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    Como emitir a segunda via da fatura do cartão Carrefour

    27 de setembro de 2016

    Veja neste artigo algumas dicas de como emitir a segunda via da Fatura Carrefour e efetuar o pagamento sem burocracia!

    Hoje em dia existem diversas formas de emitir a segunda via de suas faturas, seja por internet, telefone ou até mesmo na própria loja do Carrefour. Mas para facilitar ainda mais, o Carrefour dispõe de um serviço online com diversas informações e uma delas é a emissão da segunda via da fatura, visto que atualmente muitas faturas não chegam em nossos endereços residenciais, por inúmeros motivos.

    Para emitir a segunda via da Fatura Carrefour, basta acessar o site Carrefour Soluções Financeiras e clicar na opção “Área do cliente”, que está localizado do lado direito na parte superior do site.

    Após isso, basta preencher com seus dados de cadastro. Caso seja seu primeiro acesso, será necessário realizar um breve cadastro, clicando na opção abaixo “Primeiro Acesso? Clique aqui”.  Após isso encontre no site a opção para solicitar o fechamento da fatura e a impressão da segunda via.

    Existe também outras formas para solicitar a segunda via da fatura, além da internet. Você poderá ir até uma loja Carrefour mais próximo de sua residência e solicitar diretamente com os funcionários da Central de atendimento ao cliente.

    Para saber mais informações sobre segunda via de faturas, cartões Carrefour, descontos e muitos mais, basta entrar em contato através dos telefones abaixo:

    • São Paulo e Regiões Metropolitanas
      • 4004 – 6200
    • Demais Localidades
      • 0800 709 6200

    Se você deseja emitir segunda via de outras faturas, como: Fatura Hipercard, Fatura Itaucard, Fatura Casas Bahia, Fatura Riachuelo etc, basta acessar o blog Fatura cartão de crédito.

    Dívidas de cartões de crédito, dívida de cartão de crédito

    Geral

    4 situações que desvalorizam seu dinheiro

    19 de setembro de 2016

    É óbvio: ninguém gosta de perder dinheiro. Mas às vezes a correria do dia a dia, a desinformação e a falta de planejamento podem atrapalhar os resultados de nossos investimentos.

    Para não cair em armadilhas, muitas vezes quase imperceptíveis, o melhor a se fazer é manter as finanças sempre em ordem. Pesquise, examine, verifique, estude e planeje sempre mais e melhor. Ter disciplina pode soar como algo muito trabalhoso, mas no fim das contas compensa bastante.

    Se mesmo assim surgir dúvidas, não se preocupe. Não tenha vergonha de pedir ajuda a pessoas que você confie e que tenham qualificação adequada para te auxiliar da melhor forma possível.

    Saiba como evitar situações nocivas ao seu dinheiro e valorize ainda mais o resultado do seu trabalho. Deste modo, fica mais fácil sair do aperto e realizar todos seus sonhos! Confira agora 4 situações para ficar de olho e evitar a desvalorização do seu dinheiro:

    1. Aplicar na Poupança
    2. Preferida por grande parte dos brasileiros, a poupança costuma ser o primeiro lugar que vem em mente quando se fala em poupar. Contudo, guardar dinheiro na caderneta já não é mais uma boa opção. Com a inflação nas alturas, seu capital corre grandes riscos de se desvalorizar. Ou seja, seu poder de compra diminuirá com o passar do tempo.

      Para se ter uma ideia do declínio desta modalidade, nos últimos oito meses de 2016 houve recorde de saques na poupança. Entre janeiro e agosto, o volume de retiradas totalizou cerca de R$ 48,1 bilhões em saques.

      O motivo principal dessa derrocada é a desaceleração econômica, que fez com que o rendimento poupança apresentasse um desempenho ruim este ano. Por conta disso, os brasileiros estão ficando ainda mais interessados em encontrar investimentos melhores para fazer seu capital render mais.

    3. Não diversificar investimentos
    4. Pegar todo o dinheiro e colocar em um mesmo lugar? Melhor não. Uma excelente saída para não sofrer com a desvalorização é diversificar sua carteira de investimentos. Isso significa planejar e distribuir seu capital em diferentes aplicações.

      Essa diversificação vai diminuir suas chances de ficar exposto a riscos caso algo dê errado, como a falência de um banco ou empresa. Um exemplo de investidores que fazem bom uso dessa estratégia são os que operam na Bolsa de Valores.

      Muitos deles montam uma carteira de ações variada levando em consideração as perspectivas de longo prazo de empresas em diferentes setores. Deste modo, por exemplo, eles podem ser donos de papeis da Petrobras (PETR4), Itaú (ITUB4) e Ambev (ABEV3) simultaneamente.

    5. Retirar a aplicação antes do previsto
    6. Ter liberdade para sacar dinheiro a qualquer momento é uma excelente vantagem. Porém, exigir liquidez diária pode significar uma queda expressiva no quesito rentabilidade. Existem bons investimentos que oferecem essa possibilidade, exemplo disso são alguns tipos de CDB (Certificado de Depósito Bancário).

      Essa questão também deve ser analisada caso haja incidência de Imposto de Renda. Existem investimentos que possuem alíquota decrescente, ou seja, quanto maior a duração daquela aplicação, menor será o valor do imposto pago pelo investidor. Por isso mesmo, é importante refletir bastante sobre o prazo que deseja contratar, caso contrário a situação pode trazer rendimentos abaixo do esperado.

    7. Taxas administrativas
    8. Quem decide aplicar dinheiro deve ficar atento ao valor das taxas administrativas. Encargos de manutenção podem diminuir drasticamente a rentabilidade de determinado investimento. Para não ver seu capital desvalorizado, a dica é pesquisar bastante.

      De nada adianta olhar apenas o potencial de retorno e não verificar as taxas que serão cobradas pela instituição financeira. Mesmo quem investir em renda fixa em tempos de Selic alta, corre o risco de ter um retorno abaixo do esperado por causa da incidência de taxas administrativas.

      Uma situação semelhante pode ocorrer para os investidores em renda variável. Os preços de corretagem podem variar bastante e influenciar a rentabilidade dos investimentos. Por isso mesmo, além de saber como investir na bolsa de valores, é importante pesquisar qual a melhor corretora de acordo com os objetivos do investidor.

      As situações que podem desvalorizar o dinheiro são mais comuns do que muita gente pensa. Porém, com organização e atenção é possível evitar esses pontos de conflito.

      Aproveite estas dicas para eliminar circunstâncias prejudiciais ao seu capital e comece a ter resultados financeiros cada vez melhores!

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    Como gastar menos do que se ganha?

    26 de julho de 2016

    Gastar menos do que se ganha é um desafio imenso para diversas pessoas. Elas procuram no mínimo empatar as entradas e saídas, porém, a realidade é outra, na maioria das vezes elas gastam muito mais do que se ganha.

    Como não conseguem fazer sobrar dinheiro no final do mês, elas recorrem imediatamente aos créditos que possuem as maiores taxas de juros: como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito.

    Esse círculo vicioso só pode levar ao endividamento e consequentemente a inadimplência. Esse fator ainda possui um agravante, elas muitas vezes emprestam o nome para terceiros e acabam tendo que arcar com a dívida devido a incapacidade de pagamento de outrem.

    Gastar menos
    Gastar menos

    Mal conseguem gastar menos do que se ganha e por não ter coragem de dizer NÃO, acabam aumentando ainda mais a sua derrocada financeira. Assuma o controle de sua vida e sinta os benefícios que uma vida organizada pode proporcionar.

    Coloque em prática os 5 passos abaixo para gastar menos do que se ganha.

    1. Mapeie as suas Despesas

    Algumas vezes você pode sair com algum dinheiro trocado e no final do dia refletir sobre onde gastou o dinheiro e chegar a conclusão de que não tem idéia de onde foi gasto tal valor. Isso soa familiar?

    Bem, se isso vem acontecendo constantemente, já passou da hora de você fazer e manter um controle de despesas para saber onde está gastando o seu dinheiro.
    Durante um mês registre tudo, absolutamente tudo que você gasta como por exemplo: um cafezinho, uma gorjeta uma bala, juros cobrados do cheque especial e cartão de crédito. Anote desde os grandes até os pequenos gastos.

    Você poderá se surpreender com o tamanho do vazamento em seu orçamento. Mas, terá consciência sobre o que precisa fazer para gastar menos do que se ganha.

    2. Analise suas despesas.

    Reúna todos os integrantes da família e analisem todos os gastos efetuados dentro do mês. Efetuem uma análise minuciosa e não deixem passar nenhuma despesa.

    Verifiquem quais são as despesas supérfluas e quais são os desperdícios. Você sabe identificar a diferença?

    Supérfluos

    São gastos que não são essenciais em o nosso dia a dia, porém, nos proporcionam algum prazer ou momentos de felicidade.

    Desperdícios

    São gastos que também não são essenciais em nosso dia a dia e, ainda por cima, não agregam valor a nossa vida e nem proporcionam momentos de prazer ou felicidade.

    Sabendo a diferença e analisando quais são os gastos supérfluos e os desperdícios, você pode primeiro eliminar os desperdícios de seu orçamento, já que não proporcionam nenhum benefício.

    Caso ainda não consiga fazer sobrar dinheiro no final do mês, analise e corte alguns supérfluos de seu orçamento sem no entanto prejudicar a sua qualidade de vida.

    3. Analise como está gastando seu dinheiro.

    Da mesma forma que você analisou as duas despesas, você deve analisar todos os seus gastos a partir de agora.

    Verifique se esses gastos serão supérfluos ou somente desperdícios. Para te ajudar a saber a diferença, efetue a seguinte pergunta: Esses gastos estão me proporcionando momentos de felicidade e agregando valor a minha vida?

    Caso a resposta seja positiva, não pense duas vezes em efetuar esse gasto. Porém, se você realmente sentir que nada lhe será acrescentado não prossiga em frente. Com certeza essa despesa te proporcionará um grande arrependimento no futuro.

    4. Evite o consumo excessivo

    Algumas pessoas possuem a tendência de serem compradores compulsivos, porém, para conseguir gastar menos do que se ganha será necessário evitar tal comportamento a todo custo.

    No inicio pode ser muito complicado, pois tal hábito já está enraizado em seu dia a dia. Neste caso será necessário muito compromisso, esforço e dedicação para evitar a o consumo excessivo.

    Para auxiliar nesse processo, você deve conseguir responder às seguintes questões ao se deparar com uma oportunidade de compra:

    – Eu Quero?
    – Eu Posso?
    – Eu Preciso?

    Eu quero?

    Essa pergunta geralmente apresenta um sonoro sim, pois você avista o objeto de desejo e logo lhe vem a vontade de obtê-lo.

    Eu posso?

    Geralmente, a resposta dessa pergunta será negativa. Você tem o desejo de obter o objeto, mas o seu orçamento está sempre comprometido e no limite. Você não está conseguindo gastar menos do que ganha e fazer sobrar dinheiro no final do mês. Portanto, não seria adequando adicionar mais um gasto em seu orçamento.

    Eu preciso?

    Essa pergunta é sedutora. Pode proporcionar inúmeras interpretações. Você pode apresentar diversos motivos que ateste que você precisa daquele objeto, assim como, pode aparecer alguns poucos motivos que confirme que esse objeto não será necessário. Na maioria das vezes sempre reina o lado da necessidade.

    É importante que você seja sincero em relação as suas reais necessidades. Você estará enganando a si mesmo e prejudicando o seu orçamento caso não seja realista com a capacidade de seu orçamento e julgamento.
    5. Defina um objetivo.

    Você deve refletir e definir quais são os seus objetivos de curto, médio e longo prazo. Logo após a reflexão, você deve colocá-lo no papel com os devidos valores e prazos para a sua realização.

    Esse procedimento fará com que você utilize o seu dinheiro de forma consciente e inteligente. Uma vez que, todos os seus esforços estarão sendo direcionado para a realização de seus sonhos.

    Outro grande benefício proporcionado pela definição de seus objetivos é exatamente fazer com que você gaste menos do que ganha. Em razão de você definir seus objetivos e estipular quais são os valores destinados a sua realização, você evitará gastar seu dinheiro com desperdício fazendo com que sobre mais dinheiro no final do mês.

    Ao utilizar esses 5 passos, gastar menos do que se ganha será tão natural quanto os outros hábitos do dia a dia. O melhor de tudo é que no final desse processo, você se sentirá muito mais aliviado e realizado por estar cada vez mais próximo de seus sonhos.

    Caso tenha qualquer dúvida, nós do blog Resenha Virtual ou Defenda seu Dinheiro, estamos a disposição para ajudá-lo.

    CLEITON OLIVEIRA

    Life Coach, Educador Financeiro, Especialista em Investimentos e autor do livro Economizar sem perder o prazer de viver – www.resenhavirtual.com.br/blog

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    5 dicas para cuidar melhor do seu dinheiro

    20 de julho de 2016

    O atual cenário econômico tem sido uma grande preocupação na vida dos brasileiros. A taxa de inflação e de juros estão altíssimas. Isso faz com que a taxa de inadimplência aumente a cada dia. Nessa conjuntura, manter o controle financeiro é importante para não passar aperto.

    Com disciplina é possível equilibrar as finanças evitando grandes prejuízos e maximizando lucros, até mesmo durante esse período de grande instabilidade.

    Quer aprender a cuidar melhor do seu dinheiro? Então continue lendo e confira dicas imperdíveis para gerenciar seu capital!

    1. Controle suas finanças

    Se tornar financeiramente estável é o primeiro passo para defender o seu dinheiro. Para isso, é interessante que você saiba seus gastos mensais e se planeje para conseguir poupar algo no fim do mês.

    Ter um controle de gastos permitirá inclusive enxugar seu orçamento. Ficará mais fácil identificar quais são seus gastos supérfluos, já que eles muitas vezes passam despercebidos.

    Todo mundo sabe, mas nunca é demais repetir: não faça despesas que excedam o que você tem para gastar e se organize com antecedência para poder pagar suas contas em dia.

    Implementar um ótimo controle financeiro vai te ajudar a perceber mais claramente para onde vai o seu dinheiro e quais serão as melhores formas de lidar com ele.

    1. Defina sua estratégia

    Traçar objetivos claros e mantê-los em mente te possibilitará definir um plano para atingir o que almeja. Para isso, você precisa definir seu perfil de investidor – se mais arrojado ou mais conservador, por exemplo.

    Isso é importante para que suas metas sejam palpáveis e estejam sempre de acordo com o seus objetivos .

    Ter visão estratégica é determinante para não perder dinheiro e fazer investimentos de maneira inteligente.

    1. Conheça o mercado financeiro

    Aplicar o seu dinheiro em um bom investimento pode ser muito vantajoso. Mas, para saber aproveitar as melhores oportunidades de negócio, você precisa entender o mercado financeiro.

    Conhecer todas as possibilidades que o mercado de ações oferece é necessário para fazer a melhor escolha na hora de investir.

    Portanto, é crucial se informar sobre o mercado, estudar sua dinâmica e quais são as melhores oportunidades de investimento. Deste modo, você poderá decidir qual é a modalidade mais adequada para trazer os resultados desejados.

    1. Diversifique seus investimentos

    Não deixe todo o seu dinheiro aplicado no mesmo lugar, dessa forma, a queda de algum ativo não será tão impactante, uma vez que será limitada a apenas parte dos seus investimentos.

    Além de evitar grandes prejuízos, você também aumenta sua possibilidade de lucros, já que seu dinheiro estará investido em vários tipos de ativos. Para que isso seja possível escolha investir em empresas de diversos setores.

    Ao montar a sua carteira de ações considere o capital que pretende investir. Se você segmentar demais, os seus lucros também podem ficar diluídos, enquanto a não segmentação poderá te trazer prejuízos.

    Além disso, você deve considerar o seu perfil, para entender quais fatores deverão ser considerados na hora de escolher onde investir.

    1. Invista na bolsa de valores

    Se o seu objetivo é a valorização do seu capital, investir na bolsa de valores pode ser uma ótima opção. Muitas pessoas consideram que investir na bolsa é um jogo de azar e preferem deixar o seu dinheiro aplicado na poupança.

    Contudo, o que essas pessoas não sabem é que hoje em dia existem inúmeras ferramentas e indicadores que permitem grande assertividade em se tratando de investimentos na bolsa de valores.

    A análise técnica trabalha com padrões gráficos para conseguir identificar tendências do mercado. Essas tendências podem ser de grande auxilio para escolher qual é a melhor hora de comprar ou vender um ativo.

    Na bolsa de valores é possível, inclusive, utilizar as adversidades do cenário econômico a seu favor para potencializar ganhos! Você pode investir tanto na alta quanto na baixa da VALE5, por exemplo.

    A grande gama de produtos oferecidos permite ótima rentabilidade para todos os perfis de investidor, e não apenas investimentos de alto risco como muitos pensam.

    Além disso, com a alta da inflação, o rendimento da poupança poderá levar à desvalorização do seu capital. Hoje em dia, até mesmo os investidores mais conservadores já estão abandonando a ideia de que a poupança é uma boa opção.

    Para garantir seu futuro financeiro você só precisa de um pouco de planejamento e dedicação. Independentemente de quais sejam seus objetivos, perfil e capital disponível, você pode sempre melhorar a relação com o seu dinheiro!

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    Assessoria jurídica é oportunidade em tempos de crise

    14 de julho de 2016

    Durante períodos economicamente instáveis gastos excedentes com processos trabalhistas, prejuízos contratuais e problemas internos com colaboradores podem representar um ônus excessivamente pesado para uma empresa, principalmente de pequeno e médio porte. Em todos esses casos, a assessoria jurídica de um escritório de advogacia pode ser uma alternativa mais econômica e benéfica ao negócio.

    Quando optar por uma assessoria jurídica?

    A empresa pode optar por contratar uma assessoria jurídica em qualquer momento que julgar necessário, entretanto, em período de crise, a economia viabilizada por esse recurso pode representar uma chance de não desestabilizar as reservas financeiras do negócio. Existem algumas situações que, quando frequentes, podem indicar uma necessidade imediata de um acompanhamento jurídico para evitar prejuízos irreversíveis. São elas:

    Processos trabalhistas em excesso

    Caso a empresa esteja enfrentando um número alto de processos trabalhistas em relação ao tamanho da companhia, pode ser o momento de rever a gestão do negócio e com o auxílio de um advogado investigar quais ações têm colocado a segurança jurídica do negócio em risco.

    O excesso de processos pode resultar em pagamentos de cifras imensas em danos morais, multas e acordos, prejudicando o caixa da empresa. É comum ainda que situações recorrentes façam com que as penalidades sejam aumentadas.

    Prejuízos contratuais frequentes

    Ao elaborar contratos de forma amadora, muitas empresas acabam concordando com cláusulas que as prejudicam no médio e longo prazo, sendo que a recorrência de problemas em contratos pode gerar prejuízos financeiros, além de afetar a imagem da marca no segmento no qual atua. Caso isso ocorra, uma assessoria jurídica deve ser contratada para auxiliar na elaboração de novos contratos e revisão de contratos antigos.

    Problemas internos com colaboradores

    Muitas vezes, a falta de uma instrução jurídica adequada faz com que a empresa e os colaboradores passem a ter desentendimentos relacionados aos diretos trabalhistas. Para evitar que interpretações erradas ou equívocos deem suporte às reclamações dos funcionários, indica-se que todas os processos, diretrizes e modelo de gestão da empresa sejam acompanhados por uma assessoria jurídica.

    Quais os benefícios da assessoria jurídica?

    Por ser fundamental em diversos procedimentos internos de um negócio, a assessoria jurídica torna-se essencial em diversas situações, em especial na crise. Entre as vantagens de optar por esse acompanhamento destacam-se:

    • Segurança financeira: com riscos reduzidos de processos trabalhistas e prejuízos contratuais, a empresa pode garantir a estabilidade das finanças.
    • Redução de custos: ao reduzir gastos desnecessários, sejam com processos e acordos, com impostos indevidos ou com prejuízos de outras naturezas relacionados ao dia a dia do negócio, a empresa reduz os custos operacionais.
    • Crescimento da empresa: unindo a estabilidade das finanças com a diminuição dos custos e a maior tranquilidade para o executivo, cria-se um cenário no qual o crescimento da empresa é mais garantido e os gestores podem utilizar o tempo para as tarefas que realmente importam.

    A assessoria jurídica oferece uma série de vantagens para empresas de todos os segmentos e tamanhos, principalmente em períodos de crise. Pesquise a mais adequada para o seu negócio.

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    Como economizar na reforma da casa?

    20 de junho de 2016

    Para quem ainda pensa em reformar reformar a casa em 2016 vale a pena conferir algumas dicas para economizar neste processo. Isto é bom para que o seu dinheiro não escorra pelo ralo, especialistas na área indicam dicas preciosas para economizar na obra do seu imóvel:

    Não abra mão do projeto

    Contratar o serviço de um arquiteto ou designer de interiores para apoiar uma reforma pode custar de R$ 45 a R$ 100 por m². Você pode pensar que esse gasto é dispensável, mas, na verdade, um bom projeto funciona como um instrumento eficaz para poupar dinheiro. Mais do que um desenho, o projeto define a execução, detalha o quanto cada etapa vai custar e o tempo que vai levar para ficar pronta. As perdas geradas por projetos inexistentes ou mal feitos são enormes e vão da escolha de materiais inadequados ao retrabalho, o que significa atraso no cronograma, desperdício de material e dinheiro jogado fora.

    Negocie sempre

    Você consegue obter descontos em todas as etapas da reforma, especialmente em marcenaria e armários planejados. Por isso, pesquise e pechinche sempre. Na hora de negociar, ter um arquiteto ou designer de interiores ao seu lado pode ajudar a economizar, porque o profissional tem conhecimento sobre os preços e sobre os requisitos técnicos para comparar os produtos. Para driblar o cenário econômico adverso, o varejo tem se esforçado para fechar vendas. Se você está pensando em reformar, pode se aproveitar desse contexto, negociando melhores valores e condições.

    Escolha os materiais de modo inteligente

    Os materiais nobres proporcionam sofisticação ao projeto, mas existem opções que permitem a substituição desses itens sem ter que gastar tanto. É o caso dos porcelanatos que imitam mármores e dos novos revestimentos vinílicos e laminados que podem ser usados no lugar da madeira. Além disso, os fabricantes de acabamentos, de louças e de metais sanitários trabalham com catálogos amplos, oferecendo linhas para atender diferentes padrões e expectativas de preço. Assim é possível encontrar produtos mais baratos mantendo a opção por um fabricante confiável, que garanta qualidade e segurança.

    Faça um planejamento financeiro

    A dica para não passar aperto ao reformar é planejar os gastos. Saber o custo global da reforma é fundamental, por exemplo, para decidir entre fazer toda obra de uma vez ou priorizar algumas áreas. Além disso, há fornecedores com opções interessantes de parcelamento, enquanto outros oferecem descontos significativos caso prefira pagar à vista. Dependendo do porte da obra, algumas empreiteiras dividem o preço total em até seis vezes para pegar todo o serviço. Um orçamento bem executado pode tirar proveito de todas essas possibilidades e auxiliar a tomada de decisão entre usar financiamento bancário, parcelar com o fornecedor ou resgatar uma aplicação para pagamento à vista.

    Tenha bons profissionais ao seu lado

    Na hora de contratar mão de obra, você vai encontrar enorme variação de preço. Por isso, pesquisar e buscar o valor mais justo é mais do que recomendável. Mas tome cuidado para não barganhar demais ou o barato pode sair caro. Se os profissionais não forem competentes, todo investimento pode se perder, seja por conta de quebras e acidentes, seja por causa de atrasos ou pela necessidade de refazer serviços. Para fugir de “pseudo especialistas”, contrate somente profissionais com referência, que trabalhem sob contrato e que cumpram a legislação em vigor.

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    estilo.uol.com.br/casa-e-decoracao/listas/vai-reformar-a-casa-em-2016-veja-5-dicas-para-economizar.htm

    Veja também:

    TGC Engenharia – Engenharia com segurança e responsabilidade ambiental
    http://www.tgcengenharia.eng.br

    Até o próximo post.

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    A China parou de crescer?

    6 de junho de 2016

    A segunda maior economia do mundo vem mostrando sinais de estagnação em seu crescimento. O ano de 2015 o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da China ficou em 6,9%, o pior resultado desde os anos 1990. Esses dados são alarmantes para os investidores brasileiros, uma vez que o país asiático é o principal parceiro comercial do Brasil.

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    Após a crise de 2008, diversos países emergentes – incluindo o Brasil – se alinharam à China em busca de atender à grande demanda por produtos como o minério de ferro, exportado principalmente pela Vale (VALE5), além de insumos agropecuários e petróleo. Um crescimento menor significa, necessariamente, uma demanda menor por essas commodities.

    Moeda desvalorizada

    Outro fator preocupante é a desvalorização da moeda chinesa, o Yuan. Na última semana de maio a presidente do Federal Reserve (FED, o Banco Central Norte-americano), anunciou um aumento nas taxas de juros durante uma palestra na universidade de Harvard.  Atualmente o dólar vale 6,5784 da moeda chinesa, a cotação mais baixa desde fevereiro de 2011.

    No mesmo período o Yuan teve queda de cerca de 0,8% na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Mas, enquanto esses dados preocupam os investidores, na primeira semana de junho um bom sinal deu mais fôlego para as prospecções relativas à economia chinesa.

    PMI estável surpreende analistas

    O PMI (Purchasing Managers Index, Índice dos Gerentes de Compras em tradução livre), considera cinco grandes indicadores para representar a movimentação industrial de um país ou região. São levados em conta produção, entregas de suprimento, níveis de inventário, novos pedidos e desenvolvimento do emprego.

    No primeiro dia de junho desse ano a China anunciou seu PMI oficial em 50,1 pontos, surpreendendo a expectativa de analistas que previam um índice de 49,9. Apesar de parecer pouca, essa diferença separa a contração econômica da expansão, sinalizando um impulso positivo da segunda maior economia do mundo.

    A importância de manter-se atualizado

    Em um contexto extremamente volátil, onde os cenários podem mudar em questão de dias – e às vezes até em horas, manter-se atualizado é muito importante para não ser surpreendido por algum acontecimento e acabar perdendo dinheiro (ou ganhando menos do que o esperado). Muitas vezes um acontecimento na China pode afetar alguns investimentos aqui no Brasil.

    Justamente por isso, essas informações são fundamentais para as pessoas que desejam entender como investir dinheiro em um momento de tantas incertezas. Fique atento aos principais noticiários e lembre-se que não são as notícias que influenciam a volatilidade dos ativos, mas sim a reação dos investidores aos fatos noticiados.

    Convidados

    3 coisas que você pode fazer em seu Home Broker e não sabia

    13 de maio de 2016

    O Home Broker  é uma interface entre o investidor e o mercado financeiro. Quem já opera sabe que através dele é possível comprar e vender ações, controlar sua carteira de investimentos e conferir o extrato da conta. Mas, o que pouca gente sabe é que é possível ir além dessas atividades básicas.

    Existe uma série de coisas que você pode fazer no seu Home Broker que vão muito além dessas atividades primárias. Pensando nisso, preparamos um artigo completo para elevar sua maneira de investir a um novo patamar! Continue lendo e lembre-se de deixar um comentário em caso de dúvida!

    1) Stop Loss

    As ordens de Stop Loss funcionam como um paraquedas que é ativado automaticamente para  minimizar as suas perdas quando o valor de uma ação despenca. O objetivo principal dessa ferramenta é evitar surpresas desagradáveis. A partir do momento que você entende que o mercado de ações possui riscos e que em alguns casos uma ação que você comprou, ao invés de subir como você imaginava, acaba se desvalorizando, nesta hora você não precisa se preocupar em ter seu patrimônio liquidado.

    Ao utilizar o Stop Loss você se programa para expor apenas o capital planejado em sua estratégia de acordo com o seu manejo de risco. Mantendo assim o controle da situação.

    Fica mais fácil entender esse conceito com um exemplo:

    Vamos supor que você possui ações da Empresa Águia em sua carteira e cada papel está avaliado em R$7,50. Você lança uma oferta de venda nesse preço e determina um Stop Loss em R$7,35.

    Isso significa que, caso as ações da Empresa Águia caiam abaixo do preço que você queria vender, o “paraquedas” se abrirá e elas serão automaticamente vendidas quando o preço chegar a R$7,35. Esse mecanismo de defesa evita perdas grandes e é ideal para quem possui uma carteira muito diversificada e complexa.

    2) Cálculos automáticos

    Existem algumas modalidades de investimento na Bolsa de Valores que são negociados em pontos ou que baseiam seus valores em cotações de moedas estrangeiras, como o dólar. Um bom exemplo é o S&P 500, índice que reúne as principais empresas americanas na BM&F Bovespa.

    Na hora de negociar esse ativo, o investidor deve observar o valor de cada ponto, calcular quanto ele vale em dólares, conferir a cotação atual do dólar, fazer a conversão, ver de quantos pontos é formado um contrato, checar se a margem que possui é suficiente para entrar na operação e, ai sim, lançar a ordem.

    Quanto tempo você perde para fazer tudo isso? Justamente pensando em oferecer agilidade para os investidores, os melhores Home Brokers do mercado passaram a oferecer os resultados desses cálculos de maneira automática.

    Isso significa que você já sabe quanto vale cada contrato, qual é a margem necessária para operar e também qual a perspectiva de lucro dessa movimentação. Além da rapidez, o investidor ganha mais agilidade para operar seus contratos, principalmente no Day Trade. Se o Home Broker que você utiliza ainda não oferece isso, converse com seu assessor!

    3) Operação de venda (operar vendido)

    Operar vendido segue o mesmo raciocínio da compra normal de ações. A diferença é que você não tem a ação em questão na sua carteira. Em termos gerais, você vende uma ação a um determinado preço na expectativa de que ela caia. Quando cair, você compra ela mais barato e embolsa o lucro.

    Essa operação também é conhecida como “venda descoberta” ou “Short Selling”. No vídeo abaixo é possível entender com exemplos esse conceito mas, caso ainda tenha alguma dúvida deixe um comentário que responderemos o quanto antes!

    O aluguel das ações não terá nenhum custo a mais se for feito em operação de Day Trade (quando se vende e compra ações no mesmo dia). Para operações que durem mais de 1 dia é necessário pagar uma pequena taxa de aluguel pela operação.

    Essa é uma excelente oportunidade para os investidores lucrarem com um cenário de queda na Bolsa de Valores. A ferramenta se popularizou no país justamente na grande crise de 2008, quando muitos investidores buscavam maneiras de lucrar em um cenário de queda brusca da Bolsa.

    Autoria
    Rafael Bretas, 28 anos, graduado em Jornalismo, MBA em Marketing Digital e autor de artigos em diversas editorias. Integrante da equipe de marketing do Toro Radar é responsável pela comunicação e relacionamento da empresa com parceiros em todo o país.

    3 coisas que você pode fazer em seu Home Broker e não sabia

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    Seguro residencial é caro e vale à pena?

    3 de maio de 2016

    A maioria das pessoas aqui no Brasil, principalmente aquelas que possuem carro, conhecem um seguro auto. O produto, bastante contratado no país, visa proteger o veículo contra os principais riscos que ele corre (como roubo, furto, colisão, quebra de vidros e outros).

    Para quem contrata um seguro de carro, pagar 5% do valor do veículo no seguro é um bom preço. Por exemplo, para um carro que custa 30 mil reais, pagar 1.500 no seguro é um preço justo. Porém, quando falamos de seguro residencial a precificação muda completamente! E, por associar o seguro auto ao residencial, muitas pessoas acabam não conhecendo melhor o produto.

    A conta não é igual ao de um seguro auto. Se a conta fosse a mesma, para uma casa de 500 mil reais, o seguro ficaria 25 mil reais. Muito caro, não?

    Diferente do seguro de carro, os preços do seguro de casa/apartamento geralmente não passam de 0,4% do valor do imóvel. Alguns chegam a 1%, mas somente em caso de coberturas especiais como cobertura de tacos de golfe e cobertura para obras de arte (o que faz sentido já que cobrirá bens de alto valor!). Voltando ao exemplo: um imóvel que custa 500 mil reais, teria o seguro com preço de, em média 800 reais. Um preço honesto para proteger o seu lar doce lar.

    O seguro residencial também tem uma diferença do seguro auto: você declara o valor que você deseja segurar. Isso é ótimo, por exemplo, para pessoas que moram de aluguel e querem proteger somente pertences localizados dentro da casa.

    Além disso, as coberturas de um seguro residencial irão proteger sua casa contra os principais riscos: roubo, furto, danos elétricos, raio, incêndio, vendaval, granizo e tantos outros que podem acontecer a qualquer momento. Sem contar que o segurado conta com assistências 24 horas que irão facilitar muito o dia a dia!

    Como qualquer outra decisão de comprar, contratar um seguro de casa necessita estudo, pesquisa e planejamento. O preço precisa caber no bolso e você deve contratar apenas o que realmente irá usar e incluir nas coberturas apenas seus riscos reais. Por exemplo, se você morar em apartamento, nada de investir em cobertura para área externa, certo?

    Então, se você procura mais tranquilidade para sua família dentro de casa, saiba que um seguro de casa pode ser útil. Estude suas necessidades e orçamento e veja se é ou não uma boa opção para você! 😀

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    Geral

    Franquia: você tem certeza que vai investir?

    27 de abril de 2016

    Certamente muitas pessoas já tiveram esta dúvida. O que será melhor: apostar em um negócio próprio, franquia ou em uma nova marca? Investir no mercado financeiro? Comprar imóveis?

    São muitos os questionamentos que permeiam as ideias de quem tem o objetivo de multiplicar o seu capital, ou pelo menos corrigir o mesmo, para que o poder de compra não se deteriore com o tempo.

    Minha intenção ao escrever este artigo é dar um depoimento com a visão de quem hoje trabalha no mercado financeiro, mas no passado se aventurou com um negócio próprio, sendo mais específico, com uma franquia de uma marca em franca expansão e mais de 600 lojas no país. Porém, nem tudo são flores como pode parecer!

    A verdade sobre a franquia

    Não tenho a intenção de desanimar você, leitor que está apostando nesta ideia ou que até mesmo já é um franqueado, mas apenas esclarecer alguns pontos que envolvem este tipo de negócio para que você não seja pego de surpresa.

    A franquia é um modelo bastante explorado por empresas detentoras de uma certa marca quando querem expandir o seu negócio utilizando o capital de terceiros. Geralmente a ideia desperta interesse no investidor por se tratar de marcas já consolidadas e pelo fato de ser um negócio aparentemente com risco menor do que o de explorar uma nova marca e lançá-la no mercado. No entanto é importante estar ciente de alguns pontos quando se trata de uma franquia:

    1 –  A primeira coisa que o franqueador fará antes de fechar negócio com você será requerer a assinatura de um contrato. Geralmente um contrato padrão no qual você não poderá alterar as cláusulas e caso aconteça algum tipo de disputa judicial provavelmente sairá em desvantagem.

    2 – Tudo na franquia é padronizado! As empresas são muito exigentes e você não terá autonomia para mudar as regras ou os produtos. Caso alguma norma seja infringida você poderá ser penalizado ou até multado. Geralmente um consultor contratado pelo franqueador fará visitas periódicas à loja para verificar se tudo está dentro do padrão exigido.

    3 – Faça uma análise detalhada do ponto no qual deseja instalar sua franquia. Provavelmente será mais fácil para você que já reside ou conhece bem o local, analisar se é realmente um bom ponto ou não.

    4 – Converse com outros franqueados da região para saber se estão satisfeitos e como é o relacionamento deles com a empresa detentora da marca.

    5 – Reflita se você se identifica com o produto e acredita nele, pois caso contrário será muito difícil passar uma boa imagem para os seus clientes.

    6 – Por último, mas não menos importante, saiba que você precisará de tempo para se dedicar ao seu negócio, pois “o olho do dono é que engorda o gado”, e isso não é apenas uma crendice popular!

    Caso esteja convencido de que a franquia é o melhor negócio para você, então pode parar por aqui. Caso contrário, vale a pena prosseguir com a leitura.

    Quais as outras opções para se investir?

    Se você ainda não está pronto para se aventurar em um negócio próprio, não se preocupe, existem outras alternativas para garantir o seu futuro financeiro.

    Vivemos em um país que possui uma das maiores taxas de juros do planeta, e é possível usar isso em benefício próprio. Atualmente, o mercado tem oferecido uma ampla diversidade de produtos para aplicações financeiras com excelente rentabilidade e acessíveis para pequenos, médios e grandes investidores.

    É preciso ficar atento apenas para que a inflação, que também está muito alta, não faça com que seu dinheiro perca valor no tempo e a rentabilidade real da sua aplicação seja negativa ou quase zero, o que tem acontecido com a poupança.

    Então, para ter sucesso com seus investimentos, procure uma equipe de análise com profissionais especializados e tente diversificá-los de forma a proteger o seu capital. Atualmente as corretoras e bancos de investimento possuem opções tanto em renda fixa como para quem quer investir na Bolsa de Valores, o que fará com que você possa diversificar e ao mesmo tempo investir de forma segura a fim de garantir um bom retorno para o futuro.

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    Sobre o Autor

    Bruno Zanon, 30 anos, é Account Manager na Evo Investimentos. Empreendedor, também é autor de artigos sobre o mercado financeiro. Certificado como Agente Autônomo de Investimentos pela Ancord, pós-graduado em Gestão de Negócios e formado em Língua Inglesa pela The English Academy em Dublin, na Irlanda.