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    Principais detalhes sobre a restituição Imposto de Renda em 2019

    27 de março de 2019

    Principais detalhes sobre a restituição Imposto de Renda em 2019

    A declaração do Imposto de Renda serve para que o contribuinte consiga prestar contas para a Receita Federal. Por sua vez, a Receita usa essas informações para analisar a situação tributária e o pagamento de tributos de cada cidadão, e assim fazer que cada pessoa pague apenas o que é devido, de acordo com a sua renda.

    O processo utilizado para acertar as contas entre contribuinte e cofres públicos é a restituição do Imposto de Renda. Diferentemente do que muita gente pensa, esse processo acontece tanto partindo da receita, quanto do cidadão.

    Quando é verificado que o cidadão não pagou ou teve retido na fonte o montante devido de tributos, ele precisa quitar essa diferença e pagar o que ficou faltando. Isso acontece logo após o preenchimento da declaração do Imposto de Renda.

    Se ficar constatado que o contribuinte ainda precisa pagar algum valor referente ao tributo sobre sua renda, é emitido um documento conhecido como DARF, que é a sigla para Documento de Arrecadação de Receitas Federais.

    No entanto, se o contribuinte apresentar todos os documentos que comprovam que ele pagou mais impostos é a Receita que deve restituir esse cidadão. Esse pagamento é realizado de acordo com o calendário definido pelo governo e o dinheiro é repassado para a conta corrente do contribuinte, cadastrada no momento da declaração do Imposto de Renda.

    O calendário de pagamento da restituição do Imposto de Renda em 2019 foi definido pelo governo logo no começo do ano. De acordo com as datas, o primeiro pagamento, que é destinado às pessoas classificadas como prioritárias (idosos, por exemplo) acontece em junho.

    Já o último lote, será liberado em dezembro. A ordem de pagamento segue a mesma ordem de recebimento das declarações, assim, os contribuintes são colocados nos lotes de acordo com a data que enviam a declaração para a Receita.

    O cronograma completo de pagamento da restituição do Imposto de Renda em 2019 é o seguinte:

    1º lote — data de liberação é 17/06/2019

    2º lote — data de liberação é 15/07/2019

    3º lote — data de liberação é 15/08/2019

    4º lote — data de liberação é 16/09/2019

    5º lote — data de liberação é 15/10/2019

    6º lote — data de liberação é 18/11/2019

    7º lote — data de liberação é 16/12/2019

    Antecipação da restituição do Imposto de Renda

    Mesmo com o pagamento marcado apenas para o segundo semestre de 2019, a restituição do Imposto de Renda já movimenta o mercado financeiro no Brasil.

    Isso porque muitas instituições financeiras já começaram a oferecer oportunidade para os contribuintes anteciparem o recebimento do dinheiro da restituição.

    Em 2019, o extrato do Imposto de Renda pode ser acessado em 24 horas após o envio da declaração. Com isso, os contribuintes têm acesso ao resultado do envio das suas informações, bem como já sabem se podem cair na malha fina e também o valor que devem receber como restituição.

    Para as instituições financeiras, é uma boa oportunidade de oferecer os serviços com uma certeza sobre o recebimento do que foi emprestado. Como esses empréstimos estão sendo realizados com a garantia do recebimento da restituição, as instituições financeiras sabem que os contribuintes terão uma fonte para quitar a dívida.

    Por outro lado, para os cidadãos é uma oportunidade de conseguir empréstimos com taxas de juros menores do que as são cobradas normalmente no mercado tradicional. Essa oportunidade pode ser interessante para contribuintes que precisam quitar dívidas ou mesmo para quem precisa utilizar esse dinheiro agora e sabe que não pode comprometer outros rendimentos.

    Porém é preciso sempre ter cuidado com os termos do contrato. Além de evitar armadilhas de empréstimos com valores abusivos, é preciso certificar de fechar o contrato apenas após o recebimento do extrato do IR. Esse documento proporciona a certeza do direito à restituição do Imposto de Renda e sem entraves com a malha fina, que podem atrasar esse recebimento.

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    Mineração de Bitcoin: o que é e como funciona

    19 de março de 2019

    Domine o assunto de Bitcoins!

    Entenda tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

    Antigamente, quando se falava sobre moedas, era comum pensar em reais, dólares, euros, libras, pesos e ienes, entre outras, todas físicas. Porém, com o massivo desenvolvimento da tecnologia que impacta o mundo inteiro, era difícil duvidar que isso chegaria ao mercado financeiro um dia.

    Foi isso o que aconteceu em 2009, quando um desenvolvedor criou a primeira criptomoeda descentralizada, o Bitcoin, que desde então já apareceu em manchetes de jornais, posts nas redes sociais e até mesmo nos grandes telejornais.

    Um dos termos mais citados quando se trata do assunto é a mineração, indispensável para o funcionamento dos Bitcoins, mas você sabe do que ele se trata? Aliás, você entende exatamente o que é Bitcoin?

    Se você não conseguiu responder, fique tranquilo, pois nós separamos um guia com cada informação que você precisa saber sobre essa moeda digital. Depois de ler o artigo, você já entenderá sobre o assunto e saberá como é possível garimpar Bitcoins!

    O que é Bitcoin?

    A primeira criptomoeda (ativo digital que atua como meio de troca) já desenvolvida. Ao invés de recorrer a uma autoridade central, o Bitcoin (BTC) faz uso de um forte esquema de criptografia para trazer segurança às transações financeiras, controlar a criação de unidades adicionais e verificar a transferência de ativos.

    Seu desenvolvimento é atribuído ao pseudônimo Satoshi Nakamoto, que retirou muitas das ideias do projeto da comunidade cypherpunk, grupo informal de pessoas interessadas em criptografia, para tornar o projeto da criptomoeda em realidade.

    O domínio “Bitcoin.org” foi registrado em 18 de agosto de 2008, e no dia 31 de outubro do mesmo ano, o link para um documento chamado “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System” (Bitcoin: um sistema de dinheiro eletrônico peer-to-peer) foi compartilhado com uma lista de discussão sobre criptografia.

    Então, em 3 de janeiro de 2009, a rede da criptomoeda passou a existir oficialmente através da mineração do “bloco de gênese de Bitcoin”, bloco de número 0, que gerou 50 Bitcoins como recompensa.

    O primeiro cliente de Bitcoin de código aberto foi lançado em 9 de janeiro de 2009, e três dias depois ocorreu sua primeira transação, com o programador Hal Finney, que recebeu 10 Bitcoins de Nakamoto.

    É importante ressaltar que o Bitcoin é uma moeda “limitada”, cujo montante não ultrapassará os 21 milhões. Por isso, conforme ela se tornar mais escassa, a tendência é de que também tenha seu valor aumentado.

    O que é a mineração de Bitcoins?

    É o processo de adicionar registros de transações de Bitcoins ao seu livro de registros disponibilizado publicamente, o qual também leva o nome de blockchain, já que representa uma “corrente de blocos”.

    Essa confirmação se dá através do funcionamento de programas especiais que solucionam problemas matemáticos e recebem um certo número de Bitcoins em troca, como pagamento. Esse é um método inteligente de “emissão” da moeda virtual, além de incentivar outras pessoas a procederem com a mineração.

    Isso se faz necessário devido à ausência de um governo central para regular a moeda, como ocorre com o dinheiro físico tradicional, onde há um órgão que decide quando o dinheiro deve ser impresso e para quem será distribuído.

    A mineração de Bitcoins ajuda a manter a rede segura graças à aprovação das transações, que é feita através da solução dos cálculos matemáticos que vimos anteriormente. Com isso, a moeda se mantém estável e protegida.

    O blockchain, onde as transações são registradas cronológica e linearmente, além de assinadas digitalmente, permite que as movimentações da criptomoeda sejam legítimas e, assim, impede tentativas de gastar uma certa quantia de Bitcoins que já foi gasta anteriormente, de modo que seja possível combater fraudes.

    Portanto, há dois objetivos para a mineração de bitcoins, que são os seguintes:

    1. Confirmar transações através de uma maneira confiável, desde que haja poder computacional (esforço) suficiente a ser dedicado ao bloco;
    2. Criar novos Bitcoins em cada bloco.

    Resumidamente, a mineração consiste de cinco passos:

    1. Verificação da validade das transações;
    2. Agrupamento de transações em um bloco;
    3. Seleção da parte superior do bloco mais recente, seguida de sua inserção em um novo bloco, o qual deve ser compatível com a sua “digital” (chamada de hash);
    4. Solução do problema matemático;
    5. Quando a solução é encontrada, o novo bloco é adicionado ao blockchain local e, então, propagado à rede.

    Quem pode minerar Bitcoins?

    Quem possui um computador com alta capacidade de processamento, o que é indispensável para o funcionamento da rede.

    Hoje em dia, já não é mais possível utilizar computadores convencionais para a realização desses cálculos matemáticos, já que eles não possuem poder de processamento suficiente para trazer a agilidade necessária.

    O objetivo desses cálculos é encontrar uma sequência que torne um bloco de transações de Bitcoins compatível com o bloco anterior. Para que isso seja possível, é necessário fazer milhares de cálculos por segundo, até que se consiga encontrar aquela combinação perfeita.

    Quando isso acontece, o minerador é recompensado com bitcoins, o que foi estabelecido para que mais pessoas se interessem por emprestar (ou melhor, vender) o poder de processamento de seus computadores para que a blockchain não pare de funcionar.

    A competição por essa recompensa de bitcoins é percorrida por milhares de mineradores. Ainda que um novo bloco de transações seja formado a cada 10 minutos, a competitividade é muito grande.

    O poder computacional necessário para os cálculos é tão grande que é possível encontrar empresas que vendem contratos de mineração, os quais são adquiridos por um determinado valor e, posteriormente, revertem rendimentos a quem o adquiriu.

    É possível encontrar computadores desenvolvidos especialmente para a mineração de Bitcoins, com valores que podem chegar a até US$ 3.000, mas é preciso também levar em conta os custos com energia elétrica, a qual é necessária para manter o equipamento em funcionamento.

    Também há opções de mineradores de bitcoins que funcionam via USB, os quais são mais baratos e partem de até US$ 19,99, mas seu poder de processamento é inferior, o que significa que as chances de conseguir encontrar a combinação ideal também são menores.

    Domine o assunto de Bitcoins!

    O funcionamento é complexo, é verdade, mas não há dúvidas de que o Bitcoin é uma realidade – bem valiosa, por sinal. Em 1º de março de 2019, 1 Bitcoin valia R$ 14.367,91.

    Curiosamente, no início das transações, quando o valor era negociado pelas partes envolvidas, duas pizzas entregues pela franquia Papa John’s, nos Estados Unidos foram adquiridas por 10.000 BTC, o que equivaleria a R$ 143,679 milhões de reais na cotação de 01/03/2019, embora, na época, não se conhecesse o verdadeiro potencial da criptomoeda.

    Assim como existe a consultoria em telecom para quem precisa de ajuda sobre o assunto, hoje também existem empresas que prestam consultoria em Bitcoins. Agora      que você já percebeu seu valor e complexidade, não é de se espantar a existência de tais empresas, já que o número de pessoas que deseja aprender sobre mineração e todos os demais aspectos da criptomoeda só tem a crescer.

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    Quero empreender em 2019: por onde começar?

    16 de janeiro de 2019

    Quero empreender em 2019: por onde começar?

    Confira as principais dicas para iniciar sua jornada empreendedora neste novo ano!

    O empreendedorismo é uma atividade que cresce no Brasil, procurada por pessoas que desejam ser as donas de seus próprios negócios e colocar suas ideias relacionadas a produtos e serviços no mercado. É isso o que diz a pesquisa “Empreendedorismo no Brasil – Relatório Executivo 2017”.

    Feita pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), com apoio nacional do IBQP, do Sebrae e da FGV, a Taxa Total de Empreendedorismo (TTE) no país ficou em 36,4% entre os adultos, ou seja, havia 49,33 milhões de pessoas envolvidas com atividades empreendedoras em 2017.

    Se você deseja fazer parte deste grupo em 2019, saiba que há um caminho recomendável a se trilhar, bem como dicas e sugestões que podem lhe ajudar durante o processo. Amplie seus conhecimentos sobre o assunto e realize o sonho de se tornar o mais novo empreendedor do mercado!

    Como começar a empreender em 2019?

    O estabelecimento da atividade empreendedora pode levar um certo tempo, é verdade, mas acredite: todos os esforços valem a pena tendo em vista os benefícios que serão obtidos no futuro!

    Crie um plano de negócios

    O primeiro passo que deve ser posto em prática para começar a empreender é a elaboração do plano de negócios, que é praticamente um manual de instruções que te ajudará a alcançar o objetivo proposto.

    No documento, consta cada objetivo da companhia, bem como o que será feito para atingi-lo. Nele, encontram-se as seguintes etapas:

    • Análise de mercado;
    • Plano de marketing;
    • Plano operacional;
    • Plano financeiro;
    • Estimativa dos investimentos fixos;
    • Investimentos pré-operacionais.

    Com esses panoramas do presente e do futuro, guiar a empresa será uma tarefa bem mais fácil e organizada. O Sebrae é um órgão que ajuda muito com essa questão, ensinando como o plano de negócios deve ser montado e prestando o auxílio necessário para os empreendedores.

    Avalie os custos

    Essa é uma etapa compreendida no plano de negócios, mas que vale a pena ser ressaltada. Quando se pensa em uma nova empresa, é comum imaginar os lucros e seu sucesso, mas não se pode esquecer dos custos e investimentos necessários para tal.

    De acordo com o Sebrae, 1 a cada 4 empresas fecha em seus 2 primeiros anos no mercado, estatística que chama a atenção e pode acontecer devido à falta de experiência dos novos empreendedores com as finanças.

    Antes de começar a oferecer produtos e prestar serviços, coloque na ponta do lápis uma estimativa de gastos mensais e considere que os lucros costumam aparecer apenas depois de alguns meses, o que significa que os investimentos terão que ser feitos por um período considerável de tempo.

    Frequente eventos sobre empreendedorismo

    Você pode ter dúvidas sobre como empreender, o que é absolutamente normal, e com certeza não está sozinho nessa. Com a febre de workshops e eventos especializados com que nos deparamos atualmente, é fácil encontrar eventos sobre empreendedorismo.

    Nessas ocasiões, você pode ter contato com outras pessoas que estão no mesmo nível que você, bem como aquelas que já superaram os primeiros desafios e agora estão em um momento diferente, além de poder participar de palestras e seminários com conteúdos valiosos.

    Outra oportunidade de ouro trazida pelos workshops e eventos é a possibilidade do networking, que consiste em estabelecer uma rede de contatos profissionais com outras pessoas. Esse pode ser o berço de parcerias de sucesso.

    Você precisa de um sócio?

    Essa é uma das principais dúvidas no que diz respeito ao empreendedorismo: será que você é capaz de coordenar tudo sozinho, ou é melhor contar com outras pessoas incumbidas no processo? Pois bem, a resposta para essa pergunta é: depende.

    O início de uma empresa costuma ser um período complicado, seja em relação às finanças, gestão de pessoas, relação com fornecedores, captação de clientes e por aí vai, e mesmo se você tiver um sócio, as dificuldades quase que certamente aparecerão.

    Caso já conheça bem uma pessoa que esteja alinhada com seus objetivos e expectativas e que tem grandes chances de resultar em uma parceria frutífera para ambas as partes, então trabalhar no formato de sociedade pode ser uma boa ideia.

    Porém, caso não conheça ninguém que atenda aos critérios citados, pode ser melhor tocar a empresa sozinho em um primeiro momento. Depois que ela já estiver mais estabelecida e você sentir que é o momento de procurar ajuda para que ela cresça, então faça uma seleção criteriosa e contribua para seu sucesso.

    Dicas práticas para empreender

    Outras dicas mais simples e curtas também são de grande valia para que sua atividade empreendedora traga bons frutos.

    Confira:

    • Aproveite as chances diárias. Cada novo dia é uma oportunidade para fazer a diferença. Não se concentre no que poderia ter sido feito ontem, mas sim naquilo que pode ser posto em prática agora.
    • Nunca ache que já é suficiente. Pensar que já está bom é um passo que pode custar muito caro, já que com um mercado cada vez mais competitivo, a concorrência está ávida em busca de melhorias. O sucesso demanda ação constante e poder de inovação para que se mantenha.
    • Não sacrifique sua saúde. O sucesso e o dinheiro não são capazes de comprar sua saúde de volta. Cuide da sua alimentação e do sono, pratique exercícios físicos e separe um tempo para descansar e relaxar. Afinal, até mesmo os maiores empreendedores do mundo precisam disso.
    • Nunca pare de aprender. Invista em conhecimentos sobre empreendedorismo, economia, cultura, tecnologia, novos idiomas e tudo aquilo que pode lhe trazer vantagens competitivas, além de uma boa bagagem para conseguir lidar com o que der e vier.

    Faça de 2019 o ano mais bem-sucedido da sua vida!

    Lao Zi, um filósofo e escritor da China Antiga, disse que uma viagem de mil milhas começa com um único passo, o que se aplica perfeitamente à sua atividade empreendedora. Quem deseja chegar longe precisa primeiro começar para, então, poder crescer.

    Leve essas dicas em consideração e transforme 2019 no ano que pode mudar o seu futuro. Seja uma empresa de tecnologia, bem-estar, gestão de contas ou de qualquer outra área, quem se capacitar, estudar, planejar e ficar firme no propósito planejado conseguirá realizar o sonho de ser o dono de um negócio de sucesso.

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    O que é melhor: CDB ou poupança?

    20 de dezembro de 2018

    O que é melhor: CDB ou poupança?

    Muitos investidores almejam retirar o dinheiro na caderneta da poupança para conseguir um melhor rendimento para seu capital. No entanto, muitos não sabem quais são as melhores aplicações financeiras para realizar esta troca.

    A fim de esclarecer todas as dúvidas, reunimos várias informações sobre o CDB e a poupança neste artigo.

    CDB ou Poupança? – Conheça esses dois investimentos

    Tanto a poupança, quanto o CDB, são investimentos de renda fixa. Isto é, o investidor consegue prever a rentabilidade antes de fazer a aplicação.

    Os investimentos em renda fixa são indicados para as pessoas que possuem perfil mais conservador. No entanto, cada produto possui suas particularidades. Aproveite para conhecer um pouco mais sobre a poupança e o CDB.

    Poupança

    A poupança é um tipo de conta que você pode abrir em qualquer banco, e que paga um rendimento mensal em cima do valor depositado.

    O pagamento dos juros da poupança é realizado em uma data determinada, conhecida como data de aniversário. Essa regra pode ser definida pelo próprio banco e há duas opções:

    • A data de abertura da conta.
    • A data de realização do depósito

    Para as pessoas que realizam vários depósitos no mês, a conta poupança pode apresentar várias datas de aniversário. Mas é preciso entender que, se a data for nos dias 29, 30 ou 31, então o aniversário será considerado o dia primeiro do próximo mês.

    E caso ocorra o resgate do dinheiro antes da data de aniversário, não será possível receber os juros do período.

    Rendimento da poupança

    O rendimento da poupança é calculado levando em consideração duas taxas: taxa Selic e Taxa Referencial. A regra do cálculo do rendimento da poupança pode mudar levando em consideração o valor da Selic. Veja a seguir:

    • 0,5% ao mês mais Taxa Referencial – caso a taxa Selic seja superior a 8,5% ao ano.
    • 70% da taxa Selic mais Taxa Referencial – caso a taxa seja igual ou menor que 8,5% ao ano.

    Com o percentual da Selic se mantendo em 6,5% ao ano, a regra para o rendimento é de 70% da taxa Selic somado à Taxa Referencial. Isto faz com que a poupança não apresente bons resultados sobre o capital aplicado.

    Além disso, a sua rentabilidade costuma ser prejudicada pela inflação. Então, se o dinheiro não acompanha o aumento dos serviços básicos e produtos, o investidor acaba perdendo poder de compra ao longo do tempo.

    CDB – Certificado de Depósito Bancário

    CDB é um investimento em renda fixa, emitido pelos próprios bancos com a intenção de financiar suas atividades através desta captação de recursos. O rendimento do Certificado de Depósito Bancário pode ser prefixado, pós-fixado ou híbrido.

    Prefixado

    Nesta modalidade, uma taxa é acordada entre o investidor e o banco para a remuneração do título. Com isso, o investidor sabe no momento da aplicação quanto vai receber ao final do prazo.

    Pós-fixado

    Os títulos pós-fixados possuem a sua remuneração atrelada a um indexador. Para o CDB, a rentabilidade normalmente fica atrelada ao índice CDI. Desta forma, o investidor consegue ter uma noção do rendimento do seu título, mas só vai saber ao certo quanto receberá no momento do resgate.

    Híbrido

    Esta modalidade é a junção do prefixado e pós-fixado. Isto é, o título tem uma parte de sua remuneração prefixada e uma parte é atrelada a algum indicador da economia.

    Poupança e CDB – Vantagens e desvantagens

    Como você já entendeu o que significa o investimento CDB e a poupança, confira a seguir alguns dos seus pontos positivos e negativos.

    Poupança CDB
    Vantagens Desvantagens Vantagens Desvantagens
    É isenta de Imposto de Renda (IR). Comparada a outras opções seguras, o seu rendimento deixa a desejar. Possui a garantia do FGC. Não é isento de Imposto de Renda (IR).
    Possui a garantia do FGC. A rentabilidade pode ficar abaixo da inflação. Pode oferecer liquidez diária.  
    Prática e acessível. Sacar o dinheiro antes da data de aniversário faz perder o rendimento do período. Rendimento maior que a poupança.  

    Mesmo que você já tenha o conhecimento sobre esses dois investimentos, e já entendeu quais são as suas vantagens e desvantagens, é interessante que você considere qual é o rendimento real de cada investimento.

    Na maioria das vezes, a poupança não consegue entregar valores acima da inflação, fazendo com que o poder de compra do seu dinheiro diminua. Ou seja, este investimento não possui um bom rendimento e ainda pode fazer o investidor “perder” dinheiro.

    Já o CDB, por mais que aconteça o desconto do IR, consegue apresentar um rendimento melhor que a poupança, sem perder a segurança. Por fim, não deixe de alinhar sua estratégia com seus objetivos e o seu perfil de investidor. E, caso tenha alguma dúvida, converse com profissionais qualificados do mercado.

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    7 aplicativos para controle de gastos: cuide do seu dinheiro em 2019

    18 de dezembro de 2018

    7 aplicativos para controle de gastos: cuide do seu dinheiro em 2019

    Com a proximidade de 2019, é bastante comum que as pessoas comecem a fazer uma retrospectiva sobre tudo que ocorreu nos últimos meses. São pontuados as conquistas, os erros e também os objetivos almejados para o próximo ano.

    Se você não conseguiu ter um bom controle de gastos em 2018, aproveite o momento para se reorganizar e fazer o seu dinheiro conquistar resultados positivos.

    Pensando nisso, reunimos alguns aplicativos que podem te ajudar a controlar os seus gastos em tempo real, melhorando a cada dia a sua saúde financeira.

    • 1) GuiaBolso – aplicativo sem nenhum custo
    • O aplicativo GuiaBolso é uma boa opção gratuita onde é possível sincronizar mais de uma conta ou cartão. No entanto, caso queira, também é possível registrar manualmente os gastos e as receitas.

      Cada transação é categorizada automaticamente pelos marcadores do aplicativo, como por exemplo: Lazer, Transporte e Alimentação.

      Para quem se interessar, o GuiaBolso oferece uma simulação de empréstimos e consulta sobre a situação do CPF.

    • 2) Organizze – com versão empresarial
    • A ferramenta online Organizze vem facilitando a vida de muitas pessoas. É possível escolher a versão gratuita ou paga. Além disso, é possível utilizar o aplicativo com a internet desabilitada. Ele consegue salvar todas as informações e as transfere assim que a conexão for estabelecida.

      As empresas e startups também podem fazer controle das finanças com o Organizze. Com ele, é possível acompanhar os relatórios das contas a pagar e receber, armazenar os dados dos clientes e fornecedores, emitir notas fiscais e acompanhar a saúde da empresa com relatórios e gráficos fáceis de entender.

    • 3) Minhas economias – gerenciador de sonhos
    • O aplicativo Minhas economias organiza as contas pessoais e seu orçamento. É possível controlar os gastos e verificar como anda a saúde financeira através de relatórios e gráficos.

      O interessante deste aplicativo é o gerenciador de sonhos que ajuda as pessoas no controle de gastos para conseguir poupar dinheiro para alcançar um objetivo específico.

    • 4) Mobills – gerenciador financeiro gratuito
    • Com o aplicativo Mobills, você pode configurar para receber lembretes por e-mail ou notificação no aplicativo de contas que estão para vencer.

      Você pode utilizar a versão gratuita ou paga. Além de acessar pelo aplicativo, também é possível utilizar o Mobills pelo computador.

    • 5) Moni – exclusivo para iOS
    • O aplicativo Moni foi desenvolvido para gerenciar gastos e controlar suas despesas.

      Não é possível categorizar as despesas, mas é possível organizá-las numa lista, e registrar comentários para cada gasto ou entrada de capital.

    • 6) Wally – facilidade no controle de gastos
    • O aplicativo Wally é bastante fácil de utilizar. Você vai precisar registrar a sua receita e as suas despesas. Desta forma, o aplicativo consegue apresentar o seu orçamento diário e onde você gasta mais o seu dinheiro.

      O interessante deste aplicativo é que possui um scanner de recibos. Com isso, você pode digitalizar esses recibos e jogar fora todos os papéis posteriormente. Não existe versão paga deste aplicativo, ou seja, todas as funcionalidades são gratuitas.

    • 7) Meu dinheiro – metas de economia
    • Ao logar no aplicativo Meu dinheiro, é possível controlar as contas a pagar, a receber, fluxo de caixa, saldos, faturas de cartões de crédito, metas e orçamentos.

      É possível cadastrar todos os lançamentos e verificar no gráfico as despesas e receitas de diversas categorias. Esta ferramenta pode ser utilizada para controle financeiro pessoal e empresarial.

      No geral, esses aplicativos de controle de gastos são excelentes oportunidades para você verificar onde está gastando mais, e com isso conseguir economizar.

      Assim que você conseguir economizar nos seus gastos, e juntar um valor significativo, é interessante realizar um investimento em opções mais rentáveis que a poupança.

      A poupança não possuir um bom rendimento, esta estratégia pode ser interessante para as pessoas que estão começando a juntar dinheiro e precisam de uma alternativa segura para guardá-lo.

      O ideal é buscar opções mais rentáveis, seja na renda fixa ou seja na variável. Tesouro Direto, CDB, Letras de Crédito e a Bolsa de Valores oferecem oportunidades que podem render mais que a caderneta e ajudar quem deseja realizar grandes sonhos.

    Convidados

    Saiba como proteger seu dinheiro da inflação em 2019

    6 de dezembro de 2018

    Saiba como proteger seu dinheiro da inflação em 2019

    Certamente você já passou pela experiência de guardar dinheiro durante um bom tempo com a finalidade de comprar algum tipo de produto e quando imaginou que tinha conseguido juntar todo o dinheiro necessário, descobriu que o preço daquele produto havia subido.

    Isso acontece com bastante frequência na economia brasileira, fazendo com que seja necessário manter seu dinheiro protegido dos efeitos da inflação.

    O que é a inflação?

    A inflação acontece quando existe uma grande quantidade de dinheiro circulando no mercado, que automaticamente faz com que os preços e grande parte das mercadorias comercializadas em todo o país tenham seus preços elevados.

    Quando a inflação está em alta, é comum que o retorno de investimentos considerados ótimos seja corroído.

    Se, por exemplo, você tem uma aplicação financeira com rendimento anual de 3%, significa que você ficou 3% mais rico no último ano. Porém, quando a inflação do período é considerada, esse rendimento tende a mudar, quase sempre para pior.

    Caso a inflação acumulada no último ano seja de 4%, e os rendimentos da sua aplicação foram de 3%, significa que você na verdade acabou ficando 1% mais pobre.

    Por isso, quando se pensa em fazer qualquer tipo de aplicação financeira é preciso levar em conta a inflação para que seja possível saber qual é o retorno real obtido.

    Investimento em ações

    Uma das melhores maneiras de proteger o seu dinheiro dos efeitos da inflação é aplicar pelo menos uma parte do montante em ações.

    As ações negociadas na bolsa de valores representam partes de uma empresa, que podem ser adquiridas por qualquer pessoa física, bastando para isso possuir uma conta em uma corretora de valores.

    Por mais que muita gente sinta arrepios só de ouvir falar em ações e bolsa de valores e os riscos que esse tipo de investimento oferece, é possível fazer bons investimentos sem correr riscos desnecessários.

    Existem várias empresas que são bastante sólidas, e suas ações são ótimas formas de proteger o seu capital da inflação, mesmo que seus preços estejam em baixa no momento da sua compra. Existe uma grande chance dessas ações se valorizarem no longo prazo, com taxas de retorno bem superiores à inflação.

    Investimento em imóveis

    Além de ser um sonho de grande parte dos brasileiros, a compra de imóveis pode ser uma boa alternativa para proteger o seu dinheiro dos efeitos corrosivos da inflação.

    Diversos motivos podem fazer com que o preço de um apartamento, por exemplo, aumente 20% mesmo antes da entrega das chaves aos moradores. Um prédio de apartamentos que anda está em construção que tem como vizinho um projeto de construção de um shopping center, por exemplo, provavelmente terá seu valor elevado.

    A aquisição de imóveis como forma de proteção do seu capital pode ser bastante interessante já que além do aumento do valor de venda da propriedade, ainda é possível fazer a sua locação, transformando-o em um gerador de renda constante.

    Com todas essas possibilidades, comprar um imóvel pode ser um processo complexo em alguns casos, e por isso a contratação de advogados para orientação e atuação na negociação pode ser necessária.

    Conclusão

    Poucas coisas na vida são tão certas quanto a morte e o poder corrosivo da inflação. Por mais que ela passe por um bom tempo sob controle, certamente os momentos onde ela irá disparar e acabar com boa parte do poder de compra das pessoas chegará.

    Por isso é preciso conhecer maneiras de deixar seu dinheiro protegido para que ele se desvalorize o mínimo possível sempre que a inflação ressurgir com força na vida dos brasileiros.

    Convidados

    Como investir o 13° salário: 5 opções rentáveis para aplicar seu dinheiro

    30 de novembro de 2018

    Como investir o 13° salário: 5 opções rentáveis para aplicar seu dinheiro

    Novembro e dezembro são os meses em que, normalmente, trabalhadores, aposentados e pensionistas recebem o décimo terceiro. Nesse momento, apesar de muitas pessoas esperarem esse dinheiro para quitar contas atrasadas, há quem planeja aplicar a quantia. Por isso, saber como investir o 13° salário corretamente é fundamental para ter bons resultados.

    Durante muito tempo, a poupança foi a principal escolha dos brasileiros que queriam poupar dinheiro. Entretanto, atualmente, o cenário não é favorável à caderneta, pois seu rendimento mensal por vezes não consegue acompanhar a inflação

    Além de não conseguir acompanhar a inflação, outro fator que colabora para a perda de popularidade da poupança é a acessibilidade a outros tipos de investimentos. O desenvolvimento de formas mais simples de investir em títulos de renda fixa ou variável fez com que fosse possível encontrar opções mais rentáveis para aplicar dinheiro.

    Veja 5 opções para investir o 13° salário:

    1. Tesouro Direto

    O Tesouro Direto é um programa do Governo Federal criado em 2002, com o objetivo de facilitar a compra e venda de títulos públicos pela internet e por pessoas físicas. De uma maneira bem simples, é possível dizer que este investimento é uma forma de emprestar dinheiro para o governo realizar obras de infraestrutura e depois receber a quantia no prazo combinado somada aos juros.

    Investir no Tesouro Direto é uma alternativa que atrai muitas pessoas interessadas em boa rentabilidade e segurança. Em outubro deste ano, as vendas do Tesouro Direto atingiram R$2.084,8 milhões, maior número desde março de 2017.

    A segurança deste tipo de investimento é um dos seus diferenciais, segundo dados do governo, estes títulos representam menos de 1% da dívida pública. Assim, não é preciso se preocupar em não receber o dinheiro ao final do período determinado.

    2. Certificado de Depósito Bancário

    O CDB tem a mesma característica do Tesouro Direto: também pode ser entendido como um tipo de empréstimo, entretanto é destinado a bancos. As instituições financeiras usam esses títulos para financiar suas atividades e, após o período determinado, pagam aos investidores o valor acrescido dos juros.

    A garantia deste investimento fica por conta do FGC, o Fundo Garantidor de Créditos. Essa entidade garante o ressarcimento aos investidores, segundo alguns critérios, caso a empresa que emitiu o título declare falência, por exemplo

    3. Letra de Crédito Imobiliário

    Letra de Crédito Imobiliário, ou simplesmente LCI, é um tipo de título emitido por instituições financeiras com a intenção de financiar empreendimentos imobiliários. Assim como o Tesouro Direto e o CDB, a LCI é um tipo de investimento de renda fixa, ou seja, seu funcionamento acontece de forma muito parecida:

    Uma instituição financeira emite os títulos para que investidores possam comprá-los, após o período estabelecido no momento da compra, a instituição devolve o dinheiro junto com os juros acordados.

    Um dos principais diferenciais deste tipo de investimento é o incentivo do governo, que acredita que a venda destes títulos é importante para a economia do país. Dessa forma, pessoas físicas que investem em LCI são isentas do pagamento do Imposto de Renda.

    4. Letra de Crédito do Agronegócio

    Este investimento, que é conhecido como LCA, funciona de forma idêntica à LCI. A única diferença é a finalidade dos títulos, já que neste caso eles são usados para financiar atividades agropecuárias.

    Vale a pena destacar que tanto os investimentos em LCA, quanto em LCI, também são assegurados pelo FGC. Sendo assim, mesmo que aconteça algum problema com a instituição que emitiu os títulos, os investidores conseguem receber o dinheiro que foi investido.

    5. Bolsa de Valores

    Investir na Bolsa de Valores pode representar a oportunidade de buscar rendimentos melhores, comprando ou vendendo ações de empresas mundialmente conhecidas ou mesmo negociando contratos futuros de commodities.

    Como estamos falando sobre investir o 13° salário, é bom saber que esta época do ano pode ser uma boa hora para começar a investir na Bolsa. Este ano, o número de pessoas que fizeram investimentos nessa modalidade ultrapassou todos recordes, chegando à marca de 730 mil pessoas, segundo dados da própria B3.

    Antigamente, muitas pessoas tinham medo desses investimentos devido ao risco e à oscilação do mercado. Entretanto, hoje em dia há ferramentas que suavizam os riscos, apresentando as chances de perda e ganho em cada transação realizada. Além disso, é importante entender cada papel que é negociado, avaliando todas as possibilidades e variações que podem acontecer.

    Para as 5 opções apresentadas é possível investir com praticidade, por meio de plataformas online. Portanto, na hora de definir como investir o 13° salário, não é preciso mais se prender a opções que podem não ser tão rentáveis.

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    Investimento: confira porque o ramo da beleza será um grande setor de investimento em 2019

    11 de outubro de 2018

    Um dos ramos de investimento que promete trazer muito retorno para quem estiver disposto a investir é o ramo da beleza, isso porque, segundo pesquisas o Brasil é o terceiro país do mundo com o melhor mercado em relação a beleza e esses números tendem a aumentar ainda mais no ano de 2019.

    Mesmo com um momento de instabilidade econômica foi comprovado que as pessoas não deixam de manter seus cuidados com a aparência e, ao contrário do que muitos imaginam, estão cada vez mais procurando por especialista que possam elevar sua autoestima.

    Centros de ajuda ao emagrecimento, profissionais em ​transplante capilar​, centros estéticos e biomédicos são exemplos de áreas que houve uma procura significativa durante todo o primeiro semestre de 2018, a procura ainda tende a aumentar e se você está pensando em investir em uma dessas áreas ou em qualquer outra do setor de beleza é importante que leve em consideração alguns detalhes, como:

    1- Descubra se é um setor que te atrai

    É um setor que poderá lhe render um bom dinheiro? Sim, mas para que você tenha sucesso nesse setor é necessário que você tenha afinidade com o mesmo. Assim como em tantos outros ramos para se ter sucesso no setor de beleza é preciso que você se identifique e goste de fazer o que faz, por isso, antes de qualquer coisa pense se isso é realmente algo que lhe atrai.

    2- Fique atento as novidades

    O setor de beleza é um ramo que se aperfeiçoa a cada dia, por isso, é importante que você esteja sempre atualizado para que seu investimento esteja seguro. Empresas de beleza tem como vantagem um percentual baixo de mortalidade, sendo assim, vale a pena buscar cada vez mais conhecimentos dentro do ramo.

    3- Trate bem seus clientes

    Um bom atendimento é um dos primeiros passos para conquistar clientes e fidelizá-los, passe sempre confiança em você e em seus produtos para que todos vejam sua marca como referência. Caso precise, invista em um curso de oratória que irá te ajudar a conversar melhor com cada pessoa.

    Existem centenas de possibilidades para se investir no ramo da beleza, qualquer uma delas, desde que você esteja bem preparado, gerará bons lucros e um bom retorno em relação ao investimento inicial. Se para esse primeiro momento você não estiver pronto para montar uma empresa própria você poderá optar por uma rede de franquias. As redes de franquias são lojas pequenas que levam o nome de uma grandes lojas, formando assim toda uma rede e gerando mais oportunidades sem que seja preciso um investimento tão grande.

    Agora que você já sabe o quão lucrativo o ramo da beleza pode ser é hora de pensar e planejar detalhes sobre  seu investimento. Lembre-se, não existe investimento certo ou errado desde que você faça algo que você goste.

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    Poupar dinheiro: entenda a importância que poupar dinheiro tem sobre sua vida

    10 de outubro de 2018

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    Desde muito pequenos aprendemos o quão importante é poupar dinheiro, seja ele destinado para a compra de um presente no final do ano ou para uma futura graduação. Esse aprendizado é algo de suma importância e que será essencial para o futuro daquele que está poupando, afinal, quanto mais cedo se começa a poupar mais bem preparado para o futuro se estará.

    Quando se deixa a prática de poupar de lado é difícil fazer planos ou se livrar de acontecimentos emergenciais como, por exemplo, a mudança de um emprego ou a necessidade de viajar para um cidade distante. É nesse momento que uma bola de neve se forma, onde dívidas, empréstimos e um nome sujo acaba sendo o resultado final.

    Considerando o cenário econômico em que estamos vivendo e o fato de que ninguém quer como resultado os acontecimentos citados anteriormente, poupar dinheiro se torna algo importante e que não se pode deixar para depois. É de se esperar que você fique um pouco perdido no começo e se pergunte por onde começar, por isso, é importante que você tenha em mente, principalmente, o por que guardar dinheiro.

    VANTAGENS DE GUARDAR DINHEIRO

    O hábito de guardar dinheiro se trata de muito mais do que apenas economizar, significa, principalmente, ter uma segurança e evitar o gasto irresponsáveis em outras coisas. Quando você perde o hábito de poupar acaba gastando mais do que ganha e, com isso, sua liberdade financeira acaba se perdendo, já quando esse hábito se torna frequente aquisições se tornam seguras e sonhos se tornam reais como, por exemplo, aquela cirurgia de abdômen que você tanto pesquisa ou aquela viagem para o exterior que você sempre programa mas nunca consegue realizar.

    PASSOS QUE TE AJUDARÁ A ECONOMIZAR DINHEIRO

    Ter um bom planejamento financeiro é a chave para economizar dinheiro, pois, é ele que te ajudará a cumprir seus compromissos financeiros e alcançar suas metas econômicas. Quando você se compromete a economizar uma porcentagem de sua renda além da força de vontade você precisará ter foco para que seu plano seja honrado e para que sua poupança renda o tanto esperado.

    Firmar um compromisso com você mesmo é outro passo importante para uma boa economia e, quando essa economia é percebida em realizações, o desejo de alcançar objetivos maiores é despertado e, é nessa hora que você poderá aumentar a sua porcentagem de economia por mês, dobrando sua poupança e tendo um resultado final ainda maior.

    Planilhas e anotações poderão ser úteis na hora de determinar o que foi gasto e determinar o que será guardado, mesmo os pequenos gastos devem ser considerados e anotados para que no final sua meta e seu planejamento seja cumprido.

    A saúde financeira, querendo ou não, é o principal fator para que cada pessoa tenha uma vida satisfatória e repleta de realizações. Economizar, poupar e se planejar significa em outras palavras liberdade para ser quem você quiser e viver como desejar.

    Convidados

    O que é e como investir em Fundos Imobiliários

    24 de setembro de 2018

    Como investir em FII

    Muita gente pensa que investir no mercado imobiliário se limita a comprar imóveis, o que não é verdade. Existem diversas formas de investir nesse setor e uma delas é através dos Fundos Imobiliários. Eles possibilitam o acesso de muitas pessoas ao ramo e ajudam a movimentar esse importante setor da economia do país.

    Para entender melhor o que são fundos imobiliários, veja abaixo uma definição simples de como funciona esse investimento. Além disso, você vai conferir alguns passos para começar a investir em FIIs e entender que esse tipo de investimento é muito mais acessível do que se imagina.

    O que são Fundos Imobiliários?

    Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) são condomínios de investidores administrados por instituições financeiras e fiscalizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Assim como outros fundos, alguns investidores se juntam para aplicar seus recursos em uma finalidade específica.

    No caso dos FIIs, os recursos são utilizados em empreendimentos imobiliários como hospitais, shoppings, prédios comerciais e até mesmo títulos de investimento imobiliário como a LCI (Letra de Crédito Imobiliário).

    Nos investimentos em FIIs você compra cotas do fundo, que podem envolver um imóvel físico e pode lucrar com o recebimento de aluguéis, por exemplo.

    4 passos para começar a investir

    Para investir em Fundos Imobiliários é preciso basicamente ter conta em uma corretora de valores e capital disponível para investir. O valor mínimo das cotas costuma ser acessível. É possível encontrar bons fundos em que o valor mínimo fique entre R$90,00 e R$2.000,00.

    Como você pôde ver, não é preciso ter muito dinheiro para investir no mercado imobiliário. E para começar, basta seguir os seguintes passos:

    1. Abra conta em uma corretora de valores

    Você deve estar se perguntando: é preciso ter conta em corretora para investir em FIIs? Sim! As cotas de Fundos Imobiliários são negociadas na Bolsa de Valores e por isso é necessário ter conta em uma instituição que faça a intermediação das negociações.

    Você poderá comprar e vender suas cotas através da plataforma da corretora. Por isso, é importante escolher uma instituição segura, que ofereça bom atendimento e agilidade nas operações. Investir através de uma boa corretora pode tornar a sua experiência com os investimentos muito melhor.

    2. Escolha o Fundo onde quer investir

    Depois de escolher uma boa corretora, é hora de decidir em qual FII você vai investir. Fazer uma boa escolha é muito importante, por isso esse passo merece atenção.

    Muitas pessoas cometem o erro de escolher o Fundo apenas por sua rentabilidade, isso é importante, mas não é tudo. Também é preciso analisar os dados históricos do fundo e a qualidade da administração. Afinal, além de rentável ele precisa ser seguro.

    No que diz respeito à rentabilidade, uma forma de identificar se o Fundo é interessante ou não, é dividindo o valor dos aluguéis pelo valor das cotas do fundo. Se no fim das contas o rendimento for superior aos oferecidos por investimentos de renda fixa, isso quer dizer que vale a pena comprar cotas desse Fundo.

    3. Envie a ordem de compra para a corretora

    Como você já viu nesse post, a compra e venda de cotas é realizada através da corretora de valores. Por isso, depois de abrir a conta e escolher onde vai investir, o próximo passo é fazer login e enviar a ordem de compra, assim como acontece no Mercado de Ações.

    Você vai precisar preencher os seguintes dados:

    • O código de negociação do fundo escolhido.
    • A quantidade de cotas que você deseja comprar.
    • O preço que você está disposto a pagar por cada cota.

    Se houver alguém disposto a vender as cotas no preço que você se disponibilizou a pagar, o negócio é realizado e você será o mais novo cotista do fundo.

    4. Acompanhe o desempenho do fundo

    Depois de se tornar cotista, você começará a receber periodicamente os lucros gerados pelo fundo. Mas não pense que suas tarefas terminam por aqui. É muito importante que você acompanhe de perto o desempenho do fundo para evitar surpresas, principalmente as desagradáveis.

    Vale a pena investir em FIIs?

    Investir em Fundos Imobiliários vale a pena em um cenário de baixa na taxa de juros. Quanto menor a taxa Selic, taxa básica de juros brasileira, melhor tende a ser a performance desse tipo de fundo. Isso porque seu desempenho geralmente é inversamente proporcional ao crescimento da Selic.

    No cenário inverso, quando há alta na taxa básica de juros, muitos investimentos em renda fixa costumam a ser mais atrativos, por possuírem sua rentabilidade atrelada à Selic, além de oferecerem menos riscos que os Fundos Imobiliários.

    Investir em FIIs também vale a pena quando o investidor pretende proteger seu capital da inflação, já que eles geralmente são atualizados por indicadores de preços como o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) e o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que medem a inflação.

    Viu como investir em Fundos Imobiliários pode ser mais simples e acessível do que você imaginava? Eles podem ser uma boa opção para seus investimentos dentro dos cenários descritos acima.

    Agora que você já conhece um pouco mais sobre os FIIs, poderá avaliar se eles são uma boa opção para compor sua carteira. Lembrando-se, é claro, que os investimentos ideais para você são aqueles que estão de acordo com o seu perfil de investidor.