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    Como economizar na reforma da casa?

    20 de junho de 2016

    Para quem ainda pensa em reformar reformar a casa em 2016 vale a pena conferir algumas dicas para economizar neste processo. Isto é bom para que o seu dinheiro não escorra pelo ralo, especialistas na área indicam dicas preciosas para economizar na obra do seu imóvel:

    Não abra mão do projeto

    Contratar o serviço de um arquiteto ou designer de interiores para apoiar uma reforma pode custar de R$ 45 a R$ 100 por m². Você pode pensar que esse gasto é dispensável, mas, na verdade, um bom projeto funciona como um instrumento eficaz para poupar dinheiro. Mais do que um desenho, o projeto define a execução, detalha o quanto cada etapa vai custar e o tempo que vai levar para ficar pronta. As perdas geradas por projetos inexistentes ou mal feitos são enormes e vão da escolha de materiais inadequados ao retrabalho, o que significa atraso no cronograma, desperdício de material e dinheiro jogado fora.

    Negocie sempre

    Você consegue obter descontos em todas as etapas da reforma, especialmente em marcenaria e armários planejados. Por isso, pesquise e pechinche sempre. Na hora de negociar, ter um arquiteto ou designer de interiores ao seu lado pode ajudar a economizar, porque o profissional tem conhecimento sobre os preços e sobre os requisitos técnicos para comparar os produtos. Para driblar o cenário econômico adverso, o varejo tem se esforçado para fechar vendas. Se você está pensando em reformar, pode se aproveitar desse contexto, negociando melhores valores e condições.

    Escolha os materiais de modo inteligente

    Os materiais nobres proporcionam sofisticação ao projeto, mas existem opções que permitem a substituição desses itens sem ter que gastar tanto. É o caso dos porcelanatos que imitam mármores e dos novos revestimentos vinílicos e laminados que podem ser usados no lugar da madeira. Além disso, os fabricantes de acabamentos, de louças e de metais sanitários trabalham com catálogos amplos, oferecendo linhas para atender diferentes padrões e expectativas de preço. Assim é possível encontrar produtos mais baratos mantendo a opção por um fabricante confiável, que garanta qualidade e segurança.

    Faça um planejamento financeiro

    A dica para não passar aperto ao reformar é planejar os gastos. Saber o custo global da reforma é fundamental, por exemplo, para decidir entre fazer toda obra de uma vez ou priorizar algumas áreas. Além disso, há fornecedores com opções interessantes de parcelamento, enquanto outros oferecem descontos significativos caso prefira pagar à vista. Dependendo do porte da obra, algumas empreiteiras dividem o preço total em até seis vezes para pegar todo o serviço. Um orçamento bem executado pode tirar proveito de todas essas possibilidades e auxiliar a tomada de decisão entre usar financiamento bancário, parcelar com o fornecedor ou resgatar uma aplicação para pagamento à vista.

    Tenha bons profissionais ao seu lado

    Na hora de contratar mão de obra, você vai encontrar enorme variação de preço. Por isso, pesquisar e buscar o valor mais justo é mais do que recomendável. Mas tome cuidado para não barganhar demais ou o barato pode sair caro. Se os profissionais não forem competentes, todo investimento pode se perder, seja por conta de quebras e acidentes, seja por causa de atrasos ou pela necessidade de refazer serviços. Para fugir de “pseudo especialistas”, contrate somente profissionais com referência, que trabalhem sob contrato e que cumpram a legislação em vigor.

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    estilo.uol.com.br/casa-e-decoracao/listas/vai-reformar-a-casa-em-2016-veja-5-dicas-para-economizar.htm

    Veja também:

    TGC Engenharia – Engenharia com segurança e responsabilidade ambiental
    http://www.tgcengenharia.eng.br

    Até o próximo post.

    Geral

    Existe bolha imobiliária … ou não?

    18 de fevereiro de 2013

    Usando como mote para o tema do post a lógica do narrador esportivo Cléber Machado da Rede Globo, em um dos seus famosos bordões, onde faz uma análise, e no final conclui com “ou não”, o que deixa tudo que foi falado em “cima do muro”.

    Afinal de contas, existe bolha imobiliária em nosso país ou não?

    Este é um assunto bem chato de se discutir, pois muitos levam para o lado emocional, querem ganhar a discussão na marra, destruir os argumentos alheios com falácias e bravatas. Muito estão “estourando nossa bolha imobiliária” há 3 anos ou mais, após o último grande boom imobiliário que tivemos ocorrido depois de anos de estagnação no mercado imobiliário.

    O que os “anti-bolha imobiliária” tem a favor?
    Pode-se enumerar:

    • O crédito imobiliário no Brasil é muito baixo em relação ao PIB;
    • O nível de emprego no Brasil está em níveis recordes, o oposto de um cenário de bolha imobiliária, onde o desemprego é que bate recordes;
    • Excesso de valorização não é implicação de bolha imobiliária, do contrário, qualquer produto que valorizasse seria com certeza uma nova bolha, sem levar em conta outros fatores;
    • O Brasil ainda tem muita carência de moradias;
    • O Brasil ainda tem também muito estoque de terrenos e área úteis para construção, mesmo em grandes centros urbanos é possível encontrá-las;
    • Se preciso, importarão mão-de-obra para todas fases todas etapas de um empreendimento na construção civil. Logo, não se preocupam com falta de mão-de-obra.
    • O quadro no Brasil não tem hada haver com crise imobiliária dos EUA e Espanha ocorridos na história recente;
    • Supõe que o mercado pode estagnar, ter o valor dos imóveis corroídos pela inflação ao longo dos anos, mas cair drasticamente, dado o quadro acima, provavelmente não deve ocorrer.
      Talvez bolhas imobiliárias locais, como as que podem ocorrer após um grande boom imobiliário numa região onde haja a construção de uma grande usina hidrelétrica, onde não tinha nada ou muito pouco de construções, e a busca desenfreada por moradia pode levar a uma excessiva valorização. Após a construção terminada, muitos irão embora da região, e aí sim, os valores caíram drasticamente, pois não haveria mais aquele frenesi por busca de imóveis.
      Fenômeno parecido acontece com locais onde há exploração de ouro e pedras preciosas.
      Ambos são fenômenos locais, pontuais, e não afetariam o mercado imobiliário nacional.

    O que os “pró-bolha imobiliária” tem a favor?
    Enumera-se:

    • Os imóveis valorizaram demais nos últimos anos. Está insustentável a continuidade da valorização;
    • As pessoas não conseguirão pagar as prestações, principalmente as classes mais baixas da população, que contraíram crédito imobiliário para pagar em vários anos. Simples conjectura, também chamada de futurologia.
      Alegam que muita gente comprou imóvel financiado;
    • Falta de mão-de-obra;
    • Falta de terrenos nos grandes centros;
    • Excesso de lançamentos;
    • Algumas construtoras já quebraram. Se esqueceram que este é um processo normal ao longo dos anos, faz parte do capitalismo, empresas quebrarem e outras tomarem o seu lugar, é um ciclo natural.

    Existem mais argumentos para ambas as partes, porém, só saberemos se houve ou não estouro de bolha imobiliária no Brasil depois que ela ocorreu, no presente não é possível saber, apenas temos conjecturas.

    Após 5 anos de forte valorização seguidos, de 2005 a 2010, e passado mais 3 anos, já estamos em 2013, ninguém viu a bolha imobiliária estourar, ninguém viu o percentual de crédito imobiliário subir a níveis estratosféricos em relação ao PIB.
    O crédito imobiliário segue aquecido, com juros baixo e população com nível de emprego altíssimo, como nunca na história deste país, como diria o nosso saudoso ex-presidente Luís Ignácio Lula da Silva.

    E para quem gosta de um bom bate-boca sobre o assunto, discussão em alto nível, opiniões diversas no transcorrer dos anos pode ler o tópico de imóveis no fórum Infomoney.

    E para quem deseja ler apenas argumentos pró-bolha imobiliária, ela existe, ela está aí a pleno curso e vai estourar com toda certeza do mundo, ou seja, é um site enviesado para isto, acesse BOLHA IMOBILIÁRIA NO BRASIL.

    Enfim, fica a gosto do freguês, o que pensar, o que concluir e como se precaver para um cenário ou outro que julgue mais provável com base em suas próprias convicções.

    Até o próximo post.