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    É preciso ir contra nossos instintos mais primitivos para vencer na Bolsa

    6 de dezembro de 2016

    Entrevista com Florian Bartunek é fundador da Constellation, gestora com R$ 2 bilhões em ativos sob gestão e que tem Jorge Paulo Lemann como um dos sócios.
    “Nossos instintos mais primitivos, que garantiram a nossa sobrevivência no passado, são ruins para termos sucesso no mercado de ações. O preço está ligado às emoções mais primitivas do ser humano, por isso a Bolsa será a mesma daqui 10, 20 ou 50 anos”, disse o entrevistado.

    Florian também é um dos organizadores do livro Fora da Curva, que conta a história de 10 dos maiores personagens do mercado financeiro brasileiro. Em entrevista ao portal InfoMoney, ele explicou como as emoções afetam o investidor que não conhece tão bem o ativo que está investindo, respondeu se Warren Buffett teria tido sucesso de nascesse no Brasil e disse o que espera da Bolsa para os próximos anos (a lista de perguntas respondidas está logo abaixo do vídeo).

    Confira abaixo a entrevista com Florian Bartunek. Abaixo do vídeo, veja o instante de cada uma das perguntas respondidas:

    Perguntas respondidas no vídeo:

    1) 0:30 – Explica essa filosofia de que analista tem que ser mais “gastador de sola de sapato” do que um especialista em planilhas.

    2) 6:33 – O que explica esses comportamentos irracionais do investidor? Por que nossos instintos nos atrapalham na hora de investir?

    3) 13:20 – Por que a análise fundamentalista não é a “menina dos olhos” para os novos investidores na Bovespa? E análise fundamentalista pura por si só funciona no Brasil?

    4) 18:20 – Se Warren Buffett fosse brasileiro, ele teria ganhado tanto dinheiro?

    5) 21:08 – Quais os aprendizados que os seus investimentos errados em Arapuã e no Banco Nacional te trouxeram?

    6) 25:09 – “No final das contas, são os chefes que fazem a diferença na carreira”. Qual a importância de ter alguém que te ajude a trilhar o caminho?

    7) 28:25 – O caso da Natura é bom um exemplo de que cases de sucesso também podem deixar de ser sucesso um dia. Mas como identificar essa “mudança”?

    8) 33:08 – Você enxerga a Bolsa hoje como um veículo de investimento interessante no longo prazo?
    Fonte: infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/5892470/florian-bartunek-preciso-contra-nossos-instintos-mais-primitivos-para-vencer

    Até mais.

    Geral

    Entrevista: Comprar imóvel não faz sentido

    7 de novembro de 2016

    Existem razões comuns pelas quais as pessoas compram imóveis, mas uma investidora canadense vem detonando quem investe neste tipo de negócio. Comprar uma casa pode ser o sonho de muitas pessoas, pois é símbolo de status e segurança, além de significar uma vida mais estável e tranquila, porém a canadense Kristy do Millenial Revolution discorda disto piamente. Ao se tornar milionária, ela decidiu não comprar uma casa própria e investiu seu dinheiro. Na entrevista abaixo ela contou mais sobre seus projetos, interesses e investimentos:

    Ficam com raiva quando mostro que comprar imóvel não faz sentido, diz blogueira milionária

    De acordo com ela, suas aplicações atualmente estão focadas em ETFs (Exchange Traded Funds) sendo 60% em fundos de índice de ações e 40% em fundos de índice de renda fixa. Esse tipo de investimento é bastante recomendado para quem pensa em aplicar no longo prazo, uma vez que eles permitem uma boa diversificação ao investidor.

    Kristy conta que a maior parte da reação das pessoas quando conta que não pensa em comprar uma casa é de descrença e raiva. “Ficam com raiva quando mostro que comprar imóvel não faz sentido. Eles continuam a insistir que nós faríamos mais dinheiro se comprássemos uma casa ao invés de viver de aluguel e investir. Nós respondemos mostrando que a matemática mostra outra realidade”, comenta.

    Atualmente, financeiramente independente, a blogueira conta que ela e seu marido trabalham voluntariamente enquanto viajam o mundo. Assim, podem escolher trabalhar naquilo que estão interessados ao invés de correr atrás de um salário. “É uma diferença enorme das longas e estressantes horas que tínhamos quando trabalhávamos. Estamos muito felizes e sem arrependimentos”, atesta.

    Ainda em relação a seus investimentos, Kristy comenta que para se proteger de cenários de crise, como o que o Brasil vive atualmente, ela tenta denominar boa parte de seus investimentos em dólar e diversificar em índices americanos. “Assim evitamos o viés do país natal”, assegura a blogueira.

    Sobre dividir sua trajetória na internet, ela conta que encontrou muitos “haters” que criticaram suas decisões, mas também muita gente veio agradecer. “No geral tem sido uma experiência positiva dividir conhecimento sobre investimentos online”, crava.
    infomoney.com.br/onde-investir/fundos-de-investimento/noticia/5610127/ficam-com-raiva-quando-mostro-que-comprar-imovel-nao-faz

    Até mais minha nobre e querida gentém!

    Geral

    Melhores aplicações para lucrar sem se preocupar com crise

    28 de outubro de 2015

    Em matéria que foi publicada hoje no Infomoney, algumas aplicações conservadoras são recomendadas para o cenário atual. Os investidores de perfil conservador que buscam liquidez e não querem perder o sono com a crise financeira. Uma boa alternativa são os fundos DI, CDB ou alguns fundos multimercados mais conservadores que rendem 102% ou 103% do CDI.

    Outra boa opção para este tipo de investidor são os títulos públicos atrelados à Selic (taxa básica de juros). É uma opção melhor que a poupança, mesmo quando se desconta a cobrança do imposto de renda.
    Veja as melhores aplicações para lucrar muito sem preocupar com crise
    infomoney.com.br/onde-investir/fundos-de-investimento/noticia/4370432/veja-melhores-aplicacoes-para-lucrar-muito-sem-preocupar-com-crise

    Leia também:

    Alocação de ativos na crise financeira
    http://defendaseudinheiro.com.br/alocacao-de-ativos-na-crise-financeira

    Até o próximo post.

    Convidados

    Grau de investimento menor: o que fazer?

    11 de setembro de 2015

    Olá leitores!

    Primeiramente queria agradecer ao blog Defenda seu Dinheiro pela oportunidade de escrever aqui. Quanto mais pessoas ajudarem através da educação financeira, melhor.

    seta_grau_investimento

    Vamos comentar uma notícia bem recente e que pode mudar a visão que as pessoas tem do Brasil.
    Em setembro de 2015 recebemos a notícia de que o Brasil teve sua nota de classificação rebaixada, devido a turbulências na gestão político-econômica do país. Entretanto, muitos podem estar na dúvida sobre o que isso significa e se há algo que possa ser feito.
    Primeiramente vamos abordar:

    1. Sua definição
    2. Agências de Risco
    3. A Nota e o Histórico no Brasil
    4. As Agências são Confiáveis?
    5. O que fazer?

    1) DEFINIÇÃO DE GRAU DE INVESTIMENTO

    O grau de investimento é uma nota concedida pelas agências de risco do Brasil e do mundo, que indicam sua capacidade de pagamento de dívidas perante a investidores internacionais.
    Seria uma espécie de recomendação que vai de bom pagador até o caloteiro. Tem se tornado um tipo de norte para os investidores e instituições financeiras quando é decidido onde colocar o dinheiro e qual a taxa de juros estabelecida.
    Desta forma, quanto mais seguro um país ou uma empresa for considerado por uma agência, mais dinheiro recebe a custos menores.
    Entre os diversos indicadores, são abordados as reservas internacionais, a solidez da economia, a estabilidade ou instabilidade política, liberdade de imprensa, distribuição de renda, entre outros fatores.
    Sua nota, chamada de rating é calculada, como pode ser visto na tabela abaixo.
    rating

    2) AS AGÊNCIAS DE RISCO

    ag_risco

    Conforte já foi mencionado em um post e no meu livro digital sobre o CDB (clique aqui e aqui), as agências de risco são instituições que qualificam determinados produtos financeiros (tanto de empresas, como de governos ou países),e atribuem notas e os classificam de acordo com o espectro relacionado a seu histórico de pagador.
    Podemos citar as maiores e mais conhecidas no mundo todo, que são:

    1. Standard & Poor´s
    2. Moody´s
    3. Fitch

    Tanto grandes quanto pequenos investidores utilizam essas agências como forma de avaliar certos investimentos e se valem ou não a pena de acordo com seu aval.
    Em tempos de crises, o grau de investimento geralmente tende a abaixar e sua confiança tende a diminuir, o que faz com que investidores não coloque seu dinheiro em um determinado país.

    Geralmente bancos maiores possuem nota de risco mais alta, ou seja, são estáveis e apresentam maior garantia de solvência e credibilidade perante aos investidores nacionais e internacionais
    Entretanto, devido a sua solidez, suas taxas de juros não serão tão vantajosas, afinal quanto menor o risco menor o retorno.
     Em contra-partida os bancos menos expressivos cujo risco de quebra é mais elevado (ou sua nota de risco é mais baixa) ofertarão taxas maiores como forma de compensas a sua falta de estabilidade.
    Até que ponto você trocaria segurança por mais retornos?
    Creio que essa seja uma pergunta bastante individual e cuja resposta vai depender do quão informado você está a respeito de cada banco em questão

    3) A NOTA E O HISTÓRICO DO BRASIL

    histórico
    Observando a imagem acima vemos, que não há uma estabilidade nas notas. O país dificilmente teve uma política de contas bem definidas e uma economia sólida.
    A constante burocracia aliada e sempre intervenção estatal, torna qualquer tipo de criação de riqueza insustentável.
    Você leitor, já tentou abrir uma empresa aqui no Brasil?
    Então você sabe muito bem do que estou falando.
    Para piorar, os impostos sempre aumentam como uma forma de arrecadação, prejudicando o seu bolso cada vez mais.
    Recentemente a nota do Brasil que era BBB- caiu para BB+, o que significa que algumas mudanças são necessárias. Não me surpreenderia se cobrassem do brasileiro com mais impostos.
    Em um dos meus posts sobre a manifestação ocorrida mais cedo neste ano, uma das suas reinvindicações seria a redução de gastos públicos, bonitamente chamando de austeridade.
    Em outras palavras, seria como reduzir as contas para que caibam dentro do seu orçamento.
    Para quem é pai de família, isso acaba sendo bem compreensivo. Como você pode ter uma vida tranquila se está passando por apertos o tempo todo?
    Os problemas enfrentados pelo país possuem origens políticas, que usam e abusam do dinheiro público para sustentam investimentos duvidosos e populistas, principalmente quando em épocas de eleições.
    Novamente, pagaremos com o nosso dinheiro a festa irresponsável dos nossos representantes.

    4) ELAS SÃO CONFIÁVEIS?

    confiavel
    A polêmica  em torno das agências de classificação de risco está no fato de os seus clientes que também são responsáveis pelo seu faturamento serem os bancos e outras empresas.
    Para que sua nota seja avaliada é necessário que você pague a instituição. Dependendo do critério de quem paga, a classificação pode manter-se em sigilo, geralmente quando a nota fique aquém das espectativas
    Se for do interesse das requisitantes que a nota venha a público, é necessário uma autorização formal. Todavia, essa nota pode subir (upgrade) ou descer (downgrade)
     Para que a classificação se torne pública, a empresa contratante deve autorizar formalmente a publicação.
    Não vamos esquecer também que elas foram co-responsáveis pela crise americana de 2008. Para quem perdeu a explicação completa, vamos resumir dizendo que o que ocorreu nos EUA foram um quebra sistêmica onde vários bancos americanos e mundiais quebraram devido a ativos cujo lastro estava em hipotecas.
    Seria como você, sendo um inquilino, pagasse o aluguel para o banco e o detetor do título hipotecário ganhasse uma rentabilidade em cima desse valor.
    As crise, oriunda dos títulos, tiveram incentivo das agências de risco, que deram nota máxima aos mesmos.
    E olha o que aconteceu com essas mesmas agências esse ano.
    punição
    Volto a minha pergunta anterior!
    Elas são confiáveis?
    Acredito que devemos buscar todas as informações, desde as mais óbvias até as mais absurdas aos olhos nus. Devemos sempre buscar fontes alternativas e não oficiais para desenvolvermos uma opinião mais aguçada.
    O que devemos fazendo então?

    5) O QUE FAZER?

    passos
    Choices Dilemma
    Acredito que essa seja uma dúvida bastante comum, dado que a confiança no Brasil irá cair perante aos outros países do mundo. Entretanto, para o público leigo e que está começando a investir, só existem 3 tipos de preocupações.
    1. Trabalhar
    2. Gastar menos do que ganha
    3. Estudar sobre os investimentos
    Você pode estar se perguntando….
    “Mas isso eu já faço!”
    Exatamente, nada muda para você leitor. Procure se preocupar com aquilo que está ao seu alcance e que você tenha total controle.
    Problemas político-econômicos não podem ser resolvidos por nós, então a única solução que podemos encontrar sempre foi a mesma: reduzir nossos gastos e deslumbrar uma vida de independência financeira, que é o propósito deste blog.
    Notícias como acima mais atrapalham do que ajudam, apesar de sua boa intenção informática. Temos a impressão que precisamos tomar alguma atitude agora antes que seja tarde demais.
    Não se preocupe leitor e continue o que está fazendo e mantenha-se fiel a sua estratégia independentemente das matérias veiculadas na mídia. Normalmente elas possuem uma carga de terrorismo e medo, o que nada ajuda.
    Diminuia seus gastos supérfluos, trabalhe e busque informações de qualidade sobre o que fazer quando tiver uma boa quantia em mãos. Não tem nota de risco que possa medir o seu grau de disciplina e determinação.
    Você, leitor, é a único com quem tem que se preocupar!
    Espero que tenha gostado.
    Não esqueça de comentar aqui no post dizendo o que você acha desse rebaixamento e o que influencia diretamente na sua vida.
    Abraços e bons investimentos.
    assinatura

    http://www.odinheirista.com.br

    Até o próximo post.

    Convidados, Geral

    Após boom, mercado imobiliário dá sinais de desaceleração de preços

    21 de março de 2014

    Vejam na matéria abaixo, como o conceito “Bolha Imobiliária” é (foi) usado sem conhecimento do conceito para o Brasil. “Política de Estoques”, “Estagnação de Preços” e “Readequação do Mercado”, estes sim são os fatores da nossa economia.

    Depois do forte aumento dos últimos anos, valor médio do metro quadrado deve se manter estável em 2014. Alguns economistas ainda temem bolha imobiliária.
    Nos últimos anos, o setor de construção civil não parou de crescer no Brasil. Prédios e mais prédios foram construídos no embalo do aumento de renda e da expansão do crédito. Mas, junto com o fenômeno, veio algo que chamou a atenção de consumidores e especialistas: o aumento vertiginoso dos preços dos imóveis.

    O aumento médio de 13,7% em 2013 e também em 2012, além de quase o dobro (26%) em 2011, de acordo com o Índice FipeZap, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, faz com que alguns economistas ainda cogitem a possibilidade de uma bolha imobiliária no país. Mas, para outros especialistas, depois da escalada de preços, o preço dos imóveis deve subir menos em 2014.

    “O mercado dá sinais de uma certa acomodação, até mesmo de estagnação nas regiões periféricas”, afirma Gilberto Braga, professor de finanças do Ibmec/RJ. “Entretanto, nas grandes capitais e cidades-sedes da Copa que sofreram obras de infraestrutura impactante, os bairros mais próximos dessas melhorias continuam muito valorizados.”

    O economista Júlio Gomes de Almeida, da Unicamp, afirma que, em regiões como o Rio de Janeiro, o aumento dos imóveis foi excessivo devido aos custos da compra de um terreno em lugar privilegiado, como na zona sul, que engloba bairros como Ipanema, Leblon e Copacabana.

    “Mas há um processo especulativo forte em relação aos terrenos localizados nas áreas urbanas, fazendo com que os preços dos imóveis fiquem muito elevados”, explica o especialista.

    Ano atípico

    Segundo Braga, este ano deverá ser de maior cautela, já que 2013 não foi tão positivo para a economia brasileira. Além disso, por ser ano de eleições, o governo federal não deve mexer de forma brusca na economia. De acordo com o especialista, mesmo com os preços subindo menos, não deve ocorrer uma queda generalizada, já que o mercado segue aquecido por haver um deficit histórico de moradias no Brasil e também por causa do farto financiamento para as famílias brasileiras.

    De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), 2013 alcançou um novo recorde histórico, com 109,2 bilhões de reais em financiamentos. No período, 530 mil imóveis foram financiados. Para 2014, a expectativa é que as concessões alcancem 126 bilhões de reais, ou 15% a mais.

    Para o economista Celso Grisi, da Fundação Instituto de Administração (FIA), mesmo que os custos das construtoras com terrenos, salários, aluguel de equipamentos e importação de insumos continuem altos, os preços das unidades habitacionais não deverão subir mais do que o valor da inflação cerca de 6%. “As empresas vão ter que ganhar em produtividade para evitar a redução da margem de lucro”, afirma.

    Bolha imobiliária no Brasil?

    O aquecimento do mercado imobiliário em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, pode levar a uma sobrevalorização de preços e fazer com que uma possível bolha imobiliária estoure no Brasil, segundo alguns especialistas ouvidos pela DW.

    Para Samy Dana, economista da Fundação Getúlio Vargas, a bolha imobiliária já está formada, mesmo com a queda dos preços que continuam, em sua opinião, acima do valor razoável. Para ele, há um desequilíbrio na relação entre o custo do aluguel e do investimento num imóvel novo.

    O economista cita o exemplo de imóveis de 100 metros quadrados em São Paulo, que custam mais de 1 milhão de reais valor que hoje, investido na poupança que é atualmente considerada a pior aplicação pelo seu baixo rendimento faria com que o montante aumentasse 5 mil reais por mês.

    “Ninguém paga 5 mil reais para morar num imóvel de 100 metros quadrados. Isso significa que os preços estão muito altos para a população brasileira. Para haver equilíbrio, ou o aluguel sobe ou os preços dos imóveis diminuem. Como não há espaço para os aluguéis subirem, o valor dos imóveis deveria descer”, argumenta.

    Já Grisi avalia que não haverá bolha imobiliária, pois o ritmo de construção de imóveis diminuiu para se adequar à demanda. “Está claro que vamos ter um ritmo de vendas mais baixo. Os imóveis deverão ser reajustados de acordo com a inflação. É só uma preservação do patamar de preços, pois subir preços não vai dar.”

    Site:opovo.com.br

    Convidados, Geral

    Maior jornal do Brasil debate a existência de bolha imobiliária

    20 de março de 2014

    Vejam nos links:

    http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/03/1425835-ha-uma-bolha-imobiliaria-no-brasil-sim.shtml

    http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/03/1425837-ha-uma-bolha-imobiliaria-no-brasil-nao.shtml

    Chegamos a conclusão que, mesmo quem defendia a existência de Bolha antes já está mudando de opinião!

    Como eu disse em vários comentários: O mercado nacional se ajustará e seguiremos firmes!

    Até a próxima!

    Bob Carvalho

    Convidados, Geral

    Notícias e Comentários sobre o Mercado Imobiliário

    20 de março de 2014

    Bom dia.

    A partir de hoje, a convite do Editor, passarei a publicar notícias e comentários sobre o Mercado Imobiliário. Meu intuito é, não só esclarecer dúvidas e comentar sobre o momento atual do mercado nacional e dos EUA. Sempre numa linha de profissionalismo e transparência.
    Até a próxima!

    Geral

    Operar gráficos e notícias vale a pena?

    22 de fevereiro de 2013

    Não seria um imenso gasto de energia e aumento de ansiedade para o trader (operador do mercado) usar gráficos e notícias ao mesmo tempo?
    Se pelo teoria Dow os gráficos descontam tudo, o movimento dos ativos, para cima ou para baixo, estarão com evidências nos gráficos, mas claro, a pessoa deve ser hábil o suficiente para ler este sinais.
    Seja a informação das notícias privilegiada(insider information), antecipada apenas por alguns favorecidos, ou de conhecimento pelo, da grande mídia, os sinais estarão lá.

    Para os especulador, principalmente de prazos mais curtos, o melhor é focar em uma ou outra estratégia, montar seu controle de risco e monitorar a operação. Tudo o mais que não seja o foco da execução da estratégia e controle de risco deve ser ignorado, pois não lhe passará de mero ruído.
    E neste imenso turbilhão de informações que temos hoje em dia com o advento da internet e telecomunicações no geral, saber o filtrar o que lhe é útil e descartar o inútil é essencial.

    Operar gráficos, notícias e gráficos com notícias juntos, os melhores resultados tendem a ser obtidos operando-os separadamente, claro, com foco em de especulação e prazos curtos.
    Operar gráficos e notícias juntos a maior probabilidade é de se atrapalhar. Um método fica como ruído do outro, e perde-se o foco.

    Leia também:

    Até o próximo post.