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    A evolução do dólar, o que aconteceu no mundo desde quando ele custava R$ 2

    18 de fevereiro de 2019

    A evolução do dólar, o que aconteceu no mundo desde quando ele custava R$ 2

    Pode parecer que faz muito tempo, mas a cotação do dólar esteve em R$ 2,00 em 2009!

    Quando se fala sobre a cotação do dólar atualmente, é quase imediato pensar em um valor de pelo menos R$ 3,50, e mesmo com as variações, o valor ultimamente não vem sendo muito diferente desse.

    É quase uma utopia falar sobre uma cotação do dólar a R$ 2,00 nos dias de hoje, mas era assim há 10 anos. Inclusive, em alguns pontos desse período, era possível comprar um dólar com até menos de dois reais!

    Vamos entender melhor o que aconteceu com a cotação do dólar de 2009 até os dias de hoje, além dos acontecimentos que marcaram o mundo neste relativamente breve, mas significativo período.

    Qual foi a cotação média do dólar desde 2009?

    Ela assumiu valores que chamam muito a atenção. No dia 15 de fevereiro de 2019, a cotação do dólar comercial para venda estava em R$ 3,72, mas e se nós dissermos que o valor já foi menor que a metade disso em 2010 e 2011?

    Pois é, não faz tanto tempo assim, mas é estranho pensar em uma cotação tão baixa do dólar em relação ao real. Vamos analisar qual foi a cotação média do dólar comercial para venda de 2009 até 2018:

    • 2009: R$ 2,00
    • 2010: R$ 1,76
    • 2011: R$ 1,68
    • 2012: R$ 1,96
    • 2013: R$ 2,16
    • 2014: R$ 2,35
    • 2015: R$ 3,33
    • 2016: R$ 3,49
    • 2017: R$ 3,19
    • 2018: R$ 3,65

    Ao analisar que essas foram as cotações médias, subentende-se que houve extremos para mais e para menos a cada ano, mas é possível perceber que os valores flutuaram muito, especialmente de 2011 em diante.

    Em 01/07/2011, por exemplo, a cotação estava em R$ 1,558, menor valor desde janeiro de 1999. Já em 13/09/2018, por sua vez, ele atingiu o maior valor da história em seu fechamento: R$ 4,19, uma diferença de incríveis 268,9% em relação aos dois extremos.

    Para fins de comparação, desconsiderando as taxas das casas de câmbio, uma pessoa com R$ 10 mil conseguiria comprar USD 6.418,48 no dia 1º de julho de 2011 e USD 2.386,63 em 13 de setembro de 2018, tamanha foi essa variação.

    Ao levar em consideração os valores médios analisados anteriormente, os extremos também chamam a atenção. Entre 2011 (R$ 1,68) e 2018 (R$ 3,65), a variação foi de 217,3%.

    O que aconteceu no mundo de lá para cá?

    Pois bem, a flutuação das cotações do dólar em relação ao real variaram bastante, mas muita coisa também aconteceu no mundo de 2009 para cá. Vamos ver alguns dos fatos mais marcantes:

    • 15 de janeiro de 2009: ocorre o US Airways Flight 1549, que resultou na queda de um avião Airbus A320 no Rio Hudson. Havia 150 passageiros e 5 tripulantes, e todos sobreviveram. O episódio ficou conhecido como “Miracle on the Hudson” (milagre no Hudson).
    • 20 de janeiro de 2009: Barack Obama assume a presidência dos Estados Unidos e se torna o primeiro afro-americano a ocupar o cargo.
    • 10 de dezembro de 2009: Avatar, superprodução de James Cameron, começou a ser transmitido nos cinemas de Londres. O faturamento foi de, aproximadamente, USD 2,788 bilhões.

     

    • 6 de maio de 2010: ocorre o “2010 Flash Crash”, quebra trilionária nas bolsas de valores norte-americanas que começou às 14:32 e durou por volta de 36 minutos. O evento é considerado como um dos mais turbulentos do mercado financeiro dos Estados Unidos.
    • 25 de julho de 2010: documentos confidenciais do governo dos Estados Unidos são compartilhados pelo WikiLeaks, o que causa um forte impacto mundial.
    • 29 de abril de 2011: aproximadamente dois bilhões de pessoas assistem ao casamento real do Príncipe William e de Catherine Middleton, ocorrido na Abadia de Westminster.
    • 7 de maio de 2012: Vladimir Putin é eleito o presidente da Rússia.
    • 30 e 31 de julho de 2012: ocorre a maior queda de energia da história, deixando 620 milhões de pessoas sem energia na Índia.
    • 6 de agosto de 2012: a sonda Curiosity, do Mars Science Laboratory, pousa com sucesso em Marte.
    • 6 de novembro de 2012: Barack Obama é reeleito presidente dos Estados Unidos.
    • 28 de fevereiro de 2013: o Papa Bento XVI renuncia o cargo eclesiástico, dizendo que sua idade avançada já não o permitia mais exercer sua função de maneira adequada. Ele é o primeiro a renunciar desde Gregório XII, em 1415, e o primeiro a fazê-lo voluntariamente desde Celestino V, em 1294.
    • 13 de março de 2013: o Papa Francisco é eleito o 266º papa da história, tornando-se o primeiro papa jesuíta, o primeiro das Américas e o primeiro do Hemisfério Sul.
    • 31 de maio de 2013: o tornado El Reno atinge a de mesmo nome, em Oklahoma, Estados Unidos, com 4,2 km de diâmetro e velocidades máximas de 484 km/h. Ele foi considerado o maior tornado já registrado no mundo até então.
    • 8 de julho de 2014: ocorre a partida Brasil x Alemanha, no estádio do Mineirão, vencida por 7 a 1 pelos alemães. O episódio é um dos mais icônicos da história do futebol mundial.
    • 29 de abril de 2015: A Organização das Nações Unidas (OMS) declara que a rubéola foi erradicada das Américas.
    • 11 e 12 de maio de 2015: a versão O do quadro Les Femmes d’Alger, de Pablo Picasso, é vendida por USD 179,3 milhões em um leilão em Christie’s, Nova York. Já a escultura L’Homme au doigt, de Alberto Giacometti, é vendida por USD 141,3 milhões, estabelecendo os recordes de vendas para um quadro e uma escultura, respectivamente.
    • 10 de setembro de 2015: cientistas descobrem o Homo naledi, uma espécie até então desconhecida do gênero Homo (humanos modernos), na África do Sul.
    • 11 de setembro de 2015: a Rainha Elizabeth II, tendo ocupado o trono por 63 anos e 217 dias, torna-se a monarca britânica com o reinado mais longo da história e a chefe de Estado com mais tempo de serviço do mundo, superando a Rainha Victoria, que reinou por 63 anos e 216 dias até seu falecimento, em 1901.
    • 14 de setembro de 2015: ocorre a primeira detecção de ondas gravitacionais da história no Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory (LIGO), nos Estados Unidos. O fato só foi anunciado em 11 de fevereiro de 2016.
    • 28 de setembro de 2015: a National Aeronautics and Space Administration (NASA) anuncia que encontrou água líquida em Marte.
    • 30 de novembro de 2015: a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2015 (COP 21) acontece em Paris, França, com a participação de líderes de 147 países.
    • 22 de dezembro de 2015: a SpaceX pousa um foguete não-tripulado Falcon-9, o primeiro foguete reutilizável a entrar na órbita terrestre e retornar com sucesso.
    • 23 de junho de 2016: o Reino Unido vota em um referendo para deixar a União Europeia.
    • 6 de julho de 2016: é lançado o aplicativo Pokémon Go, quebrando vários recordes mundiais em termos de vendas e receita.
    • 5 a 21 de agosto de 2016: acontecem as Olimpíadas no Rio de Janeiro, a primeira vez na história em um país da América do Sul.
    • 28 de setembro de 2016: os níveis globais de CO2 excedem 400 partes por milhão (ppm) em uma época do ano normalmente associada a níveis mínimos. Acredita-se que esse índice tenha sido o mais alto já visto na história da humanidade.
    • 8 de novembro de 2016: Donald Trump é eleito o novo presidente dos Estados Unidos.
    • 12 de maio de 2017: computadores ao redor de todo o mundo são atingidos por um ciberataque de ramsomware, que afeta pelo menos 150 países.
    • 15 de novembro de 2017: uma pintura de Leonardo da Vinci, Salvator Mundi, é vendida por USD 450 milhões na Christie’s, em Nova York, um novo preço recorde para qualquer obra de arte no mundo.
    • 14 de dezembro de 2017: a Walt Disney anuncia que vai adquirir a maioria da 21st Century Fox, incluindo o estúdio de filmes 20th Century Fox, por USD 66 bilhões.
    • 19 de maio de 2018: o casamento do Príncipe Harry com Meghan Markle acontece no Castelo de Windsor, com uma audiência estimada de 1,9 bilhão de pessoas.
    • 10 de julho de 2018: 12 garotos e seu técnico de futebol são resgatados de uma caverna alagada na Tailândia, depois de ficarem presos no local por 18 dias.
    • 25 de julho de 2018: cientistas relatam a presença de um lago subglacial em Marte, 1,5 km abaixo da calota de gelo polar do sul e que se estende por aproximadamente 20 km. Esse foi o primeiro corpo de água conhecido no planeta.
    • 26 de julho de 2018: o preço das ações do Facebook cai quase 20% depois que a empresa alertou os investidores que o crescimento de usuários diminuiu depois do escândalo de vazamento de dados. Mais de USD 109 bilhões foram eliminados de seu valor de mercado, resultando no maior prejuízo em um único dia da história.
    • 2 de agosto de 2018: a Apple tornou-se a primeira empresa pública a atingir uma capitalização de mercado de USD 1 trilhão.

    Pesquise bem antes de comprar dólares!

    Muita coisa aconteceu desde quando a cotação estava em R$ 2, mas ainda que essa seja uma realidade distante atualmente, isso não quer dizer que você não tenha que pesquisar antes de comprar, pelo contrário.

    Cada casa de câmbio possui a sua cotação, e fazer uma pesquisa rápida pode te fazer economizar uma boa quantia e, assim, valorizar ainda mais o seu dinheiro. Além disso, também é bom acompanhar as movimentações do mercado de câmbio para saber qual é o melhor momento.

    Não é possível saber se a cotação do dólar atingirá aquele patamar novamente, mas seja quando for, pesquise com cuidado antes de comprar dólar e garanta a melhor cotação possível!

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    Tudo que você precisa saber sobre investimento em moeda estrangeira

    28 de janeiro de 2019

    Descubra por onde começar se quiser ganhar dinheiro com a flutuação cambial

    Todos os dias você sai para trabalhar de manhã e volta após escurecer mas, ainda assim, você sente que o seu dinheiro não está rendendo como deveria? Ou já se viu cancelando planos de viagens e adiando a compra do carro dos seus sonhos por medo de ter que se privar de alguns luxos durante o pagamento?

    Aqui vai uma boa notícia: ao final deste artigo há boas chances de você se tornar um investidor do mercado de moedas estrangeiras. Existe muita gente ganhando altas quantias de dinheiro com isso e você vai entender como. Para isso, continue lendo.

    Investimento em moeda estrangeira: como funciona?

    Antes de mais nada, é importante que você entenda exatamente porque o câmbio oscila todos os dias. Basicamente quanto maior a inflação no país, mais desvalorizada será a moeda.

    Atualmente, o dólar está alto para nós, brasileiros, pois a inflação por aqui está mais alta em comparação ao mesmo índice americano. De acordo com dados de novembro de 2018, enquanto aqui a marca alcança 4,046%, nos Estados Unidos não passa de 2,5%.

    No momento em que o dólar e o euro passam a valer mais em comparação ao real, enquanto os brasileiros em geral sofrem prejuízo, aqueles que investem em moeda estrangeira ficam mais ricos.

    Por onde começar?

    Antes de mais nada é preciso definir qual é o seu perfil investidor. A partir daí será mais fácil para você decidir qual é o investimento ideal e trabalhar em cima disso. Atualmente, existem 3 definições:

    • Perfil Conservador: quem tem o perfil conservador busca, sobretudo, segurança em seus investimentos. Por isso, esse perfil dá preferência para investimentos de baixo risco, ainda que isso implique uma menor rentabilidade.
    • Perfil Moderado: assim como o perfil conservador, aqueles que são moderados buscam segurança e, na maioria dos casos, investimentos mais “pé no chão”. No entanto, esse tipo de investidor também gosta de se expor, aos poucos, para obter maior rentabilidade.

    Por isso, quem é moderado tende a ter uma postura de diversificar na hora de investir em vez de “colocar todos os ovos em uma única cesta”.

    • Perfil Arrojado: já o grupo que se identifica com o perfil arrojado busca primeiro os investimentos de alto risco pois sabe da alta rentabilidade que eles podem gerar.

    Quais são os investimentos em moeda estrangeira?

    Agora que você já sabe o que provoca oscilação do câmbio e pôde identificar o seu perfil investidor, é hora de conhecer alguns dos principais investimentos em moeda estrangeira.

    • Papel moeda: a compra de papel moeda é o mais tradicional dos investimentos em moeda estrangeira. A ideia aqui é comprar euro ou outra moeda em uma das distribuidoras autorizadas pelo Banco Central e vender quando houver alta no câmbio.
    • Fundos cambiais: indicado para investidores de perfil moderado e arrojado, nesse tipo de investimento o objetivo é preservar o investidor da alta do câmbio, o que o torna indicado também para quem quer evitar prejuízos em uma eventual viagem internacional.

    Por isso, ao menos 80% dos ativos está relacionado a moedas estrangeiras como o dólar e o euro. Os 20% restantes em renda fixa prefixada ou indexada à SELIC ou CDI, o que o torna um pouco mais seguro.

    • Fundo multimercado: apesar de estar listado aqui, esse tipo de investimento não é exclusivamente em moedas estrangeiras, pois no fundo multimercado o gestor tem total liberdade trabalhar diferentes ativos: papéis de renda fixa, ações de empresas, moedas (como dólar), derivativos e investimentos no exterior.
    • Derivativos: nesse tipo de investimento a rentabilidade está diretamente atrelada à cotação da moeda. Quanto mais o dólar subir, maior será o retorno sobre o valor investido.

    É fundamental estudar todos os tipos de investimento

    Investir com sabedoria exige conhecimento. O investimento em moedas estrangeiras é considerado de alto risco e, portanto, não é recomendado para pessoas inexperientes.

    Pesquise as opções disponíveis, crie uma conta em uma corretora de investimentos e tire todas as suas dúvidas antes de começar.

    No mercado de investimentos, cada título ou produto disponível possui vantagens e desvantagens: valor mínimo, liquidez, aportes mensais, imposto de renda na retirada etc. O que torna determinado investimento melhor ou pior é o alinhamento com as suas possibilidades e objetivos.

    Tenha os seus limites e metas bem definidos

    De forma alguma você deve investir todos os seus ativos, sobretudo em investimentos de alto risco como as moedas estrangeiras. Por isso, depois de entender o seu perfil investidor e estudar a respeito desse mercado, defina certos limites para todas as suas transações.

    É importante que o valor não saia de uma reserva de emergência e nem comprometa outros compromissos financeiros que você já tem. Na opinião de alguns especialistas, o número de ativos investidos em câmbio não pode ultrapassar 10%.

    Outro limite que deve ser definido é o de perdas. É comum que o câmbio, depois de uma sequência de altas, acabe caindo. Como já foi dito, há tendências mas não há certezas quando o assunto é a flutuação cambial.

    Portanto, caso você esteja perdendo mais do que 9 ou 10%, talvez seja hora de vender os seus ativos de moeda estrangeira. Tendo uma margem nesse sentido evita prejuízos irreversíveis em seu patrimônio.

    Agora que você já sabe de tudo isso, que tal começar a traçar um novo rumo para a sua situação financeira daqui para frente? Aproveite o início do ano e o clima de resoluções para enriquecer as suas reservas. Comprar euro pode ser um bom começo.

    Referências:

    https://verios.com.br/blog/fundo-multimercado-o-que-e/

    https://blog.genialinvestimentos.com.br/fundos-cambiais/

    https://www.euqueroinvestir.com/como-saber-meu-perfil-de-investidor/

    http://g1.globo.com/economia/inflacao-causas/platb

    https://www.infomoney.com.br/onde-investir/fundos-de-investimento/noticia/7463178/brasil-modo-panico-veja-fundos-cambiais-para-aproveitar-dolar

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    Quero empreender em 2019: por onde começar?

    16 de janeiro de 2019

    Quero empreender em 2019: por onde começar?

    Confira as principais dicas para iniciar sua jornada empreendedora neste novo ano!

    O empreendedorismo é uma atividade que cresce no Brasil, procurada por pessoas que desejam ser as donas de seus próprios negócios e colocar suas ideias relacionadas a produtos e serviços no mercado. É isso o que diz a pesquisa “Empreendedorismo no Brasil – Relatório Executivo 2017”.

    Feita pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), com apoio nacional do IBQP, do Sebrae e da FGV, a Taxa Total de Empreendedorismo (TTE) no país ficou em 36,4% entre os adultos, ou seja, havia 49,33 milhões de pessoas envolvidas com atividades empreendedoras em 2017.

    Se você deseja fazer parte deste grupo em 2019, saiba que há um caminho recomendável a se trilhar, bem como dicas e sugestões que podem lhe ajudar durante o processo. Amplie seus conhecimentos sobre o assunto e realize o sonho de se tornar o mais novo empreendedor do mercado!

    Como começar a empreender em 2019?

    O estabelecimento da atividade empreendedora pode levar um certo tempo, é verdade, mas acredite: todos os esforços valem a pena tendo em vista os benefícios que serão obtidos no futuro!

    Crie um plano de negócios

    O primeiro passo que deve ser posto em prática para começar a empreender é a elaboração do plano de negócios, que é praticamente um manual de instruções que te ajudará a alcançar o objetivo proposto.

    No documento, consta cada objetivo da companhia, bem como o que será feito para atingi-lo. Nele, encontram-se as seguintes etapas:

    • Análise de mercado;
    • Plano de marketing;
    • Plano operacional;
    • Plano financeiro;
    • Estimativa dos investimentos fixos;
    • Investimentos pré-operacionais.

    Com esses panoramas do presente e do futuro, guiar a empresa será uma tarefa bem mais fácil e organizada. O Sebrae é um órgão que ajuda muito com essa questão, ensinando como o plano de negócios deve ser montado e prestando o auxílio necessário para os empreendedores.

    Avalie os custos

    Essa é uma etapa compreendida no plano de negócios, mas que vale a pena ser ressaltada. Quando se pensa em uma nova empresa, é comum imaginar os lucros e seu sucesso, mas não se pode esquecer dos custos e investimentos necessários para tal.

    De acordo com o Sebrae, 1 a cada 4 empresas fecha em seus 2 primeiros anos no mercado, estatística que chama a atenção e pode acontecer devido à falta de experiência dos novos empreendedores com as finanças.

    Antes de começar a oferecer produtos e prestar serviços, coloque na ponta do lápis uma estimativa de gastos mensais e considere que os lucros costumam aparecer apenas depois de alguns meses, o que significa que os investimentos terão que ser feitos por um período considerável de tempo.

    Frequente eventos sobre empreendedorismo

    Você pode ter dúvidas sobre como empreender, o que é absolutamente normal, e com certeza não está sozinho nessa. Com a febre de workshops e eventos especializados com que nos deparamos atualmente, é fácil encontrar eventos sobre empreendedorismo.

    Nessas ocasiões, você pode ter contato com outras pessoas que estão no mesmo nível que você, bem como aquelas que já superaram os primeiros desafios e agora estão em um momento diferente, além de poder participar de palestras e seminários com conteúdos valiosos.

    Outra oportunidade de ouro trazida pelos workshops e eventos é a possibilidade do networking, que consiste em estabelecer uma rede de contatos profissionais com outras pessoas. Esse pode ser o berço de parcerias de sucesso.

    Você precisa de um sócio?

    Essa é uma das principais dúvidas no que diz respeito ao empreendedorismo: será que você é capaz de coordenar tudo sozinho, ou é melhor contar com outras pessoas incumbidas no processo? Pois bem, a resposta para essa pergunta é: depende.

    O início de uma empresa costuma ser um período complicado, seja em relação às finanças, gestão de pessoas, relação com fornecedores, captação de clientes e por aí vai, e mesmo se você tiver um sócio, as dificuldades quase que certamente aparecerão.

    Caso já conheça bem uma pessoa que esteja alinhada com seus objetivos e expectativas e que tem grandes chances de resultar em uma parceria frutífera para ambas as partes, então trabalhar no formato de sociedade pode ser uma boa ideia.

    Porém, caso não conheça ninguém que atenda aos critérios citados, pode ser melhor tocar a empresa sozinho em um primeiro momento. Depois que ela já estiver mais estabelecida e você sentir que é o momento de procurar ajuda para que ela cresça, então faça uma seleção criteriosa e contribua para seu sucesso.

    Dicas práticas para empreender

    Outras dicas mais simples e curtas também são de grande valia para que sua atividade empreendedora traga bons frutos.

    Confira:

    • Aproveite as chances diárias. Cada novo dia é uma oportunidade para fazer a diferença. Não se concentre no que poderia ter sido feito ontem, mas sim naquilo que pode ser posto em prática agora.
    • Nunca ache que já é suficiente. Pensar que já está bom é um passo que pode custar muito caro, já que com um mercado cada vez mais competitivo, a concorrência está ávida em busca de melhorias. O sucesso demanda ação constante e poder de inovação para que se mantenha.
    • Não sacrifique sua saúde. O sucesso e o dinheiro não são capazes de comprar sua saúde de volta. Cuide da sua alimentação e do sono, pratique exercícios físicos e separe um tempo para descansar e relaxar. Afinal, até mesmo os maiores empreendedores do mundo precisam disso.
    • Nunca pare de aprender. Invista em conhecimentos sobre empreendedorismo, economia, cultura, tecnologia, novos idiomas e tudo aquilo que pode lhe trazer vantagens competitivas, além de uma boa bagagem para conseguir lidar com o que der e vier.

    Faça de 2019 o ano mais bem-sucedido da sua vida!

    Lao Zi, um filósofo e escritor da China Antiga, disse que uma viagem de mil milhas começa com um único passo, o que se aplica perfeitamente à sua atividade empreendedora. Quem deseja chegar longe precisa primeiro começar para, então, poder crescer.

    Leve essas dicas em consideração e transforme 2019 no ano que pode mudar o seu futuro. Seja uma empresa de tecnologia, bem-estar, gestão de contas ou de qualquer outra área, quem se capacitar, estudar, planejar e ficar firme no propósito planejado conseguirá realizar o sonho de ser o dono de um negócio de sucesso.

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    Como fechar o ano no caixa azul

    9 de novembro de 2018

    Como fechar o ano de 2018 no caixa azul

    Saiba o que sua empresa deve fazer para que as contas fiquem positivas no final do ano!

    A gestão financeira está entre os principais desafios de uma empresa. De acordo com um estudo do Serasa, feito no final de 2017, ⅓ das aproximadamente 17 milhões de empresas ativas no Brasil possuem problemas financeiros, o que equivale a aproximadamente 5,66 milhões de negócios.

    Devido às dificuldades que são encaradas em sua trajetória, um dos maiores desafios é fechar o ano com saldo positivo, depois de ter encarado o mercado por 12 meses, com eventuais problemas financeiros e várias outras situações.

    Gerenciar uma empresa não é tarefa fácil, mas se você tiver as dicas certas, poderá fazer parte do grupo que superou os problemas financeiros e encerrou o ano com as contas no azul. Conheça algumas sugestões que podem lhe ajudar a alcançar esse objetivo!

    Dicas para fechar o caixa da empresa no positivo

    Siga essas sugestões práticas e veja como os lucros poderão ser maiores do que prejuízos, neste que é o cenário ideal!

    Acompanhe de perto as entradas e saídas

    Para conseguir gerenciar o caixa da sua empresa, é fundamental saber quanto dinheiro entra e quanto sai. Caso contrário, a gestão será feita no escuro, sem entender muito bem o que está acontecendo.

    Por isso, o primeiro passo é acompanhar com muita atenção e cautela a parte financeira. Deve-se saber exatamente qual é o valor que foi recebido dos clientes e qual valor será destinado às despesas corporativas.

    Esse acompanhamento pode ser feito através de programas e aplicativos de gestão financeira, essenciais para empresas de pequeno, médio e grande porte. Há várias opções no mercado, e o custo-benefício é excelente, já que a organização ficará muito mais fácil, além de reduzir a ocorrência de falhas humanas no processo.

    Então, com todos os dados disponíveis, será possível analisar a atual situação financeira da empresa e, a partir daí, planejar os próximos passos.

    Antecipe os recebíveis

    Se todas as empresas recebessem imediatamente por seus produtos ou serviços, quase não haveria problemas de fluxo de caixa. Porém, não é assim que as coisas funcionam no mercado, e a verdade é que o valor dos pagamentos pode demorar um bom tempo para ser recebido.

    O resultado é uma reação em cadeia: como a empresa ainda não recebeu o pagamento de seus clientes, ela tem que cobrir esses custos, muitas vezes com a ajuda de financiamentos e empréstimos, cujos juros resultam em despesas ainda mais altas.

    Mesmo que não seja possível antecipar todos os pagamentos, isso pode ser feito em certos casos. Algumas estratégias são as seguintes:

    • Ofereça uma porcentagem de desconto para pagamentos antecipados;
    • Livre-se do estoque de todos os produtos antigos e desatualizados, o que evita prejuízos e, de quebra, injeta no caixa um valor que não era esperado;
    • Disponibilize novas formas de pagamento, como cartão de crédito. Vale a pena perder uma porcentagem do valor com as taxas, mas ter a certeza de que aquele valor será recebido.

    Trabalhe com capital de giro

    De acordo com a pesquisa “Demografia das Empresas”, divulgada no final de 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 60% das empresas brasileiras encerram suas atividades depois de 5 anos. Boa parte delas e enquadra nesta situação devido à falta do capital de giro.

    Em outras palavras, capital de giro é o dinheiro que a empresa precisa ter para quitar todas as suas despesas e se manter em funcionamento até que receba seu pagamento, como nas vendas e prestações de serviço a prazo, por exemplo.

    Como vimos na dica anterior, antecipar os recebíveis nem sempre é possível, mas a empresa deve estar preparada para arcar com suas despesas. Assim, caso aconteça algum inconveniente, ela ainda consegue manter as atividades.

    Além dos recebíveis, quando a empresa precisa de matéria-prima e produtos para abastecer seu estoque, eles podem ser considerados como prejuízo até o momento em que forem vendidos, e é preciso ter dinheiro para fazer essa compra.

    É imprescindível ter um planejamento financeiro bem equilibrado para que o capital de giro esteja disponível quando necessário. Assim, não será preciso recorrer sempre aos bancos e financeiras, o que já alivia bastante as contas.

    Construa cenários positivos e negativos para o futuro

    É impossível saber exatamente como serão os próximos meses da sua empresa. Assim como eles podem ser um sucesso estrondoso, também podem guardar um forte prejuízo, e o melhor a se fazer é estar preparado para as duas situações.

    Isso se chama construção de cenários e é uma das etapas do plano de negócios, que deve existir em todas as empresas, seja qual for seu porte ou segmento. Nele, deve-se planejar como será feita a gestão em caso de grandes lucros ou de grandes prejuízos.

    Ainda que seja algo hipotético, essa etapa é importante para pensar o que deve ser feito caso aquilo efetivamente aconteça. No cenário negativo, deve-se planejar de onde o dinheiro pode ser retirado, quais custos podem ser cortados e quais iniciativas podem ser adotadas.

    Por outro lado, no cenário positivo, pode-se pensar o que será feito com aquele dinheiro inesperado, como investimentos em novos colaboradores e equipamentos ou a separação de fundos para estar preparado para possíveis prejuízos futuros.

    O bom de construir esses cenários é a possibilidade de pensar com mais racionalidade. Afinal de contas, seja em situações muito positivas ou muito negativas, a emoção estará presente e pode levar à tomada de uma decisão que não seja a melhor.

    Comece o novo ano com o faturamento positivo!

    Cada uma dessas dicas pode ajudar a manter o caixa no azul e, assim, permitir que o desenvolvimento econômico da empresa ocorra de forma natural e gradativa. Os resultados tendem a ser benéficos já a curto prazo e ainda mais a médio e longo prazo.

    É importante ressaltar que nunca é tarde demais para melhorar a gestão da sua empresa. Seja uma startup ou uma companhia já estabelecida no mercado, sempre há espaço para melhorias e implementações.

    Siga cada uma dessas dicas e acompanhe os resultados da sua empresa. Com capital de giro, construção de cenários, antecipação de recebíveis e gestão de contas, o ano se iniciará com máxima organização e uma saúde financeira de ferro!

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    6 pontos para entender como funciona a cotação do dólar

    26 de outubro de 2018

    Pontos para entender como funciona a cotação do dólar
    Entender as causas da oscilação da moeda é mais fácil do que você imagina

    Quem acompanha, ainda que pouco, as notícias do Brasil e do mundo, sabe que o dólar ora está com o preço lá em cima, ora com o preço lá embaixo.

    Mas, o que provoca essas oscilações da moeda? É sobre isso que trata este artigo. Se você quer entender um pouco mais sobre o assunto, continue lendo.

    1. Como funciona o mercado de câmbio

    Antes de mais nada é preciso entender o que a taxa de câmbio significa. Existe uma definição que diz “Câmbio é a referência em valor da moeda nacional com relação à moeda estrangeira”.

    Ou seja, quando a moeda estrangeira utilizada como referência, no caso o dólar, sobe, significa que a moeda nacional, o real, perdeu valor em relação ao dólar. E na situação inversa é a mesma coisa, quando a taxa do dólar cai, significa que o real ganhou valor em relação ao dólar.

    A taxa de câmbio é alterada diariamente de acordo com várias questões, incluindo a situação econômica de cada país. Exemplo disso é o período eleitoral. Aqui no Brasil é de praxe que durante as eleições o real ganhe e perca valor do dia para noite como resposta às pesquisas eleitorais.

    2. Dólar comercial

    Quando falamos em dólar é preciso primeiro explicar qual das duas cotações está sendo mencionada. São elas: dólar comercial e dólar turismo, classificadas de acordo com a natureza da operação em que estão envolvidas.

    O dólar comercial representa a cotação utilizada exclusivamente em operações na Bolsa de Valores e transações feitas no exterior entre empresas e pelo governo. Aqui a taxa tende a ser mais barata devido ao alto da valor das operações nas quais está envolvido.

    3. Dólar turismo

    É a cotação que rege as transações feitas em viagens no exterior, e também no pagamento da fatura do cartão de crédito utilizado para as comprinhas fora do país.

    Geralmente você pode escolher entre pagar com a cotação do dia da compra ou de acordo com a taxa de câmbio vigente na data de fechamento da fatura, basta verificar a possibilidade na operadora do seu cartão.

    Não pense que ao ver na TV que a cotação do dólar caiu e que por isso você vai economizar enquanto estiver tirando férias em Orlando. A cotação anunciada nos veículos de comunicação diz respeito ao dólar comercial, na maioria das vezes.

    Fique de olho antes de tirar conclusões precipitadas!

    4. O que provoca a queda do dólar?

    Em linhas gerais, quanto maior a disponibilidade do dólar no Brasil, ou seja, quanto maior a sua oferta por aqui, menor será a sua cotação. Para ilustrar isso, pense em uma loja de roupas.

    No inverno, a busca por biquínis e roupas de verão cai, certo? O estoque da loja fica com muita peça em estoque devido a baixa demanda. Ou seja, há muita disponibilidade e pouca procura, o que leva a queda no preço desses produtos.

    Com o dólar funciona basicamente da mesma forma. Quanto mais o Brasil exporta seus produtos para países estrangeiros, maior a entrada de dólares em território nacional, o que provoca a queda na demanda e na cotação da moeda em relação ao real.

    5. O que provoca o aumento do dólar?

    Em contrapartida, quando a circulação do dólar diminui no país, maior a demanda pela moeda. Quanto maior a demanda, maior será a sua taxa cambial em relação à moeda brasileira que, nesse caso, perde o seu valor.

    Ainda usando o exemplo da loja de roupas, a busca por casacos e blusas de frio aumenta no inverno, certo? Portanto, o estoque da loja tende a sofrer redução, diminuindo a disponibilidade. Ou seja, a oferta de casacos e blusas de frio na loja também cai, o que leva ao aumento de preço.

    Quanto maior o número de importações feitas pelo Brasil, maior também a demanda de dólares para pagar essas transações. Isso é chamado de déficit comercial e é uma das causas de aumento do dólar em relação ao real.

    6. Risco país

    Como o próprio termo sugere, o Risco País é um índice que classifica a estabilidade econômica das nações. Quanto mais instável um país está, maior o risco que esse Estado oferece a aqueles que investem dinheiro por lá. Isso, é claro, afasta investidores.

    O contrário funciona da mesma forma, quanto maior a estabilidade e solidez oferecida por determinado país, mais ele atrai investidores.

    Essas duas situações também são causa de aumento e diminuição do dólar. Pois, como dito, a oscilação da moeda acontece de acordo com a relação oferta e demanda. Portanto, quanto mais investidores apostando no país, maior a disponibilidade da moeda em território nacional.

    Do contrário, quanto maior o risco oferecido pelo país, menos dólar circulando no país e, com isso, mais alta a taxa de câmbio da moeda em relação ao real.

    A dica para você que tem interesse no assunto é: não deixe de comprar dólar durante a baixa, ainda que de forma fracionada. Gente que fica sempre a espera da cotação perfeita acaba perdendo boas oportunidades de fazer o dinheiro render.

    Convidados

    Passo a passo para realizar uma análise de contas telefônicas

    15 de outubro de 2018

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    Aprenda todos os procedimentos necessários para analisar a fundo as informações de uma conta de telefonia

    As faturas de telefonia são despesas fixas presentes em praticamente todas as empresas, já que são fundamentais para sua subsistência, devido à importância do contato com clientes, potenciais clientes, parceiros, fornecedores e colaboradores.

    Por estarem presentes todos os meses, independentemente da quantidade de vendas ou serviços oferecidos, ela nem sempre é estudada a fundo para concluir se foi cobrada adequadamente ou não, o que pode causar sérios problemas financeiros.

    De acordo com uma pesquisa da Oxford Economics, em uma empresa com 500 funcionários, na média, os custos com telefonia móvel são de US$ 1.817 por um contrato de 2 anos, o que representa uma despesa de US$ 908,50 por ano e de US$ 75,71 por mês por funcionário, sem contar as linhas fixas.

    Isso mostra que as contas de telefonia possuem uma importância bem grande no orçamento e que, consequentemente, deve-se saber como analisar as faturas em busca de erros. Por isso, é essencial entender como proceder quando estiver diante dessa situação!

    Como analisar uma conta de telefonia?

    O processo possui alguns detalhes e minúcias, mas ao se atentar a todos eles, sua empresa será capaz de identificar se a cobrança das operadoras de telefonia foi feita da maneira correta e, com isso, até conseguir economizar uma boa quantia.

    1 – Analise as condições dos planos contratados

    O primeiro passo é saber o que o plano contratado para cada linha de telefonia oferece. Com isso, será possível saber se há cobranças adicionais ou se elas estão dentro do esperado.

    É importante se lembrar que cada linha telefônica pode ter um plano diferente. Por isso, é de suma importância analisar cada plano individualmente para não ter informações incorretas.

    2 – Analise as cobranças da fatura

    Depois de saber o que cada plano oferece, você deve analisar as faturas em busca de cobranças adicionais, que podem ser feitas quando os usuários ultrapassam o limite de ligações ou o consumo de internet móvel.

    Para isso, deve-se saber o que querem dizer as informações da fatura. Geralmente, aparece o nome do plano com o seu valor em seguida, que deve ser o mesmo acordado no momento da contratação (com exceção dos reajustes anuais do IGP-M [Índice Geral de Preços do Mercado]).

    Tudo o que exceder esse valor deve ser discriminado na fatura, como a contratação de planos de internet adicionais e minutos que tenham excedido o total do plano, com seus respectivos valores logo em seguida.

    3 – Confira a cobrança de linhas canceladas

    A escalabilidade telefônica nas empresas é uma constante, já que é preciso acrescentar e remover linhas de acordo com a necessidade, como em períodos sazonais ou quando o mercado está desacelerado.

    Porém, por erros de sistema, pode ser que algumas dessas linhas canceladas continuem sendo consideradas pela operadora de telefonia, o que acarreterá em uma cobrança indevida.

    Para evitar que sua empresa seja prejudicada por isso, a análise das faturas deve ser feita com muito cuidado, em cada uma das linhas contratadas. Compare o número de linhas utilizado atualmente com o que aparece na fatura e veja se os valores batem ou não.

    4 – Reúna todos os dados possíveis

    Ao encontrar irregularidades, a primeira ideia que vem à mente é entrar em contato com a operadora de telefonia e reclamar sobre a cobrança indevida. Porém, é de praxe que elas se defendam deste argumento, principalmente se não houver provas.

    Logo, antes de ligar para a operadora de telefonia, você deve reunir todos os dados possíveis para conseguir fundamentar sua reclamação. Tenha o contrato em mãos, o número de protocolo dos atendimentos para o acréscimo e a redução de linhas e outras evidências que possam ajudar.

    Dessa forma, não se tratará de uma reclamação apenas verbal, mas sim documentada, o que aumenta muito as chances de sucesso.

    5 – Entre em contato com a operadora de telefonia

    Agora que você tem informações em mãos, contate a operadora, explique o que aconteceu e tente negociar a melhor maneira possível de ser restituído pelo valor cobrado indevidamente, já que esse é um direito da sua empresa.

    Na maior parte das vezes, isso não acontecerá com o primeiro atendente com que você conversar, já que eles tendem a ter informações limitadas pelo sistema. Para conseguir solucionar seu problema, é provável que tenha que falar com funcionários que estejam em uma posição hierárquica mais alta.

    Isso pode levar um pouco de tempo, mas é fundamental para conseguir solucionar os problemas de cobrança. Quando conseguir conversar com alguém que possa resolver a solicitação, exponha todos os dados que tiver e aguarde pela resposta da empresa.

    Além disso, aproveite a situação para negociar planos que se encaixem melhor nas necessidades dos colaboradores da sua empresa. Assim, é possível cortar custos sem interferir nos serviços disponíveis.

    Existe uma maneira mais simples de analisar as contas telefônicas?

    Sim. Esse passo a passo explica o procedimento feito manualmente, onde as faturas precisam ser analisadas uma por uma, assim como o levantamento das informações e o contato com a operadora, mas é possível facilitar o trabalho.

    Para isso, é fundamental contar com uma empresa de telecom especializada, que seja capaz de oferecer um tarifador telefônico que se adeque às necessidades do seu negócio.

    Com um tarifador telefônico, todas as linhas serão analisadas automaticamente. Cada ligação terá todos os seus detalhes monitorados, como quem efetuou a ligação, de qual setor é aquele colaborador, qual número a recebeu e quanto tempo ela durou, entre outros.

    Assim, será muito mais simples confrontar o que aparece na conta de telefonia, já que o tarifador trará as informações necessárias para agilizar o serviço. Inclusive, o sistema de tarifação também pode analisar automaticamente as faturas e contratos e apontar eventuais divergências.

    As empresas de telecom também podem ajudar com a contestação de eventuais valores cobrados indevidamente. As chances de solução do problema tendem a ser muito maiores, já que o contato será feito por profissionais capacitados e que já lidaram várias vezes com esse tipo de situação.

    Para que a análise das contas telefônicas seja mais rápida, prática e segura e que as cobranças sejam feitas de acordo com o que realmente foi gasto, conte com um sistema de tarifação telefônica eficiente e contrate um bom serviço de auditoria de contas. Dessa forma, a gestão de telecom da sua empresa será impecável!