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    Como trabalhar menos de 10 anos, conta alguém que se aposentou milionário em 5 anos

    10 de julho de 2017

    Como trabalhar menos de 10 anos, conta alguém que se aposentou milionário em 5 anos

    De acordo com Grant Sabatier, autor de Millenial Money, é possível lentamente, guardando entre 10% e 20% da renda e investindo com cuidado, ter uma aposentadoria confortável, porém chegar aos milhões muito mais rapidamente – como ele mesmo fez alcançando a aposentadoria após apenas 5 anos de trabalho.

    “Quando falo em acelerar a independência financeira, estou falando sobre aposentadoria em 10 anos ou menos a partir de agora, mesmo se você começar com muito pouco”, escreve. Para isso, é preciso fazer três coisas: ganhar bastante dinheiro, cortar suas três maiores despesas e investir o máximo que puder.

    Embora não seja um caminho fácil, Sabatier afirma que faria tudo de novo. “Havia semanas em que eu mal dormia e eu definitivamente não relaxava o tanto que gostaria. Foi a coisa mais difícil e intensa que já fiz em toda a minha vida”, afirmou, sobre sua primeira dica – a de ganhar o máximo de dinheiro possível.

    Da renda que recebia, o blogueiro guardava cerca de 80%. Com salário de seis dígitos, ele não tinha um carro de luxo e vivia em apartamentos pequenos – tudo em prol de sua meta: ir do zero à independência financeira em 6 anos.

    Passo a passo

    1) Matemática

    A jornada de Sabatier começou em 2010, quando sua renda anual era entre US$ 40 mil e US$ 50 mil e suas economias se limitavam a cerca de 5% desse valor. “Se eu conseguisse investir apenas US$ 5 mil por ano, mesmo com rendimento esperado de 6%, teria cerca de US$ 4.300 em 30 anos. Mesmo que isso pareça bastante, não será tanto em 30 anos, por causa de duas variáveis esperadas: impostos e inflação”, raciocinou.

    Ensina-se tipicamente que é necessário guardar 25 vezes suas despesas anuais para se aposentar cedo. “Quando fiz essas contas, determinei que precisaria guardar US$ 1.250.000”, explicou.

    2) Cortar gastos

    Após definir a meta, o foco é reduzir as três maiores despesas de qualquer pessoa: moradia, transporte e alimentação. “Na média, o norte-americano gasta 70% do dinheiro nesses três itens. Se você se mudar para um apartamento menor, for a pé para o trabalho e cozinhar em casa, pode, de forma realista, aumentar suas economias para 25% da sua renda ou mais. Eu aumentei para 40% e às vezes 80%”, relatou.

    Esses cortes permitiram que ele guardasse, de forma estimada, US$ 25 mil nos primeiros dois anos, que foram investidos entre 2011 e 2012 e se transformaram em US$ 100 mil.

    3) Investir a renda extra

    A matemática do dinheiro necessário para a aposentadoria fez com que o coach percebesse que ganhar US$ 50 mil por ano não seria o suficiente para agilizar a independência financeira. “Eu provavelmente tive mais de 25 empregos paralelos nos últimos anos, mas a coisa mais inteligente que fiz foi investir todo o dinheiro que pudesse da minha renda extra”, analisa.

    Ele conta que não tinha amarras: no mesmo dia, vendeu o projeto de um site por US$ 50 mil e aceitou cuidar do gato de um vizinho por US$ 60. Outras fontes de renda vinham com revendas de objetos que não usava mais ou de ingressos para shows a que desistira de assistir.

    Tudo isso foi aplicado em um índice de bonds com baixo risco e médio prazo. O blogueiro calcula que os cerca de US$ 35 mil investidos após algumas semanas se tornaram cerca de US$ 108 mil.

    4) Aumente a rentabilidade

    Quanto mais rápido conseguir aumentar a rentabilidade dos investimentos, melhor. Idealmente, o dinheiro deve render a partir de 25% ao ano, de acordo com o milionário. “Recentemente, estava observando os retornos dos meus investimentos em um período de 90 dias e percebi que havia conseguido ganhos de US$ 15 mil, mais dinheiro do que consegui em seis meses no meu primeiro emprego após a faculdade”, conta.

    5) Crie bons hábitos

    Saber quanto é necessário é importante, mas não é o suficiente para estar no caminho certo para a independência financeira. O cérebro humano funciona melhor quando transformamos metas longas em pequenas buscas diárias: no caso de Sabatier, ficou definida a necessidade de guardar US$ 50 por dia caso quisesse se aposentar em 30 anos.

    Cada dólar guardado além desses US$ 50 funcionava como um acelerador da aposentadoria. “A chave para construir riqueza está na verdade em seus hábitos diários. Quanto melhores os seus hábitos financeiros, mais dinheiro você fará, investirá e crescerá”.
    A self-made millionaire who retired in 5 years reveals how you can stop working in fewer than 10

    Até próximo post.

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    Educação Grátis: Planilhas de orçamento doméstico e planejamento financeiro

    8 de julho de 2017

    E-book: 49 dicas de economia doméstica

    Kit finanças pessoais com duas planilhas para você organizar seu orçamento e planejar seu futuro financeiro. Formatos disponíveis para Windows e Mac OS X.

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    Confira abaixo o conteúdo:

    Planilha de orçamento doméstico

    Preencha a planilha com suas receitas e despesas todos os meses, acompanhe como está gastando seu dinheiro e identifique as maiores oportunidades para poupar.

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    Até mais.

    Geral

    Mr Crazy Kicks: Homem que passou por dificuldades financeiras conta como conseguiu se aposentar aos 34

    6 de julho de 2017

    Blogueiro que passou por dificuldades financeiras conta como conseguiu se aposentar aos 34, sendo que o seu irmão mais novo o fez perceber que não havia necessidade de ganhar mais, mas sim de gastar menos!!!

    Hábitos que atrapalham sua vida na hora de construir riqueza

    Com pseudônimo Mr Crazy Kicks, o blogueiro de viagens que se aposentou aos 34 anos após ter uma conversa muito esclarecedora com seu irmão mais novo. Conforme conta em texto, a grande virada da sua vida aconteceu ao perceber que o parente, que trabalhava como garçom, conseguiu juntar US$ 60 mil durante a faculdade sem fazer nenhum investimento, mas sim com uma atitude muito simples: economizar.

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    De família de classe média-baixa, ele conta que passava dificuldades e não tinha dinheiro para comprar roupas e outros itens básicos durante os diversos períodos de desemprego de seus pais na infância. “O pior que sofri foi a vergonha de precisar usar as roupas da minha irmã mais nova para ir à escola”, descreve.

    Aos 14 anos, Kicks conseguiu seu primeiro emprego em uma cafeteria, ganhando US$ 30 por dia. Com economias deste trabalho, passou a investir em títulos bancários CD (Certificate of Deposit) com retorno de 5% ao ano, e percebeu que era possível fazer seu dinheiro render. “Como eu preferia jogar videogames a trabalhar em uma cafeteria, eu realmente gostava da ideia de fazer dinheiro sem trabalhar”.

    O WalMart foi o segundo trabalho do blogueiro que, recebendo US$ 10 por hora, conseguiu pagar por seus estudos cortando grama nas lojas do supermercado. Posteriormente, continuou trabalhando enquanto cursava a faculdade de engenharia da computação.

    O erro: gastos

    Após a formatura, passou a trabalhar na área que cursou. “Conseguir um emprego de verdade foi um verdadeiro alívio para mim. Celebrei meu sucesso saindo para comer fora, comprando brinquedos e passando noites em bares quando quisesse. Após alguns anos, comprei uma casa e um novo carro”, conta o blogueiro. “Tinha 23 anos e estava vivendo”, relata.

    Enquanto gastava todo o seu dinheiro assim que recebia, não pensava no futuro. Foi nessa época que veio o que chama de “momento eureca”.

    Virada

    Ao saber do dinheiro que seu irmão mais novo havia juntado US$ 60 mil – muito mais do que o próprio tinha em sua época de faculdade – sem investir em nada extraordinário e com um emprego que pagava pouco. “Eu não precisava ganhar mais, eu precisava gastar menos – muito menos”, escreveu.

    Neste ponto, seu salário era de US$ 60 mil ao ano, os quais gastava quase que completamente. “Na universidade, vivia com uma fração disso”, relembra. Foi aí que veio a verdadeira virada.

    Seu casamento custou US$ 20 na prefeitura da cidade; ele vendeu o carro chique e substituiu por um popular; continuou comendo e bebendo o que gostava, mas dentro de casa. A partir daí, as economias começaram a “empilhar dinheiro em suas contas bancárias”, conta.

    Após tomar as providências para gastar menos, ele e a esposa decidiram investir essas sobras. Três fundos de investimento atrelados a taxas prefixadas fizeram parte do portfólio de longo prazo escolhido pelo casal para impulsionar os ganhos. “Eram muito mais simples e livres de stress”.

    Liberdade

    No trabalho, passou a recusar projetos estressantes, usar jeans no escritório e buscar projetos em pesquisa – área pela qual se interessava mais. “Conforme você cresce na engenharia, você também para de fazer o trabalho divertido”, diz.

    Tanto o blogueiro como sua esposa usaram investimentos simples e cortes nos gastos para largarem os empregos em corporações tradicionais. A meta era que se aposentassem em 2020, mas eles conseguiram em 2016 e 2017.
    mrcrazykicks.com/my-journey-to-financial-independence

    Até o próximo post.

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    Business Insider: Como um homem que tinha US$ 2 na conta ficou milionário em 5 anos

    2 de junho de 2017

    O blog Business Insider contou um belo “causo” de um um homem que tinha US$ 2 na conta ficou milionário em 5 anos. Hoje em dia ele está na casa dos 32 anos e tem aproximadamente US$ 1,35 milhão, cerca de R$ 4,5 milhões.

    Grant Sabatier 32 years old
    How a 31-year-old coder turned his side gig into a full-time business and banked $1 million in 5 years

    Após se formar na Universidade em 2007, Grant Sabatier não pensava em seu futuro e estava desempregado. Em um momento difícil no mercado de trabalho americano à beira da recessão, Sabatier teve que se esforçar e contou com a sorte ao encontrar um emprego no setor de de call center de uma empresa.
    O salário cobria todas as suas despesas e ainda sobrava um dinheiro para guardar no fim do mês. No entanto, ele cometeu um grande erro: não guardou um centavo. “Eu gastei tudo”, lamenta. “Eu tive uma oportunidade de guardar quando eu tinha 22 anos, mas escolhi não pensar nisso e viver a vida”, contou ao Business Insider.

    Após sair desse trabalho, ficou uns dois anos mudando de emprego sem parar e passou a viver com seus pais. Mas ele decidiu mudar de postura quando um dia verificou sua conta bancária e seu saldo era um pouco mais de US$ 2,26, cerca de R$ 7. Ele definiu então que poupar dinheiro seria sua prioridade.

    Esse foi o momento em que viu que precisava se firmar em um emprego e começar a juntar dinheiro para sua aposentadoria e seu futuro. “A sensação era de falta de controle”, diz Sabatier. “Eu nunca quis sentir isso de novo”, complementa.

    Aos 25 anos, ele mergulhou no campo de marketing digital para ter uma renda extra e estudou através de tutoriais online gratuitos como o Google AdWords e WordPress (plataforma que auxilia a montar sites). Definiu então uma meta ousada: queria alcançar a independência financeira aos 30 anos.

    E conseguiu. Cinco anos depois, Sabatier tinha US$ 1 milhão no banco, cerca de R$ 3,3 milhões. Hoje, aos 32 anos, ele tem cerca de US$ 1,35 milhão, cerca de R$ 4,5 milhões. Ao site ele revelou alguns métodos que usou para conseguir alcançar essa façanha tão jovem:

    Faça um planejamento

    O foco de Sabatier era juntar dinheiro para sua aposentadoria e para tanto era preciso ter um planejamento. “Você não pode simplesmente reservar um montante arbitrário em uma conta por mês e esperar que funcione, sem monitorar sua vida financeira”, afirma.

    Ele estimou que suas despesas anuais seriam US$ 50 mil e descobriu que precisaria economizar 25 vezes essa soma, o que dava US$ 1,25 milhão, para viver apenas com o dinheiro da aposentadoria. Ele então calculou que precisaria economizar US$ 50 por dia, considerando um rendimento de 5% ao ano para ter US$ 1,25 milhão. Ele começou a colocar em prática o planejamento aliado a investimentos. E atingiu esse objetivo financeiro dentro de 5 anos, como pretendia.

    Reduza as despesas mensais

    Como foi ficando mais comprometido com os seus objetivos, o empreendedor reduziu os custos de habitação mensal para que ele pudesse economizar ainda mais.

    Mudou-se de um “apartamento muito elegante” em Chicago, que custava cerca de US$ 1.500 por mês para um apartamento bem menor que custava US$ 800 por mês. “Isso significou que US$ 700 a mais foram para a minha conta de investimento”, diz ele.

    Algumas pessoas economizam vendendo o carro e de eliminando os custos mensais como seguro e combustível. Outros trocam de casa como ele fez. O importante é encontrar forma de reduzir as despesas, de acordo com Sabatier.

    Encontre maneiras de ganhar mais dinheiro para investir

    Juntar US$ 1 milhão em 5 anos exige um esforço e Sabatier sabia disso. Por isso ele foi atrás de uma segunda renda para complementar seu trabalho. Ele viu que o marketing digital era um campo em crescimento, então começou a assistir vídeos gratuitos e tutoriais sobre o assunto. Ele usou o conhecimento que ganhou para conseguir um emprego com uma agência de marketing digital em Chicago, ganhando US$ 50 mil por ano e deixou seu emprego antigo.

    Em seguida, ele encontrou uma maneira de ganhar ainda mais criando sites para escritórios de advocacia. No começo, ele começou a cobrar US$ 500 por site, mas dentro de alguns meses ele já estava faturando muito mais do que isso por site. Colocou 100% dessa renda adicional na conta da aposentadoria.

    Sabatier hoje dirige seus próprios negócios e um blog, onde da dicas de finanças pessoais. “Você tem que construir habilidades em vez de apenas ter um emprego. E a partir delas você transforma portas abertas em oportunidades de ganhar dinheiro”, afirma.

    Guardar dinheiro deve ser um objetivo diário

    Um dos hábitos mais importantes que Sabatier desenvolveu foi fazer com que seu objetivo fosse atingível. Quando Sabatier decidiu poupar mais de US$ 1 milhão para a aposentadoria, o número era tão grande que parecia fora de alcance. Ele começou poupando apenas US$ 5 por dia e foi aumentando suas contribuições ao longo do tempo. Como ele queria alcançar seu objetivo o mais rápido possível, não parou enquanto não começou a depositar US$ 50 por dia. “Quando você guarda por um mês, já vira um hábito. E ao checar sua conta diariamente vendo que cada vez mais está entrando mais dinheiro, você quer guardar mais e mais”, explica.

    Até o próximo post.

    Geral

    Aposentada aos 28 conta como guardava 70% de sua renda

    11 de março de 2017

    Leia também:

    Segredos para juntar uma bolada

    Coisas para se fazer imediatamente se você quer viver de renda

    Renda extra

    Em uma entrevista realizada no Business Insider (A woman who retired at 28 with $2 million in the bank explains how she saved 70% of her income in New York City) ela acabou contando alguns dos aspectos mais relevantes para que ela conseguisse o feito. No caso dela, um emprego lucrativo (US$ 100 mil anuais) foi essencial para chegar onde chegou, mas as dicas de economia, conforme disse ao site, valem para todos os perfis de pessoas.

    Woman New York City skyline - New York is notorious for its exorbitant prices — but it's still possible to save. (Livingston is not pictured.)

    Mesmo ela vivendo em Nova York, onde os custos de vida são altos, JP Livingston conseguiu se aposentar aos 28 anos com US$ 2 milhões no banco. Durante o tempo em que trabalhava na indústria financeira, ela conseguia guardar 70% de sua renda – isso transformou-se em 60% do dinheiro com que parou de trabalhar, sendo o restante rendimento de investimentos.

    Confira um passo a passo dividido pela jovem investidora:

    1) Identifique suas maiores despesas e corte quanto for possível

    No caso de JP, ela optou por um apartamento mais humilde do que sua renda conseguiria pagar, o que possibilitou que investisse uma quantia maior todo mês.

    2) Compre usado

    A aposentada comprou mobília usada para seu apartamento. De acordo com ela, normalmente as coisas à venda têm menos de um ano de uso – é só escolher bem.

    3) Aproveite as opções da cidade

    Com um apartamento pequeno, JP tinha necessidade de sair de casa para encontrar os amigos. Isso não significa que gastasse muito dinheiro a cada noite de lazer: grandes cidades oferecem opções agradáveis e mais baratas.

    4) Use o conceito de custo por hora

    A cada compra que realizasse, a jovem olhava para o preço e contabilizava a quantas horas de trabalho ele equivaleria. Só então definia se valia a pena gastar.

    Até mais.

    Geral

    O fim da aposentadoria

    23 de dezembro de 2016

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    Então, após a tão temida reforma da previdência social sair do papel, será que previdência privada vale a pena?

    É claro que todo o cenário indicava que quem iria pagar por toda essa corrupção era o povo e pior, os aposentados estão na linha de frente. O fim da aposentaria através do INSS, por uma razão simples. Não tem mais dinheiro. Acabou o Brasil. A reforma da previdência proposta pelo governo Temer terá um efeito perverso. Se o objetivo era equilibrar as contas, ela poderá provocar um rombo ainda maior, com uma queda abrupta e acentuada das contribuições. O motivo: com a idade mínima de 65 anos e a necessidade de se contribuir durante 49 anos para garantir o benefício integral, as pessoas mais sensatas chegarão à conclusão de que devem poupar por conta própria, evadindo-se do sistema público.

    O fim do INSS, o fim da aposentadoria, acabou, o Brasil está falido, veja como clicando aqui.

    Veja também:

    E-book – Aposentadoria: Faça seu próprio pé de meia

    Feliz Natal a todos!!!

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    Possível viver de renda com R$ 1 milhão?

    22 de setembro de 2016

    Afinal de contas, é possível viver de renda com o tal sonhado primeiro milhão? E com R$ 500 mil? Confira a seguir algumas possibilidades de onde investir esta bolada para viver de renda tranquilamente. Este é sonho de muita gente: acumular uma boa quantia de dinheiro e poder viver tranquilamente, afinal de contas, quem não gostaria de ter uma quantia de dinheiro suficiente para viver sem trabalhar?

    Atualmente um investidor bastante conservador consegue uma rentabilidade líquida de cerca de 1% ao mês. Logo, com R$ 1 milhão, seria possível conseguir R$ 10 mil todo mês sem mexer no valor principal. Já com R$ 500 mil, o número cai pela metade: R$ 5 mil. É importante que a pessoa conheça bem suas necessidades financeiras para saber se consegue viver com esse dinheiro ou até com menos do que isso para, assim, aumentar seu montante total e preservá-lo dos efeitos da inflação.

    Para que a pessoa consiga juntar um montante que julgar adequado para viver de renda, é necessário que ela busque uma boa ajuda profissional na fase de acumulação, que busque os melhores investimentos para conseguir uma boa rentabilidade.

    Como o Brasil em um país com grande variação no juros (SELIC) e na inflação (IPCA) e estes serem os dois principais índices aos quais os investimentos de renda fixa são atrelados, nas duas fases fazemos estimativas segundo os dados atuais e vamos periodicamente reajustando a carteira segundo as expectativas e dos valores atuais dos juros e da inflação do país.

    No momento da retirada é importante readequar os investimentos de forma com que ele possa fazer as retiradas mensais para viver sua aposentadoria com conforto. Para isso é necessário ter liquidez nos investimentos, para sempre estar investindo nas maiores rentabilidades possíveis dentro dos seus fluxos e prazos de retirada.
    É possível viver de renda com R$ 1 milhão? E com R$ 500 mil? Veja onde investir esse dinheiro
    m.infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/5558650/possivel-viver-renda-com-milhao-com-500-mil-veja-onde

    Veja também:

    Viver de Renda Passiva

    Viver de renda e independência financeira

    Geral

    Reforma da Previdência e educação financeira: viver mais custa caro

    2 de setembro de 2016

    Previdência privada vale a pena?

    Um ótimo artigo da Arena do Pavini apresenta diversos pontos onde a reforma da Previdência Social, em discussão no Congresso Nacional, tem a ver com educação financeira. Por incrível que pareça, tem tudo haver. Basta lembrar que o que está em jogo não é só a previdência oficial, o INSS, mas todo o sistema de previdência do país, que será impactado não só pelas mudanças de regras, mas pelo que está por trás delas: o envelhecimento e a maior longevidade da população. E, à medida que as pessoas vivem mais, precisam guardar mais para a aposentadoria. Um problema sério em um país em que a maioria da população não guarda dinheiro e mal sabe controlar seu orçamento. E, com a previdência pública em crise, a aposentadoria dependerá cada vez mais dos esforços de cada um para poupar, alertam os especialistas.

    idosos velhinhos

    Taxa de poupança baixa
    Para o professor Luís Eduardo Afonso, da Universidade de São Paulo (USP), a questão da previdência no Brasil exige um investimento grande em educação financeira, não só para a discussão das mudanças do INSS. Segundo ele, a taxa de poupança no Brasil é baixa, pois o brasileiro guarda pouco, e não só nas classes mais pobres. Portanto, o primeiro passo seria ensinar as pessoas a economizar. “É preciso investir na educação financeira, para que a pessoa tenha condições de manter um nível de poupança que garanta sua aposentadoria no futuro”, afirma.
    O alerta é claro, pois, diante das dificuldades da Previdência pública, a aposentadoria dependerá cada vez mais da poupança dos próprios interessados, como já ocorre nos países desenvolvidos e em vários outros em desenvolvimento que estão reformando seus sistemas.

    Mais idade, mais dinheiro
    O próprio aumento da longevidade da população já exige que todos guardem mais dinheiro para garantir a vida após a aposentadoria, diz Solange Berstein, especialista de Pensão no Mercado de Trabalho do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). “Uma sociedade que vive mais precisa de mais economias”, alerta, acrescentando que a situação da Previdência Social e dos fundos de pensão, se não for bem organizada, pode afetar a taxa de poupança dos países e atrapalhar seu desenvolvimento econômico, provocando déficits que acabarão no colo do Tesouro.

    Por isso, Solange recomenda que, juntamente com as reformas do sistema previdenciário, o governo providencie informações sólidas e amplie a educação financeira para os participantes, aumente a regulação e a supervisão para garantir que os recursos da previdência privada sejam bem aplicados e propiciem pensões adequadas no futuro. Além disso, os governos devem incentivar a poupança voluntária para aposentadoria.
    Brasil, 18 milhões com mais de 80 em 2050

    Ela cita estudos que mostram que, hoje, há 10 milhões de pessoal com mais de 80 anos na América Latina, 3 milhões dos quais no Brasil. Em 2050, esse número saltará para 45 milhões na região e para 18 milhões no Brasil. E essas pessoas vão ter gastos muito maiores com determinados itens, como saúde, por exemplo. Segundo Solange, as despesas com saúde podem dobrar em relação à média após os 80 anos, chegando a custar quatro a cinco vezes mais após os 90 anos. Parte desse custo acabará com o setor público, que terá de arcar com o aumento da demanda daqueles que não puderem pagar por esse aumento.

    Previdência Privada
    Mais educação financeira e orientação é também o que defende o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), Edson Franco. “Cada vez mais as pessoas vão precisar de assistência e consultoria para planejar sua aposentadoria”, diz. Ele dá como exemplo dessa falta de planejamento financeiro do brasileiro o fato de a maioria dos investidores em previdência privada ter mais de 40 anos, quando essa preocupação deveria começar na juventude, até como forma de reduzir o esforço para acumular os valores necessários.

    PGBL o quê?
    O esforço para educar o brasileiro para a aposentadoria privada poderia começar pela simplificação de suas regras e regulamentos. O sistema brasileiro de previdência privada, por exemplo, não ajuda ninguém a entender seu funcionamento. Tente explicar para um leigo como funciona a previdência privada, baseada nos pomposos nomes Plano Gerador de Benefício Livre, ou PGBL, e Vida Gerador de Benefício Livre, ou VGBL, que na prática não dizem nada para quem não fez um curso de atuária.

    Além dos nomes, cada plano pode ter dois sistemas tributários diferentes, um progressivo e outro regressivo, que devem ser escolhidos no ato do investimento. Acrescente ainda as vantagens fiscais, com o “diferimento” do imposto a pagar até 12% da renda tributável, e a forma de remuneração dos bancos que as oferecem, com taxas de carregamento e de administração, e está feita a confusão. Isso tudo antes de o interessado chegar na estratégia do investimento dos recursos pelo plano.

    Reforma da Previdência ignorada
    Além de não controlarem o próprio orçamento, a maioria dos brasileiros pouco sabe sobre como funciona hoje a Previdência Social e menos ainda sobre as opções de previdência privada. Nem as discussões sobre as mudanças propostas pelo governo para o INSS, como idade mínima ou desvinculação do benefício do salário mínimo, chegaram a despertar grande interesse na população. Foi o que mostrou uma pesquisa do Instituto Ipsos a pedido da Fenaprevi, apresentada no 8º Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada. Apesar da importância do assunto para a vida das pessoas, o processo é ignorado por 44% dos brasileiros.
    Uma revelação facilmente comprovável. Basta falar com a faxineira de casa ou do prédio, o porteiro, o segurança ou o motorista de táxi para saber que a maioria ignora o que está sendo discutido em Brasília.

    Desconhecimento das regras atuais
    O pior é que o desconhecimento sobre a Previdência não se limita à discussão das mudanças em si. Os brasileiros ignoram inclusive o sistema que existe hoje. Segundo o Ipsos, o número dos que disseram não conhecer como funciona a Previdência chega a 24% dos consultados. Se considerados os que ouviram falar, mas não sabem nada sobre a Previdência, ou 22% do total, o número sobe para 46%. E, somando os que sabem pouco a respeito, que são 40%, o total dos que conhecem pouco ou nada da Previdência Social chega a 86% dos entrevistados.

    E quanto menor a renda, maior o desconhecimento. Nas classes D e E, justamente as que mais dependem da Previdência Social, 55% afirmam que não conhecem ou já ouviram falar, mas não sabem nada a respeito. Outros 23% não sabiam que o piso da Previdência era o salário mínimo e 59% ignoravam qual o valor do teto dos benefícios. E como os brasileiros podem se preparar para o futuro sem saber com o que contarão da parte da previdência pública?

    Ex-ministro vê comunicação como desafio
    A reforma da Previdência Social e do próprio sistema de aposentadoria brasileiro passa por grande desafio de comunicação, afirma José Cechin, ex-ministro da Previdência e diretor-executivo da FenaSaúde. Ele reconhece que o tema Previdência Social é tecnicamente completo e cheio de incertezas, com questões imponderáveis que envolvem doenças, invalidez e tempo de vida no campo pessoal e fluxo de caixa e situação atuarial, ou seja, da formação de poupança ao longo do tempo, do lado financeiro.

    Mas, segundo Cechin, a população precisa e é capaz de entender o que precisa mudar na Previdência. Mas, para haver uma comunicação clara, a proposta do governo de reforma precisa ser lógica, com um critério único para todos. O comunicador deve estar convencido da validade da sugestão e tiver uma compreensão ampla do problema, das tendências e das propostas.
    O que fica claro é que a educação financeira será fundamental nos próximos meses e anos, seja para mudar a previdência oficial sem provocar um conflito com os vários segmentos da sociedade, seja para promover uma reformulação do sistema de aposentadoria do país que o torne mais sustentável e oriente as pessoas sobre a necessidade de guardar mais para viver mais.
    arenadopavini.com.br/artigos/educacao-financeira/reforma-da-previdencia-e-educacao-financeira

    Geral

    Corrida de saques aos fundos de previdência privada

    23 de maio de 2016

    Eis mais uma conquista alcançada pelo governo afastado:
    – A crise faz saques na previdência privada subirem 22% no 1º trimestre de 2016.

    Muitas famílias seguem endividadas, com orçamento menor devido ao desemprego, quebra das suas empresas ou simplesmente devido ao menor poder de compra com inflação alta. Isto faz com que o brasileiro acabe gastando aquela “gordura” que tinha nos investimentos, antes intocáveis, mas agora com a corda no pescoço das dívidas aumentando como uma bola de neve, tem sido a melhor opção do que pagar juros exorbitantes aos bancos. Solução pode se dizer que é paliativa, pois a ideal seria as pessoas reduzirem o padrão de gastos que tinham nos tempos de bonança, ou seja, adequar o orçamento à realidade que o país vive atualmente.

    adeus-cruzeiro

    Obrigado por tudo madrasta Dilma!