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    Passo a passo para realizar uma análise de contas telefônicas

    15 de outubro de 2018

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    Aprenda todos os procedimentos necessários para analisar a fundo as informações de uma conta de telefonia

    As faturas de telefonia são despesas fixas presentes em praticamente todas as empresas, já que são fundamentais para sua subsistência, devido à importância do contato com clientes, potenciais clientes, parceiros, fornecedores e colaboradores.

    Por estarem presentes todos os meses, independentemente da quantidade de vendas ou serviços oferecidos, ela nem sempre é estudada a fundo para concluir se foi cobrada adequadamente ou não, o que pode causar sérios problemas financeiros.

    De acordo com uma pesquisa da Oxford Economics, em uma empresa com 500 funcionários, na média, os custos com telefonia móvel são de US$ 1.817 por um contrato de 2 anos, o que representa uma despesa de US$ 908,50 por ano e de US$ 75,71 por mês por funcionário, sem contar as linhas fixas.

    Isso mostra que as contas de telefonia possuem uma importância bem grande no orçamento e que, consequentemente, deve-se saber como analisar as faturas em busca de erros. Por isso, é essencial entender como proceder quando estiver diante dessa situação!

    Como analisar uma conta de telefonia?

    O processo possui alguns detalhes e minúcias, mas ao se atentar a todos eles, sua empresa será capaz de identificar se a cobrança das operadoras de telefonia foi feita da maneira correta e, com isso, até conseguir economizar uma boa quantia.

    1 – Analise as condições dos planos contratados

    O primeiro passo é saber o que o plano contratado para cada linha de telefonia oferece. Com isso, será possível saber se há cobranças adicionais ou se elas estão dentro do esperado.

    É importante se lembrar que cada linha telefônica pode ter um plano diferente. Por isso, é de suma importância analisar cada plano individualmente para não ter informações incorretas.

    2 – Analise as cobranças da fatura

    Depois de saber o que cada plano oferece, você deve analisar as faturas em busca de cobranças adicionais, que podem ser feitas quando os usuários ultrapassam o limite de ligações ou o consumo de internet móvel.

    Para isso, deve-se saber o que querem dizer as informações da fatura. Geralmente, aparece o nome do plano com o seu valor em seguida, que deve ser o mesmo acordado no momento da contratação (com exceção dos reajustes anuais do IGP-M [Índice Geral de Preços do Mercado]).

    Tudo o que exceder esse valor deve ser discriminado na fatura, como a contratação de planos de internet adicionais e minutos que tenham excedido o total do plano, com seus respectivos valores logo em seguida.

    3 – Confira a cobrança de linhas canceladas

    A escalabilidade telefônica nas empresas é uma constante, já que é preciso acrescentar e remover linhas de acordo com a necessidade, como em períodos sazonais ou quando o mercado está desacelerado.

    Porém, por erros de sistema, pode ser que algumas dessas linhas canceladas continuem sendo consideradas pela operadora de telefonia, o que acarreterá em uma cobrança indevida.

    Para evitar que sua empresa seja prejudicada por isso, a análise das faturas deve ser feita com muito cuidado, em cada uma das linhas contratadas. Compare o número de linhas utilizado atualmente com o que aparece na fatura e veja se os valores batem ou não.

    4 – Reúna todos os dados possíveis

    Ao encontrar irregularidades, a primeira ideia que vem à mente é entrar em contato com a operadora de telefonia e reclamar sobre a cobrança indevida. Porém, é de praxe que elas se defendam deste argumento, principalmente se não houver provas.

    Logo, antes de ligar para a operadora de telefonia, você deve reunir todos os dados possíveis para conseguir fundamentar sua reclamação. Tenha o contrato em mãos, o número de protocolo dos atendimentos para o acréscimo e a redução de linhas e outras evidências que possam ajudar.

    Dessa forma, não se tratará de uma reclamação apenas verbal, mas sim documentada, o que aumenta muito as chances de sucesso.

    5 – Entre em contato com a operadora de telefonia

    Agora que você tem informações em mãos, contate a operadora, explique o que aconteceu e tente negociar a melhor maneira possível de ser restituído pelo valor cobrado indevidamente, já que esse é um direito da sua empresa.

    Na maior parte das vezes, isso não acontecerá com o primeiro atendente com que você conversar, já que eles tendem a ter informações limitadas pelo sistema. Para conseguir solucionar seu problema, é provável que tenha que falar com funcionários que estejam em uma posição hierárquica mais alta.

    Isso pode levar um pouco de tempo, mas é fundamental para conseguir solucionar os problemas de cobrança. Quando conseguir conversar com alguém que possa resolver a solicitação, exponha todos os dados que tiver e aguarde pela resposta da empresa.

    Além disso, aproveite a situação para negociar planos que se encaixem melhor nas necessidades dos colaboradores da sua empresa. Assim, é possível cortar custos sem interferir nos serviços disponíveis.

    Existe uma maneira mais simples de analisar as contas telefônicas?

    Sim. Esse passo a passo explica o procedimento feito manualmente, onde as faturas precisam ser analisadas uma por uma, assim como o levantamento das informações e o contato com a operadora, mas é possível facilitar o trabalho.

    Para isso, é fundamental contar com uma empresa de telecom especializada, que seja capaz de oferecer um tarifador telefônico que se adeque às necessidades do seu negócio.

    Com um tarifador telefônico, todas as linhas serão analisadas automaticamente. Cada ligação terá todos os seus detalhes monitorados, como quem efetuou a ligação, de qual setor é aquele colaborador, qual número a recebeu e quanto tempo ela durou, entre outros.

    Assim, será muito mais simples confrontar o que aparece na conta de telefonia, já que o tarifador trará as informações necessárias para agilizar o serviço. Inclusive, o sistema de tarifação também pode analisar automaticamente as faturas e contratos e apontar eventuais divergências.

    As empresas de telecom também podem ajudar com a contestação de eventuais valores cobrados indevidamente. As chances de solução do problema tendem a ser muito maiores, já que o contato será feito por profissionais capacitados e que já lidaram várias vezes com esse tipo de situação.

    Para que a análise das contas telefônicas seja mais rápida, prática e segura e que as cobranças sejam feitas de acordo com o que realmente foi gasto, conte com um sistema de tarifação telefônica eficiente e contrate um bom serviço de auditoria de contas. Dessa forma, a gestão de telecom da sua empresa será impecável!

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    Investimento: confira porque o ramo da beleza será um grande setor de investimento em 2019

    11 de outubro de 2018

    Um dos ramos de investimento que promete trazer muito retorno para quem estiver disposto a investir é o ramo da beleza, isso porque, segundo pesquisas o Brasil é o terceiro país do mundo com o melhor mercado em relação a beleza e esses números tendem a aumentar ainda mais no ano de 2019.

    Mesmo com um momento de instabilidade econômica foi comprovado que as pessoas não deixam de manter seus cuidados com a aparência e, ao contrário do que muitos imaginam, estão cada vez mais procurando por especialista que possam elevar sua autoestima.

    Centros de ajuda ao emagrecimento, profissionais em ​transplante capilar​, centros estéticos e biomédicos são exemplos de áreas que houve uma procura significativa durante todo o primeiro semestre de 2018, a procura ainda tende a aumentar e se você está pensando em investir em uma dessas áreas ou em qualquer outra do setor de beleza é importante que leve em consideração alguns detalhes, como:

    1- Descubra se é um setor que te atrai

    É um setor que poderá lhe render um bom dinheiro? Sim, mas para que você tenha sucesso nesse setor é necessário que você tenha afinidade com o mesmo. Assim como em tantos outros ramos para se ter sucesso no setor de beleza é preciso que você se identifique e goste de fazer o que faz, por isso, antes de qualquer coisa pense se isso é realmente algo que lhe atrai.

    2- Fique atento as novidades

    O setor de beleza é um ramo que se aperfeiçoa a cada dia, por isso, é importante que você esteja sempre atualizado para que seu investimento esteja seguro. Empresas de beleza tem como vantagem um percentual baixo de mortalidade, sendo assim, vale a pena buscar cada vez mais conhecimentos dentro do ramo.

    3- Trate bem seus clientes

    Um bom atendimento é um dos primeiros passos para conquistar clientes e fidelizá-los, passe sempre confiança em você e em seus produtos para que todos vejam sua marca como referência. Caso precise, invista em um curso de oratória que irá te ajudar a conversar melhor com cada pessoa.

    Existem centenas de possibilidades para se investir no ramo da beleza, qualquer uma delas, desde que você esteja bem preparado, gerará bons lucros e um bom retorno em relação ao investimento inicial. Se para esse primeiro momento você não estiver pronto para montar uma empresa própria você poderá optar por uma rede de franquias. As redes de franquias são lojas pequenas que levam o nome de uma grandes lojas, formando assim toda uma rede e gerando mais oportunidades sem que seja preciso um investimento tão grande.

    Agora que você já sabe o quão lucrativo o ramo da beleza pode ser é hora de pensar e planejar detalhes sobre  seu investimento. Lembre-se, não existe investimento certo ou errado desde que você faça algo que você goste.

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    Poupar dinheiro: entenda a importância que poupar dinheiro tem sobre sua vida

    10 de outubro de 2018

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    Desde muito pequenos aprendemos o quão importante é poupar dinheiro, seja ele destinado para a compra de um presente no final do ano ou para uma futura graduação. Esse aprendizado é algo de suma importância e que será essencial para o futuro daquele que está poupando, afinal, quanto mais cedo se começa a poupar mais bem preparado para o futuro se estará.

    Quando se deixa a prática de poupar de lado é difícil fazer planos ou se livrar de acontecimentos emergenciais como, por exemplo, a mudança de um emprego ou a necessidade de viajar para um cidade distante. É nesse momento que uma bola de neve se forma, onde dívidas, empréstimos e um nome sujo acaba sendo o resultado final.

    Considerando o cenário econômico em que estamos vivendo e o fato de que ninguém quer como resultado os acontecimentos citados anteriormente, poupar dinheiro se torna algo importante e que não se pode deixar para depois. É de se esperar que você fique um pouco perdido no começo e se pergunte por onde começar, por isso, é importante que você tenha em mente, principalmente, o por que guardar dinheiro.

    VANTAGENS DE GUARDAR DINHEIRO

    O hábito de guardar dinheiro se trata de muito mais do que apenas economizar, significa, principalmente, ter uma segurança e evitar o gasto irresponsáveis em outras coisas. Quando você perde o hábito de poupar acaba gastando mais do que ganha e, com isso, sua liberdade financeira acaba se perdendo, já quando esse hábito se torna frequente aquisições se tornam seguras e sonhos se tornam reais como, por exemplo, aquela cirurgia de abdômen que você tanto pesquisa ou aquela viagem para o exterior que você sempre programa mas nunca consegue realizar.

    PASSOS QUE TE AJUDARÁ A ECONOMIZAR DINHEIRO

    Ter um bom planejamento financeiro é a chave para economizar dinheiro, pois, é ele que te ajudará a cumprir seus compromissos financeiros e alcançar suas metas econômicas. Quando você se compromete a economizar uma porcentagem de sua renda além da força de vontade você precisará ter foco para que seu plano seja honrado e para que sua poupança renda o tanto esperado.

    Firmar um compromisso com você mesmo é outro passo importante para uma boa economia e, quando essa economia é percebida em realizações, o desejo de alcançar objetivos maiores é despertado e, é nessa hora que você poderá aumentar a sua porcentagem de economia por mês, dobrando sua poupança e tendo um resultado final ainda maior.

    Planilhas e anotações poderão ser úteis na hora de determinar o que foi gasto e determinar o que será guardado, mesmo os pequenos gastos devem ser considerados e anotados para que no final sua meta e seu planejamento seja cumprido.

    A saúde financeira, querendo ou não, é o principal fator para que cada pessoa tenha uma vida satisfatória e repleta de realizações. Economizar, poupar e se planejar significa em outras palavras liberdade para ser quem você quiser e viver como desejar.

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    O que é e como investir em Fundos Imobiliários

    24 de setembro de 2018

    Como investir em FII

    Muita gente pensa que investir no mercado imobiliário se limita a comprar imóveis, o que não é verdade. Existem diversas formas de investir nesse setor e uma delas é através dos Fundos Imobiliários. Eles possibilitam o acesso de muitas pessoas ao ramo e ajudam a movimentar esse importante setor da economia do país.

    Para entender melhor o que são fundos imobiliários, veja abaixo uma definição simples de como funciona esse investimento. Além disso, você vai conferir alguns passos para começar a investir em FIIs e entender que esse tipo de investimento é muito mais acessível do que se imagina.

    O que são Fundos Imobiliários?

    Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) são condomínios de investidores administrados por instituições financeiras e fiscalizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Assim como outros fundos, alguns investidores se juntam para aplicar seus recursos em uma finalidade específica.

    No caso dos FIIs, os recursos são utilizados em empreendimentos imobiliários como hospitais, shoppings, prédios comerciais e até mesmo títulos de investimento imobiliário como a LCI (Letra de Crédito Imobiliário).

    Nos investimentos em FIIs você compra cotas do fundo, que podem envolver um imóvel físico e pode lucrar com o recebimento de aluguéis, por exemplo.

    4 passos para começar a investir

    Para investir em Fundos Imobiliários é preciso basicamente ter conta em uma corretora de valores e capital disponível para investir. O valor mínimo das cotas costuma ser acessível. É possível encontrar bons fundos em que o valor mínimo fique entre R$90,00 e R$2.000,00.

    Como você pôde ver, não é preciso ter muito dinheiro para investir no mercado imobiliário. E para começar, basta seguir os seguintes passos:

    1. Abra conta em uma corretora de valores

    Você deve estar se perguntando: é preciso ter conta em corretora para investir em FIIs? Sim! As cotas de Fundos Imobiliários são negociadas na Bolsa de Valores e por isso é necessário ter conta em uma instituição que faça a intermediação das negociações.

    Você poderá comprar e vender suas cotas através da plataforma da corretora. Por isso, é importante escolher uma instituição segura, que ofereça bom atendimento e agilidade nas operações. Investir através de uma boa corretora pode tornar a sua experiência com os investimentos muito melhor.

    2. Escolha o Fundo onde quer investir

    Depois de escolher uma boa corretora, é hora de decidir em qual FII você vai investir. Fazer uma boa escolha é muito importante, por isso esse passo merece atenção.

    Muitas pessoas cometem o erro de escolher o Fundo apenas por sua rentabilidade, isso é importante, mas não é tudo. Também é preciso analisar os dados históricos do fundo e a qualidade da administração. Afinal, além de rentável ele precisa ser seguro.

    No que diz respeito à rentabilidade, uma forma de identificar se o Fundo é interessante ou não, é dividindo o valor dos aluguéis pelo valor das cotas do fundo. Se no fim das contas o rendimento for superior aos oferecidos por investimentos de renda fixa, isso quer dizer que vale a pena comprar cotas desse Fundo.

    3. Envie a ordem de compra para a corretora

    Como você já viu nesse post, a compra e venda de cotas é realizada através da corretora de valores. Por isso, depois de abrir a conta e escolher onde vai investir, o próximo passo é fazer login e enviar a ordem de compra, assim como acontece no Mercado de Ações.

    Você vai precisar preencher os seguintes dados:

    • O código de negociação do fundo escolhido.
    • A quantidade de cotas que você deseja comprar.
    • O preço que você está disposto a pagar por cada cota.

    Se houver alguém disposto a vender as cotas no preço que você se disponibilizou a pagar, o negócio é realizado e você será o mais novo cotista do fundo.

    4. Acompanhe o desempenho do fundo

    Depois de se tornar cotista, você começará a receber periodicamente os lucros gerados pelo fundo. Mas não pense que suas tarefas terminam por aqui. É muito importante que você acompanhe de perto o desempenho do fundo para evitar surpresas, principalmente as desagradáveis.

    Vale a pena investir em FIIs?

    Investir em Fundos Imobiliários vale a pena em um cenário de baixa na taxa de juros. Quanto menor a taxa Selic, taxa básica de juros brasileira, melhor tende a ser a performance desse tipo de fundo. Isso porque seu desempenho geralmente é inversamente proporcional ao crescimento da Selic.

    No cenário inverso, quando há alta na taxa básica de juros, muitos investimentos em renda fixa costumam a ser mais atrativos, por possuírem sua rentabilidade atrelada à Selic, além de oferecerem menos riscos que os Fundos Imobiliários.

    Investir em FIIs também vale a pena quando o investidor pretende proteger seu capital da inflação, já que eles geralmente são atualizados por indicadores de preços como o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) e o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que medem a inflação.

    Viu como investir em Fundos Imobiliários pode ser mais simples e acessível do que você imaginava? Eles podem ser uma boa opção para seus investimentos dentro dos cenários descritos acima.

    Agora que você já conhece um pouco mais sobre os FIIs, poderá avaliar se eles são uma boa opção para compor sua carteira. Lembrando-se, é claro, que os investimentos ideais para você são aqueles que estão de acordo com o seu perfil de investidor.

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    O que você precisa para declarar o IRPF dos títulos do Tesouro Direto

    13 de setembro de 2018

    O que você precisa para declarar o IRPF dos títulos do Tesouro Direto

    Em 2018, o Imposto de Renda deve ser declarado entre os dias 1º de março e 30 de abril. O prazo já está caminhando para o fim e muitas pessoas ainda não enviaram sua declaração. O motivo muitas vezes tem relação com as dificuldades encontradas pelo contribuinte na hora de fazer a declaração, principalmente na parte de investimentos.

    De fato, a declaração do Imposto de Renda não é a tarefa mais fácil do mundo. Ela é muito rica em detalhes e precisa ser feita de forma muito minuciosa, mas isso não quer dizer que ela seja impossível de ser feita. Com tranquilidade e organização tudo dá certo.

    Se você investiu em títulos do Tesouro Direto em 2017, é a sua hora de declarar ao governo todas as compras e vendas de títulos e também quais foram seus rendimentos.

    Para isso, você vai ver nesse post o que é preciso para declarar o Tesouro Direto no Imposto de Renda.

    Descontos do Imposto de Renda nos investimentos

    Em investimentos em renda fixa como Tesouro Direto, o Imposto de Renda é descontado automaticamente pela corretora no momento do resgate. A tributação segue uma tabela regressiva que determina que quanto maior o tempo em que o dinheiro ficar aplicado, menor é a alíquota que será descontada.

    • Investimento de até 180 dias – Alíquota de 22,5%
    • Investimento 181 a 360 dias – Alíquota de 20,0%
    • Investimento de 361 a 720 dias – Alíquota de 17,5%
    • Investimento acima de 720 dias – Alíquota de 15,0%

    Os investimentos em Tesouro Direto devem ser declarados no sistema da Receita Federal na aba Bens e Direitos e seus rendimentos na seção Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva / Definitiva.

    1.  Informe de rendimentos

    Para declarar seus investimentos em títulos do Tesouro Direto, você vai precisar ter em mãos o informe de rendimentos. Você terá acesso a esse documento através do internet banking do banco ou na sua conta em uma corretora de valores.

    No informe, estarão listadas todas as suas compras e vendas de títulos e também o detalhamento dos juros recebidos de títulos como Tesouro IPCA (antigo NTN-B) que paga juros semestralmente. Nesse caso, o imposto é retido na fonte.

    2. Títulos negociados

    Em sua declaração, você vai precisar discriminar quais títulos do Tesouro Direto você negociou no ano base que, neste caso, é 2017.

    Os títulos deverão ser declarados na aba de Bens e Direitos, utilizando o código 45 – Aplicações de renda fixa – CDB, RDB e outros. Você vai precisar descrever o tipo de papel e a quantidade que comprou, a data que você adquiriu o título e a corretora ou banco que intermediou a operação.

    3. Rendimentos

    Você também vai precisar declarar os rendimentos dos seus títulos. Para isso, basta usar a aba “Rendimentos sujeitos à tributação exclusiva” e o código 06 – Rendimento de aplicações financeiras.

    Você precisará preencher nesta aba se foi você ou algum dependente que fez o investimento, ou até mesmo se foi os dois.

    Aqui você vai precisar do CNPJ da instituição que intermediou a aquisição dos títulos, seja um banco ou uma corretora. Essa informação será solicitada no campo: “CNPJ da fonte pagadora”.

    Verifique como o banco ou a corretora especificou no informe os seus rendimentos. Geralmente, elas colocam o valor bruto e o valor retido de imposto. Se estiver discriminado desta forma, você deve calcular a diferença entre os dois para chegar ao valor líquido para declarar seus rendimentos.

    Atente-se ao prazo

    Não se esqueça que o prazo para envio da declaração do Imposto de Renda 2018 termina na segunda-feira, 30 de abril. Quem não fizer o envio dentro do prazo estará sujeito a multa que varia entre R$164,74, no mínimo, e 20% do valor do imposto devido.

    Quem tem direito à restituição do Imposto e enviar a declaração no começo do prazo poderá ser ressarcido primeiro, então envie sua declaração o quanto antes. Além disso, deixar para a última hora pode ser muito arriscado. Há o risco de ter algum imprevisto e ficar sem declarar o imposto ou até mesmo preencher os campos com pressa e mandar alguma informação errada.

    A declaração deve ser enviada através de um sistema disponível para download no site da Receita Federal. Com tempo e tranquilidade, você conseguirá declarar seu Imposto de Renda e todos os seus investimentos de maneira correta e ficar tranquilo por estar em dia com a Receita

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    A viagem barata é segura?

    4 de setembro de 2018

    A viagem barata é segura?
    Com algumas dicas simples, a viagem barata pode ser sinônimo de segurança e de conforto, sem nenhum prejuízo.

    Viajar, de um modo geral, está entre as coisas mais prazerosas que as pessoas encontram na vida. O tempo que se passa junto da família, dos amigos e, inclusive, sozinho é maravilhoso quando se está viajando. É por esse motivo que muitos viajam, todos os anos, não importa qual seja o destino.

    Contudo, a viagem é, ainda, de maneira muito equivocada, vista como algo de ostentação, cara e trabalhosa. Mas já faz algum tempo que esse cenário tem se modificado e é importante você saber: viajar pode ser barato e seguro, sim.

    É óbvio que viajar para Londres, por exemplo, pode ter um custo muito maior do que a viagem aqui no Brasil mesmo, nas praias nordestinas. O que importa é ter em mente a possibilidade de realizar a viagem barata de uma forma satisfatória. A dica: viajar sem muito custo e com segurança é viajar com seguro!

    Uma notícia que não agradou muito este ano é que houve um reajuste maior nos custos de passagens de avião, quando comparadas ao ano anterior. Porém, para quem almeja realizar uma viagem ao exterior, por exemplo, é importante ter em mente que a dica é “antecipação”. Há vários destinos para que você possa visitar realizando viagens baratíssimas, ainda que o seu bolso não esteja tão recheado, permitindo que você aproveite e muito!

    Viajar internacionalmente pode ser muito barato e incrível, sem que isso dependa de muita grana.

    A segurança que você precisa para fazer as viagens por este mundão, sem que tenha gastos altíssimos é realizando o contrato de um seguro de viagem. Afinal, ainda que você se planeje totalmente, imprevistos podem acontecer, sem dúvidas. Outra dica essencial é saber em que mês exatamente você pode gastar menos viajando para determinados destinos.

    Como ter segurança e custos baixos numa viagem

    Passagens aéreas são mais baratas que as de ônibus, quando compradas antecipadamente.
    Passagens aéreas são mais baratas que as de ônibus, quando compradas antecipadamente.

    A verdade sobre a viagem barata é que você deve se antecipar. Priorize aquilo que você quer fazer, o seu destino desejado. Pesquise, todos os dias, caso seja necessário. Em algum momento, você perceberá que aquela passagem de R$600 caiu para R$200 num determinado dia da semana. Até lá, você pode se programar melhor.

    O aluguel de hospedagens também pode ser reduzido quando você pesquisa. Há uma série de sites e páginas que disponibilizam preços e comparações de hotéis, pousadas e afins. Basta que você se mantenha atualizado!

    Outra dica essencial é atentar-se aos programas de milhas: eles são excelentes para que você possa fazer trocas de pontos acumulados por passagens, por exemplo. Geralmente, o cartão de crédito oferece esse tipo de bônus aqueles que fazem uso do mesmo. Você precisa fazer mercado? Comprar um eletrodoméstico novo? Use o cartão de crédito e aproveite o retorno dos gastos em milhas.

    Monte um roteiro muito bem organizado para a sua viagem. Isso pode trazer benefícios e evitar gastos desnecessários durante o seu passeio. Lembre-se disso! A dica é sempre pesquisar: restaurantes e lanchonetes de qualidade, não precisam custar caro. Basta se informar!

    A viagem com poucos custos pode ser incrível, com certeza!

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    5 dicas essenciais para quem procura um investimento melhor que a poupança

    17 de agosto de 2018

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    A poupança já foi, por muito tempo, o investimento preferido dos brasileiros. A simplicidade da caderneta, a segurança de investir nos grandes bancos e não ter que gerenciar o investimento tornavam essa escolha mais favorável.

    A verdade é que os brasileiros estão percebendo, cada vez mais, que o rendimento da poupança hoje é muito baixo e, como investimento, não tem muito efeito nas suas finanças.

    Muita gente não sabe, mas a rentabilidade da caderneta é determinada pelo próprio governo brasileiro e, desde 2012, depende do valor da taxa básica de juros da economia, a taxa Selic. Ela é composta de duas variáveis: a remuneração básica, definida pelo valor mensal da Taxa Referencial (TR), e a remuneração adicional, que pode ser de 0,5% ao mês ou 70% da Selic.

    • Quando a meta da Taxa Selic anual estiver acima de 8,5%, a poupança rende 0,5% + TR ao mês.
    • Quando a meta da Taxa Selic anual estiver abaixo ou igual a 8,5%, a poupança rende, mensalmente, 70% da taxa Selic + TR.

    Desde o mês de setembro de 2017, a taxa Selic vem caindo e se mantendo em patamares menores que 8,5%. Sendo assim, a rentabilidade aplicada tem sido de 70% da taxa Selic + TR.

    No ano de 2018, os juros da poupança vêm mantendo o patamar de 0,37% na maioria dos meses. Se a rentabilidade mensal se mantiver nesse nível, a rentabilidade da caderneta pode ficar próxima a 5% no ano, enquanto a meta da inflação é de 4,5% para o ano, o que pode corroer toda a rentabilidade.

    E se você já sabia que a poupança não rendia muito, agora você tem certeza: é hora de procurar um novo investimento. Veja agora 5 dicas essenciais para escolher um investimento melhor que a poupança.

    1. Entenda a relação da inflação com seus investimentos

    Você já deve ter ouvido, diversas vezes, sobre a inflação no país e como ela prejudica o seu dinheiro e investimentos.

    A inflação é calculada por uma taxa chamada IPCA (Índice de Preços do Consumidor Amplo). Essa taxa é divulgada, mensalmente, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e representa o aumento de preços de serviços e produtos básicos consumidos pelo brasileiro, como:

    • Saúde e cuidados pessoais
    • Habitação
    • Alimentação e bebidas
    • Educação
    • Transporte
    • Artigos de residência
    • Despesas pessoais
    • Comunicação

    Sendo assim, a inflação funciona como um termômetro que mede o aumento do custo de vida do brasileiro. Portanto, se ela está crescendo mais que o seu dinheiro, ou seja, se o seu investimento rende menos que a inflação, isso quer dizer que o seu poder de compra está diminuindo: tudo está ficando mais caro, e o seu dinheiro continua no mesmo nível.

    Por isso, é essencial encontrar investimentos com rendimento acima da inflação.

    2. Procure uma boa corretora de investimentos

    Os melhores, e mais rentáveis investimentos, nem sempre estão nos grandes bancos. Isso porque eles costumam ter opções limitadas e de emissão própria do banco. Além disso, os grandes bancos possuem a publicidade a seu favor, sua marca já é conhecida, o que faz com que as pessoas acreditam que seu produto seja bom.

    Por isso, bancos e instituições financeiras menores e menos conhecidas, costumam oferecer uma rentabilidade maior para competir com os grandes bancos. E isso não quer dizer que esse investimento seja menos seguro.

    Em uma corretora de valores, você encontra uma variedade maior de opções de investimento, além de profissionais especializados que podem te ajudar a entender a segurança de cada alternativa e qual é a melhor para o seu perfil e objetivos.

    3. Descubra seu perfil de investidor

    Escolher o melhor investimento vai muito além de escolher a maior rentabilidade. Nem todos os investimentos são para todos os investidores. E, saber disso, é o primeiro passo para tomar uma decisão acertada e consciente.

    Antes de escolher um investimento, você precisa entender o seu perfil de investidor. Isso quer dizer que você precisa entender:

    • Quais são os seus objetivos.
    • Quais metas você irá buscar.
    • A sua tolerância ao risco.
    • A forma como você reage em um cenário desfavorável.
    • O seu conhecimento de mercado.
    • Dentre outras coisas.

    Descobrir isso tudo é bem simples. Ao abrir uma conta para investir, as corretoras de valores oferecem um “teste”, com perguntas básicas que podem ajudar a definir o seu perfil. É claro que isso não quer dizer que você deva investir, para sempre, dentro daquele direcionamento, mas é um bom indicador de por onde você pode começar.

    4. Conheça os investimentos disponíveis no mercado

    O mercado oferece inúmeras opções de investimento, e se dar uma chance de conhecer as opções pode te ajudar, não só a ganhar mais dinheiro, mas a encontrar um investimento que tenha mais a sua cara e que te deixe mais satisfeito, seja na rentabilidade, na dedicação, prazo e outros quesitos.

    Existem investimentos caracterizados como renda fixa, onde é possível saber, ou prever, a rentabilidade que você terá ao final do período. A sua rentabilidade, normalmente, é mais moderada, mas os riscos também são bem menores.

    Esse é o caso de opções como os títulos do Tesouro Direto, CDB, Letras de Crédito (LCI e LCA) e outros. Alguns desses investimentos, inclusive, possuem a mesma garantia de segurança da Poupança, o FGC (Fundo Garantidor de Créditos), que garante até R$250 mil por CPF/CNPJ e instituição financeira, com o limite de R$1 milhão por investidor a cada 4 anos. O risco então seria, apenas, o de não alcançar uma boa rentabilidade.

    Já os investimentos conhecidos como renda variável são aqueles que oferecem maiores possibilidades de retorno, mas também maiores riscos, pois a sua rentabilidade irá depender de uma série de fatores do mercado.

    Esse é o caso dos investimentos na Bolsa de Valores, em ações, índices, commodities e outros ativos. Nesses casos, a rentabilidade irá depender da sua estratégia e conhecimento do mercado.

    5. Tenha em mente seu objetivo e trace um planejamento

    Sabendo de todas essas questões, é muito importante não se esquecer de quais são os seus objetivos e qual a sua estratégia para alcançá-los. Isso quer dizer traçar um planejamento e ter persistência nele, sem desistir no primeiro obstáculo, mas tendo poder de reação para fazer ajustes quando a estratégia estiver se desviando muito do seu objetivo.

    Investir de acordo com seu perfil e entendendo a dinâmica do mercado, fica muito mais fácil atingir um bom resultado. E, claro, também colabora para cuidar do seu dinheiro melhor do que na poupança.

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    Significado do diamante, origem e curiosidades sobre a pedra

    16 de agosto de 2018

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    Vamos falar neste texto do nome e do significado do diamante, uma pedra louvada por sua resistência, sua beleza e seu valor. O nome diamante vem de uma palavra do grego antigo que significa “inquebrável”, “indomado”, fruto da junção do termo de negação “a”, presente em palavras como “átomo” (aquilo que não pode ser dividido), e “damáō”, que quer dizer “eu domo”, “eu domino”.

    Significado do diamante, origem e curiosidades

    Na Índia, onde também foram usados como ícones religiosos, eles são conhecidos há vários milênios.  Entre os primeiros usos dos diamantes, estava seu papel como ferramenta. Na chamada escala Mohs, ele é o material natural mais duro. Por isso, ele pode ser usado para trabalhar outros materiais.

    O diamante e o carvão são formas alotrópicas do carbono, ou seja, são substâncias diferentes formadas apenas por átomos de um mesmo elemento químico, no caso, o carbono. O nome desse fenômeno é alotropia. Oxigênio e ozônio, por exemplo, são formas alotrópicas do elemento químico oxigênio. De modo geral, os diamantes são muito condutores térmicos (de calor) muito bons e bons isolantes elétricos (embora alguns tipos de diamantes azuis, que são os diamantes que contêm traços de boro, sejam semicondutores).

    Entre os usos mais comuns dos diamantes em nosso tempo, podem ser mencionados seus papéis como elementos de instrumentos de corte usados para cortar substâncias duras e gemas (pedras preciosas) para adorno.

    Entre os fatores usados para avaliar o preço de um diamante usado como gema, estão seu peso, o modo como foi lapidado e sua cor (geralmente, quanto mais claro, melhor).

    O fato de o diamante ser menos essencial do que a água, mas ser mais caro do que ela, que é essencial à vida humana, exemplificou para os economistas as qualidades não-intuitivas da ideia de valor econômico. Este paradoxo é conhecido como paradoxo da água e do diamante. Entre os economistas que o investigaram esta questão, estava Adam Smith, o fundador da economia tal qual a conhecemos hoje.

    Crenças sobre o diamante

    Ao longo da história, foram surgindo crenças sobre o diamante, muitas vezes contraditórias umas em relação às outras. Na Europa, houve quem defendesse que o diamante podia ser um antídoto para venenos enquanto houve quem defendesse que ele próprio é muito venenoso. Houve quem defendesse que ele cura a insanidade e doenças como males da bexiga. Outros defenderam que um diamante (recebido como um presente, não comprado) que ficasse em contato com a pele de seu dono seria um bom talismã. eu sempre li muito sobre significados de pedras preciosas, e cada vez me surpreendo mais com o que aprendo.

    O diamante é uma pedra super resistente

    Por sua resistência e dureza, sua pequena reatividade e sua capacidade de marcar outros minerais (riscando-os) sem por eles ser marcado, o diamante costuma servir como símbolo da bravura, da invencibilidade, do caráter e da fidelidade. Por causa de sua beleza e claridade, ele também é considerado um símbolo da inocência, da pureza. Não é à toa que o adjetivo “adamantino” (“aquilo que é como o diamante”) é usado para descrever algo que é valioso, puro ou perfeito.

    Curiosidade em relação ao diamante

    Uma curiosidade: diferente do que a maioria das pessoas pensa, a esmagadora maioria dos diamantes não é formada por carvão sob pressão. A origem mais comum deles é de rochas de carbonatos, sais inorgâicos do íon carbonato. A maior parte dos diamantes têm entre 1 bilhão e 3 bilhões de anos. Não é à toa que dizem que os diamantes são para sempre.

    Enfim, neste artigo falamos sobre o nome e o significado do diamante, o significado dele e das ideias que se desenvolveram sobre essa bela pedra preciosa. Esperamos ter tirado as dúvidas existentes sobre este interessante assunto e explicado de forma clara o que são diamantes, quais suas utilidades e por que razão eles são tão apreciados.

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    Investimentos Alternativos

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    Renda no aluguel de imoveis é um bom negócio?

    9 de agosto de 2018

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    Renda no aluguel de imoveis é um bom negócio?

    Você com certeza já deve ter ouvido alguem próximo ou até mesmo da sua família dizer sobre aluguel de imóveis, mas sera que esse é um bom investimento atualmente?

    O ativo imobiliário é considerado pela sua solidez no mercado, mas de uns anos para cá, de acordo com a grande variação de preço, modificou-se um pouco a visão do mercado sobre ele.

    Primeiramente pelo fato de que ele não tem liquidez imediata, caso você precise vender seu imóvel rapidamente terá que adequar ao valor de mercado, que muitas vezez significa vender abaixo do valor normal.

    Isso é comum, e vemos muito disto em carros quando as pessoas estão endividadas e tem que “queimar” seu bem para obter dinheiro e muitas concessionárias se beneficiam desta forma.

    Há uns anos atrás a rentabilidade dos alugueis giravam em torno de 1%, 1.1%, 1,2%  que eram um excelente negócio. Considerando esta variação de ganho mensal, valia bastante o investimento no imóvel para obter renda com ele. A demanda estava controlada e os valores dentro do mercado.

    Porém, com o mercado muito aquecido em meados de 2011 os preços subiram descontroladamente e a demanda não acompanhou a oferta. Desta forma, vemos que nos últimos anos muitas pessoas estão vendendo ou alugando imóveis e, como tem uma oferta alta, naturalmente os valores cai e a rentabilidade também.

    Hoje em dia a media recebida de rendimento pelos proprietaries de aluguel é de 0.5%, e isto é até menor que o rendimento da poupança.

    Por este motive o mercado imobiliário esteve desacelerado estes últimos anos, mas a tendência é que o ritmo de lançamentos volte a crescer ainda neste ano de 2018 e o mercado recupere a sua estabilidade e rentabilidade natural.

    Marlon Moro é diretor da Etic Imóveis, imobiliária sediada na Mooca e acha que o mercado deve tomar um novo rumo após as eleições: “Este ano passa por um ritmo lento devido à diversos feriados, copa do mundo e eleições. Isto acabou atrapalhando os fatores econômicos. À partir do momento que forem definidas as diretrizes econômicas do país, a economia deve voltar a crescer e, com isto definido, volta o poder de compra e investimento da população”

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    Dicas para você viajar sem erros e em segurança

    2 de julho de 2018

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    Viajar é um dos maiores prazeres da vida. Viajar é também uma oportunidade de expandir horizontes, descobrir novas belezas e novas maneiras de fazer as coisas, dentro ou fora de seu próprio país. Há, porém, algumas dicas que podem ajudar a tornar a experiência mais segura, mais barata e mais agradável. Citaremos algumas delas a seguir:

    Na hora de comprar passagens e fazer outros arranjos, use e abuse do poder da internet

    A internet facilitou radicalmente o acesso à informação. Isso é ótimo porque os preços de passagens, hospedagem, etc. pode variar radicalmente. Por isso, sugerimos uma boa dose de paciência e pesquisa.

    Nos sites das companhias aéreas, especialmente das mais barateiras, como a Gol, podem ser encontradas verdadeiras pechinchas. Muitas vezes, nas redes sociais das companhias aéreas, são ofertadas passagens promocionais. Vale a pena, portanto, ficar de olho na presença das companhias aéreas na internet.

    Se aguentar receber em seu email ofertas que não lhe interessam (uma opção é criar um email só para isso), assine as newsletters de companhias aéreas. Boas promoções costumam ser divulgadas por elas.

    Sites como decolar.com reúnem ofertas de passagens, hospedagem e outros produtos e serviços. Como sites diferentes possuem acordos diferentes com empresas diferentes, vale a pena consultar mais de um deles. Entre as outras opções estão skyscanner.com.br e o viajanet.com.br. Sites como booking.com, trivago.com.br ajudam a achar ofertas baratas de hospedagem.

    Lembre-se de que na internet você pode usar filtros para ver ofertas de acordo com destino, data, faixas de preço desejadas, etc.

    Outras observações financeiras sobre a compra de passagens

    Para quem pode escolher quando partir, vale a pena financeiramente procurar passagens para a baixa estação do destino, quando ele é menos procurado e as passagens e a hospedagem ficam mais baratas.

    Embora possam aparecer pechinchas de última hora, passagens compradas com boa antecedência costumam ser mais baratas. Então, se já sabe quando vai partir, seja proativo e compre as passagens o mais cedo que puder.

    Programas de milhas (incluindo cartões de crédito cujo uso rende milhas de viagem) são uma boa opção para diminuir gastos com passagens.

    Aprenda um pouco sobre seu destino

    Para evitar decepções e perigos, é bom procurar um pouco de informações sobre seu destino. Há algum risco de saúde comum na área? Como é a segurança pública? Há alguma época marcada por tempestades ou outros problemas naturais?

    Muitas pessoas esquecem que alguns países exigem que o visitantes comprem seguro de viagem para entrar em seus territórios. Esse é o caso, por exemplo, de quase todos os países da União Europeia além de Islândia, Suíça, Noruega e Liechtenstein. Embora a posse de seguro não costume ser cobrada na entrada nesses países, a falta dele pode fazer a pessoa ser barrada ou até deportada.

    Aproveite com calma

    A vontade de ter visto um monte coisas no final da viagem é quase irresistível. Ainda assim, antes de embarcar em uma daquelas excursões que cruzam a Europa Ocidental ou a América Central toda em uma semana, pense bem. Talvez, você se sinta melhor absorvendo mais do que o local onde você está tem a oferecer.

    Lembre-se um grande destino está onde você o encontra

    Pode ser Madri ou Salvador, os Lençóis Maranhenses ou a cidade histórica de Ouro Preto. O melhor destino turístico é aquele que fala às suas inclinações pessoais. Por outro lado, em qualquer lugar, você pode achar a beleza física e a riqueza da diversidade humana que tornam as viagens momentos especiais de nossas vidas.

    Não leve sua casa com você

    Os especialistas recomendam que você só leve consigo o essencial. Dessa maneira, você ganha mobilidade e menos dores de cabeça e em outras partes do corpo. Além disso, ganha espaço para lembranças que comprar.

    Evidentemente, a definição de essencial depende de você e de quem vai com você. Você provavelmente não quer passar suas primeiras horas no seu novo destino procurando fraldas para comprar (talvez em outra língua) para seu bebê.

    Tire fotos, mas não deixe que isso substitua a experiência da viagem

    Quem sabe quando (ou se) você vai ver de novo as paisagens e pessoas que está vendo agora? Tirar algumas fotos de recordação faz todo sentido do mundo e você vai aproveitá-las um bocado em casa. Mas lembre-se de que sua grande chance de aproveitar sua viagem é quando a está fazendo. Se ficar ocupado demais tirando fotos, vai perder a experiência de que deveria estar desfrutando.