‘Planejamento Financeiro’ Articles at Defenda Seu Dinheiro

Browsing Tag: planejamento financeiro

    Convidados

    Dicas para você viajar sem erros e em segurança

    2 de julho de 2018

    planejamento-viagem

    Viajar é um dos maiores prazeres da vida. Viajar é também uma oportunidade de expandir horizontes, descobrir novas belezas e novas maneiras de fazer as coisas, dentro ou fora de seu próprio país. Há, porém, algumas dicas que podem ajudar a tornar a experiência mais segura, mais barata e mais agradável. Citaremos algumas delas a seguir:

    Na hora de comprar passagens e fazer outros arranjos, use e abuse do poder da internet

    A internet facilitou radicalmente o acesso à informação. Isso é ótimo porque os preços de passagens, hospedagem, etc. pode variar radicalmente. Por isso, sugerimos uma boa dose de paciência e pesquisa.

    Nos sites das companhias aéreas, especialmente das mais barateiras, como a Gol, podem ser encontradas verdadeiras pechinchas. Muitas vezes, nas redes sociais das companhias aéreas, são ofertadas passagens promocionais. Vale a pena, portanto, ficar de olho na presença das companhias aéreas na internet.

    Se aguentar receber em seu email ofertas que não lhe interessam (uma opção é criar um email só para isso), assine as newsletters de companhias aéreas. Boas promoções costumam ser divulgadas por elas.

    Sites como decolar.com reúnem ofertas de passagens, hospedagem e outros produtos e serviços. Como sites diferentes possuem acordos diferentes com empresas diferentes, vale a pena consultar mais de um deles. Entre as outras opções estão skyscanner.com.br e o viajanet.com.br. Sites como booking.com, trivago.com.br ajudam a achar ofertas baratas de hospedagem.

    Lembre-se de que na internet você pode usar filtros para ver ofertas de acordo com destino, data, faixas de preço desejadas, etc.

    Outras observações financeiras sobre a compra de passagens

    Para quem pode escolher quando partir, vale a pena financeiramente procurar passagens para a baixa estação do destino, quando ele é menos procurado e as passagens e a hospedagem ficam mais baratas.

    Embora possam aparecer pechinchas de última hora, passagens compradas com boa antecedência costumam ser mais baratas. Então, se já sabe quando vai partir, seja proativo e compre as passagens o mais cedo que puder.

    Programas de milhas (incluindo cartões de crédito cujo uso rende milhas de viagem) são uma boa opção para diminuir gastos com passagens.

    Aprenda um pouco sobre seu destino

    Para evitar decepções e perigos, é bom procurar um pouco de informações sobre seu destino. Há algum risco de saúde comum na área? Como é a segurança pública? Há alguma época marcada por tempestades ou outros problemas naturais?

    Muitas pessoas esquecem que alguns países exigem que o visitantes comprem seguro de viagem para entrar em seus territórios. Esse é o caso, por exemplo, de quase todos os países da União Europeia além de Islândia, Suíça, Noruega e Liechtenstein. Embora a posse de seguro não costume ser cobrada na entrada nesses países, a falta dele pode fazer a pessoa ser barrada ou até deportada.

    Aproveite com calma

    A vontade de ter visto um monte coisas no final da viagem é quase irresistível. Ainda assim, antes de embarcar em uma daquelas excursões que cruzam a Europa Ocidental ou a América Central toda em uma semana, pense bem. Talvez, você se sinta melhor absorvendo mais do que o local onde você está tem a oferecer.

    Lembre-se um grande destino está onde você o encontra

    Pode ser Madri ou Salvador, os Lençóis Maranhenses ou a cidade histórica de Ouro Preto. O melhor destino turístico é aquele que fala às suas inclinações pessoais. Por outro lado, em qualquer lugar, você pode achar a beleza física e a riqueza da diversidade humana que tornam as viagens momentos especiais de nossas vidas.

    Não leve sua casa com você

    Os especialistas recomendam que você só leve consigo o essencial. Dessa maneira, você ganha mobilidade e menos dores de cabeça e em outras partes do corpo. Além disso, ganha espaço para lembranças que comprar.

    Evidentemente, a definição de essencial depende de você e de quem vai com você. Você provavelmente não quer passar suas primeiras horas no seu novo destino procurando fraldas para comprar (talvez em outra língua) para seu bebê.

    Tire fotos, mas não deixe que isso substitua a experiência da viagem

    Quem sabe quando (ou se) você vai ver de novo as paisagens e pessoas que está vendo agora? Tirar algumas fotos de recordação faz todo sentido do mundo e você vai aproveitá-las um bocado em casa. Mas lembre-se de que sua grande chance de aproveitar sua viagem é quando a está fazendo. Se ficar ocupado demais tirando fotos, vai perder a experiência de que deveria estar desfrutando.

    Geral

    5 coisas que você deve fazer se quiser sair rapidamente da dívida

    26 de abril de 2018

    Bobby Hoyt era basicamente a foto de millenium recém-saído da faculdade. Ele realmente não tinha aprendido nada sobre finanças pessoais, tinha um diploma brilhante e tinha quase US$ 40.000 em dívidas de empréstimos estudantis que ele não tinha ideia do que fazer.
    Inicialmente, o plano era fazer os pagamentos mínimos, como todo mundo fazia. Felizmente, ouviu um empresário de sucesso que conheceu através da família de minha esposa. Sua mensagem? Pague sua dívida o mais rápido que puder.

    Eu paguei US $ 40.000 de empréstimos estudantis em um ano e meio com o salário de um professor: aqui estão 5 coisas que você deve fazer se quiser sair rapidamente da dívida

    “Aceitei esse conselho e corri com ele. Eu mantive minhas despesas de moradia o mais baixo possível alugando um quarto dos pais da minha esposa, continuei dirigindo meu carro velho da faculdade em vez de comprar o novo que eu realmente queria, e literalmente fiz os maiores pagamentos que podia a cada duas semanas salário de ensino”, diz Hoyt.

    Depois de 18 meses, pagou os empréstimos estudantis. Começou o blog MillennialMoneyMan.com como uma forma de ajudar outras pessoas que estavam lidando com dívidas de empréstimos estudantis, e um pouco mais de um ano e meio atrás eu parei meu trabalho para perseguir a minha empresa on-line em tempo integral.

    Hoyt conta que a paixão tornou-se tentando ajudar os jovens a se motivarem com suas finanças logo no início. Desde que deixou o emprego como professora, ouviu centenas de histórias de horror sobre dívidas de leitores que querem encontrar uma maneira de progredir.

    Aqui abaixo estão cinco coisas que qualquer um que queira se tornar livre de dívidas deve fazer:

    1 – Pare de se importar com o que as outras pessoas pensam

    Isso é absolutamente fundamental. Se você está pensando em assumir suas dívidas de forma agressiva, há uma boa chance de você ter que tomar algumas decisões desconfortáveis ​​que não são populares. Para mim, obviamente, estava escolhendo alugar um quarto dos pais da minha esposa ou usar os mesmos equipamentos para trabalhar regularmente. Eu ainda tenho “mamãe e papai” jabs de haters muito depois que saímos.
    Aqui está a parte importante: seus detratores não importam nada. Todo mundo tem um caminho diferente na vida, e eu nunca vou julgar alguém por como eles escolhem atacar suas dívidas. Mude-se com a sua família (certifique-se de contribuir de alguma forma), alugue quartos em sua casa, continue dirigindo aquele carro de baixa qualidade ou espere para sair com seus amigos, se necessário. Enquanto você estiver trabalhando para atingir seus objetivos, sinta-se bem com o que está fazendo. As opiniões externas nunca devem influenciar suas decisões financeiras.

    2 – Faça da sua dívida a prioridade

    Um truque que usei para facilitar minha dívida foi colocá-lo no topo da minha lista financeira. A primeira coisa que fiz a cada duas semanas, quando meu contracheque caiu na minha conta, foi o pagamento do meu empréstimo. Livrar-se desse dinheiro imediatamente tirou a minha capacidade de desperdiçá-lo ao sair para comer ou comprar qualquer coisa nova que todo mundo tivesse.

    3 – Não tente acompanhar seus colegas

    Muitas pessoas ficam presas tentando acompanhar os Joneses. Uma das coisas mais difíceis sobre pagar meus empréstimos foi assistir todos os meus amigos me passarem. Se era um novo carro incrível ou a casa que eles estavam construindo. Eu senti que não era tão bem sucedido quanto eles.
    Avançando alguns anos, e a maioria dos meus colegas que financiaram suas vidas estão absolutamente arrependidos. Fomos condicionados a manter contato com nossos colegas durante toda a vida por meio de notas e esportes na escola primária. Se você puder evitar competir com seus amigos em compras altamente financiadas, você fará muito melhor a longo prazo.

    4 – Comece uma confusão lateral

    O surgimento da internet tem sido, obviamente, um fator de mudança, mas nem todos com acesso estão tirando vantagem disso. Para qualquer um dos meus leitores que me perguntar como eles podem aumentar sua renda para ajudar com suas dívidas, a minha resposta é sempre a mesma: começar a empurrar.

    Existem inúmeras maneiras de começar um negócio on-line e não precisam ser complicadas nem caras. Eu vi de tudo, de lenços de tricô e vendê-los no Etsy, para encontrar itens em vendas de garagem e vendê-los no eBay. Se a sua primeira estratégia não funcionar, continue tentando outra coisa até encontrar uma maneira eficaz de suplementar sua renda.

    5 – Verifique sua mentalidade

    Fora de tudo nesta lista, sua mentalidade em relação a dívida e sucesso é facilmente o mais importante. Há, obviamente, uma tonelada de histórias por aí de pessoas como eu que pagaram seus empréstimos muito rapidamente usando várias técnicas. Se a sua primeira reação é pensar que essas histórias são impossíveis, uma farsa ou apenas pura sorte – você já perdeu.
    As pessoas que normalmente têm sucesso com a dívida olham para essas histórias e tentam encontrar estratégias em vez de um projeto. Não há “um tamanho para todos”, abordagem rápida para sair da dívida. Toma decisões impopulares, aproveitando e criando oportunidades, e toneladas de sacrifícios pessoais para começar.
    fonte de consulta: businessinsider.com/i-paid-off-40000-of-student-loans-on-a-teachers-salary-2016-10

    Até o próximo post.

    Convidados

    Hábitos que você precisa abandonar antes dos 30 anos

    19 de abril de 2018

    Hábitos financeiros aos 30 anos

    Supporting fast fashion: Antes de assoprar as velinhas dos 30 anos é preciso colocar na balança algumas atitudes e objetivos

    Constantemente somos lembrados da necessidade de ter uma alimentação equilibrada, dormir um determinado número de horas, se exercitar constantemente e focar em projetos próprios, mas quando que realmente colocamos tudo isso em prática?
    Especialistas chegaram a um consenso de que esses e outros hábitos devem ser adquiridos antes dos 30 anos, já que é uma época que a pessoa deve fazer uma análise de sua vida e pensar no que quer mudar e no que vai manter. Pensando nisso, o Business Insider organizou uma lista de hábitos ruins que devem ser eliminados até os 30 anos, dos quais alguns são listados abaixo:

    1) Não aproveitar os finais de semana

    Durante a semana já é corrido o suficiente, então tente tirar o final de semana para descansar, colocar a leitura em dia, sair e arrumar um hobbie. É bom socializar com os amigos e fazer algo fora do ambiente de trabalho – principalmente que não envolva um computador.

    2) Comprar em fast fashion

    Pesquisas mostram que as pessoas que compram roupas de lojas como Zara e Forever 21 as usam apenas sete vezes, o que significa que a pessoa está perdendo dinheiro. Procure comprar roupas que você possa usar mais de uma vez, mesmo que custe um pouco mais.

    3) Fumar socialmente

    Muitos dos que se consideram “fumantes sociais” acham que se livram dos males do fumo porque “não fumam todos os dias” ou porque “só fumam quando bebem”. Essa desculpa, porém, não engana ninguém – nem a sua saúde. Independentemente de fumar todos os dias ou socialmente, você continua tendo mais chances de ter problemas de saúde.

    4) Manter amizades que já deveriam ter acabado

    É muito difícil manter todas as amizades, principalmente aquelas que não valem a pena. Por isso, não gaste tempo com aquelas pessoas que não fariam o mesmo por você.

    5) Não ter hora para dormir

    Criar uma rotina com horário certo para dormir pode melhorar a qualidade do seu sono e ainda, melhorar o seu desempenho e disposição no trabalho e em suas atividades no dia seguinte.

    6) Não praticar exercícios

    Não adianta confiar no seu metabolismo. Se você quer se manter em forma, o recomendado é se exercitar pelo menos três vezes por semana.

    7) Escolher bebidas de má qualidade

    Estudos mostram que beber uma taça de vinho todos os dias faz bem para a saúde. Mas essa teoria é totalmente derrubada quando a qualidade da bebida é reduzida pela metade.

    8) Fazer coisas só porque acha que deveria

    A vida é muito curta para você gastá-la com o que não quer fazer. Aposte em programas que deem satisfação a você e que possam ser úteis de alguma forma.

    9. Colocar a saúde física antes da saúde mental

    Dietas e exercícios físicos devem servir para você se sentir bem consigo mesmo e não para culpa-lo. Ter uma rotina é ótimo, mas às vezes a forma como você cuida do seu corpo pode afetar o modo como você cuida da sua mente; é preciso um equilíbrio.

    10) Não prestar atenção na alimentação

    Tente abraçar alimentações saudáveis em sua rotina, priorizando pelo menos cinco porções de frutas e legumes por dia.

    11) Não coletar pontos de fidelidade ou milhas

    Seja coletando milhas com o cartão de crédito, fazendo parte de um programa de milhagem em companhias aéreas ou se inscrevendo no programa de fidelidade do supermercado, os benefícios normalmente valem o pequeno esforço necessário – e podem garantir a viagem das suas próximas férias.

    12) Gastar tempo com pessoas que fazem você se sentir insignificante

    Tire da sua vida pessoas que fazem com que você se sinta insignificante. Gaste energia com aqueles que apreciam quem você é e que não exigem que você mude para agradá-los.

    13) Cancelar planos de última hora

    Não é possível dizer “sim” para tudo, então seja realista o quanto antes sobre seus horários ou planos para não adotar o hábito de decepcionar as pessoas no último minuto.

    14) Zerar a conta bancária no final do mês

    Está na hora de começar a traçar o caminho do seu dinheiro e de procurar maneiras para fazê-lo durar mais tempo em sua conta. Para isso, há uma série de aplicativos que podem ajudar com o planejamento financeiro, por exemplo.

    15) Evitar conversas difíceis

    Essa atitude é muito comum entre os jovens, mas quando você vai ficando mais velho é um péssimo hábito para se manter. Tratar de assuntos mais pesados é difícil, mas faz parte. Você vai ver que o sentimento de tirar o peso dos seus ombros será ótimo.

    16) Pensar constantemente no que os outros pensam sobre você

    Quebrar esse hábito é uma das melhores coisas que você pode fazer para ir mais longe em sua vida profissional e, principalmente, na sua vida pessoal. Pare de olhar ao redor para ver o que os outros pensam sobre você e foque em sua opinião própria.

    17) Não ter planos para o longo prazo

    Não dá mais para adiar. Quando você chega aos 30 anos você já deve ter em mente o que quer da vida e ter uma ideia de quando irá se mudar/casar/ter filhos/mudar de emprego etc. É o momento de sentar e colocar no papel os principais aspectos de sua vida, de relacionamentos a carreira, para saber o que quer mudar e o que quer aprimorar em cada área.

    18)Tentar memorizar todos os eventos e datas importantes em sua cabeça

    Não tente guardar todos os eventos e datas importantes em sua cabeça, coloque tudo em um calendário ou agenda para que seja mais fácil de você se lembrar. Seja no formato papel ou eletrônico, procure por um sistema que funcione para você e que faça você se sentir mais organizado.
    fonte de consulta: 30 damaging habits you should break before you turn 30

    Veja também:

    Casal se aposentou em seus 30 anos, agora está viajando o tempo inteiro

    Convidados

    Anna Haotanto juntou R$ 1,5 milhão em 7 anos e dá dicas de como alcançar o sucesso financeiro

    22 de março de 2018

    Cingapura: Anna Haotanto tinha 21 anos quando definiu que iria comprar para seus pais uma casa antes de completar 30 anos

    A jovem Anna Haotanto tinha 21 anos quando definiu seu primeiro grande objetivo financeiro: comprar para seus pais uma casa antes de completar 30 anos. Aos 28 anos, a jovem que nasceu em Cingapura tinha conseguido juntar US$ 450 mil, quase R$ 1,5 milhão, entregou as chaves da nova residência para seus pais e, pouco tempo depois, alcançou US$ 1 milhão em 2015.
    A pergunta que fica é: como a jovem conseguiu o feito? Haotanto não é o fundadora de uma startup de vários milhões de dólares e nem cresceu com muito dinheiro. Na verdade, foi o contrário: quando adolescente, sua família passava por dificuldades com milhares de dólares em dívidas de cartão de crédito e sem conseguir manter o apartamento em que moravam em Cingapura, após a crise financeira asiática de 1997 fazer com que o negócio têxtil de seus pais falisse.

    Se para muitas pessoas essas experiências seriam insuperáveis, para a jovem foram o que a empurraram para evitar as mesmas armadilhas. “Se você não tem privilégios desde sempre, sempre se preocupa em não perder o que conquista”, afirmou Haotanto ao CNBC.

    Depois de terminar o ensino médio, ela foi para a Singapore Management University (SMU), Universidade de Gestão de Cingapura, para estudar finanças, se dedicando e fazendo aulas extras tanto quanto foi possível. Começou então a trabalhar como gerenciadora de riqueza em uma empresa financeira e definiu um prazo para pagar as dívidas de sua família e comprar uma nova casa.

    “Eu parei e pensei: tenho 21 anos. Então me dei nove anos para ganhar cerca de US$ 450 mil [cerca de R$ 1.5 milhão]”, disse. O feito foi atingido antes do previsto, aos 28.

    Durante nove anos, de 2006 a 2015, que ela se colocou de prazo, trabalhou em vários empregos e usou seus conhecimentos financeiros para investir no mercado de ações. Ela começou em primeiro lugar com ações da bolsa de Cingapura e depois começou a comprar ações da bolsa norte-americana que estavam em baixa após a crise financeira de 2008.

    Além disso, ela adotou um estilo de vida bastante simples, sem luxos. Ela evitou o que chamou de “mentalidade do café”, quando você gasta todo dia com coisas desnecessárias de baixo valor, que no fim do mês fazem uma diferença grande no orçamento quando acumuladas. Segundo ela, esse é um erro comum entre os jovens da geração Y.

    Ela limitou seus gastos para US$ 75 por semana, cerca de R$ 248, e decidiu que viajaria apenas um feriado por ano. “Eu não diria que eu tinha muita dificuldade, porque uma vez que comecei a definir meu novo orçamento, tornou-se uma espécie de obsessão”, disse Haotanto.

    Em 2015, aos 30 anos, Haotanto conquistou a independência financeira: alcançou seu US$ 1 milhão. Decidiu, então, usar sua experiência para ajudar os outros a se tornarem mais conscientes financeiramente. No mesmo ano, ela criou uma plataforma de consultoria financeira chamada The New Savvy, destinada a mulheres asiáticas que, segundo ela, estavam desamparadas pelos atendimentos tradicionais.

    “Durante muito tempo as mulheres foram condicionadas a pensar que não são boas em lidar com dinheiro. Eu queria mudar isso”, disse Haotanto.

    A plataforma online oferece uma variedade de programas, artigos e eventos para ajudar os usuários a entender como fazer o dinheiro render mais. “Muitas pessoas não têm objetivos financeiros. Eles não precisam ser grandes, mas você precisa saber para onde seu dinheiro está indo”, disse.

    Ela recomenda fazer uma lista dos objetivos que você deseja alcançar e alocar cada um em um cronograma antes de analisar quais estratégias de investimento usar. “Compreender o que você quer e quando você deseja alcançar é um grande motivador para consquistar o que deseja. Foi o que me impulsionou quando tinha 21”.

    Além disso, ela ressalta que sem investir fica praticamente impossível conseguir atingir a independência financeira. Você deve avaliar qual o seu perfil de investidor para montar uma carteira de acordo com as suas ambições e objetivos financeiros.

    Se você pretende começar a investir, a primeira coisa que deve fazer é procurar opções com menos riscos e com liquidez diária para criar seu fundo de emergência. A partir disso, busque opções com rentabilidade maior para aumentar seu patrimônio.
    Fonte de consulta: This self-made millionaire lifted her parents out of debt and bought them their first home

    Até o próximo post.

    Convidados

    Pesquisa: principal meta dos brasileiros para 2018 é juntar dinheiro

    8 de janeiro de 2018

    a maior parte dos entrevistados deve evitar o uso do cartão de crédito, organizar as contas da casa e aumentar a renda fazendo trabalhos extras

    Conheça os melhores investimentos financeiros para 2018

    Os brasileiros chegaram ao fim de 2017 com a sensação de que o auge da recessão mais grave enfrentada pelo país já ficou para trás. Diante disso, mais da metade dos brasileiros (54%) está mais otimista com o cenário econômico deste ano e 58% acreditam que a sua vida financeira também será melhor, segundo pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).
    Entre as principais metas financeiras dos brasileiros para este ano estão juntar dinheiro (45%) e sair do vermelho (27%). Porém, em uma nota que vai de 1 a 10, onde 1 é muito ruim e 10 é muito bom, a expectativa para a economia brasileira para 2018 é de 5,7 e a da vida financeira pessoal é de 6,7.

    Entre os que acham que a situação da economia vai piorar (13%), as principais consequências serão ter de evitar gastos com coisas desnecessárias para guardar dinheiro (54%), comprar menos (45%) e ficará mais difícil de economizar e fazer reserva financeira (41%). Já 19% acreditam que o cenário econômico em 2018 será igual a 2017.

    Como medida para superar os problemas decorrentes da crise econômica em 2018, a maior parte dos entrevistados deve evitar o uso do cartão de crédito (26%), organizar as contas da casa (25%) e aumentar a renda fazendo trabalhos extras (22%).

    De acordo com o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, a insegurança de parte significativa dos brasileiros é resultado de uma combinação de fatores.

    “De um lado, o cenário de incerteza em relação a eleição presidencial que se aproxima, com alto grau de imprevisibilidade e que também afeta a percepção do mercado; do outro, a lentidão do país para superar os obstáculos que impedem a retomada da atividade econômica, situação agravada pelos níveis de desemprego ainda elevados”, afirma Pellizzaro.

    “Fica a impressão de que a qualquer momento é possível ter de enfrentar uma demissão, por exemplo. Isso só vai mudar a médio prazo, à medida que as pessoas forem sentindo a melhora dos indicadores econômicos no dia a dia”, acrescenta.

    Em 2018, apesar dos problemas econômicos do país, 38% não gostariam de abrir mão de fazer uma reserva financeira, 29% não querem abrir mão dos planos de celular e internet e 23% do plano de saúde. Segundo os entrevistados, os principais fatores que podem influenciar o aumento do seu consumo neste ano são os preços dos produtos (47%), as promoções (40%) e a melhora na economia (32%).

    Ainda pensando na vida financeira, 44% dos brasileiros pretendem fazer alguma reserva, 14% querem financiar uma casa própria e 12% pretendem financiar um automóvel.

    Entre os principais temores para 2018 estão possíveis problemas de saúde (40%), ser vítima de violência ou assalto (32%) e não conseguir pagar as dívidas (31%).

    A corrupção foi lembrada, sendo para 86% dos brasileiros, o problema mais importante do País a ser resolvido em 2018, seguida pela crise econômica (61%), a violência (58%), saúde (47%), educação (41%), e o desemprego (37%).

    Até o próximo post.

    Convidados

    Um passo a passo para começar 2018 com mais dinheiro

    21 de dezembro de 2017

    cofre-porquinho-na-praia - Dinheiro: Faça uma lista de planos para 2018 e organize seu orçamento para realizá-los

    Para quem deseja vender o imóvel rápido e sem perder muito dinheiro

    Se faz necessário organizar a bagunça da sua vida financeira para colocar em prática todos os planos feitos para 2018. Neste post é possível ver como fazer isso.

    Começar academia, viajar para o exterior, entrar para o curso de inglês. Início de ano é sempre aquele momento para tomar fôlego e refazer planos, mas, no fundo, todos eles dependem de um só: organizar a bagunça da vida financeira.

    Especialistas são unânimes: para realizar metas, é preciso saber onde você está. Quanto você tem de reserva financeira? Quais são suas dívidas? Quanto ganha e gasta todo mês?

    Por outro lado, as metas são o pano de fundo do orçamento. “Não adianta anotar seus gastos ou levantar preços e não fazer nada com aquilo. Defina o que você quer da sua vida para elaborar um orçamento. Saiba para onde está caminhando”, aconselha a educadora financeira e psicanalista Cássia D´Aquino.

    A seguir, confira um passo a passo simples para organizar de vez suas finanças e começar 2018 pronto para ter mais dinheiro e realizar seus planos:

    1 – Levante todas as receitas

    Parece óbvio, mas muita gente não sabe exatamente quanto ganha. Isso porque leva em conta o salário bruto, não o salário líquido – aquele que efetivamente pinga na conta, do qual já foram descontados Imposto de Renda, INSS e outras contribuições.

    Levante seu salário líquido e outros rendimentos, como aluguel e pagamentos de trabalhos freelancers. Vale lembrar que o limite do cheque especial e do cartão de crédito não são uma extensão da renda.

    “O cheque especial induz as pessoas ao erro. Se for preciso, reduza seu limite”, sugere o sócio do aplicativo GuiaBolso, Thiago Alvarez. Liste também os bens que você tem.

    2 – Levante todos os gastos

    Observe os gastos que você teve no período dos últimos três meses para checar quais contas estão sempre ali e ter uma ideia de quanto você costuma gastar com despesas variáveis. Pode facilitar ter os extratos bancários e as faturas do cartão de crédito em mãos.

    Liste também todas as dívidas, incluindo as parcelas do cartão de crédito e de financiamentos. “Não tem problema começar 2018 com dívidas boas, como a parcela do financiamento do carro. A preocupação tem que ser com as dívidas que você acha que não vai conseguir pagar”, explica Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

    3 – Precifique seus objetivos

    Sem metas, a tentação de fazer qualquer coisa com o dinheiro é maior. Por isso, defina planos de curto, médio e longo prazo e pesquise quanto custam esses objetivos. Para isso, uma dose de autoconhecimento será necessária.

    “Faça um esforço para fazer planos para além de 2018, se não, você nunca vai conseguir construir nada na sua vida”, orienta a planejadora financeira Lavínia Martins, diretora da Associação Brasileira de Planejadores Financeiros (Planejar).

    Se você tem dívidas, quitá-las deve ser sua prioridade. Comece pelas dívidas de serviços como água e gás, que podem ser cortados por falta de pagamento. Depois, é a vez de quitar os empréstimos com as maiores taxas de juros, como crédito para negativado, crédito rotativo e cheque especial.

    4 – Determine quanto guardar por mês

    Só depois de precificar sonhos, será possível visualizar o tamanho da reserva que você precisa construir. Se você está no zero a zero e não tem nenhum dinheiro guardado, comece a formar uma reserva de emergência.

    O ideal é guardar um valor equivalente a entre três e seis meses de renda, mas não se paralise por isso. Esse é o ponto ideal onde você deve chegar, não o ponto de saída.

    Depois, você poderá se planejar para juntar dinheiro para a aposentadoria e para realizar os planos feitos para 2018.

    5 – Corte despesas

    Há quem diga que os maiores vilões das despesas são os pequenos gastos, como o cafezinho pós-almoço ou o chocolatinho de sobremesa. Outros planejadores financeiros dizem que o problema está nos gastos fixos, como as assinaturas de TV a cabo e celular. Cada um saberá onde o sapato aperta.

    6 – Organize pagamentos e investimentos

    Defina como pagará seus gastos e crie uma estratégia para usar o cartão de crédito – pode ser usá-lo somente para compras eventuais parceladas, até um limite de 10% da sua renda mensal, por exemplo.

    Coloque seus pagamentos no débito automático, em uma data alinhada ao pagamento do salário, e automatize seus investimentos.

    7 – Mantenha esses hábitos por todo o ano

    Essa é a parte mais difícil. Monitore seu orçamento e, se necessário, refaça planos durante o ano. Respeite sua meta de gastos e não abandone suas finanças.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Escolhas financeiras que se tornarão arrependimentos eternos

    14 de dezembro de 2017

    Erros muito comuns e que podem parecer simples, mas têm graves consequências

    As más escolhas financeiras podem ser passageiras ou assombrar seu planejamento pelo resto dos tempos. O site Business Insider consultou especialistas para apontar 5 erros que, quando cometidos, serão lembrados para sempre.

    Veja a seguir:

    1) Ignorar o mercado

    Apenas 3% dos brasileiros adultos investem na bolsa de valores, de acordo com pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O investimento mais popular no Brasil é, com muita folga, a Poupança, com 61%.

    Para os especialistas consultados pelo BI, em vez de temer perder seu dinheiro, as pessoas deveriam se preocupar com a potencial fortuna que a bolsa pode trazer. Um portfólio balanceado, com o tempo, trará rendimentos positivos quase invariavelmente.

    2) Não ter um fundo de emergência

    Emergências acontecem, é impossível fugir disso. Ignorar os potenciais problemas, como carro quebrado, problemas médicos ou quaisquer outros, pode ser absolutamente desastroso. Por isso, é essencial manter sempre um fundo de emergências bem recheado disponível. Especialistas sugerem manter guardado dinheiro suficiente para manter seus gastos por três a seis meses.

    3) Postergar o pagamento de dívidas

    Ignorar dívidas, de empréstimos a hipotecas, só fará com que elas fiquem cada vez piores. Quando for necessário escolher, o ideal é quitar as maiores, com juros mais pesados, em primeiro lugar.

    4) Não pedir aumento

    Segundo pesquisas realizadas nos EUA, deixar de solicitar um aumento, principalmente no início da carreira, pode custar US$ 1 milhão durante toda a vida de uma pessoa. Entenda o valor do seu trabalho e, quando sentir que é a hora, não deixe de dizer.

    5) Gastar muito

    Pode parecer óbvio, mas gastar demais ainda é um problema que assola a maioria das pessoas. Quem gasta tudo o que ganha não consegue seguir a maioria das outras dicas aqui descritas – e é extremamente comum que as pessoas gastem ainda mais do que recebem mensalmente. Sempre reserve parte do seu salário antes de começar a gastar – e não apenas o que “sobrar”.
    fonte: 10 Decisions You Would Regret For The Rest Of Your Life

    Até mais.

    Filmes

    Exame: 5 características do ciclo da pobreza

    11 de dezembro de 2017

    Em economia, ciclo da pobreza é “uma série de fatores ou eventos pelos quais a pobreza, uma vez iniciada, permanece até que seja interrompida por uma intervenção externa.”

    Evasão escolar. Falta de profissionalização. Falta de acesso à educação.

    Você conhece as cinco características do ciclo da pobreza? Em sua experiência de mais de dois mil atendimentos pessoais, Mauro Calil pode constatar que os clientes que os procuravam com problemas financeiros tinham cinco características comuns que formavam um ciclo da pobreza.

    A primeira característica é a preguiça. Toda pessoa com pouco dinheiro tem várias justificativas: o governo, o patrão, a burocracia, o vestibular, o país que é complicado… E a culpa é sempre de alguém. Isso nada mais é do que preguiça. Você acha que eu estou sendo cruel, não é? Mas existe uma série de pesquisas mostrando que a maior parte dos milionários americanos, mais de 90% deles, não vieram de famílias ricas. Por que será que uma mesma pessoa da mesma família, nascida com as mesmas condições, com os mesmos valores e oportunidades fica rica e as outras continuam pobres?

    A segunda característica é o consumismo. Essa característica é terrível, pois não somente impede quem é pobre de enriquecer, como também transforma pessoas ricas em pobres. E o pior, cria uma armadilha social. A pessoa se veste melhor, frequenta bons restaurantes, anda com carro novo, aparenta ser rico. Mas tudo o que tem são coisas ou dívidas, porque gastou tudo ou mais do que recebe comprando e consumindo.

    A terceira característica é não ter um patrimônio ativo, somente passivo. Essa é uma extensão natural e uma consequência inevitável da segunda característica. Quando se compra coisas, arrumam-se despesas. Já quando se troca o consumo por investimento, a pessoa obtém uma receita extra. O rico tem receita extra enquanto o pobre tem despesas.

    A quarta característica é não ter controle financeiro. Isso é muito básico. Quem não anota seus gastos, não checa suas contas para verificar o que gastou, possui cobranças adicionais por perder datas de pagamento, paga juros, etc., é uma pessoa com descontrole financeiro. E isso é igual a dirigir bêbado, com sono e falando no celular. Cedo ou tarde, vai dar problema.

    A última característica é a ausência total de um plano. Se a pessoa não parar para pensar e estabelecer um plano, fica sem rumo, à deriva na vida, sendo levado de um lado para o outro e sem saber onde vai chegar. Se é que chega em algum lugar… A pessoa vai remar, trabalhar e sempre ficará com o orçamento apertado e endividado. E a pessoa fica sem saber o que acontece, afirmando que a culpa é de outra pessoa, se entregando à preguiça, desistindo de vencer e voltando ao início do ciclo.

    Quebre o ciclo. Tenha um plano. Enriquecer é uma questão de ter e seguir um bom plano.

    Veja também o vídeo relacionado a este texto:


    fonte de consulta: exame.abril.com.br/blog/etiqueta-financeira/5-caracteristicas-do-ciclo-da-pobreza-video

    Até o próximo post.

    Convidados

    Coisas que você deve deixar de lado se quiser alcançar o sucesso financeiro

    16 de novembro de 2017

    A consultora financeira Elle Kaplan afirma que é possível deixar de lado alguns hábitos ruins que só atrapalham seu caminho até o sucesso

    A maioria das pessoas quer alcançar o sucesso financeiro, porém há alguns hábitos que podem estar impedindo que você conquiste sua liberdade financeira. A consultora financeira Elle Kaplan afirma que é possível deixar de lado alguns hábitos ruins e rotinas tóxicas que só atrapalham seu caminho até o sucesso. Ao site CNBC, ela selecionou 7 coisas que você deve deixar de lado se quiser alcançar o sucesso.

    Veja a seguir:

    1) Dúvidas

    “Eu sempre soube que alcançaria o sucesso. Acho que nunca duvidei por um minuto disso”, afirmou Warren Buffett.

    Você está inconscientemente sabotando seu progresso quando se entrega à negatividade. Seu caminho para o sucesso começa no momento em que você condiciona seu cérebro a acreditar que você vai chegar onde quer. Se você continuar a acreditar de outra forma, então você não deve esperar que o sucesso seja seguido.

    Ao invés de ser seu pior inimigo, entregue-se de bom humor e cultive pensamentos positivos que vão inspirar você a continuar alcançando seus objetivos.

    2) Decisões guiadas pela emoção

    “Nos anos de experiência com finanças, vi muitas pessoas jogarem fora décadas de planejamento financeiro por causa de sentimentos”, afirma Kaplan.

    Quando pessoas bem-sucedidas se encontram em situações em que ficam extremamente irritadas, tristes ou frustradas, se deixam levar pelas emoções e perdem o controle sobre elas. O simples ato de aguardar um tempo para tomar uma decisão até não estar tão vulnerável às emoções pode ter um papel importante para alcançar o sucesso. É preciso equilíbrio para conseguir tomar decisões prudentes para seguir no caminho do sucesso.

    3) Confiança apenas nos elogios de terceiros

    “A autoconfiança deve vir de você mesmo. O reforço externo de pessoas que te admiram pode ajudar, mas você precisa construir sua própria confiança”, disse Steve Jobs.

    Ninguém pode defender você ou fazer acontecer tão bem como você mesmo. Acredite em seu próprio sucesso, e se a oportunidade certa não aparecer, crie a sua própria oportunidade. Elogios são sempre bem-vindos, mas se achar que não vai conseguir, nada adianta ter uma torcida por você.

    4) Tentar agradar tudo e todos

    “O mundo é uma selva. Todo mundo quer chamar a atenção e ser notado, para estar à frente. Não seja ingênuo. Faça seu trabalho para si mesmo, sem tentar agradar as pessoas. Não espere que todos vão parabenizá-lo quando chegar onde quer”, afirma Kaplan.

    Pare de fazer coisas para agradar outras pessoas, faça o que for preciso para cumprir seus objetivos e aja de acordo com a sua visão de mundo. Você não vai conseguir agradar a todos toda vez que decidir algo. Tenha consciência disso e faça o melhor que puder segundo seus princípios.

    5) Companhias ruins

    “Cerque-se apenas de pessoas que vão ajudar você a chegar mais longe”, afirma Oprah Winfrey.

    Você provavelmente já ouviu esse conselho quando era adolescente e a e specialista afirma que seus pais estavam certos. “A companhia que você mantém influencia o sucesso que você cria”, diz. O desafio é que nem sempre podemos escolher as pessoas com as quais interagimos diariamente. Mas ter a capacidade de reconhecer as pessoas que não trazem benefícios – e ignorar sua energia ruim – é fundamental para estabelecer uma mentalidade positiva.

    6) Desistir quando errar

    “É impossível viver sem errar em algum momento”, diz JK Rowling, que se tornou um bilionária depois que deixou de lado as centenas de críticas negativas de editores antes de lançar Harry Potter.

    As pessoas bem-sucedidas não aceitam ‘não’ como resposta. Em vez disso, encontram novas maneiras de transformar as falhas e rejeições em degraus para alcançar o que desejam.

    “Tenha em mente que o fracasso é um terreno fértil para o sucesso e não desista. Seja persistente e resiliente o suficiente para se recuperar e tentar novamente”, afirma Kaplan.

    7) Despesas inúteis

    Um estudo realizado pela empresa Martini Media, entre consumidores que ganham mais de US$ 100 mil por ano (cerca de R$ 325 mil) revela que, surpreendentemente, a maioria deles não possui carros de luxo e fazem compras em lojas convencionais como o Walmart ou lojas de departamento.

    O motivo é que eles reconhecem o valor que o investimento a longo prazo pode ter sobre despesas inúteis. A única coisa que praticamente todos os milionários e bilionários tem em comum é o investimento de seu dinheiro.

    “Se você está tentando deixar de lado gastos excessivos, considere colocar 20% do seu salário em investimentos, 30% na conta para despesas do dia a dia e a outra metade use em despesas fixas como aluguel, contas de luz e alimentação”, aconselha Kaplan.

    Quando você deixa de gastar com coisas desnecessárias, você aumenta exponencialmente sua probabilidade de sucesso financeiro porque você pode direcionar seu dinheiro para um caminho onde ele renda mais e mais.
    fonte de consulta: cnbc.com/2017/11/10/elle-kaplan-10-things-to-give-up-to-be-wealthy-and-successful.html

    Até o próximo post.

    Geral

    Business Insider: Hábitos financeiros aos 30 anos

    15 de novembro de 2017

    I'm a financial planner — here are the best 7 pieces of advice I can give you about money in your 30s
    Este período da vida costuma ser marcado por grandes transições e merece dedicação especial às finanças.

    A sua vida pode ficar um pouco mais complicada aos 30 anos, período no qual é geralmente caracterizado por mudanças nos âmbitos pessoal e profissional. Seja começando um novo negócio, dando um grande passo na carreira, se casando, é importante ficar atento às finanças para evitar gastos desnecessários.
    Pensando nisso, o planejador financeiro Eric Roberge escreveu para o Business Insider, alguns dos hábitos que devem ser valorizados nesta idade.

    Confira a seguir:

    1) Viver com menos do que ganha

    Um dos conselhos mais difundidos por planejadores financeiros é: viva com menos do que ganha. Ele é um bom lugar para começar, mas não é o suficiente se você quer aumentar sua riqueza substancialmente.

    Se você ganha US$ 5 mil e gasta US$ 4.999, teoricamente está vivendo com menos do que ganha e provavelmente não está afundado em dívidas, porém, se o que você busca é riqueza, você precisa viver com muito menos do que ganha.

    Quando maior a diferença entre o que você ganha e o que você gasta, mais rápido você consegue alcançar seus objetivos financeiros – caso você poupe e invista as “sobras” de seu balanço orçamentário.

    2) Foque na porcentagem do dinheiro economizado, e não na quantia em si

    Calcular quanto é preciso economizar para alcançar um objetivo financeiro pode ser difícil. Por isso, focar na porcentagem da economia ao invés da quantia em si, permite que você ajuste os valores a serem poupados de acordo com a sua renda. Desta forma, se você for promovido ou mudar de emprego, por exemplo, você consegue adequar a porcentagem a ser economizada ao novo salário, garantindo que você poupe na mesma proporção.

    3) Gaste parte do seu tempo acompanhando e revisando seus gastos e investimentos

    De acordo com Roberge, o dinheiro tende a ir embora quando falhamos em prestar atenção nele. “Preste atenção no seu dinheiro e gaste parte do seu tempo o revisando e o avaliando. Se você não fizer isso, você nunca saberá se está indo na direção certa. É como fazer uma trilha sem bússola”.

    O planejador financeiro recomenda a revisão mensal das finanças, o que, segundo ele, faz com que a pessoa preste mais atenção em seus hábitos de consumo e comportamentos que podem afetar o patrimônio.

    4) Não gaste mais, gaste melhor

    Tenha cuidado com os seus gastos e evite comprar ”só porque os outros têm”. Roberge explica que muitas pessoas pensam que comprar mais garante mais felicidade, o que está errado. Segundo ele a felicidade vem das coisas que realmente importam, e quando a pessoa decide gastar dinheiro como “todo mundo”, ela começa a ter problemas financeiros.

    “Quanto mais você pensar antes de comprar, mais intencional você será com o seu dinheiro. E quanto mais você alinhar os seus gastos com o que você valoriza, mais feliz você será com as suas compras”, diz.

    5) Não apenas diversifique o seu porfólio, diversifique seus investimentos

    Ao investir, é importante não colocar todos os ovos em uma mesma cesta, de forma a garantir boas rentabilidades em diferentes setores da economia. Além disso, investir para a aposentadoria é fundamental, pois serve como uma garantia de que você terá dinheiro no futuro. Esse investimento, porém, não deve ser vista como um investimento para aumentar o seu patrimônio.

    O planejador financeiro explica que o lugar certo para investir – além da aposentadoria – varia de acordo com os objetivos de cada um. Algumas opções, segundo ele, são ações, renda fixa, mercado imobiliário e a criação de diferentes fontes de renda.
    fonte de consulta: businessinsider.com/best-money-advice-millennials-financial-planner-2017-11/#1-live-well-below-your-means-1