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    3 dicas básicas para evitar as dívidas mais caras

    1 de abril de 2019

    3 DICAS PARA FUGIR DAS DÍVIDAS MAIS CARAS

    Acredite: uma estratégia que não falha para fazer o seu dinheiro render também, é fugir das dívidas mais caras. Ou seja, você pode fazer escolhas financeiras mais inteligentes e com isso gastar menos ou até começar a poupar dinheiro.

    Descubra agora como fazer melhores escolhas quando precisar de dinheiro extra ou pagamento facilitado.

    Para evitar as dívidas mais caras, vale entender o que é preciso avaliar, além das taxas de juros.

    Um ponto que a maioria das pessoas se esquece, por exemplo, é que o que acaba encarecendo uma dívida é o conjunto de todos os seus custos. Ou seja, o Custo Efetivo Total, ou CET, é o principal fator de comparação. Assim, antes de fechar qualquer negócio, compare o CET.  Um crédito pessoal de mesmo valor pode ser mais barato ou caro, em função do seu CET.

    Na prática isso quer dizer que a velha e boa pesquisa é essencial, principalmente se você não quer entrar no vermelho.

    Confira outras dicas e cuidados necessários para não se endividar.

    1 – Use o cartão de crédito com critério

    Ter acesso fácil a crédito é sempre uma “mão na roda”, não é mesmo? Depende. Se não for bem planejado, o uso do crédito pode levar a uma dívida sem necessidade. E pior, a uma das dívidas mais caras, em função das altas taxas de juros.

    Isso significa então que você não pode utilizá-lo? Pelo contrário, você pode e deve utilizar o cartão de crédito quando precisar de dinheiro adicional ou ainda de pagamento parcelado. O cuidado está em não gastar mais do que deve (o que é, aliás, uma dica básica de qualquer planejamento financeiro).

    Portanto, crie alguns critérios para usar o cartão de crédito. Assim, você conseguirá ter mais visibilidade sobre o que está gastando e do quanto ainda tem de limite disponível, para quando precisar novamente.

    2 – Tenha cuidado com o cheque especial

    Falando em dívidas mais caras chegamos ao cheque especial, vilão do orçamento de muitas pessoas.

    Você sabia, por exemplo, que o cheque especial é dos dos maiores responsáveis, junto ao cartão de crédito, pelo alto índice de endividamento dos brasileiros? Os juros dessas duas modalidades de crédito pessoal tiveram aumento neste ano.

    Se tiver que utilizar o cheque especial, se atente ao prazo máximo para repor o dinheiro na conta-corrente. Esse prazo varia de banco a banco, no entanto, se você quer evitar dívidas mais caras, cubra novamente o seu saldo bancário dentro do prazo, para não pagar uma das taxas de juros mais altas do mercado.

    3 – Busque créditos alternativos

    Vai comprar algum eletrodoméstico? Consulte a loja sobre a opção de crediário próprio. Está pensando em financiar um veículo? Avalie outras opções de crédito que oferecem taxas de juros menores. Existem linhas de empréstimo com CET mais barato e que podem ajudar a pagar parte do valor, à vista.

    Pesquisando e comparando as opções disponíveis, você certamente irá encontrar o melhor tipo de crédito para determinado tipo de necessidade.

    Agora, se você não conseguiu fugir das dívidas mais caras e quer ajuda para regularizá-las aproveite para ler essas outras dicas.

    Como se livrar das dívidas e sair do vermelho?

    Para não entrar no superendividamento, é preciso administrar as suas dívidas. Isso quer dizer, controlar o que está em aberto, calcular os valores devidos e avaliar formas para quitá-las.

    Veja também, outras dicas que podem ajudar a se livrar das dívidas e do vermelho, mais rápido.

    1 – Troque as dívidas mais caras por uma mais barata

    Uma boa dica para economizar dinheiro, mesmo depois de já ter contratado qualquer linha de crédito, é migrar a dívida para um banco mais barato. Saiba mais sobre a Portabilidade de crédito e descubra como poupar dinheiro com seu empréstimo atual.

    Quando o banco compra a sua dívida, quita o saldo devedor na instituição anterior. Dessa forma, você pode trocar uma ou mais dívidas que são mais caras, por um novo empréstimo mais barato.

    Para ser uma opção vantajosa, no entanto, vale a pena comparar o CET do contrato atual e da nova proposta.

    2 – Renegocie suas dívidas

    Para o credor, é sempre melhor receber qualquer quantia do valor devido, do que nada. Essa é também uma boa oportunidade de conseguir condições especiais para quitação das dívidas mais caras.

    Renegociações ou até mesmo acordos podem ajudar a quitar as dívidas mais rápido. Mas antes de entrar em contato com os bancos ou instituições financeiras, priorize suas dívidas. É isso mesmo! As dívidas mais caras devem ser pagas antes.

    Lembre-se daquelas dívidas que também podem interromper o fornecimento de um serviço essencial, como energia elétrica ou água, por exemplo. Feito isso, avalie também quanto pode disponibilizar e faça sua proposta ao credor.

    3 – Crie uma reserva de emergência

    Ter uma reserva de emergência, pode evitar que você faça novas dívidas e recorra a créditos mais caros. Poupar não é fácil, mas é possível começar com pouco

    Como o próprio nome sugere, esse dinheiro extra deve ser utilizado em caso de uma emergência ou imprevistos financeiros.

    Outra recomendação é fazer a aplicação deste valor. Assim, seu dinheiro continuará rendendo até que você precise dele. Essa é uma boa tática também para que você não gaste, sem necessidade.

    Fugir das dívidas mais caras certamente irá ajudar a garantir o seu controle financeiro. Mas, se não teve como e você precisou recorrer a uma dessas opções, tente renegociá-las o quanto antes. Aprenda a defender seu dinheiro!

    Por Danielle Vieira | Apaixonada por marketing, descobriu os números e finanças ao longo do caminho e, decidiu ajudar as pessoas através da educação financeira. Hoje faz isso atuando no marketing da bxblue, fintech acelerada pela Y Combinator e escrevendo em alguns portais.

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    Portabilidade de crédito: descubra como poupar dinheiro com seu empréstimo atual

    12 de março de 2019

    Quem toma um empréstimo muitas vezes é porque necessita de dinheiro
    imediato ou tem alguma emergência.
    Diante dessa situação, nem sempre há tempo suficiente para pesquisar por
    todas as modalidades disponíveis ou de pesquisar em mais de uma instituição
    financeira, a fim de obter a melhor proposta de crédito.

    Geralmente, os consumidores procuram os bancos em que já tem
    relacionamento. Mas é preciso ficar atento, porque mesmo com condições
    exclusivas para quem é correntista, outro banco pode ter uma oferta mais
    vantajosa.

    Mas a boa notícia é que, mesmo com um empréstimo em andamento, ou
    seja, um contrato assinado com determinado banco, ainda é possível
    economizar dinheiro com o empréstimo atual.

    E mais do que isso: em alguns casos, ainda é possível ter dinheiro, sem a
    necessidade de fazer um novo empréstimo.
    Mas como? Trocando uma dívida mais cara, por uma mais barata.
    E como isso funciona na prática?

    O que é portabilidade de crédito?

    Através da portabilidade de crédito, os consumidores podem levar a dívida
    de um banco para o outro.
    Uma das vantagens, é claro, é pagar mais barato, economizando dinheiro ao
    pagar taxas de juros mais baratas.
    De forma simplificada, com taxas de juros menores, o Custo Efetivo Total (CET),
    que é o valor total pago por um empréstimo, por exemplo, é reduzido.
    Em outras palavras, isso significa que o tomador da dívida deixará de pagar ou
    de desembolsar a mais.

    Com a portabilidade, o banco compra a dívida atual e a quita antecipadamente
    junto ao banco emissor.
    A partir dessa quitação, o banco atual emite novo contrato para o titular da
    dívida. Nessa operação, ainda é possível refinanciar a dívida, ou seja, voltar o
    contrato para o seu prazo original e ainda obter um troco como crédito.

    Quais dívidas podem ser compradas pelos bancos?

    A portabilidade de crédito se aplica a toda linha de crédito pessoal.
    Exemplos: crédito imobiliário, empréstimo consignado, financiamentos de veículos.

    A exceção é para os contratos de leasing (em que o período de permanência no
    banco original é maior, em função do bem financiado ser tido como garantia no
    caso de inadimplência).

    Outro ponto importante é que, para fazer a portabilidade da dívida, é preciso
    ter, em média, de 20% a 30% do contrato atual pago.
    Para avaliar todas as condições disponíveis, é recomendado consultar o banco
    para o qual pretende transferir a dívida.

    A política de crédito de uma instituição para outra pode variar bastante. Isso
    inclui dizer que a taxa de juros assim como o CET também. Portanto, vale a pena
    pesquisar antes de fechar qualquer negócio ou de vender sua dívida para
    qualquer banco.

    Então, se você tem um contrato de empréstimo, independente do valor e do
    prazo para quitação e quer poupar dinheiro, a portabilidade de crédito pode ser
    uma alternativa.

    Deixe de pagar taxas de juros mais caras. Troque sua dívida mais cara por uma
    com juros mais baixos. Faça escolhas financeiras que podem ajudar a garantir o
    seu futuro!

    Por Danielle Vieira | Apaixonada por marketing, descobriu os números e finanças ao longo do caminho e, decidiu ajudar as pessoas através da educação financeira. Hoje faz isso atuando no marketing da bxblue, fintech acelerada pela Y Combinator e escrevendo em alguns portais.

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    Como escolher o melhor crédito para si

    1 de junho de 2017

    Esta pergunta é uma das coisas que você se deve fazer quando pensa realmente em recorrer a qualquer tipo de crédito ou empréstimo, quer seja ele pessoal, pelo cartão, para uma viagem, o que seja…

    Isto porque você vai estar a gastar dinheiro que não é seu e isso tem um preço, o qual por vezes pode ser bem maior do que você esperava apenas porque não fez bem as contas ou não fez as contas de todo.

    E é por esses e outros motivos que agora lhe vamos explicar como escolher o melhor crédito para si e para a sua carteira.

    Pronto? Vamos lá ver isso então.

    Como escolher o melhor crédito para si

     

    Precisa Mesmo de um Crédito?

    Antes de tudo, você deve saber esta resposta.

    Por vezes um empréstimo é apenas a maneira mais “fácil” e rápida de ter dinheiro e você acaba caindo no erro e fazer algo que nem precisava.

    É preferível você ficar com pouco dinheiro, mas conseguir gastar naquilo que quer ou precisa sem recorrer a dinheiro emprestado porque esse dinheiro vai ser mais caro.

    Pense se não pode fazer algum tipo de poupança, arrumar uma grana extra em algum lugar e caso todas as hipóteses não tenham resultado, aí sim pense no crédito.

    Tenha Atenção á TAEG Cobrada

    Essencialmente, este é o custo anual do seu crédito, o qual engloba várias coisas tais como:

    • Custos do crédito
    • Juros
    • Comissões
    • Impostos
    • Seguros
    • Comissões

    Veja quais são as taxas de TAEG cobradas por cada instituição e então tome a melhor decisão para a sua carteira de forma a não ficar com um crédito demasiado caro.

    [DICA]

    Cartões de crédito normalmente sempre ficam mais caros, pode tomar de exemplo o cartão Losango, sendo que as taxas de TAEG podem chegar até aos 20% em alguns deles, enquanto se fizer por um banco, como no Itaú, ai já só lhe seria cobrado uns 4%.

    A rapidez e facilidade paga-se. Quando você é alguém que dá poucas garantias e quer o dinheiro para amanhã, as taxas a pagar ficam bem altas.

    Faça Sempre Simulações

    Apesar do Banco X poder estar a anunciar que faz créditos com x taxa de TAEG não quer dizer que seja a que lhe vai ser cobrada.

    Na grande maioria dos casos estas taxas são analisadas caso a caso e irão depender do valor que você pedir, do tempo que irá parcelar, das suas condições financeiras, se está empregado, etc…

    É por isso que lhe dizemos para fazer simulações. Estas sim são gratuitas e podem acabar por lhe fazer poupar centenas ou mesmo milhares de reais em taxas no final do seu empréstimo.

    E então, já ficou a saber como escolher o melhor crédito para si ou até se precisa mesmo de um?

    Deixe a resposta nos comentários junto com alguma dúvida ou sugestão com que tenha ficado após ler o artigo.

    Convidados

    Como realizar a consulta do CPF pelo nome para liberação de crédito?

    22 de março de 2017

    O CPF é o documento mais importante e mais utilizado pelos cidadãos brasileiros, em todo e qualquer cadastro e transação financeira é necessário a utilização de seu número e sua apresentação.

    Por inúmeros motivos pessoas tentam pesquisar o CPF de alguém somente pelo nome e sobrenome, mas será que mesmo com toda a tecnologia que temos em nossas mãos isso é possível?

    consulta-cpf

    O cadastro de pessoas físicas (CPF ou CPF-MF) é o registro mantido pela Receita Federal do Brasil no qual podem se inscrever, uma única vez, quaisquer pessoas naturais, independentemente de idade ou nacionalidade, inclusive falecidas. Cada inscrito é unicamente identificado por um número de inscrição no CPF de 11 dígitos decimais. Esses números jamais mudam senão por decisão judicial ou administrativa.

    Na verdade, é quase impossível consultar CPF apenas, portando um nome e sobrenome, já que o Brasil possui infinitos nomes idênticos e o que os diferenciam é justamente o número do Cadastro de Pessoa Física.

    Mas isso é possível se você for uma pessoa jurídica, dono de uma empresa e portador de um CNPJ, ou possuir uma solicitação judicial, pois apenas para a finalidade de cobrança, investigação e análise de crédito a consulta do CPF pelo nome é liberado. Em caso de solicitação judicial o juiz precisa liberar, após a liberação uma única pessoa poderá ir até uma unidade de atendimento da Receita Federal com o documento de representação para conseguir obter o número.

    Toda essa burocracia ocorre por conta das pessoas más intencionadas e da importância do CPF, com o número de um Cadastro de Pessoa Física muitas pessoas comentem crimes e fraudes.

    Existem vários sites que disponibilizam esse tipo de serviço para pessoas jurídicas, mas todos são pagos. Fuja dos sites que prometem descobrir o CPF somente com o nome da pessoa, pois isso é uma grande mentira e eles provavelmente só estão tentando roubar seu dinheiro ou algum dado pessoal.

    Já para quem deseja consultar os dados de uma pessoa com seu número de CPF é possível, no próprio site da Receita Federal gratuitamente.

    Digitando os dois dados requeridos (CPF e código de verificação), basta clicar em consultar e outra tela irá aparecer. Nela constará o comprovante de situação cadastral do CPF, com o número do documento, nome da pessoa, situação cadastral (regular ou irregular) além do digito verificador e outras informações. Essa consulta também pode ser feita pelo telefone, basta ligar para a Receita Federal no número 146 e tirar todas as suas dúvidas.

    Outra dica importante é cuidar do próprio CPF, não colocar seu número em sites suspeitos, passar o número para desconhecidos e emprestar o documento para terceiros. Em caso de perda ou roubo, é necessário registrar um Boletim de Ocorrência imediatamente, nesse caso é importante registrar também no banco de dados do Serasa.

    Geral

    Fontes de dinheiro para começar o seu próprio negócio

    5 de janeiro de 2017

    A Exame PME fez um ótimo artigo onde expõe de forma bem clara 7 fontes de dinheiro para começar o seu próprio negócio. Explica-se que a barreira mais comum mencionada pelos empreendedores para começar um negócio próprio é a ausência de um capital inicial.

    Guest Post: O que saber para pegar um empréstimo pessoal?

    Muitos destes empreendedores de primeira viagem desconhecem é que a imensa maioria das empresas, grandes ou pequenas, famosas ou desconhecidas, regionais ou globais, começou com muito pouco dinheiro, quase sempre com o (quase inexistente) capital que dispunha.

    Tal dinheiro pode ser algo como 100 ou 200 reais, como ocorre com os milhares de exemplos de empreendedores que passaram pelo programa Empretec, oferecido pelo Sebrae no Brasil.

    Nessa iniciativa, os candidatos a empreendedores são desafiados a gerar renda com uma ideia que exija muito pouco capital. Não raro, os participantes se surpreendem em conseguir dois, três, quatro mil reais em uma semana. Um amigo conseguiu vender quatro mil reais de berinjela em conserva seguindo uma receita italiana da sua avó, por exemplo.

    1. Dinheiro dos bens e reservas já existentes

    O capital inicial pode ser as poucas economias guardadas ou um bem de algum valor que pode ser vendido. Foi isto que fez Luiz Seabra, ao vender seu fusca para alugar e reformar uma pequena borracharia, que viraria a Natura Cosméticos.

    2. Dinheiro de amigos e familiares

    Outra fonte de recursos bastante comum são os familiares, amigos e conhecidos. Sam Walton conseguiu um investimento do seu sogro para fundar a Walmart. Jeff Bezzos fez a mesma coisa para criar a Amazon.com.

    3. Pré-pagamentos e financiamentos coletivos

    Em alguns casos, ainda é possível criar um negócio com poucos recursos utilizando uma lógica conhecida por pré-pagamento, onde o futuro cliente paga antecipadamente para receber o produto ou serviço depois que o negócio já estiver funcionando.

    Meyer Nigri e Bento Koike fizeram exatamente isso para arranjar recursos para fundar a Tecnisa e a Tecsis, respectivamente.

    Jovem engenheiro cível formado, Nigri convenceu o dono de um terreno a cedê-lo em troca de apartamentos no prédio que seria construído no local e, depois, vários amigos e conhecidos também pagaram antecipadamente para terem direito a comprar os apartamentos na planta. Isso é comum agora, mas era uma novidade em 1977. Koike fez exatamente a mesma coisa, mas com pás imensas utilizadas em usinas de energia eólica.

    Atualmente, essa mesma abordagem é utilizada em plataformas de financiamento coletivo (crowdfunding).

    Há casos de grandes sucessos como a Rift, cujo óculos de realidade virtual captou mais de US$ 2 milhões, ou a Pebble, que conseguiu mais de US$ 10 milhões em 37 dias, ambos via Kickstarter.

    No Brasil, há diversas plataformas semelhantes como Catarse, Kickante ou Benfeitoria, mas o mercado de financiamento coletivo não está tão desenvolvido como nos Estados Unidos e há mais exemplos de insucesso, como o da hamburgueria Zebeleo.

    4. Empréstimos

    Depois do capital próprio, de familiares, amigos e financiamento coletivo, o empreendedor poderia recorrer à algumas (poucas) alternativas de empréstimos. Mas são poucas as opções realmente atrativas para o empreendedor de primeira viagem, já que as taxas de juros e as exigências de garantias são praticamente inviáveis na maioria dos casos.

    Mesmo assim, algumas opções merecem ser estudadas. A primeira é o FINAME, uma linha do BNDES oferecida por bancos conveniados. É interessante para negócios que exigem a compra de máquinas e equipamentos e é uma linha atraente, pois os juros são reduzidos – o próprio bem financiado serve como garantia.

    Outra linha de empréstimo que pode ser conveniente são as oferecidas pelos principais bancos para quem pretende abrir uma franquia. As exigências de garantias são menores, já que o franqueador influencia na decisão do empréstimo.

    Para negócios que exigem muito pouco capital, algumas instituições, como o Banco Pérola, ainda oferecem linhas conhecidas como microcrédito.

    5. Investimento-anjo e fundos

    Empreendedores que estejam planejando negócios com altíssimo potencial de crescimento podem recorrer aos investidores de capital de risco. O mercado evoluiu muito e há players muito bem consolidados.

    Se demandar recursos entre 30 a 300 mil reais, por exemplo, é possível tentar o apoio de investidores-anjos, que são pessoas físicas com recurso para investir em negócios de alto potencial de crescimento. A média de investimento tem ficado em torno de 90 mil reais, mas há exemplos de aportes que ultrapassaram um milhão de reais, mas são mais raros.

    No Brasil, a Anjos do Brasil é a principal entidade que reúne investidores assim. Mas há outras redes importantes, como Harvard Angels, Gávea Angels e Bossa Nova.

    A novidade no investimento anjo são as plataformas de crowdfunding de investidores anjo. Nesse caso, vários investidores entram simultaneamente em um mesmo aporte, coordenado por estas plataformas. No Brasil, destacam-se o Broota e o Startmeup.

    Em geral, os investidores anjos são os investidores de capital de risco que, tradicionalmente, investem em negócios em suas fases iniciais. Mas, em alguns casos muito específicos de startups muito bem estruturadas, tais empreendedores profissionais podem recorrer aos investidores de seed capital e de venture capital.

    No seed capital, os investidores podem entrar com aportes bem maiores do que os anjos, entre 500 mil a 3 milhões de reais. Mas há poucos investidores que se posicionam como seed capital. Alguns, como Pitanga, Redpoint eVentures e DGS Ventures, conseguem fazer operações de seed.

    Negócios de alto potencial de crescimento e que demandam recursos entre 2 ou 3 à 5 milhões de reais podem buscar o apoio de investidores de venture capital. Nesse caso, os principais players são associados da ABVCAP, associação que reúne os investidores de capital de risco no Brasil.

    6. Aceleradoras

    Outra fonte de recurso pouco conhecida pode ser as aceleradoras. Além de apoio gerencial, mentoria e rede de relacionamentos, algumas aceleradoras de startups no Brasil também aportam recursos que pode variar entre 30 a 50 mil até 200 mil reais. As principais aceleradoras são associadas à ABRAII.

    7. Fundos governamentais

    Por fim, alguns negócios nascentes podem recorrer a recursos não reembolsáveis oferecidos por entidades governamentais como CNPq, FINEP, BNDES e fundações estaduais de amparo à pesquisa. Entre as fundações, destaque para a FAPESP que oferece desde 1997 até R$ 1,2 milhões para empreendedores com projetos de pesquisa que gerem inovações tecnológicas por meio do PIPE.

    As alternativas de fontes de capital paras os empreendedores ainda são muito reduzidas. Mas, por experiência própria (con)vivendo há mais de vinte anos neste ambiente, em geral, sobram recursos para bons projetos, muito em função do desconhecimento.

    Dinheiro: a imensa maioria das empresas começou com muito pouco dinheiro
    Fonte de consulta: exame.abril.com.br/pme/7-fontes-de-dinheiro-para-comecar-o-seu-proprio-negocio

    Até o próximo post.

    Convidados

    Organizando as dívidas de maneira inteligente

    16 de julho de 2015

    Há momentos que necessitamos de dinheiro com urgência. Nessas horas, muitos procuram por uma saída mais rápida e prática, e a forma mais conveniente é utilizar o limite do cheque especial ou usar cartão de crédito, desde que tenha conta bancária. Esses dois produtos são bastante fáceis de se obterem e utilizarem. No caso do cartão de crédito, basta que tenha o seu limite disponível. Já no caso do cheque especial, basta liberar o seu uso.

    Porém, tudo tem seu preço. As suas taxas de juros são elevadas no Brasil, podendo atingir até 732,78% ao ano no caso do cartão de crédito rotativo e 458,93% ao ano para o cheque especial, segundo os dados divulgados pelo Banco Central em junho de 2015.

    Para aqueles que já estão endividados por meio destes 2 produtos, provavelmente devem saber que essas dívidas é uma bola de neve. Para evitar a situação, uma das boas formas de sair dessas dívidas com juros altos é realizar a transferência de dívidas.

    Transferência de dívidas é uma troca de dívidas caras por mais baratas. Em outras palavras, trocar altos juros por menores. Normalmente as taxas de juros do empréstimo pessoal costumam ser menores em relação ao cheque especial e cartão de crédito. Esse método de troca de dívida ainda não é tão conhecido no Brasil, mas que é uma forma inteligente de fugir de dívidas com juros altos, e ter maior fôlego no bolso.

    Mais do que transferir dívidas, é mais importante ficar atento para pós-transferência de dívidas. Pagamento antes do vencimento das parcelas é fundamental para não ficar endividado e entrar na mesma situação de antes. Além disso, em paralelo, deve-se organizar as despesas pessoais, para equilibrar os seus gastos.

    dinheiro-homem-porcentagem

    Até o próximo post.

    Geral

    Seu dinheiro: Alternativas ao Fies

    6 de maio de 2015

    Agora que o governo da Dilma 2.0 está secando o crédito do mercado, após anos de fartura e irresponsabilidade fiscal com sua política desenvolvimentista equivocada, o cidadão está sofrendo para buscar alternativas para pagar a faculdade.
    O financiamento estudantil oferecido por instituições podem ter taxas de até 28,68% ao ano.

    Na Exame saiu um artigo sobre alternativas para financiar o seu estudo. Veja a seguir:

    As alternativas ao Fies para financiar a faculdade
    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/as-alternativas-ao-fies-para-financiar-a-faculdade

    Financiamento de estudo

    Até o próximo post.

    Geral

    Investir através de cooperativa de crédito?

    13 de novembro de 2014

    Que tal investir através de uma cooperativa de crédito ganhando 100% da taxa básica de juros da economia, SELIC, e ainda quando precisar, ter disponível empréstimos com valores bem menores que os praticados pela maioria das instituições financeiras como bancos, por exemplo?

    Sim, isto é possível.

    Ainda mais agora que temos o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), que nada mais é do que uma forma de igualar as condições de competitividade com os bancos comerciais, protegendo depositantes e investidores dos bancos cooperativos e das cooperativas de crédito, além de contribuir com a manutenção da estabilidade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), ampliando a credibilidade do sistema, conforme pode ser lido no site fgcoop.coop.br.
    logomarca da fgcoop
    Para quem não sabe o que é uma cooperativa de crédito, leia a seguir esta FAQ retirada do próprio site do Banco Central (BC):

    1. O que é uma cooperativa de crédito?
    A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados.

    O objetivo da constituição de uma cooperativa de crédito é prestar serviços financeiros de modo mais simples e vantajoso aos seus associados, possibilitando o acesso ao crédito e outros produtos financeiros (aplicações, investimentos, empréstimos, financiamentos, recebimento de contas, seguros, etc.).

    2. As cooperativas de crédito só podem ser formadas por empregados de empresas?
    Não. As cooperativas também podem ser formadas por pessoas de uma determinada profissão ou atividade; agricultores; pequenos e microempresários e microempreendedores. Além disso, existem cooperativas de crédito de livre admissão de associados, nas quais coexistem grupos de associados de diversas origens e atividades econômicas.

    3. Quais são as vantagens da constituição de uma cooperativa de crédito?
    As vantagens são:

    – A cooperativa pode ser dirigida e controlada pelos próprios associados;
    – A assembleia de associados é quem decide sobre o planejamento operacional da cooperativa;
    – A aplicação dos recursos de poupança é direcionada aos cooperados, contribuindo para o desenvolvimento do grupo e, também, para o desenvolvimento social do ambiente onde vivem;
    – O atendimento é personalizado;
    – O crédito pode ser concedido em prazos e condições mais adequados às características dos associados;
    – Os associados podem se beneficiar com o retorno de eventuais sobras ou excedentes.

    4. A cooperativa de crédito pode fornecer talão de cheque?
    Sim. O fornecimento de até dez folhas de cheques por mês é considerado serviço essencial a pessoas naturais que mantenham conta de depósito à vista na instituição e pode ser oferecido, desde que o correntista reúna os requisitos necessários à utilização de cheques, de acordo com a regulamentação em vigor e as condições pactuadas. Conforme estabelece a Resolução CMN 3.919, de 2010, a instituição não poderá cobrar tarifas pela prestação desse serviço.

    5. Posso obter um empréstimo em uma cooperativa de crédito?
    Sim. As cooperativas de crédito podem oferecer praticamente todos os serviços e produtos financeiros disponibilizados pelos bancos, desde que os clientes sejam seus associados. Para ser associado é necessária a integralização de uma cota do capital da cooperativa.

    6. Um associado de cooperativa de crédito que perdeu o vínculo empregatício pode permanecer na cooperativa?
    Não, se ele for associado de uma cooperativa que congregue somente funcionários de uma empresa ou grupo de empresas. Caso seja associado de uma cooperativa cujo vínculo não seja o empregador ou de uma cooperativa de livre admissão, não há necessidade de se desligar da cooperativa.

    A Lei 5.764, de 1971, em seu artigo 35 exige a exclusão de associados que deixem de atender aos requisitos estatutários de ingresso ou permanência na cooperativa. Assim, a administração da cooperativa está obrigada a providenciar a sua exclusão, nos termos legais.

    Adicionalmente, de acordo com o inciso III do artigo 21 da referida Lei, deve constar no estatuto social da cooperativa a forma de devolução do capital ao associado que se desliga.

    7. Uma pessoa jurídica pode participar de uma cooperativa de crédito?
    Sim. As pessoas jurídicas podem figurar como associadas nas cooperativas de crédito, desde que sejam observadas as regras de admissão específicas para cada tipo de cooperativa, com relação à origem e atividade econômica.

    8. As cooperativas de crédito podem admitir entes públicos como cooperados?
    Não. Conforme determina o artigo 4º, parágrafo único, da Lei Complementar 130, de 2009, não serão admitidos no quadro social da sociedade cooperativa de crédito a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios bem como suas respectivas autarquias, fundações e empresas estatais dependentes.
    bcb.gov.br/?COOPERATIVASFAQ

    Enfim, para quem não sabia, serve no mínimo para conhecimento.

    Convidados

    Guest Post: O que saber para pegar um empréstimo pessoal?

    20 de outubro de 2014

    O que você deve saber na hora de pegar um empréstimo pessoal

    Momentos de aperto financeiro são, geralmente, inesperados. Quando o carro dá problema, você ou algum familiar precisa realizar uma intervenção médica de emergência, um aumento no preço dos materiais de construção da casa “embargou” a obra, sempre são situações que nos pegam desprevenidos – nós e nossos bolsos.

    Nessas horas, muitas pessoas recorrem aos bancos para pegar um empréstimo pessoal. No entanto, diante do caráter de emergência dessas situações, nem sempre quem está pegando o dinheiro emprestado toma as cautelas necessárias e acaba entrando em uma verdadeira espiral de dívidas, com juros altíssimos e parcelas que não consegue pagar.
    empréstimo consignado
    Por isso, o Defenda Seu Dinheiro preparou um “miniguia” com o que você deve saber antes de pegar um empréstimo pessoal:

    1 – O Custo Efetivo Total (CET)

    O Custo Efetivo Total é a melhor forma de você medir o impacto financeiro que o empréstimo irá causar no seu orçamento no longo prazo. Tenha em mente que você sempre terá que pagar um valor maior do que você pegou emprestado, e o CET lhe fornece essa informação, calculando todos os juros, taxas e tarifas cobradas pela instituição financeira no momento da celebração do contrato. Além disso, é possível que outros serviços sejam embutidos no contrato – como um seguro, por exemplo – que podem passar desapercebidos, mas que certamente estarão presentes no Custo Efetivo Total.

    2 – As parcelas do consignado não podem exceder 30% do seu salário

    Uma das principais vantagens do empréstimo consignado é que as parcelas são descontadas diretamente do seu contracheque, permitindo que a instituição financeira ofereça juros e taxas menores. No entanto, é preciso ficar atento: por lei, as parcelas do empréstimo consignado não podem ultrapassar 30% dos seus rendimentos mensais. Se você se deparar com um contrato de consignado cujas parcelas excedam esse limite, você estará firmando um compromisso ilegal com uma instituição de má-fé. Tome cuidado!

    É importante ressaltar, também, que como o empréstimo será descontado diretamente no seu contracheque, você deve verificar se a instituição financeira que está oferecendo o empréstimo possui convênio com o seu empregador e, sempre que puder, evite fazer negócio com instituições desconhecidas ou com condições favoráveis demais – quando a esmola é demais, o santo desconfia.

    3 – Você pode rever os termos do contrato na Justiça

    É absolutamente fundamental que você leia e esteja ciente de todos os termos do contrato antes de assiná-lo, mas se porventura você agir imprudentemente e não fazê-lo, é possível pleitear na Justiça, posteriormente, a revisão desse contrato – mas apenas se esse contrato contiver cláusulas abusivas, que violem o Código de Defesa do Consumidor. No entanto, tenha em mente que, ao assinar o contrato, você está manifestando sua concordância com os termos ali presentes, então não espere que um juiz vá simplesmente eximi-lo de pagar as parcelas restantes do seu empréstimo.

    4 – Cada banco é um banco

    As diferenças entre os juros praticados e as taxas cobradas podem variar inacreditavelmente de um banco para outro. Por isso, é interessante fazer uma pesquisa com algumas das instituições financeiras de sua confiança – se você tiver um bom relacionamento com o gerente de alguma, melhor ainda – para tomar ciência dos termos e condições dos empréstimos oferecidos. Assim, você terá certeza de que estará pegando um empréstimo com boas condições que não vão te “enforcar”.

    Por Marcos  Chaves, colaborador do site de Finanças Empréstimo Consignado.

    Geral

    Globo Repórter: Mapa da dívida brasileira

    31 de agosto de 2014

    Ótimo programa que foi ao ar ontem pela Rede Globo que fala sobre o nosso povo estar muito endividado e como se livrar das dívidas.

    Alguns temas que abordaram:

    – MAPA DA DÍVIDA BRASILEIRA
    Financiamento imobiliário exige planejamento para ser um bom negócio

    – PALMAS
    Capital mais jovem do país tem 92% das famílias pagando contas em dia

    – APRENDIZADO
    ‘Príncipe’ ajuda advogada a se organizar e sair de uma dívida de R$ 70 mil

    – FLORIANÓPOLIS
    Capital com maior renda tem famílias entre as mais endividadas do Brasil

    – REDUZINDO GASTOS
    Aracaju reduz inadimplência pela metade em dois anos (TV Globo)

    Brasileiros em apuros com cartão aprendem a pensar antes de gastar (TV Globo)

    – LIÇÕES ECONÔMICAS
    Fortaleza é a capital com a menor dívida média do Brasil (TV Globo)

    Universidade ensina funcionários a organizar orçamento na aposentadoria (TV Globo)

    Confiram, são vários vídeos/reportagens, mas vale a pena, pois são vários exemplo e lições para os endividados brasileiros no nosso atual “des”governo!

    Veja também:

    Até o próximo post.