‘Previdência Privada’ Articles at Defenda Seu Dinheiro

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    Aposentada aos 28 conta como guardava 70% de sua renda

    11 de março de 2017

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    Em uma entrevista realizada no Business Insider (A woman who retired at 28 with $2 million in the bank explains how she saved 70% of her income in New York City) ela acabou contando alguns dos aspectos mais relevantes para que ela conseguisse o feito. No caso dela, um emprego lucrativo (US$ 100 mil anuais) foi essencial para chegar onde chegou, mas as dicas de economia, conforme disse ao site, valem para todos os perfis de pessoas.

    Woman New York City skyline - New York is notorious for its exorbitant prices — but it's still possible to save. (Livingston is not pictured.)

    Mesmo ela vivendo em Nova York, onde os custos de vida são altos, JP Livingston conseguiu se aposentar aos 28 anos com US$ 2 milhões no banco. Durante o tempo em que trabalhava na indústria financeira, ela conseguia guardar 70% de sua renda – isso transformou-se em 60% do dinheiro com que parou de trabalhar, sendo o restante rendimento de investimentos.

    Confira um passo a passo dividido pela jovem investidora:

    1) Identifique suas maiores despesas e corte quanto for possível

    No caso de JP, ela optou por um apartamento mais humilde do que sua renda conseguiria pagar, o que possibilitou que investisse uma quantia maior todo mês.

    2) Compre usado

    A aposentada comprou mobília usada para seu apartamento. De acordo com ela, normalmente as coisas à venda têm menos de um ano de uso – é só escolher bem.

    3) Aproveite as opções da cidade

    Com um apartamento pequeno, JP tinha necessidade de sair de casa para encontrar os amigos. Isso não significa que gastasse muito dinheiro a cada noite de lazer: grandes cidades oferecem opções agradáveis e mais baratas.

    4) Use o conceito de custo por hora

    A cada compra que realizasse, a jovem olhava para o preço e contabilizava a quantas horas de trabalho ele equivaleria. Só então definia se valia a pena gastar.

    Até mais.

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    O fim da aposentadoria

    23 de dezembro de 2016

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    Então, após a tão temida reforma da previdência social sair do papel, será que previdência privada vale a pena?

    É claro que todo o cenário indicava que quem iria pagar por toda essa corrupção era o povo e pior, os aposentados estão na linha de frente. O fim da aposentaria através do INSS, por uma razão simples. Não tem mais dinheiro. Acabou o Brasil. A reforma da previdência proposta pelo governo Temer terá um efeito perverso. Se o objetivo era equilibrar as contas, ela poderá provocar um rombo ainda maior, com uma queda abrupta e acentuada das contribuições. O motivo: com a idade mínima de 65 anos e a necessidade de se contribuir durante 49 anos para garantir o benefício integral, as pessoas mais sensatas chegarão à conclusão de que devem poupar por conta própria, evadindo-se do sistema público.

    O fim do INSS, o fim da aposentadoria, acabou, o Brasil está falido, veja como clicando aqui.

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    E-book – Aposentadoria: Faça seu próprio pé de meia

    Feliz Natal a todos!!!

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    Reforma da Previdência e educação financeira: viver mais custa caro

    2 de setembro de 2016

    Previdência privada vale a pena?

    Um ótimo artigo da Arena do Pavini apresenta diversos pontos onde a reforma da Previdência Social, em discussão no Congresso Nacional, tem a ver com educação financeira. Por incrível que pareça, tem tudo haver. Basta lembrar que o que está em jogo não é só a previdência oficial, o INSS, mas todo o sistema de previdência do país, que será impactado não só pelas mudanças de regras, mas pelo que está por trás delas: o envelhecimento e a maior longevidade da população. E, à medida que as pessoas vivem mais, precisam guardar mais para a aposentadoria. Um problema sério em um país em que a maioria da população não guarda dinheiro e mal sabe controlar seu orçamento. E, com a previdência pública em crise, a aposentadoria dependerá cada vez mais dos esforços de cada um para poupar, alertam os especialistas.

    idosos velhinhos

    Taxa de poupança baixa
    Para o professor Luís Eduardo Afonso, da Universidade de São Paulo (USP), a questão da previdência no Brasil exige um investimento grande em educação financeira, não só para a discussão das mudanças do INSS. Segundo ele, a taxa de poupança no Brasil é baixa, pois o brasileiro guarda pouco, e não só nas classes mais pobres. Portanto, o primeiro passo seria ensinar as pessoas a economizar. “É preciso investir na educação financeira, para que a pessoa tenha condições de manter um nível de poupança que garanta sua aposentadoria no futuro”, afirma.
    O alerta é claro, pois, diante das dificuldades da Previdência pública, a aposentadoria dependerá cada vez mais da poupança dos próprios interessados, como já ocorre nos países desenvolvidos e em vários outros em desenvolvimento que estão reformando seus sistemas.

    Mais idade, mais dinheiro
    O próprio aumento da longevidade da população já exige que todos guardem mais dinheiro para garantir a vida após a aposentadoria, diz Solange Berstein, especialista de Pensão no Mercado de Trabalho do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). “Uma sociedade que vive mais precisa de mais economias”, alerta, acrescentando que a situação da Previdência Social e dos fundos de pensão, se não for bem organizada, pode afetar a taxa de poupança dos países e atrapalhar seu desenvolvimento econômico, provocando déficits que acabarão no colo do Tesouro.

    Por isso, Solange recomenda que, juntamente com as reformas do sistema previdenciário, o governo providencie informações sólidas e amplie a educação financeira para os participantes, aumente a regulação e a supervisão para garantir que os recursos da previdência privada sejam bem aplicados e propiciem pensões adequadas no futuro. Além disso, os governos devem incentivar a poupança voluntária para aposentadoria.
    Brasil, 18 milhões com mais de 80 em 2050

    Ela cita estudos que mostram que, hoje, há 10 milhões de pessoal com mais de 80 anos na América Latina, 3 milhões dos quais no Brasil. Em 2050, esse número saltará para 45 milhões na região e para 18 milhões no Brasil. E essas pessoas vão ter gastos muito maiores com determinados itens, como saúde, por exemplo. Segundo Solange, as despesas com saúde podem dobrar em relação à média após os 80 anos, chegando a custar quatro a cinco vezes mais após os 90 anos. Parte desse custo acabará com o setor público, que terá de arcar com o aumento da demanda daqueles que não puderem pagar por esse aumento.

    Previdência Privada
    Mais educação financeira e orientação é também o que defende o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), Edson Franco. “Cada vez mais as pessoas vão precisar de assistência e consultoria para planejar sua aposentadoria”, diz. Ele dá como exemplo dessa falta de planejamento financeiro do brasileiro o fato de a maioria dos investidores em previdência privada ter mais de 40 anos, quando essa preocupação deveria começar na juventude, até como forma de reduzir o esforço para acumular os valores necessários.

    PGBL o quê?
    O esforço para educar o brasileiro para a aposentadoria privada poderia começar pela simplificação de suas regras e regulamentos. O sistema brasileiro de previdência privada, por exemplo, não ajuda ninguém a entender seu funcionamento. Tente explicar para um leigo como funciona a previdência privada, baseada nos pomposos nomes Plano Gerador de Benefício Livre, ou PGBL, e Vida Gerador de Benefício Livre, ou VGBL, que na prática não dizem nada para quem não fez um curso de atuária.

    Além dos nomes, cada plano pode ter dois sistemas tributários diferentes, um progressivo e outro regressivo, que devem ser escolhidos no ato do investimento. Acrescente ainda as vantagens fiscais, com o “diferimento” do imposto a pagar até 12% da renda tributável, e a forma de remuneração dos bancos que as oferecem, com taxas de carregamento e de administração, e está feita a confusão. Isso tudo antes de o interessado chegar na estratégia do investimento dos recursos pelo plano.

    Reforma da Previdência ignorada
    Além de não controlarem o próprio orçamento, a maioria dos brasileiros pouco sabe sobre como funciona hoje a Previdência Social e menos ainda sobre as opções de previdência privada. Nem as discussões sobre as mudanças propostas pelo governo para o INSS, como idade mínima ou desvinculação do benefício do salário mínimo, chegaram a despertar grande interesse na população. Foi o que mostrou uma pesquisa do Instituto Ipsos a pedido da Fenaprevi, apresentada no 8º Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada. Apesar da importância do assunto para a vida das pessoas, o processo é ignorado por 44% dos brasileiros.
    Uma revelação facilmente comprovável. Basta falar com a faxineira de casa ou do prédio, o porteiro, o segurança ou o motorista de táxi para saber que a maioria ignora o que está sendo discutido em Brasília.

    Desconhecimento das regras atuais
    O pior é que o desconhecimento sobre a Previdência não se limita à discussão das mudanças em si. Os brasileiros ignoram inclusive o sistema que existe hoje. Segundo o Ipsos, o número dos que disseram não conhecer como funciona a Previdência chega a 24% dos consultados. Se considerados os que ouviram falar, mas não sabem nada sobre a Previdência, ou 22% do total, o número sobe para 46%. E, somando os que sabem pouco a respeito, que são 40%, o total dos que conhecem pouco ou nada da Previdência Social chega a 86% dos entrevistados.

    E quanto menor a renda, maior o desconhecimento. Nas classes D e E, justamente as que mais dependem da Previdência Social, 55% afirmam que não conhecem ou já ouviram falar, mas não sabem nada a respeito. Outros 23% não sabiam que o piso da Previdência era o salário mínimo e 59% ignoravam qual o valor do teto dos benefícios. E como os brasileiros podem se preparar para o futuro sem saber com o que contarão da parte da previdência pública?

    Ex-ministro vê comunicação como desafio
    A reforma da Previdência Social e do próprio sistema de aposentadoria brasileiro passa por grande desafio de comunicação, afirma José Cechin, ex-ministro da Previdência e diretor-executivo da FenaSaúde. Ele reconhece que o tema Previdência Social é tecnicamente completo e cheio de incertezas, com questões imponderáveis que envolvem doenças, invalidez e tempo de vida no campo pessoal e fluxo de caixa e situação atuarial, ou seja, da formação de poupança ao longo do tempo, do lado financeiro.

    Mas, segundo Cechin, a população precisa e é capaz de entender o que precisa mudar na Previdência. Mas, para haver uma comunicação clara, a proposta do governo de reforma precisa ser lógica, com um critério único para todos. O comunicador deve estar convencido da validade da sugestão e tiver uma compreensão ampla do problema, das tendências e das propostas.
    O que fica claro é que a educação financeira será fundamental nos próximos meses e anos, seja para mudar a previdência oficial sem provocar um conflito com os vários segmentos da sociedade, seja para promover uma reformulação do sistema de aposentadoria do país que o torne mais sustentável e oriente as pessoas sobre a necessidade de guardar mais para viver mais.
    arenadopavini.com.br/artigos/educacao-financeira/reforma-da-previdencia-e-educacao-financeira

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    Corrida de saques aos fundos de previdência privada

    23 de maio de 2016

    Eis mais uma conquista alcançada pelo governo afastado:
    – A crise faz saques na previdência privada subirem 22% no 1º trimestre de 2016.

    Muitas famílias seguem endividadas, com orçamento menor devido ao desemprego, quebra das suas empresas ou simplesmente devido ao menor poder de compra com inflação alta. Isto faz com que o brasileiro acabe gastando aquela “gordura” que tinha nos investimentos, antes intocáveis, mas agora com a corda no pescoço das dívidas aumentando como uma bola de neve, tem sido a melhor opção do que pagar juros exorbitantes aos bancos. Solução pode se dizer que é paliativa, pois a ideal seria as pessoas reduzirem o padrão de gastos que tinham nos tempos de bonança, ou seja, adequar o orçamento à realidade que o país vive atualmente.

    adeus-cruzeiro

    Obrigado por tudo madrasta Dilma!

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    Conquistas financeiras para os jovens

    21 de abril de 2016

    No momento em que as pessoas se preocupam com investimentos ou finanças pessoais, a idade vai estar ao lado de quem está em torno seus 20 a 30 anos. Para quem começar investir e cuidar bem das finanças já nesta fase da vida pode ter imensos ganhos financeiros no futuro. Desta forma, o site Business Insider (13 things you should accomplish with your money before turning 30) listou coisas que uma pessoa deveria conquistar com próprio dinheiro antes de completar 30 ano. A InfoMoney colocou 11 destes itens que podem ajudar o jovem brasileiro. Confira abaixo:

    • Negocie seu salário
      Você não pode sentar e esperar que um aumento ou um bônus caiam no seu colo. Mesmo que seu chefe perceba o quanto você trabalha duro e é eficiente, ele ou ela não pagarão mais a você necessariamente. Você precisa pedir aquilo que deseja. O expert em finanças pessoais Farnoosh Torabi atesta: “você não consegue aquilo que merece. Você consegue aquilo que negocia”.

    • Construa um fundo de emergência
      A vida é chega de inesperadas, e muitas vezes caras, surpresas. Por isso que é crucial construir um fundo de emergência. O total a ser poupado é bastante pessoal, mas a regra geral diz que é importante ter reservado de três a nove meses de despesas. Até os 30 você já deve ter feito isso.

    • Invista em você mesmo
      As pessoas mais ricas e bem sucedidas estão constantemente exercitando seus cérebros e procurando maneiras de continuar a aprender depois da faculdade ou de qualquer tipo de educação formal. Isso inclui investir em cursos, conferências ou livros, por exemplo. Também invista na sua saúde, pode ajudar muito.

    • Poupe pelo menos 10% de suas receitas para a aposentadoria
      A aposentadoria nunca está distante demais para ser negligenciada, especialmente levando em conta que o tempo está ao seu lado quando você é jovem. De fato, quando você começa a poupar é muito mais importante do que o quanto você poupa, o que significa que a década dos 20 é crítica nesse sentido.

    • Estabeleça metas para poupar dinheiro
      Existem algumas despesas que provavelmente chegarão em um futuro próximo: uma casa, carro, férias e filhos, apenas para mencionar alguns, que requerem um hábito de poupar bastante regrado. O melhor jeito de conseguir isso é criar metas de poupança e então começar a acumular o quanto antes para alcançá-las.

    • Estabeleça metas de patrimônio
      Além das metas de poupança, é importante também estabelecer metas para as suas receitas anuais e seu patrimônio. O dinheiro não vai aparecer do nada, você vai ter que trabalhar para isso. Se você quer construir um bom patrimônio, precisa ter uma meta clara e específica antes de começar mesmo a se planejar para alcançá-la.

    • Faça um seguro
      Ninguém quer lidar com seguradoras, é algo complexo e confuso, mas aos 30 você precisa de cobertura adequada. Isso significa ter seguro saúde, de casa e de carro, por exemplo. Dependendo da sua situação, até um seguro de vida ou para seu animal de estimação podem ser opções interessantes. Também é inteligente que você crie um hábito de reavaliar seus seguros para ver se eles ainda cobrem o que você precisa e estão dentro do orçamento.

    • Crie um método para acompanhar seus gastos
      Aos 30, você já deve saber muito bem o quanto de dinheiro que está entrando e quanto está saindo. Além de se assegurar que você ganha mais do que gasta, você vai querer ser uma ideia muito certa se você está ou não no caminho certo com suas economias. Estratégias para controlar o fluxo de caixa incluem marcar cada compra feita em uma planilha ou caderno, ou ainda procurar aplicativos que possam fazer isso.

    • Tente fazer um bico
      É muito fácil focar em cortar os gastos e esquecer das receitas, mas as pessoas mais bem sucedidas contam com vários canais para conseguir dinheiro. Existem várias maneiras de como conseguir mais dinheiro, seja realizando pequenos serviços que tragam remuneração, ou ainda com outras formas de receita passiva, como alugando equipamentos, por exemplo.

    • Não invista somente em planos de previdência
      Ao se preparar para a aposentadoria, é claro que os planos de previdência são os instrumentos mais procurados pelos investidores no Brasil, mas é importante também procurar outras opções de investimento. Warren Buffett, o maior investidor do mundo, por exemplo, recomenda investir em fundos de índice de baixo custo para a aposentadoria.
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    • Faça seus pagamentos automaticamente
      Com toda a tecnologia atual, não há desculpa para atrasar um pagamento. A maior parte das contas pode ser paga online e você ainda pode estabelecer a alternativa de pagamentos automáticos. Se você automatizar o pagamento de contas como TV a cabo, internet, telefone, entre outras, não terá que se preocupar sempre e nem atrasar os pagamentos.
      infomoney.com.br/onde-investir/previdencia/noticia/4894544/conquistas-financeiras-que-voce-tem-obrigacao-alcancar-antes-dos

    Veja também:

    Previdência privada vale a pena?

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    Viver de Renda Passiva

    28 de maio de 2015

    Quem já não é rico e nem é herdeiro de uma grande fortuna, precisará planejar para alcançar a vida que tanto deseja no futuro. Para isto se faz necessário que descubra porque a renda passiva é a chave para a sua liberdade financeira.

    Afinal de contas, o que vem a ser uma renda passiva?
    É o dinheiro que você ganha sem gastar um tempo significativo. É aquele dinheiro que trabalha para você e não ao contrário. É a criação de um sistema que vai continuar a funcionar mesmo depois que você pare de gastar seu tempo nele ou no mínimo irá diminuir a sua necessidade de atenção.

    Lembre-se que viver de renda passiva é ter uma fonte de renda constante.

    Coaching Educação Financeira - Viver de Renda Passiva

    Leia mais a seguir:

    Até o próximo post.

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    Luiz Barsi errou ao investir na Forja Taurus?

    8 de maio de 2015

    Será que foi um erro de percurso?

    Segue direto do túnel do tempo:

    Bilionário da Bolsa aproveita queda de Forjas Taurus para comprar mais ações
    Luiz Barsi, que tem mais de R$ 1 bilhão na Bovespa,
    mostrou que segue à risca sua “receita de sucesso” na Bolsa: comprar mais quando o mercado cai; somente hoje, as ações da Forjas Taurus caem mais de 12%
    13h10 | 31-03-2014
    logotipo da forja taurus
    SÃO PAULO – Luiz Barsi Filho, um dos maiores investidores pessoa física da Bovespa e é listado em 120° lugar no ranking de bilionários da revista Forbes em 2013, mostrou que segue à risca sua “receita de sucesso” na Bolsa: comprar mais quando o mercado cai. Em fevereiro, o investidor conhecido por fazer fortuna no mercado de ações, reforçou sua carteira com Forjas Taurus (FJTA4) e comprou mais ações, anunciando que o papel poderia ser próxima bola da vez. Hoje, as ações caem mais de 12%, sendo cotadas a R$ 1,49, depois de divulgar um prejuízo consolidado de R$ 70,2 milhões no quarto trimestre. Barsi, que já possuía posição relevante naquela época, disse que adquiriu ainda mais ações neste pregão, aproveitando a queda do papel.

    “Continuo comprando ações da Forjas Taurus. Ainda hoje comprei um bom lote já que o papel caiu. E como é sabido, eu compro exatamente quando uma ação cai”, disse Barsi via email ao InfoMoney.
    Segundo ele, o prejuízo divulgado pela empresa já era esperado, pois os acertos ajustados nos exercícios de 2012 e 2013 buscaram eliminar todos os esqueletos que a empresa possuía em sua estrutura econômica financeira. Para Barsi, após a divulgação desses resultados, a estrutura operacional, administrativa, econômica e financeira da empresa devem caminhar sob um ótica mais autentica e transparente.

    Além disso, a teleconferência deve esclarecer pontos positivos que podem ocorrer daqui para frente e isso deverá fazer com que o papel volte a ser alvo de compradores, o que pode reconduzir a sua cotação a uma posição de valorização, complementou.

    A Forjas Taurus viu sua receita líquida cair 20,4% entre outubro e dezembro, para R$ 156,1 milhões enquanto que, no ano, houve aumento de 15,2% da receita, para R$ 807,3 milhões. O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado no trimestre foi negativo em R$ 12,6 milhões, revertendo assim um Ebitda positivo de R$ 11,6 milhões no quarto trimestre de 2012. Em 2013, o Ebitda atingiu R$ 100 milhões.
    Por que Barsi acredita na alta de Forjas Taurus?

    Em fevereiro, Barsi citava sete fatores que poderiam beneficiar os papéis. Para ele, a ação poderia ser capaz de ter seu preço elevado dos R$ 1,65, logo que começasse a apresentar os resultados da sua reestruturação.
    Ele citava ainda o atual desconto do papel, que é negociado abaixo do seu valor patrimonial: a relação preço da ação pelo patrimônio da empresa está em 0,72 vezes, “bastante atrativo para uma empresa que distribui dividendos regulares”. O investidor disse ainda que “com a saída de seu principal acionista da diretoria, é de se esperar que o fluxo de dividendos possa apresentar um intervalo menor entre as distribuições”.
    infomoney.com.br/forjastaurus/noticia/3264003/bilionario-bolsa-aproveita-queda-forjas-taurus-para-comprar-mais-acoes

    A última dica dele que saiu no Infomoney foi de Cemig. Alguém seguiu esta dica também?
    No final das contas, os gurus também erram? Você segue os gurus, mas com STOP LOSS ligado?
    Aliás, quanto tempo é necessário na bolsa brasileira para mensurar um erro, dado que não somos um país de primeiro mundo e nem temos bolsas do porte de EUA, Europa e Japão?
    Conta aqui no defensor a sua estratégia em investimentos de alto risco, como a bolsa de valores.

    Leia também:

    Um dos maiores investidores da Bovespa, Luiz Barsi volta a apostar na Cemig
    http://www.infomoney.com.br/blogs/infomoney-recomenda/post/3981485/dos-maiores-investidores-bovespa-luiz-barsi-volta-apostar-cemig

    Até o próximo post.

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    Previdência privada (IR) ou LCI (isenção)?

    24 de novembro de 2014

    Sempre que chega-se ao fim do ano muitos investidores fazem esta pergunta a si próprios: vale a pena investir em previdência privada, modalidade PGBL, para obter a restituição de IR no ano seguinte?

    Esta pergunta nunca foi fácil. Atualmente está ainda mais difícil com a quantidade de ativos ofertados isentos de imposto de renda no mercado.
    De fato, o PGBL sempre foi a aplicação “queridinha” dos clientes para o final do ano, visando a restituição de IR no ano seguinte.
    O PGBL trata-se apenas de um diferimento de imposto de renda, desta forma no fim da aplicação, o investidor pagará imposto sobre o valor total resgatado, tanto rendimento quanto principal. Ele obtém vantagem está justamente na postergação do pagamento desse imposto. Logo se torna possível capitalizar esse IR postergado.
    No caso dos instrumentos isentos, os recursos investidos já forma tributados, o que implica em não existir restituição.

    Neste artigo PGBL ou LCI? Qual o melhor investimento para esse fim de ano? a TAG Investimentos fez a conta e chegou a uma conclusão bem prática para o prazo de 10 anos de investimento.
    Eles consideraram o IPCA em 6,5% e a taxa de juros em 11,25%. Confiram a seguir:

    – Se a opção (ao PGBL) for uma LCI/LCA a uma taxa de 97% do CDI, o PGBL é melhor desde que ele rode acima de 86% do CDI.
    – Se a opção (ao PGBL) for uma debênture incentivada AAA com prêmio de 5% acima da inflação, o PGBL é melhor desde que ele rode acima de 92% do CDI.
    – Se a opção (ao PGBL) for uma debênture incentivada A com prêmio de 7,5% acima da inflação, o PGBL é melhor desde que ele rode acima de 114% do CDI.

    Ressalta-se que na análise acima não foram levados em conta a questão sucessória (ausência de inventário), onde a previdência sempre leva vantagem.
    Leia também:

    1. Previdência privada vale a pena?
    2. Aposentadoria e o rei dos dividendos
    3. Luiz Barsi: O Rei dos dividendos na BM&FBOVESPA
    4. Viver de renda e independência financeira
    5. como se aposentar

    6. Quando se aposentar?
    7. Principais aplicações de Renda Fixa

    Até o próximo post.

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    Quando se aposentar?

    1 de setembro de 2014

    Toda pessoa acaba em algum momento de sua vida tendo a necessidade de requerer algum amparo prestado pela Previdência Social e para isto o Direito Previdenciário, em muitas situações, socorre os trabalhadores e segurados que não tiveram suas necessidades atendidas. Aí costuma ocorrer a seguinte pergunta: – Quando devo me aposentar?

    A resposta para esta pergunta parece ser simples e provavelmente a maioria deve ter respondido: “quando eu alcançar o tempo necessário para isto”. No entanto, para quem é segurado do Regime Geral de Previdência Social (INSS) esta pode não ser a melhor escolha. Existe boa parte dos trabalhadores consciente de que para uma aposentadoria por tempo de contribuição integral é preciso contar com 30 anos de tempo de serviço para a mulher e 35 anos para o homem.
    Infelizmente para muitos é comum o desconhecimento de como esta aposentadoria será calculada. Aqui é justamente onde este sistema de cálculo pode ser útil para avaliar o melhor momento de se aposentar.

    Existem muitas queixas de aposentados que se lamentam por ter adquirido um mau aposento e vários deles questionam o fato de que o valor da aposentadoria ficou muito abaixo do último salário que recebiam quando ainda estava na ativa.
    O que acontece é que atualmente a aposentadoria é calculada através de uma média das contribuições recolhidas à previdência social desde julho de 1994 até o requerimento do aposento, excluindo-se do cálculo 20% das contribuições mais baixas, assim sendo, o primeiro ponto a esclarecer é que o valor da aposentadoria não será necessariamente igual ao salário recebido no último emprego, porém o cálculo do valor da aposentadoria por tempo de contribuição não termina por aí.
    O resultado da média das contribuições acima referida ainda será multiplicado pelo fator previdenciário. É nesta etapa do cálculo que a pergunta que inicia este texto pode ter uma de suas respostas.
    O fator previdenciário é uma formula matemática criada pela Lei 9.876/99. O resultado dele tende a ser um número menor que 1 (um) e, mas há alguns casos que ser maior que 1.
    Explicando melhor:
    – Se uma segurada mulher requereu, no ano de 2014 sua aposentadoria contando com 30 anos de contribuição, aos 48 anos de idade, o resultado do fator previdenciário será 0,561408. Isso quer dizer que se a média de suas contribuições for de R$ 1.000,00, a sua aposentadoria será de R$ 561,40. Assim sendo, para se ter uma aposentadoria com o mesmo valor da média, o resultado do fator previdenciário tem que ter o resultado final no valor 1 (um).

    Para entender a influência do fator previdenciário no resultado da aposentadoria é importante dizer que nesta fórmula serão levadas em consideração algumas variáveis como: expectativa de vida, idade e tempo de contribuição.
    Ao passao que quanto maior a idade e o tempo de contribuição, melhor a chance do resultado chegar próximo de 1 (um) ou até mesmo ultrapassar esta marca. Em contrapartida um pedido de aposentadoria com pouca idade e com a contribuição mínina exigida pode resultar num fator previdenciário muito desfavorável para se obter um bom valor no aposentadadoria.
    Embora o fator previdenciário considere mais de uma variável, chama-se a atenção para o fator idade. Caso o trabalhador tenha 1 ano a mais na idade, esse trará um benefício maior do que 1 ano a mais no tempo de contribuição. Por que esta observação? Pelo simples fato de que o fator previdenciário só leva em consideração a idade cheia, desconsidera os meses. Explica-se com exemplo a seguir:
    – Segurado homem atinge o tempo de 35 anos de contribuição e conta com 55 anos e 10 meses de idade. O fator previdenciário considerará a sua idade como sendo 55 anos, desconsiderando os meses. O resultado para este exemplo seria um fator de 0,719789, porém se neste caso tal segurado resolva esperar 2 meses para pedir sua aposentadoria, atingindo assim os 56 anos de idade, o seu fator previdenciário será de 0,744989. Veja que neste caso, apenas 2 meses de espera para solicitar o benefício já influenciarão bem no resultado do fator previdenciário para melhor. Isto resultado uma aposentadoria com mais benéfico.

    Conclui-se que quando aparecer à pergunta “Quando devo me aposentar?”, você deverá fazer uma análise e descubrir se adiar o pedido de aposentadoria em 1 mês, 1 ano ou em alguma outra fração de tempo propícia, isto não lhe resultaria num valor bem mais satisfatório na sua aposentadoria. Não se esqueça que as combinações são diversas e podem ser simuladas antes do pedido de aposentadoria, contanto inclusive com equipes de apoio do próprio INSS elucidar estas questões. Basta ligar e agendar. Confira:
    Agendamento de Atendimento na Previdência Social
    http://agencia.previdencia.gov.br/e-aps/servico/142
    como-se-aposentar
    Fonte de consulta: tca.com.br/capa/canais.php?id=7&idpergunta=207

    Leia também:

    1. Previdência privada vale a pena?
    2. Aposentadoria e o rei dos dividendos
    3. Luiz Barsi: O Rei dos dividendos na BM&FBOVESPA
    4. Viver de renda e independência financeira

    Até o próximo post.

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    Maneiras de jogar seu dinheiro no lixo

    19 de novembro de 2013

    Saiu hoje um ótimo artigo na Exame sobre o que não se deve fazer com o dinheiro, desta forma, evitando o seu desperdício. O título é 15 maneiras de jogar seu dinheiro no lixo, por Priscila Yazbek. Acaba detonando vários mitos. Vale a pena destacar:
    – Algumas formas de usar o dinheiro que são o mesmo que depositá-lo diretamente na lata de lixo;
    – Se você não for uma pessoa muito atenta à forma como gasta seu dinheiro é possível que você esteja jogando ou já tenha jogado milhares e até centenas de milhares de reais no lixo.

    Confira a seguir os itens das 15 maneiras de jogar seu dinheiro fora e evite que elas sejam aplicadas a você:

    1. Não fazendo o financiamento de imóvel mais barato;
    2. Abastecendo o carro com o combustível mais caro;
    3. Comprando o óleo mais caro sem necessidade;
    4. Usando um plano de celular não adequado ao seu uso;
    5. Usando o modelo errado de declaração do imposto de renda;
      No modelo simplificado da declaração de imposto de renda, o contribuinte substitui todas as possíveis deduções por um desconto único de 20% dos rendimentos tributáveis, sem a necessidade de detalhar seus gastos.

      Mas quem tem dependentes, possui um plano de previdência privada da modalidade PGBL ou tem despesas médicas pode deixar de aproveitar uma restituição maior ou pode pagar mais imposto do que deveria caso opte pelo desconto de 20%. Isto porque o modelo completo permite as deduções de gastos com dependentes, consultas médicas, planos de saúde, aportes feitos ao PGBL, etc. O ideal é preencher a declaração com todas as possíveis deduções e deixar que o programa da Receita calcule qual dos dois modelos é o mais vantajoso para o contribuinte.

    6. Contratando pacotes de serviços bancários caros ;
    7. Deixando dinheiro na conta corrente;
    8. Atrasando a fatura do cartão;
    9. Pagando multas de trânsito;
    10. Viajando na alta temporada;
    11. Comprando título de capitalização;
    12. Pagando o seguro de automóvel mais caro;
    13. Comprando um carro que consome muito combustível;
    14. Pagando por coisas que você não usa;
    15. Comprando as marcas mais caras.

    Link para o artigo completo:
    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/15-maneiras-de-jogar-seu-dinheiro-no-lixo

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    Até o próximo post.