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    Administração financeira: 7 dicas para se manter longe do vermelho

    21 de julho de 2020

    Administração financeira: 7 dicas para se manter longe do vermelho

    Descubra como a educação financeira pode te ajudar a ter uma relação saudável com dinheiro

    Os tempos de crise só evidenciam o quanto deveríamos ter tomado mais cuidado com assunto pertinentes da nossa vida financeira quando tudo estava ao menos estável. Em 2020, o brasileiro tem tido muito tempo para pensar sobre isso, já que a pandemia que o mundo enfrenta teve um grande impacto sobre a economia.

    Segundo um levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o endividamento das famílias brasileiras na pandemia já é maior do que na crise de 2014. Em junho de 2020 esse número alcançou novo recorde histórico: 67,1%.

    Isso quer dizer que mais da metade das famílias brasileiras têm contas em aberto no cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal ou prestação de carro e seguro.

    Claro, o contexto em que vivemos tem influência nesses números, mas como falamos no início desse texto, é preciso estar preparado para os tempos difíceis. Mas, como fazer isso? A resposta é: cuidando da sua saúde financeira.

    Manter uma vida organizada não é nenhum bicho de sete cabeças, mas para conseguir isso é preciso entender melhor sobre finanças. Descubra abaixo sete dicas que vão te ajudar a ter uma nova visão sobre o assunto:

    1 – Entenda seu orçamento 

    Como administrar bem o seu dinheiro se você não tem o mínimo controle sobre o que entra e o que sai da sua conta bancária? A primeira dica para sair do vermelho é entender por que você está nele.

    Muitas pessoas usam planilhas para auxiliar nesse momento de mapeamento, você pode inclusive fazer uma de acordo com as suas necessidades.

    Inclua salário, despesas fixas, despesas variáveis, lazer, e até dívidas.

    2 – Aprenda a controlar seus gastos

    Com a sua planilha organizada, vamos ao segundo passo: controle de gastos. Sabendo quanto são os seus ganhos, você consegue ter um maior controle de onde vai o seu dinheiro.

    É muito comum para as pessoas que gostam muito de gastar não gostem de olhar seus saldos, mas saiba que esse é um medo a ser superado. Para que você tenha um uso consciente do seu dinheiro, precisa saber quanto ainda sobra na conta, não é?

    3 – Corte o que é dispensável 

    Quando você colocar todos os gastos à vista e aprender a controlar seus gastos, vai poder ver com mais clareza onde não precisa gastar dinheiro. Comece tentando diminuir os pacotes que você já tem contratado, por exemplo: tv a cabo, internet, plano de celular.

    Se isso ainda não for suficiente para enquadrar seu orçamento, vamos ter que partir para algumas mudanças mais drásticas como eliminar dos seus gastos o que não é essencial para a sua vida (nem que seja por apenas alguns meses).

    Tome isso como uma atitude temporária até que você consiga melhorar a sua vida financeira.

    4 – Renegocie suas dívidas 

    Caso você perceba que as dívidas que você adquiriu estejam começando a apertar o seu orçamento, não deixe que isso vire uma bola de neve. Tome a frente da situação e renegocie o que precisar com as instituições financeiras correspondentes.

    Uma vez que seu orçamento entrar na linha, é a hora de colocar suas dívidas na linha. Converse com o banco e chegue a um valor que consegue pagar, mas lembre-se: ao renegociar uma dívida você precisa arcar com aquela responsabilidade.

    Assumir um novo valor que você ainda não pode pagar só vai piorar sua situação.

    5 – Venda itens que não precisa mais para ter uma renda extra

    O brasileiro tem alguns problemas com o desapego, mas em países como os Estados Unidos, por exemplo, é muito comum caminhar pelos condomínios e se deparar com os famosos Garage sale, que são itens à venda que os moradores da casa não querem mais.

    Com os imóveis cada vez menores, as pessoas acabam ficando sem espaço para novas aquisições e você pode resolver isso colocando itens que não usa mais à venda. A internet hoje possibilita que essa transação seja segura e fácil em sites como OLX, Enjoei ou até o Marketplace do Facebook.

    Esse dinheiro extra pode ser investido e multiplicado, o que pode dar uma turbinada no seu orçamento. Esse dinheiro também pode ir para a sua reserva de emergência, item essencial para quem quer estar sempre pronto quando o assunto é dinheiro.

    6 – Aprenda a investir seu dinheiro

    Uma das maneiras mais inteligentes de preservar o seu dinheiro e fazê-lo trabalhar por você é aprender a investir. Primeiro defina o seu perfil de investidor:

    • Conservador – não gosta de riscos e prefere rentabilidades regulares e às vezes pequenas, mas em longo prazo;

    • Moderador –  prefere correr um pouco mais de riscos em troca de retornos maiores e mais rápidos;

    • Agressivo –  corre altos riscos, de forma controlada, em troca de ganhos muito maiores em menos tempo.

    Depois de traçar o seu perfil, encontre os investimentos que se encaixam nele. Deixar o seu dinheiro parado na poupança é tão ruim quanto deixá-lo guardado debaixo do colchão, como as pessoas faziam antigamente.

    Isso porque a inflação é o pior inimigo do dinheiro parado: com o passar do tempo, o dinheiro desvaloriza e se ele não rende ao menos conforme a inflação, mais do que ganhar dinheiro você perde esse dinheiro.

    7 –  Invista na educação financeira

    Invista também seu tempo no seu aprendizado. Aposte em cursos online com certificado sobre temas que te ajudem a cuidar melhor do seu dinheiro, como finanças pessoais, administração contábil, entre outros.

    Você pode fazer tudo isso online, em videoaulas com materiais exclusivos. O cuidado com o orçamento familiar deve existir sempre, mesmo quando não temos um alto poder aquisitivo.

    Quanto mais organizado você for, melhor vai viver e mais preparado vai estar para lidar com as adversidades que aparecerem.

    Gostou das dicas? Comece a colocar tudo em prática e prepare-se para ter uma vida financeira mais saudável.

     

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    5 dicas para ajudar a começar seu empreendedorismo

    20 de maio de 2020

    5 dicas para ajudar a começar seu empreendedorismo

    Saiba tudo sobre como iniciar um novo negócio e qual a melhor opção para cuidar de seus produtos e estoque para venda

    Começar um novo negócio nem sempre é algo fácil. Mas é muito comum que as pessoas julguem essa tarefa como sendo mais difícil do que ela realmente é na prática.

    Seja venda de produtos por meio de um e-commerce, prestação de serviço com atendimento em domicílio ou venda em lojas físicas, o importante é não desistir da ideia antes mesmo de começá-la.

    Com certeza, dar o pontapé inicial e investir para ter um novo negócio é fundamental para quem deseja ser dono do próprio negócio e sucesso profissional.

    Sabemos que todo novo empreendimento precisa de organização, planejamento e, obviamente, a ação em si. Pensando nisso, criamos uma lista 5 dicas essenciais para começar um novo negócio. Acompanhe a seguir.

    Como faço para começar um novo negócio?

    É importante ficar atento a cada etapa para não se perder em meio a ideias e anotações. Para te ajudar nisso, veja as nossas dicas a seguir:

    1.   Faça uma pesquisa detalhada sobre o seu mercado

    Independentemente do ramo, é indispensável ter uma noção ampla de como funciona o mercado ao qual você deseja que a sua empresa faça parte.

    Qual é o posicionamento dos seus concorrentes e como eles estão performando são alguns dos tópicos iniciais a serem considerados para a pesquisa. Além disso, como fazer para a sua marca ter destaque em meio às outras empresas? Qual o diferencial dela? Caso ainda não saiba, pesquise ainda mais!

    Acredite, apesar do atual cenário econômico do país estar um pouco complicado, saber exatamente onde está investindo pode definir o sucesso ou o fracasso do seu empreendimento.

    2.   Elabore um bom planejamento

    Um planejamento realista e objetivo fará toda diferença para se começar um bom negócio. Quer um exemplo?

    Imagine que o seu novo empreendimento seja vender produtos de forma online. Isto é, em um e-commerce. Além de traçar cada detalhe para a criação do site oficial, além de quem será o profissional responsável por sua gestão, e qual valor que tudo isso demandará, é primordial também pensar na armazenagem dos produtos, por exemplo.

    A mercadoria a ser vendida precisa ficar em um local seguro e que não danifique ou comprometa a sua qualidade e durabilidade. Assim, uma opção que vem ganhando espaço entre os empreendedores e empresas é o self storage. Não sabe o que é? Explicaremos adiante.

    Self Storage: armazenagem com garantia e segurança

    O Self Storage (em tradução livre, auto armazenagem) é uma solução para quem precisa de espaços para estocagem, organização de mercadorias ou apenas para guardar produtos, móveis e itens diversos.

    A empresa SS Self Storage é um exemplo deste tipo de serviço aqui no Brasil. Com unidades em diversos estados – como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Manaus e outros -, a companhia se tornou uma grande aliada dos empreendedores.

    O serviço pode ser adquirido de um jeito muito fácil:

    • Saiba o espaço que você vai precisar, e escolha o seu box a partir disso;
    • Armazene e organize seus produtos dentro do self storage;
    • Tranque e leve a chave com você.

    Simples, não é mesmo? Essa opção de armazenamento tem auxiliado não apenas empresas médias e grandes já consagradas no mercado, mas também os novos empreendedores. Então, não deixe de ficar atento à essa ideia para aplicá-la em seu novo negócio!

    3.   Programe-se financeiramente para não correr riscos

    Não possui ideia de quanto gastará para iniciar um novo empreendimento? Esta etapa é para resolver de vez esse problema.

    Todo projeto tem um custo, por isso é preciso criar um cronograma detalhado sobre os possíveis gastos que acontecerão a curto, médio e, quem sabe, até mesmo a longo prazo. Ou seja, é necessário fazer um planejamento financeiro! Isso indicará se vai ser viável ou não começar o novo negócio, por exemplo.

    Ninguém quer começar uma empresa e meses depois fechá-la por falta de verba, certo? Então, aproveite esse momento e programe-se financeiramente!

    Não importa o setor que a sua empresa atuará, saber os valores que serão demandados é essencial para a vida ativa do seu negócio.

    4.   Invista em comunicação para que seu negócio seja reconhecido pelos clientes

    Como citamos anteriormente, é importante definir qual será o diferencial da sua marca. Contudo, tão importante quanto isso é fazer com que seu público-alvo conheça o seu produto.

    Para isso, tanto empresas com anos de atividade como empreendedores iniciantes estão investimento fortemente nas redes sociais. Facebook, Twitter, Instagram e até mesmo o Linkedin, dependendo do negócio.

    Obviamente, existem outras ações de comunicação que podem ser desenvolvidas em conjunto, como: assessoria de imprensa (para que a empresa seja reconhecida de forma espontânea pelas mídias tradicionais, como jornais, revistas e programas de rádio e TV), marketing e mídia paga etc.

    Dessa forma, o importante mesmo é dar voz à sua empresa. Fazê-la ser conhecida e reconhecida pelos clientes. Não perca tempo e faça um bom planejamento de comunicação para o seu negócio!

    5.    Ponha a mão na massa!

    Chegou a hora de começar o seu empreendimento na prática, no dia a dia do negócio.

    Nesta etapa, toda a pesquisa de mercado terá te ajudado a definir os melhores passos a serem seguidos para o seu projeto. O planejamento precisa estar impecavelmente bem feito, o cronograma financeiro deve estar pronto, mas também ser constantemente atualizado em caso de eventuais mudanças.

    Dedique seu tempo a fazer o seu empreendimento acontecer. Com o produto certo, um bom site no ar, produtos bem organizados e guardados em segurança, além de clientes ansiosos por conhecer ainda mais a sua marca, seu empreendimento terá tudo para dar certo!

    Portanto, lembre-se de dar atenção a cada detalhe, desde a guarda de móveis, ou produtos até o plano de comunicação para os clientes reconhecerem o seu negócio.

    Muitas pessoas, por falta de prática e visão estratégica, acabam desistindo antes mesmo de começarem um novo empreendimento. Bem, esperamos que com as nossas dicas você não seja uma delas.

    Pegue tudo o que aprendeu aqui neste texto e planeje-se o quanto antes para investir em seu novo negócio! Boa sorte!

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    Como estão as relações econômicas em meio à pandemia

    14 de abril de 2020

    Como estão as relações econômicas em meio à pandemia

    Enfrentamos um momento em que deve haver consciência não só nos interesses individuais das nações

    Neste período de pandemia, as relações internacionais são gravemente afetadas. Analisando o cenário atual e contextualizando com o momento que está sendo enfrentado, é de suma importância enxergar como as operações estão ocorrendo e quais os desafios.

    Diferente do que se costuma ver no cenário econômico em períodos de normalidade, enfrentamos um momento em que deve haver consciência não só nos interesses individuais das nações.

    As medidas federais estão em confronto com a ordem mundial, porém o governo de São Paulo está se mostrando ativo no processo de controle à pandemia. Comissões estão sendo realizadas para que o assunto seja conversado e medidas sejam tomadas.

    As principais delas estão ocorrendo por videoconferência entre os chefes de Estados, para que sejam analisadas formas de manter o controle em relação à saúde e para que a economia se mantenha, o máximo possível, em equilíbrio.

    Desta forma, a quarentena, nos países mais conscientizados com a causa, está sendo cumprida à risca.

    Cenário Mundial

    Entre os países mais afetados, estão China, Itália, Espanha, Estados Unidos e Israel. Nestes, há grandes potências mundiais.

    Estes terão que enfrentar uma batalha para se reestruturem. Porém, o desafio maior será para os países com a economia menos estabilizada. Já os listados como economicamente desenvolvidos, terão uma soberania, após a pandemia, sobre os países mais frágeis.

    A distribuição de renda também será atingida, de modo que as empresas de pequeno porte perdão produtividade e, consequentemente, ficarão em falta de recursos a serem repassados aos seus funcionários.

    É um ciclo onde todos serão afetados. Apenas grandes empresas serão privilegiadas com a situação, pois irão comandar o mercado.

    A situação é complicada para todos os âmbitos sociais, no que se refere à paralisação. Mas, embora os campos de atuação fiquem defasados, estudos – realizados por universidades e especialistas em epidemias – comprovam que é a melhor medida a ser tomada.

    Na Itália, já se pode observar os números alarmantes de casos e mortes pelo contágio do coronavírus. Esses dados comprovam que não é o momento de priorizar a economia, tendo em vista a ameaça à saúde que cerca todos os países.

    O fechamento de fronteiras e crise no funcionamento das companhias aéreas (que são as principais afetadas) também trazem resultados impactantes para a economia mundial.

    O turismo, as negociações e qualquer outra necessidade de locomoção entre países, estados e cidades, estão sendo comprometidos e haverá necessidade de reparação, inclusive, com incentivos estatais.

    Cenário Nacional

    No Brasil, houve quedas drásticas nas bolsas de valores, tendo o maior tombo semanal, desde a crise de 2008. Outras nações também apresentaram quedas significativas, com valores históricos. Sendo assim, as bolsas de valores de todo o mundo estão comprometidas.

    Contribuições federais estão ocorrendo por todo o mundo para que a população não fique em descaso. O Ministro da Economia, Paulo Guedes, já instaurou resoluções, como o adiantamento do 13º salário, de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), liberação antecipada do abono salarial, entre outros investimentos e liberação de benefícios.

    Também haverá incentivo dos bancos públicos para liberação de créditos para não afetar a circulação de dinheiro e, assim, não interferir o interesse de grandes empresas investirem no país.

    Para facilitar a importação de materiais médicos e hospitalares, o governo isentou os tributos e pesagem dos caminhões que os transportam. Isso para que a burocracia desses procedimentos não afete o rápido crescimento do vírus.

    Relações entre os países

    Para manter a interação nas decisões e implementações, que afetam os países de forma globalizada, representantes políticos estão, a todo o momento, conectados com as resoluções, para que os países estejam em conformidade.

    Para que as medidas sejam, de fato, executadas, a tradução juramentada – traduções feitas por tradutores públicos para que documentos estrangeiros tenham validade em território nacional – serão de fundamental importância.

    Pois, não só o Brasil, mas todas as nações afetadas estão efetivando estratégias. Sendo assim, muitas determinações que precisam ser aceitas pelas nações, conforme as leis vigentes se adaptarão ao caso.

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    Por que o euro é uma das principais moedas do mundo?

    25 de novembro de 2019

    Cotação do Euro

    Conheça mais a fundo a história de uma das grandes moedas da atualidade

    O euro entrou em circulação 2002 e, eventualmente, se tornou a moeda oficial de 19 dos 28 países da União Europeia. Mas o que desperta curiosidade mesmo é o motivo que levou a moeda a se tornar uma das principais de todo o mundo, sendo, hoje, a segunda mais transacionada – atrás somente do dólar americano.

    Por isso, confira a seguir um breve contexto sobre a história da moeda, conheça os países que utilizam o euro oficialmente e descubra algumas curiosidades sobre o assunto.

    História do euro: como a moeda surgiu?

    Antes de mais nada, é importante abordar o contexto histórico do surgimento da moeda. Para isso, é necessário dar alguns passos atrás, voltando para o período marcado como pós-guerra.

    Afinal, o euro foi resultado de quase meio século de negociações, tratados e discussões, todos eles com o propósito de trazer estabilidade e prosperidade econômica para a região depois da Segunda Guerra Mundial.

    Período pós-guerra

    Depois de finalizada a Segunda Guerra Mundial, em meados de setembro de 1945, a economia dos países da região que hoje é conhecida como União Europeia, encontrava-se totalmente desfalcada. Isso fez surgir a necessidade de tomar alguma atitude rápida a fim de recuperar os prejuízos e “renascer das cinzas”.

    E como a união faz a força, nada melhor do que mudar esse cenário em conjunto. Nesse momento, as relações diplomáticas entre os países europeus começaram a se estreitar, o que deu início a uma série de reuniões e muito planejamento a fim de buscar formas de recuperar a economia do velho continente.

    Adoção do euro como moeda oficial

    Depois de quase meio século de acordos, tratados e debates, em janeiro de 1999 que 12 países adotaram o euro como sua moeda oficial. Além de passarem a utilizar o euro em suas transações, os países da zona do euro teriam que obedecer a três critérios, todos fundamentais para preservar a saúde financeira de cada nação e, por consequência, a força da moeda:

    1) Estabilidade dos preços – Em todas as nações da União Econômica e Monetária, a taxa média de inflação não poderia passar de 1,5% em comparação àquelas praticadas pelos três países-membros com melhores resultados em estabilidade de preços.

    2) Sustentabilidade das finanças públicas – Outro requisito é que o déficit orçamentário não poderia exceder 3% do PIB. Além disso, a dívida pública não poderia ultrapassar 60% do PIB.

    3) Taxas de juros – As taxas de longo prazo não poderiam exceder mais do que 2% a média das taxas de juros dos três países-membros com melhores resultados em estabilidade de preços.

    Quais os países que usam o euro como moeda oficial?

    Na época em que o euro foi “lançado”, os 12 países que passaram a utilizar a moeda como oficial foram os 12 participantes da Comunidade Econômica Européia: Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, Finlândia, Áustria, Espanha, Portugal, Grécia, Itália, Irlanda, França e Países Baixos).

    Anos mais tarde, outros 6 países também toparam fazer parte. São eles: Chipre, Estônia, Malta, Eslováquia, Eslovênia e Lituânia. Hoje, 19 países da europa compõem a chamada zona do euro, além de 4 países fora dessa região que também adotaram a moeda como oficial. É o caso de Andorra, Mônaco, San Marino e Vaticano.

    Por que o euro é uma das principais moedas do mundo?

    Vários fatores tornam uma moeda forte ou fraca, mas o principal deles tem a ver com a relação entre oferta e demanda. O euro é a moeda comum a 19 dos 28 países da União Europeia e é diariamente utilizada por cerca de 338,6 milhões de europeus. Sendo assim, ela acaba sendo a estrela em diversas transações comerciais.

    Aliás, falando em transações comerciais, o dólar americano ainda é a moeda mais transacionada, mas o euro vem logo atrás, em segundo lugar.

    Além da presença da moeda, existem outros fatores que tornam o euro forte, como a situação político-econômica dos países que utilizam a moeda como oficial e todo o contexto do mercado internacional.

    Quais os valores das notas de euro em circulação atualmente?

    Por último, você imagina quais são os valores das notas de euro em circulação atualmente? Assim como o real, as notas de euro podem ser encontradas em diferentes valores e cores: a de 5 é cinza, a de 10 é vermelha, a de 20 é azul, a de 50 é laranja, a de 100 é verde, a de 200 é amarela e a de 500 é roxa. Sim, existem notas de 500 euros!

    Por outro lado existem também as moedas, disponíveis nos valores de 1, 2, 5, 10, 20 e 50 centavos, e também 1 e 2 euros. A aparência pode facilmente causar uma confusão na cabeça dos desavisados, afinal a frente é sempre igual, o que muda é o lado contrário, que varia de acordo com cada país da zona do euro.

    Mas não se preocupe, todas elas são válidas em qualquer um dos 19 países que utilizam o euro como moeda oficial.

    Depois de descobrir tudo isso sobre a moeda oficial de boa parte dos países da europa, dá até vontade de comprar euro, não é mesmo? Nem que seja para guardar até a próxima viagem ou, quem sabe, investir. Afinal, por ser uma das principais moedas do mundo – e uma das mais valorizadas – o euro também é uma ótima opção para quem deseja investir em câmbio.