde, pode ajudar muito.

    • Poupe pelo menos 10% de suas receitas para a aposentadoria
      A aposentadoria nunca está distante demais para ser negligenciada, especialmente levando em conta que o tempo está ao seu lado quando você é jovem. De fato, quando você começa a poupar é muito mais importante do que o quanto você poupa, o que significa que a década dos 20 é crítica nesse sentido.

    • Estabeleça metas para poupar dinheiro
      Existem algumas despesas que provavelmente chegarão em um futuro próximo: uma casa, carro, férias e filhos, apenas para mencionar alguns, que requerem um hábito de poupar bastante regrado. O melhor jeito de conseguir isso é criar metas de poupança e então começar a acumular o quanto antes para alcançá-las.

    • Estabeleça metas de patrimônio
      Além das metas de poupança, é importante também estabelecer metas para as suas receitas anuais e seu patrimônio. O dinheiro não vai aparecer do nada, você vai ter que trabalhar para isso. Se você quer construir um bom patrimônio, precisa ter uma meta clara e específica antes de começar mesmo a se planejar para alcançá-la.

    • Faça um seguro
      Ninguém quer lidar com seguradoras, é algo complexo e confuso, mas aos 30 você precisa de cobertura adequada. Isso significa ter seguro saúde, de casa e de carro, por exemplo. Dependendo da sua situação, até um seguro de vida ou para seu animal de estimação podem ser opções interessantes. Também é inteligente que você crie um hábito de reavaliar seus seguros para ver se eles ainda cobrem o que você precisa e estão dentro do orçamento.

    • Crie um método para acompanhar seus gastos
      Aos 30, você já deve saber muito bem o quanto de dinheiro que está entrando e quanto está saindo. Além de se assegurar que você ganha mais do que gasta, você vai querer ser uma ideia muito certa se você está ou não no caminho certo com suas economias. Estratégias para controlar o fluxo de caixa incluem marcar cada compra feita em uma planilha ou caderno, ou ainda procurar aplicativos que possam fazer isso.

    • Tente fazer um bico
      É muito fácil focar em cortar os gastos e esquecer das receitas, mas as pessoas mais bem sucedidas contam com vários canais para conseguir dinheiro. Existem várias maneiras de como conseguir mais dinheiro, seja realizando pequenos serviços que tragam remuneração, ou ainda com outras formas de receita passiva, como alugando equipamentos, por exemplo.

    • Não invista somente em planos de previdência
      Ao se preparar para a aposentadoria, é claro que os planos de previdência são os instrumentos mais procurados pelos investidores no Brasil, mas é importante também procurar outras opções de investimento. Warren Buffett, o maior investidor do mundo, por exemplo, recomenda investir em fundos de índice de baixo custo para a aposentadoria.
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    • Faça seus pagamentos automaticamente
      Com toda a tecnologia atual, não há desculpa para atrasar um pagamento. A maior parte das contas pode ser paga online e você ainda pode estabelecer a alternativa de pagamentos automáticos. Se você automatizar o pagamento de contas como TV a cabo, internet, telefone, entre outras, não terá que se preocupar sempre e nem atrasar os pagamentos.
      infomoney.com.br/onde-investir/previdencia/noticia/4894544/conquistas-financeiras-que-voce-tem-obrigacao-alcancar-antes-dos

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