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    Educação Grátis: Planilhas de orçamento doméstico e planejamento financeiro

    8 de julho de 2017

    E-book: 49 dicas de economia doméstica

    Kit finanças pessoais com duas planilhas para você organizar seu orçamento e planejar seu futuro financeiro. Formatos disponíveis para Windows e Mac OS X.

    Mac-OS-X

    Confira abaixo o conteúdo:

    Planilha de orçamento doméstico

    Preencha a planilha com suas receitas e despesas todos os meses, acompanhe como está gastando seu dinheiro e identifique as maiores oportunidades para poupar.

    Planilha de preparação para a aposentadoria

    Diga quanto você planeja poupar até se aposentar e em quanto anos quer parar de trabalhar que a planilha mostrará quanto você precisa guardar a cada ano.

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    E-book – Aposentadoria: Faça seu próprio pé de meia

    Até mais.

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    Como sair do fundo do poço financeiramente?

    24 de maio de 2016

    Devido a forte crise financeira que assola o país há vários anos, muitas pessoas tem quebrado e precisam lidar com o fracasso financeiro.

    Hoje em dia é bem comum lermos e ouvirmos relatos de pessoas com graves problemas financeiros, a maioria advém de escolhas erradas feitas em momentos de bonança na economia, por exemplo, compra do carro ou imóvel através de financiamento muito longo ou parcelamento excessivo das compras, as quais são exemplos clássicos de decisões tomadas quando tudo está bem no orçamento doméstico.

    O problema é que as emergências acontecem para qualquer um. Perda do emprego, um problema de saúde, forte crise financeira de um país e situações inesperadas podem mudar drasticamente a situação das suas finanças, principalmente quando não existe o mínimo de planejamento.

    Outra coisa é a falta de compromisso com a mudança. A maior parte das pessoas pede ajuda contando sobre os problemas e como chegaram ao fundo do poço, porém quando explica-se que só é possível contornar a situação com algum sacrifício e muita dedicação, quase ninguém segue o que se propõe.

    Não é fácil conviver com alguém colocando o dedo na ferida, fato que leva muitas pessoas a não admitir que são incompetente na gestão das próprias finanças. O primeiro passo é perceber que o grande responsável pelo momento delicado é quem tomou as decisões erradas, aquele que ao invés de guardar dinheiro decidiu gastar mais do que ganhava: Você.

    O site Dinheirama listou 5 atitudes para livrar-se das dívidas e sair do vermelho. Confira:

    1. Não utilize o cartão de crédito por algum tempo
    2. Muita gente lida com o cartão de crédito como se o crédito fosse sinônimo de dinheiro grátis. Quando enfrentamos uma realidade de dívida crescente, a facilidade de compra da ferramenta pode ser uma tentação difícil de lidar.

      Hoje, com as facilidades de comprar pela internet, a ideia de deixar o cartão em casa já não é tão eficaz, então o melhor é abandonar o seu uso por algum tempo, para não colocar tudo a perder em um momento de descontrole.

      O crédito oferecido através do cartão possui a mais alta taxa de juros cobrada do consumidor, em muitos casos atingindo mais de 200% ao ano. Isso significa que uma dívida não paga nesta modalidade pode dobrar em pouco mais de 6 meses. Se você não sabe lidar com o crédito, melhor não usá-lo.

    3. Abandone o cheque especial
    4. Muita gente ainda usa o cheque especial (especial para quem? Clique e descubra) como complemento de renda, sacando ou fazendo pagamentos considerando o limite extra da conta como se fosse seu próprio dinheiro.

      Cabe lembrar que, assim como o cartão de crédito, os juros dessa modalidade de crédito são bem altos. Ao liberar a linha de crédito, o banco quer que você a utilize e passe a pagar juros, taxas e tarifas por isso – o crédito é liberado automaticamente quando você fica sem saldo e passar a usar o limite.

      Se estiver pendurado no cheque especial, tome rapidamente um empréstimo mais barato (consignado ou CDC, por exemplo), cubra o cheque especial e ajuste seu orçamento para não precisar mais usá-lo. Ah, sim, e peça para o gerente do banco retirar esse limite ou deixá-lo o menor possível.

    5. Seja mais organizado e disciplinado
    6. A maior parte dos endividados apresenta características bem interessantes: não se percebe o hábito de anotar as receitas e despesas e, quando começa a fazê-lo, não tem a disciplina necessária para tornar essa atividade um hábito.

      Contabilidade mental é um convite ao erro. Ao confiar decisões importantes apenas nas lembranças, abre-se uma porta para o consumo por impulso e sem limites. A importância dos registros e da disciplina para mantê-los atualizados é simples: a qualquer momento você pode consultar sua real situação financeira.

      Se você procura opções de controle financeiro, aqui no Dinheirama temos diversas opções de planilhas que você pode baixar gratuitamente (clique aqui para baixar). Se você gosta das facilidades da internet, também pode recorrer às ferramentas: nós oferecemos também gratuitamente o Dinheirama Online (clique aqui para conhecer a ferramenta).

      Atente para o fato de que planilhas e sistemas são ferramentas. Ou seja, mais importante do que como controlar (que ferramenta usar) é sua disposição em fazê-lo, com disciplina, organização e interesse.

    7. Crie o hábito de ler mais sobre finanças
    8. É normal que em momentos de dificuldades existe um interesse maior por determinados assuntos. Aproveite a situação para transformar esse interesse genuíno pelo tema em um novo hábito.

      Ao reconhecer o problema financeiro, é provável que você procure, seja em livros ou na Internet, dicas e sugestões para lidar com a questão. Por que não agir assim mesmo quando não existirem dívidas? Por que não manter uma leitura diária sobre o tema para entender melhor sobre nossa economia e como aproveitar para investir melhor, por exemplo?

      Hoje no Brasil temos grande autores que fazem um excelente trabalho pelos temas relacionados à educação financeira, investimentos e economia. Na internet, você vai encontrar muito conteúdo gratuito de qualidade. Valorize também os livros, que são resultado de um trabalho de pesquisa e edição.

      A leitura é um dos hábitos dos investidores de sucesso!.

    9. Tenha sempre objetivos em mente
    10. Quanto estamos endividados ou passando por problemas familiares, é comum perdermos o foco. Parece que boa parte do que tentamos fazer simplesmente não dá certo. Nesse momento, vale a dica simples de “manter os pés no chão” e fixar-se em objetivos claros.

      Se você está trabalhando para acabar com suas dívidas que estão fora de controle, não faz muito sentido separar uma parte do dinheiro para investir. Não agora. Muito cuidado com as falsas oportunidades: resista sempre à tentação das ofertas mirabolantes de enriquecimento que aparecerão nessa hora (leia mais sobre isso clicando aqui).

      Com objetivos definidos e respeitados, suas ações durante a crise terão caráter temporário e serão pautadas pelo que você quer e precisa fazer. Isso dá tranquilidade para não se deixar levar pelas ofertas e pela pressão dos outros (a expectativa social pode ser fatal nessas horas).

      Muito importante: não se esqueça de envolver sua família nos problemas e também nas soluções necessárias para alcançar os objetivos traçados, afinal momentos de dificuldades são mais facilmente superados com a ajuda de todos.
      Fonte de consulta: dinheirama.com/blog/2014/06/20/5-atitudes-livrar-se-dividas-sair-do-vermelho

    dinheirama-livrar-se-dividas-sair-vermelho

    Até o próximo post.

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    Conheça situações que podem prejudicar suas finanças e como evitá-las

    21 de maio de 2016

    Conheça algumas situações que podem prejudicar suas finanças e saiba como evitá-las. Os hábitos virtuosos na vida financeira tem a força de mudar fortemente a qualidade de vida das pessoas no presente e no futuro. A tarefa de organizar as finanças pode ser difícil, uma vez que a capacidade de análise de muitas pessoas é limitada neste aspecto.

    Alguns passos de um planejamento financeiro de sucesso estão em poupar, definir objetivos e escolher os melhores instrumentos de investimento de acordo com as próprias necessidades. Por exemplo, fazer um orçamento é libertador e um bom hábito, logo bons hábitos viram virtudes.

    Confira abaixo certas situações que minam os bons hábitos financeiros. Veja qual é o seu perfil e como assumir o controle do seu orçamento:

    • Você está empregado, ganha razoavelmente bem, mas não consegue poupar
    • A primeira cena típica de desordem financeira é quando uma pessoa tem um trabalho, um salário razoável e mesmo assim não consegue guardar dinheiro. Neste primeiro exemplo, um jovem que ainda mora com os pais. Seus parentes, preocupados com o desprendimento do filho em relação às reservas futuras, resolvem ter uma conversa. No entanto, esse bate-papo em família não resulta numa conscientização por parte do jovem. As justificativas dele incluem afirmações como: “não se preocupem, quando eu estiver pensando em casar, vou parar de sair tanto e começar a guardar um pouco do meu salário”, ou “Tenho muita coisa para curtir até lá e não sei se fará tanta diferença na minha vida se eu não guardar dinheiro nos próximos anos”.

      Esse comportamento do jovem mostra sinais muito comuns de crença infundada na capacidade de auto-controle futuro. Afinal, quem disse que quando ele estiver às vésperas de se casar, ele guardará dinheiro? Se ele não tem o hábito de fazer isso hoje, por que terá o hábito de fazer amanhã?. Além disso, há uma escolha intertemporal míope, que significa que o jovem está olhando apenas para o momento presente, sem preocupações com o futuro. Ele optou pela gratificação imediata, sem considerar possíveis gratificações futuras.

    • Quando você cria um orçamento gigante
    • Outro entrave visto em finanças pessoais é a criação de um orçamento muito pesado. Para exemplificar, a história de um casal de 48 e 50 anos. Eles têm dois filhos estudando no exterior, possuem um bom apartamento próprio, dois carros e quase nenhuma reserva guardada. Até agora, os salários os dois têm sido suficientes para assumir todos os compromissos da família, mas a esposa anda preocupada sobre a sustentabilidade dessas contas e tentado, sem sucesso, conversar com o marido sobre ajustes para começar a guardar algum dinheiro para a aposentadoria. Em contrapartida, o marido tem usado como justificativas para não economizar falas como “deveríamos ter começado a poupar quando éramos mais jovens”, “agora, com as despesas que temos, não vai dar para guardar quase nada, a não ser que nossos filhos deixem de estudar no exterior” ou “será que vale a pena nos sacrificarmos agora, já perdemos o tempo certo”.

      De acordo especialistas, essa postura é chamada de falácia dos custos incorridos, ou seja, já que eu não fiz no passado, não farei agora. O que as águas passadas tem a ver com o futuro? A pessoa fica presa nisso, principalmente nessa faixa etária. Fica alerta de que uma decisão equivocada no passado tem um peso muito grande sobre as decisões no presente e o fracasso de ter “falhado” antes atrapalha. As pessoas costumam criar orçamentos pesadíssimos e, mesmo assim, não reprogramam seus hábitos para poupar, mesmo vendo que estão rumo a uma situação arriscada, do ponto de vista de assumir todos os seus compromissos, no presente e no futuro.

    • Gastando sua reserva de emergência
    • Uma terceira situação ocorre quando uma pessoa está preocupada com o emprego e possui reservas equivalentes a seis meses de suas despesas mensais para emergências, mas está vendo que sua situação está complicada e que existem chances de que ela perca o emprego. Quatro meses depois, essa mesma pessoa resolve trocar de carro, utilizando praticamente toda sua reserva e pegando um pequeno financiamento. As justificativas desse investidor são as seguintes: “era pouco dinheiro mesmo”, “meu carro antigo já estava muito velho” e “a oferta foi imbatível, valeu a pena”. Nesse caso a pessoa escolheu observar apenas o lado positivo de sua ação e desprezou os riscos. Novamente, num escolha intertemporal; ela escolheu o presente, uma gratificação imediata, ao invés do futuro.

    • Na aposentadoria
    • O momento da aposentadoria costuma trazer desafios para o orçamento doméstico, geralmente pressionado por rendas bem menores. Como exemplo a história de um casal de aposentados há dez anos, com rendimentos modestos, mas que vivem num apartamento de quatro quartos, com um condomínio bastante alto. O casal havia combinado de se mudar para um local menor depois que os três filhos saíssem de casa. Os filhos saíram, mas eles ainda não tomaram a iniciativa de procurar um novo lar. O marido vem tentando convencer a mulher a retomar esses planos, mas ela usa como desculpa argumentos como: “sempre morei num apartamento deste tamanho e não vou me acostumar num menor”, “acho que agora só apareceu um comprador porque o preço está muito baixo”, “o apartamento vale muito mais” e “não gostei daquele rapaz que fez a avaliação”.

      Nesse exemplo o principal viés apontado é o da ancoragem, tomar como ponto de referência uma situação ou informação passada, fixar uma ideia irrelevante para uma decisão no presente. Também verifica-se um “efeito posse” nesse quadro, a esposa atribui muito mais valor ao que é dela. A professora compara a força do chamado efeito posse com um test-drive, por exemplo, em que durante o teste o possível comprador já se sente dono do bem e acaba seduzido.

    • Escolhas de investimentos e aversão à perda
    • Nesse estágio, o poupador já atua como investidor esclarecido, mas é traído por suas fortes convicções. Planejadores financeiros usam como exemplo a pessoa que cria suas próprias estratégias, “sempre que determinada ação sobe até certo percentual, ele vende o papel, mas quando esse papel cai, o investidor segura a ação ou até compra mais para fazer preço médio”. Como justificativa a pessoa usa pensamentos como: “quando estou ganhando, vendo mesmo, sou ganancioso” e “acredito muito nas empresas que escolho, se está caindo não acho que vale a pena vender, prefiro comprar mais”.

      Na visão de especialistas, por trás dessas explicações está a aversão à perda. Toda vez que se está ganhando, há o medo de perder e a pessoa realiza rapidamente o lucro, porém quando se está perdendo, o medo de perder mais é tão grande que a pessoa aguenta o prejuízo ou aumenta a aposta de risco. O viés dessas pessoas é chamado de atribuição, no qual elas acham que o sucesso dependia dela; quando é sucesso é competência, quando é fracasso tem alguém ou alguma coisa que está fazendo com que você tenha insucesso. Cuidado!

    • Inércia e status quo
    • Por fim a inércia na tomada de decisões sobre investimentos. É quando uma pessoa lembra que precisa falar com o gerente em janeiro para perguntar sobre determinado fundo DI que tem altas taxas de administração e está rendendo muito pouco e esquece. Em fevereiro, ele ainda não falou com o banco. As justificas? “um mês muito corrido”, “até falei com meu gerente que me apresentou outras opções de investimentos, mas como precisava de tempo para analisar, deixei a mudança para outro momento”. Especialistas recomendam atenção para esse tipo de comportamento.

    Cédulas de dinheiro
    arenadopavini.com.br/artigos/educacao-financeira/conheca-seis-situacoes-que-podem-prejudicar-suas-financas

    Até o próximo post.

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    Desempregado: dicas para manter o orçamento de casa em dia

    25 de fevereiro de 2016

    O site AcreAlerta, sim, ele existe e foi um dos primeiros a alertar sobre dos diversos esquemas de pirâmides que inundaram o Brasil, entre eles o sublime Telexfree, ou seja, é um portal totalmente altruísta e voltado para ajudar os cidadãos a não caírem numa cilada ou sair de uma situação difícil.

    Bem, voltando ao assunto desemprego, algo mais do que comum hoje em dia com esta forte crise financeira criada pelos nossos desgovernantes nos últimos 13 anos, pense na seguinte situação, ficou desempregado hoje, por quanto tempo conseguiria manter sua vida sem precisar pegar dinheiro emprestados nos bancos e financeiras?

    Conforme especialistas, o ideal seria manter uma reserva de emergência que cubra pelo menos seis meses de todos as suas despesas e da sua família. Caso você ainda não tomou nenhuma atitude com relação a isso, fique sabendo que o aumento na taxa de desemprego, a qual chegou ao maior nível em oito anos no mês de outubro/2015, a perspectiva de agravamento da recessão e o aumento da inflação devem motivá-lo a iniciar uma avaliação de suas finanças neste momento.

    Confira as dicas de especialistas em finanças e planejadores financeiro a seguir:

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    1. Saiba quanto ganha e quanto gasta
    2. Levante todos os gastos mensais, pequenos e grandes (cafezinho, transporte, lazer, comida, casa própria e outras prestações).

    3. Faça faxina financeira
    4. Defina o que é prioridade e reduza ou elimine gastos como TV a cabo, celular, baladas, restaurantes.

    5. Pense mais antes de decisões financeiras
    6. Em tempos de crise, as consequências de decisões erradas são mais duras. “Quando o dinheiro está sobrando, mesmo que tropece, você consegue consertar sem se apertar muito. Mas, quando o dinheiro falta, isso não é mais possível”, diz Police.

    7. Evite “comprar despesas”
    8. Quando compramos um almoço, comemos, pagamos e acabou a despesa. Mas há coisas que continuam gastando. Exemplo: um pacote de telefonia celular ou TV por assinatura.

    9. Evite tomar dinheiro emprestado
    10. Além de não saber se terá dinheiro no futuro para pagar, os juros tendem a subir.

    11. Crie reserva emergencial com a rescisão
    12. Guarde fundo de garantia, seguro-desemprego e demais verbas recebidas, pois é preciso pagar as despesas mensais e investir em algum curso para retomar a carreira. Só use o dinheiro após estabelecer uma estratégia, afirma Domingos.

    13. Não use o FGTS para quitar dívidas
    14. Não use o FGTS para quitar todas as dívidas de uma vez. Continue pagando as prestações aos poucos, para não ficar sem dinheiro que cubra eventuais despesas no futuro.

    15. Evite cartão de crédito e cheque especial
    16. Não utilize cartões de crédito, cheque especial ou cartão de lojas, pois os juros são muito altos. Se precisar de empréstimos, avalie outras linhas de crédito, como crédito pessoal ou refinanciamento de veículos.

    17. Mude seu padrão de vida
    18. Aceite que a situação mudou e não viva de aparências, que podem levar ao superendividamento.

    19. Busque fontes alternativas de ganhos
    20. Por mais distante que esteja de sua área de atuação, é hora de procurar um trabalho que garanta um mínimo de renda. Faça bicos, use a criatividade.

    21. Renegocie dívidas

    Enfim, não aguarde a situação piorar. Procure os seus credores, informe que perdeu o emprego e renegocie as dívidas buscando juros menores e prazos maiores de pagamento.
    acrealerta.com/negocios/categoria/comercio/perdeu-o-emprego-11-dicas-para-manter-o-orçamento-de-casa-em-dia.html

    Leia também:

    E-book: 49 dicas de economia doméstica

    Até o próximo post.

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    Planilha para controle de orçamento doméstico

    18 de setembro de 2013

    Vários educadores financeiros recomendam para uma melhor relação entre o cidadão e o seu dinheiro, uso de uma planilha para controlar o orçamento doméstico. Isto permite que a pessoa tenha com clareza informações sobre a sua renda, controle as suas despesas, evite gastar mais do que ganha e que planeje as prioridades de consumo.
    Clique no link abaixo para fazer o download de uma planilha elaborada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), leia as instruções e dê o seu primeiro passo em busca do aprimoramento da sua educação financeira.
    Planilha para controle do orçamento familiar
    Se não funcionar o link acima, clique aqui.

    Veja também:
    Planilhas para controle de operações e imposto de renda

    Até o próximo post.