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    Taxa Selic pode ser reduzida para 7% ao ano

    5 de dezembro de 2017

    Happy businesswoman holding piggy bank against white background

    Na próxima quarta-feira, dia 06 de dezembro, será realizada a última reunião de 2017 do Copom (Comitê de Política Monetária). A expectativa do mercado é que a Taxa Selic tenha uma redução em 0,5 ponto percentual, marcando um novo piso histórico.

    Atualmente, a taxa básica de juros da economia está valendo 7,50%. Mas, se for confirmada a redução, ela vai passar para 7,0%.

    A Taxa Selic interfere diretamente nos rendimentos da poupança. Para entender melhor sobre sua rentabilidade, é preciso conhecer a regra utilizada para o cálculo:

    • 0,5% ao mês mais Taxa Referencial – caso a Taxa Selic seja superior a 8,5%.
    • ​70% da Taxa Selic mais Taxa Referencial – caso a meta da taxa seja igual ou menor que 8,5%.

    Com a queda da Selic, a poupança não oferece boa rentabilidade e isso faz com que o dinheiro perca potencial de compra. De certo modo, é como se o dinheiro estivesse perdendo valor em vez de se valorizar enquanto está aplicado.

    Por isso, muitos investidores têm buscado novos caminhos para investir dinheiro. Algumas das alternativas são os investimentos de Renda Fixa. Essa categoria abrange aplicações podem ser emitidas por instituições financeiras, como empresas de financiamento, bancos ou até mesmo o governo.

    Quando o investidor aplica dinheiro em Renda Fixa, seria como emprestar dinheiro para essas instituições, que por sua vez utilizam o dinheiro para financiar suas atividades. Em troca, na data combinada, o investidor recebe de volta o valor investido, acrescido dos juros.

    Investir em Renda Fixa além de muito fácil , também conta com a mesma segurança da poupança: o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Isto é, supondo que o banco que emitiu o título quebre, o investidor tem a garantia de receber seu dinheiro de volta, respeitando o limite de R$250 mil por CPF e por instituição financeira.

    Por oferecer grande diversidade, o investidor pode escolher entre os títulos disponíveis aqueles que tenham mais a ver com seu perfil e objetivos. Além disso, pode combinar várias modalidades em sua carteira de investimentos com o objetivo de aumentar a segurança e as chances de sucesso.

    Conheça agora alguns dos títulos de Renda Fixa mais populares entres os brasileiros que estão à procura de novas possibilidades de investimento:

    CDB

    A sigla CDB significa Certificado de Depósito Bancário e se refere a aplicações emitidas por bancos para captar recursos a fim de, entre outras coisas, melhorar suas estruturas e conceder empréstimos para seus clientes.

    Este investimento é protegido pelo FGC. Além disso, existem 3 tipos de títulos: prefixado, pós-fixado e híbridos.

    • Prefixado: nestes títulos, o valor a ser resgatado ao final do investimento é estabelecido no momento da compra.
    • Pós-Fixado: este tipo de título possui sua remuneração atrelada a um indexador da economia, que em muitos casos é o CDI.
    • Híbrido: estes títulos possuem um percentual fixo somado à variação de um indexador econômico.

    Tesouro Direto

    O Tesouro Direto é uma aplicação financeira de Renda Fixa bastante conhecida devido à sua alta liquidez e segurança. Isto quer dizer que, se preciso for, é possível resgatar o dinheiro aplicado a qualquer momento.

    Além disso, este título é bastante acessível pois aceita investimentos a partir de R$30. No entanto, é preciso ficar atento pois não são todos os títulos que podem ser adquiridos por este valor.

    LCI e LCA

    A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são investimentos em Renda Fixa isentos de Imposto de Renda e protegidos pelo FGC. A rentabilidade de uma Letra de Crédito possui características muito parecidas com o CDB, podendo ser prefixada, pós-fixada ou híbrida.

    Essas são apenas algumas opções possíveis para quem deseja fugir da poupança e ter melhores resultados. Existe uma variedade de investimentos com rendimentos mais interessantes que a caderneta, basta pesquisar e buscar aqueles que melhor se encaixam ao perfil e objetivos do investidor.

    Portanto, antes de começar os investimentos, é fundamental que se entenda sobre as opções disponíveis no mercado para poder fazer escolhas mais acertadas.

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    Como escolher o melhor crédito para si

    1 de junho de 2017

    Esta pergunta é uma das coisas que você se deve fazer quando pensa realmente em recorrer a qualquer tipo de crédito ou empréstimo, quer seja ele pessoal, pelo cartão, para uma viagem, o que seja…

    Isto porque você vai estar a gastar dinheiro que não é seu e isso tem um preço, o qual por vezes pode ser bem maior do que você esperava apenas porque não fez bem as contas ou não fez as contas de todo.

    E é por esses e outros motivos que agora lhe vamos explicar como escolher o melhor crédito para si e para a sua carteira.

    Pronto? Vamos lá ver isso então.

    Como escolher o melhor crédito para si

     

    Precisa Mesmo de um Crédito?

    Antes de tudo, você deve saber esta resposta.

    Por vezes um empréstimo é apenas a maneira mais “fácil” e rápida de ter dinheiro e você acaba caindo no erro e fazer algo que nem precisava.

    É preferível você ficar com pouco dinheiro, mas conseguir gastar naquilo que quer ou precisa sem recorrer a dinheiro emprestado porque esse dinheiro vai ser mais caro.

    Pense se não pode fazer algum tipo de poupança, arrumar uma grana extra em algum lugar e caso todas as hipóteses não tenham resultado, aí sim pense no crédito.

    Tenha Atenção á TAEG Cobrada

    Essencialmente, este é o custo anual do seu crédito, o qual engloba várias coisas tais como:

    • Custos do crédito
    • Juros
    • Comissões
    • Impostos
    • Seguros
    • Comissões

    Veja quais são as taxas de TAEG cobradas por cada instituição e então tome a melhor decisão para a sua carteira de forma a não ficar com um crédito demasiado caro.

    [DICA]

    Cartões de crédito normalmente sempre ficam mais caros, pode tomar de exemplo o cartão Losango, sendo que as taxas de TAEG podem chegar até aos 20% em alguns deles, enquanto se fizer por um banco, como no Itaú, ai já só lhe seria cobrado uns 4%.

    A rapidez e facilidade paga-se. Quando você é alguém que dá poucas garantias e quer o dinheiro para amanhã, as taxas a pagar ficam bem altas.

    Faça Sempre Simulações

    Apesar do Banco X poder estar a anunciar que faz créditos com x taxa de TAEG não quer dizer que seja a que lhe vai ser cobrada.

    Na grande maioria dos casos estas taxas são analisadas caso a caso e irão depender do valor que você pedir, do tempo que irá parcelar, das suas condições financeiras, se está empregado, etc…

    É por isso que lhe dizemos para fazer simulações. Estas sim são gratuitas e podem acabar por lhe fazer poupar centenas ou mesmo milhares de reais em taxas no final do seu empréstimo.

    E então, já ficou a saber como escolher o melhor crédito para si ou até se precisa mesmo de um?

    Deixe a resposta nos comentários junto com alguma dúvida ou sugestão com que tenha ficado após ler o artigo.

    Convidados

    Investimentos em ascensão: Tesouro Direto bate recorde de inscritos

    27 de outubro de 2016

    No Brasil, com a instabilidade da economia, certos investimentos mais tradicionais, como a poupança, estão perdendo lugar. Isso se dá, em parte, porque a rentabilidade não está compensando para quem investe. Além disso, as pessoas estão se informando mais acerca de outras possibilidades de onde investir dinheiro e perdendo o medo de conhecer novas opções.

    Portanto, com o declínio da caderneta, outros tipos de investimento estão em ascensão, chamando cada vez mais atenção com seus benefícios. Muitos deles, inclusive, são tão seguros quanto a poupança, com a vantagem de serem mais rentáveis.

    O Tesouro Direto é uma dessas modalidades de investimentos que vem apresentando um crescimento expressivo no Brasil. Em junho de 2016, o número de novos investidores cadastrados bateu recorde, ultrapassando a marca de 66 mil apenas naquele mês.

    Com isso, o primeiro semestre do ano fechou com um total de registros de mais de 834 mil. Isso equivale a um aumento de 60% desde 2015, além de ter havido um aumento de 86,7% na quantidade de investidores ativos.

    O que é o Tesouro Direto?

    O Tesouro Direto é uma categoria de investimentos criada pelo Governo Federal brasileiro. A modalidade foi uma alternativa para a gestão conseguir captar investimentos a fim de financiar as suas próprias atividades. Portanto, quando se compra um papel do tesouro, ele funciona um empréstimo ao governo, que devolverá o valor posteriormente, somado às taxas de correção.

    Os títulos do tesouro são apresentados em três modalidades:

    • Pós-fixados

    O rendimento acompanha a taxa Selic e sua rentabilidade depende da queda ou fortalecimento da taxa.

    • Prefixados

    Os títulos prefixados possibilitam que o investidor saiba qual será a rentabilidade da aplicação no momento em que ela é feita.

    • Híbridos

    Os títulos Híbridos misturam os pós-fixados e os prefixados. Enquanto parte da rentabilidade acompanha algum índice, tal qual o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ou o IGPM, o restante é prefixado.

    Benefícios de comprar papéis do Tesouro

    Os papéis desses títulos públicos oferecem uma excelente liquidez, uma vez que se pode vendê-los a qualquer momento e ganhar o valor correspondente à data da venda, mesmo se o vencimento ainda for demorar 15 anos para acontecer. Atualmente, 10,4% dos títulos vencem em até um ano, sendo a maior parte, de 58,4%, aplicada em títulos com vencimento de 1 a 5 anos.

    Além disso, o valor mínimo exigido é baixo, de R$30,00, e demonstra facilidade de acesso também quanto à forma de contratação. Esses títulos podem ser adquiridos através do site oficial do Tesouro Nacional, elevando a ideia de como ganhar dinheiro na internet a um novo patamar. Portanto, investidores menores estão se aproveitando dessa acessibilidade, o que pode ser comprovado considerando que número de vendas de até R$ 5.000 correspondeu a 71,9% das transações em Junho de 2016.

    Em relação à segurança do investimento as chances de inadimplência do emissor podem ser consideradas quase nulas, uma vez que esse emissor é o Governo Federal. Portanto, a modalidade é considerado uma das mais seguras disponíveis no mercado financeiro atualmente.

    A modalidade se fortalece

    Comparando o desenvolvimento da popularidade do tesouro em 2016 com os anos passados, é nítido o crescimento de interesse da população. Em relação a Junho de 2015, houve um aumento de 78,7% no estoque do tesouro, que representa uma soma de R$ 18,3 bilhões. Isso mostra um avanço significativo em apenas um ano.

    No comparativo mês a mês, os resultados também têm sido surpreendentes. Entre Abril e Junho de 2016, houve um aumento de 3,5% no estoque do tesouro, correspondente à mais de R$ 31 bilhões.

    Portanto, a previsão é que esse crescimento continue. Além de oferecer uma rentabilidade maior do que investimentos como a poupança, que estão em queda, os papéis do tesouro oferecem muita segurança ao investidor.

    Também pode oferecer dupla rentabilidade, já que os títulos públicos servem como margem de garantia para operar na Bolsa de Valores. A modalidade, portanto, é excelente para quem quer aproveitar o capital da melhor forma, sem abrir mão da simplicidade e bons resultados.

    Para saber mais sobre o incrível crescimento do Tesouro Direto, confira um infográfico com os melhores investimentos de 2016!

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    Geral

    Erro dos jovens na hora de investir

    12 de setembro de 2016

    Para planejadora financeira e colunista do site Business Insider, Tanza Loudenback, é importante que as pessoas estabeleçam suas próprias metas. O que pode ser uma das melhores decisões tomados enquanto a pessoa é jovem seria começar a poupar e investir o quanto antes e com mais frequência possível. Tudo isto graças ao “milagre” dos juros compostos, o qual fará com que consiga fazer seu dinheiro render muito mais ao começar a poupar desde cedo.

    No entanto, muitas pessoas se perguntam quanto deveriam poupar. De acordo com a planejadora financeira Mary Beth Storjohann, fundadora da empresa de planejamento financeiro Workable Wealth, não há uma quantidade exata.

    “Poupar realmente depende de suas metas e do estilo de vida que você tem agora e do estilo de vida que você almeja para seu futuro”, comenta a planejadora financeira. Ela não gosta de estabelecer números para as pessoas, mas calcula algumas linhas gerais para começar. “Se você está na casa dos 20, tente poupar ao menos 10% de sua receita líquida. Se está nos 30, tente investir pelo menos 15%”.

    Storjohann disse que a geração Y, em particular, comete o erro de achar que deve estar no mesmo ponto, financeiramente, que outras pessoas da mesma idade. Ela conta que clientes costumam perguntar como estão financeiramente em comparação com outros clientes dela ou outras pessoas que ela tem conversado.

    Ela comenta que, especificamente em relação aos mais jovens, há muita ansiedade e stress em relação a dinheiro e isso acontece especialmente por conta das mídias sociais e a forma como nos comparamos uns com os outros.

    O conselho dela é que essas pessoas busquem um planejador financeiro que ajude a organizar suas finanças e que você consiga entender como investir de acordo com suas metas, seja ela se aposentar rico ou largar o trabalho para viajar o mundo. O grande erro é perder tempo se preocupando com as finanças dos outros e não com a própria. É importante que você faça seus investimentos focado em suas necessidades e não na dos outros.

    Texto original em inglês:
    A financial planner shares a big misconception 20-somethings have about saving money

    planejamento-financeiro-de-jovens

    Veja também:

    Conquistas financeiras para os jovens

    Até mais.

    Geral

    Quer acabar falido?

    19 de maio de 2016

    Confira atitudes muito comuns que acabam com a sua vida financeira como o descontrole com gastos e maus investimentos, os quais são o cerne dos principais problemas financeiros de muitas pessoas.

    Tomar conta das finanças pessoais é super importante para buscar os objetivos de longo prazo, como comprar uma casa, fazer uma faculdade ou se preparar para a aposentadoria, por exemplo. No entando, muitas pessoas não fazem isso. Vejam quais são os erros mais comuns que podem prejudicar o planejamento financeiro de qualquer um:

    – Não manter as contas sob planejamento:

    “Se você não tem uma organização de suas receitas e despesas ao longo do mês, assim como a categorização de cada uma dificilmente irá ter sucesso em sua vida financeira. O motivo é simples, você não sabe para onde seu dinheiro está indo. Se você não sabe, não consegue identificar itens do orçamento que estão ‘sangrando’ com suas finanças e dificilmente conseguiria ajustá-lo”, relata Aldo Pessagno, sócio da Manhattan Investimentos.

    – Usar o cartão de crédito sem critério:

    “Sem dúvida os cartões de crédito são uma ótima alternativa de pagamento, quando usados com inteligência. O problema é que se você não tiver disciplina, poderá entrar numa bola de neve que será bem difícil de sair, pois estará pagando um dos juros mais altos do mercado, é comum ver taxas de mais de 420% ao ano, além de pagar uma bela anuidade na maioria das vezes. É um grande erro fazer apenas o pagamento mínimo da fatura”, comenta Aderson Gegler, assessor de investimentos da Moinhos Investimentos.

    – Achar que a poupança é um bom investimento:

    “Todo brasileiro sabe que a caderneta de poupança é um investimento seguro. E pelo nosso histórico recente, as pessoas ficam com medo de procurar investimentos mais rentáveis devido a medos adquiridos. A razão que faz da poupança um investimento seguro é o FGC, o Fundo Garantidor de Crédito, que também faz outros investimentos muito mais rentáveis, tão seguros quanto. A poupança tem perdido sistematicamente para a inflação nos últimos meses. Isto quer dizer que a cada mês que passa, o poupador não conseguiria mais comprar a mesma coisa que compraria no mês anterior com o dinheiro lá investido”, atesta Aderson Gegler.

    – Poupar só quando sobra dinheiro:

    Um erro muito comum das pessoas na hora de lidar com suas finanças é poupar seu dinheiro só quando sobra algum no final do mês. Carollyne Mariano, sócia da Atlas Invest, explica que é importante que a reserva mensal seja descontada do salário antes dos gastos mensais. Dessa forma, com a poupança já garantida, a pessoa não fica tentada a usar esse dinheiro em outros gastos que não são necessários.

    – Investir mal:
    Além da poupança, que é um investimento com baixa rentabilidade em relação a outras aplicações financeiras, outro erro muito comum dos investidores é não diversificar suas aplicações. “Deixar todos os ovos na mesma cesta é muito nocivo, especialmente ao longo d tempo”, comenta Carollyne Mariano.

    – Manter aplicações enquanto está endividado no cartão ou cheque especial:

    “É muito comum as pessoas manterem aplicações em investimentos como a poupança, concomitantemente com dívidas no cheque especial e cartão de crédito. Ou seja, são mantidos investimentos que rendem 8% ao ano, enquanto suas dividas estão gerando juros de 450% ao ano. Em suma, quem faz isso está tomando emprestado um dinheiro a 450% ao ano para aplicar a 8%. Como essa conta vai fechar?”, questiona Aldo Pessagno.

    – Achar que é cedo demais para pensar em aposentadoria:

    “Ninguém acredita que a aposentadoria do INSS sozinha seja capaz de manter o padrão de vida que se tinha antes. É um assunto muito sério e achar que podemos pensar nisso há dez ou quinze anos antes da data planejada é um erro grave que pode comprometer a tranquilidade da família no momento que o aposentado mais precisará dela. Você já deve ter ouvido falar que o fator tempo é importantíssimo na rentabilidade dos investimentos e isso é justamente por causa dos juros compostos”, alerta Aderson.


    infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/4991478/quer-acabar-falido-veja-atitudes-muito-comuns-que-detonam-sua

    Veja também:

    Como lidar com o fracasso financeiro

    Até mais.

    Convidados

    Organizando as dívidas de maneira inteligente

    16 de julho de 2015

    Há momentos que necessitamos de dinheiro com urgência. Nessas horas, muitos procuram por uma saída mais rápida e prática, e a forma mais conveniente é utilizar o limite do cheque especial ou usar cartão de crédito, desde que tenha conta bancária. Esses dois produtos são bastante fáceis de se obterem e utilizarem. No caso do cartão de crédito, basta que tenha o seu limite disponível. Já no caso do cheque especial, basta liberar o seu uso.

    Porém, tudo tem seu preço. As suas taxas de juros são elevadas no Brasil, podendo atingir até 732,78% ao ano no caso do cartão de crédito rotativo e 458,93% ao ano para o cheque especial, segundo os dados divulgados pelo Banco Central em junho de 2015.

    Para aqueles que já estão endividados por meio destes 2 produtos, provavelmente devem saber que essas dívidas é uma bola de neve. Para evitar a situação, uma das boas formas de sair dessas dívidas com juros altos é realizar a transferência de dívidas.

    Transferência de dívidas é uma troca de dívidas caras por mais baratas. Em outras palavras, trocar altos juros por menores. Normalmente as taxas de juros do empréstimo pessoal costumam ser menores em relação ao cheque especial e cartão de crédito. Esse método de troca de dívida ainda não é tão conhecido no Brasil, mas que é uma forma inteligente de fugir de dívidas com juros altos, e ter maior fôlego no bolso.

    Mais do que transferir dívidas, é mais importante ficar atento para pós-transferência de dívidas. Pagamento antes do vencimento das parcelas é fundamental para não ficar endividado e entrar na mesma situação de antes. Além disso, em paralelo, deve-se organizar as despesas pessoais, para equilibrar os seus gastos.

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    Até o próximo post.