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    Aluguel de puxadinho vira opção para férias na crise financeira

    20 de dezembro de 2016

    Em tempo de crise financeira aguda, as pessoas tem usado a criatividade para ter suas tão merecidas férias.
    Moradores do litoral norte de São Paulo e donos de casa na praia têm recorrido ao aluguel desses espaços para mantê-los –alguns, como Teixeira, até constroem outras casas, fazendo disso um negócio. Longe da praia e mais no meio da mata de São Sebastião, um garoto de 18 anos comprou um terreno com o dinheiro de uma herança. Construiu ali uma casinha simples, só para si. Isso foi há 20 anos. Hoje, Ivan Lopes tem 38. É caro ter casa na praia e com a crise, ficou mais difícil manter a morada. Para pagar as despesas, um morador projetou um chalé para duas pessoas que desde maio recebe hóspedes por meio do site de hospedagem Airbnb, por R$ 300 a diária –R$ 500 aos sábados.

    No Réveillon de 2015, os puxadinhos já previam uma ocupação de 80%. Agora, as reservas com antecedência representam cerca de 60% de ocupação, segundo José Carlos de Souza, secretário-executivo do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e similares do litoral norte paulista.

    Leia mais detalhes a seguir:

    Aluguel de puxadinho vira opção para férias da crise no litoral norte de SP
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    Até o próximo post.

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    Lições de empreendedor que enfrentou a crise e continuou lucrando

    10 de novembro de 2016

    Os indicadores econômicos seguem apresentando um aumento no número de pedidos de falência e recuperações judiciais nos últimos anos! A crise financeira pela qual o país se encontra há vários anos não traz tranquilidade para os empreendedores, principalmente para aqueles que estão começando. Vários deles começaram um novo negócio na “Era Lula/Dilma” quando a economia estava em um patamar positivo, porém ninguém imaginava que tantas reviravoltas iriam acontecer em um período tão curto de tempo.

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    As consequências da recessão são desanimadoras. Foram registrados 1.611 casos de falências e recuperações judiciais em 2014, de acordo com o Serasa Experian. Em 2015 foram 1.783 requerimentos, e até setembro deste ano a realidade é ainda pior: mais de 1.400 companhias já fecharam. As micro e pequenas empresas são as mais atingidas pela crise, de acordo com o Serasa.

    Celso Fortes é empreendedor e para enfrentar a crise mudou a estratégia da sua agência digital a fim de manter as contas no azul. Ele abriu mão de alguns planos e teve de ser mais flexível, mas manteve a empresa lucrando. Assim, ele elencou algumas práticas que ele usou que podem ajudar você e sua empresa a passar pela crise sem grande prejuízos financeiros. Veja algumas dicas a seguir:

    Mexa-se: Saiba para onde deseja ir. Em tempos críticos o empreendedor não pode se perder no desespero e no isolamento. É necessário abrir os horizontes, trocar ideias com os profissionais da empresa e dar chances para projetos antigos ou inusitados.

    Reúna a equipe: Atualize sua equipe sobre a real situação da companhia. São tempos difíceis, não adianta colocar pressionar os funcionários mais ainda. Seja claro com a equipe, exponha a situação do mercado e divida com eles a responsabilidade de alcançar novos patamares. Delegue as funções básicas e foque apenas naquilo que é primordial porque é o que manterá você mais animado e inspirado a crescer.

    Dedique-se: O empreendedor é a melhor representação do próprio negócio. Então não se acomode com o mau momento. Aprimorar esta postura é uma forma de aumentar a eficiência em reuniões e em eventos. Estar bem antenado com o que acontece com a empresa é fundamental para se manter atualizado e preparado para o que der e vier. Os funcionários sentem a animação e são influenciados pelo seu estado de espírito positivo.

    Faça networking: Todo contato é uma maneira de “vender” os serviços. Logicamente existem limites, mas pense como suas atividades são importantes e podem ser úteis para as pessoas. Além disso, essa é uma boa forma de obter feedbacks espontâneos e analisar se o seu convívio social é realmente útil para o estilo de vida empreendedor. “Não tenha medo de selecionar com quem você vai conviver, já que para ter sucesso é preciso aprender a selecionar com quem você vai gastar o seu tempo”, afirma Fortes.

    Desapegue: Não adianta ficar em cima do projeto a todo instante. Esse “apego” pode só atrapalhar. Planeje o trabalho com profissionais sérios e saiba confiar nas próprias escolhas. Não tenha vergonha de alterar os planos, caso algo dê errado no caminho, essa flexibilidade durante uma crise é importante. Se uma estratégia não der certo, encontre outra e continue seguindo em frente.

    infomoney.com.br/negocios/noticia/5722319/licoes-empreendedor-que-enfrentou-crise-continuou-lucrando

    Até mais.

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    Assessoria jurídica é oportunidade em tempos de crise

    14 de julho de 2016

    Durante períodos economicamente instáveis gastos excedentes com processos trabalhistas, prejuízos contratuais e problemas internos com colaboradores podem representar um ônus excessivamente pesado para uma empresa, principalmente de pequeno e médio porte. Em todos esses casos, a assessoria jurídica de um escritório de advogacia pode ser uma alternativa mais econômica e benéfica ao negócio.

    Quando optar por uma assessoria jurídica?

    A empresa pode optar por contratar uma assessoria jurídica em qualquer momento que julgar necessário, entretanto, em período de crise, a economia viabilizada por esse recurso pode representar uma chance de não desestabilizar as reservas financeiras do negócio. Existem algumas situações que, quando frequentes, podem indicar uma necessidade imediata de um acompanhamento jurídico para evitar prejuízos irreversíveis. São elas:

    Processos trabalhistas em excesso

    Caso a empresa esteja enfrentando um número alto de processos trabalhistas em relação ao tamanho da companhia, pode ser o momento de rever a gestão do negócio e com o auxílio de um advogado investigar quais ações têm colocado a segurança jurídica do negócio em risco.

    O excesso de processos pode resultar em pagamentos de cifras imensas em danos morais, multas e acordos, prejudicando o caixa da empresa. É comum ainda que situações recorrentes façam com que as penalidades sejam aumentadas.

    Prejuízos contratuais frequentes

    Ao elaborar contratos de forma amadora, muitas empresas acabam concordando com cláusulas que as prejudicam no médio e longo prazo, sendo que a recorrência de problemas em contratos pode gerar prejuízos financeiros, além de afetar a imagem da marca no segmento no qual atua. Caso isso ocorra, uma assessoria jurídica deve ser contratada para auxiliar na elaboração de novos contratos e revisão de contratos antigos.

    Problemas internos com colaboradores

    Muitas vezes, a falta de uma instrução jurídica adequada faz com que a empresa e os colaboradores passem a ter desentendimentos relacionados aos diretos trabalhistas. Para evitar que interpretações erradas ou equívocos deem suporte às reclamações dos funcionários, indica-se que todas os processos, diretrizes e modelo de gestão da empresa sejam acompanhados por uma assessoria jurídica.

    Quais os benefícios da assessoria jurídica?

    Por ser fundamental em diversos procedimentos internos de um negócio, a assessoria jurídica torna-se essencial em diversas situações, em especial na crise. Entre as vantagens de optar por esse acompanhamento destacam-se:

    • Segurança financeira: com riscos reduzidos de processos trabalhistas e prejuízos contratuais, a empresa pode garantir a estabilidade das finanças.
    • Redução de custos: ao reduzir gastos desnecessários, sejam com processos e acordos, com impostos indevidos ou com prejuízos de outras naturezas relacionados ao dia a dia do negócio, a empresa reduz os custos operacionais.
    • Crescimento da empresa: unindo a estabilidade das finanças com a diminuição dos custos e a maior tranquilidade para o executivo, cria-se um cenário no qual o crescimento da empresa é mais garantido e os gestores podem utilizar o tempo para as tarefas que realmente importam.

    A assessoria jurídica oferece uma série de vantagens para empresas de todos os segmentos e tamanhos, principalmente em períodos de crise. Pesquise a mais adequada para o seu negócio.

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    Férias na crise financeira

    5 de julho de 2016

    Em momentos de aguda crise financeira como a que estamos enfrentando há vários anos no Brasil, muitas pessoas se preocupam por conta das demissões e até tem medo de sair de férias, porém isto não é motivo para demissão. Não é por causa disto que o empregado deve deixar as férias de lado, com exceção de situações emergenciais: – Aqui vale um diálogo franco entre ambas às partes, se possível, adiar alguns dias.

    Quem estiver na dúvida, seria legal se manter atualizado sobre o mercado e entrar em contato com os colegas de trabalho de vez em quando, mas não passar as férias inteiras preocupado com isso.

    A crise financeira afeta as férias e neste ano, o mercado já registra uma queda de até 30% na procura por viagens.

    Confira estas dicas:

    – Se você pode e quer sair do país, saiba que ainda dá tempo. Reservas com meses de antecedência, longos parcelamentos e destinos lotados? Não é bem assim. Ao contrário de qualquer época mais abonada, tempos de crise permitem oportunidades e ofertas de última hora. Encontram-se vagas em voos, em hotéis e em pacotes de turismo. Nos passeios, sempre cabe mais um. A bem da verdade, poucas vezes se viu tanta promoção em passagens aéreas. As companhias têm ganho de escala, principalmente nos destinos mais procurados, mas em tempos de crise não preenchem todas a vagas. É aí que sua chance aparece. Para Orlando e Miami, por exemplo, raramente se veem oportunidades a preços tão atraentes. Outros destinos também aparecem nas promoções. Paris, Madrid, Lisboa… e outros. Fique atento. Basta ficar de olho, pesquisar e negociar.

    – Outra dica é sair de casa com a viagem paga. Principalmente se você pesquisou e decidiu mesmo ir para o exterior. Na prática, tanto faz levar o dinheiro que vai gastar, ou deixar o dinheiro reservado para pagar o cartão na volta. O importante é calcular o quanto está disposto a gastar, pôr etiqueta nesse dinheiro e não gastar mais do que planejou.

    – O dinheiro está reservado? Ótimo. Uma boa forma de decidir se leva o dinheiro em espécie ou se dá preferência ao cartão é observar o custo de IOF. Desde 03/05/2016 ficou mais caro comprar moeda estrangeira, é fato. O IOF subiu de 0,38% para 1,1%. Ou seja, comprar moeda estrangeira ficou 189% mais caro. Mas ainda é a opção mais vantajosa perante outras formas de pagamento, como cartão de crédito, débito ou cartão pré-pago, sujeitas a 6,38% de IOF. Ter o cartão à mão, livre, pode alimentar a tentação de gastar mais do que você planejou… e mesmo tendo reservado dinheiro para a fatura, em tempos de instabilidade política e econômica há o risco de uma oscilação cambial repentina pegar você desprevenido na volta do passeio. Lembre-se, quem saiu de férias em julho de 2015 e usou cartão de crédito internacional, acabou amargando uma viagem 15% mais cara em agosto quando a fatura chegou. Mas nem tudo são vantagens em se levar dinheiro vivo. É mais arriscado. O dinheiro de plástico é mais seguro, pode ser cancelado em caso de perda ou roubo, e despesas não reconhecidas podem até ser suspensas. Pense na melhor combinação para você e sua família – dinheiro, cartão, ou um pouco de cada. E siga em frente.

    – Se comprar um pacote, entenda que itens estão incluídos. Lembre-se de calcular os gastos extras, caso haja itens importantes fora do pacote, como traslados, passeios, café da manhã, bebidas e outras refeições, principalmente para as modalidades all inclusive.

    Mais detalhes veja a seguir:

    10 Dicas para organizar suas férias em tempos de crise
    vale-viagem

    Veja também:

    Como viajar de forma econômica

    Até mais.

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    Inflação do feijão

    15 de junho de 2016

    O preço do feijão aumenta mais de 200% desde janeiro deste ano segundo a Ibrafe. Já tem gente trocando o feijão pela lentilha.

    2016 já começou com o preço do feijão-carioca em alta, devido à seca no Norte do país, porém a elevação foi maior nas últimas semanas. O quilo do produto chega a custar mais de R$ 10 nos supermercados. Agora a variação tem a ver com o frio. A segunda safra de feijão está sendo completamente prejudicada pela geada no Sul.

    Conforme especialistas, a seca afetou a primeira safra de feijão. O país tem três safras no ano. A segunda delas está em risco devido ao frio. As áreas produtoras já foram atingidas. Como o mercado é sensível a essa ameaça, o preço do produto começa a subir e afeta diretamente o bolso do consumidor.
    http://www.agora.uol.com.br/grana/2016/06/1780976-feijao-carioca-sobe-mais-do-que-a-inflacao.shtml

    O preço do feijão no mercado interno tem sofrido forte alta. Desde janeiro, a saca de 60 quilos aumentou 260% e chegou a R$ 550 em São Paulo. O valor é mais alto que o de uma saca de café arábica de boa qualidade, que chega a R$ 525 em locais de importante produção, como a Zona da Mata mineira. Os dados são do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), entidade que representa a cadeia produtiva do grão. Em algumas regiões do Brasil, o quilo do feijão chega a R$ 20 no varejo, situação que virou até assunto para os populares memes que circulam na internet.Segundo Marcelo Lüders, presidente do Ibrafe, o que está sendo repassado ao consumidor final é a soma de vários fatores que deixaram a situação “caótica”. Tudo começou com a menor área plantada na primeira safra de 2016, quando o produtor escolheu plantar soja e milho, que remuneram melhor. A diminuição do preço mínimo por parte do governo federal também influenciou negativamente a cultura.
    http://www.canaldoprodutor.com.br/comunicacao/noticias/preco-do-feijao-aumenta-mais-de-200-desde-janeiro-diz-ibrafe

    Meu feijão minha vida

    Até mais.

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    Corrida de saques aos fundos de previdência privada

    23 de maio de 2016

    Eis mais uma conquista alcançada pelo governo afastado:
    – A crise faz saques na previdência privada subirem 22% no 1º trimestre de 2016.

    Muitas famílias seguem endividadas, com orçamento menor devido ao desemprego, quebra das suas empresas ou simplesmente devido ao menor poder de compra com inflação alta. Isto faz com que o brasileiro acabe gastando aquela “gordura” que tinha nos investimentos, antes intocáveis, mas agora com a corda no pescoço das dívidas aumentando como uma bola de neve, tem sido a melhor opção do que pagar juros exorbitantes aos bancos. Solução pode se dizer que é paliativa, pois a ideal seria as pessoas reduzirem o padrão de gastos que tinham nos tempos de bonança, ou seja, adequar o orçamento à realidade que o país vive atualmente.

    adeus-cruzeiro

    Obrigado por tudo madrasta Dilma!

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    Impeachment influencia no mercado imobiliário

    11 de maio de 2016

    Neste momento o plenário do Senado vota o pedido de impeachment de Dilma Rousseff. Se for aprovado, a presidenta será afastada do cargo por até 180 dias enquanto o processo é julgado. Esta decisão está muito além de ser meramente uma decisão política, pois também é um resultado que influencia de modo direto a economia do Brasil, a qual vem sentido há anos os efeitos da instabilidade política no país. Claro que com o mercado imobiliário não seria diferente.

    Não apenas pela forte crise econômica, a economia brasileira também tem oscilado com todo esse processo de instabilidade política. O crédito está escasso, os juros nas alturas, o câmbio balança numa gangorra, idem a Bolsa de Valores. A valorização e desvalorização do Real frente ao dólar, inclusive, tem mostrado a influência das decisões políticas nas questões econômicas do Brasil.

    Veja quais são as perspectivas caso o Senado vote negativa ou positivamente em relação ao impeachment:

    Se o impeachment acontecer
    O mercado imobiliário tem visto, de uma forma geral, o processo de impeachment como uma melhora nas perspectivas, principalmente pelo resgate da confiança de uma retomada das atividades econômicas. “Existe uma perspectiva em relação à agenda econômica de um eventual governo Temer e os investidores estão apostando que tenha uma melhora com o afastamento de Dilma porque existe uma visão que o novo governo teria mais condições de enfrentar as dificuldades”, analisa Danilo Igliori, chairman do DataZAP, área de inteligência imobiliária do ZAP.

    Desta forma, existe uma perspectiva de resultados mais positivos ainda neste ano, iniciando de forma lenta e ganhando força com a retomada da confiança. “Existe perspectiva que o dólar se desvalorize, que os juros caiam, que a inflação fique mais segura e o crédito seja ampliado”, reforça. Todos esses indicadores influenciam diretamente no mercado imobiliário, melhorando a economia, passando mais segurança para as incorporadoras e dando melhores perspectivas para quem deseja investir em um imóvel.

    Se o impeachment não acontecer
    Já caso seja votada a permanência de Dilma Rousseff na presidência, poderia gerar uma incerteza e tirar essa pequena expectativa de melhora. “O mercado perdeu a esperança no atual governo de que ele consiga estancar esses problemas e voltaria ao atual cenário de um governo visto como responsável pela crise econômica e que ganha sobrevida neste processo”, afirma Igliori.

    Assim como outros setores a decisão afeta o mercado imobiliário
    Fonte: http://revista.zapimoveis.com.br/votacao-do-impeachment-influencia-no-mercado-imobiliario

    Veja também:

    10 motivos para os imóveis continuarem a ser um investimento ruim

    Até mais.

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    Com a crise, empresas estão dando adeus à Bolsa de Valores

    16 de abril de 2016

    É incrível assistir de camarote um governo completamente perdido destruir uma economia. O PIB do Brasil deve contrair mais de 3% neste ano, com o desemprego se aproximando de dois dígitos e a inflação seguindo bem acima do centro meta do Banco Central, que é de 4,5%.

    Somente em 2016 a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) analisa 14 pedidos de Ofertas Públicas de Aquisição (OPA) para fechamento de capital. Outros dois pedidos já foram aceitos neste ano. O órgão adotou recentemente medidas para facilitar a deslistagem de empresas da BM&FBovespa, concedendo licenças a exigências para realizar a operação.

    As companhias com capital aberto na bolsa estão avaliando os prós e os contras de permanecerem listadas na BM&FBovespa, pois para ser uma empresa de capital existem muitos custos. Entre eles estão os gastos com a montagem e manutenção do departamento de RI (Relações com Investidores), produção e divulgação de eventos societários e publicação de demonstrações financeiras, por exemplo. Estes custos compensam em um quadro de economia em crescimento, já que a procura pelas ações aumenta, desta forma o valor de mercado das empresas fica maior, porém na crise financeira isto pode se tornar um peso no orçamento debilitado das companhias.

    Leia mais a seguir:

    16/04/2016 07:00 – Com crise, 16 empresas estão dando adeus à Bolsa
    Pedidos de cancelamento de registro de companhia aberta aumentam em 2016

    Ofertas Públicas para fechamento de capital já registradas:

    Tempo Participações
    Arteris

    Ofertas Públicas em análise:

    Banco Sofisa
    Companhia Celg de Participações
    Banco Daycoval
    Vigor Alimentos
    Manufatura de Brinquedos Estrela
    Iguaçú Celulose e Papel
    Mundial
    Tereos Internacional
    Unipar Carbocloro
    Wembley Sociedade Anônima
    Évora
    Marina de Iracema Park
    TecToy
    Banco Indusval

    Até o próximo post.

    Geral

    Oi completa 18 anos com dívida de R$ 54,9 bilhões

    11 de abril de 2016

    Ótima matéria de O Globo, intitulada Era uma vez uma supertele: Oi chega à maioridade em crise, a qual descreve de forma bem sucinta a história da empresa desde quando era um patinho feio no Sistema Telebrás até virar um dos gigantes das telecomunicações nacionais, porém ao custo de uma das maiores dívidas corporativas no Brasil. Faz 18 anos quando ocorreu a privatização do setor de telecomunicações onde a Oi, nascida da antiga Telerj e considerada uma das piores prestadoras de serviços de telefonia do país nos anos 1990, chega à maioridade deixando para trás o sonho de se tornar a supertele idealizada pelo governo em meio a um endividamento bruto de R$ 54,9 bilhões. Para continuar crescendo, a empresa corre. Tem o objetivo, diz uma fonte envolvida nas discussões no artigo citado abaixo, concluir até o fim deste ano uma negociação privada ou extrajudicial com os credores. No pior cenário, se não tiver êxito, pode recorrer a uma recuperação judicial. O dia a dia das negociações vem sendo informado à Brasília.

    Após diversas fusões e aquisições, tudo a custo de muita dívida, o gigante de telecom tupiniquim não decolou.

    O apoio do governo veio por meio de empréstimos dos bancos públicos, hoje donos de 13% a 14% da dívida total, principalmente o BNDES, que é hoje responsável por 6% da dívida. Não faltou apoio do banco de fomento: de 1998 a 2014, os desembolsos para a companhia somaram quase R$ 19 bilhões, cerca de 55% do que foi emprestado às companhias do setor. Foi pelas mãos do BNDES, e com o apoio dos fundos de pensão das estatais, que a união entre Oi e BrT foi viabilizada, dando início à supertele, com atuação nacional. A meta era ousada: fazer da nova Oi a líder nos países de língua portuguesa.

    No fim das contas, o prejuízo ficará com o contribuinte, só para variar, o maior sócio do governo e suas empresas…

    Leia mais a seguir:

    Era uma vez uma supertele: Oi chega à maioridade em crise
    Oi é o mico das telecomunicações

    Oi: Brasil Telecom, Telemar e Portugal Telecom, das fusões ao pó?

    Eletropaulo, Sabesp, Tim, Oi… A privatização foi boa para você?

    Até mais.

    Geral

    A crise acabou com a siderurgia?

    31 de março de 2016

    A crise na siderurgia nacional fechou 29 mil vagas em aproximadamene 2 anos e deve continuar demitindo nos próximos meses. O Instituto Aço Brasil, o qual representa o setor, não acredita em recuperação no próximo ano. A siderurgia está imersa no que considera a pior crise de sua história, aspecto que é reflexo da fraca atividade econômica que já levou ao fechamento de dezenas de unidades produtivas no setor. A previsão é de uma queda de 4% nas vendas domésticas de aço e de 5,1% no consumo aparente em 2016, tudo isto em cima de uma estatística já desfavorável em 2015.

    Vive-se a pior crise de nossa história. Não há nada que sinalize recuperação do mercado interno. Será a repetição de 2015. A maior expressão da crise do setor foi a recente decisão da Usiminas de fechar a unidade de Cubatão, em São Paulo, a antiga Cosipa. A paralisação das atividades levará à perda de 2 mil empregos diretos e pelos menos outros 2 mil indiretos na região. A empresa já foi alvo de uma série de protestos.

    As siderúrgicas apostam nas exportações para ganhar fôlego, mas dizem que a alta do dólar não foi suficiente para aumentar sua competitividade. Atualmente as brasileiras vêm exportando sem margem, caso da Usiminas, de Cubatão.
    economia.estadao.com.br/noticias/geral,siderurgicas-devem-demitir-mais-7-4-mil-nos-proximos-6-meses–imp-,1802908

    Veja também:

    Superprodução
    A crise abalou a siderurgia
    A recessão e os chineses elevam os estoques mundiais de aço e o setor enfrenta 30% de ociosidade no País
    Siderurgia

    Até o próximo post.