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    Motivos para não operar Opções Binárias, Forex e Trading Esportivo

    19 de novembro de 2016

    Opções binárias é fraude ou não? Confira este interessante relato:

    Como eu perdi dinheiro em Opções Binárias
    como eu perdi dinheiro em opções binárias

    Provalmente, muitos operadores do mercado, iniciantes ou experientes, já se questionaram se o comércio com as opções binárias pode ser considerado uma fraude. O broker em si, entre outros fatores, levam a pensar que tal operação seja um perigo. Seria muita ingenuidade imaginar que em um ramo como aquele do comércio com opções binarias não tenha sido cometida nenhuma fraude.

    No geral, todas as atividades financeiras que envolvem enormes somas de dinheiro resultam em grandes lucros. A vantagem do setor do comércio com opções binarias, entretanto, consiste em poder prever uma situação, como trader, e saber quem pode ser confiável para realizar um investimento e quem não pode.

    O primeiro passo para evitar uma fraude nas opções binárias é fazer uma análise atualizada e confiável dos brokers que lidam com o seu dinheiro.

    Como defender-se de forma eficaz contra as fraudes no comércio com opções binárias?
    Para decidir qual é o broker mais competente para confiar o dinheiro é preciso analisar bem todas as informações. Além do perfil dos melhores brokers fornecido por esta página numa lista atualizada, há também outros elementos que podem ajudá-lo.
    Opções binárias: uma fraude?

    O Dinheirama listou 3 Motivos para não operar Forex, Opções Binárias e Trading Esportivo:

    1 – Se for fraude, você não tem a quem recorrer no Brasil

    Estes mercados não são regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a entidade vinculada ao Ministério da Fazenda que é responsável pelo desenvolvimento, regulação e fiscalização do mercado de Valores Mobiliários por aqui.

    E a legislação é bem clara: “…a intermediação de valores mobiliários no mercado brasileiro só poderá ser realizada por instituições financeiras autorizadas a operar pelo Banco Central do Brasil…” (clique neste link para acesso completo).

    Ah, mas certamente você já ouviu dizer que lá fora é um mercado regulado, certo? Sim, lá fora existem empresas sérias e você tem a quem recorrer. Na gringa, sim; no Brasil, não. Aliás, “lá fora” a maconha e outros produtos ilícitos podem ser comprados em muitos estabelecimentos com a autorização dos órgãos locais. Mas aqui é o Brasil.

    2 – Estes mercados não possuem central de custódia e liquidação de ativos

    E o Kiko? Apesar de burocrático, a grosso modo este órgão, muitas vezes integrado ao sistema financeiro do país, é responsável por registrar e liquidar financeiramente as operações realizadas no mercado.

    No Brasil este papel é desempenhado pela CETIP, que através da centralização dos processos dificulta a intervenção de fraudes no sistema. E como estes mercados alternativos não possuem uma “Cetip”, é comum terem brechas para as mais diversas falcatruas (veja algumas aqui), ainda que existam empresas sérias neste nicho. No fim das contas, em termos tecnológicos, muitos destes canais não se diferenciam de um site de apostas.

    3 – Investir usando o cartão de crédito pode ser perigoso

    Eu também adoro comprar com cartão de crédito, pois isso gera milhas com as quais viajo “de graça” todo ano, mas quando a questão é investimento o buraco é mais em baixo. O problema é que quando se faz um aporte usando o cartão de crédito, não é possível identificar o investidor e isso por si só geraria uma complicação perante a Receita Federal.

    Imagine só: eu coloco R$ 500,00 através do meu cartão de crédito e dias depois recebo em minha conta 100 vezes este valor, fruto das minhas especulações bem-sucedidas num ambiente de confiabilidade duvidosa (se isso não tem nada a ver com lavagem de dinheiro, mudo meu nome para Bozo, ok?).

    E depois as pessoas não entendem porque os sites de aposta online não podem ser regulados… E entendem menos ainda quando eles somem do nada, levando o dinheiro delas. No mais, como eu não pretendo negociar nestes mercados, a minha opinião a respeito disto fica por aqui.
    dinheirama.com/blog/2016/02/25/motivos-nao-operar-forex-opcoes-binarias-trading-esportivo

    Até mais e seja sempre cuidadoso com sua análise de risco antes de alocar o seu rico dinheirinho…

    Filmes

    O Apostador – Filme 2014

    8 de novembro de 2015

    Para aqueles que são viciados em apostas este filme é ótima pedida. O que não falta no mercado financeiro são viciados no “cassinão”.

    É narrado a história de Jim Bennett (Mark Wahlberg) que é um professor de literatura com um vício irrefreável em apostas. Como ele gastava tudo o que ganhava com jogo, a solução sempre era pegar empréstimos com agiotas para continuar jogando e esta mania incontrolável o coloca em apuros com gângsteres.

    o-apostador-the-gambler

    Até o próximo post.

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    As drogas acabam com suas finanças!

    25 de setembro de 2013

    Quando alguém fala sobre drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas, logo vem a mente os inúmeros efeitos e reações delas no organismo de quem as usa.
    Existem diversas implicações que cada uma dessas substâncias acarreta ao Sistema Nervoso Central e muitos malefícios específicos em cada órgão do corpo humano. Além disso o vício das drogas também afetará e muito a saúde financeira dos usuários, assim como da própria família e até mesmo de amigos.

    Por que elas acabam com as finanças? Por que muitas delas são caras e o que no início se fazia como mero exercício de prazer, apenas para acabar com a timidez, dar aquele “up” na confiança, passa a ser uma dependência, a qual para o viciado é tão importante quanto comer, beber e dormir. Mesmo que sejam drogas baratas e de fácil acesso, o seu uso contínuo acaba retirando recursos financeiros que seriam gastos em outras áreas importantes da vida do cidadão e da família como: a própria alimentação, saúde, educação, transporte, vestuário, lazer, entre tantos outros.
    Não há como falar do usuário de drogas ou do dependente químico em recuperação, sem atentar para a família deste individuo.
    Outra fonte de gastos que advém do fato do vício ter tomado conta da vida de um indivíduo, é o tratamento médico, tanto com doenças advindas do uso contínuo de entorpecentes, como o gasto com tratamento para livrar das drogas, assim como gastos com a parte jurídica. Sim, parte jurídica, pois os viciados costumam se meter em muitas enrascadas ilegais na busca de saciar o maldito vício, e nisto acabam infringindo muitas vezes a lei de um país, lhes acarretando inclusive a perda da liberdade. Na maioria das vezes não se consegue tratamento gratuito para se livrar do vício, nem em serviços públicos, nem em ONGs ou em igrejas, entre outras entidades sem fins lucrativos, sendo assim necessário recorrer às clínicas de recuperação que não costumam ser baratas.

    Esse fato vai aumentar os custos do viciado e muitas vezes de seus familiares e amigos mais próximos.
    Aliás, como a família acaba ficando de certa forma co-dependente, ela também participa dos gastos para cuidar de seu membro, com médicos, psicólogos e remédios. Quando possível, podem recorrer à ajuda de entidades sem fins lucrativos, compostas de pessoas com o mesmo tipo de problema, como os grupos de AA, NA, Al-Anon, Nar-Anon e Amor Exigente. Provavelmente devem existir muitos outros.

    A dependência química é uma doença grave, crônica e progressiva, sendo que muitas vezes ela é um inimigo silencioso dentro da casa das pessoas,a família só nota que ela está presente quando já dominou boa parte do território. Devido a isto todos devem ficar bem atentos.Reaja, informe-se, ajude o próximo e a si próprio. Se todos permanecerem juntos e bem informados, os familiares e o viciado(buscando se livrar do vício) terão grandes chances de vencer esta guerra contra às drogas.

    Até o próximo post.

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    Entrevista com gerente de afiliados do site ApostasOnline.com

    30 de abril de 2013

    Entrevista feita com gerente de afiliados do ApostasOnline.com, Humberto Alves, em 29/04/2013 relativo ao assunto apostas no Brasil.
    Confira:

     


    DSD:
    – Na sua opinião por que todos os tipos de jogo não são liberados no Brasil?

    HA:
    – Por que acredito que ainda não fizeram um estudo sério sobre as apostas online aqui no Brasil. Tanto que essa atividade, de fato, não é proibida pela internet, mas apenas presencialmente nos estabelecimentos físicos, onde há o incentivo aos jogos de azar. Suspeito dessa questão – de que ainda não fizeram um estudo – porque é um mercado de grande potencial, a sua regularização no Brasil teria recursos importantes. É o que justifica o Brasil está abdicando de um bolo tão grande assim.

    Outra questão interessante, e que não podemos desprezar, é o ponto de vista político de tudo isso. As apostas online, assim como Bingo, Jogo do Bicho, entre outros; são assuntos delicados. O Brasileiro é muito conservador nesse aspecto, possui um certo preconceito intrínseco, é difícil mudar essa imagem da noite para o dia. O governo que legalizar as apostas pode sujar a sua imagem perante o eleitorado. É uma questão bastante sensível e certamente é uma preocupação que eles devem ter.

    DSD:
    – Por que apenas loterias federais, estaduais e corridas de cavalo são liberadas?

    HA:
    – Essa é uma boa pergunta. Provavelmente, são os mercados e jogos que a Caixa Econômica Federal tem mais know-how para operar, já dominam as operações e são bem sólidos nisso. Se analisar bem, os jogos de azar são legalizados no Brasil, mas são monopólio da Caixa Econômica Federal, as vezes a própria Mega Sena possui condições de custo/benefício (vamos chamar assim) que estão muito abaixo daquele apresentando pelo ApostasOnline.com, por exemplo. Mas, munidos de uma boa mídia e campanhas publicitárias, pode-se transformar um jogo de azar qualquer em uma manifestação da sorte: “Para a sorte, todo mundo é igual!”, “Mude de vida com a Mega da Virada” e por ai vai. O Marketing tem a capacidade de deixar tudo mais belo aos olhos do público.

    DSD:
    – Como ser um jogador de forma responsável, ou seja, não ficar viciado, desta forma não atrapalhar a vida pessoal e familiar?

    HA:
    – Penso que se a pessoa já apresenta sintomas de compulsividade, o ideal seja que ela nem mesmo inicie esse tipo de atividade. Tentar se concentrar em outras práticas, que tragam-lhe prazer sem nenhum dano pessoal ou material. A moderação tem que estar presente na maioria de nossas atitudes. Uma cerveja com os amigos é um momento único, extremamente prazeroso, porém, o excesso leva ao alcoolismo, são lados opostos de uma mesma moeda. O mesmo acontece com as apostas, feita com moderação, e na presença de quem se gosta, é capaz de tornar um jogo ou evento qualquer em algo muito divertido. Nós brincamos que apostar torna qualquer Sertãozinho x Noroeste em final de Copa do Mundo, e é verdade! Porém, o ideal é sempre dosar os valores apostados, tratá-lo como um dinheiro gasto em lazer, e não em investimento. É isso que pregamos no ApostasOnline.com e acredito que existem outros profissionais sérios em outros sites concorrentes que pensam o mesmo, vivemos em uma sociedade capitalista mas nem por isso podemos deixar o lado humano de lado.

    DSD:
    – Se o governo cobrasse impostos e liberasse o cassino, bingo, etc., não sobraria mais dinheiro para tratar os viciados em jogos? Qual a sua opinião a respeito?

    HA:
    – Penso que seria necessário um estudo sociológico para tomar essas conclusões. Analisar a fundo países que já possuem as apostas regularizadas e qual foi o comportamento dos índices de vício e os transtornos causados individualmente e coletivamente e, com isso, fazer então uma inferência ao caso brasileiro. Em outras palavras: analisar se os benefícios valeriam o preço social pago. Portanto, como não tenho acesso a essas informações e estudos nessas áreas, qualquer opinião minha seria mero achismo, passo a bola para os mais inteirados no assunto.

    DSD:
    – Jogar é apenas um entretenimento ou pode ser profissão como os jogadores de poker profissional ou não passa de ilusão, estes jogadores tem outras fontes de renda?

    HA:
    – Acredito realmente que seja possível! Assim como já existem vários espalhados pelo mundo a fora que tiram rendimentos contínuos dessa atividade, porém é preciso perceber algumas diferenças, o universo do Poker são as cartas, temos 52 cartas, em 4 naipes diferentes e 13 diferentes valores. Existe a parte psicológica do jogo? Claro, e muito, mas o universo de cartas é mensurável. Diferente de uma partida de futebol, por exemplo. Um jogo que envolve 11 jogadores para cada lado é carregado de subjetividades que talvez a matemática não consiga mensurar com precisão. Quem conseguir traduzir melhor isso para números, certamente conseguirá ter lucros a longo prazo.

    DSD:
    – Por que você montou o apostaonline.com ? Você também tem outros negócios? Nunca teve problemas com o governo?

    HA:
    – Eu não montei o ApostasOnline.com, sou apenas o gerente de afiliados do site =) , mas o ApostasOnline.com foi montado para atender um mercado pouco explorado e de grande potencial. Queremos trazer mais qualidade para o Brasil e mostrar um universo pouco conhecido que pode cair nas graças do povo, principalmente no país do futebol! Tem lugar melhor? 😉

    Obs.:
    DSD: DefendaSeuDinheiro
    HA: Humberto Alves

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    Até o próximo post.