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    Como sua família investe? Veja como identificar o perfil de cada um

    30 de novembro de 2015

    A família brasileira ganhou um novo perfil nos últimos tempos , ou melhor, rompeu com muitos perfis e padrões e ganhou novos integrantes, os avós são mais participativos e dispostos. A mulher está fora de casa durante todo o dia, mas  a casa não está fora dela, bem como ela contribui em torno de 40% com a renda familiar, segundo pesquisa do IBGE de outubro de 2014.

    O homem não é mais o único provedor da renda familiar e em diversos casos, os casais optam por não ter filhos. Muita coisa mudou, mas as despesas e gastos ficaram e estão cada vez maiores. Planejamento financeiro é importante, assim como educação financeira. Mas é preciso ir além e buscar formas de ampliar o rendimento sem contrair dívidas e de maneira bem estruturada. Com isso o orçamento consegue aquela folga, os sonhos em stand-by podem ser realizados e bens adquiridos.

    Quando todos os membros da família contribuem de alguma forma com a renda e possuem hábitos saudáveis quanto ao próprio capital se torna mais fácil a prosperidade individual e coletiva da família.

    NA CASA DA MÁRCIA É ASSIM. E COMO ANDA SEU PLANEJAMENTO?
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    Cada família tem suas dificuldades, alegrias e seu orçamento. Conheça a família da Márcia e quais as dicas para que eles prosperem com as finanças.

    Márcia (A mãe) – Márcia é decoradora e tem 35 anos de idade. Ela se divide entre seus projetos e a pequena loja de doces que comanda ao lado da irmã, Cristina. A loja é pequena mas auxilia na complementação da renda. As irmãs ainda não pensaram em uma forma de tornar o empreendimento escalável e replicável. Ana sempre se preocupou com o futuro dos dois filhos, Artur (10 anos) e Bárbara (6 anos). Há anos têm guardado dinheiro para os estudos dos filhos e outras despesas relacionadas a eles. E faz tempo que ela espera a tão sonhada viagem para a Europa, que ainda não coube no orçamento depois do nascimento da caçula Bárbara.

    Carlos (O pai) – Carlos tem 38 anos e é bem competitivo. Há dez anos ele trabalha como gerente comercial em uma seguradora. Carlos já abriu pequenos negócios que não deram certo, mas ele nunca desanimou e sempre está atrás de uma novidade, alguma nova oportunidade que pareça lucrativa. Gosta de proporcionar conforto à mulher e aos filhos, bem como sonha em trocar o carro, que não acomoda toda a família como antes dos pequenos nascerem. Carlos tem vontade de investir na Bolsa de Valores mas sem experiência, prefere não arriscar.

    Antônio (O avô) – Antônio, de 69 anos mora com o casal e com as crianças. Ele é aposentado e tem um depósito de material de construção que pretende fechar em breve, depois que começou a comprar e vender ações. O avô de Artur e Bárbara vive discutindo com o filho, depois que decidiu ir além da poupança e ampliar os rendimentos. Durante os anos, ele foi muito econômico e se  precaveu com um bom capital que ganhou com o depósito e o aluguel do antigo apartamento que morava com Ângela, sua falecida esposa.

    PERFIS DE INVESTIMENTO: DESCUBRA QUAL O SEU E DA SUA FAMÍLIA
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    PERFIL CONSERVADOR

    Como Márcia sempre foi mais econômica e conservadora decidiu procurar opções de investimento que lhe dessem maior segurança e, ao mesmo tempo, proporcionassem um bom rendimento para o dinheiro que guardou para os filhos e para a sua tão sonhada viagem. Dessa forma, ela dividiu o seu capital em algumas partes e a partir de cada objetivo optou por um investimento diferente.

    Para a educação dos filhos optou por uma opção de investimento do CDB, que possui maior prazo de carência e lhe ofereceria maior rentabilidade. Neste investimento ela deixaria o seu capital aplicado por 5 anos e no final desse tempo iria retirar o capital com dinheiro suficiente para pagar o ensino dos filhos.

    Para a sua viagem Márcia optou pelo título público (Tesouro direto – LFT) – um investimento que proporciona liquidez diária, ou seja, ela pode resgatar o capital investido a qualquer momento, sem que haja grande prejuízo a sua rentabilidade. Outro benefício do LFT é ter sua rentabilidade atrelada à taxa SELIC. Assim, mesmo com a alta taxa de juros, ela pode ter bons lucros.

    PERFIL MODERADO

    Como Carlos sempre está atrás de uma novidade e de oportunidades de rentabilizar o seu dinheiro, ficou extremamente curioso ao saber por um colega de trabalho que existia um portal na internet que fornecia aos clientes diversas oportunidades de investimento no mercado financeiro. Como teve experiências negativas com antigos negócios, ele optou por diversificar seus investimentos pelas operações de longo prazo com parte do seu capital e a outra parte, aplicou em títulos de renda fixa – LCI (que é isento de imposto de renda) e CDB (que pode ser utilizado como margem de garantia na Bolsa de Valores, onde ele começou a realizar  pequenas operações de curto prazo). Carlos vai aproveitar os pequenos investimentos na Bolsa para trocar o carro da família, já que as possibilidades de ganho são altas e valeria a pena correr o risco do investimento.

    PERFIL AGRESSIVO

    Quem diria, o mais velho seria o investidor mais agressivo. Antônio contrariou as recomendações do filho e resolveu ir além da poupança e investir na Bolsa de Valores. Como ele ganhou maior tempo para outras atividades, desde que aposentou, encontrou no mercado financeiro uma excelente oportunidade de rentabilizar o dinheiro acumulado durante a vida. Ele realiza investimentos tanto em ações, quanto no Mercado Futuro através de day-trade e curto prazo.

    Idade não interfere, ou define se será feito um bom ou mau investimento, o que define é o quão paciente, persistente e disciplinado você será. Defina o capital a ser investido, o prazo de investimento, conheça suas limitações e escolha o melhor investimento para o seu perfil. Assim, você e sua família terão sucesso com as finanças.

    Renata Cota – Equipe Toro Radar

    Manual de Introdução à Análise Técnica

    1 de outubro de 2015

    Segue um bom tutorial de Análise Técnica. Embora seja simples, pode ajudar o investidor iniciante que se interesse por tais assuntos. Em formato PDF, contempla os seguintes assuntos:

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    – Teorias de Dow;
    – Tipos de Gráfico;
    – Periodicidade gráfica;
    – Escolas gráficas: logarítmicas e aritiméticas;
    – Topos e fundos;
    – Candlesticks;
    – Linhas de tendências e canais;
    – Figuras de impulsão;
    – Como identificar fundos, topos, suportes e resistências;
    – Indicadores;
    – Abordagem psicológica;
    – E muitos outros tópicos.

    Para fazer o ler e fazer o download, se desejar, clique aqui.

    Leia também:

    Até o próximo post.

    10 passos para evitar perder dinheiro na bolsa de valores

    16 de setembro de 2015

    Defenda seu dinheiro na bolsa de valores com as orientações abaixo.

    O desejo de ficar rico investindo na Bolsa de Valores é tão comum quanto o desejo de ganhar na loteria, isso acontece devido ao potencial de rentabilidade que investir na Bolsa pode proporcionar aos investidores, principalmente comparado aos investimentos de renda fixa.

    Mas como nem tudo na vida são flores, junto a este grande potencial de desempenho, operar na bolsa pode expor o investidor ao risco de perder dinheiro, e é claro que ninguém quer isso.

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    Perder dinheiro é um tema que as pessoas não gostam de tratar, é difícil encontrar conteúdos sérios sobre o assunto e são poucas as empresas que tem interesse de mostrar para os seus clientes os riscos reais de operar na bolsa. Muitas preferem ludibriá-los,  mostrar apenas o lado positivo de investir em renda variável.

    Vejamos agora 10 passos de como evitar perder dinheiro na Bolsa de Valores que podem ser evitados facilmente apenas tomando algumas medidas:

    1 – Conhecimento é a chave do sucesso

    O primeiro passo é o que acredito ser o mais importante, pois a partir dele poderemos compreender as demais dificuldades de investimentos de renda variável.

    As pessoas tendem a investir na bolsa iniciando pela prática e só procuram a teoria quando a coisa já está mais do que complicada. Por isso é importante antes de começar a operar na Bolsa de Valores buscar em primeiro lugar o conhecimento sobre tudo que envolve este investimento, e existem conteúdos feitos por grandes especialistas que estão disponíveis na internet gratuitamente e que pode ajudar o investidor a aprender a investir na bolsa.

    Procurando primeiro aprender e depois começar a investir você saberá o que está fazendo e também estará preparado para qualquer dificuldade.

    2 – Ter cuidado com fontes de notícias não confiáveis

    É preciso ter cuidado ao operar tomando decisões fundamentadas apenas por notícias, pelos motivos listados abaixo:

    • Tenha certeza que a sua fonte é confiável e que a informação que leu ou ouviu está correta, muitas vezes ela pode até ser verdadeira, mas é bom verificar se a informação está completa, a omissão de pontos importantes pode ser um grande risco.
    • Outro motivo importante sobre operar baseado em notícias é que elas podem já estar precificadas na bolsa, ou seja, o mercado já absorveu está informação. Então para se posicionar é preciso ter certeza que estes dados são mesmo novidades para o mercado.
    • É importante ter em mente que sempre haverão pessoas com melhor acesso a determinada informação do que outras. Portanto muitas vezes quando a informação sai em um  jornal ou portal de noticias muita gente já estava sabendo e já se posicionou no mercado. Por isso é bom ter cuidado.

    Alguns sites lançam as chamadas “notícias bomba” sobre empresas e ações, apenas com a finalidade de que seu portal seja acessado muitas vezes e no fim das contas essas notícias nem são relevantes para o mercado ou seu conteúdo pode está atrasado ou mesmo é falso. Procure validar a informação em outras fontes e também veja os comentários postados pelos outros usuários sobre a notícia e sobre o site que encontrou a informação antes de montar uma operação na Bolsa de Valores .

    3 – Nem sempre as empresas que gostamos podem ser bons investimentos

    É comum encontrar no mercado pessoas que escolhem investir em empresas, que tem ações negociadas na bolsa de valores simplesmente por conhecer ou ter alguma afinidade com as empresas.

    Mas nem sempre uma empresa que é de nossa confiança, seja pelo seu atendimento e qualidade do produto, por ter sua propaganda todo dia na TV ou mesmo pela sua sede ficar perto da nossa casa significa que a empresa poderá gerar oportunidades de investimento na Bolsa.

    Para encontrar as melhores oportunidades é preciso ter auxílio de profissionais capacitados, ou seja, analistas e consultores que possuem experiência e as ferramentas corretas para encontrar boas opções de investimentos no mercado.

    4 – Falta de tempo para investir

    É importante ter tempo disponível para operar na bolsa, pois o mercado pode sofrer várias alterações ao longo do tempo e é bom ficar por dentro para não perder oportunidades.

    Claro que isso pode variar de acordo com perfil de cada investidor, tem pessoas que possuem tempo disponível e operam ações na modalidade de day-trade, que são as operações que começam e terminam no mesmo dia, há investidores que preferem operar em períodos de curto, médio e longo prazo.

    Mas mesmo comprando e vendendo ações em períodos mais longos, é importante ter um mínimo de tempo disponível para acompanhar o que está ocorrendo no mercado e como estão evoluindo as operações de sua carteira.

    5 – Amor à ação

    Investir na bolsa de valores é mesmo emocionante, mas a tomada de decisão precisa ser sempre com frieza e sensatez e não agindo de maneira emocional.

    Algumas pessoas perdem muito dinheiro por achar que algumas empresas, mesmo em tendência forte de baixa, não irão se desvalorizar por muito tempo e que em algum momento os preços de suas ações voltarão a subir novamente. Desta forma vão mantendo a operação e só encerram quando o prejuízo está irreparável.

    Outra situação é quando existe apego não apenas uma ação, mas a um determinado grupo de ações. Neste caso os investidores acabam perdendo oportunidade de investir em outras ações e contratos futuros, deixando de diversificar sua carteira e potencializar os ganhos de seus investimentos. Se por azar este grupo de ações escolhidas estão em queda no mesmo período, estes investidores perdem dinheiro sem ter condições de se recuperar, já que limitaram sua carteira.

    É preciso investir com a visão de que as ações não são objetos de apego e sim ativos negociáveis que se não forem bem conduzidos podem levar a perda de capital.

    6 – Colocar todos os ovos em apenas um cesto

    Outra forma de perder dinheiro na bolsa de valores é direcionando todo o capital disponível em apenas uma oportunidade. Assim se esta operação vier a resultar em prejuízo o capital investido será prejudicado de uma vez só.

    Por isso é importante diversificar a carteira e separar o capital disponível em fatias,   direcionando o mesmo volume de dinheiro para cada operação que deseja entrar. É recomendado direcionar o mesmo volume para que uma operação não tenha peso maior que as outras.

    Diversificar a carteira utilizando além de ações e investindo em outros ativos da bolsa, como por exemplo operar no Mercado Futuro também é uma boa maneira de diminuir o risco e aumentar o grau de retorno.

    Assim compensando as operações que estão dando prejuízo com as que estão resultando em lucro.

    7 – Não seja ganancioso

    A vontade de ganhar mais do que foi projetado, muitas vezes pode ser um problema.

    Acabamos perdendo dinheiro quando um trade atinge o objeto traçado e ao invés de encerrar a operação esperamos que o preço da ação suba ainda mais.

    Fazendo isso corremos o risco da ação se desvalorizar, podendo voltar até o preço de entrada ou mesmo ficar abaixo dele gerando perdas. Assim uma operação que estava prestes a ser encerrada com lucro acaba dando prejuízo.

    Para evitar que isso aconteça, seja disciplinado e siga sua estratégia a risca, respeitando os objetivos traçados para os trades.

    Lembre-se que é melhor ficar chateado por não ter ganhado mais dinheiro do que ficar triste e com dor na consciência ao perder grana.

    8 – Não delimitar as perdas

    Mesmo entendendo que é possível perder dinheiro investido na bolsa de valores, alguns investidores, muitas vezes, entram nas operações sem definir o quanto estão dispostos a perder caso as operações encerrem com prejuízo.

    É muito comum que os investidores em uma situação na qual suas ações estão se desvalorizando busquem aguardar o preço da ação subir até o objetivo traçado a qualquer custo ou mesmo sair da operação somente se ela voltar no preço de entrada, o chamado “sair no zero-a-zero”. E assim vão vendo o preço de suas ações caindo ainda mais e o seu capital sendo consumido pelas perdas. Ao invés disso, o investidor precisa está pronto para este momento de adversidade, delimitando as perdas antes de entrar em uma operação.

    É possível fazer isso  utilizado a ferramenta Stop Loss, com ele é possível traçar o patamar máximo de prejuízo aceitável. E caso a operação venha a dar prejuízo e consequentemente atingindo o stop loss, apenas uma pequena parte planejada do capital será afetado, preservando o montante principal.

    Desta maneira o investidor continua no jogo e pode recuperar o capital perdido em outras operações.

    9 – Fique atento aos custos operacionais

    Ao operar no mercado de ações existem custos operacionais que são diferentes das perdas com os trade que resultam em prejuízo, alguns destes custos são:  taxa de custodia das ações, corretagem, aluguel de BTC, emolumentos, entre outros.

    Muitas vezes o investidor não se atenta a estes valores, e acaba desconsiderando de seus cálculos, correndo risco de mesmo com operações finalizadas com lucro ainda possa perder dinheiro no fim das contas, diluindo seu lucro com os seus custos das operações.

    Então é muito importante além de considerar os custos operacionais, também avaliar se a corretora que utiliza tem custos adequados e oferece a melhor relação custo x benefício.

    10 – Cuidado com ações que valem centavos

    Existem empresas no mercado que não estão bem economicamente e isso influencia suas ações na Bolsa de Valores, algumas delas tem o preço da ação valendo centavos e mesmo assim acabam atraindo investidores.

    Isso acontece porque nestes investimentos com baixo preço é possível comprar grandes quantidades de ações, e assim a possibilidade de gerar maior rentabilidade.

    Mas na pratica não é tão legal como parece, investir nestas ações é bastante arriscado devido aos fatores a seguir:

    • Baixa liquidez – Ações que valem centavos não são operadas pelos grandes investidores e por isso elas têm grau de liquidez muito baixo. Então é possível que o investidor entre na operação e não consiga mais encerrar, ou até pode ser que consiga, mas vendendo as ações em um valor abaixo da cotação do mercado, devido à falta ofertas de compra disponíveis.
    • Pequenas quedas podem equivaler a grandes perdas –  Vamos entender este ponto através de um exemplo. Imagine que uma ação vale R$ 0,10 e temos disponível para investir 5.000 reais, portanto, podemos comprar 50 mil destas ações, e é isso o que faremos hipoteticamente neste exemplo, mas infelizmente, logo após a nossa compra o preço das ações caiu para R$0,09, está queda não parece tão relevante não é? Porém ao fazer as contas de quanto isso nos custou, essa pequena variação equivale a 10% do nosso capital e encerrando a operação a 9 centavos teremos prejuízo de  R$500,00, isso sem considerar os custos operacionais.

    Por fatores como este é bom ficar de fora da ações que estão valendo centavos no mercado.

    Espero que as orientações contribuam para que você possa conduzir melhor os seus investimentos na Bolsa de Valores, e assim conquistar os seus objetivos.

    Ficou com alguma dúvida? Escreva nos comentários abaixo.

    Equipe Toro Radar

    www.tororadar.com.br

    Análise Fundamentalista para principiantes

    4 de setembro de 2015

    Para os iniciantes no mercado financeiro, mas especificamente na bolsa de valores, pode ser interessante começar uma série de estudos em Análise Fundamentalista, que nada mais do que avaliar a saúde financeira das empresas, projetar seus resultados futuros e encontrar o preço justo para as suas ações. Logo, para isto, os analistas e investidores levam em consideração os chamados fundamentos da empresa, isto é, todos os fatores macro e microeconômicos que influenciam no seu desempenho ao longo do tempo. A partir de uma criteriosa análise de todos eles, é possível projetar os resultados da companhia no longo prazo, em geral num período de cinco a dez anos.
    “A análise fundamentalista é uma foto do momento da empresa, que permite aos analistas projetar o futuro.”
    Samy Dana, professor de finanças da FGV-SP e comentarista do programa GloboNews Conta Corrente.

    Algo que ajuda quem está começando na AF é ler bons livros. A seguir segue a sugestão de alguns:

    – A Bola de Neve – Alice Schroeder;
    – Avaliando Empresas – Investindo em Ações – Carlos Alberto Dabastiani;
    – O Investidor Inteligente – Benjamin Graham;
    Investindo em Ações no Longo Prazo – A Bíblia do Mercado de Ações para o Investidor de Longo Prazo – Jeremy Siegel.

    Estude e faça bons investimentos. Confira também:

    – Como funciona a análise fundamentalista de ações
    warren-buffett

    Até o próximo post.

    Dicas de filmes, documentários e vídeos – parte 19

    22 de janeiro de 2014

    Vamos para a parte 19 desta de série de posts onde compartilharmos dicas de filmes, vídeos e documentários ligados ao mercado financeiro, bolsa de valores, investimentos, finanças pessoais, macroeconomia, contábeis, questões político-econômicas, e assuntos relacionados.

    1. Série: O Negócio
      De cara o seriado começa com o crash dos mercados financeiros em 2008. Só por aí já vale a pena assistir e tem muito mais.
      Totalmente focado em negócios, o resto é mero coadjuvante

      São apenas 13 episódios, é rapidinho para assistir!
      “Di grátis” no HBO On Demand.
      Vale a pena conferir.

      Sinopse:
      Atração mostra garotas de programa investindo em uma guinada profissional, unindo sexo a estratégias de mercado

      É com a fórmula “sexo + marketing” que o canal pago HBO Brasil espera atrair espectadores este domingo (18) para assistir à estreia de sua nova produção original “O Negócio”. A série, filmada em quase 200 locações em São Paulo, conta a história de três garotas de programa de alto padrão que se unem para dar uma guinada na vida profissional quando a crise dos trinta bate à porta e meninas mais novas começam a tomar os seus lugares.

      Seria um golpe baixo fazer um programa sobre o mercado do sexo com um elenco de atrizes deslumbrantes, mas as personagens, logo no primeiro episódio, mostram que são mais inteligentes do que isso.

      Lideradas por Karin, interpretada pela ex-rede Record Rafaela Mandelli, elas aplicam táticas de marketing em seu business para atrair novos clientes. Elas oferecem descontos, por exemplo, quando o índice da Bovespa cai. Juliana Schalch e Michelle Batista completam o “dream team” do seriado.
      Michelle Batista é Magali, a mais jovem e impulsiva das três prostitutas de luxo. Foto: Reprodução
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      “Elas são garotas de programa com o pacote Google Drive”, brinca Luca Paiva Mello, criador da atração, que terá treze episódios de uma hora de duração cada. O autor conta que teve a ideia inicial de “O Negócio” a partir dos livros de marketing do pai e da vontade de escrever uma história sobre sexo. “São dois potentes motores do mundo”, avalia.

      Mais do que prostitutas, no entanto, as garotas são apresentadas como empreendedoras e até por isso a série está longe de querer discutir questões como moral ou ética, e menos ainda policial. “A gente trabalhou a personalidade daquelas personagens como pessoas e como profissionais ambiciosas, e não como garotas de programa”, diz o diretor Michel Tikhomiroff.

      Veja entrevista com as atrizes de “O Negócio”:

      Para ambientar a série neste universo, então, nada de levar as atrizes à rua Augusta ou a casas de prostituição. “A gente não fez o caminho mais natural”, conta Tikhomiroff. “A gente saía pra jantar em restaurantes bacanas e as incentivava a explorar a cidade”, explica.

      O piloto mostra as personagens circulando por ambientes, digamos, “coxinhas” de São Paulo, como a região da Berrini, conhecida por seus inúmeros prédios comerciais e alta concentração de engravatados.

      Em uma das cenas do piloto, Karin tenta convencer o dono de uma boate a fazer uma parceria alegando que, por maior que seja a crise financeira, o produto que ela tem a oferecer sempre terá procura. “Quão pior é a realidade, mais as pessoas precisam de fantasia”, justifica a personagem.
      ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2013-08-18/hbo-aposta-em-prostitutas-marketeiras-para-alavancar-serie-original-o-negocio.html

    2. O Super Lobista
      Para quem gosta de filmes ligados ao mercado financeiro, política, economia e afins, assistam este que é outro filmaço. Baseado em fatos reais. É muito bom!

      Vale a pena conferir. Nos EUA, para quem não sabe, a profissão de lobista é legalizada e não é ilegal como na nossa democracia de araque ainda é.

      Foi mais uma atuação estonteante do Kevin Spacey!

      Sinopse:
      Um lobista muito famoso de Washington tem que jogar duro para vencer, já que é o responsável por cuidar de cassinos e influenciar a política dos Estados Unidos em prol do jogo. Acontece que ele acaba aproveitando sua íntima ligação com altos escalões do governo para fugir das acusações de assassinato e corrupção.
      cinema10.com.br/filme/o-super-lobista

    3. Bastter: A Confusão com Eletropaulo – ELPL
      O investidor de fato, não o trader feliz (especulador que sempre compra e vende na hora errada) tem que se desvencilhar mesmo destes ruídos de CP/MP(curto e médio prazo) para não fazer besteira com seus investimentos.

      Outros comentários e link para assistir este vídeo:
      http://forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?p=1773502#1773502

      http://www.youtube.com/watch?v=ZyQoH4T4TY4

    Até o próximo post.

    Poupadores e Investidores

    16 de junho de 2013

    Segue um texto excelente sobre conceitos de investimentos e tipos de risco. Algo para lá de essencial para se montar uma estratégia eficiente para sobreviver no mercado financeiro.
    “Há dois agentes econômicos básicos: os poupadores e os investidores. Poupadores são,
    como o nome já diz, as pessoas e organizações que poupam recursos. Já os investidores
    são, neste contexto, os que buscam recursos para investir em ativos diversos……..”

    Siga lendo o artigo clicando aqui.

    Leia também:

    Até o próximo post.

    Operar gráficos e notícias vale a pena?

    22 de fevereiro de 2013

    Não seria um imenso gasto de energia e aumento de ansiedade para o trader (operador do mercado) usar gráficos e notícias ao mesmo tempo?
    Se pelo teoria Dow os gráficos descontam tudo, o movimento dos ativos, para cima ou para baixo, estarão com evidências nos gráficos, mas claro, a pessoa deve ser hábil o suficiente para ler este sinais.
    Seja a informação das notícias privilegiada(insider information), antecipada apenas por alguns favorecidos, ou de conhecimento pelo, da grande mídia, os sinais estarão lá.

    Para os especulador, principalmente de prazos mais curtos, o melhor é focar em uma ou outra estratégia, montar seu controle de risco e monitorar a operação. Tudo o mais que não seja o foco da execução da estratégia e controle de risco deve ser ignorado, pois não lhe passará de mero ruído.
    E neste imenso turbilhão de informações que temos hoje em dia com o advento da internet e telecomunicações no geral, saber o filtrar o que lhe é útil e descartar o inútil é essencial.

    Operar gráficos, notícias e gráficos com notícias juntos, os melhores resultados tendem a ser obtidos operando-os separadamente, claro, com foco em de especulação e prazos curtos.
    Operar gráficos e notícias juntos a maior probabilidade é de se atrapalhar. Um método fica como ruído do outro, e perde-se o foco.

    Leia também:

    Até o próximo post.