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    Saiba como proteger seu dinheiro da inflação em 2019

    6 de dezembro de 2018

    Saiba como proteger seu dinheiro da inflação em 2019

    Certamente você já passou pela experiência de guardar dinheiro durante um bom tempo com a finalidade de comprar algum tipo de produto e quando imaginou que tinha conseguido juntar todo o dinheiro necessário, descobriu que o preço daquele produto havia subido.

    Isso acontece com bastante frequência na economia brasileira, fazendo com que seja necessário manter seu dinheiro protegido dos efeitos da inflação.

    O que é a inflação?

    A inflação acontece quando existe uma grande quantidade de dinheiro circulando no mercado, que automaticamente faz com que os preços e grande parte das mercadorias comercializadas em todo o país tenham seus preços elevados.

    Quando a inflação está em alta, é comum que o retorno de investimentos considerados ótimos seja corroído.

    Se, por exemplo, você tem uma aplicação financeira com rendimento anual de 3%, significa que você ficou 3% mais rico no último ano. Porém, quando a inflação do período é considerada, esse rendimento tende a mudar, quase sempre para pior.

    Caso a inflação acumulada no último ano seja de 4%, e os rendimentos da sua aplicação foram de 3%, significa que você na verdade acabou ficando 1% mais pobre.

    Por isso, quando se pensa em fazer qualquer tipo de aplicação financeira é preciso levar em conta a inflação para que seja possível saber qual é o retorno real obtido.

    Investimento em ações

    Uma das melhores maneiras de proteger o seu dinheiro dos efeitos da inflação é aplicar pelo menos uma parte do montante em ações.

    As ações negociadas na bolsa de valores representam partes de uma empresa, que podem ser adquiridas por qualquer pessoa física, bastando para isso possuir uma conta em uma corretora de valores.

    Por mais que muita gente sinta arrepios só de ouvir falar em ações e bolsa de valores e os riscos que esse tipo de investimento oferece, é possível fazer bons investimentos sem correr riscos desnecessários.

    Existem várias empresas que são bastante sólidas, e suas ações são ótimas formas de proteger o seu capital da inflação, mesmo que seus preços estejam em baixa no momento da sua compra. Existe uma grande chance dessas ações se valorizarem no longo prazo, com taxas de retorno bem superiores à inflação.

    Investimento em imóveis

    Além de ser um sonho de grande parte dos brasileiros, a compra de imóveis pode ser uma boa alternativa para proteger o seu dinheiro dos efeitos corrosivos da inflação.

    Diversos motivos podem fazer com que o preço de um apartamento, por exemplo, aumente 20% mesmo antes da entrega das chaves aos moradores. Um prédio de apartamentos que anda está em construção que tem como vizinho um projeto de construção de um shopping center, por exemplo, provavelmente terá seu valor elevado.

    A aquisição de imóveis como forma de proteção do seu capital pode ser bastante interessante já que além do aumento do valor de venda da propriedade, ainda é possível fazer a sua locação, transformando-o em um gerador de renda constante.

    Com todas essas possibilidades, comprar um imóvel pode ser um processo complexo em alguns casos, e por isso a contratação de advogados para orientação e atuação na negociação pode ser necessária.

    Conclusão

    Poucas coisas na vida são tão certas quanto a morte e o poder corrosivo da inflação. Por mais que ela passe por um bom tempo sob controle, certamente os momentos onde ela irá disparar e acabar com boa parte do poder de compra das pessoas chegará.

    Por isso é preciso conhecer maneiras de deixar seu dinheiro protegido para que ele se desvalorize o mínimo possível sempre que a inflação ressurgir com força na vida dos brasileiros.

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    Como investir o 13° salário: 5 opções rentáveis para aplicar seu dinheiro

    30 de novembro de 2018

    Como investir o 13° salário: 5 opções rentáveis para aplicar seu dinheiro

    Novembro e dezembro são os meses em que, normalmente, trabalhadores, aposentados e pensionistas recebem o décimo terceiro. Nesse momento, apesar de muitas pessoas esperarem esse dinheiro para quitar contas atrasadas, há quem planeja aplicar a quantia. Por isso, saber como investir o 13° salário corretamente é fundamental para ter bons resultados.

    Durante muito tempo, a poupança foi a principal escolha dos brasileiros que queriam poupar dinheiro. Entretanto, atualmente, o cenário não é favorável à caderneta, pois seu rendimento mensal por vezes não consegue acompanhar a inflação

    Além de não conseguir acompanhar a inflação, outro fator que colabora para a perda de popularidade da poupança é a acessibilidade a outros tipos de investimentos. O desenvolvimento de formas mais simples de investir em títulos de renda fixa ou variável fez com que fosse possível encontrar opções mais rentáveis para aplicar dinheiro.

    Veja 5 opções para investir o 13° salário:

    1. Tesouro Direto

    O Tesouro Direto é um programa do Governo Federal criado em 2002, com o objetivo de facilitar a compra e venda de títulos públicos pela internet e por pessoas físicas. De uma maneira bem simples, é possível dizer que este investimento é uma forma de emprestar dinheiro para o governo realizar obras de infraestrutura e depois receber a quantia no prazo combinado somada aos juros.

    Investir no Tesouro Direto é uma alternativa que atrai muitas pessoas interessadas em boa rentabilidade e segurança. Em outubro deste ano, as vendas do Tesouro Direto atingiram R$2.084,8 milhões, maior número desde março de 2017.

    A segurança deste tipo de investimento é um dos seus diferenciais, segundo dados do governo, estes títulos representam menos de 1% da dívida pública. Assim, não é preciso se preocupar em não receber o dinheiro ao final do período determinado.

    2. Certificado de Depósito Bancário

    O CDB tem a mesma característica do Tesouro Direto: também pode ser entendido como um tipo de empréstimo, entretanto é destinado a bancos. As instituições financeiras usam esses títulos para financiar suas atividades e, após o período determinado, pagam aos investidores o valor acrescido dos juros.

    A garantia deste investimento fica por conta do FGC, o Fundo Garantidor de Créditos. Essa entidade garante o ressarcimento aos investidores, segundo alguns critérios, caso a empresa que emitiu o título declare falência, por exemplo

    3. Letra de Crédito Imobiliário

    Letra de Crédito Imobiliário, ou simplesmente LCI, é um tipo de título emitido por instituições financeiras com a intenção de financiar empreendimentos imobiliários. Assim como o Tesouro Direto e o CDB, a LCI é um tipo de investimento de renda fixa, ou seja, seu funcionamento acontece de forma muito parecida:

    Uma instituição financeira emite os títulos para que investidores possam comprá-los, após o período estabelecido no momento da compra, a instituição devolve o dinheiro junto com os juros acordados.

    Um dos principais diferenciais deste tipo de investimento é o incentivo do governo, que acredita que a venda destes títulos é importante para a economia do país. Dessa forma, pessoas físicas que investem em LCI são isentas do pagamento do Imposto de Renda.

    4. Letra de Crédito do Agronegócio

    Este investimento, que é conhecido como LCA, funciona de forma idêntica à LCI. A única diferença é a finalidade dos títulos, já que neste caso eles são usados para financiar atividades agropecuárias.

    Vale a pena destacar que tanto os investimentos em LCA, quanto em LCI, também são assegurados pelo FGC. Sendo assim, mesmo que aconteça algum problema com a instituição que emitiu os títulos, os investidores conseguem receber o dinheiro que foi investido.

    5. Bolsa de Valores

    Investir na Bolsa de Valores pode representar a oportunidade de buscar rendimentos melhores, comprando ou vendendo ações de empresas mundialmente conhecidas ou mesmo negociando contratos futuros de commodities.

    Como estamos falando sobre investir o 13° salário, é bom saber que esta época do ano pode ser uma boa hora para começar a investir na Bolsa. Este ano, o número de pessoas que fizeram investimentos nessa modalidade ultrapassou todos recordes, chegando à marca de 730 mil pessoas, segundo dados da própria B3.

    Antigamente, muitas pessoas tinham medo desses investimentos devido ao risco e à oscilação do mercado. Entretanto, hoje em dia há ferramentas que suavizam os riscos, apresentando as chances de perda e ganho em cada transação realizada. Além disso, é importante entender cada papel que é negociado, avaliando todas as possibilidades e variações que podem acontecer.

    Para as 5 opções apresentadas é possível investir com praticidade, por meio de plataformas online. Portanto, na hora de definir como investir o 13° salário, não é preciso mais se prender a opções que podem não ser tão rentáveis.

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    Maneiras de ganhar dinheiro extra na internet

    26 de outubro de 2018

    Saiba quais as oportunidades de ganhar dinheiro que a internet oferece nas suas horas vagas
    Aplicativos para ganhar um dinheiro extra

    A internet não é mais apenas uma ferramenta para conectar as pessoas, levar informação ou entretenimento, pois hoje em dia existe nela um grande leque de maneiras de se ganhar um dinheiro extra.
    Com a demanda por diferentes serviços e produtos crescendo cada vez mais forte e firme, as oportunidades de fazer uma renda extra através dela também aumentam. Abaixo seguem algumas das possibilidades mais comuns de se ganhar dinheiro na internet:

    Monte sua empresa online

    Muitas empresas reconhecidas começaram como startups, com baixos investimentos e que tiveram rápido crescimento. E muitas delas na internet. As empresas que se iniciam online começam como startups e, se sua ideia for inovadora, a chance de faturar milhões é grande.

    Para fazer seu negócio dar certo, você pode usar softwares que gerenciam as vendas, ou até mesmo ter uma equipe para isso, caso seja uma empresa de comércio virtual. Invista sempre em publicidade, principalmente nas redes sociais, e tenha certeza de que seu negócio possui um diferencial que vai atrair potenciais clientes. A tendência é de que a procura por serviços e produtos se concentre na internet cada vez mais, aumentando as chances de seu negócio dar certo.

    Google Adsense

    Um dos sistemas da gigante, o Google Adsense disponibiliza alguns links patrocinados no layout de seu site, geralmente nas laterais e no topo. O dinheiro é calculado a partir do número de cliques que os visitantes de seu blog dão nos anúncios do Google.

    Para utilizar o Adsense, é preciso fazer o cadastro no site e então adicionar os blocos de anúncio em seu site. O valor recebido por cada clique pode variar de centavos até alguns reais. Mas fique esperto: a única maneira de passar a ganhar dinheiro com o Adsense é tendo alguns visitantes fixos em seu site. Caso contrário, os anúncios apenas ocupam espaço em seu layout.

    Crie um vlog no Youtube

    É uma maneira um pouco mais versátil do que um blog: da mesma maneira, você pode falar sobre o assunto que quiser, as diferenças são que o faz forma de vídeo e os assuntos podem ser mais variados.

    Ainda assim, é importante manter um estilo em seus vídeos ou algum fator que faça com que os visitantes continuem voltando para seu canal – e é nessa hora que entra a sua criatividade.

    O YouTube também disponibiliza anúncios para os seus usuários que possuam mais de uma média de 30 mil visualizações em seus vídeos, que funcionará de maneira similar ao Google Adsense (a diferença é que neste caso os anúncios são do próprio YouTube).

    Se você já tem um blog, é interessante manter um canal de vídeos no YouTube como extensão do mesmo. Além dos anúncios do Adsense, você pode lucrar com os dos vídeos. Também é uma maneira de mostrar maior comprometimento e seriedade com o blog.

    Alguns canais do site acabam ficando tão conhecidos que os donos passam a fazer publicidade de certas marcas em seus vídeos e passam a ganhar ainda mais credibilidade – além de dinheiro, claro.

    Criando um blog

    O conteúdo de um blog é seu componente mais importante – e o mais divertido. Você pode escrever sobre o assunto que quiser, seja sobre um hobby seu, sobre entretenimento ou até sobre sua vida pessoal, contanto que ele cative o público.

    É o número de visitantes que vai atrair anunciantes, os principais responsáveis por tornar seu blog uma fonte de renda. Um cuidado importante é para não perder o foco do seu blog e mantê-lo no propósito inicial. Ou seja: trate apenas de um nicho específico. Não deixe de pensar em um layout atrativo e que também corresponda ao assunto do blog, além de atualiza-lo constantemente e ter textos bem escritos.

    Conforme seu blog for crescendo e conseguir estabelecer uma média de visitantes, ele está pronto para outra ferramenta da internet que é rentável, os anúncios.

    Seja freelancer de criação de conteúdo de web

    Conteúdo de redes sociais é uma ferramenta importante de relacionamento com o cliente e divulgação para as marcas e empresas, que na maioria das vezes preferem contratar um freelancer para fazer este trabalho.

    Levando jeito para escrita e sabendo o que os clientes ou consumidores querem ver na página da marca são algumas das aptidões necessárias para as funções, que podem ser feitas até mesmo de casa.

    Montar uma loja virtual

    A internet é uma das maneiras favoritas de se fazer compras atualmente. Muitas empresas, inclusive, lucram mais com sua loja online do que com as físicas.

    Montar uma loja online é mais fácil do que parece; ela demanda apenas um estoque de produtos, um site e saber administrá-la. Caso contrário, a loja pode acabar te trazendo mais prejuízos do que lucro.

    Escolha o modo de pagamento mais conveniente para você (e para os consumidores), uma forma de entrega e invista em uma divulgação pesada de sua loja, seja nas redes sociais, criando parcerias com blogs e sites, fazendo promoções, etc. É uma das maneiras mais bem sucedidas de se ganhar dinheiro na internet.

    Venda em sites de compra e venda

    eBay, OLX e MercadoLivre são sites que possuem grande procura de produtos; eles permitem que você venda todos os tipos de produtos, desde imóveis até roupas, e a melhor parte é que não cobram grande parte do seu lucro pelos seus anúncios.

    A tática para vender nesses sites é apostar em algum produto que seja difícil de encontrar em qualquer loja e que você possa vender por um preço maior do que é vendido, para, assim, sair no lucro. Ou então, vender algum produto que está à venda em diversas lojas e lugares e vendê-lo por um preço menor e em grandes quantidades.

    Compre itens com desconto e venda mais caro

    Geralmente, o preço de produtos a venda na internet é menor – e é isso que motiva muitas pessoas a procurar e compra-los. Há várias formas de comprar e vender produtos com desconto: sites de leilão, importação de produtos do exterior, etc…

    Se você comprou algum produto com desconto, uma boa ideia é revendê-lo por um preço um pouco maior, mas ainda menor do que o geralmente encontrado. Seja vendendo em sua própria loja online ou anunciando nos sites do item anterior, investir nessa ideia em grande quantidade e em longo prazo pode trazer um lucro maior do que você imagina.

    Vendendo fotos

    Se você leva jeito para fotografia e gosta de fazê-lo, pode vender suas fotos para sites como Fotolia, Dreamstime e iStockPhoto.

    Eles possuem programas de parceria que pagam pelas fotos de sua autoria uma porcentagem do valor total da fotografia. O iStockPhoto paga comissões entre 15% e 45%, enquanto o Fotolia paga entre 20% e 65%, dependendo de alguns critérios e requisitos.

    Ter uma boa câmera para fotografar pode ser um investimento mais caro, mas que pode ter um retorno maior com a venda das fotos.

    Aposte no sistema de afiliados

    O programa de afiliados funciona quando o afiliado indica um visitante para o site de um comerciante e, se o visitante realiza a compra, o afiliado recebe uma comissão em sua conta como pagamento pela indicação (que deu certo). Através de um software instalado no carrinho de compras é feito o rastreamento que calcula a comissão a ser recebida e gera relatórios da compra.

    As de participar do programa é que você ter mais de um parceiro comercial, além de precisar apenas de um site – novamente, com boas visitas – para divulgar o link que redireciona para o site do comerciante. Gigantes do e-commerce como Amazon, Booking, Americanas.com e centenas de outras empresas (de dezenas de segmentos) já trabalham assim.

    Você pode escolher parceiros comerciais que tenham a ver com o assunto de seu blog e aumentar ainda mais as chances das compras serem feitas.

    Até o próximo post

    Convidados

    Dicas para economizar na hora da reforma

    6 de abril de 2018

    Se você esta pensando em reformar algum cômodo da sua casa, e precisa começar a planejar e economizar para que tudo dê certo e você não precise ter gastos extras na sua reforma, veja as dicas que separamos para você.

    1ª dica – Planejar

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    Se você já conversou com outras pessoas que passaram por uma obra ou pequena reforma, tenho certeza que já ouviu falar, que a reforma durou mais do que o previsto, e com gastos extras que você não esperava.
    Por tudo isso a nossa primeira dica é Planejar. Pois na fase do planejamento do seu projeto, todas as considerações são anotadas, calculadas e previstas. Assim o valor da sua reforma será calculada de acordo com o planejamento feito, evitando o gasto e desnecessário ou aumento dos valores.

    2ª dica – Pesquise o preço de materiais

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    Com o planejamento em mãos, você já sabe o que comprar e o quanto pode gastar. Por isso, pesquise na hora de escolher e comprar os materiais necessários. Porque esta é uma das formas principais de conseguir economizar na hora da reforma. Mas não se esqueça daquela frase em que diz que o barato pode sair caro. Seja econômico, mas escolha materiais de boa procedência.

    3ª dica – Mão de obra qualificada

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    Pensa bem, se após o seu planejamento conseguir adquirir todo o material dentro do seu orçamento previsto, os profissionais escolhidos não forem capacitados para o serviço de reforma? Todo seu projeto irá por água abaixo.
    Por isso aposte em profissionais bons, procure referências, converse com alguém que já fez uso dos serviços prestados por ele, isto é fundamental para o seu projeto dar certo. E sua reforma não sofrer nenhuma alteração, tanto com o prazo de acabamento dos serviços, quanto com o gasto desnecessário com os profissionais escolhidos.

    4ª dica – Guarde dinheiro para os imprevistos

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    Mesmo após você ter se cercado de todos os passos necessários para uma reforma de sucesso, é mais do que natural surgir imprevistos, e você precisa estar preparado. Por isso lá na primeira fase do planejamento já anote o quanto você vai guardar para gastar com os imprevistos, pois tenha certeza de que eles vão surgir, e se você estiver preparado a dor de cabeça não será tão grande.
    Pois nada mais desastroso do que ter que parar a reforma e conviver no caos, por falta de dinheiro na hora que surgiu o problema não acha?

    Fonte: DcoreVocê

    Geral

    Como calcular o imposto de renda na bolsa de valores

    10 de novembro de 2017

    Muitos investidores não têm ideia que precisam fazer a apuração do imposto de renda no final de todos os meses, para começar, é preciso saber dos lucros de todas as transações efetuadas, é claro, que já devem ser subtraídas as taxas que incidiram em todo o negócio.

    Calculo-Imposto-de-Renda-2018

    As taxas que estamos falando são: ISS, corretagem, taxa de registro, taxa de liquidação. Não se preocupe, todas elas são devidamente especificadas nas notas que a corretora disponibiliza para o investidor.

    Continue lendo esse artigo e saiba como calcular o imposto de renda na bolsa de valores de forma simples:

    Quem precisa declarar o imposto de renda na bolsa de valores?

    Não são todos os investidores que precisam fazer a declaração do imposto de renda. O governo possui uma regra de estimulação ao investimento na bolsa de valores que prevê a isenção do imposto para quem vende até R$ 20 mil reais por mês, ou seja, se você não atingiu essa marca, NÃO PAGA.

    Agora, se você vendeu R$ 20,000,01 e não importa o quanto tenha lucrado com essa operação. Você PAGA imposto de renda.

    Resumindo:

    • Vendas até R$ 19.999,99 – não importa o quanto lucre = NÃO PAGA
    • Vendas acima de R$ 20.000,00 – mesmo que tenha lucrado pouco = PAGA

    O lucro garantido no mercado futuro também é tributável para qualquer valor, essa é uma questão que gera muita dúvida entre os investidores. Nesse caso, sobre o lucro líquido é necessário pagar 20% sobre as operações Day-Trade (sendo que 1% é retido na fonte) e 15% em operações normais. Não existe nenhum tipo de isenção nesse caso.

    Os resultados positivos são apurados mensalmente e o imposto devido deve ser pago até o último dia mês, se atrasar paga uma multa de 0,33% ao dia e juros de mora baseado na taxa Selic do período.

    É importante que o investidor saiba de todos os detalhes sobre a legislação do imposto de renda na bolsa de valores no site da Receita Federal através da Instrução Normativa RFB nº 1585.

    Como faço para calcular o imposto de renda na bolsa de valores – Passo a Passo

    O mês de operações está findando e você já precisa fazer o cálculo do imposto de renda devido. Veja os 3 importantes passos para operações normais:

    1º Passo – Ganho de capital

    Nessa etapa você deve analisar o preço de compra de cada ação que você tem, na verdade, é um custo médio, nesse cálculo você pode inserir outros gastos como a corretagem. Mesmo que você tiver várias contas em corretores diferentes, você deve tem apenas UM custo médio de compra, isso porque todo o cálculo é feito com base no seu documento de identificação.

    Agora, é hora de calcular o custo médio de venda, também pode inserir os gastos com a corretagem.

    Fazendo a seguinte conta: Custo médio de compra – custo médio de venda = LUCRO.

    O seu lucro (ganho de capital) é base para o cálculo do imposto de renda na bolsa de valores. Essa regra não é utilizada em operações Day Trade.

    2º Passo – Avaliar os prejuízos

    O mercado de ações é volátil, por isso, o investidor não paga imposto somente sobre os lucros, ele pode deduzir todos os prejuízos anteriores na hora de fazer o cálculo de imposto de renda.

    Ou seja, se você perdeu R$ 5,000,00 em anos anteriores e desistiu de aplicar na bolsa, quando retornar tempos depois tem esse valor de crédito no imposto de renda para futuras compensações.  Sendo assim, o valor do imposto devido é abatido desse crédito.

    3º Cálculo do imposto – Quanto devo pagar?

    Vendeu mais de R$ 20,000,00 nesse mês? Então, você deve pagar o imposto de renda. O cálculo é muito simples:

    LUCRO x 15% = Valor de imposto a pagar

    Vale lembrar que estamos falando de operações normais. No próprio da Receita Federal o investidor imprime o DARF, o código para emissão do documento é 6015. O atraso do pagamento gera multas e juro de mora que são calculados pelo próprio site.

    É importante que o investidor tenha um controle de seus investimentos, lucros, prejuízos e além disso, saiba fazer o cálculo do imposto de renda.

    Se preferir mais comodidade, existem algumas planilhas que fazem o cálculo automático do imposto de renda independente das modalidades. Faça o download aqui:

    Esperamos que esse artigo sobre como calcular o imposto de renda na bolsa de valores tenha sido muito útil. Até o próximo post!

    Convidados

    Saiba Como Poupar Dinheiro (a Melhor Forma de o “Ganhar”)

    15 de agosto de 2017

    Muitos de nós quando precisamos de mais dinheiro, quer seja por necessidade imediata ou apenas para ir acumulando fortuna e assim poder viver de forma mais despreocupada no futuro, pensamos logo em como ganhar mais dinheiro.

    No entanto ganhar mais dinheiro pode ser uma tarefa um pouco complicada e definitivamente que irá envolver mais trabalho, passando a maioria das vezes por descobrir uma outra forma de renda, quer seja através da criação de um negócio, investindo, etc…

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    O que provavelmente não pensou é que se bem feito, você pode conseguir poupar em diversas coisas de forma bem fácil que vão acabar por lhe “dar a ganhar” o mesmo dinheiro que você ia conseguir através do seu pequeno negócio, mas sem o risco e trabalho que o envolve.

    Pronto para ver algumas dessas dicas? Vamos lá então.

    Compras (de Supermercado ou Outras)

    É já um assunto muito falado (compras no supermercado) mas existe motivo para isso… Esta é a nossa maior despesa durante toda a nossa vida e que vamos ter sempre de tê-la.

    A alimentação é algo vital para as pessoas, mas muitas acabam por exagerar ou cair nas estratégias de marketing das marcas para gastarem mais do que necessitam.

    Existem diversas dicas, mas as mais valiosas e simples são:

    • Aproveite coupons, descontos, encartes, folhetos, promoções, etc… MAS apenas compre o que precisa e não por impulso apenas porque tem um bom desconto;
    • Faça uma lista e vá somando o valor das compras para ir vendo o quanto realmente esta a gastar;
    • Antes de fazer uma grande compra, investigue as alternativas e os diversos preços para assim conseguir o melhor negócio possível;

    Não Atrase nas Contas

    Outro desperdício de dinheiro que muitas pessoas acabam por fazer por diversas razões é falhar o pagamento de uma fatura qualquer e depois acabar por pagar multas e juros desnecessários.

    É por esse motivo que você deve saber sempre como consultar as suas contas online, desde a fatura da luz, conta da água, etc… Assim nunca vai correr o risco de falhar um pagamento de algo por uma greve nos Correios ou porque foi de viagem.

    Comprar em 2ª Mão

    Muitas pessoas ainda veem com desconfiança este tipo de compra, mas se for bem analisada, você pode estar a poupar muito dinheiro.

    Uma loja tem sempre que garantir lucro no produto, pagar impostos, etc… E tudo isso irá aumentar o valor do que você vai comprar.

    Se alguém esta a vender no OLX algo que está praticamente novo, comprou há uns meses e agora você tem a oportunidade de pagar apenas metade do preço de loja, porque não aproveitar?

    Não vai ser 100% das vezes que vai fazer um bom negócio, mas até coisa de loja tem vezes que se estraga bem rápido…

    Pedir Emprestado

    Aqui não estou a falar tanto de dinheiro, mas sim algo que você precise.

    Eu falei acima que você deve comprar apenas aquilo que precisa, mas se vai ser algo que só vai precisar agora e provavelmente nunca mais irá usar ou mesmo muito raramente, porque não pedir emprestado a um amigo ou vizinho?

    Não precisa de ir comprar uma escada para ir no telhado quando o seu vizinho tem uma e não vai sair prejudicado em nada por empresta-la 10 minutos… e você acabou de poupar centenas de reais numa.

    Ê então, já ficou a saber algumas dicas de como poupar dinheiro e assim “ganhar” mais algum no final de cada mês?

     

    Convidados

    7 fatores a considerar para escolher a melhor corretora de investimento

    10 de agosto de 2017

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    Quem está começando a investir pode se sentir um pouco confuso com tantas informações para absorver de uma só vez. Quando estamos aprendendo algo novo, independente do assunto, essa sensação é normal.

    Na busca por aplicações rentáveis para valorizar o próprio dinheiro, muitos investidores se vêem em dúvida sobre como começar. Um dos primeiros passos é escolher quem fará a ponte entre o capital e os investimentos.

    Para preencher esse lugar, o investidor pode escolher uma corretora de investimento. Contudo, com opções cada vez mais numerosas no mercado, esse processo de escolha pode não parecer algo tão simples.

    Na hora da tomada de decisão, é importante avaliar quesitos como:

    • Preço justo
    • Qualidade no atendimento
    • Segurança
    • Tecnologia de ponta

    As melhores corretoras de investimento oferecem essas e várias outras vantagens. Uma dica valiosa é buscar uma instituição que se adequa às necessidades do investidor.

    Por exemplo, se o desejo é investir no Tesouro Direto, uma corretora que dá isenção da taxa de custódia será muito mais vantajosa do que uma que tem taxa de corretagem mais em conta para operações de Day Trade.

    Para deixar ainda mais claro, veja abaixo alguns critérios que vale a pena considerar antes de tomar uma decisão:

    Segurança

    Quando o assunto é dinheiro, a segurança deve vir em primeiro lugar. Por isso mesmo, a  corretora escolhida deve oferecer segurança em alto nível para os investimentos.

    Para evitar dor de cabeça no futuro, é muito importante buscar instituições idôneas. Uma boa forma de encontrar corretoras que preenchem este requisito é escolher entre aquelas que são reconhecidas no mercado, regulamentadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e certificadas por órgãos competentes.

    Praticidade

    Hoje em dia, a tecnologia é uma aliada do investidor. Muitas corretoras oferecem plataformas que aliam tecnologia e praticidade. Assim, é possível acessar investimentos através do computador e realizar transações sem precisar sair de casa. Outra vantagem que muitas possuem são aplicativos para smartphone, que permitem que o investidor acompanhe seus investimentos onde quer que esteja.

    Diversidade

    Quando se fala em corretoras de valores, um ponto que as deixa à frente dos bancos são as diversas opções que elas oferecem. Por não precisar colocar seus próprios serviços em primeiro plano, as corretoras podem proporcionar uma gama maior de investimentos.

    Essa diversidade é mais importante do que muitos imaginam. Isso porque a orientação de especialistas é não alocar todo o capital em um mesmo investimento. A melhor saída é dividir o valor em modalidades diferentes, para aumentar as chances de sucesso e diminuir os riscos. Assim sendo, quanto mais opções houver, melhor será a possibilidade de diversificação.

    Agilidade

    Quem investe na Bolsa de Valores sabe a importância de agir no momento certo. Atualmente, as corretoras de valores possuem plataformas que permitem que se faça investimentos com apenas alguns cliques. Essa agilidade poderá ser um diferencial entre os investidores bem-sucedidos e aqueles que perderam as melhores oportunidades.

    Qualidade

    No momento em que precisar de suporte ou tiver algum problema, é muito importante que o atendimento seja exemplar. Muitas pessoas já viveram situações em que, antes de se tornarem clientes foram bem atendidas, e depois se sentiram ignoradas por uma empresa.

    Para evitar esse tipo de problema, uma dica interessante é testar o serviço de atendimento ao cliente de diversas corretoras. Ou seja, entrar em contato pelos diversos meios disponíveis e fazer perguntas sobre o investimento de interesse. Dessa forma, será possível ver na prática como será o atendimento, caso se torne um cliente.

    Facilidade

    Como foi falado anteriormente, ter poder reação é muito importante no universo dos investimentos. Por isso mesmo, um fator a ser analisado é a facilidade oferecida pelas corretoras. Uma delas pode ser, por exemplo, um serviço que analisa o mercado e identifica as melhores oportunidades para o investidor. Dessa forma, ele terá mais tempo para aproveitar tudo de bom que o mercado tem disponível.

    Preço

    Na hora de decidir também é importante fazer a seguinte pergunta: “o valor que a corretora cobra é justo pelo que ela oferece?”. Esse questionamento é importante porque a proposta não deve ser buscar a instituição mais barata do mercado. E sim, aquela que oferece serviços de alta qualidade por um preço justo.

    Esses são alguns dos fatores relevantes que se deve analisar na hora de escolher entre as melhores corretoras de investimento. Existem outras características que podem ser examinadas também. O mais importante de tudo é que essa escolha deve estar amparada pelo questionamento principal: “O que essa corretora pode me oferecer?”.

    Depois de encontrar a instituição mais adequada para ajudar a alcançar seus objetivos financeiros, o investidor pode finalmente abrir sua conta e começar a investir para ver seu dinheiro rendendo de verdade.

    Convidados

    Como reduzir os custos de marketing digital

    1 de agosto de 2017

    Muitas das chamadas táticas de marketing usam enormes custos do orçamento de uma empresa, mas uma boa notícia é possível diminuir os custos de marketing digitalcom outras táticas.

    Você está dedicando recurso suficiente à sua campanha de marketing digital? Percebemos que considerar mudar seu orçamento para incorporar mais recursos e atenção ao aumento do marketing digital podeajudar a crescer e alcançar objetivos.

    Só porque funcionou no passado não significa que funcionará também no futuro, se for o caso, seus clientes e sua concorrência se inclinam para o mundo online por suas informações e recursos.

    Se você pode considerar a relocação de alguns reais para os esforços de marketing, os números de custos de marketing digitalpodem diminuir e mesmo assim continuar a trazer resultados.

    Maneiras de diminuir os custos de marketing digital

    • Perspectiva do cliente

    O marketing é caro e os erros são caros, por isso evitar essas falhas com informações sobre segmentos de clientes, necessidades e outros pode ajudar a trazer resultados.

    Você pode colocar toda a sua inteligência do cliente em um banco de dados ou software de automação de marketing que pode ser atualizado facilmente e usado à jusante.

    Acompanhe, investigue e colete informações de clientes para orientar as decisões de marketing que sua empresa toma a cada período.

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    • Divulgar publicidade para a Internet

    A publicidade geralmente é o maior item de linha em um orçamento de marketing. Refeche uma parte deste orçamento para um site melhorado com otimização de mecanismo de pesquisa (SEO), blogs e mídias sociais.

    A maioria das decisões de compra começa ou termina com um mecanismo de pesquisa e ao menos que seu site seja classificado como o melhor dos resultados de pesquisa, toda a publicidade no mundo não ajudará. E sim, você precisa de um site amigável para dispositivos móveis.

    • Substitua imprimir com eletrônico

    As impressões não estão mortas, mas é um custo altoque pode ser reduzido. Ative versões em PDF de catálogos e folhetos e reduza as impressões. Substitua a cara mala direta (impressão e custos de envio sempre maiores) com campanhas de e-mail relativamente baratas.

    • De outro significado ao conteúdo

    O conteúdo ainda é o rei, mas não precisa custar tão alto como você pensa, e para reduzir os custos de marketing digital você pode usar o mesmo conteúdo em diferentes formatos.

    Como? Blog um resumo com uma página de registro para download, anuncie com uma versão, postagem social, criar um vídeo correspondente, apresentar aos clientes e prospectar por e-mail, criar uma página de destino do site, desenvolver uma pesquisa sobre o assunto, Criar um infográfico, hospedar um webcast.

    Use um ERP de confiança

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    Para reduzir os custos de marketing digital você pode começar a trabalhar com um sistema de gestão empresarial totalmente online, e se surpreender com o quão útil à abordagem de um sistema ERP online correta pode criara maneira comcresce todo o seu negócio.

    Com um sistema de gestão empresarial você pode acompanhar os diversos recursos da sua empresa, analisar todo o comportamento do seu consumidor, gerenciar o fluxo de informação em vários departamentos, maximizar todo o seu tempo com controle financeiro, controle de estoque, cadastros, emissão de notas fiscais eletrônicas, boletos, relatórios e muito mais.

    Dessa maneira você também pode visualizar toda a informação de seus clientes de acordo com determinados segmentos informativos como sexo, idade, região e interesse e adaptar suas campanhas online de acordo com o público alvo específico.

    Você também pode analisar a entrada e saída de produtos e acompanhar todo o processo de vendas e lucros de suas campanhas e abordagens de marketing digital.

    Conseguindo por fim ter tudo que é preciso para saber onde investir com precisão, coletando informações que vão aumentar sua produtividade e reduzir os custos de marketing digital.

    Dessa forma o Conteúdo e Cia acredita que com a gestão empresarial correta, você pode aumentar seus lucros e conseguir diminuir os seus custos no final de cada mês, e por isso acha que a Gestão Click deve ser o lugar exato para começar.

    investir em marketing digital

    Convidados

    Como funcionam os Fundos de Investimento?

    26 de junho de 2017

    O mercado de investimentos oferece um leque de oportunidades bastante diverso. No entanto, a oferta de tantas opções pode causar dúvidas na mente do investidor. Afinal, onde investir dinheiro? Para tomar boas decisões na hora de escolher um tipo de aplicação é muito importante conhecer as modalidades disponíveis no mercado. Neste post, você vai entender como funciona mais uma modalidade: os fundos de investimento.

    O que são fundos de investimentos

    O que são fundos de investimento?

    O Fundo de Investimento é um tipo de aplicação onde algumas pessoas, chamadas de cotistas, se reúnem no intuito de obter lucro através da compra e venda de valores mobiliários, de cotas de outros fundos ou de bens imobiliários, seja no Brasil ou em outro país. Os cotistas pagam uma pessoa que se torna responsável por cuidar do dinheiro investido, também conhecido como gestor.

    Este gestor do fundo é um profissional responsável por controlar os riscos da carteira e gerar rentabilidade. É de sua responsabilidade acompanhar os recursos do fundo e o cenário em que ele está inserido. Ele também tem autonomia para tomar decisões que sempre devem ser pautadas em regras previamente estabelecidas.

    Uma forma interessante que ajuda a entender o funcionamento desses Fundos é compará-los a um condomínio. O dono da cota pode ser representado pelo condômino, que paga o síndico para administrar e coordenar as atividades do condomínio. O Fundo de Investimento, assim como um condomínio, também possui regras de funcionamento que devem ser aplicadas a todos os cotistas.

    Também existem outras pessoas envolvidas em um fundo de investimento. Como o administrador, que constitui o Fundo e é responsável pela parte legal junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e defende o direito dos cotistas.

    Além do distribuidor que vende as cotas, o auditor independente que realiza auditorias e avalia a escrituração contábil, e o custodiante, que é quem “guarda” os ativos e é responsável por enviar suas informações aos gestores e administradores.

    Tipos de Fundos de Investimento

    A CVM divide essa modalidade de investimento de acordo com a composição de sua carteira, da seguinte maneira:

    • Curto prazo

    Nos Fundos de curto prazo, o investidor aplica seu capital em títulos públicos federais ou privados de curto prazo e baixo risco de crédito. É uma modalidade mais conservadora porque suas cotas são menos sensíveis às oscilações das taxas de juros, devido ao curto prazo dos seus títulos.

    • Referenciados

    Os fundos referenciados acompanham a variação de um indicador de desempenho. O indicador pode ser um índice de mercado ou uma taxa de juros, por exemplo. Entre os fundos referenciados, o mais popular é o chamado Fundo DI, que acompanha a variação diária das taxas de juros no mercado interbancário.

    • Ações

    Nos fundos de ações, 67% do patrimônio devem ser alocados em ações que sejam admitidas à negociação em mercado de bolsa, balcão organizado ou em ativos relacionados.

    O fator de risco que envolve esta modalidade, está relacionado à variação de preço das ações que compõem a carteira. O restante dos recursos pode ser investido em outros ativos financeiros.

    Este tipo de fundo é mais compatível com objetivos de longo prazo, que suporte uma maior exposição a riscos em troca de maiores expectativas de rentabilidade.

    • Renda fixa

    O principal fator de risco dos fundos de renda fixa são as variações da taxa de juros ou índices de preço. Nesta modalidade, 80% dos recursos devem ser aplicados em ativos de renda fixa. Um exemplo é o Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), também conhecido como Fundo de Recebíveis.

    • Cambiais

    Neste caso, o principal fator de risco é a variação no preço da moeda estrangeira. No mínimo 80% do patrimônio deve ser investido em ativos que sejam relacionados, direta ou indiretamente (via derivativos), a esses fatores de risco. Os Fundos Cambiais de Dólar, que acompanham as variações da cotação da moeda norte-americana é a opção mais popular deste tipo de fundo.

    • Multimercado

    Nos fundos de multimercado, a política de investimento envolve diversos fatores de risco, podendo investir em ativos de diferentes mercados, como renda fixa, câmbio e ações. Além de utilizar derivativos tanto para alavancagem, quanto para proteção da carteira. São indicados para o investidor que tem mais tolerância a riscos para obter uma rentabilidade mais elevada.

    Alguns fundos de investimento disponíveis no mercado como os Fundos de Investimento Imobiliário (FII), Fundos de Investimento em Participações (FI) e os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC e FIDC-NP), que já foi citado acima, possuem regras específicas e são chamados de fundos de investimentos estruturados.

    Quem pretende investir em nesta modalidade deve, antes de tudo, procurar o máximo de informações a respeito de suas normas. Procure ler documentos que são elaborados e divulgados pelo administrador, como o regulamento, o prospecto e a lâmina de informações essenciais. Dessa forma, você poderá entender se o fundo vai de acordo com seus objetivos e expectativas.

    Bons investimentos são aqueles que vão de encontro ao seu perfil e aos prazos em que você está disposto a deixar o capital aplicado. Aprenda a tomar boas decisões na hora de realizar suas aplicações e, se preciso for, peça ajuda a profissionais especializados.

    Convidados

    PME: 4 passos para você não errar na hora de investir numa franquia

    26 de junho de 2017

    Aqueles que querem investir numa franquia para ter seu próprio negócio, precisam ver os passos descritos neste post da Exame para não errar nessa decisão importante.

    Sempre pinta aquela dúvida: saber qual a melhor franquia para investir é uma decisão difícil

    Quem tem a intenção de entrar numa franquia eventualmente vai se deparar com a dúvida: qual a melhor rede para investir?

    “As pessoas sempre me perguntam: ‘Qual a marca boa do momento?’ Mas não é assim que funciona, não existe receita de bolo”, responde Juarez Leão, diretor institucional da ABF (Associação Brasileira de Franchising).

    Mas, se a resposta não é assim tão simples, é possível seguir algumas dicas de ouro para encontrar a franqueadora que mais combina com cada empreendedor. E a 26ª edição da ABF Franchising Expo, que acontece esta semana, é uma ótima oportunidade para começar a sua busca pela franquia ideal.

    Veja a seguir algumas dicas para escolher a franquia certa para você:

    1 – Descubra do que você gosta

    Seja qual for o negócio em que você pretende investir, ele só vai dar certo se você gostar do que faz. Sendo assim, o primeiro passo para escolher a sua franquia é examinar o que você gosta de fazer.

    “É preciso fazer uma reflexão para identificar a sua vocação. Feito isso, sugerimos que a pessoa analise as empresas que atuam naquele segmento. É preciso considerar que dentro do mesmo segmento existem possibilidades muito distintas. Se a pessoa quer trabalhar com alimentação, por exemplo, tem opções de franquias de fast food a restaurantes mais sofisticados”, afirma o diretor da ABF.

    2 – Verifique quanto você pode investir

    Depois de identificar o que você gosta de fazer, é preciso levar em conta a sua realidade financeira. Afinal, não basta ter afinidade com um negócio, é preciso poder pagar por ele.

    Para isso não basta considerar só o investimento inicial da franquia. Você deve levar em consideração também o capital de giro – aquele dinheiro que vai manter seu negócio funcionando enquanto ele ainda não dá retorno financeiro.

    “O empreendedor tem que ter claro quanto ele tem pra investir, e com base nisso ir atrás de negócios que caibam no seu bolso. E não é só pensar no investimento inicial. Ele também precisa de capital de giro pra sustentar o negócio no início”, explica a consultora Cláudia Bittencourt.

    3 – Seja realista em relação ao retorno

    Muita gente tem a ilusão de que ter o próprio negócio é sinônimo de muito dinheiro no bolso. Mas não é bem assim que acontece, e na hora de definir a sua franquia você precisa de uma boa dose de realismo. Atente-se aos detalhes:A TOTVS explica por que uma franquia de sucesso pede olhar afiado Patrocinado 

    “Na sede de se tornar empresário, tem muito executivo que não faz uma conta simples: quanto eu ganho agora X quanto vou tirar com um negócio. Muitas vezes é preciso estar preparado para ganhar menos”, explica Juarez Leão, da ABF.

    Portanto, antes de escolher a sua franquia analise com cuidado os números apresentados pela franqueadora e faça um exame de como ficará sua situação financeira.

    4 – Investigue as marcas

    Para não se frustrar ao investir numa franquia, é importantíssimo investigar como as marcas do seu interesse funcionam. Uma estratégia fundamental é conversar com franqueados que já fazem parte da rede. Você pode conseguir o contato deles na COF (Circular de Oferta de Franquia), documento que toda rede deve fornecer.

    Outro ponto é ficar atento ao suporte que a franqueadora oferece para sua rede. “É importante que o futuro franqueado não fique numa posição passiva durante o processo de seleção. Ele deve questionar, buscar se informar sobre treinamentos e sobre o suporte que receberá, principalmente nos pontos que tem mais dificuldade, como a gestão”, explica Cláudia Bittencourt.

    Você pode pesquisar também se as redes do seu interesse estão associadas à ABF.

    Seguindo essas orientações, a chance de você fechar um negócio promissor é maior, afirma Leão. “A chance de dar certo é bem maior porque o franqueado entra com a expectativa mais alinhada à realidade, e fica menos sujeito a se frustrar no caminho”.

    Quer conhecer centenas de marcas de franquias? A ABF Franchising Expo acontece até sábado (24/06) no Expo Center Norte em São Paulo.
    fonte de consulta: exame.abril.com.br/pme/4-passos-para-voce-nao-errar-na-hora-de-investir-numa-franquia

    Até o próximo post.